Categoria: Roadie News

  • CHESTER DOOM reinventa clássico de LEONARD COHEN com nova versão de “Everybody Knows”

    CHESTER DOOM reinventa clássico de LEONARD COHEN com nova versão de “Everybody Knows”

    POR ASSESSORIA 

    A banda de rock canadense Chester Doom anunciou o lançamento de sua versão eletrizante do clássico hit de Leonard Cohen, “Everybody Knows”. Esta versão poderosa, conduzida pela guitarra, da música atemporal mostra o som característico da banda e a intensa paixão pelo rock.

    “Estamos entusiasmados em trazer nosso próprio toque para esta música icônica”, diz o vocalista Josh Best do Chester Doom. “Queríamos homenagear a versão original de Leonard Cohen e, ao mesmo tempo, colocar nossa própria marca na faixa, e acho que conseguimos isso com esta capa.”

    A versão de Chester Doom de “Everybody Knows” infunde a música clássica com seu estilo de alta energia e paixão crua e desenfreada, tornando-a familiar e fresca ao mesmo tempo. Os fãs de rock clássico e moderno apreciarão esta versão poderosa de um clássico atemporal.

    “Esta música sempre foi uma das nossas favoritas, e estamos ansiosos para compartilhar nossa versão com os fãs de Chester Doom e Leonard Cohen”, acrescenta o guitarrista Patrick Blackie.

    “Everybody Knows”:

    Sobre Chester Doom:

    Formado em Halifax, NS, Chester Doom é uma banda de rock de alta energia conhecida por seus eletrizantes shows ao vivo e intensa paixão pela música. Com seu som poderoso e energia bruta, eles rapidamente se estabeleceram como uma das novas bandas de rock mais empolgantes da cena atual.

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  • INVENTTOR: banda mineira de death/doom lança álbum de estreia

    INVENTTOR: banda mineira de death/doom lança álbum de estreia

    A banda mineira de death/doom Inventtor, que conta com o fundador Alan Souza (bateria e vocal) ao lado do baixista Tony Lessa, lança seu álbum de estreia, “Em Meio a Escuridão“. “Foi muito especial gravar esse álbum com meu irmão Alan Souza e uma honra enorme poder participar de todo o processo, desde o nascimento das músicas, da concepção artística e tudo mais que envolve este debut que traz a mais pura essência do Inventtor”, comentou Tony Lessa. “Compor esse álbum foi uma experiência única. Algumas letras são fruto de experiências pessoais e isso foi muito importante para passar toda emoção que a música exige. Fizemos uma ótima parceria com a Voice Music, que está viabilizando a distribuição do CD para várias partes do país e do exterior. Foram anos de trabalho até a chegada do debut, e estamos felizes com o resultado”, completou Alan Souza.

    Confira o lyric video da faixa “Purgatório” em https://youtu.be/oW5yUYFcjoQ

    O material, que teve a arte da capa criada por Fernando Lima e foi gravado, mixado e masterizado no Áudio One Estúdios em Belo Horizonte (MG) por Alan Wallace, que também gravou todas as guitarras, terá lançamento e distribuição pela Voice Music. “Arrastado, pesado e agressivo. Este é o doom metal mineiro do Inventtor, que vem com muita intensidade neste primeiro álbum”, resumiu o experiente Allan Wallace, que integra o Eminence.

    O autor da capa, Fernando Lima, concluiu: “Venho de uma tradição de criar todas as capas dos singles do Inventtor desde seu surgimento. Quando Alan me pediu uma arte para a capa do primeiro álbum, fiquei muito animado. Ele me passou o título, ‘Em Meio a Escuridão’, algumas letras, alguns áudios ainda pré-mixados e a ideia geral. Pensei em uma visão melancólica, bizarra e, ao mesmo tempo, sombria de uma mulher semimorta, como se seu caixão estivesse levemente aberto e entrasse um pouco de luz, revelando sua face meio apodrecida. É uma capa típica do Inventtor. Espero que todos gostem”.

    Confira o repertório do álbum, que conta participações especiais de André Damien (Pardise In Flames), Alan Wallace (Eminence), Marcelo Santana (Colt 45) e R. Amon (Mortifer Rage):

    1. Curso Final
    2. Em Meio a Escuridão
    3. Lamento
    4. Purgatório
    5. Resisto
    6. Traído Pela Intuição
    7. Era Das Sombras
    Bônus tracks:
    8. Sino Negro
    9. Santificam a Sua Maldade

    “Em Meio a Escuridão” está disponível em CD físico (slipcase com relevo/verniz) e disponível nas plataformas de streaming; ouça em https://linktr.ee/inventtorband

    Para adquirir o CD físico, acesse: https://tinyurl.com/mvcu72su

    Facebook, Instagram, YouTube: @inventtorband

    E-mail: [email protected]

  • WEIGHT OF EMPTINESS: lançado novo álbum, “Withered Paradogma”

    WEIGHT OF EMPTINESS: lançado novo álbum, “Withered Paradogma”

    POR ASSESSORIA
    A espera acabou! O aguardado novo álbum dos chilenos do Weight of Emptiness já está disponível em todas as plataformas digitais, via o selo europeu Sliptrick Records! “Withered Paradogma” é o terceiro álbum do quinteto de Progressive Death Doom Weight of Emptiness, sucessor do aclamado  “Conquering the Deep Cycle”, que em 2021 ganhou o renomado prêmio “Escuchar” de melhor disco de metal extremo no Chile. Sobre o novo álbum “Withered Paradogma”, a banda comenta: “O novo álbum “Withered Paradogma” do Weight Of Emptiness foi o resultado de um longo processo de composição e produção que se iniciou no início de 2020, onde em plena pandemia e com os músicos separados uns dos outros,  as primeiras demos do álbum foram compostos. Então, em meados de 2021, Richard Iturra (produtor do álbum) iniciou um árduo trabalho de pré-produção das canções, onde contribuiu com sua grande experiência para a obtenção de melhores canções. O álbum foi finalmente gravado principalmente no Home Studio da banda “The Farm”, regido por Richard Iturra telematicamente, via VST Connect Performer, de Arica (2000 km de distância) onde foram gravadas guitarras, baixo e vocais. A bateria foi gravada no Audio Custom Studio por Sebastián Puente. Todo o processo de gravação durou de janeiro a maio de 2022. Também participaram vários músicos convidados, como o romeno Andrei Oltean (Clouds, Daius, E-An-Na) e os chilenos Richard Iturra e Giancarlo Nattino (Egregor) e Pedro Herrera ( Pangi Wisrasrkün) na recitação na língua ancestral Tse Tsungun. Além das vozes dos filhos dos músicos de Weight Of Emptiness, Magna Ruiz, Nicolás Bravo, Fiorella Basso e Alison Urra.”
    Sobre a expectativa para o álbum: “Esperamos que as pessoas possam desfrutar do álbum, que tem uma elevada carga emocional pelas circunstâncias em que foi composto, e um elevado nível de produção, tanto musical como graficamente. O trabalho mais maduro que criamos. Possui vários estilos de metal que se entrelaçam para alcançar uma amálgama de sentimentos profundos e antigos.”O tracklist é composto por 11 faixas: 01.Mütrümtun (The Calling) | 02.Defrosting | 03. 0440 | 04. Wolves | 05. Vital End | 06. Beyond The Marinas | 07. Black State Council | 08. Storm Within | 09. Oblivion Collector | 10. Solstice Haze | 11. The Awakening. Escute abaixo o novo álbum “Withered Paradogma” do Weight of Emptiness:
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  • ALKANZA lança single e videoclipe para a ríspida “Execrável Traidor”

    ALKANZA lança single e videoclipe para a ríspida “Execrável Traidor”

    POR ASSESSORIA
    A banda catarinense de Thrash/Groove Metal cantado em Português, AlkanzA, lançou seu novo single e videoclipe, “Execrável Traidor”, destilando acidez em uma performance avassaladora dos experientes músicos que vem conquistando os palcos do sul do Brasil em sua quase uma década de existência. O videoclipe de “Execrável Traidor” também será apresentado pela banda na 36ª edição do Roadie Crew Online Festival. Assista abaixo: https://www.youtube.com/watch?v=AcXRZlRtQUw “Execrável Traidor” foi gravada, mixada e masterizada por Javerson Exterckotter, no NK Studio, e teve seu videoclipe produzido pela Karacol Produções, com atuação de Igor Schmitz. Formada em 2014, a Alkanza é uma banda que soube equilibrar em sua sonoridade o feeling e a agressividade da velha escola do Thrash com a contemporaneidade e a pegada do Groove Metal, resultando em uma sonoridade pesada, moderna e orgânica, com músicas totalmente cantadas em português. Sua atual formação conta com Thiago Bonazza no baixo e vocal, Pedro Souza e Lucas Caliban nas guitarras e Ramon Scheper na bateria. O álbum de estreia da Alkanza, “Colonizado Pelo Sistema”, foi lançado em 2015, contando com 8 músicas autorais carregadas de peso e agressividade, com letras que destilam duras críticas ao sistema, aos governos e ao poder. A recepção do público e da crítica para o debut da banda foi excelente, fazendo com que o álbum fosse listado inclusive entre os 15 melhores álbuns de 2015 pelo site Headbangers Brazil.
    Em julho de 2017 a banda lançou seu segundo full-length, “O Céu Da Boca Do Inferno”, consolidando sua sonoridade e mostrando uma banda ainda mais madura e profissional, resultando em uma série de shows em festivais de grande expressão no sul do Brasil.Incansáveis no seu processo criativo, já em 2018 a Alkanza lançou seu terceiro álbum, “Caos Codificado”, considerado pela mídia especializada como sendo o melhor álbum da carreira da banda, tanto nas composições quanto nas letras apresentadas nas 10 faixas que compõem o disco. Como faixa de trabalho, “Desistir? Jamais!”, resultou no videoclipe mais elaborado da banda até então. Em 2021, a banda lançou uma homenagem ao Iron Maiden, com sua versão para “Murders in the Rue Morgue”, do clássico álbum “Killers”, e desde então lançou dois novos singles, que antecipam o próximo EP da banda, ainda sem data de lançamento prevista. “Filhos da Devastação”, de 2022 veio acompanhado de um Lyric Video, e “Execrável Traidor”, de 2023, a atual música de trabalho da banda, conta com o videoclipe descrito acima. Saiba mais sobre a AlkanzA através do Instagram @alkanza_thrash
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  • “Roadie Crew – Online Festival” celebra três anos no ar com edição especial nesta sexta-feira

    “Roadie Crew – Online Festival” celebra três anos no ar com edição especial nesta sexta-feira

    Há exatamente três anos, em meio a uma das experiências mais catastróficas da história humana que foi a pandemia de covid-19, a produtora cultural Som Do Darma, em parceria com a revista Roadie Crew, tiveram a ideia de transformar aquele período de sombras em algo positivo para os fãs de música pesada. Bandas e público em completo lockdown puderam se encontrar no então chamado “Roadie Crew – Quarentena Online Festival”.

    A expectativa pela primeira edição foi enorme. Headbangers do Brasil todo acompanharam a transmissão do primeiro festival que aconteceu no dia 17 de Abril de 2020 e reuniu bandas como Shaman, Dr. Sin, Torture Squad, Noturnall, Tuatha de Dannan, Hellish War, Brave, entre outros. Bandas puderam se expressar criativamente e gravar performances no formato “collab” – com cada músico em sua casa, respeitando as medidas sanitárias da época -, e o público, em casa, pode ter um material inédito e exclusivo para poder se divertir e fugir um pouco daquele momento de angústia e dor.

    “Com as demais edições do festival acontecendo, foi muito interessante notar que, naquele momento, com a ausência dos shows e material dos artistas internacionais, as bandas brasileiras passaram a ganhar protagonismo aqui no Brasil. Em cada edição, todo mundo se reunia na frente da TV, do computador ou celular para acompanhar e conhecer novas bandas brasileiras de metal”, comentou o produtor cultural Eliton Tomasi, da Som do Darma, idealizador e curador do festival.

    Pois bem, desde então, o “Roadie Crew – Online Festival” já exibiu vídeos de aproximadamente 600 bandas de rock e metal do Brasil e vem sendo realizado todo mês, sem falhar nenhum – em 2021 chegou inclusive a ganhar o Prêmio Dynamite de Música Independente na categoria Melhor Evento” – e amanhã, sexta-feira, dia 10 de Março de 2023, a partir das 19h30, chega à sua 36ª edição completando três anos no ar!

    Participam dessa edição especial de Março de 2023, a maioria com vídeos inéditos e exclusivos, as bandas: Stress, Bogotah, Lumnia, Medjay, Pettalom, Krakkenspit, Sophie’s Threat, Living Shields, AlkanzA, Sub Rosa, Sysyphus, Behind My Mask, Crucifyce, Insane Hell, Armadilha e Ale Nammur And Special Guests.

    A apresentação do festival fica por conta de Eliton Tomasi da Som do Darma.

    Foto: Susi dos Santos

    Acesse www.youtube.com/roadiecrewmagtv e se inscreva em nosso canal. Ative o sininho para receber todas as atualizações.

    Serviço: “Roadie Crew – Online Festival” – 36ª Edição Data: 10 de Março de 2023 Horário: 19h30 Local: Canal da Roadie Crew no Youtube – www.youtube.com/roadiecrewmagtv Bandas: Stress, Bogotah, Lumnia, Medjay, Pettalom, Krakkenspit, Sophie’s Threat, Living Shields, AlkanzA, Sub Rosa, Sysyphus, Behind My Mask, Crucifyce, Insane Hell, Armadilha e Ale Nammur And Special Guests Mais Informações: www.roadiecrew.com.br www.somdodarma.com.br https://fb.me/e/2aoiM9RvF (Evento Facebook)

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  • Está no ar o episódio #2 do BATALHA DE ÁLBUNS da Roadie Crew no YouTube; assista ao vídeo

    Está no ar o episódio #2 do BATALHA DE ÁLBUNS da Roadie Crew no YouTube; assista ao vídeo

    Já está no ar, pelo canal da Roadie Crew no YouTube, o episódio #2 do quadro Batalha de Álbuns. No Batalha de Álbuns, os comentaristas colocam três grandes discos lado a lado em disputa. Com a mesma quantidade de músicas na track list, uma a uma, na ordem, vão sendo confrontadas. O objetivo final dos apresentadores é montar um imaginário disco com a track list perfeita, formada pelas músicas vencedoras.

    No episódio #2 do Batalha de ÁlbunsLuis TosiRicardo Batalha e Ricardo Campos põem em jogo os álbuns Born Again (Black Sabbath), Blizzard of Ozz (Ozzy Osbourne) e Holy Diver (DIO).

    Assista:
    *E não se esqueça de se inscrever em nosso canal, deixar seu like e clicar no Hells Bells (?) para receber todas as notificações dos próximos vídeos: https://www.youtube.com/roadiecrewmagtv 
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  • Best of Blues and Rock celebra 10 anos em junho, em São Paulo

    Best of Blues and Rock celebra 10 anos em junho, em São Paulo

    Best of Blues and Rock celebra 10 anos em 2023 e confirma sua realização nos dias 2, 3 e 4 de junho, na plateia externa do Auditório Ibirapuera, em São Paulo. Reconhecido pela alta qualidade de sua programação, o festival apresenta suas primeiras atrações: os ícones da música mundial Tom Morello, Buddy Guy, Steve Vai, e a banda Extreme, e os artistas nacionais: bandas Ira! e Dead Fish, e Day Limns. 

                Os ingressos para a edição 2023 do Best of Blues and Rock são limitados e começam a ser vendidos hoje (08/03), a partir das 15h00, pelo site da Eventim. Com valores a partir de R$600,00, os ingressos podem ser parcelados em até 10 vezes. 

                A realização do Best of Blues and Rock é da Dançar Marketing, empresa com mais de 40 anos de atuação no mercado e referência na cultura e entretenimento do país.

                 “O evento tem como missão tornar o Blues e o Rock cada vez mais difundidos no país. Buscamos sempre apresentar o melhor da música em nossa programação, sempre surpreendendo o público. Já trouxemos para apresentações no Brasil mais de 300 artistas, incluindo grandes nomes como George Benson, Joss Stone, Jeff Beck, Kenny Wayne Shepherd, Zakk Wylde, Richie Sambora, Joe Perry, entre tantos outros“, informa Pedro Bianco, presidente da Dançar Marketing e criador do Festival.  

                A lenda da guitarra Tom Morello participou da edição 2018 do Festival e estará presente na edição comemorativa de 2023. O artista é conhecido por seus trabalhos com as bandas Rage Against the Machine e Audioslave, com as quais já vendeu mais de 30 milhões de álbuns pelo mundo. Sua marca registrada são os solos, que lembram arranhões de toca-discos.  

                Atração especial do evento, o veterano guitarrista norte-americano Buddy Guy traz sua ‘Damn Right Farewell Tour’ para o país. ‘Medalhão’ do blues, o artista de 86 anos volta ao Festival em um momento especial – sua turnê mundial de despedida dos palcos, que teve início em fevereiro nos Estados Unidos. Influência para nomes como Jimi Hendrix, Eric Clapton e Stevie Ray Vaughan, Buddy Guy ganhou seu 8º e mais recente prêmio Grammy em 2019, por seu 18º LP solo, ‘The Blues Is Alive And Well’. 

                Steve Vai faz sua estreia no festival, trazendo sua infinita criatividade e domínio técnico da guitarra. Com mais de 15 milhões de álbuns vendidos em todo o mundo e 3 prêmios Grammy, Vai prova todos os dias porque é um dos verdadeiros ícones originais da música e sempre aparece com destaque em várias listas dos maiores guitarristas de todos os tempos.

                Dona do clássico álbum ‘Extreme II: Pornograffitti’, lançado em 1990, a banda de hard rock norte-americana Extreme também é atração confirmada. Formada em 1985, em Boston (EUA), a banda se prepara para lançar seu novo trabalho, intitulado ‘Six’, como músicas como ‘Rise’ e ‘Other Side of The Rainbow’. 

                A turma do IRA!, banda paulistana nascida em 1981, é vista como os verdadeiros operários do Rock, da música e da cultura pop brasileira. Seus shows reúnem muita energia, diversos clássicos e hits destilados com a marcha de uma sempre estonteante e inexplicável sonoridade de guitarras. 

                Com 32 anos de história e prestes a gravar seu 9º álbum, o Dead Fish sobe ao palco do Best of Blues and Rock pela primeira vez, apresentando as músicas que consagraram a banda como um dos principais grupos de hardcore do Brasil.

                De finalista de reality show a representante de toda uma nova geração, Day Limns é o nome da música atual. Com mais de 100 milhões de visualizações no YouTube e 80 milhões de streams, a artista traz ao palco do festival seu posicionamento seguro e voz surpreendente que conquista a cada dia mais fãs e grandes nomes da música.

                Em breve serão anunciados novos nomes do programa do Best of Blues and Rock 2023.

    SERVIÇO:

    Best of Blues and Rock 10 anos

    bestofbluesandrock

    Site oficial do evento

    Data: Dias 2, 3 e 4 de junho de 2023

    Local: Plateia externa do Auditório Ibirapuera: Av. Pedro Álvares Cabral – Ibirapuera – São Paulo

    Classificação: 16 anos (menores podem comparecer acompanhados de responsável legal)

    Ingressos: a partir de R$ 600,00 (meia entrada)

    Vendas online: Eventim

    Bilheteria oficial SP (sem taxa de conveniência) – a partir de 09/03/2023

    Estádio do Morumbi – Bilheteria 05 (próximo ao portão 15)

    Avenida Giovanni Gronchi, 1866 – Morumbi – São Paulo – SP – 05651-001

    Funcionamento: Terça a sábado das 10h às 17h – Não tem funcionamento em feriados, dias de jogos ou em dias de eventos de outras empresas.

    Parcelamento em até 10x nos cartões Visa, MasterCard, American Express e ELO.

    Realização: Dançar Marketing

    Importante: adquira seus ingressos na plataforma oficial. A Dançar Marketing e a Eventim não se responsabilizam por ingressos adquiridos em plataformas não oficiais de vendas. 

    Sobre os Artistas:

    TOM MORELLO: Tom Morello é a prova viva do poder transformador do rock’n’roll. Conhecido por sua guitarra inovadora, solos e acordes estrondosos, Morello é integrante original das bandas de rock Rage Against the Machine e Audioslave, vencedor de muitos prêmios Grammy e um total de 30 milhões de álbuns vendidos em todo o mundo.  Morello é ativista e usa sua posição para expressas suas ideias. “Tenho me dedicado musicalmente e como ativista a lutar contra a injustiça a cada passo”, diz ele. “Em meio a essa sensação intensificada de desgraça iminente, agora é hora de reunir as tropas em um último esforço para salvar o planeta e nossas almas artísticas. Ao desafiar os limites do que a música é e tem soado como antes, você pode abrir os olhos das pessoas para mudar o status quo na sociedade.”

    BUDDY GUY: Aos 86 anos, Buddy Guy realiza em 2023 a turnê “Damn Right Farewell Tour”, sua despedida dos palcos. Membro do Hall of Fame do Rock & Roll, teve grande influência na carreira de titãs da música como Jimi Hendrix, Eric Clapton e Stevie Ray Vaughan. Recebeu ao longo de sua carreira 8 prêmios Grammy, em 2015 foi homenageado com o Lifetime Achievement Grammy Award, e conquistou 38 Blues Music Awards (o máximo que qualquer artista já recebeu). Em julho de 2021, em homenagem ao seu 85º aniversário, a PBS American Masters lançou o documentário “Buddy Guy: The Blues Chase The Blues Away”, que mostra sua infância colhendo algodão no estado de Louisiana até a posição como um dos guitarristas mais influentes de todos os tempos. Em 2012, Buddy Guy foi premiado com o Kennedy Center Honor 2012 por sua contribuição vitalícia à cultura americana. Neste mesmo ano, publicou seu livro de memórias, “When I Left Home”.

    STEVE VAI: Um guitarrista virtuoso, compositor visionário e produtor consumado que esculpe o som musical com infinita criatividade e maestria técnica, Steve Vai impressiona fãs de todos os gêneros com suas excepcionais habilidades na guitarra e musicalidade por décadas. Aos 12 anos, começou a ter aulas de violão com Joe Satriani. Aos 18 anos, ele começou sua carreira musical profissional transcrevendo e depois tocando com o lendário Frank Zappa. Mais de três décadas, mais de 15 milhões em vendas de álbuns e 3 prêmios Grammy depois, Vai provou ser, por mérito próprio, um dos verdadeiros originais da música. O trabalho de Vai foi reconhecido com uma longa lista de prêmios e homenagens, incluindo mais de 15 somente da revista Guitar Player. Suas realizações ao longo de sua carreira lhe renderam doutorados honorários do Berklee College of Music e do Musicians Institute. Homenageado do Hall da Fama da Música de Long Island em 2016, foi eleito o 10º Melhor Guitarrista pela revista Guitar World e consistentemente aparece em destaque em várias listas dos melhores guitarristas de todos os tempos.

    EXTREME: Banda de Rock criada na cidade de Boston (EUA), fez sua primeira grande apresentação em 1988 abrindo um concerto do Aerosmith. No início dos anos 90 lançaram o álbum Pronograffitti, chegaram ano #1 da Billboard com o hit “More than Words”, e um hit Top Five com “Hole Hearted”. Em 1996 a banda deu uma parada, com seus integrantes partindo para carreiras solo ou se unindo a outros grupos. Após um hiato de 13 anos, o Extreme se reuniu para o lançamento do novo álbum “Saudades de Rock”, produzido pelo guitarrista Nuno Bettencourt no estúdio NRG, em Los Angeles.

    Em 2006, o sucesso “Play With Me” foi incluído no videogame “Guitar Hero Encore: Rocks the 80s”. A formação atual do Extreme conta com Gary Cherone (vocais), Nuno Bettencourt (guitarra, vocal de apoio, piano, teclado e percussão), Kevin Figueiredo (bateria) e Patrick Badger (baixo e vocal de apoio).

    IRA!O coração do IRA!, representado por Nasi (vocal) e Edgard Scandurra (guitarra), está hoje mais maduro, experiente e afiado. Estão plenos, amigos, fortes e vibrantes em todos os shows, sempre com a mesma adrenalina juvenil e inquieta que uma banda de rock genuína tem que ter, mesmo à caminho de completar 40 anos de estrada. O quarteto é completado por Johnny Boy (baixo) e Evaristo de Pádua (bateria), dois magistrais e experientes músicos que, desde o retorno aos palcos em 2014, solidificam o IRA! como uma banda impecável, “perfeita e cheia de imperfeições rockeiras”. 

    DEAD FISH: Tudo começou quando, no início dos anos 90, cinco amigos sem muita pretensão montaram uma banda intitulada “Stage Dive”, com a ideia de andar de skate e levar um som com covers de grupos já consagradas no punk rock internacional. De versões de Bad Brains, Dead Kennedys e Ramones, a banda passou a compor suas próprias músicas e a fazer seus primeiros shows. É quando surge o nome definitivo: Dead Fish. Com oito álbuns lançados e dois VMB’s (Banda Revelação e Melhor Banda de Hardcore) na carreira, a banda é formada hoje por Rodrigo Lima (vocais), Marcos Melloni (bateria), Ricardo Mastria (guitarra) e Igor Tsurumaki (baixo).

    DAY LIMNSFoi em 2017 que o Brasil começou a ouvir esse nome. Ao subir no palco de um reality show de TV, a cantora de posicionamento seguro e voz surpreendente conquistou Lulu Santos. Hoje, Day Limns comemora o sucesso do lançamento de seu primeiro álbum “Bem-vindo ao Clube”, com misturas do POP, POP Punk, Punk Rock, Rock, Emocore, Trap e Rap, além da recém-lançada “7 Vidas” que dá sequência a sonoridade do projeto. Além de transmitir suas mensagens em suas próprias canções, Day é responsável pela composição de grandes hits cantados por Anitta, Luisa Sonza, Vitão, As Baías, Carol Biazin, Clau, Rouge, entre outros.  Em “Doce 22”, novo álbum de Sonza, Day é coautora das canções “2000. S2”, “Anaconda”, “Penhasco” e “Caos/Flor”. 

    Sobre o Best of Blues and Rock

    Em 2023, o Best of Blues and Rock chega a sua décima edição. Concebido pela Dançar Marketing em 2013, o festival marcou sua história pelo ineditismo de conectar gêneros como Blues, Rock e Jazz a uma série de ações e ativações envolvendo cultura, acessibilidade, tecnologia, educação e inovação. Ao longo de sua trajetória, realizou mais de 300 atividades, reuniu um público superior a 1,4 milhão de pessoas, e demonstrou seu total apoio à música, trazendo para seus palcos artistas nacionais e internacionais em performances exclusivas e contagiantes.

    Muito além do entretenimento, o Best of Blues and Rock é um resgate ao legado cultural e às raízes do gênero musical que transformou o mundo da música e permanece influenciando outros gêneros como Jazz, Pop, Hip Hop, Rock e R&B.

    Nessa última década já passaram pelo palco do festival artistas icônicos e referências globais como Buddy Guy (que retorna com sua “Damn Right Farewell Tour” em 2023), Zakk Wylde, Kenny Wayne Shepherd, Tom Morello, John 5, Keb’Mo’, Quinn Sullivan, Richie Sambora, Joe Satriani, Jamie Cullum, George Benson, Jimmie Vaughan, Charlie Musselwhite, Ben Harper, e Joe Perry; e artistas nacionais como: Ari Borger, Artur Menezes, Irmandade do Blues, Igor Prado, Andreas Kisser, Di Ferrero, Cacá Magalhães, Francisco El Hombre, Vitor Kley, Orquestra Jazz Sinfônica, Yohan Kisser, Cara do Metal, Lan Lanh e outros.

    Sobre a Dançar Marketing

    Fundada em 1982, a Dançar Marketing cria experiências memoráveis por meio da cultura e do entretenimento. São mais de 40 anos concebendo projetos e soluções criativas que conectam pessoas, marcas e oportunidades, reunindo ao longo dos anos mais de 50 milhões de pessoas em seus 1.500 eventos (dos quais mil gratuitos), 160 shows open air, além de mais de 35 projetos proprietários e sociais como o AstraZeneca Viva a Cultura!, Avon Women in Concert, Big Bands, Cantos e Contos, Cine na Praça Cosipa, Circuito Musical, Clássicos Internacionais, Concertos Instrumentais, Concertos Populares, Criação Teatral Volkswagen, Concertos Regionais de Vinólia, Festival da Padroeira, Jazz para Todos, Laboratório Cultural Ultra, Mostra Música Instrumental, Noites Clássicas, Noites do Jazz, Orquestra para Todos, Palco do Teatro, Performance Action, Primavera Musical no Vale, Viagem Nestlé pela Literatura, entre outros; exposições como Riachuelo Mostra Moda e Samsung Rock Exhibition (com acervo de Jimi Hendrix, Nirvana e Rita Lee em suas últimas edições) e festivais como Telefônica Open Jazz, Festival da Padroeira, eFestival e Best of Blues and Rock. Em seu portfólio estão grandes turnês internacionais e shows de artistas icônicos como Andrea Bocelli, Luciano Pavarotti, José Carreras, Sarah Brightman, Kiri Te Kanawa, Chris Cornell, George Benson, Joss Stone, Norah Jones, Diana Krall, além de consultorias em leis de incentivo para empresas como Vale, Deloitte, Libbs, Volkswagen, Nestlé, Roche, Ambev, entre outras.

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  • MÖTLEY CRÜE E DEF LEPPARD – São Paulo (SP)

    MÖTLEY CRÜE E DEF LEPPARD – São Paulo (SP)

    Por Ricardo Batalha

    Fotos: Roberto Sant’Anna

    Vindos da bem-sucedida “Stadium Tour 2022”, que contou com Mötley Crüe, Def Leppard, Poison e Joan Jett & The Blackhearts, Mötley e Leppard seguem na “The World Tour 2023”, que antes de pousar no Brasil a bordo do jato Airbus A340-300 nomeado Def Crüe passou pelo México, Colômbia, Peru e Chile. Não pelos esforços da produtora Live Nation, mas o estádio da Sociedade Esportiva Palmeiras, Allianz Parque, ficou grande demais para o público que foi conferir as bandas, e o convidado especial Edu Falaschi, na terça-feira (07).

    Quem abriu os trabalhos às 18h15 foi a banda de Edu Falaschi, que também vem de uma bem-sucedida turnê, a de Vera Cruz (2021), encerrada com um show suntuoso no Tokio Marine Hall (SP) em 21 de janeiro, ao lado da Orquestra Sinfônica Jovem de Artur Nogueira e de convidados especiais. Com Roberto Barros e Diogo Mafra nas guitarras, Rafael Dafras no baixo, Jean Gardinalli na bateria, Fabio Laguna nos teclados, além dos vocais de apoio de Raíssa Ramos e Fabio Caldeira (Maestrick), Falaschi iniciou o set com Acid Rain, seguida por Heroes of Sand, ambas de sua fase no Angra. De início, o som estava alto demais, especialmente os graves.

    A escolha do vocalista em incluir músicas menos speed/power metal na velocidade da luz foi acertada e o set seguiu com a única de Vera Cruz do set, Fire with Fire. Embora não pratique o estilo em sua banda e nem em outras prévias de sua carreira, mais voltada ao power metal, prog e metal tradicional, o vocalista demonstrava sua felicidade de estar ali. Explicou exatamente isso e disse ser fã declarado de hard rock, não escondendo a emoção de dividir o palco com duas lendas do estilo. “Me lembro perfeitamente do momento que ouvi na rádio músicas do álbum Pyromania, do Def Leppard, uma das minhas bandas preferidas. Eu tinha gravado em fita K7, com o locutor falando no meio da música ‘Globo FM’. Daí fui comprar o disco e me tornei um fã incondicional”, recordou. “E aí, do nada, surgiu o convite para abrir o show da banda, justamente 40 anos depois do lançamento de Pyromania! E, de quebra, ainda tem o Vivian Campbell, um dos maiores ídolos na guitarra e é ex-Dio, que amo e faz parte da minha formação favorita nos álbuns do Dio. E o combo ainda contando com o Mötley Crüe… Foi difícil processar tudo isso”, acrescentou.

    O set, que foi reduzido em 15 minutos do que inicialmente estava previsto por Falaschi, seguiu com a balada Bleeding Heart e foi encerrada com a única tipicamente power metal, Nova Era, de Rebirth (2001). O público reagiu bem ao show – muitos cantaram várias músicas – e aplaudiu a banda.

    Pausa para a troca de palco e, às 19h30, Requiem in D minor, K. 626, de Mozart, começou nos PAs e então veio uma introdução muito interessante e bem editada rolando nos telões, como se fosse um noticiário de TV de Los Angeles (Mötley Crüe News Network) apresentado por Tom Franks. Ela trouxe a chamada “Não podemos apagar o passado, mas… O futuro é nosso! Deixando-nos esta única noite e apenas uma noite”, e o que se viu a seguir foi o Mötley Crüe chegando com tudo. O grupo americano, que só havia se apresentado em São Paulo em 17 de maio de 2011, iniciou o seu set com a mesma música que apresentaram naquele show no Credicard Hall (hoje Vibra São Paulo): Wild Side, de Girls Girls Girls (1987). Sob gritos histéricos e com o som ainda sendo ajustado, o público agitou bastante. Muitos, por sinal, comemoraram a decisão da banda de retomar as atividades, já que no mesmo ano em que foi uma das atrações do Rock in Rio de 2015, havia feito o seu “último show” no Staples Center, de Los Angeles, em 31 de dezembro, rendendo o CD/DVD e Blu-ray The End: Live in Los Angeles (2016).

    Ao lado de Vince Neil (vocal), Nikki Sixx (baixo) e Tommy Lee (bateria) – e das cantoras e dançarinas Hannah Sutton e Ariana Rosado, as “Nasty Habits” – estava o experiente guitarrista John 5. No dia anterior ao show ele passeou pela cidade com outros músicos, andando pelo bairro de Vila Madalena, passando no Beco do Batman e visitando lojas de discos, incluindo a Mafer Records, a London Calling e até a Galeria do Rock, acompanhado pelo fotógrafo Ross Halfin. John 5 se juntou ao Crüe em outubro do ano passado no posto ocupado desde a fundação do Mötley por Mick Mars, que vem lutando contra a doença degenerativa espondilite anquilosante. Com passagens por David Lee Roth, Marilyn Manson, Rob Zombie e 2wo (de Rob Halford), o guitarrista já havia colaborado na trilha do filme The Dirt (2019), sendo coautor das faixas Ride with the Devil, Crash and Burn e The Dirt (Est. 1981).

    Emendada veio Shout At The Devil, que se iniciou com o baixo de Sixx e a batera sempre precisa de Tommy Lee marcando o tempo até o couro comer em uma versão mais próxima à de Shout at the Devil ’97. Vince, com suas possibilidades vocais reduzidas há anos, saudou a plateia, perguntou como todos estavam e se curtiam coisas antigas. Assim, voltando ainda mais ao passado, foi a vez da faixa-título do debut, Too Fast For Love (1981). Interessante os pedestais suspensos para os microfones de backing vocals, que vinham do alto e traziam cruzes invertidas que ascendiam e mudavam de cores conforme a música.

    O vocalista então pegou um violão para mandar Don’t Go Away Mad (Just Go Away), de Dr. Feelgood (1989). Sem pausa, veio Saints of Los Angeles, faixa-título do último de estúdio, lançado em 2008, que sempre funciona bem ao vivo. Depois, Vince novamente falou sobre músicas antigas e deu a deixa de que as duas seguintes seriam dos dois primeiros álbuns, começando pela energética e rápida Live Wire, de Too Fast For Love, seguida por Looks That Kill, do agora quarentão Shout At The Devil. Os telões e as “Nasty Habits” foram um show à parte, já que a execução dos músicos e a timbragem dos instrumentos estavam muito boas. Por sinal, ver Lee em ação é sempre uma aula de como fazer um som com muito groove e punch tendo uma performance com suas firulas habituais e marcantes.

    The Dirt (Est. 1981), que na versão original trouxe Machine Gun Kelly, veio com muitos samplers, vocais pré-gravados e funcionou ao vivo. Depois, Vince apresentou formalmente Nikki Sixx como seu “irmão, baixista e um cara durão”. Sixx, sempre com uma performance de destaque, então veio com uma bandeira do Brasil e levou os fãs à loucura, recrutando uma garota para subir ao palco para festejar com o baixista e tirar uma selfie – audaciosa, ela aproveitou o momento e pediu a Sixx o seu baixo de presente. Se a pista do estádio foi reduzida, o ponto positivo foi a presença de muitos jovens na plateia e de celebridades do cenário brasileiro e internacional – Jeff Scott Soto estava lá. Sobre a juventude, Sixx até comentou ao falar que não se importava em que ano os fãs conheceram o Mötley, mas que o importante era que ele e seus parças estavam ali para todos. O baixista então apresentou “o bruxo” John 5, que realmente demonstrava estar contente e se divertindo, para o solo individual – com direito a uma pequena lembrança de Eruption, do Van Halen.

    Então foi a vez de um medley de covers, que agitou com Rock and Roll Part 2 (Gary Glitter), Smokin’ in the Boys Room (Brownsville Station), Helter Skelter (Beatles), Anarchy in the U.K. (Sex Pistols) e Blitzkrieg Bop (Ramones). Após o “Hey Ho! Let’s Go”, para acalmar os ânimos foi a vez de uma das power ballads de maior sucesso da década de 80, Home Sweet Home. Ela foi introduzida por Tommy Lee, que saudou o público e, ainda como se estivesse vivendo na Sunset Strip nos anos 80, pediu para que os homens levantassem suas garotas nos ombros e aí falou para que elas mostrassem suas “titas” (“tetas”). A nostalgia ficou ainda maior quando Lee iniciou os primeiros acordes no piano, seguido por John 5, Vince e Sixx. Veio a pausa dramática para Lee correr para a bateria e então seguirem até o crescendo, com os fãs cantando até desembocar nas memoráveis linhas de guitarra e no solo com a assinatura de Mick Mars, bem interpretado por John 5. Ainda assim, bate aquela tristeza em não ver mais Mars em ação – bem que poderiam ter falado alguma coisa sobre ele em algum momento.

    Emendando da balada ao punch máximo, todos agitaram e cantaram em Dr. Feelgood, faixa-título do álbum de 1989, que também trouxe mais um de seus sucessos na sequência, Same Ol’ Situation (S.O.S.), com outra boa presença das “Nasty Habits”. Já o cenário de palco, que teve os telões com imagens muito bem editadas, uma iluminação desenhada pelo experiente Michael Cooper e comandada por Michael Willingham, então teve o reforço de dois infláveis gigantescos de mulheres-robô, uma em cada canto, no estilo de Hajime Sorayama. O ilustrador japonês ficou conhecido no hard rock por imagens das capas do Autograph (That’s the Stuff) e Aerosmith (Just Push Play) e as mulheres-robô eram bem similares a esta linha criada por Sorayama. Assim, a coisa pegou fogo de vez com Girls, Girls, Girls, com as “Nasty Habits” também brilhando nas coreografias e vocais de apoio. Em tempos de MC Pipokinha, em que o funk-ousadia é o máximo do politicamente incorreto, uma letra sacana como a de Girls, Girls, Girls nem seria vista com ares de polêmica. Hoje é oito ou oitenta; o perigo, a sacanagem e a devassidão estão do lado de lá, no funk carioca. Sinal dos tempos…

    Voltando ao show, para manter a adrenalina no limite máximo veio Primal Scream e o encerramento em alta com Kickstart My Heart. Foram as escolhas certas! Ao final, Neil, Sixx, Lee, John 5, todos aparentando estarem muito felizes, saudaram o público, assim como as “Nasty Habits”. Lee jogou as baquetas (uma chutando e falando “GOL!”) e os músicos continuaram agradecendo até deixarem o palco, com os telões destacando um “Thank you, São Paulo”.

    Mais um intervalo para a troca de palco e, por volta das 21h30, surgiu o Def Leppard, que atualmente promove o álbum Diamond Star Halos (2022). Esta foi a segunda vez da banda inglesa no Allianz Parque, onde tinha tocado em setembro de 2017 no SP Trip ao lado do Aerosmith. Joe Elliott (vocal), Phil Collen e Vivian Campbell (guitarras), Rick Savage (baixo) e Rick Allen (bateria) entraram em cena com Take What You Want, faixa de abertura do mais recente trabalho de estúdio. Elliott vai até a frente da rampa de extensão do palco para cumprimentar a plateia e, então, perguntar: “Do ya wanna get rocked?”… Claro, era a deixa para Let’s Get Rocked, hit de Adrenalize (1992), com o telão frenético mostrando imagens no estilo HQ. Animal, clássico de Hysteria, veio na sequência e empolgou ainda mais, com os telões mostrando cenas de um parque de diversões – o clipe original foi gravado em um circo.

    Como não faltaram clássicos, desta vez a banda reparou a falha de 2017 e não esqueceu de Foolin’, de Pyromania, lançado há 40 anos e que tinha seus videoclipes exibidos nos programas de TV da época no Brasil. Após Elliott agradecer o público e apresentar Vivian Campbell, que estava ao seu lado na rampa de extensão do palco, veio Armageddon It, outro hit de Hysteria e que também empolgou. Elliott chegou a comentar que no período de pandemia a banda trabalhou em novas composições e aí foi a vez de Kick, outra de Diamond Star Halos, que até funcionou bem ao vivo, mas os fãs não vibraram tanto.

    Os noveleiros de plantão iluminaram o estádio e cantaram a power ballad Love Bites – “Amar assim, jamais dizer adeus…”. Elliott, que precisou ser internado no dia 24 de fevereiro antes do show que faria no dia seguinte em Bogotá (COL), estava bem, deu o seu melhor e foi compensado pelos grandes backing vocals, algumas vozes pré-gravadas e a potência sonora da banda, com instrumentos sempre bem timbrados. Os músicos desempenham bem suas funções, se movimentam e sabem como preencher bem um palco extenso há tempos. Promises, hit do não tão lembrado Euphoria (1999), também agradou os fãs que acompanham a banda mais atentamente.

    Elliott então pegou um violão, apresentou Rick Allen, Rick Savage, Vivian Campbell e Phil Collen, e no momento acústico veio uma versão diferente de This Guitar, seguindo a calmaria com When Love and Hate Collide. Depois, com a banda animando um pouco, veio Rocket, que pessoalmente dispensaria e trocaria por outra – Run Riot, apenas para se manter em Hysteria. Seja como for, a calmaria ainda se manteve, mas foi crescendo em emoção com Bringin’ On the Heartbreak, seguida pela instrumental Switch 625 e um solo do ‘miracle man’ Rick Allen.

    Com tantos clássicos à sua disposição, o Leppard escolheu quatro dos mais representativos para a parte final do show, começando pela melódica Hysteria. Depois, o “momento pole dance” com Pour Some Sugar on Me, cantada por todos. No final, duas de Pyromania que eternamente resistirão ao teste do tempo: Rock of Ages e o hino Photograph. E dá-lhe lembranças do passado, quando víamos estas e outras no Som Pop e outros programas de clipes na televisão brasileira na era pré-MTV. Os músicos então foram à frente da rampa, saudaram os fãs e saíram sob aplausos.

    Ao final, após as costumeiras conversas com amigos, fãs e outros colegas de imprensa, fiquei pensando comigo: “ah, como teria sido ainda mais legal se tivesse o Poison no pacote”… Mas aí foi só o lado fã falando mais alto. Seja como for, o hard rock vive, diverte, anima, surpreende e entretém. Quem paga caro por um ingresso quer justamente isso em um espetáculo, ainda que tenha sido com campo reduzido no Allianz Parque. Mas, convenhamos, o Crüe não encheu nem o antigo Credicard Hall e o Def, em 1997, teve que cancelar uma das duas datas no extinto Olympia. São gigantescos nos EUA, não no Brasil. Vale ressaltar a camaradagem entre as bandas dentro e fora dos palcos, incluindo para passeios nas ruas, outra coisa que remete aos tempos mágicos da década de 80.

    Por fim, como a Live Nation havia divulgado o cancelamento dos shows em Curitiba (PR) e Porto Alegre (RS), programados para os dias 9 e 11, o Def Crüe decolou ao meio-dia da quarta-feira (08) com destino a Buenos Aires (ARG), onde os Santos de Los Angeles e os rockers de Sheffield tocam na quinta-feira (09) no Parque Sarmiento.

    Setlist – Edu Falaschi: Acid Rain Heroes of Sand Fire with Fire Bleeding Heart In Excelsis/Nova Era

    Setlist – Mötley Crüe: Wild Side Shout at the Devil Too Fast for Love Don’t Go Away Mad (Just Go Away) Saints of Los Angeles Live Wire Looks That Kill The Dirt (Est. 1981) Guitar Solo Rock and Roll, Part 2 / Smokin’ in the Boys Room / Helter Skelter / Anarchy in the U.K. / Blitzkrieg Bop Home Sweet Home Dr. Feelgood Same Ol’ Situation (S.O.S.) Girls, Girls, Girls Primal Scream Kickstart My Heart

    Setlist – Def Leppard: Take What You Want Let’s Get Rocked Animal Foolin’ Armageddon It Kick Love Bites Promises This Guitar When Love and Hate Collide Rocket Bringin’ On the Heartbreak Switch 625 Hysteria Pour Some Sugar on Me Rock of Ages Photograph

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  • DAVE LOMBARDO anuncia primeiro disco solo da carreira ,”Rites of Percussion”

    DAVE LOMBARDO anuncia primeiro disco solo da carreira ,”Rites of Percussion”

    Em seus primeiros anos de cena musical, Dave Lombardo ganhou enorme reconhecimento em seus tempos de Slayer. Na sequência de sua carreira, o baterista cubano passou a se envolver com “n” projetos e bandas – só para citar alguns, Testament (sua principal casa atualmente), Misfits, Suicidal Tendencies, Mr. Bungle, Grip Inc., Fantômas, Voodoocult, Philm Dead Cross, além do Venamoris, projeto que montou com sua esposa. Agora, Lombardo anuncia aquilo que faltava, um álbum solo. Intitulado Rites of Percussion, o disco sairá no dia 5 de maio via Ipecac Recordings. Como o próprio título do álbum evidencia, Rites of Percussion é altamente direcionado à bateria e o primeiro exemplo disso pode ser observado no vídeo divulgado da música Journey of the Host (confira abaixo). 

    Lombardo explicou sua motivação para lançar um álbum solo: “(MikePatton (vocalista) originalmente me deu a ideia já em 1998″, revelou. “Ele me apresentou o álbum Top Percussion de Tito Puente. Eu já estava familiarizado com Tito e fiquei um pouco chocado que Patton era tão diversificado musicalmente, e que ele se se cercou de músicos da mesma mentalidade. Isso me inspirou. Tive ideias que gravei ao longo dos anos, mas Patton, continuou insistindo que eu tinha que fazer um ‘álbum de bateria’. Então, a ideia pro trás do álbum está sendo realizada há anos. Eu só tinha que encontrar o momento certo para mim – para fazê-lo”, explicou.

    O veterano baterista também falou sobre o período em que começou a gravar o álbum: “Quando a pandemia chegou, pensei, ‘Bem, não posso fazer uma turnê agora’. Eu imediatamente comecei a trabalhar no disco. Foi uma das maiores experiências que já tive. Eu tinha meu estúdio, minha bateria completa”, recordou. “Minha casa se tornou um lugar onde eu poderia ser livre e criativo. Por um lado, a parte de turnê do meu sustento havia sido tirada, mas, por outro lado, finalmente tive tempo de me educar sobre diferente softwares e técnicas de gravação. Foi uma experiência muito educativa e gratificante!

    Confira o vídeo de Journey of the Host:

    Track list de Rites of Percussion:

    01. Initiatory Madness 02. Separation From The Sacred 03. Inner Sanctum 04. Journey Of The Host 05. Maunder In Liminality 06. Despojo 07. Interfearium 08. Blood Let 09. Warpath 10. Guerrero 11. Vicissitude 12. Omiero 13. Animismo

    Link para aquisição aquiRites of Percussion será lançado nos formatos CD, digital e vinil com três opções de cores, ‘standard cigar smoke’, indie retail exclusiva Blood Sacrifice e purple haze exclusiva da Ipecac.

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  • PROFILE: edição #3 do programa da ROADIE CREW de perfis musicais está no ar; assista ao vídeo

    PROFILE: edição #3 do programa da ROADIE CREW de perfis musicais está no ar; assista ao vídeo

    O terceiro episódio do Profile, tradicional seção das edições impressas da revista Roadie Crew, já está disponível no YouTube! A cada episódio um convidado responde curiosidades sobre seu relacionamento com o rock e o heavy metal, revelando, por exemplo, qual foi o primeiro disco que ouviu, qual sua capa de disco favorita, quais as cinco bandas que escalaria para um festival e várias outras.

    O episódio #3 traz como convidado o Marcello Pompeu, vocalista do Korzus. Assista:

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