Categoria: Roadie News

  • MOSH METAL FEST – São Paulo (SP)

    MOSH METAL FEST – São Paulo (SP)

    Por Andrei Lopes

    Fotos: Belmilson dos Santos e Antônio Pock Marques 

    São Paulo foi palco do último show da tour do Incantantion pelo Brasil, que contou com datas no Rio de Janeiro (RJ), Belo Horizonte (MG) e Fortaleza (CE) e segue pela América do Sul, passando pela Colômbia, até o seu encerramento no México. Com 34 anos de estrada, o quarteto de death metal vem promovendo o álbum “Tricennial of Blasphemy”, lançado em 2022. O único membro de sua formação original é o vocalista e guitarrista John McEntee, que se mostrou um tanto acessível nesta passagem pela banda no país – vide uma série de fotos com fãs, bem como fazendo lives em suas redes sociais, acompanhando os shows das demais bandas companheiras na tour, muitas vezes junto ao público da pista.

    O local escolhido para o Mosh Metal Fest, realizado pela Mosh Productions, foi o Teatro Mars, localizado na Bela Vista, região central de São Paulo, que mostrou organização e boa estrutura. Em conversa com um colega, técnico de aúdio/luz, funcionário residente, ele comentou que é de costume a locação para eventos corporativos. O hall de acesso possui um bom espaço para recepcionar público em geral, e palco/bar ficam localizados no primeiro andar, e chapelaria ao lado da porta de acesso ao centro de eventos. Além de disponibilizar camarote, frente ao palco. Algo que não notei é se há elevadores para facilitar o acesso a pessoas com dificuldades de locomoção. Por não ser talvez um local de costume para eventos de rock/metal (até onde tenho conhecimento, através de colegas, foram shows pontuais e o evento “Bloco Emo”) havia poucos dos clássicos ambulantes, sejam para venda de bebidas, ou os varais de camisetas a venda na porta.

    Com abertura dos portões às 15, e início por volta das 17h30 apenas, a abertura ficou por conta do O Cara do Metal. De nome verdadeiro Ian Garbinato, viralizou através de conteúdo através das redes sociais, onde se intitula “SOMOS A NOVA GERAÇÃO DO METAL BRASILEIRO”. Em seus vídeos há vocais covers, entrevistas com grandes nomes do metal nacional, e opiniões sobre diversos temas, bem como suas músicas próprias, onde procura fazer críticas a temas contemporâneos, porém com tom de humor (o que não tem sido nada engraçado para alguns muitos). Em um setlist curto, para poucos presentes, a apresentação contou com a banda de apoio, que conta com os vocais de Luana Cruz, onde uma das principais críticas dos presentes, foi a de que a mesma foi “atravessada” em diversos momentos da apresentação, tendo seus vocais “cobertos” pelos de Ian.

    Com rápido intervalo para preparo de palco, e um público já considerável (cerca de 70% da lotação da casa), pontualmente às 18h40 a banda de black metal Vazio, subia ao palco. A banda está firmada como um dos maiores nomes da música extrema nacional após o sucesso do aclamado álbum “Eterno Aeon Obscuro” (2020), e seguido pelo também bem recepcionado “Quo Mors”. O quarteto liderado pelo vocalista Renato Gimenez, que figura na seção Blind Ear da ed. 273 da ROADIE CREW, executou músicas que fazem parte não só dos acima citados, mas de todo material lançado até então, como “Eterno Vazio”, além das já conceituadas “Nascido no Fogo” e “Ancestral Rebelião”. Nesta apresentação, o som da casa colaborou para que a banda trouxesse, além do peso, a atmosfera característica de sua temática ocultista e de celebração ao lado negro da ancestralidade.

    Mantendo a pontualidade entre as saídas das bandas, e preparo de palco, o The Troops of Doom, vindo de grandes shows no Abril Pro Rock em Recife/PE em 13 de maio e no Mosh Metal Meeting, em  Pomerode/SC, no dia anterior, adentrou ao palco por volta das 19h40. No intervalo, verifiquei a disponibilidade de alguns itens no evento. Havia merchs de diferentes naturezas de todas as bandas, como discos e patchs, além das camisetas, mas notei que não havia mais camisetas do Incantantion à venda – creio terem acabado os estoques nos shows anteriores da tour.

    O quarteto de thrash/death metal, que conta com Jairo “Tormentor” Guedz, membro da formação original do Sepultura, já encontrou a casa com o que seria a lotação máxima do público para o evento. Em um show enérgico, o set trouxe músicas dos sólidos “The Rise of Heresy” (EP, 2020), “The Absence of Light” (EP, 2021) e “Antichrist Reborn” (2022), começando com “The Devil’s Tale”, “Between The Devil and The Deep Blue Sea”, “Altar of Delusion” e  “Far From Your God”.

    O entusiasmado vocalista e baixista Alex Kafer, em constante interação com os presentes, pedia a abertura das rodas de mosh, e era prontamente atendido. A banda executa uma sonoridade calcada no que foi a velha escola do final dos anos 80 e começo de 90, mas como uma roupagem atual (me refiro às possibilidades musicalmente tecnológicas), agradando um público de gerações diferentes. Trazendo, além de “The Monarch” e “The Rise of Heresy”, as músicas da fase de Jairo Guedz no Sepultura, como “Bestial Devastation” e “Morbid Visions” (recém-relançada pelos irmãos Cavalera na mesma data e horário que o The Troops of Doom lançou o single “Prelude to Blasphemy”), o quarteto fechou com o clássico que dá nome à banda.

    Levaram o público ao êxtase e usando um bom estoque da energia dos presentes, que ainda teriam três shows pela frente. Nesta apresentação em específico, notei o que seriam os primeiros aparentemente problemas técnicos, pois inicialmente as guitarras pareciam “estouradas”, o que cobria a voz de Alex. Creio que uma má distribuição talvez, pois a melhor qualidade do áudio se ouvia do lado esquerdo da plateia, do meio para a direita, chegou a distorcer ao ponto da bateria ficar inaudível. Apesar dos percalços, apresentação honesta e enérgica do The Troops of Doom.

    Seguimos, para o show que á princípio, não ocorreria em São Paulo. A Crypta estava escalada, e esteve presente nos demais shows da tour, mas poucos dias antes do evento foi confirmada para o festival na capital paulistana. O aclamado álbum “Echos of the Soul” solidificou a Crypta como uma das maiores do metal nacional e, inclusive, tem rendido um grande reconhecimento internacional após apresentações como no Wacken Open Air de 2022 e tours ao lado de nomes como Morbid Angel. Abrindo “Death Arcana” a apresentação se inicia, mostrando sempre como a banda está em seu melhor formato e já mostrando de uma experiência que por vezes algumas bandas de longa data não apresentam.

    Jéssica Falchi e Tainá Bergamaschi possuem sinergia impecável na guitarra, e Fernanda Lira com um vocal potente e extremo carisma sabe como guiar o público e envolvê-los em sua apresentação, enquanto Luana Dametto dita o ritmo em composições complexas e de extrema técnica e precisão na bateria. Porém, algo que foi pressentido acabou por acontecer… Não tenho conhecimento técnico para dizer se tratou de configuração dos responsáveis pelo áudio, ou o suporte dos equipamentos residentes, mas em determinado momento um dos PAs queimou e a apresentação teve que ficar paralisada por cerca de 20/25 minutos. Obviamente, isso acaba sendo um balde de água frio, tanto para público quanto para músicos. Porém, não deixando a peteca cair, elas retornaram ao palco para exímia execução das já clássicas “Kali” e “Starvation”.

    Após o encerramento da Crypta havia a apreensão dentre alguns sobre como seria o desenrolar das apresentações de Incantation e Dorsal Atlântica, tanto na parte de som quanto ao atraso ocasionado – algumas pessoas contam com o horário de funcionamento de transporte público no retorno para casa. Após o atendimento a alguns fãs na região próxima ao bar, John McEntee se prepara para subir ao palco com os companheiros de Incantation.

    Nos primeiros riffs, mostram-se que foram feitos os ajustes necessários para que a banda desferisse o seu death metal visceral e cavernoso, em um set que contou com sons de grandes clássicos, como “Onward to Golgotha” e “Diabolical Conquest” até a promoção do seu trabalho mais atual e que nomeia a tour “Tricennial of Blasphemy”.

    A última passagem da banda pela terra da garoa havia sido ao lado do Suffocation em 2022, dentre outras que ocorreram por aqui ao longo dos 34 anos de carreira, como no Setembro Negro de 2019. No entanto, com o público já fiel e alguns que estavam a presenciar o show pela primeira vez, a recepção foi positivamente brutal e todos pareceram estar ansiosos para aula de metal extremo apresentada pelo quarteto. Embora a figura de McEntee seja algo de algo mais receptivo com o público, seja fora do palco ou nele, em nada isto tira a densidade da atmosfera do som que a banda se propõe a fazer desde o seu primórdio, com uma discografia que se mostra não influenciada por características sazonais que aconteceram na indústria ao longo dos últimos anos. Sem interferências técnicas desta vez, entregaram o que se costuma esperar, da passagem de bandas gringas e clássicas por aqui.

    Conforme comentado anteriormente, dado ao horário (por volta de 23h30), cerca de 60% do público inicial ainda se manteve para receber o grande Dorsal Atlântica, que iniciou o set com “Imperium”, faixa-título do álbum de 2014. O grupo carioca passou por alguns hiatos em sua carreira, deixando muitos headbangers com falta de ver o seu metal característico entre o começo do século até 2012, e de 2017 até o lançamento de “Pandemia”, em 2021.

    Foto: Antônio Pock Marques

    Vindos de shows no Hell’o’rizonte Mosh Fest e no Abril Pro Rock, Carlos Lopes (vocal e guitarra), Alexandre Castellan (baixo) e Léo Pagani (bateria) fizeram um set que se priorizou, na primeira parte, os sons mais atuais, como “Stalingrado” e “Meu Filho me Vingará”, ambas de “2012”; “Belo Monte”, de “Canudos” (2017); e “Burro”, de “Pandemia” (2021). Embora tenha havido a redução de público, isso nada influenciou na apresentação da clássica banda brasileira, que vem tendo a sua história completa relatada nas páginas da ROADIE CREW, na seção Background.

    Foto: Antônio Pock Marques

    Em recente entrevista, Carlos Lopes citou as mudanças da indústria musical e na maneira de consumo atual e, embora possa parecer um discurso saudosista – porém, em nada errado –, criticou a ausência de algo mais orgânico na cena. Isto se reflete nas apresentações da Dorsal ao vivo, trazendo a essência dos anos 80 aos dias atuais, e mantendo o discurso sobre o que acreditam. E falando em anos 80, os clássicos eternos tiveram espaço no show com a execução de “Tortura”, “Vitória” e “Metal Desunido”, de “Dividir & Conquistar” (1988); “Caçador da Noite” e “Guerrilha”, de “Antes do Fim” (1986). Assim se encerrou uma noite para apreciadores de diversas vertentes do metal que, apesar dos percalços no decorrer do evento, tiveram uma boa experiência através de grandes apresentações.

    Foto: Antônio Pock Marques
     

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  • WHIPLASH – SÃO PAULO (SP)

    WHIPLASH – SÃO PAULO (SP)

    Por Nelson Souza Lima
    Fotos: Dani Moreira (@danimoreirafotografia)

    Os americanos do Whiplash fizeram no último dia 19 em São Paulo a sua única apresentação em solo brasileiro. Após passar por Chile e Argentina, os pioneiros do thrash metal estremeceram as estruturas da Jai Club, localizado na zona sul da capital paulista. E para alegria geral da “thrasheirada” essa tour contou ainda com a participação dos colombianos porradeiros da Perpetual Warfare.


    Whiplash é banda icônica e muito reverenciada. Liderada pelo vocalista e guitarrista Tony Portaro – único membro da formação original –, surgiu em 1984 em Passaic/Nova Jérsei, e gravou álbuns emblemáticos como “Power And Pain” (1986) e “Ticket To Mayhem” (1987). Atualmente integram o grupo, ao lado de Portaro, o baixista Will Dank DeLong e o batera Ron Lipnicki. O show teve organização e produção da Caveira Velha Produções, que tem primazia em trazer da gringa bandas relevantes da cena pesada. A noite contou também com as locais Suck This Punch, Nuclear Frost, Blasthrash, Cranial Crusher e Cemitério. Ou seja, sete bandas no palco, virou um festival thrash/death/black.


    De última hora a organização convocou o STP para abrir os serviços. E, desculpem a brincadeira, não estou falando do Stone Temple Pilots e sim dos limeirenses Suck This Punch. Na estrada desde 2015 o grupo liderado pelo vocalista/baixista Tadeu Bon Scott (será que ele gosta de AC/DC?) vem sedimentando a estrada com coesão e porradarias. As críticas são bastante elogiosas ao grupo e no set mostraram músicas de seus dois discos “Fire, Cold and Steel” (2015) e “The Evil On All Of Us” (2022). Atualmente o STP é um power trio sendo completado por Phil Seven (guitarra e vocais) e Matt Pezzoti (batera). Os riffs, licks e solos competentes de Phil Seven são muito inspirados em Zakk Wylde, se mostrando criativos e envolventes. O show dos limeirenses foi curto, em virtude do tempo, com as envolventes “Blindman”, “Machines”, “Best Gun”, “Just Follows” e “Alone”. Como ainda era cedo havia pouca gente na casa, porém quem estava lá conferiu uma ótima abertura do evento.


    Na sequência o corre para preparar o equipo para o Nuclear Frost, um quarteto com sonoridade extrema e apocalíptica formado pela vocalista Gabi Crust Force,  cujo vocal gutural impressiona pela técnica. Ladeando a Gabi estão os competentes F(e)j(a)o (guitarra), Nilson Slaughter (baixo) e Huevo (bateria). O grupo mostrou presença de palco e porradarias dos discos “Nuclear Winter Gloom” (2011) e “Anti-Christ/Anti-Nazi” (2012). Com quase dez anos de carreira, o Nuclear Frost se mostra mais uma das forças da música extrema nacional com condições de alçar voos maiores. Inclusive, o quarteto já realizou uma tour pela Europa em 2014. A essa altura o público na Jai aumentou consideravelmente. Em outras palavras, a temperatura e o termômetro thrasheiro iam subindo à medida que as bandas se alternavam no palco e os fãs chegando.


    Terminada a apresentação do Nuclear Frost nova troca de equipo para receber o Cranial Crusher. Mais um trio talentoso com sonoridade que vai do heavy ao crust punk, o Cranial é formado por Renan Stoiani (vocal e baixo), Lucas Aímola (guitarra e aniversariante da noite) e Guilherme “Fruto” Fructuoso (bateria). Vindos de São Bernardo do Campo, no ABC paulista, o trio está na estrada há 13 anos e é herdeiro daquela leva oitentista metaleira que revelou entre outros o Centúrias com letras engajadas que falam de injustiças sociais, em prol do proletariado. As classes sociais mais baixas são sempre massacradas pelo sistema, o que Stoiani fez questão de destacar durante o show da Cranial Crusher. O mais recente trabalho, “Ciclo da Degradação” (2023), baseou o set do trio que trouxe, entre outras, “Marcha do Regresso”, “Tendência Suicida”, “Ciclo da Degradação”, “Distopia” e “Necrópole”. Além do cover bacanudo “Sign of Evil”, dos alemães do Violent Force. Mais uma apresentação de alto nível. A esta altura as primeiras rodas se formaram. Público e temperatura subindo.


    Novo corre dos roadies para receber os paulistanos do Blasthrash. Com vinte e cinco anos de estrada, o quinteto formado por Dario Viola (vocal), Jhon França e Diego Rocha (guitarras), Diego Nogueira (baixo) e Rafael Sampaio (bateria), é uma das forças do thrash brasuca. No currículo dos caras estão apresentações ao lado de gigantes como Tankard, Overkill, Onslaught, Ratos de Porão, D.F.C e Vader. Liderado pelo vocalista Dario Viola, o grupo mostrou um set que passeou pelos álbuns “No Traces Left Behind” (2005) e “Violence Just For Fun” (2008), além do novo single “Fake News”, que fala sobre a onda de mentiras e incertezas provocadas por notícias falsas divulgadas nas redes sociais. Os caras abriram o set com “Freedom Lies Dead” e, entre outras, mandaram “Nudity on T.V”, “Violence Just For Fun”, “VxSxF”, “Assassin”, “On The Shores of Uncertainty” e “Possessed by Beer”, com direito a copos de cerveja ao alto e saudações ao aniversariante Lucas Aímola da Cranial Chusher. Os caras encerraram o set com “P.O.T.N.”. E muitas rodas formadas em outra apresentação de alto nível. A banda agradeceu o convite para tocar, enalteceu a produção da Caveira Velha e pediu aplausos para as bandas que vinham a seguir.


    Na sequência subiu ao palco o trio Cemitério. Com seu death metal cinematográfico, o trio paulistano formado por Hugo Colon (vocal e baixo), Douglas Maciel (guitarra) e Guilherme Souza (bateria) deu mais uma mostra de competência e domínio de palco e público. A esta altura as rodas já se formavam, com direito a fãs mais exaltados subindo no palco para o insano stage dive. Indo na contramão da maioria dos grupos, o trio traz letras em português com referências a clássicos B do terror. Na discografia se destacam o full length “Cemitério” (2014), o EP “Oãixac Odéz” (2016), reverência a José Mojica Marins, (1936-2020), o Zé do Caixão. No set insano do Cemitério porradas como “Pague para Entrar, Reze para Sair”. “Natal Sangrento”, “A última Casa à Esquerda”, “Sentinela dos Malditos”, “Sexta-Feira 13”, “Holocausto Canibal”, “A Vingança de Crospy”, “Quadrilha de Sádicos”, “Morte Infernal” e “Tara Diabólica”. Várias rodas se formaram durante o cataclisma do Cemitério o que só elevou ainda mais a temperatura para Perpetual Warfare e Whiplash.


    Como já disse outras vezes, shows em casas pequenas como a Jai Club permitem contato bem próximo com os músicos. Ver os grupos de pertinho, trocar ideia e cervejas enquanto se preparam o equipo é de boa. Foi o caso novamente. Quando o Perpetual Warfare subiu ao palco para sua apresentação os fãs já se acotovelavam saudando os colombianos. A Perpetual Warfare é dos grandes representantes, senão o maior, do Thrash Metal feito no país vizinho. Criados em 2006 na capital Bogotá, a banda liderada pelos irmãos Camilo Muñoz (vocal e guitarra) e Wilson Muñoz (baixo) trouxe para São Paulo a Power and Warfare Tour, mostrando maturidade, praticando o melhor Thrash, ótimo domínio de palco e interação com os fãs. Wilson além de dominar o contrabaixo faz caras e bocas e tomou vários goles de cerveja presenteado pelo público.

    A banda estava super à vontade, saudando os fãs e propondo união entre os povos sul-americanos contra a dominação econômica gringa. Camilo alegou não falar muito bem português, porém com a energia passada pela galera o astral estava lá em cima. Foram pouco mais de sessenta minutos de apresentação em alta voltagem com músicas de todos seus álbuns lançados pelos colombianos. Letras em inglês e espanhol em arranjos muito porradeiros demonstram que a PW deu conta do recado. “Terminator Seed” do disco The Age Of War, de 2013, abriu o set dos caras, seguidos por “A.C.A.B (Total Hate)” do Earthliens, de 2018 e “Showbixxx”, também do The Age Of War. Aliás, o disco estreante da banda foi o que mais contribuiu com o set list. Desse álbum vieram ainda “Otro Cadaver Más”, com direito a refrão cantado a plenos pulmões pelos fãs e “Noche Violenta”. Do disco “Grita o Muere (15 anos de Guerra)”, de 2021, mandaram a faixa-título, “Borrego de Dios” e “Realidad Maldita Realidad”; de “Justicia, Liberta y Decadencia” (2010), mandaram “Muerto on Pogo”, com direito a uma roda insana e muitos stage dives. A banda fechou o set com “The Agony”, de 2020, mostrando que sua primeira passagem pelo Brasil já deixou aquele gostinho de quero mais.


    Mesmo após uma saraivada de bandas e porradarias o público ainda queria mais. O gran finale, tão aguardado com o Whiplash não demorou pra começar. Quando Portaro, Lipnicki e Delong subiram ao palco para sua apresentação os fãs mostraram estar empolgados e com fôlego. Pra ver os americanos a casa já estava lotada, sinal de rodas e mergulhos do palco. Rápida passagem de som para abrirem já no gás com “Last Man Alive”, do clássico álbum “Power and Pain”. Aliás, o disco de estreia foi o que mais contribuiu para o set. Nada mais natural, já que figura entre os maiores do thrash metal.

    Tony Portaro disse que quando lançaram “Power and Pain” não tinham ideia de que faria sucesso e que ali estava ele tocando o álbum quase quarenta anos depois. Antes de encerrarem com quatro músicas de “Power and Pain” tocaram “Killing On Monroe Street”, de “Thrashback” (1998), “Burning of Atlanta” e “Walk The Plank”, de “Ticket to Mayhem”, e “Insult To Injury”, do disco homônimo de 1989.

    Ao tocarem “Stagedive”, Portaro pediu para se formar uma grande roda e que todos perdessem a sanidade. Devidamente atendido a sequência de mergulhos do palco também foi louca. E como prometido o trio mandou uma sequência final com as porradarias: “Red Bomb”, “Spit On Your Grave” e Power Thrashing”, todas de “Power and Pain”. Apesar dos gritos de mais um e apelos, os caras encerraram a apresentação. A tradicional distribuição de palhetas e pedidos para fotos mostraram que o Whiplash tem muitos seguidores em nosso país. Valeu a pena esperar tanto tempo pra ver os caras pela primeira vez.  Se vão voltar, não se sabe. Mas que os fãs estão na febre, isso estão.

  • Belgas do EVIL INVADERS tocam neste domingo em São Paulo

    Belgas do EVIL INVADERS tocam neste domingo em São Paulo

    A extensa turnê da banda belga Evil Invaders pela América Latina passará por São Paulo no dia 28 de maio (domingo), com um show na Jai Club. O evento, que terá início às 16h, contará com a presença do Flageladör, Eskröta, Night Prowler e Biter. “Estamos quase uma semana em nossa turnê latino-americana, onde tocamos no México, Costa Rica, Colômbia e Peru. Vamos para o Chile e depois para o Brasil. Já faz muito tempo desde que tocamos aí e estamos ansiosos para ver todos vocês, maníacos loucos! A última vez foi foda e estamos de volta para levantar o inferno com você mais uma vez”, declarou o vocalista e guitarrista Joe.

    Criado na cidade de Leopoldsburg (BEL) em 2007, o grupo de thrash/speed metal Evil Invaders, atualmente formado por Joe (vocal e guitarra), Max (guitarra), Joeri (baixo) e Senne Jacobs (bateria), vem promovendo o seu terceiro álbum de estúdio, “Shattering Reflection”, com shows nos principais festivais europeus de metal, entre eles o Alcatraz Festival e o Graspop Metal Meeting. O material mais recente, lançado em abril de 2022 pela Napalm Records e que sucede “Feed Me Violence” (2017) e ao vivo “Surge of Insanity” (2019), recebeu críticas altamente positivas da mídia, como do Metal Injection, considerando como “o álbum do ano”, e o Distorted Sound (ING), que deu nota máxima. As faixas “Die for Me”, “In Deepest Black” e “Sledgehammer Justice” foram promovidas com vídeos.

    – ABERTURAS –

    O Flageladör, que se encontra em estúdio produzindo o seu quinto álbum, “Culto Aos Decibéis”, conta com Armandö Macedö (vocal e guitarra), Alan Magno (baixo e backing vocals), Vinícius Talamonte (bateria) e Junior Bezerra (guitarra, ao vivo). O grupo de speed metal, que surgiu em 2000 em Niterói (RJ) e hoje em dia é radicado em São Paulo, realizou diversas turnês nacionais e no exterior, tendo se apresentado ao lado de nomes como Exciter, Nuclear Assault, R.D.P., Nifelheim, Mayhem, Grim Reaper, Krisiun, Suffocation, Mortiis, Agathocles, entre outras.

    Criada na cidade de Rio Claro (SP) em 2017, a Eskröta promove seu segundo álbum, “Atenciosamente, Eskröta”, sucessor de “Cenas Brutais” (2021) e do EP “T3RROR” (2022). O trio, atualmente formado por Yasmin Amaral (vocal e guitarra), Tamyris Leopoldo (baixo e backing vocal) e o baterista convidado Jhon França, pratica um thrash metal, hardcore e crossover com letras em português.

    Formado no ano de 2015 na cidade Indaiatuba (SP), o Biter foca o seu som no metal dos anos 80, tendo influências da New Wave of British Heavy Metal e speed metal. Brian Adriano (vocal e baixo), Diego Alcon (vocal e guitarra), Jimmy Walcker (guitarra) e Anderson Bregantin (bateria) atualmente promovem o split com a banda Sweet Danger, “Danger ate First Bite”, lançado pela Classic Metal Records, mesmo selo que lançou o debut “The Eyes of the Biter” (2017). Entre as suas diversas turnês, a banda chegou a se apresentar ao lado de bandas internacionais, como Iron Angel, Nuclear Warfare, Ambush e o próprio Evil Invaders.

    A banda de Osasco (SP) Night Prowler foi criada em 2017 e atualmente prepara o segundo álbum, sucessor do debut “No Escape…”, lançado em 2018 pela Kill Again Records e em vinil, em 2021, pela Dying Victims Records. Fernando Donasi (vocal), Luke Couto e Igor Senna (guitarras), Gabriel Teixeira (baixo) e Vinícius Talamonte (bateria) praticam um heavy metal com guitarras velozes e harmônicas, vocal que transita entre o limpo e o agressivo, baixo inquieto e em constante groove, além da bateria pesada e compassada.

    SERVIÇO:
    Atrações: Evil Invaders, Flageladör, Eskröta, Night Prowler e Biter
    Local: Jai Club
    Data: 28 de maio (domingo)
    Horário: a partir das 16h
    Ingressos à venda na loja 255 da Galeria Do Rock (sem taxa)
    Pelo pix entrar em contato com: (11) 94844 3403
    Ingressos online em https://www.clubedoingresso.com/evento/evilinvaders-flagelador-sp

  • CHINA LEE é o entrevistado no ROCK’N’BRASIL desta semana

    CHINA LEE é o entrevistado no ROCK’N’BRASIL desta semana

    O “Rock’n’Brasil” que vai ao nesta terça-feira, 23 de maio, tem como destaque entrevista com China Lee. O vocalista está relançando o álbum “O Prazer É Seu”, que gravou em 1993 com a banda Extravaganza, que tinha na guitarra Ricardo “Micka” Michaelis (ex-Santuário). China falou sobre o relançamento, sobre sua antiga banda, Salário Mínimo, e ainda fez a trilha sonora do programa,

    O “Rock’n’Brasil” é apresentado e produzido por Antonio Carlos Monteiro, redator da ROADIE CREW, e só toca rock nacional. O programa vai ao ar às terças-feiras a partir das 23h (Horário de Brasília) pela MKK Web Rádio (www.mkkwebradio.com.br) e tem apoio da ROADIE CREW. A reprise do programa é transmitida aos domingos às 21h.

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  • TYPE O NEGATIVE celebra Dia Mundial do Gótico com clipe gerado por I.A. para “Halloween in Heaven”

    TYPE O NEGATIVE celebra Dia Mundial do Gótico com clipe gerado por I.A. para “Halloween in Heaven”

    Nesta última segunda-feira, 22 de maio, foi disponibilizado no canal da Nuclear Blast no YouTube um novo videoclipe para o Type O Negative, gerado por Inteligência Artificial. O vídeo celebrou o Dia Mundial do Gótico, que, coincidentemente, também é o mesmo do aniversário do guitarrista do Type, Kenny Hickey. A música escolhida foi Halloween in Heaven, presente no último álbum da banda, Dead Again, de 2007.  

    Com o sarcasmo que sempre foi marca registrada da banda, o baterista Johnny Kelly comentou o clipe: “Um vídeo de inteligência artificial para uma banda artificialmente inteligente”.

    Originalmente composta em homenagem ao saudoso guitarrista do PanteraDimebag, o vídeo apresenta alguns dos grandes ícones do rock e metal que também já faleceram, como John Bonham (Led Zeppelin), John Entwistle (The Who), Bon Scott (AC/DC), Randy Rhoads (Quiet Riot/Ozzy Osbourne), Jimi HendrixJohn LennonGeorge HarrisonJim MorrisonElvis Presley e, claro, Peter Steele, falecido vocalista e baixista do Type O Negative.

    Corinne Larre, do Twisted Hooves Studio, explica como criou o clipe. “Quando a Nuclear Blast me pediu para fazer esse vídeo usando inteligência artificial, eu estava ansioso para explorar as mil possibilidades oferecidas por essa nova tecnologia. Acabei usando uma combinação de duas plataformas: uma que gerava imagens e outra que transformava essas imagens em vídeo. As letras deixaram o campo aberto para muita experimentação”, disse Larre, “Levando a esse universo misterioso e kitsch, que espero que seja uma homenagem à banda. O verdadeiro desafio foi a integração de artistas lendários neste imaginário. É difícil explicar para a A.I. os pequenos detalhes que os tornam únicos como humanos. No final, centenas, até milhares de iterações, devem ter sido feitas para este vídeo!”.

    Larre continuou: “Como artista, acho que é necessário permanecer humilde ao usar a inteligência artificial, pois o assunto causou, com razão, algum debate ético no mundo criativo. Na minha opinião, essas criações não devem ser vistas como obras artísticas em si, mas como os primeiros passos de uma tecnologia que vai revolucionar a criação audiovisual nos próximos anos.”

    Recentemente, a Nuclear Blast relançou Dead Again em vinil e em CD para comemorar o 15° aniversário do álbum. Você pode adquirir sua cópia aqui.

    Assista ao clipe gerado por inteligência artificial para Halloween in Heaven:

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  • KREATOR lança  novo videoclipe, “Conquer and Destroy”

    KREATOR lança novo videoclipe, “Conquer and Destroy”

    VIA NUCLEAR BLAST

    Os titãs do thrash metal KREATOR lançaram um videoclipe para a faixa “Conquer And Destroy” retirado de seu recente álbum Hate Über Alles. O videoclipe ao vivo foi filmado durante o show em Essen, no dia 4 de Março, onde a banda tocou em sua cidade natal diante um público de 6000 pessoas. Este show especial feito na Grugahalle não apenas teve um setlist arrebatador com hinos da carreira da banda, como também contou com uma produção absurdamente alta que solidificou o evento como um dos mais inesquecíveis para aqueles que puderam estar presentes.

    Com a faixa de abertura “Hate Über Alles” até a faixa que fechou o setlist “Pleasure To Kill” a performance da banda rendeu rodas de mosh e muitos punhos para o ar a cada música tocada. O público brasileiro pôde testemunhar esta energia absurda da banda ao vivo em sua apresentação no Summer Breeze Festival em São Paulo.

    A banda está atualmente em turnê pela América do Norte com o SEPULTURA, DEATH ANGEL e SPIRITWORLD.

    ASSISTA AO VIDEOCLIPE PARA ‘CONQUER AND DESTROY’:

    O videoclipe foi dirigido por Chris Schwarz e a produção, pós-produção foram feitas por Isaac Reeder.

    O álbum foi lançado no Brasil e América Latina pela parceria Shinigami Records/Nuclear Blast Records e pode ser adquirido aqui.

    SOBRE KREATOR

    Quando o guitarrista e vocalista Miland ‘Mille’ Petrozza fundou o KREATOR e em 1985 lançou o grandioso Endless Pain, o músico nunca imaginou que a excêntrica fusão de elementos do thash e do black metal trariam um som tão diferente. Ao lançar o sucesso Pleasure to Kill a banda se consagrou lançando um álbum que se tornaria referência para todos os álbuns que foram lançados em 1986, marcando seu ponto na história com lançamentos de bandas como Metallica, Slayer e Megadeth.

    A banda lançou na última década álbuns que marcaram mudanças em seu estilo musical sem retirar a absurda agressividade como no álbum Phantom Antichrist (2012) em que provaram que poderiam abraçar a modernidade das técnicas de produção não deixando aquela vibe do underground de lado. O álbum Gods Of Violence (2017) mostrou a banda alcançar o topo das paradas alemãs pela primeira vez em suas carreiras – uma conquista incrível para uma banda extrema. Este ano a banda retorna com seu décimo quinto álbum Hate Über Alles que também marca o primeiro álbum de estúdio com o baixista Frédéric Leclerq (ex-Dragonforce, Sinsaenum),os guitarristas Mille Petrozza, Sami Yli-Sirniö e o baterista Jürgen ‘Ventor’ Reil.

    Kreator fazendo um dos melhores shows do Summer Breeze Brasil | Foto: Roberto Sant’Anna (Roadie Crew)

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  • Morre o baixista e vocalista ALGY WARD, fundador do TANK

    Morre o baixista e vocalista ALGY WARD, fundador do TANK

    Aos 63 anos de idade, faleceu na última semana em um hospital em Tunbridge Wells, Kent (ING) Algy Ward, baixista do Tank, um dos grupos representantes da New Wave of British Heavy Metal. A notícia foi revelada apenas na última segunda-feira (22), por meio de seu ex-parceiro de banda, Mick Tucker. Disse o guitarrista no Facebook:

    “Descanse em paz, Algy…

    Acabei de ouvir a triste notícia de que meu antigo companheiro de banda faleceu no hospital na última quarta-feira, 17 de maio.

    Formamos uma formidável equipe de compositores quando me juntei ao Tank em 1983 e gravei alguns grandes álbuns ao longo do caminho e (fiz) muitos shows com o Tank e a The Nicky Moore Band, a qual me juntei em 1990 com Algy.

    Nos últimos dois anos, tivemos que continuar sem ele, mas esperávamos um dia poder colocá-lo de volta aos palcos conosco.

    Um copo será erguido esta noite em sua honra!”

    Nas redes sociais do Metallica, para quem o Tank fez abertura na Europa na turnê do álbum Ride the Lightning da banda americana de thrash metal, Lars Ulrich James Hetfield prestaram suas homenagens a Algy Ward:

    “Algy, obrigado pelos bons tempos e pela ótima música. Descanse em paz, brother!” – LARS

    “Obrigado por mostrar a nós, americanos verdes, como funciona a turnê na Europa. Viva o Tank!” – JAMES ‘PAPA HET’

    Nascido Alasdair Mackie Ward, o músico comandou o Tank de 1980 a 1989 e de 1997 a 2007. Nesses dois períodos, gravou diversos trabalhos desde o EP Don’t Walk Away (1981) até o ao vivo Live and Rare (2007), com destaque para o clássico primeiro álbum, Fifth Hounds of Hades, de 1982.

    No ano de 2007, Ward entrou em uma disputa judicial pela disputa do nome da banda, o que resultou em duas formações distintas do Tank, sendo que a que coube a ele comandar levou o nome de Algy Ward’s Tank. Com essa nova versão da banda, gravou os álbuns Breath of the Pit (2013) e Sturmpanzer (2018).

    Além do Tank, Algy Ward passou também por Atom God, Necropolis, Warfare, Warhead e pelas bandas punk The Damned e a australiana The Saints – só para citar algumas. O músico inglês também atuou como produtor para bandas como o próprio Tank, o mencionado Warfare e também para o Bulldozer.

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  • Após turnê com NEIL TURBIN, ex-ANTHRAX, HAMMATHAZ lança novo videoclipe

    Após turnê com NEIL TURBIN, ex-ANTHRAX, HAMMATHAZ lança novo videoclipe

    POR ASSESSORIA 

    O Hammathaz já é um nome bastante conhecido no underground nacional. Afinal, são 20 anos de carreira! Banda estradeira, já fizeram shows em várias regiões do Brasil, participaram de importantes festivais como Virada Cultural e Grito Rock e abriram para bandas renomadas como Mike Portnoy, Angra, Shaman, Ratos de Porão, entre outras.

    Em termos de estúdio o Hammathaz também acumula bastante experiência. Sua discografia é formada por duas demo-tapes (“Antahkarana” de 2006 e “Downfall” de 2009), dois EPs (“Crawling” de 2011 e “Inner Walls” de 2013) e três singles (“Cursing” de 2010, “Enslaved” de 2012 e “So it Comes” de 2018). Convictos naquilo que querem para a banda, mesmo em tempos onde o conceito de “álbum cheio” é deixado de lado, o Hammathaz lançou em 2020 seu primeiro registro nesse formato, “The One”, que foi simultaneamente lançado pela renomada Voice Music no Brasil e Defense Records na Europa. “The One” foi indicado ao Prêmio Dynamite na categoria Melhor Álbum de Heavy Metal. Reflexo do seu talento e profissionalismo, o Hammathaz foi recentemente a banda convidada da primeira turnê brasileira de Neil Turbin, vocalista original do Anthrax. Foram três bem sucedidos shows em Abril: Correria Music Bar em Vila Velha/ES; CDM Metal Fest em Campo do Meio/MG e na Jai Club em São Paulo/SP.

    Atualmente formado por Fernando Xavier no vocal, Thales Statkevicius e Rodrigo Marietto nas guitarras, Anderson Andrade no baixo e Lucas Santos na bateria, o Hammathaz anuncia agora seu novo single, “False Gods”.

    Produzida por Thiago Bianchi com mixagem e masterização de Adair Daufembach, “False Gods” também ganhou um videoclipe dirigido por Marco Vaz.

    Numa ação pioneira, a capa de “False Gods” foi desenvolvida pela própria banda através de um software de inteligência artificial. Para assistir o videoclipe de “False Gods”, acesse:

    Ouça “False Gods” nas plataformas digitais: Spotify: https://bit.ly/3MsQX7Z Deezer: https://bit.ly/3q2mlCR Apple Music: https://bit.ly/3OxOewB Amazon: https://bit.ly/45hQFtn

    Mais Informações: www.facebook.com/hammathaz www.youtube.com/HammaTubeChannel www.instagram.com/hammathazofficial

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  • CHROMESKULL: “Love is For Fools” é lançado, ouça o novo single

    CHROMESKULL: “Love is For Fools” é lançado, ouça o novo single

    POR ASSESSORIA 

    Já está disponível em TODAS as principais plataformas de streaming o novo single do CHROMESKULL, intitulado “Love Is For Fools”, OUÇA AGORA AQUI. Este single, ao lado de “Dog Soldiers” e “You Burn In Hell” (divulgados anteriormente), são previas do que está por vir no novo álbum, “Screaming To The World”, que será lançado ainda neste ano de 2023. Confira: https://li.sten.to/ChromeskullOfficial

    CONTATO PARA SHOWS E TURNÊS: E-mail: [email protected] WhatsApp/Telegram: (46) 98838-7204 – Sangue Frio Produções ASSESSORIA DE IMPRENSA: https://sanguefrioproducoes.com/artistas/CHROMESKULL/101 Contato: www.sanguefrioproducoes.com/contato

    Sites relacionados: https://www.instagram.com/_chromeskull_/ https://facebook.com/Chromeskull/ https://www.youtube.com/@Chromeskull https://li.sten.to/ChromeskullOfficial

    Fonte: Sangue Frio Produções

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  • SHE estreia em breve nos palcos com repertório exclusivamente formado por músicas gravadas por mulheres

    SHE estreia em breve nos palcos com repertório exclusivamente formado por músicas gravadas por mulheres

    POR ASSESSORIA 

    Ainda durante a pandemia de covid-19, com o objetivo de criar e potencializar novos espaços para toda diversidade de raça, gênero e sexo dentro da cena cultural do rock, a Som do Darma foi idealizadora de projetos inclusivos colaborativos. Músicos de todo Brasil foram convidados para se reunirem remotamente e gravar músicas e vídeos que dialogassem diretamente sobre e para os grupos envolvidos. E um desses projetos foi a She!

    A ideia da She é promover e estimular a produção criativa feminina na cena de rock do Brasil. Mais de 30 musicistas passaram pelo projeto, entre elas Fernanda Lira da Crypta, Angel Sberse da Malvada e Karina Menascé do Allen Key. Dez line-ups foram formados e interpretaram The Runaways, Madonna, L7, Warlock, Hole, Siouxie And The Banshees, Joni Mitchell, Lacuna Coil, Plasmatics, Halestorm e The Cranberries.

    Com a proposta de fazer da She uma banda e levá-la para os palcos, a Som do Darma convidou quatro excelentes musicistas que já passaram pelo projeto para formarem esse que será o line-up “ao vivo” da She: a vocalista Jéssica Sirius, a guitarrista Vicki, a baixista Thais Pancheri e a baterista Leonora Molka.

    O quarteto está trabalhando intensamente num setlist incendiário que exclusivamente reunirá músicas gravadas por mulheres ou por bandas com mulheres na formação, tais como The Runaways, Joan Jett, L7, Hole, Garbage, The Cardigans, Patti Smith, Paramore, Avril Lavigne, Bikini Kill, Suzi Quatro, Heart, Warlock, etc. Haverão até mesmo versões de artistas pop como Madonna, Lady Gaga, Amy Winehouse, Rihanna, etc.

    Enquanto a estreia da She nos palcos não acontece, assista os vídeos já lançados e disponíveis no canal da Som do Darma no Youtube: https://bit.ly/432BFy2

    Mais Informações: www.instagram.com/she_rocknroll/ www.youtube.com/somdodarma

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