Categoria: Roadie News

  • EDU FALASCHI anuncia DENNIS WARD para mixagem e masterização de “Eldorado”

    EDU FALASCHI anuncia DENNIS WARD para mixagem e masterização de “Eldorado”

    POR ASSESSORIA 

    Após anunciar o novo álbum “Eldorado”, o cantor e compositor Edu Falaschi vem aos poucos revelando detalhes de seu segundo trabalho solo. Para alegria dos fãs, o vocalista anunciou o produtor Dennis Ward na mixagem e masterização de “Eldorado”. Mantendo as mesmas características de seu antecessor, Eldorado trará toda a qualidade sonora e o DNA de um dos maiores produtores de heavy metal do mundo. Com uma bagagem invejável o produtor norte americano Dennis Ward já produziu grandes álbuns como “Rebirth”, “Temple Of Shadows” e já trabalhou com diversas bandas como Helloween, Unisonic, Pink Cream 69, etc.

    Edu Falaschi explica sobre Dennis Ward em Eldorado“É uma honra poder mais uma vez contar com o talento e qualidade do Dennis, fizemos coisas incríveis juntos como Vera Cruz, Rebirth, Temple Of Shadows, Aurora Consurgens, etc! Dessa vez ele vai poder explorar mais as nuances dentro da música latina e mesclar tudo isso com perfeição num álbum de Power Metal”

    Assista ‘making of’ divulgados até o momento de “Eldorado”:

    A complexa história por trás do álbum, “Vera Cruz”, ganhou novos rumos e se tornou uma trilogia. Nesta segunda parte, Edu Falaschi mostrará ainda mais temas relacionados à América Latina, incluindo o Brasil, com músicas cinematográficas que surpreendem o ouvinte e que seguem a história inicial do primeiro trabalho.

    “Eldorado” é a segunda parte da trilogia da saga de Jorge, personagem principal da história do álbum “Vera Cruz” e também o segundo disco da carreira solo de Edu Falaschi. Essa obra traz como grande diferencial, devido ao fato da história de “Eldorado” se iniciar com o encontro do Bispo Negro e o império Asteca, a abordagem do artista em transitar pelas mais diferentes vertentes da música latina, desde o período pré-colonial até a música latina moderna, com músicas em Espanhol, línguas nativas, ritmos, harmonias e melodias características de uma cultura milenar de grande valor cultural para a humanidade.

    Com a produção assinada por Edu Falaschi e Roberto Barros, o vocalista manteve a banda com Aquiles Priester (bateria), Fábio Laguna (teclados), Diogo Mafra (guitarra), Roberto Barros (guitarra) e Raphael Dafras (baixo). O renomado designer brasileiro, Carlos Fides é novamente o responsável pela arte gráfica do álbum, que trará novamente as orquestrações de Pablo Greg e os corais por Edu Falaschi, Fabio Caldeira, Mi Alvelli e Raissa Ramos. Desta vez, a co-produção ficou a cargo de Paulo Albino e mais detalhes sobre a parte técnica serão revelados em breve.

    O álbum tem lançamento mundial previsto para agosto de 2023. A pré-venda já está disponível, de forma limitada, numerada e conta com um box exclusivo contendo uma caixa estilizada em arte Asteca, Digibook, Camiseta, Caneca, Réplica de Dobrão Espanhol e um brinde surpresa.

    Pré-venda da box “Eldorado”: http://edu-falaschi.lojaintegrada.com.br/boxeldorado

    Assista o trailer de “Eldorado”:

    Outras informações: http://www.edufalaschi.com.br/

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  • UDO DIRKSCHNEIDER & RIPPER OWENS – Curitiba (PR)

    UDO DIRKSCHNEIDER & RIPPER OWENS – Curitiba (PR)

    Por Marcelo Gomes
    Fotos: Isabela Lopes

    A cidade de Curitiba (PR) recebeu o penúltimo show da turnê latino-americana do ex-vocalista do Accept, Udo Dirkschneider, em conjunto com o ex-Judas Priest, Tim “Ripper” Owens. Nem o frio e a chuva espantaram o público que lotou o Hard Rock Cafe no último dia 26 de abril para ouvir os clássicos de duas referências do heavy metal.


    O primeiro a subir ao palco foi o americano Tim “Ripper” Owens, acompanhado por uma super banda brasileira formada por Johnny Moraes e Wagner Rodrigues (guitarras), Fabio Carito (baixo) e Marcus Dotta (bateria). Eles começaram com Metal Gods e a sensação é que entramos numa máquina do tempo que nos levou até ao DVD Live In London, de 2002. A voz de Ripper está no mesmo nível de 20 anos atrás; é impressionante. Bastou só uma música para o cantor ter seu nome gritado e ele aproveita para perguntar: “Qual é o meu nome?” para então anunciar The Ripper. De sua fase com o Priest, tocam a espetacular Burn In Hell, logo de início sendo acompanhada por palmas e tendo seu refrão gritado por todos.


    “Vocês gostam de heavy metal?”, questiona o vocalista. O baterista Marcus Dotta então começa Painkiller e mais uma vez Ripper mostra que está num nível absurdo. Vale destacar que o guitarrista Johnny Moraes seguiu a risca o solo feito pelo Glenn Tipton. Então, do álbum Demolition, veio Hell Is Home. Com uma cerveja na mão, Ripper dedica Hell Bent For Leather ao público. E foi realmente um presente para os fãs, já que essa até então não havia sido tocada na turnê. Para encerrar, tocam One on One, mais uma do álbum Demolition com seu refrão entoado como mantra e finalizam com Electric Eye. Ripper muito aplaudido, chama sem enrolação seu colega alemão.


    Era a vez do lendário vocalista, Udo Dirkschneider mostrar a que veio. A primeira do set foi Starlight, mas infelizmente o guitarrista Wagner Rodrigues teve problemas com seu amplificador e forçou uma pausa no show por alguns minutos. Com tudo restabelecido, tocam duas do álbum Metal Heart, Living For Tonite e Midnight Mover. Ao meu lado, um distinto senhor batia cabeça como se estivesse nos anos 80 enquanto o baixinho cantava os clássicos de sua ex-banda. Em Breaker não foi diferente, pois o andamento é rápido e não deixa ninguém ficar parado. A dupla de guitarras assume o protagonismo e vai mais a frente do palco para fazer uma introdução para um dos maiores clássicos do Accept. A partir daí tocaram somente Princess of the Dawn com direito a cantar o solo de guitarra tão alto que quase encobria o som da banda. A banda explorou o momento fazendo a galera soltar o gogó por alguns minutos. E não para por aí, pois já emendam com Fast As Shark. A introdução geralmente pré-gravada foi cantada por UDO e logo tomou conta do Hard Rock todo.


    O público não teve descanso, foi um clássico atrás do outro. Sem anúncio mandam Metal Heart, com o refrão sendo mais um daqueles que todos acompanham de forma intensa; e o solo também, que é cantado até mais alto, chegando a arrepiar. Wagner faz um pequeno improviso, mas logo volta ao tema original do solo. Mais uma vez, a banda aproveita para deixar que todos cantem. O alemão se mostra satisfeito com a recepção calorosa. É interessante ver que mesmo depois de décadas, essas músicas que fazem parte da história do metal mundial ainda emocionam as pessoas.

    Claro que não poderia nessa noite de clássicos, faltar o hino Balls to The Wall. Mais uma daquelas que o solo de guitarra tem praticamente a mesma importância do refrão tamanha a paixão que os fãs cantam. Em meio as diversas repetições da melodia do solo, surge Ripper Owens que ajuda no refrão. A noite parecia completa mas ainda juntam forças para cantar Breaking The Law e  acabam em clima de festa com Living After Midnight.


    Tive a chance de ver Tim Ripper na Demotilion Tour 2001 e diversas vezes ao longo dos anos, mas vê-lo cantando em Curitiba praticamente no mesmo nível de 20 anos atrás foi espetacular. Pelo jeito a academia e a dieta que vem fazendo tem refletido de maneira positiva em sua voz. E o que falar de Udo Dirkschneider, com mais de 70 anos e ainda fazendo o que gosta? Trata-se de um verdadeiro patrimônio da música pesada. Enfim, que noite de metal, definitivamente uma daquelas memoráveis!


    Ripper Owens – setlist:

    01) Metal Gods
    02) The Ripper
    03) Burn In Hell
    04) Painkiller
    05) Hell Is Home
    06) Hell Bent For Leather
    07) One On One
    08) Electric Eye


    Udo Dirkschneider – setlist:
    01) Starlight
    02) Living For Tonite
    03) Midnight Mover
    04) Breaker
    05) Princess Of The Dawn
    06) Fast As Shark
    07) Metal Heart
    08) Balls To The Wall
    08) Breaking The Law
    09) Living After Midnight

  • MANGER CADAVRE? lança terceiro de estúdio, “Imperialismo”

    MANGER CADAVRE? lança terceiro de estúdio, “Imperialismo”

    POR ASSESSORIA 

    ‘Imperialismo’ é o título do novo álbum que a banda Manger Cadavre? acaba de lançar por meio de um conjunto de selos independentes. Com seis músicas inéditas, ‘Imperialismo’ traz mais elementos do death metal nas composições e é o retrato de uma fase mais amadurecida da banda formada por Nata Nachthexen (vocal), Paulo Alexandre (guitarra), Bruno Henrique (baixo) e Marcelo Kruszynski (bateria).

    ➤Ouça Imperialismo:

    https://bfan.link/imperialismo

    CD Imperialismo: mangercadavre.iluria.com

    O lançamento, terceiro álbum de estúdio da banda, conta com uma faixa bônus do single ‘Tormenta’ em que os vocais guturais de Nata cedem lugar à voz limpa – e desesperada – de Suyanne Gabrielle, vocalista e baterista do duo Buzzard. Viver em um país que está sob ataque constante da ofensiva imperialista é lidar com um bombardeio vindo de todos os lados. Culturalmente subjugados, com mentes despedaçadas. Economicamente massacrados, com vidas parasitadas. Politicamente sabotados, com cada ação controlada, ‘Imperialismo’ trata dessas e de outras contradições do capitalismo e mais do que nunca reforça a verve dos temas sustentados pela banda em toda sua trajetória.

    “‘Imperialismo’ aponta o inimigo que age ora pelas sombras, financiando grupos de extrema direita ou mesmo se infiltrando em coletivos de luta, com a finalidade de sabotagem, esvaziamento político e desmobilização, ora atua claramente com ações golpistas, exploratórias, que são registradas em suas atas de domínio público. Ao povo oprimido pelo “Demônio do Norte”, resta a mobilização ou a eterna servidão”, comenta a vocalista Nata sobre a temática que costura o disco.

    Mantendo a tradição de trabalhos anteriores, Manger Cadavre? escolheu o Family Mob Studio, em São Paulo, para as gravações de ‘Imperialismo’ e também a equipe que esteve à frente do trabalho anterior, ‘Decomposição’ (2021). A produção, captação e mixagem é de Otavio Rossato, a assistência de Luiz Sangiorgio e masterização de David Menezes. A capa é assinada pelo ilustrador paulistano Rafael Bueno.

    Track list:

    1 Imperialismo

    2 Encarceramento e morte

    3 Iconoclastas

    4 Peregrinos

    5 Enfermos

    6 Tormenta

    7 Tormenta feat Suyanne Gabrielle (Bonus Track)

    Turnê Imperialismo pelo nordeste

    Manger Cadavre? começa a divulgação de ‘Imperialismo’ com uma série de shows pelo nordeste com nove datas já confirmadas. Agendamento de novas datas podem ser feitos pelo e-mail da produtora Three Green Hearts ([email protected]). Confira:

    • 19/05 – Salvador/BA
    • 20/05 – Aracaju/SE
    • 21/05 – Maceió/AL
    • 23/05 – Paulista/PE
    • 24/05 – Joao Pessoa/PB
    • 25/05 – Surubim/PE
    • 26/05 – Caruaru/PE
    • 27/05 – Recife/PE
    • 28/05 – Natal/RN

    Sobre Manger Cadavre?

    A Manger Cadavre? (Comer Cadáver?) luta pelo fim da exploração. Com letras a partir do recorte de classe, faz um hardcore com influências do crust e de outras influências sonoras, extremamente politizado. A banda teve início em 2011 e na discografia conta com os singles, splits e álbuns ‘Existimos’, ‘Sua Justiça’, ‘Origem da Queda’, ‘Limbo’, ‘Senhores da Moral’, ‘Revide’, ‘AntiAutoAjuda’, ‘Inflamar’, ‘Apatia’, ‘Decomposição’ e ‘Imperialismo’. Manger Cadavre? já se apresentou em grandes festivais nacionais como Setembro Negro, Oxigênio Festival, Abril Pro Rock, entre outros e percorreu em turnê todas as regiões do Brasil por diversas vezes.

    Manger Cadavre? é:

    Nata Nachthexen (vocal) Marcelo Kruszynski (bateria) Paulo Alexandre (guitarra) Bruno Henrique (baixo)

     

    Siga Manger Cadavre?:

    YouTube – https://youtu.be/qlMLuEmeYtY

    Bandcamp: http://mangercadavre.bandcamp.com

    Deezer: http://www.deezer.com/album/95256392

    Spotify: https://spoti.fi/2V7QO1V

    Facebook: https://www.facebook.com/mangercadavre

    Instagram: https://www.instagram.com/mangercadavre

    Twitter: http://www.twitter.com/mangercadavre

    Foto: Dani Moreira

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  • SICK DOGS IN TROUBLE lança videoclipe; assista “Better Be Alone”

    SICK DOGS IN TROUBLE lança videoclipe; assista “Better Be Alone”

    POR ASSESSORIA 

    A banda paulistana Sick Dogs in Trouble, formada em 2018, lançou nesta quarta-feira (3) o videoclipe do single “Better Be Alone”. A faixa faz parte do álbum de estreia “Dead Lovers”, previsto para o próximo dia 31.

    A canção, composta pelo vocalista e guitarrista Raul Signorini, versa sobre momentos em que o isolamento precisa ser compreendido, segundo o músico, de forma generosa e paciente. Quando cortar laços se torna realmente necessário. “Sabe aquele ditado: ‘é melhor estar sozinho do que mal acompanhado’? A música nasceu num momento em que eu me sentia exatamente assim: embora acompanhado, havia um profundo sentimento de solidão. Então compreendi que deveria transformar a solidão em solitude”. Com influências de Social Distortion e Backyard Babies, “Better Be Alone” sintetiza o que o público pode esperar do primeiro álbum da banda. “A faixa tem um riff Hard Rock, um refrão Pop, uma ponte onde a música fica mais pesada e tem solo de guitarra. Enfim, tudo que a gente adora”, diz Signorini. O guitarrista Felipe Skid concorda, e revela ainda: “Na ponte para o solo quisermos nos aproximar um pouco da sonoridade do HIM, que é uma banda a qual Raul e eu amamos, mas que foge bastante do Sick Dogs, então tentamos colocar ali de forma discreta”.

    “Better Be Alone”, foi mixado e masterizado por Raul Zanardo e ganhou um videoclipe dirigido por Nanda Arantes da produtora Red Rat, que agradou a banda. “O resultado ficou incrível”, diz Signorini. “Acho que as cores do clipe é o que mais vai chamar a atenção do público. Realmente sem palavras. Destaque pro nosso amigo Daniel Casanova que fez a iluminação”, completa Skid. Além de Raul Signorini (Guitarra e Voz) e Felipe Skid (Guitarra), atualmente fazem parte da banda, Junior Drummer (Bateria) e Fabiones (Baixo).

    Ouça “Better Alone” no Spotify:

    Foto: Nanda Arantes

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  • Unindo música brasileira, rock e metal progressivo, THE TRUE LOVE BROTHERS lança novo EP, “Florestas da mente”

    Unindo música brasileira, rock e metal progressivo, THE TRUE LOVE BROTHERS lança novo EP, “Florestas da mente”

    POR ASSESSORIA

    A banda de rock alternativo The True Love Brothers lança o segundo EP “Florestas da mente”, onde a influência de rock e metal já é mais presente, mas sem perder a originalidade. A banda segue em processo de divulgação deste segundo EP e em busca de oportunidades de tocar as músicas ao vivo. A banda pode ser encontrada em todas as mídias sociais e ambos os EP’s estão disponíveis nas plataformas digitais.

    Fundada em 2015 por amigos, a banda natural de Jaguariúna-SP, conta com influências diversas como música brasileira, rock e metal progressivo, a proposta é fazer um som original, criativo e acessível. Em 2022 a banda lança seu primeiro EP “Crônicas de areia”, onde predomina a mistura de rock com música brasileira.

    EP “Florestas da Mente”:

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  • Sete meses depois, finalmente sai o resultado da morte de D.H. PELIGRO, baterista do DEAD KENNEDYS

    Sete meses depois, finalmente sai o resultado da morte de D.H. PELIGRO, baterista do DEAD KENNEDYS

    Demorou sete meses, mas finalmente foi esclarecido o motivo da morte de D.H. Peligro, lendário baterista do Dead Kennedys. Falecido em 28 de outubro do ano passado, na ocasião a polícia de Los Angeles informou que Peligro havia morrido em decorrência de um trauma na cabeça ocasionado por uma queda acidental. No entanto, a informação foi errônea.

    O TMZ teve acesso ao relatório da autópsia que acaba de ser revelado e, de acordo com o documento oficial, o baterista de 63 anos perdeu a vida pelos efeitos resultantes da combinação de fentanil e heroína. Apesar da mistura de ilícitos que ceifou a vida de Peligro, foi descoberto que em paralelo o músico sofria de câncer no pulmão.

    Peligro teve três passagens pelo Dead Kennedys, sendo a primeira de 1981 a 1986. Nesse período, o baterista gravou um EP e três álbuns de estúdio. Em sua volta em 2001, Peligro permaneceu no grupo até 2008. Sua última passagem pelo Dead Kennedys durou de 2009 a 2022. Além do Dead KennedysD.H. Peligro passou ainda por Red Hot Chili PeppersJungle Studs e gravou alguns discos solo.

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  • YES lança clipe de “All Connected”; segundo single de “Mirror to the Sky”

    YES lança clipe de “All Connected”; segundo single de “Mirror to the Sky”

    O YES, atualmente formado por Steve Howe, Geoff Downes, Jon Davison, Billy Sherwood e Jay Schellen, tem o prazer de anunciar seu novo álbum de estúdio, Mirror to the Sky, através da InsideOutMusic/Sony Music, para o próximo dia 19 de maio. “Este é um álbum muito importante para a banda”, afirma Steve Howe, o membro mais antigo do YES, mestre guitarrista e produtor de Mirror to the Sky. “Mantivemos a continuidade na abordagem que estabelecemos em The Quest, mas não nos repetimos. Isso foi o principal. Como o YES fez nos anos setenta, de álbum para álbum, estamos crescendo e avançando. Este álbum mostra que estamos crescendo e construindo novamente”. Para o YES, esse “próximo passo” é uma coleção de novas canções de estúdio, enérgicas, intrincadas, exuberantes e em camadas para um álbum que aumenta o tão anunciado legado da banda, ao mesmo tempo em que traça o caminho para tempos futuros”.

    A banda anuncia também o vídeo do segundo single do álbum. Ouça e assista All Connected:

    Jon Davison comenta: “Eu, junto com meus companheiros de banda, temos o prazer de anunciar que o segundo single do nosso novo álbum Mirror to the Sky, já está à venda. Chama-se All Connected, e é uma faixa mais longa, desafiantes nove minutos. Steve adicionou uma parte instrumental de aço tocante que inicia a jornada. Esta seção cresce emocionalmente e se torna uma trilha gloriosa para as vozes começarem a contar sua história. Billy compôs temas musicais complexos e atraentes que eu ajudei a arranjar, e nós dois compomos os vocais e as letras, cada um de nós cantando suas respectivas partes, criando uma rica tapeçaria vocal.”

    Billy Sherwood acrescenta: “A ideia inicial veio de um esboço musical que eu havia criado usando a ideia de nossa ‘conectividade’ em relação às comunicações na era moderna. É muito emocionante saber que o YES mantém essa vantagem e energia que todos nós conhecemos e amamos. Espero que gostem tanto quanto nós gostamos de criá-lo.”

    Você também pode assistir ao vídeo de Cut From The Stars:

    Mirror to the Sky estará disponível em vários formatos, todos com ilustrações de Roger Dean, artista e colaborador de longa data do YES: Ltd Deluxe Electric Blue 2LP+2CD+Blu-ray Artbook com poster Ltd Deluxe 2CD+Blu-ray Artbook

    Ltd 2CD Digipak Standard CD Jewel case As edições Blu-ray do Gatefold 2LP+LP-Booklet e Digital incluem o álbum em Dolby Atmos, som surround 5.1, versões instrumentais e mixagens estéreo de alta resolução.

    Encomende aqui: https://Yes-Band.lnk.to/MirrorToTheSky

    Tracklist: CD1:

    1. Cut From The Stars 05:27
    2. All Connected 09:02
    3. Luminosity 09:04
    4. Living Out Their Dream 04:45
    5. Mirror to the Sky 13:53
    6. Circles of Time 04:59
    CD2:
    1. Unknown Place 08:15
    2. One Second Is Enough 04:04
    3. Magic Potion 04:08

    Quando estavam terminando The Quest, o YES se deparou com esboços de músicas, estruturas e ideias que exigiam atenção. O grupo recebeu apoio incondicional do chefe da InsideOut, Thomas Waber, que os encorajou a seguir em frente no estúdio, meses antes de The Quest ser colocado à venda. Era como jogar gasolina em seu fogo criativo.

    “Quando entregamos tudo, e eles estavam colocando o vinil e tudo mais em produção para fabricação, ainda estávamos nessa zona criativa”, explica Steve Howe. “A confiança que Thomas depositou em nós significou muito”, acrescenta.

    “Nós nos damos muito bem como pessoas”, diz Jon Davison. “Sinto que todos estão focados para o círculo maior, concêntricos para o núcleo dos mais altos padrões que definem o YES. É uma coisa maravilhosa de testemunhar e fazer parte. Acho que isso se reflete vibrantemente na música e na contribuição criativa que cada um está disposto a aplicar, não para o benefício do indivíduo, mas para o todo maior que é o YES.”

    “Havia muito material circulando porque a banda não fazia nada no estúdio há muito tempo. As ideias eram abundantes”, diz o baixista Billy Sherwood. “O ritmo era rápido. Assim que terminamos The Quest e a mixagem saiu, fizemos algumas pausas para recuperar o fôlego. Mas a música continuou fluindo no loop. Não paramos de trabalhar nisso. Como estávamos todos em casa e nesse modo as coisas começaram a progredir muito rapidamente, passamos de um álbum para outro sem anunciar: “Estamos trabalhando em um segundo disco”. Continuamos trabalhando no material. Veio com bastante naturalidade e fomos aperfeiçoando à medida em que o processo avançava. Mas as primeiras explosões, havia muito material por aí!”

    Para a alegria de todos, incluindo o fã de longa data Thomas Waber, o YES entrou em território que praticamente inventou, a epopeia do prog rock, embora de uma forma completamente nova e moderna. “Sempre achei que seria ótimo fazer coisas um pouco mais épicas”, diz ele, embora tenha resistido à tentação de procurar algo que fosse muito formatado e pudesse parecer inventado. Ele apenas deu espaço para a banda fazer o que eles sabem fazer e deixar as coisas se desenvolverem. “Eles estavam tão animados com The Quest e o impulso que tiveram que voltaram direto ao estúdio. O que eles estavam escrevendo, mesmo no início, estava obviamente indo nessa direção épica, que para mim é realmente a música do YES. É quase um gênero em si. É ‘Yes Music’. Mirror To The Sky é definitivamente Yes Music.”

    Mirror To The Sky contém não uma, mas quatro faixas de mais de oito minutos de duração, com o tema avassalador e cinematográfico que dá título ao álbum, de quase quatorze minutos. Além disso, as faixas, como Yes’ best, levam o ouvinte a uma ampla jornada de paisagens sonoras dinâmicas que também mostram as guitarras deslumbrantes de Steve Howe, os vocais cristalinos e angelicais de Jon Davison, o baixo habilmente dançante de Billy Sherwood, sons impecáveis, melodias requintadas e preenchimentos do mago do teclado Geoff Downes e as explosões magistralmente controladas de Jay Schellen na bateria.

    Jay Schellen, que está em turnê com a banda desde 2016, foi escolhido a dedo para ocupar o cargo de seu mentor e amigo Alan White quando o mesmo infelizmente faleceu em 2022. “Eu tinha feito a turnê Topographic Drama de 2016 por conta própria para Alan“, diz Jay. “A partir do final de 2017, tivemos uma parceria, e uma parceria linda, posso acrescentar. Aprendi muito e descobri muitas coisas sobre o estilo do Alan e por que ele era do jeito que era. Encaixava perfeitamente na personalidade dele. Este álbum está impregnado da presença de Alan. Está dentro de nós. Então isso ainda está no meu coração, o Alan estar presente e com a gente, e comigo, em grande estilo”.

    YES ONLINE: www.yesworld.com www.facebook.com/yestheband www.twitter.com/yesofficial www.youtube.com/user/yesofficial www.instagram.com/yesofficial www.soundcloud.com/yesofficial

    INSIDEOUTMUSIC ONLINE: www.insideoutmusic.com www.youtube.com/InsideOutMusicTV www.facebook.com/InsideOutMusic www.twitter.com/insideouteu

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  • Projeto de black metal sinfônico PUERIGNIS lança novo álbum, “Sons of Abomination”, via Coffin Joe Records

    Projeto de black metal sinfônico PUERIGNIS lança novo álbum, “Sons of Abomination”, via Coffin Joe Records

    POR ASSESSORIA 

    Liderada pelo músico Cypher (Nelson Rodrigues), Puerignis é uma banda singular que apresenta uma abordagem única de black metal sinfônico moderno, combinando instrumentos clássicos com sintetizadores modernos e técnicas de guitarra e orquestração. Com influências que abrangem desde o death metal até a música clássica, a banda tem como objetivo oferecer uma nova perspectiva sobre o gênero.

    Com sua abordagem original, a banda busca imprimir um novo viés no cenário do black metal sinfônico moderno, conquistando cada vez mais seguidores. Seu novo álbum, “Sons of Abomination”, lançado pela Coffin Joe Records, é uma obra musical que redefine o metal sinfônico moderno, unindo elementos clássicos com técnicas de produção e guitarra inovadoras.

    Com oito faixas inéditas, o álbum apresenta uma variedade de sons e temas que refletem a visão artística e criativa de Puerignis. Com produção impecável, destaca a habilidade de Nelson Rodrigues como compositor e arranjador, oferecendo uma experiência musical extrema e emocionante. “Sons of Abomination” é uma mistura única de agressividade e sofisticação, que leva o gênero a novos patamares de criatividade.

    Com o lançamento deste álbum, Puerignis se consolida e mostra que a criatividade e originalidade são as chaves para o sucesso na música contemporânea. Esta obra musical merece ser apreciada por todos os fãs de música que buscam algo diferente do convencional. “Sons of Abomination” já está disponível em todas as plataformas de streaming e promete muito com sua abordagem única e inovadora do gênero.

    Tracklist: Technological Caprice, Virtual Luxury, A.I (Cyber Apocalipse), The Wolves and Snakes Reunion, Total Disconection, Sons Of Abomination, Screaming of the Abyss & Technological Symphony.

    Escute “Sons of Abomination”:

    O projeto de Black Metal Sinfônico Moderno Puerignis lançou em março o videclipe de “Virtual Luxury”, faixa que faz parte do novo full “Sons of Abomination”. Nesse foi usada uma atmosfera sombria, direta, bonita e sincera acerca do que o homem acredita ser nocivo na sociedade moderna. Assista:

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  • Turnê de DIRE STRAITS LEGACY começa nesta quarta-feira (3)

    Turnê de DIRE STRAITS LEGACY começa nesta quarta-feira (3)

    POR ASSESSORIA 

    Nesta quarta-feira (3) a banda DIRE STRAITS LEGACY dá início às apresentações no Brasil da For You World Tour.

    Confira as datas: Data: 03 de maio (quarta-feira) Local: Teatro Positivo / Curitiba – PR Ingressos aqui.

    Data: 04 de maio (quinta-feira) Local: Araujo Vianna / Porto Alegre – RS Ingressos aqui.

    Data: 05 de maio (sexta-feira) Local: Arena Farma Conde / São José dos Campos – SP Ingressos aqui.

    Data: 07 de maio (domingo) Local: Espaço Unimed / São Paulo – SP Ingressos aqui.

    Data: 12 de maio (sexta-feira) Local: Ginásio Aecim Tocantins / Cuiabá – MT Ingressos aqui.

    Data: 13 de maio (sábado) Local: Ginásio Guanadizão / Campo Grande – MS Ingressos aqui.

    Data: 18 de maio (quinta-feira) Local: Centro de Convenções PUC Ingressos aqui.

    Data: 19 de maio (sexta-feira) Local: Arena Miraflores / Vitória da Conquista – BA Ingressos aqui.

    Data: 20 de maio (sábado) Local: Armazém Hall / Lauro de Freitas – BA Ingressos aqui.

    Formada por músicos que fizeram parte de diferentes fases da carreira do Dire Straits, a banda apresenta um show único e emocional que revive a inesquecível e mágica atmosfera da icônica banda britânica.

    “Money for Nothing”, “So Far Away”, “Sultans of Swing”, “Walk of Life”, “Romeo and Juliet” e muitas outras canções memoráveis interpretadas ao vivo por Alan Clark(teclados), Phil Palmer (guitarra), Mel Collins (sax), Jack Sonni (guitarra), John Giblin (baixo), Marco Caviglia (voz e guitarra), Primiano Dibiase (teclados), Danny Cummings (percussão e voz) e Cristiano Micalizzi (bateria).

    Sobre Dire Straits Legacy Formada por integrantes de diferentes fases da carreira da banda britânica formada na década de 70, a DIRE STRAITS LEGACY está em permanente evolução e, além de manter viva a memória de canções atemporais, como “Romeo and Juliet”, “Sultans of Swing”, “Money for Nothing”, “Tunnel of Love”, “Walk of Life”, “When It Comes to You”, “You and Your Friend”, “On Every Street” e muitos outros hits, apresenta novas composições.

    Alan Clark integrou o Dire Straits de 1980 a 1985 e participou de discos e turnês. Ao lado de Alan Clark estão Phil Palmer (direção musical/guitarra/voz), que trabalhou com Dire Straits de 1990 a 1992, e o renomado saxofonista Mel Collins, membro do Dire Straits de 1983 a 1985, que tocou no famoso Alchemy Live Album e no EP Twisting By The Pool.

    O percussionista Danny Cummings integrou o Dire Straits em 1990 e participou do álbum e tunê On Every Street. E o guitarrista Jack Sonni participou das gravações e turnê do álbum Brothers in Arms.

    Completam a Dire Straits Legacy músicos renomados que tocaram ao lado dos maiores nomes da música internacional. O baixista John Giblin gravou e fez turnês com Peter Gabriel, Annie Lennox, Phil Collins e a banda Simple Minds. Os italianos que se juntam à banda são o baterista Cristiano Micalizzi, que já trabalhou com Eros Ramazzotti e Laura Pausini, o guitarrista e vocalista Marco Caviglia e o tecladista Primiano Dibiase.

    Sobre os integrantes

    Alan Clark (teclados) Alan ingressou no Dire Straits em 1980, tornando-se seu primeiro e principal tecladista, e é conhecido como seu diretor musical não oficial. Além de trabalhar com a banda até sua dissolução, em 1995, ao lado de Mark Knopfler, co-produziu o último álbum da banda, On Every Street. O músico tocou e gravou com uma longa lista de outros artistas, foi membro da banda de Eric Clapton e diretor musical de Tina Turner por vários anos. Mais recentemente, produziu com Phil Palmer o álbum de 3 Chord Trick do LEGACY.

    Cristiano Micalizzi (bateria) Formado na Beerklee College of Music, em Boston, Cristiano Micalizzi é um dos bateristas mais respeitados da Itália e trabalhou com artistas italianos populares em todo o mundo, como Eros Ramazzotti e Laura Pausini.

    Danny Cummings (percussão e voz) Danny juntou-se ao Dire Straits como seu percussionista em 1990 e tocou no álbum On Every Street, assim como na turnê. Fora de Dire Straits, ele trabalhou com grandes artistas, incluindo Tina Turner, George Michael, Bryan Adams, Pino Daniele, e foi o baterista em Mark Knopfler durante vários anos.

    Jack Sonni (guitarra) O músico, escritor e ex-executivo de marketing Jack Sonni foi convidado por Mark Knopfler para se juntar à banda para as sessões de gravações e turnê do álbum Brothers in Arms, lançado em 1985. Sonni também participou da turnê do mesmo álbum e permaneceu na banda até 1988.

    John Giblin (baixo) O baixista John Giblin, além de transitar por diferentes gêneros musicais como jazz, clássico, rock, folk e música de vanguarda, gravou trilhas sonoras de filmes e música contemporânea. Giblin também gravou e se apresentou ao vivo com Peter Gabriel, Annie Lennox, Phil Collins e a banda Simple Minds.

    Marco Caviglia (voz e guitarra) Apaixonado pela música de Dire Straits e seu mentor musical Mark Knopfler, Marco, nascido em Roma, formou a banda Solid Rock em 1988 e em 1990 fez uma turnê com o lendário bluesman do Notting Hillbillies, Steve Phillips. Mas seu sonho era tocar com seus “heróis” do Dire Straits, e esse sonho se tornou realidade em 2010 a DS Legends, e agora novamente com a Dire Straits Legacy.

    Mel Collins (sax) Mel se juntou ao Dire Straits em 1982 e tocou no álbum e turnê Love Over Gold e no álbum Twisting by the Pool. Ele também tocou com uma diversos artistas e bandas, incluindo Stones, Camel, Eric Clapton, Joe Cocker, Tears for Fears. Mel é um dos membros da formação original do King Crimson.

    Phil Palmer (guitarra) Phil ingressou no Dire Straits em 1990 e tocou no álbum On Every Street e na turnê mundial do mesmo álbum. Ele é um dos principais guitarristas do mundo, tendo tocado em mais de 450 álbuns e realizado turnês com alguns dos maiores artistas do mundo; pense em um nome e Phil provavelmente já tocou com esse artista. Ele também foi membro da banda de Eric Clapton, onde ele conheceu seu colega da Dire Straits Legacy, Alan Clark, e é um membro fundador da Dire Straits Legacy.

    Primiano Dibiase (teclados) O também romano Primiano é um talentoso tecladista que já trabalhou em muitos discos e com muitos artistas, incluindo Richard Bennett, Steve Phillips, Gigi Proietti e Neri Marcorè.

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  • SEMBLANT: “Vermilion Eclipse” completa um ano com muitas conquistas

    SEMBLANT: “Vermilion Eclipse” completa um ano com muitas conquistas

    POR ASSESSORIA 

    O último álbum da Semblant,Vermilion Eclipse, foi lançado mundialmente pela gravadora italiana Frontiers Music e no Brasil pela Shinigami Records. O trabalho completou um ano em abril, trazendo inúmeros resultados positivos para o grupo brasileiro. O álbum os levou a uma turnê na Europa como headliner e conquistou uma nova legião de fãs no Brasil e no exterior. Também chamou atenção da crítica especializada, que o apontou como um dos destaques de 2022.

    A vocalista do grupo, Mizuho Lin, comenta a conquista: “Lançar o Vermilion Eclipse foi mais um grande marco na história da banda. Fizemos nossa primeira turnê headliner europeia, passando por dez países. Nosso videoclipe de ‘Enrage’ conta com mais de 1,2 milhões de acessos. Todo o processo do álbum foi cuidadosamente pensado: estética, sonoridade, estratégias, etc. O resultado foi extremamente positivo e nossa era Vermilion Eclipse ainda não acabou”, revela.

    Como os trabalhos da Semblant não param, há novos planos para este ano, incluindo uma nova turnê pela Europa: “Estamos focando em uma nova turnê como headliner, passando por alguns novos países e revisitando algumas cidades no qual tivemos muito êxito na turnê passada. Estamos muito ansiosos”, conclui a cantora.

    Ouça “Vermilion Eclipse”:

    Quarto trabalho da Semblant, que tem mais de 15 anos de uma carreira sólida, Vermilion Eclipse mostra o grupo com uma poderosa força musical, difícil de definir com uma categorização musical. Com amplas influências dentro do universo do Metal, a Semblant apresenta um trabalho único que une evolução com a sonoridade característica do sexteto.

    A Semblant vem recebendo elogios internacionais da comunidade metal desde o lançamento de Lunar Manifesto  (2014). Atualmente seus videoclipes, somados, contam com mais de 55 milhões de visualizações, apenas no YouTube.

    A Semblant foi formada em 2006 pelo vocalista Sergio Mazul e o tecladista J. Augusto, que uniram forças para criar uma música que apresentasse todos os elementos obscuros e agressivos que apreciavam e amavam no metal. Atualmente, a formação do grupo conta também com a vocalista Mizuho Lin, o guitarrista Juliano Ribeiro, o baterista Welyntom “Thor” Sikora e o baixista Johann Piper.

    Foto: Marcos Decoletta

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