Por assessoria
A ROADIE CREW agora tem um canal no Telegram!

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Nascido em São Paulo em novembro de 2014 e guiado pelos lemas “Respeito, Compromisso, Sangue e Família” e “Nóis por Nóis” (as explicações estão na entrevista a seguir), o Laboratori despeja um amálgama de hardcore, metalcore, nu metal e rock nacional da década de 90 e início dos anos 2000. Para falar a respeito do momento vivido pelo grupo, que soltou em 2022 o álbum Dívidas, Tretas, Muita Perseverança e Pouco Dom, conversamos com o baterista Jean Forrer, que tem Chili (vocal), Mounir (baixo e vocal) e Wecko (guitarra) como comparsas nesta empreitada cheia de peso, groove e melodia.
No press-kit, vocês dizem que o Laboratori “zela por riffs diretos e refrãos cantados em português informal, que abordam o cotidiano e a relação entre as pessoas”. Pegando esta fórmula como mote e evocando também a questão da evolução, que paralelo você faria entre o início do grupo, no fim de 2014, e o momento atual, incluindo o lançamento de Dívidas, Tretas, Muita Perseverança e Pouco Dom (2022).
Jean Forrer: Ao longo dos anos, o Laboratori passou por muitas mudanças e situações que colocaram à prova a perseverança da banda. Como diria Rocky Balboa: “O quanto você aguenta apanhar e seguir em frente?“. Porém, mesmo no meio dessas mudanças, a essência da banda representada no RCSF (Respeito, Compromisso, Sangue e Família) se manteve firme. Desde o início, a proposta da banda era fazer um som pesado que misturasse o rap com o rock. Ao longo dos anos, o Laboratori agregou as características dos músicos que passaram pela banda, mas o groove e as rimas sempre foram a base do som. O novo trabalho simboliza nossa evolução musical, onde o peso e a agressividade do hardcore ainda se mostram presentes, mas também traz refinamento e maturidade nas composições, ampliando as características sonoras da banda.

Ainda nesta questão, vocês também citam a sigla RCSF (Respeito, Compromisso, Sangue e Família) e o lema “Nóis por Nóis” como postura no cenário underground. Daí gostaria de fazer duas perguntas. Primeiro, qual sua impressão da cena underground atual, no quesito união de bandas, em relação a anos anteriores.
Jean: Acredito que toda união é uma troca. Assim, cada banda deve fazer seu trabalho com a maior qualidade possível e, ao longo da trajetória, vai identificando as melhores bandas para “correr junto“. Todo mundo quer apresentar sua música para o público de uma outra banda, mas nem todo mundo sabe o que pode oferecer em troca. Essa união tem que ser de forma equilibrada, os dois lados ganham com a soma. Felizmente, cada vez mais percebo que estamos encontrando bandas que querem fazer um trabalho consistente e levam a sério todo o corre. Isso só engrandece o underground.
A outra questão é quanto à formação atual, no sentido de entrosamento e química. O que podemos, inclusive, esperar dessa formação daqui para frente, em termos de apresentações e composições?
Jean: Estamos com essa formação desde o início de 2020. Quando o Wecko entrou como guitarrista, trouxe um refinamento que ainda não tínhamos a nossas músicas. Ele sabe explorar muito bem a guitarra como um todo. Além de ser muito criativo nos riffs, acrescentou alguns dedilhados com o som limpo, algumas notas dissonantes aqui e ali, acordes abertos que se encaixam muito bem etc. O novo álbum abriu a porta para ampliarmos essas possibilidades musicais sem perder nossa identidade. Além do groove e dos riffs pesados, apresentamos músicas com mais sensibilidade.

Falando do mais recente play, temos um disco com dez faixas, que, apesar de mostrar a identidade da banda, com sua mistura de metal e hardcore, traz diversos outros sabores e conta com ótima produção de Rogerio Wecko. Como se deu todo o processo criativo até chegar a esse cardápio apresentado no álbum?
Jean: O Laboratori é muito bem equilibrado nas composições, todos participam das músicas e dão seus pitacos. Normalmente, surge algum riff durante um ensaio ou alguém traz uma ideia e começamos a desenvolver a música, inicialmente a parte estrutural, com verso e refrão. Ao longo dos ensaios, vamos lapidando cada detalhe, em uma convenção em que todos fazem juntos, uma pausa aqui ou ali, o andamento etc. Quando decidimos gravar o álbum, não queríamos que as músicas soassem todas iguais, então passamos a pensar na obra como um todo, para que cada música apresentasse uma novidade para quem está ouvindo.
E quando falo em diversos sabores, cito como exemplo o peso e a cadência de Black Mamba, o lado mais “balada” de Sangue de Luta e as participações de Karina Menascé e Nego Max em Mil Fitas, que acentuam o lado mais rap e até R&B.
Jean: O mais comum para nós sempre foi criar músicas pesadas, mas quando o Wecko nos mostrou a introdução da Sangue de Luta, percebemos que seria um caminho muito legal a percorrer, uma música que traz uma carga emocional sem deixar de dar o papo reto. Uma curiosidade: o Chili havia feito duas opções de letra para a parte C da Sangue de Luta, uma ficou na própria música; e a outra se tornou a Mil Fitas. A princípio, seria apenas um interlúdio de 30 segundos ou pouco mais que isso, porém gostamos tanto da letra que transformamos em algo muito maior, com verso e refrão. Para engrandecer mais ainda, optamos em chamar a Karina e o Max, e o resultado ficou incrível.
E temos ainda Fé no Corre em Tempos Ruins, uma pancada hardcore e convidativa ao mosh, dentre outras texturas.
Jean: Estávamos com nove músicas prontas, e as gravações já haviam começado, porém o Wecko estava “incomodado“ e sentia que precisa ter mais uma música para fecharmos em dez. Ele resgatou essa base que tinha criado há muitos anos e me mostrou. Fiz a linha da bateria na tarde seguinte, mandamos para o Chili, e no outro dia ele já trouxe a letra pronta. Depois foi só complementar com o baixo. A música mais rápida do álbum ficou pronta em três dias.

Já Sei Quem Sou traz alguns dos melhores riffs do álbum. E resgatando a máxima dos “riffs diretos” da banda, como funciona o processo de criação de riffs dentro do Laboratori e qual o sentimento quando vocês acertam a mão em riffs potentes como os desta faixa?
Jean: A base inicial dessa música foi criada em 2019, antes mesmo de o Wecko e o Mounir entrarem na banda. Apresentamos a ideia e passamos a desenvolvê-la juntos ao longo dos ensaios. Nosso processo de composição funciona de forma bem orgânica, todos colaboram com ideias e sugestões, e estamos abertos a experimentar. Acredito que é justamente esse envolvimento de todos que traz uma riqueza e uma sonoridade específica para o Laboratori. Nossa meta é buscar o que consideramos melhor para a música e para quem está ouvindo. Os instrumentos são apenas ferramentas que manipulamos, a verdadeira obra de arte está na sensação que causamos nas pessoas.
Ainda a respeito de Sei Quem Sou, posso estar enganado, mas o refrão parece trazer alguma influência de Chuck Billy, do Testament. E aí ressalto novamente os diferentes sabores do disco. Mas gostaria de saber se essa “tese” faz sentido. E quais seriam as principais influências do grupo.
Jean: Para ser sincero eu nunca tinha parado para fazer essa comparação, mas achei que faz sentido, sim (risos). Atualmente, nossas maiores influências são Limp Bizkit, P.O.D., Sevendust, o hardcore de Nova York do Madball e, por aqui, a maior referência é o Charlie Brown Jr., sem dúvida a maior banda de rock que o Brasil já teve e influenciou todo mundo que veio depois.
A capa é outro destaque, então gostaria que nos dissecasse o sentido dela e também como foi o processo criativo até chegar a este resultado.
Jean: A arte da capa é obra do Jonas Santos, um artista que tem trabalhado com grandes nomes da música como CPM 22, Ziggy Marley, Mötley Crüe, entre outros. Passamos as músicas e as letras para que ele pudesse entender o conceito do álbum e um pequeno briefing do que imaginávamos. Ele conseguiu desenvolver a ideia com muita profundidade, representando as músicas na parte visual, como por exemplo as cobras referentes a Black Mamba, o punho cerrado da Sangue de Luta, os “zoião” que são citados na música Bonde dos Falador, as notas de dinheiro fazendo alusão a Você Vale o Que Tem, entre outras pequenas referências. O Jonas é um artista incrível. Já trabalhamos com ele outras vezes. É um cara que agrega muita profundidade no conceito das artes.
Quais as grandes conquistas alcançadas pelo Laboratori ao longo desses anos? E quais os voos almejados daqui para frente? Como estão os planos para 2023?
Jean: Sem dúvida, nossa maior conquista são os fãs e amigos que estamos fazendo ao longo da caminhada. Mesmo ainda em processo de formação do nosso público, temos um suporte muito firme daqueles que se identificam com a gente. Somos muito gratos por todo o apoio e valorizamos cada um que se envolve. Respondemos todas as mensagens que recebemos, de vez em quando organizamos algumas confraternizações, enfim, tentamos retribuir todo o apoio que nos é dado. O que faz uma banda crescer são as pessoas! Para este ano, estamos planejando fazer alguns shows fora de São Paulo, seguindo a divulgação do álbum, já temos dois clipes sendo engatilhados e também já começamos a rabiscar algumas novas composições.
Confira o clipe de “Bonde dos Falador”, gravado e produzido por Caike Scheffer, em https://youtu.be/yN7UgC3r-vE
Ouça o álbum no Spotify em https://tinyurl.com/mr23948e
Site/Loja/Merch: www.laboratori.com.br
Mídias sociais:
Instagram: @laboratori_rcsf
Facebook: https://www.facebook.com/laboratori.oficial

Por assessoria
Os cariocas do 7Peles lançaram oficialmente o clipe da música Fruto Proibido, presente no álbum “O Terceiro Evangelho do 7Peles“!
O clipe contou com uma super produção que leva a assinatura da Nove Frames, produzido por Jay Roxx, iluminação e making off feito por Alex Cavalcanti, e mix e master feitas pelo produtor musical Thiago De Freitas.
“Fruto Proibido” teve a sua estreia exibida durante sua participação na 35ª edição do Roadie Crew Online Festival, que ocorreu na última sexta-feira, dia 10 de fevereiro, no canal do YouTube da Roadie Crew.
“Fruto Proibido é uma canção super atual! A música reflete bem nosso estilo musical e a letra é um tapa na cara dessa ignorância coletiva que se instaurou no país nos últimos anos. Mas apenas isso não bastaria para ser a escolhida pois o terceiro evangelho está recheado de canções assim. O fato de eu ter um roteiro já totalmente pronto em minha mente para a criação de um vídeo clipe veio bem a calhar exatamente com ela, foi o que definiu tudo“, comenta a banda.
Assista “Fruto Proibido” aqui:
SOBRE 7PELES:
O 7Peles surgiu através de um longo processo, até mesmo antes de sua formação, sendo desenvolvido através de longos anos, tendo cada detalhe sido planejado com muita consciência e experiência de seu membro fundador.
A banda chama a atenção do público por se apresentar em meio ao mistério, às máscaras e sem se preocupar em revelar a identidade de seus integrantes. A preocupação do 7Peles é, e sempre será apenas com a música. Não importa quem está por baixo do véu, até porque isso é totalmente passível de alterações, o que importa é o trabalho em si.
Um outro ponto a ser destacado na trajetória da banda foi a participação de Charles “Ghul” Hedger, guitarrista do Mayhem, na faixa “Tempo Dos Templos“, que faz parte do segundo álbum. Além disso, eles também dividiram o palco com o Attila Csihar, que cantou a música Beyond junto à banda uma canção de sua primeira banda, Tormentor, em plena turnê comemorativa ao álbum mais clássico de toda história do black metal (Mayhem DMDS Tour).
A banda agora se prepara para ganhar mais destaque no cenário e levar a palavra do 7PELES por todos os cantos que forem possíveis!
Confira 7PELES nas redes: https://beacons.ai/7peles
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Por assessoria
Ator e cantor está em turnê de mais de 60 shows na Europa com o tributo oficial ao Queen, idealizado por Brian May e Roger Taylor, e se apresentou na casa que já recebeu grandes nomes da música mundial
Parece um sonho! Toda a carreira de Alírio Netto foi para chegar até este momento especial. O cantor e ator se apresentou com o Queen Extravaganza, dia 12 de fevereiro, no Hammersmith Apollo, em Londres, no Reino Unido, casa que já abrigou shows do próprio Queen com Freddie Mercury.
Assista trecho de show: https://www.instagram.com/p/Con4DKOoYvm/
Alírio Netto fala sobre a experiência:
“Hammersmith é com certeza um dos lugares mais icônicos do mundo, especialmente quando falamos do Queen. É a segunda vez que eu toco aqui, esse lugar só me faz lembrar o quão privilegiado eu sou por ter a confiança de duas lendas como o Brian May e Roger Taylor”
O Queen Extravaganza está em turnê por todo o Reino Unido e Europa apresentando o melhor do Queen e tendo Alírio Netto como um dos protagonistas.
Recentemente, o ator e cantor Alírio Netto lançou “The Journey So Far”, material que chega em todas as plataformas de streaming com faixas extras e muitas surpresas. Alírio comenta sobre “The Journey So Far”: “Este show foi um marco em minha carreira, onde pude expressar com meus amigos todos os momentos de minha carreira de mais de 20 anos de estrada. Foi um show especial que agora posso liberar para quem curte o meu trabalho”, disse o vocalista.
Ouça “The Journey So Far”: https://links.altafonte.com/wkybnqx Assista o show:
SOBRE ALÍRIO NETTO
Alírio é uma das vozes mais reconhecidas no Brasil. Seja no palco, no estúdio ou atuando em um teatro musical, Alírio causa uma forte impressão com sua voz poderosa, alcance incrível e controle. Atualmente, ele é o vocalista da banda Shaman. “Eu me considero um compositor muito eclético quando se trata de estilos de rock. Meus compositores favoritos no momento, e também grandes influências, são Chris Cornell, George Harrison e, obviamente, Queen”, diz Alirio.
Como cantor de rock, Alirio liderou a banda Khallice, que assinou contrato com a gravadora de rock progressivo Magna Carta para o lançamento de seu álbum de estreia, “The Journey”. Alirio também integrou a banda de metal Age of Artemis, que lançou dois discos, um deles produzido pelo renomado cantor e produtor Edu Falaschi (ex-Angra). Mais recentemente, juntou-se à banda Shaman como substituto do saudoso Andre Matos.
Alírio também participou de várias produções musicais de teatro, incluindo o protagonismo de “Galileo” em “We Will Rock You”, a produção musical oficial do Queen. Ele também foi mais tarde anunciado como o vocalista da banda “Queen Extravaganza”, o que levou Roger Taylor a comentar: “Alírio não é apenas um cantor superlativo, ele também é um grande showman.”
O ator e cantor também dublou o personagem “Lefu” em A Bela e a Fera live action da Disney. Além disso, Alirio também desempenhou o papel de Jesus na produção oficial mexicana de “Jesus Christ Superstar”. Também atuou como Judas na produção oficial brasileira do mesmo espetáculo, pelo qual foi indicado o Melhor Ator Principal de 2014 pelo jornal “Estado de São Paulo”. Com isso, as portas se abriram para ele em seu país, onde logo se seguiram as apresentações em alguns dos principais programas de TV do Brasil. Apresentou-se no maior talk show do país, apresentado por Jô Soares, entre vários outros programas de TV como Altas Horas, Faustão, The Noite, Jornal Hoje, Jornal do SBT, Jornal da Globo e Programa Todo Seu, e também atuou no programa de TV “Good Morning LA” nos Estados Unidos junto com o Queen Extravaganza.
Mais informações: https://www.alirionetto.com https://www.facebook.com/nettoalirio/ https://instagram.com/alirio_netto https://www.youtube.com/c/AlírioNetto

Por assessoria
Assim como na turnê conjunta com o Shaman em 2022, o Noturnall, liderado pelo vocalista Thiago Bianchi, tem ganho força e protagonismo em turnê conjunta com Paul Di’Anno pelo Brasil de seu novo e elogiado álbum “Cosmic Redemption”. Ao lado do lendário Paul Di’Anno e da revelação Electric Gypsy, a banda vem realizando uma das maiores turnês já feitas neste país por uma banda nacional, com 31 shows em diversas cidades brasileiras – somente em quatro estados do Brasil a turnê não está sendo apresentada. O primeiro terço da turnê já foi realizada com maestria, com 11 shows em diversas capitais e muitos elogios do público e imprensa.
Acompanhando Paul Di’anno nesta turnê memorável, a banda liderada pelo vocalista Thiago Bianchi, que também compartilha de uma história de superação, conta com a participação do guitarrista Leo Mancini como convidado especial. A volta de Leo Mancini foi muito bem recebida pelo público, pois ele tem a difícil missão de substituir Mike Orlando. Junto com Leo, seu baterista Henrique Pucci e o baixista Saulo Xakol também fazem parte da banda que executa as músicas do show de Paul Di’anno.
O novo álbum “Cosmic Redemption” foi lançado por enquanto no formato físico e você pode conferir o trabalho nos shows desta turnê. Além da Noturnall, os shows tem acontecido ao lado da banda Electric Gypsy, revelação do Hard Rock brasileiro e que trouxe um novo ar para a cena do Brasil.
Mesmo com todas as dificuldades de uma turnê ao lado de um músico cadeirante (Paul Di’anno), a banda segue recebendo elogios da crítica especializada. Confira abaixo alguns dos relatos mais emocionantes.
Igor Miranda, do site igormiranda.com.br, sobre o show de São Paulo: “Dono de competência incontestável, Bianchi explora mais técnicas vocais diferentes nessas duas canções do que muitos cantores o fazem em uma discografia toda. A bateria reproduzida por Pucci, por sua vez, abusa da habilidade e impressiona”.
Marcelo Gomes, da revista Roadie Crew, sobre o show de São Paulo: “Com quase 1 hora de show, passeando pelos quatro discos da carreira, a banda não deixa dúvidas quanto a sua qualidade e profissionalismo”.
Ricardo Seelig, da Collectors Room, sobre o show de Florianópolis: “Thiago Bianchi é um frontman que tem a plateia na mão. Simpático e competente, ele controlava o público com perfeição. Destaque para “Wake Up” e a versão de o “O Tempo Não Para”, de Cazuza, que está no novo ábum”.
Correspondente André Matos, sobre o show de Salvador: O vocalista Thiago Bianchi esbanjou seu vocal poderoso e seus carisma, fazendo todos cantarem as músicas junto com ele, mostrando como é de fato um verdadeiro vocalista e frontman. Aliás, Bianchi tem se mostrado um dos maiores frontmans da história e se não for o melhor da atualidade. Durante o show, o vocalista interage com o público e pula na galera, da mosh, coisa que poucos fazem. O baixista Saulo Xakol e o baterista Henrique Pucci também não ficaram atrás, demonstrando uma performance incrível, dando uma verdadeira aula de profissionalismo e musicalidade. O Noturnall é uma das bandas de metal mais importantes da história, tendo destaque tanto no Brasil, quanto internacionalmente e, nesse show, mostraram como é ser uma banda totalmente profissional e que carrega o metal nacional nas veias”.
Rafael Oliveira, sobre o show de Recife: “De início a qualidade do som me impressionou, visto que já fui em outros shows no mesmo local e houveram complicações. A banda entrou chutando o pé na porta com Try Harder, uma música bem energética que também abre o álbum mais recente da banda (Cosmic Redemption). Talvez por ter um setlist um pouco encurtado, o show segue com músicas bem instigantes, e segurando o público num ritmo frenético. No Turn at All, Fight the System e Wake Up deram continuidade à primeira metade da apresentação. É interessante pontuar a presença de palco e o desempenho vocal do frontman Thiago Bianchi. Sempre muito simpático, conversou com o público diversas vezes e levantou a bandeira de Pernambuco”.
Winchester FBO, sobre o show de Curitiba: “Um show com presença de palco, caretas, gritos e muito rock. Isso os caras fazem com desenvoltura, facilidade e carisma. A banda veio com um set top, pra fazer a galera ver seu novo álbum, e claro cantar um dos seus sucessos que eu acho foda – Scream for Me…e a galera gritou, curtiu e foi que foi…”
Noturnall e Paul Di’Anno seguem em turnê pelo Brasil, confira as próximas datas:
12.02.23 – Ipatinga // Garajão 14.02.23 – Juiz de Fora // Cultural Bar 15.02.23 – Divinópolis // Zeppelin 16.02.23 – Uberlândia // Seu Rosa 18.02.23 – Cuiabá // Caverna’s Bar 19.02.23 – Campo Grande // Blues Bar 21.02.23 – Maringá // Tribo’s 23.02.23 – Porto Alegre // CIEE 25.02.23 – Limeira // Mirage 26.02.23 – Santos // Arena Club 28.02.23 – Boa Vista // 174 Pub 02.03.23 – Manaus // O Condado 03.03.23 – Belém // Botequim 04.03.23 – São Luis // The Music Hall 06.03.23 – Teresina // Bueiro do Rock 07.03.23 – Juazeiro do Norte // Porão Rock 08.03.23 – Natal // Whiskritório 10.03.23 – João Pessoa // After Pub 11.03.23 – Maceió // Tanque Cheio 12.03.23 – Aracaju // Chê Music Bar
Noturnall nas redes sociais: https://www.noturnall.com.br/ https://www.instagram.com/noturnall/ https://www.facebook.com/noturnallband/ https://www.youtube.com/Noturnall/
Foto do painel: Roberto Sant’Anna
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Que a Bahia tem um dos maiores carnavais do mundo todos sabem. Porém, um evento que também chama a atenção é o Palco do Rock, realizado em 4 dias em pleno Carnaval em Salvador. Em 2023, o evento será realizado de 18 a 21 de fevereiro, em Piatã, e uma das atrações será a banda sergipana de heavy metal Tchandala, formada por Dejair Benjamim (vocal), Siuari Damaceno (guitarra), Eddie Varg (guitarras), Igor Hudson (baixo) e Anthony Cavalcante (bateria).
“Tocar no Palco do Rock em Salvador é algo que toda banda de metal/rock almeja por ser um evento renomado e de longa data! Como nordestinos, estamos honrados em participar de um evento que nasceu em nossas terras e hoje abrange o Brasil”, comentou Anthony Cavalcante. “A edição de 2023 é muito significativa, pois será a primeira após esse tempo de pandemia, além de ser uma belíssima homenagem ao saudoso e incrível baterista Louis Bear (Drearyland, The Cross), que faleceu ano passado. Estamos montando um set que vai marcar, com toda certeza, o evento com a passagem da Tchandala. Vai ser incrível tanto para gente quanto para todos que irão assistir”, acrescentou.
O Tchandala está escalado para se apresentar no dia 18 de fevereiro, às 22h.
Confira o vídeo do single “Searching our Souls”, que conta com a participação do baterista Aquiles Priester (Edu Falaschi, W.A.S.P., ex-Angra e outros):
Discografia: Fantastic Darkness (2002) Mirror of a Decade (EP, 2007) Fear of Time (2012) Resilience (2017) Turning the Hourglass (EP, 2018) We Are (single, 2021) Celebration (coletânea, 2021) Searching Our Souls (single, 2022)
Ouça no Spotify:
Mídias sociais: www.instagram.com/tchandalaofficial www.facebook.com/Tchandala https://twitter.com/tchandala
Imprensa – ASE Music: http://www.asepress.com.br/music/ www.instagram.com/ase_press/ [email protected]
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Por assessoria
O artista e produtor musical Guilherme Cysne acaba de lançar um novo single com seu projeto autoral, o Bongrado. A música “Todas as Versões Más de Mim” traz uma letra forte que reflete sobre os traumas internos que desenvolvemos diante dos desafios da vida. O vídeo conta também com a participação do excelente Ivan Busic (Dr. Sin) na bateria, que contribuiu com suas linhas poderosas. Assista o videoclipe de “Todas As Versões de Mim”:
Ouça também no Spotify e demais plataformas de streaming: https://bongrado.com.br/ Guilherme Cysne explica o conceito da música: Acho que não teve alguém que passou ileso pela Pandemia né? Foi nesse período que comecei a fazer terapia para lidar com toda aquela pressão e no processo de autoconhecimento percebi que não sou um, mas sim vários. Sou a soma de todas minhas versões (algumas não tão boas). Ao perceber também que esta é uma condição humana, surgiu a inspiração para a composição. O tempo todo temos que ser fortes, às vezes falta espaço para falar de vulnerabilidade. Não é uma letra vitimista, pelo contrário, é sobre a coragem de assumir defeitos e entender que ter força e fazer boas escolhas dependem de saber contornar toda autossabotagem que construímos. Também não é uma letra motivacional, não tem nenhum discurso de superação, é apenas contemplativa. Se eu tivesse que resumir, diria que é uma música sobre maturidade. Maturidade de enfrentar o pessimismo. É como estar na areia, observando um mar revolto. Sobre a produção da música: Há um ano e meio, Guilherme faz aulas particulares com o guitarrista Edu Ardanuy (Sinistra, Ex-Dr,Sin. Como é produtor musical e artista “faz tudo”, acabou surgindo a necessidade de tocar guitarra com mais propriedade e, a partir das aulas com o Edu, foram surgindo algumas parcerias musicais diretas e indiretas. Por exemplo, Edu participou do último single (“Esconde-esconde”) tocando guitarra solo. Já na faixa nova, fez a ponte para a participação de Ivan Busic (o que mostra que a saída de Edu do Dr. Sin, em 2016, não azedou a relação de amizade). A música e o clipe foram gravados no excelente Estúdio Drive, em São Paulo, e contou com um processo de produção realmente de primeiro mundo. Uma curiosidade: o processo de Mixagem e Masterização foi supervisionado pelo grande baterista e produtor musical Adriano Daga (Malta), que também é um baita técnico de mix e master (inclusive, já foi técnico de PA do Dr. Sin, bem como já mixou um disco da banda). Sobre o Bongrado: O Bongrado é na prática um projeto solo. Na ativa desde 2015, tem sido um grande laboratório criativo. Até aqui, a banda lançou uma série de Eps e singles, com uma boa constância (praticamente um por ano). No site e nas plataformas de streaming você consegue conferir toda a discografia do projeto. No último ano, o estreitamento com o pessoal do Dr. Sin (banda que Guilherme confessa ser fã desde a adolescência) rendeu boas parcerias, apesar de não estarem exatamente no mesmo nicho. Alguns fãs comentam que “falta o Andria”, será que vem alguma participação no futuro? Atualmente radicado em São Paulo capital, o Bongrado projeta voos mais altos. Pretende lançar um disco completo ainda em 2023 e reunir uma trupe para shows. Bongrado nas redes sociais: Site Oficial: https://bongrado.com.br/ Instagram: https://www.instagram.com/_bongrado Facebook: https://www.instagram.com/_bongrado
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Já está no ar, pelo canal da Roadie Crew no YouTube, mais um episódio do programa “Ranking Crew”. Neste 14° episódio, os apresentadores Luiz Tosi, Ricardo Batalha e Daniel Dutra listam seus álbuns favoritos e comentam a discografia de Ozzy Osbourne.
Assista, comente, concorde ou discorde e escreva o seu ranking pessoal do Madman Ozzy Osbourne nos comentários do vídeo abaixo! Estamos aqui para nos divertir e reviver grandes álbuns da nossa cena.
*E não se esqueça de se inscrever em nosso canal, deixar seu like e clicar no Hells Bells () para receber todas as notificações dos próximos vídeos: https://www.youtube.com/roadiecrewmagtv
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Por Marcelo Gomes
Fotos: Bel Santos
Os suecos do Opeth, que seguem promovendo o álbum In Cauda Venemum (2019), desembarcaram no Brasil para um show único. Depois de remarcado algumas vezes, a apresentação finalmente aconteceu no último dia 8 de fevereiro em São Paulo. Inicialmente, a data foi marcada para o Carioca Club, que teve seus ingressos esgotados. Com uma grande procura, o show foi transferido para uma casa maior, o Terra SP, na zona sul de São Paulo. A casa tem um espaço físico legal, bem distribuído e com funcionários bem educados. O ponto negativo fica por conta das três pilastras no meio da pista, que atrapalham bem a visão do público. A localização também é outra preocupação por conta da distância, ainda mais no meio da semana. Mesmo assim, a casa recebeu um excelente público, que estava ansioso pelo retorno da banda.
O show começou pontualmente às 21h, quando Mikael Åkerfeldt (vocal e guitarra), Martin Méndez (baixo), Fredrik Åkesson (guitarra), Joakin Svalberg (teclado) e Waltteri Väyryen (bateria) abriram o set com Ghost of Perdition. Nem mesmo o som baixo diminuiu a euforia do público, que estava cantando de forma histérica. Os músicos seguiram com Demon of the Fall e a qualquer movimentação no palco, os fãs iam ao delírio. As músicas contam com vários climas, partes mais pesadas e rápidas, mas quando chegava em partes mais acústicas, com mais teclado, mal se ouvia a banda tamanha a intensidade do público.
Após o final da segunda música os fãs começaram a gritar o nome da banda. Então, Åkerfeldt fez uma pausa para se comunicar com a plateia. Ele agradeceu e disse que era muito bom estar de volta, pedindo desculpas pela demora. Então veio Eternal Rains Will Come, de Pale Communion (2014), que é uma viagem progressiva que mostra toda a versatilidade dos músicos ao vivo. Mikael então falou que a banda está completando 33 anos e que tocariam Under The Weeping Moon, faixa do primeiro disco, Orchid (1995). Para acalmar um pouco, tocaram as melancólicas Windowpane e Harvest, que o público acompanhou nas palmas e cantando.
A pancadaria voltou com Black Immortal Rose, de Morningrise (1996). A faixa mais longa da noite conseguiu prender a atenção do público, que ficou atônito ao longo de mais de 20 minutos com partes rápidas e pesadas, interlúdios calmos, longas partes instrumentais com mudanças de andamento, uma verdadeira epopeia da carreira da banda. Para cantar junto, executaram Burden e o Terra SP virou um grande karaokê, com direito a um belo solo de teclado bem ao estilo do saudoso Jon Lord (Deep Purple). A primeira roda da noite aconteceu em The Moor, que apesar de começar de forma acústica vira um death metal. A primeira parte do show foi chegando ao fim com a progressiva The Devil’s Ochard, seguida por Alting Tar Slut, do mais recente trabalho, In Cauda Venemum.
Sob os cantos de “Olê, Olê, Olê, Opeth, Opeth”, o baterista Waltteri Vayryen e baixista Martin Mendez voltaram ao palco para dar início ao bis com Sorceress e, aos poucos, a banda toda foi se juntando. Mikael foi ao microfone dizer que o próximo som era de uma banda de Birmingham e aí toca o riff inicial da música Black Sabbath, mas para por aí e diz que não é deles. Na verdade, era uma composição excelente do Napalm Death, You Suffer, disse o vocalista. Ainda brincou com o público e toca mais duas vezes para então fechar com Deliverance, com direito a mais uma roda no meio da pista.
O show do Opeth é uma imersão em músicas densas que transcendem a um simples show, despertando a imaginação e sentimentos das pessoas. A banda vem ampliando o seu público a cada turnê no Brasil e vem consolidando sua base de fãs fervorosos em São Paulo. Em um Terra SP lotado, os suecos fizeram um set que abrangeu toda a sua história e os fãs que estavam ávidos pelo retorno da banda puderam presenciar um show impecável, interagindo de forma intensa durante as quase 2 horas e meia de apresentação. Assim, transformaram o show numa experiência memorável!
Opeth Setlist:
01) Ghost of Perdition
02) Demon of the Fall
03) Eternal Rains Will Come
04) Under the Weeping Moon
05) Windowpane
06) Harvest
07) Black Rose Immortal
08) Burden
09) The Moor
10) The Devil’s Orchard
11) Alting Tar Slut
12) Sorceress
13) You Suffer (Napalm Death)
14) Deliverance
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