O Velhas Virgens, principal banda independente do rock brasileiro, mantém desde 2001 o projeto Carnavelhas. Para não deixar o carnaval passarem branco, o grupo liderado por Paulão de Carvalho cria anualmente um repertório de marchinhas carnavalescas embaladas por guitarras pesadas e vocal rockeiro. Este ano, no entanto, para marcar a volta às atividades do projeto após o período de pandemia, o Velhas Virgens resolveu inovar e misturou o rock com o coco de embolada, ritmo nordestino em que os versos são criados de improviso e cantados ao ritmo de pandeiros. Daí surgiu a música Não Vai Prestar, que contou com a participação da dupla Caju e Castanha, principais nomes do gênero. A música teve produção de Paulo Anhaia e ganhou videoclipe.
Ao mesmo tempo, a banda está lançando mais uma cerveja dentro da linha Velhas Virgens Rockin’ Beer: trata-se de uma single IPA, que leva um único malte (pale Ale) e um único lúpulo (sabro). A cerveja faz parte da linha Finito e o lançamento ocorre simultaneamente ao single Não Vai Prestar.
O Velhas Virgens também vai fazer algumas apresentações do projeto Carnavelhas nos próximos dias:
11/02 – Carnavelhas – Bloco das Velhas Virgens – esquenta na Praça da República a partir das 11h
17/02 – Carnavelhas Stones Music Bar – Av. Prof. Luiz Ignácio Anhaia Mello, 2935 – São Paulo/SP
18/02 – Carnavelhas Bar Primo Luiz – R. Alferes José Caetano, 1170 – Centro, Piracicaba/SP
Para assistir ao vídeo de Não Vai Prestar:
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Gostaríamos de agradecer aos leitores e fãs de rock pela expressiva votação nessa que é a mais importante escolha de nossa cena. Foram quase 15 mil votos válidos na enquete dos melhores de 2022 segundo os leitores e da revista Roadie Crew! Trata-se da maior votação desde que começamos a fazer de forma online.
O canal do YouTube da Roadie Crew traz comentários sobre a votação dos leitores. Confira:
No campo internacional, Megadeth se destacou na categoria “Melhor Álbum Internacional”, além de músicos em suas categorias individuais, como o guitarrista Kiko Loureiro. Entre os nacionais, destaques para o Caravellus, Sinistra, RF Force, Black Pantera e Krisiun.
Vale ressaltar que participam da votação apenas músicos/bandas que lançaram trabalhos em 2022.
MELHOR ÁLBUM INTERNACIONAL
1° MEGADETH – The Sick, the Dying… And the Dead! 6,92%
2° OZZY OSBOURNE – Patient Number 9 4,86%
3° GHOST – Impera 4,84%
4° AVANTASIA – A Paranormal Evening with the Moonflower Society 3,71%
5° LAMB OF GOD – Omens 3,34%
6° ZZ TOP – Raw (“That Little Ol’ Band from Texas” Original Soundtrack) 2,86%
7° ALTER BRIDGE – Pawns & Kings 2,73%
8° RED HOT CHILI PEPPERS – Unlimited Love 2,67%
9° BLIND GUARDIAN – The God Machine 2,65%
10° SKID ROW – The Gang’s All Here 2,65%
11° SCORPIONS – Rock Believer 2,47%
12° KREATOR – The Über Alles 2,25%
13° STRATOVARIUS – Survive 2,24%
14° RAMMSTEIN – Zeit 321 2,14%
15° ARCH ENEMY – Deceivers 2,00%
16° SAXON – Carpe Diem 1,74%
17° EVERGREY – A Heartless Portrait (The Orphean Testament) 1,48%
18° JOURNEY – Freedom 1,46%
19° H.E.A.T – Force Majeure 1,33%
20° AMON AMARTH – The Great Heathen Army 1,32%
MELHOR ÁLBUM NACIONAL
1° CARAVELLUS – Inter Mundos 12,82%
2° RF FORCE – RF Force 7,53%
3° SINISTRA – Sinistra 6,36%
4° BLACK PANTERA – Ascensão 4,16%
5° KRISIUN – Mortem Solis 4,09%
6° SHAMAN – Rescue 4,02%
7° CLAUSTROFOBIA – Unleeched 3,27%
8° MARENNA – Voyager 2,94%
9° EDU ARDANUY – Wild 2,68%
10° HIBRIA – Me7amorphosis 2,47%
11° RATOS DE PORÃO – Necropolítica 1,69%
12° THE TROOPS OF DOOM – Antichrist Reborn 1,68%
13° ALEX MEISTER – Rock and A Hard Place 1,27%
14° AZUL LIMÃO – Na Pressão 1,26%
15° ABOUT2CRASH – I Am God 1,24%
16° VULCANO – Stone Orange 1,02%
17° WIZARDS – Seven 0,96%
18° GOLPE DE ESTADO – Caosmópolis 0,95%
19° SIOUX 66 – Vault (EP) 0,93%
20° THE MIST – The Circle of the Crow (EP) 0,89%
MELHOR VOCALISTA INTERNACIONAL
1° ALISSA WHITE-GLUZ – Arch Enemy 6,27%
2° ARNEL PINEDA – Journey 4,80%
3° OZZY OSBOURNE – Solo 4,73%
4° FLOOR JANSEN – Nightwish / Solo 2,83%
5° ERIK GRÖNWALL – Skid Row / New Horizon 2,82%
6° BIFF BYFORD – Saxon 2,81%
7° ANN WILSON – Solo / Heart 2,53%
8° HANSI KÜRSCH – Blind Guardian 2,35%
9° MYLES KENNEDY – Alter Bridge / Slash Ft. Myles Kennedy & The Conspirators 1,96%
10° DAVE MUSTAINE – Megadeth 1,90%
11° FABIO LIONE – Spirits of Fire 1,90%
12° GLENN HUGHES – The Dead Daisies 1,86%
13° ANDREA FERRO – Lacuna Coil 1,70%
14° JEFF SCOTT SOTO – Solo / Ellefson/Soto 1,63%
15° TOBIAS SAMMET – Avantasia 1,51%
16° DAVE GROHL – Dream Widow / Foo Fighters 1,49%
17° KLAUS MEINE – Scorpions 1,36%
18° SIMONE SIMONS – Epica 1,36%
19° BILLY GIBBONS – ZZ Top 1,34%
20° BJÖRN “SPEED“ STRID – Soilwork 1,34%
MELHOR VOCALISTA NACIONAL
1° ALIRIO NETTO – Shaman 9,73%
2° NANDO FERNANDES – Sinistra 7,38%
3° ALEX CAMARGO – Krisiun 5,48%
4° MARCELO SARACINO – RF Force 4,96%
5° LEANDRO CAÇOILO – Caravellus, Daniel Fonseca 4,53%
6° CHRISTIAN PASSOS – Wizards 3,80%
7° ROD MARENNA – Marenna 3,76%
8° ALEX KAFER – The Troops of Doom 3,73%
9° DAÍSA MUNHOZ – Twilight Aura 3,45%
10° JOÃO GORDO – Ratos de Porão, Brutal Brega 3,41%
11° MARCUS D’ANGELO – Claustrofobia 3,40%
12° MAYARA ‘UNDEAD’ PUERTAS – Torture Squad 2,62%
13° VICTOR EMEKA – HIBRIA 2,40%
14° IGOR GODOI – Sioux 66 1,49%
15° TITO FALASCHI – Solo 1,32%
16° JOÃO LUIZ – Golpe de Estado 1,22%
17° LUIZ CARLOS LOUZADA – Vulcano 0,94%
18° ROGÉRIO FERNANDES – Carro Bomba 0,83%
19° VLADIMIR KORG – The Mist 0,82%
20° THAÍS AMARAL – Endigna 0,73%
MELHOR GUITARRISTA INTERNACIONAL
1° KIKO LOUREIRO – Megadeth 11,60%
2° ZAKK WYLDE – Ozzy Osbourne 5,06%
3° ANDRÉ OLBRICH – Blind Guardian 3,44%
4° STEVE VAI – Solo 3,41%
5° ADAM DUTKIEWICZ – Killswitch Engage 3,40%
6° ALEX LIFESON – Envy of None 3,39%
7° DAVE “SNAKE” SABO – Skid Row 3,11%
8° ANDY JAMES – Five Finger Death Punch 2,90%
9° ANDREW WATT – Ozzy Osbourne 2,87%
10° DAVE MUSTAINE – Megadeth 2,61%
11° ANDY TIMMONS – Solo 2,43%
12° SLASH – Slash Ft. Myles Kennedy & The Conspirators 1,81%
13° JOE SATRIANI – Solo 1,80%
14° JEFF BECK – Solo 1,70%
15° JEFF LOOMIS – Arch Enemy 1,64%
16° DAVE GROHL – Dream Widow / Foo Fighters 1,57%
17° BILLY GIBBONS – ZZ Top 1,56%
18° MAX CAVALERA – Soulfly 1,31%
19° DOUG ALDRICH – The Dead Daisies 1,10%
20° AXEL RUDI PELL – Solo 0,97%
MELHOR GUITARRISTA NACIONAL
1° EDU ARDANUY – Sinistra, Solo 12,30%
2° RODRIGO FLAUSINO – RF Force 6,72%
3° HUGO MARIUTTI – Shaman 4,72%
4° GLAUBER OLIVEIRA – Caravellus 3,59%
5° CHARLES GAMA – Black Pantera 3,53%
6° ANDRE BASTOS – Twilight Aura 3,13%
7° ABEL CAMARGO – HIBRIA 3,04%
8° MARCUS D’ANGELO – Claustrofobia 2,91%
9° ALBENEZ CARVALHO – Silent Cry 2,89%
10° MOYSES KOLESNE – Krisiun 2,58%
11° MARCELLO SCHEVANO – Golpe de Estrado, Carro Bomba 2,50%
12° YOHAN KISSER – Sioux 66 2,22%
13° ALEX MEISTER – Solo 2,10%
14° ANDERSON CARLOS – About2Crash 1,82%
15° JAIRO GUEDZ – The Troops of Doom 1,78%
16° JÃO – Ratos de Porão 1,77%
17° DANIEL FONSECA – Solo 1,29%
18° RENE SIMIONATO – Torture Squad 1,28%
19° MARCELO VASCO – The Troops of Doom, Patria 1,12%
20° ROD RODRIGUES – Solo 1,08%
MELHOR BAIXISTA INTERNACIONAL
1° FLEA – Red Hot Chili Peppers 6,75%
2° STEVE DI GIORGIO – Megadeth, Spirits of Fire 4,56%
3° BRIAN MARSHALL – Alter Bridge 3,64%
4° DAVID ELLEFSON – Ellefson/Soto 3,58%
5° LAURI PORRA – Stratovarius 3,51%
6° CHRIS KAEL – Five Finger Death Punch 3,50%
7° JOHN CAMPBELL – Lamb of God 3,43%
8° GLENN HUGHES – The Dead Daisies 3,43%
9° DICK LÖVGREN – Meshuggah 2,24%
10° EDDIE JACKSON – Queensrÿche 2,22%
11° FRANK BELLO – Anthrax 2,12%
12° RACHEL BOLAN – Skid Row 2,04%
13° DUSTY HILL – ZZ Top 2,02%
14° SHARLEE D’ANGELO – Arch Enemy 1,97%
15° PAWEL MACIWODA – Scorpions 1,53%
16° PHILIP BYNOE – Steve Vai 1,50%
17° ARCHZIE – The 69 Eyes 0,80%
18° CHRISTIAN OLDE WOLBERS – Vio-Lence 0,78%
19° CHIP Z’ NUFF – Enuff Z’ Nuff / Solo 0,73%
20° DAVID GOODIER – Jethro Tull 0,65%
MELHOR BAIXISTA NACIONAL
1° LUIS MARIUTTI – Shaman, Sinistra 12,52%
2° FELIPE ANDREOLI – Daniel Fonseca 6,94%
3° EMERSON DÁCIO – Caravellus 6,39%
4° ALEX KAFER – The Troops of Doom 5,98%
5° CHAENE DA GAMA – Black Pantera 5,66%
6° RICARDO FLAUSINO – RF Force 5,65%
7° CASTOR – Torture Squad 4,34%
8° ANDRIA BUSIC – Psicosferas 3,89%
9° JUNINHO – Ratos de Porão 3,81%
10° RAFAEL YAMADA – Claustrofobia 3,43%
11° CARLOS DIAZ – Vulcano / Tosco 3,12%
12° ALINE DUTCHI – The Damnnation 2,47%
13° THIAGO BAUMGARTEN – HIBRIA 2,23%
14° BARON GRAVES – Riffcoven 2,15%
15° NELSON BRITO – Golpe de Estado 1,56%
16° GERALDO VIEIRA – Casa das Máquinas 1,48%
17° LUIZ DOMINGUES – Kurandeiros 1,20%
18° WESLEY RIBEIRO – The Mist 1,04%
19° DONY ESCOBAR – Matanza INC 1,02%
20° GUSTAVO NASCIMENTO – Forkill 0,97%
MELHOR BATERISTA INTERNACIONAL
1° CHAD SMITH – Red Hot Chili Peppers 6,61%
2° CHARLIE BENANTE – Anthrax 4,79%
3° DIRK VERBEUREN – Megadeth 4,56%
4° ART CRUZ – Lamb of God 4,19%
5° DAVE LOMBARDO – Annihilator 3,59%
6° ARIËN VAN WEESENBEEK – Epica 3,56%
7° BRIAN TICHY – The Dead Daisies 3,29%
8° BOBBY RONDINELLI – Axel Rudi Pell 3,21%
9° CASEY GRILLO – Queensrÿche 3,13%
10° MIKKEY DEE – Scorpions 3,11%
11° VENTOR – Kreator 3,10%
12° BASTIAN THUSGAARD – Soilwork 2,94%
13° AREJAY HALE – Halestorm 2,75%
14° ZYON CAVALERA – Soulfly 2,70%
15° FELIX BOHNKE – Avantasia 2,67%
16° DANIEL ERLANDSSON – Arch Enemy 2,14%
17° CHRISTOPH SCHNEIDER – Rammstein 2,03%
18° RICK ALLEN – Def Leppard 1,70%
19° TERRY BOZZIO – Steve Vai 1,59%
20° TOMAS HAAKE – Meshuggah 1,51%
MELHOR BATERISTA NACIONAL
1° MAX KOLESNE – Krisiun 7,07%
2° RAFAEL FERREIRA – Caravellus 6,68%
3° AMILCAR CHRISTÓFARO – Torture Squad 5,93%
4° RODRIGO AUGUSTO – Black Pantera 4,73%
5° RICARDO CONFESSORI – Shaman 4,71%
6° CAIO D’ANGELO – Claustrofobia 4,14%
7° RAFAEL ROSA – Sinistra 4,12%
8° ALEXANDRE OLIVEIRA – The Troops of Doom 3,88%
9° IVAN BUSIC – Psicosferas 2,36%
10° ROBY PONTES – Golpe de Estado 2,31%
11° MAURÍCIO BOKA – Ratos de Porão / Apnea 2,14%
12° BRUNO CONRADO – Vulcano 2,00%
13° LUCAS EMIDIO – RF Force 1,97%
14° BIEL ASTOLFI – Carro Bomba 1,80%
15° OTÁVIO QUIROGA – HIBRIA 1,64%
16° ALEXIS BOMFIM – Barril de Pólvora 1,41%
17° GABRIEL HADDAD – Sioux 66 1,39%
18° MARCUS DOTTA – About2Crash 1,34%
19° RICCARDO LINASSI – The Mist 1,33%
20° EDU LANE – Nervochaos 1,32%
MELHOR TECLADISTA INTERNACIONAL
1° JENS JOHANSSON – Stratovarius 10,18%
2° ALESSANDRO DEL VECCHIO – Edge of Forever / Ronnie Romero / Jeff Scott Soto 8,30%
Está no ar, no canal da Roadie Crew no YouTube, o resultado dos “Melhores de 2022 – segundo os leitores da ROADIE CREW”. No programa, os apresentadores Luiz Tosi, Ricardo Batalha e Daniel Dutra comentam os escolhidos do público.
Como acontece todo final de ano, a enquete aberta para votação dos leitores da ROADIE CREW consiste dos melhores álbuns internacionais, melhores álbuns nacionais, melhores vocalistas, guitarristas, baixistas, bateristas e tecladistas (no caso dos músicos, também nacionais e internacionais). Considerando que cada pessoa podia votar apenas uma vez, participaram no total 14.855 votantes.
Assista:
*E não se esqueça de se inscrever em nosso canal, deixar seu like e clicar no Hells Bells () para receber todas as notificações dos próximos vídeos: https://www.youtube.com/roadiecrewmagtv
E em homenagem às cinco bandas nacionais e às cinco internacionais vencedoras, preparamos uma playlist especial. Acesse, curta e nos siga no Spotify:
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O ano de 2022 foi de muito sucesso para a banda de Symphonic Metal REVENGIN. Além de grandes apresentações em São Paulo na Jai Club e na Hocus Pocus em São José dos Campos, a Revengin foi convidada para se apresentar no dia do Metal no Rock in Rio, tocando no mesmo dia que Iron Maiden, Dream Theater, Gojira, Sepultura entre outros.
E a banda acaba de disponibilizar o vídeo de “When Fate Calls”, desta apresentação no Rock in Rio e que rendeu muitos elogios por parte do público e mídia. Nas palavras do baixista Emerson Mordien: “Estamos muito felizes de poder compartilhar com todos um pouco do que foi a nossa apresentação no Rock in Rio. Esse que é um dos maiores festivais do mundo e que ficamos muito honrados do convite para participar de um evento de tamanha importância na música mundialmente.”
E para o ano de 2023, a Revengin já anunciou o seu primeiro show, que será dia 11 de março no Rock Experience, no Rio de Janeiro, junto com as bandas BrightStorm, Lyria e Lumnia. Os ingressos já estão a venda e vocês podem garantir no link a seguir:
https://www.sympla.com.br/evento/symphony-fest-into-the-dark/1824578
Confira abaixo o vídeo de “When Fate Calls”, diretamente da apresentação da banda no Rock in Rio:
https://www.youtube.com/watch?v=jO7RxrPBJgc
Nesta quarta-feira (08), a partir das 20h, o canal do Youtube do documentário de Andre Matos – Maestro do Rock irá realizar uma Live com Timo Tolkki, produtor, guitarrista e fundador do Stratovarius, além de parceiro de Andre Matos no Symfonia. Durante o evento, a equipe irá sortear um item do Documentário e um par de ingressos para o show de Tolkki e Alessandro Conti no Manifesto Bar, que acontece no dia 16 de março. Além disso, será tocada em primeira mão uma música de um novo trabalho que Tolkki irá lançar no próximo dia 13 de fevereiro.
Os membros do canal terão prioridade para ter as perguntas respondidas. Além disso, o diretor Anderson Bellini vai sortear uma pessoa entre os membros para participar da Live e fazer uma pergunta ao vivo para o convidado.
Como dito acima, Timo Tolkki está preparando um novo trabalho. Trata-se do álbum acústico Renaissance Acoustica, que traz uma coletânea de músicas que ele compôs para o Stratovarius com novas versões e algumas faixas bônus dos álbuns Hymn to Life e Classical Variations and Other Themes. O projeto agendado para o dia 13 de fevereiro traz mais uma novidade, será vendido exclusivamente no site de Timo e no sistema “Pay What You Want”, ou seja, cada um paga o valor que quiser.
Andre Matos e Timo se conheceram nos anos 90 e em 2011 formaram o Symfonia, no qual gravaram o disco In Paradisum. O chamado “supergrupo” se separou logo após a primeira e única turnê. “Esperamos vocês na Live. Aproveitem para se inscrever no canal, deixar o like e ativar o sininho para receberem as notificações. E quem quiser ver conteúdos inéditos e exclusivos, também pode se tornar membro do canal e fazer parte da família de apoiadores do Doc”, Bellini.
Serviço:
Andre Matos – Maestro do Rock
Live ESPECIAL Symfonia com Timo Tolkki
Link: https://www.youtube.com/watch?v=HM7duHXcfgk
Quando: Quarta-feira – 08/02/2023
Horário: 20h
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Na última semana, foi divulgado aqui no sitee em nosso canal noYouTube, o resultado dos “Melhores de 2022 – segundo a equipe da ROADIE CREW”. Nesta quinta-feira (09), será a vez de finalmente divulgarmos em nosso canal no YouTube o resultado dos “Melhores de 2022 – segundo os leitores da ROADIE CREW”. No programa, os apresentadores Luiz Tosi, Ricardo Batalha e Daniel Dutra comentam os escolhidos do público.
Como acontece todo final de ano, a enquete aberta para votação dos leitores da ROADIE CREW consiste dos melhores álbuns internacionais, melhores álbuns nacionais, melhores vocalistas, guitarristas, baixistas, bateristas e tecladistas (no caso dos músicos, também nacionais e internacionais). Considerando que cada pessoa podia votar apenas uma vez, participaram no total 14.855 votantes.
O programa “Melhores de 2022 – segundo os leitores da Roadie Crew” vai ao ar nesta quinta-feira (09), às 11h, no canal da ROADIE CREW no YouTube.
Se você não assistiu ainda o programa com o resultado dos melhores de 2022 segundo a equipe da Roadie Crew, confira abaixo.
*E não se esqueça de se inscrever em nosso canal, deixar seu like e clicar no Hells Bells () para receber todas as notificações dos próximos vídeos:https://www.youtube.com/roadiecrewmagtv
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Quando nasceu em 1993, a catarinense Posthumous muito rapidamente assumiu um papel importante na reafirmação do cenário extremo nacional, que havia fornecido tantos clássicos ao mundo na década anterior. Longe dos grandes ‘centros musicais’ do Brasil, a banda apostou tudo o que tinha em uma sonoridade que mesclava brutalidade com ótimas melodias, fórmula tão bem sucedida que gerou um clássico logo de cara, com o debut My Eyes, They Bleed (1999). As mudanças na formação acabaram frustrando os músicos, que passaram anos em silêncio, mas que retornaram com seu mais novo álbum em 2021: Unholy Ceremony. Nesta entrevista, o guitarrista R. Mutilator nos dá todos os detalhes da história de uma das grandes lendas do metal extremo de Santa Catarina.
Unholy Ceremony – Hammer Of Damnation – NAC
Pelo que sabemos, a Posthumous nasceu no ano de 1993, em Criciúma (SC). Você ainda lembra como decidiram se unir e quais eram os principais objetivos de vocês como banda naquela época? Quem foram os grandes motivadores daquele início de jornada?
Ricardo “R. Mutilator” Olivo: Exatamente, começamos em 1993. Claro que lembro, a ideia de montar a banda se deu com os 3 brothers: Alexandre (voz), Marcelo (guitarra) e Jeison (baixo), que moravam na mesma rua e tinha em comum o gosto pelo Metal Extremo. Para completar a formação, Marlon foi chamado para a bateria e eu para a outra guitarra. O objetivo desde o início sempre foi fazer um som próprio, tentando mesclar todas as nossas influências para moldar uma identidade própria. Posso dizer que além do nosso próprio entusiasmo, fomos muito motivados pelos brothers da cena local, que nos acompanhavam nos shows, compareciam nos ensaios… e isso nos dava um gás extra pra continuarmos criando e seguindo firme como banda.
Ao olharmos para trás, encontramos vários ótimos nomes no cenário do metal catarinense nos anos 90. Mas, existia um cenário real ao qual a Posthumous fazia parte? Existia um circuito de shows, como era a cena catarinense na época dos primeiros anos da banda?
R. Mutilator: Acredito que ali pelos 90 os cenários eram mais regionais e não posso dizer que existia um circuito de shows, porém tínhamos cenas fortes aqui no Sul, na Região Serrana, na Região de Florianópolis, no Norte, de onde saíram grandes bandas com quem pudemos dividir o palco diversas vezes, como Penitence, Fetto, Khrophus, Tempestas, Great Vast Forest, Imperium Tenebrae, Flesh Grinder e tantas outras.
A primeira demo de vocês saiu já no ano seguinte ao surgimento da banda, e a segunda, Lust Upon The Altars Of Blasphemy, apenas em 1997. Conte-nos um pouco sobre como chegaram naquela segunda demo.
R. Mutilator: Sim, a primeira Demo se deu de uma forma muito rápida, ensaiamos durante todo o ano de 1993 e no início de 1994 já estávamos com ela lançada. Era uma época de muita empolgação e tempo de sobra para se dedicar somente à banda. Já o caminho trilhado para a segunda Demo foi um pouco tortuoso pois tivemos mudança na formação, mas os 3 membros novos que chegaram foram perfeitos e se encaixaram tão bem na banda que acredito ter sido a época mais produtiva e de maior criatividade do Posthumous até então, tanto que lançamos a segunda Demo com 4 músicas, mas fizemos uma sessão de gravação de 10 músicas. Essa Demo teve uma grande divulgação e nos abriu muitas portas, inclusive no exterior onde através dela fomos convidados a participar da coletânea Sometimes Death Is Better da gravadora belga Shiver Records.
Dois anos mais tarde, vocês lançaram o seu debut, o hoje clássico My Eyes, They Bleed. Como foi a experiência de gravar e lançar o seu primeiro álbum oficial?
R. Mutilator: Após o lançamento da segunda Demo, nós já começamos a compor e a nos programar para partir para um debut álbum. Era um desejo que tínhamos mas era também uma época de muitas dificuldades. Tivemos um grande apoio da Evil Horde Records que apostou na gente e fez um excelente trabalho em relação à divulgação e a qualidade do material em si, porém a gravação ficou por nossa conta, e levando em consideração toda a restrição com grana, tempo para gravação e de estarmos numa cidade pequena do interior de SC sem muitas opções de estúdios de gravação, acredito que ficou muito satisfatório para a época. Vale ressaltar aqui também a grande contribuição de Eduardo Martinez (Panic/Hangar) que veio de Porto Alegre/RS para mixar o álbum e nos ajudou bastante com sua experiência.
My Eyes, They Bleed saiu originalmente via Evil Horde, certo? Como dissemos, o passar dos anos transformou esse álbum em um clássico do black metal nacional, mas como foi a recepção na época? E quais são as qualidades que acham ter elevado o álbum ao status atual?
R. Mutilator: Sim, saiu em 1999 pela Evil Horde Records e a recepção foi ótima. Nos surpreendeu realmente a receptividade ao nosso som, até porque o tipo de música que criamos se distanciava um pouco do que vinha sendo criado aqui na época. Talvez esse seja o principal motivo pelo qual o My Eyes, They Bleed seja tão cultuado hoje, mostramos nossa agressividade sem deixar as melodias de lado, tentamos não seguir padrões, simplesmente compomos de acordo com a nossa vontade e isso parece ter agradado a muitos, o que nos deixa muito felizes.
Alguns anos depois de lançar o debut, a Posthumous encerrou atividades. O que aconteceu na época? Vocês se mantiveram conectados ao mundo da música no longo intervalo longe da Posthumous?
R. Mutilator: Foram alguns motivos conectados, a começar pela saída do nosso baterista logo após o lançamento do álbum. Foram 5 anos tentando sem sucesso fixar um baterista, isso me chateou bastante porque ficava aquela coisa: entrava um baterista, ensaiávamos, ensaiávamos, ensaiávamos e quando não dava certo, lá íamos nós começar tudo de novo tentando outro. Essa situação acabou nos levando a ter que negar muitos shows e com um bom álbum lançado, isso realmente foi desanimador. Porém continuamos compondo normalmente porque minha ideia era: se não tínhamos como fazer muitos shows pelo menos poderíamos gravar o 2º álbum. Só que a coisa não fluiu adequadamente e sem a perspectiva de num período breve poder tocar ao vivo ou de gravar o novo álbum, somado aos compromissos profissionais de cada um que tiravam cada vez mais nosso tempo disponível para a banda, resolvemos parar em 2005. Nos mantivemos conectados ao Metal apenas como ouvintes, ninguém se aventurou em algum projeto ou outra banda, nos dedicamos ao trabalho e à família.
Em 2017 a banda retornou, e o primeiro fruto veio com a participação no tributo ao Bathory. Como rolou essa participação, e o que acharam desse novo primeiro passo?
R. Mutilator: Esse foi realmente nosso primeiro passo para a volta, mas na verdade a gravação de Reaper foi anterior a 2017. Fomos convidados para um tributo ao Bathory que seria lançado na Europa por uma gravadora alemã e como a gente já vinha há anos amadurecendo uma ideia de voltar à ativa, resolvemos aceitar o convite. Reaper foi então gravada pela formação do My Eyes, They Bleed, mas ainda sem baterista, sendo esta programada. Porém, por sei lá qual motivo, a tal gravadora acabou não dando sequência ao projeto e neste momento já tínhamos gravado a música. Foi então que, em contato com o Headhunter DC, descobrimos que eles também já tinham gravado uma música para o mesmo tributo e daí começou a surgir a ideia de fazermos um 7” EP que foi lançado em 2019 pela Misanthropic Records com o título A Brazilian Tribute To BATHORY: Anthems Of Blood, Fire & Death. Foi muito prazeroso poder estarmos juntos de novo em estúdio após tantos anos, e uma honra estar ao lado do grande Headhunter DC numa mídia muito legal que hoje praticamente é item de colecionador, que é o 7” EP.
The Frightening Cold Tomb: Compendium Mortis – Hammer Of Damnation – NAC
Em seguida, a jornada da banda foi reapresentada ao público na forma da luxuosa coletânea The Frightening Cold Tomb – Compendium Mortis, de 2020. De onde veio a ideia, e o quanto vocês se envolveram pessoalmente nesse projeto?
R. Mutilator: Nossa ideia era antes de gravar o novo álbum, relançar o My Eyes, They Bleed, já que ele se tornou um item raro e muitos nos procuravam perguntando se ainda tínhamos alguma cópia. Mas nós não queríamos fazer um simples relançamento, daí surgiu a ideia de fazer um CD Duplo contendo toda a nossa história. A Hammer of Damnation topou o projeto e em 2020 foi lançada a compilação The Frightening Cold Tomb – Compendium Mortis. No Cd 1 você irá encontrar o debut álbum My Eyes, They Bleed, remixado e remasterizado por Trek de Magalhães e Jander Antunes (Estúdio Life Rec – SP), exceto o cover de Christ’s Death, do Sarcófago, que está com o áudio original da época. No CD 2 você encontra nossas duas Demo Tapes, músicas inéditas gravadas em 1996 e todos os covers que gravamos para tributos, sendo que a segunda Demo Tape e as músicas inéditas foram remixadas e remasterizadas por Sebastian Carsin (Estúdio Hurricane – RS). Todo o projeto foi desenvolvido por nós mesmo e a capa ficou a cargo do grande artista Marcelo Vasco.
Em 2021, vocês nos apresentam o seu segundo full-length, Unholy Ceremony. Primeiro, fale-nos sobre o processo de composição, quando começaram a juntar ideias para o álbum, e como trabalharam nessas ideias?
R. Mutilator: As músicas do Unholy Ceremony estavam todas prontas quando paramos em 2005, são todas composições feitas entre 1999 e 2005, tendo músicas inclusive que poderiam até mesmo ter entrado no My Eyes, They Bleed. Portanto, o trabalho da nova formação foi arranjar alguma coisa aqui, outra ali e deixá-las “redondinhas” para gravar.
Pode-se dizer que Unholy Ceremony chega com um atraso de duas décadas, mas compensa o tempo esperado com uma banda definitivamente evoluída e ainda mais precisa em seu ataque black metal. Existia a preocupação de que o álbum fosse comparado ao antigo material? Como trabalharam com a expectativa dos velhos fãs na hora de trabalhar em novas músicas?
R. Mutilator: De forma alguma. Esse tipo de comparação pode até ser feita pelos fãs, pessoal da imprensa/zines, mas não por nós. Esse tipo de coisa limita a criação e a gente não compõe dessa forma. Nossa ideia sempre foi fazer uma música que acima de tudo nos agrade, não vamos fazer música para “parecer isso” ou para “não parecer aquilo”. Pra mim quem compõe dessa forma está fadado ao fracasso. Acredito que os velhos fãs sabem o que esperar de nós, que é uma música agressiva, pesada, por vezes veloz, outras mais cadenciadas, blasfemas, melódicas… Se não for assim, não será Posthumous.
Gostaria de destacar algumas músicas, que gostaria que comentassem. Para começar, gostei muito da maneira como ligam a intro acústica …Still Bleeding… com a intempestiva Unholy Necrometal Artillery. Um belo contraste para iniciar a jornada, certo?
R. Mutilator: Sim, essa foi uma idéia que já tínhamos usado na nossa segunda Demo Tape, uma intro acústica antecipando a tempestade que vem a seguir. Acho que funciona muito bem desde que as composições encaixem e na minha opinião acho que ficaram bem encaixadas em Unholy Ceremony.
Também com uma levada épica, The Crown Belongs To The Bravest Knight. Fale-nos um pouco mais sobre essa canção.
R. Mutilator: Esta é a música que tem a levada mais cadenciada do álbum. Não foi composta assim propositalmente, a inspiração simplesmente vem. Porém, acredito que o clima da música casou perfeitamente com a letra que fala do guerreiro que busca o seu trono, lutando pelo poder dos homens contra as palavras de deus.
Outra das minhas favoritas é Hawkeyes Towards Victory, que além de rápida e agressiva, também traz ótimas melodias nas linhas guitarra. Aliás, vocês parecem ter trabalhado as linhas de base e solo com bastante esmero em todo o álbum. O que podem nos contar sobre isso?
R. Mutilator: Realmente ela tem velocidade, agressividade e melodias. Essa é uma característica nossa ao compor, mesclamos velocidade, agressividade e toda a perversidade das letras com melodias que remetem ao bom e velho Heavy Metal. Acredito que esse trabalho de base/solo surge naturalmente durante a composição, mas com certeza ele é refinado muitas e muitas vezes e a palavra que você usou na pergunta é perfeita: esmero, que nada mais é do que dar a atenção e toda a dedicação que a música merece.
Também gostaria que falasse um pouco a respeito dos trabalhos nos vocais, que apresentam dinâmicas variadas neste Unholy Ceremony, indo dos tradicionalíssimos vocais ríspidos até narrativas.
R. Mutilator: Penso que são variações que compõem uma boa música. O vocal é como um instrumento, pode ser mais rápido, mais lento, mais agressivo, mais sussurrado. Acredito que o R.Satan, junto aos excelentes backing vocals do Nargoth e do O.Marauder conseguiram dar uma boa dinâmica às músicas, deixando o álbum com um ótimo trabalho de vozes.
Para encerrarmos esta parte, fale-nos sobre a oitentista Glory To The Forthcoming Crystal Age (The Next Millennium Is Ours).
R. Mutilator: Acho que é uma música bem direta. Apesar das melodias ela não tem firula, vai direto ao ponto. A letra é uma exaltação a própria vontade, o seguir nosso próprio caminho, nossos objetivos e toda a aversão pelas ditas “palavras sagradas”. We are not weak sons of the fool holy light!
Por fim, mesmo nessa época estranha que vivemos, quais são os planos da Posthumous? Muito obrigado pela entrevista, e parabéns pelo ótimo álbum!
R. Mutilator: Gravar um álbum é muito bom, mas estar em um palco apresentando nossa música é muito melhor. Melhor ainda é o antes e o depois dos shows, é onde o Underground se fortifica, onde acontece uma coisa que nunca será possível via computador e redes sociais, o contato pessoal. Aquele bate papo, aquela troca de materiais, aqueles copos de biritas nas mãos… Agradeço imensamente a você Valtemir e a ROADIE CREW pelo espaço e pelo apoio, sem vocês tudo seria mais difícil. Não posso deixar de agradecer aqui meus parceiros de banda R. Satan, Nargoth, O. Marauder e J.V. Acordi, e todos aqueles que de alguma forma ajudaram a forjar o Unholy Ceremony, Luiz Carlos (Hammer of Damnation Records), Sebastian Carsin (Estúdio Hurricane), Marcelo Vasco (Marcelo Vasco Arts), Luis Lozano (LuciferRising/Vicweb), Lord Moonfog, Fernando Nahtaivel, Orlando Junior e aos eternos Posthumous, Gus e L.Vulcan. Stay On The Wings Of Azazel!
*A formação que gravou Unholy Ceremony, e que aparece na foto de capa desta entrevista, foi alterada com o passar do tempo. A formação atual é a que aparece na foto abaixo:
Nargoth, Wag, R. Satan, R. Mutilator e O. Marauder, a nova formação dos gigantes do black/death de Santa Catarina
A KLF Productions informa que está com datas abertas para shows de uma das principais bandas brasileiras de hardcore, Worst, para os meses de março, abril e maio. Formado atualmente por Thiago Monstrinho (vocal), César Covero (guitarra), Bruno Nicolozzi (baixo) e Luccas Nascimento (bateria), o Worst está prestes a entrar em estúdio para registrar o novo álbum, “Unearthed”. “Temos sete músicas inéditas mais brutais do que nunca! Vamos entrar em estúdio no dia 26 de fevereiro para gravar nosso quinto álbum, ‘Unearthed’, no estúdio Dharma (SP). A produção será feita por Rodrigo Oliveira, amigo de longa data da banda e produtor do último álbum, ‘Deserto’”, revelou o vocalista Thiago Monstrinho.
Formada em 2011 por Fernando Schaefer (bateria) e Thiago Monstrinho (vocal), o grupo se destacou por mesclar o estilo hardcore New York com influências de metal. Apresentando músicas com muito peso, ódio e personalidade, a banda ficou conhecida por seus breakdowns marcantes, letras de autoajuda, revolta e indignação. Com quatro álbuns lançados, o grupo deixou a sua marca no Brasil e mundo afora, com três turnês pela Europa.
Discografia: Te Desejo Todo O Mal Do Mundo (2012) Cada Vez Pior (2014) Instinto Ruim (2015) Violent Assault from the Southern Sphere (EP, 2016) Deserto (2018)
Para contratar o Worst, entre em contato com a KLF Productions através do e-mail para [email protected].
A banda alemã Nocturnal, que iniciará a turnê pelo Brasil em abril, se apresentará em São Paulo no dia 1º de maio no House of Legends. O evento, que terá início às 16h, contará ainda com a presença das bandas Álcool, Amazarak e Funeral Putrid.
Praticando um black/thrash metal na linha anos 80, Invoker (vocal), Avenger (guitarra), Incinerator (baixo) e John Berry (bateria) atualmente promovem o quarto álbum, “Serpent Death” (2021). Criado em 2000 na cidade de Mainz por Avenger, o NOCTURNAL iniciou sua trajetória lançando demo-tapes e splits ao lado de nomes como Nunslaughter, Vomitor, Bestial Mockery e Toxic Holocaust, entre outros. Após o EP “Thrash with the Devil” (2003) veio o debut, “Arrival of the Carnivore” (2005). Destemido e desafiador, quando o segundo ressurgimento do thrash mundial estava prestes a começar, lá estava o Nocturnal, que seguiu honrando os velhos caminhos do underground com mais uma enxurrada de splits e EPs antes do segundo álbum, “Violent Revenge” (2009), seguido por “Storming Evil” (2014) e culminando em “Serpent Death”. Mantendo a tradição, em 2022 o grupo soltou mais um split, ao lado do Sabbat, que trouxe um cover de “Nocturnal Hell” do Slaughter (CAN).
A banda de speed/heavy metal ÁLCOOL, formada por Lucas Chuluc (vocal e guitarra), Igor Senna (guitarra), Pedro Cavichiollo (baixo) e Marcelo Oliveira (bateria), promove o álbum “Alta Velocidade” (2019), lançado em vinil em 2022 pela Caveira Velha Produções. Cantando em português e com shows altamente energéticos, o grupo vem se destacando no underground desde o EP “Selvagens da Noite”, lançado em 2016. Na ocasião, apresentará músicas de diversas fases, incluindo as de “Alta Velocidade”, o single “Templo do Horror” (2022) e músicas ainda inéditas.
Já a impura legião de AMAZARAK se encontra atualmente em estúdio produzindo seu próximo full, sucessor do EP “Buried with God” (2021). Formada pelo guitarrista Kristiano Profano, a banda paulistana de black metal surgiu em 1999 e obteve destaque com seus splits, singles e o debut, “Ascensão do Anticristo” (2009). O grupo já realizou shows por quase todo o território nacional tocando ao lado de grandes nomes, como Watain, Marduk, Vulcano, Sadus, Enthroned, Iron Angel, entre outros.
Contando com Gerunda (vocal), Claudio Funerador (guitarra), Victor Magalhães (baixo) e Edvaldo Pepé (bateria), o grupo paulista FUNERAL PUTRID surgiu ainda na década de 90 e pratica um death/black metal com passagens de doom metal. Com duas demo-tapes, “Temple of Immortal” (1997) e “Sanctuary of Destruction” (2000), o grupo realizou diversas apresentações, culminando com o single “Lost in Darkness” (2003). Após encerrar as atividades em 2008, o grupo retomou os trabalhos e agora prepara o single “The Shadow”.
Serviço: Atrações: Nocturnal, Amazarak, Álcool e Funeral Putrid Data: 1º de maio (segunda-feira, feriado) Horário: a partir das 16h Local: House of Legends Endereço: Rua Inácio Pereira da Rocha, 367 – Vila Madalena, SP/SP
Ingresssos: Ingressos à venda nas lojas Die Hard (Galeria Do Rock) e na Impaled Records (Metrô Anhangabaú) Pelo pix entrar em contato com: (11) 94844 3403 Ingressos online pela Sympla em https://www.sympla.com.br/evento/nocturnal-alemanha-convidados/1587275 Realização: Caveira Velha Produções
Primatron, um projeto curitibano de Post-Thrash Metal com um crescente número de seguidores, acaba de lançar seu último single, “One More Usurper”, uma diatribe poderosa e progressiva contra o lawfare e procedimentos judiciais tendenciosos que têm atormentado as instituições no Brasil.
Com seus riffs de guitarra massivos, bateria marcante, vocais profundos e melodias sombrias, “One More Usurper” é uma denúncia de juízes e outros servidores públicos não eleitos que abusam de seus cargos para exercer influência na política. A música é uma poderosa forma de revisitar atos e procedimentos que ocorreram na famosa “Operação Lava Jato” e que, por suas consequências de longo prazo, conduziram o Brasil à beira de um golpe de Estado no período de 2014 a 2022.
“Este é um lembrete para não deixar que supostos salvadores da pátria tomem os holofotes nem o poder, e os tempos parecem ser particularmente propícios para uma mensagem como esta”, segundo Diogo W F Pereira, o homem por trás do Primatron. “À medida que o mundo enfrenta ameaças cada vez maiores à democracia, este é um dos tópicos mais relevantes a serem discutidos nos dias de hoje.“
Este single foi produzido no estúdio Funds House Studio em Curitiba, entre dezembro de 2022 e janeiro de 2023. A composição e execução são de Diogo W F Pereira nos instrumentos e vocal, juntamente com a produção de Aly Fioren (guitarrista das bandas Carttada, Urvolk e Sad Theory).
“One More Usurper” está disponível em todas as principais plataformas de streaming, incluindo Spotify e Apple Music. Um lyric video também está disponível no YouTube.
Primatron vai-se tornando cada vez mais conhecido por canções contundentes e letras conscientes. Com “One More Usurper”, o projeto continua a estender os limites de seu estilo e transmitir uma mensagem urgente.