Categoria: Roadie News

  • A RED NIGHTMARE lança live session e entrevista no projeto Bastards Session

    A RED NIGHTMARE lança live session e entrevista no projeto Bastards Session

    Via A Red Nightmare

    A banda paraense A Red Nightmare acaba de lançar uma live session e entrevista exclusiva no projeto Bastards Session, gravado em novembro de 2022 e lançado no último domingo, dia 30/04/2023. O projeto foi produzido por Grind Bastards, coletivo que produz conteúdo de extrema qualidade, e em seu canal do youtube produz vídeos de bandas paraenses e criou o projeto onde registra em alta qualidade de imagem e som as bandas tocando suas músicas em estúdio.

    O projeto idealizado e dirigido pelo talentoso filmmaker paraense Victor Peixe, contou com a cinegrafia de Victória Sampaio e do Próprio Victor, além da edição de Victor Peixe e Lucas Monteiro. O técnico de gravação foi Léo Santos do Estúdio Zero, enquanto a mixagem e masterização ficaram por conta de Vinicius Carvalho, guitarrista da A Red Nightmare. Por fim, Josenias Júnior assinou a arte do cartaz que traduz em desenho toda a atmosfera desse projeto incrível.

    Formada em 2015 em Belém, A Red Nightmare é uma banda de Death Metal que vem conquistando seu espaço no cenário nacional com seu som pesado e marcante, por se destacar totalmente do que o ouvinte mais experiente possa estar acostumado. Com letras que abordam temas como ansiedade, depressão, corrupção, crises políticas, lutas pessoais e até meio ambiente, a banda busca trazer reflexões sobre a vida moderna em suas músicas.

    Entre seus principais lançamentos, estão o álbum homônimo “A Red Nightmare” (2014), além dos single “Millenium of Hate” (2020) e “Thousand Blind Eyes” (2020), que ganharam destaque nas plataformas de streaming e nas redes sociais. A banda também já lançou diversos videoclipes das músicas, além de versões ao vivo, todas disponíveis no seu canal do youtube.

    Com a live session e entrevista no Bastards Session, A Red Nightmare mostra toda a sua energia e talento ao vivo, apresentando versões exclusivas de suas músicas. Os fãs do death metal único que a banda criou e da performance ao vivo não podem perder essa oportunidade de conferir esse lançamento imperdível.

    A Red Nightmare continua trabalhando em novos projetos e promete novidades em breve. Para acompanhar todas as novidades da banda, basta seguir suas redes sociais e plataformas de streaming. Assista a performance da A Red Nightmare no Bastards Session:

    Instagram: www.instagram.com/arednightmare

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  • HELL’O’RIZONTE MOSH FEST – Belo Horizonte (MG)

    HELL’O’RIZONTE MOSH FEST – Belo Horizonte (MG)

    Por Écio Souza Diniz Ramon da Silva Teixeira

    Fotos: Écio Souza Diniz, Ramon Teixeira e Rodrigo Teixeira

    Mais um evento de peso passou pela capital mineira no último dia 12 de maio. Estamos falando do Hell’O’rizonte Mosh Fest organizado pela Mosh Productions e que trouxe como atrações principais nessa edição de 2023 os estadunidenses do Incantantion e a lendária banda carioca Dorsal Atlântica. O evento ainda trouxe outras três ótimas bandas: Mortifer Rage, a veterana e clássica Mutilator e a Crypta.

    Chegamos por volta das 18:30 horas no Mister Rock, local do evento que representa uma casa importante para a cena underground mineira que vem recebendo ótimos shows nacionais e internacionais em Belo Horizonte. Uma tímida fila já começava a se formar pouco antes dos portões se abrirem. No local já era possível notar um clima de confraternização, com personalidades carimbadas da cena heavy metal belo horizontina como Valério “Exterminator” do Holocausto War Metal e Cláudio David e Bozó do Overdose, em meio ao público que ia chegando e começava a ocupar a casa. Um ponto positivo do evento foi o fato de os organizadores não terem separado a pista por setores. Pista liberada para o público curtir de onde melhor entendesse. O local não ficou completamente abarrotado, embora ainda com um público de tamanho considerável, o que tornou a circulação pelo local muito confortável. Os mais aficionados pelas bandas podiam colar na grade com facilidade.

    Pouco após as 19:30 horas, o início da noite ficou a cargo do Mortifer Rage, banda conceituada, formada em 1999 em Santa Luzia, na região metropolitana da grande Belo Horizonte. Com os álbuns “Legacy of Obsessions” (2001) e “Murderous Ritual” (2008), a banda se firmou como uma das novas caras do underground mineiro. As bases diretas, ríspidas e pesadas típicas da sonoridade da banda juntamente com o vocal poderoso e baixo pulsante de Carlos Pira ecoaram pela casa em faixas como “Genocide of Minds”, “Obscure Chains” e “Hate My Offer”. Com isso, a banda fez a alegria de seus vários fãs e também arrancou boas reações dos demais presentes no show.

    Na sequência entrava em cena a veterana Mutilator, um dos nomes clássicos da cena extrema oitentista de Belo Horizonte. Atualmente a banda traz Ricardo Neves (baixo), único membro original e um dos fundadores da banda, Pedro Ladeira (vocal), Igor “Podrão” Arruda (guitarra), César Pessoa (guitarra; ex-Pathologic Noise) e André Marcio (bateria; ex-Eminence, ex-Overdose). Com energia de sobra, a banda descambou uma avalanche de riffs cortantes e bases rápidas e fulminantes típicas de seu thrash/death. Os adeptos dessa sonoridade orgânica, agressiva e visceral não tiveram folga no bate-cabeça para petardos do eterno clássico “Immortal Force” (1987) do qual tocaram a faíxa título, “Memorial Stone Without a Name”, “Blood Storm”, “Tormented Soul”, “Mutilator” e “Brigade of Hate” Essas pérolas soaram ainda mais poderosas devido à sincronia e interação que os membros dessa formação mostraram ter. Ainda sim cada um se destacou em seu papel. Ricardo tem bases de baixo poderosas e salientes que combinam bem com a batera de André Marcio, enquanto Igor e César se complementam na alternância de solos e execução precisa dos riffs. O vocal de Pedro também se destaca por sua potência e alcance, fazendo jus a interpretação dos clássicos mencionados. Engrossando um pouco mais a pancadaria, a banda ainda executou as arrasadoras “Evil Conspiracy” da demo “Bloodstorm” (1986) e “Nuclear Holocaust” e “Believers of Hell” que sairam na clássica compilação “Warfare Noise” (1986), lançada pela Cogumelo Records e da qual também participaram Chakal, Holocausto e Sarcófago. Um ótimo show, que inclusive fez as rodas de mosh engrenarem de vez.

    Após pouco tempo de intervalo surge no palco Carlos “Vândalo” Lopes, líder e fundador da lendária Dorsal Atlântica, exercendo a função de seu próprio ‘roadie’, cuidando da afinação de seu instrumento e arranjos dos pedais de efeito. Se faz desnecessário explicar o porquê esse era um dos shows mais aguardados da noite, visto a história e grande importância da banda no cenário underground brasileiro. Afinal de contas, a Dorsal, formada no início dos anos 80 por Carlos juntamente com seu irmão Claudio foi responsável por discos que se tornaram pilares do nosso som pesado brazuca, destacando o “Antes do Fim” (1986), que representou o marco zero do crossover brasileiro. Além desse, a banda ainda produziu os incontestáveis “Dividir e Conquistar” (1988) e a tríade que constituiu a primeira Opera Thrash metal do mundo constituída por “Searching for the Light” (1990), “Musical Guide from Stellium” (1992) e “Alea Jact Est” (1994). Ainda teve também “Straight” (1996), trabalho mais pesado da banda, um verdadeiro soco no estômago, com algumas passagens quase grindcore. Após o retorno da banda produzindo álbuns de estúdio, o que se iniciou com o álbum “2012” (2012), seguido por “Imperium” (2014) e os altamente originais “Canudos” (2017) e “Pandemia” (2021), muita expectativa se criou sobre a banda retornar aos palcos, o que felizmente começou a engatar a partir de 2022.

    Especialmente em “Canudos” e “Pandemia”, Carlos vem se dedicando a explorar acentos sonoros tipicamente brasileiros nos riffs, com foco em acentos da música nordestina. Nesse show, como Carlos já vem fazendo, ele trouxe sua guitarra baiana Flying-V, mostrando aos presentes o poderio desse instrumento criado e produzido inteiramente no Brasil. Acompanhado por Braulio Drumond (bateria; Avec Tristesse, Seventh Seal) e Alexandre Castellan (baixo e backing vocal), Carlos reafirmou sua presença de palco sólida na capital mineira, firmada há tempos em apresentações históricas como a ocorrida no clube Ginástico em 1986. Crítico, polêmico, incisivo e sem língua presa, Carlos embalou o peso das músicas, mostrando que ele ainda está em boa forma e performance de palco, interlacando as músicas do setlist com discursos pró-igualdade, anti-fascismo e anti-alienação, que arrancaram a euforia do público.

    A formação atual da Dorsal se mostrou eficiente e bem entrosada na execução de faixas mais pesadas da discografia mais recente da banda como a excelente “Belo Monte” do álbum “Canudos” e “Burro” do álbum “Pandemia”. Da discografia da banda após seu retorno, ainda se destacaram as execuções de duas faixas de 2012: a excelente “Stalingrado” e a marcante “Meu Filho Me Vingará”, esta última cantada alta pelo público. Para terminar de elevar a adrenalina do público, Carlos, Braulio e Alexandre deram o golpe de misericórdia com dois clássicos absolutos: “Tortura” de “Dividir e Conquistar” e “Guerrilha” de “Antes do Fim”. Em “Guerrilha”, Carlos convidou para dividir os vocais o músico e produtor Mark Hellway (Hellway Train), encerrando com primor esse show, histórico inclusive para as novas gerações que antes não puderam assistir a banda. Aliás, isso foi uma das coisas mais legais desse show: o encontro de gerações, representado por fãs veteranos e mais novos da banda.

    Na sequência, com um pequeno atraso para a passagem de som e organização do palco, valeu a pena esperar pela quarta apresentação da noite. Belo Horizonte teve o prazer de receber as garotas da Crypta, banda que tem se tornado renomada no segmento do death metal e vem conquistando os palcos dos festivais mundo a fora. Por volta das 20:50 os PAs do palco começaram a reproduzir a intro “Awakening”. Abrindo com a cadenciada “Death Arcana”, Fernanda Lira (vocal e baixo), Tainá Bergamaschi e Jéssica di Falchi (guitarras) e Luana Dametto (bateria) mostraram a que vieram. A casa foi abaixo. Na sequência atropelaram a todos com “Possessed”. Foi ótimo ver Luana, que bate forte e, concentradíssima, executa blast beats impecáveis. Junto com Fernanda ela forma uma cozinha rápida e certeira. Sempre interagindo com o público, Fernanda chama a mulherada da casa e oferece a elas a fúria certeira com a faixa “Kali”. A essa altura os moshs já estavam aumentando na casa, quando vem o anúncio de “Under the Black Wings” que atinge o público com o seu refrão marcante, ideal para que as cabeças se desloquem do pescoço de tanto bater cabeça. Logo após, elas entram com tudo tocando o seu primeiro single, “Starvation”, música que fala da fome no país – anunciada sob os gritos do público de “Fora Bolsonaro” – e que teve o seu refrão cantado a plenos pulmões pelos presentes. Com um aguardado lançamento de mais um álbum para esse ano, seguiu-se o show com a mais nova música da banda, o single recentemente divulgado “I Resign”. Mantendo firme a pega, vieram os poderosos riffs de “Dark Night of The Soul”. Para fechar com primor a apresentação da banda – que manteve um ótimo entrosamento com o público a noite toda, com as caras e bocas de Fernanda, o headbanging sincronizado das três responsáveis pelas cordas – “From the Ashes”. Mantendo a pegada da noite, mais um show visceral!

    Após tantos arrastões sonoros era hora de mais um para fechar e coroar a noite, trazendo aos palcos o Incantation. Formado em 1989 por John McEntee e Paul Ledney na cidade de Nova Iorque (embora atualmente sediada na cidade de Johnstown, Pensilvania, EUA), o Incantation é uma das instituições e pilares do death metal brutal e cru da cena estadunidense no início dos anos 90. A contribuição de álbuns como “Onward to Golgotha” (1992), “Mortal Throne of Nazarene” (1994) e “Diabolical Conquest” (1998) para o death metal mundial é incontestável e notória. Já com uma relação de longa data com o público brasileiro e de outras passagens pela capital mineira, John McEntee se sentia em casa no Mister Rock, andando em meio ao público, assistindo os shows das outras bandas, tirando fotos com fãs e conversando com as pessoas, antes e depois do seu show. Mais uma vez a apresentação da banda não decepcionou a quantidade significativa de fãs presentes para assisti-la, mantendo uma performance firme e consistente do início ao fim e sem direito a descanso ou pausas para respirar.

    De álbuns mais recentes se destacaram a execução de “Entrails of the Hag Queen” e “Fury’s Manifesto” do álbum “Sect of Vile Divinities” (2020) e “Rites of the Locust” de “Profane Nexus” (2017). Já de seus álbuns clássicos, os melhores momentos ficaram a cargo de “Disciples of Blaphemous Reprisal”, “Impending Diabolical Conquest” e “Desecration (Of the Heavenly Graceful)” de “Diabolical Conquest”, “The Ibex Moon” de “Mortal Throne of Nazarene” e “Profanation” de “Onward to Golgotha”. Além de ótima interação com o público, McEntee e seus comparsas Luke Shively (guitarra), Chuck Sherwood (baixo) e Kyle Severn (bateria) entregaram muito bem o que vieram trazer aos palcos do evento.

    Ao final o saldo do Hell’O’Rizonte Mosh Fest foi positivo, expresso tanto na pontualidade quanto na qualidade das apresentações das bandas que passaram pelo palco do Mister Rock naquela noite. Que eventos assim se tornem mais constantes no nosso cenário underground.

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  • Veterano grupo britânico da NWOBHM, TRESPASS lança clipe de “Daggers Drawn”

    Veterano grupo britânico da NWOBHM, TRESPASS lança clipe de “Daggers Drawn”

    Depois de Blackthorn, os heróis desconhecidos da NWOBHM, Trespass, estão de volta com um novo videoclipe de seu quarto álbum de estúdio, Wolf at the Door. Daggers Drawn tem a urgência de uma banda sedenta por mais – mesmo que o Trespass tenha estado ativo, de uma forma ou de outra, nas últimas quatro décadas -, com uma seção rítmica forte e pulsante e as guitarras gêmeas que são a assinatura do grupo.

    Daggers Drawn definitivamente mostra minha influência do Thin Lizzy”, diz o guitarrista, vocalista e membro fundador do Trespass, Mark Sutcliffe. “É sobre a desumanidade do homem para com o homem e as maneiras intermináveis que encontramos para destruir uns aos outros. E a trágica tendência de passar esse ódio e intolerância inatos para nossos filhos”. 

    Assista o vídeo de Daggers Drawn:

    O Trespass foi formado em 1979 em Sudbury, Suffolk, por Mark Sutcliffe (guitarra, vocal) e seu irmão Paul na bateria. A banda teve sucesso e aclamação da crítica como parte da Nova onda do heavy metal britânico no início dos anos 80, embora tenha lançado apenas alguns singles e um EP – o cult Bright Lights, de 1981. Músicas como  One of These DaysStormchild Bright Lights deixaram sua marca.

    Nos anos 90, o Trespass estava de volta em plena ação e em 1993 a banda finalmente lançou seu tão esperado álbum de estreia, Head, ajudando a manter viva a chama da NWOBHM em uma década sombria para o metal tradicional. O segundo álbum, autointitulado, surgiu em 2015, e o grupo não precisou de mais uma década para uma continuação com Footprints in the Rock sendo lançado três anos depois, com reações confirmando que a música do Trespass ainda é apreciada por fãs de rock e metal em todo o mundo. Enquanto prepara o próximo lançamento completo, o Trespass atualmente está ensaiando um conjunto de clássicos antigos e novos, para shows no Reino Unido e Europa no próximo ano.

    Wolf at the Door será lançado em LP (vinil preto, limitado a 500), CD e formatos digitais via From The Vaults em 26 de maio de 2023.

    Lineup: Mark Sutcliffe – guitar/vocals Joe Fawcett – guitar Jason Roberts – drums Wil Wilmot – bass   Single digital: https://bfan.link/daggers-drawn   Web: https://www.facebook.com/trespassnwobhm https://open.spotify.com/artist/2YbeTJvoU9a8Hd1slqzQWK https://music.apple.com/us/artist/trespass/1299149266
    Foto: Joseph Fairs

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  • Após Brisbane, ERIK GRÖNWALL não melhora da gripe e SKID ROW cancela o restante da turnê australiana

    Após Brisbane, ERIK GRÖNWALL não melhora da gripe e SKID ROW cancela o restante da turnê australiana

    No último dia 17 de maio, o Skid Row precisou cancelar o show ‘sold out’ que faria em Brisbane, Austrália, pelo fato de o vocalista Erik Grönwall ter contraído uma gripe forte que resultou na perda da voz durante a passagem de som realizada pela manhã. A banda comunicou o ocorrido em suas redes sociais e informou que no dia seguinte Grönwall passaria por um médico. O grupo estava confiante para os shows restantes da turnê australiana, que incluía ainda as cidades de Sidnei, Adelaide e Melbourne. Entretanto, mesmo após tocar em Sidnei, o jovem vocalista sueco não apresentou melhoras e na noite da última sexta-feira (19) o Skid Row novamente se desculpou com os fãs em suas redes, informando que as demais datas da turnê pelo país também estão canceladas. Disse a banda:

    “Temos algumas notícias infelizes para compartilhar sobre nossas datas restantes da turnê na Austrália.

    Em primeiro lugar, queremos nos desculpar pelo cancelamento da data inicial do show em Brisbane. Ficamos realmente desapontados por não podermos tocar como planejado e agradecemos sua compreensão.

    Dito isso, após o show da noite passada em Sidnei, os sintomas de gripe de Erik persistiram. Priorizamos o bem-estar dos membros de nossa banda e, após cuidadosa consideração, tomamos a difícil decisão de adiar as datas restantes da turnê australiana.

    Entendemos que esta é uma notícia decepcionante e compartilhamos sua frustração. Esta decisão não é fácil. Saiba que já estamos trabalhando rapidamente para reagendar essas datas o mais rápido possível”.

    No final de abril, o Skid Row foi uma das atrações da edição de estreia do festival alemão Summer Breeze no Brasil. Atualmente o grupo divulga seu mais novo álbum de estúdio, The Gang’s All Here (2022), que marcou a estreia de Erik Grönwall.

    Skid Row, durante apresentação no Summer Breeze Brasil | Foto: Roberto Sant’Anna

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  • BEALE STREET MUSIC FESTIVAL 2023 – Memphis (EUA)

    BEALE STREET MUSIC FESTIVAL 2023 – Memphis (EUA)

    Texto e fotos: Diego Redel

    Na primeira semana de maio, a cidade de Memphis recebeu o aguardado Beale Street Music Festival 2023. Durante três dias, a Beale Street se transformou em um cenário vibrante e repleto de música, atraindo fãs de todos os cinquenta estados norte-americanos e outras dezenas de países. Memphis tem uma história profundamente ligada à música. Conhecido como o berço do blues, foi o lar de grandes lendas como BB King, Muddy Waters e Louis Armstrong. A Beale Street, em particular, desempenhou um papel crucial no desenvolvimento do blues e se tornou um marco cultural importante.


    Desde o início do século XX, ela tem sido o epicentro da música afro-americana em Memphis, abrigando casas de shows que receberam performances lendárias dos maiores nomes do estilo. O Beale Street Music Festival faz parte desse cenário, reunindo artistas de diferentes estilos e gêneros musicais em um só lugar. É uma oportunidade para os amantes da música desfrutarem de shows ao vivo e se conectarem com uma comunidade apaixonada. Realizado no Tom Lee Park, às margens do Rio Mississipi, o festival ofereceu aos participantes uma experiência visualmente interessante. O parque, que é inserido em um cenário natural e pitoresco, permitia que os fãs aproveitassem a música enquanto contemplavam a beleza do rio durante o pôr do sol e do entorno sentados em toalhas ou simplesmente deitados na grama.

    Como meu objetivo era a cobertura fotográfica do festival e as quase sessenta apresentações estavam divididas em quatro palcos super bem dispostos de maneira que o som de um não atingisse o público do outro, escolhi algumas bandas para fotografar. Tomei a decisão avaliando que apresentações aconteceriam ao mesmo tempo e também que a organização do festival limitou a presença da imprensa às três primeiras músicas de cada show.


    No primeiro dia, 5 de maio, concentrei nas apresentações do Blues Stage, que fica bem no coração da Beale Street, enquanto os outros três ficavam a beira do Rio Mississipi. Lá pude conferir as apresentações completas do guitarrista e cantor de blues Keb’ Mo’ e da também guitarrista e cantora do mesmo estilo, Ana Popovic. Keb’ Mo’ é três vezes ganhador do Grammy entregou um blues pós-moderno cheio de influências de folk, country, pop e rock. Elegância e um sorriso largo estão sempre presentes com ele, mesmo enquanto passa o slide nas cordas do seu violão durante “Am I Wrong”.


    A sérvia Ana Popovic, que já morou em Memphis, logo depois de alcançar o primeiro lugar da Billboard com dois álbuns consecutivos, “Blind for Love” (2009) e “Unconditional” (2011), tocou na sequência. Com saltos altos em uma bota tigrada e dominando sua Stratocast, mandou um blues lento e melódico com “Johnnie Ray” e “Slow Dance”, embalando a trilha sonora do berço do blues americano.

    Depois de esbarrar com Ana e Keb no backstage peguei um carrinho de golfe para tentar fotografar a atração que fechava o primeiro dia no South Stage, The Lumineers. Consegui fazer algumas fotos de longe já que o PIT, local onde fazemos as fotos no início das apresentações, já estava fechado.

    The Lumineers é uma banda muito bem-vista de folk rock norte-americano, estilo que ganha mais e mais bons representantes a cada ano. Consegui fotografar as quatro últimas músicas do show que encerrou com “Stubborn Love”, quando a banda toda toca no meio do público. É bem interessante ver a cumplicidade dos músicos com os seus fãs.

    Entre os artistas que brilharam no segundo dia, 6 de Maio, destacam-se Gov’t Mule, Halestorm, Living Colour e Gary Clark Jr. Encerrando com Greta Van Fleet. As apresentações aconteceram quase que simultaneamente, então voltamos ao modus operandi: fotografa três músicas e corre para o próximo.

    Warren Haynes liderou o Gov’t Mule que trouxe seu blues rock característico, cativando a plateia com uma série de músicas do The Allman Brothers no setlist, incluindo o sucesso “Soulshine”.


    Correria até o North Stage para pegar o início de Living Colour. A quase quarentona banda conhecida pela sua fusão de rock, metal e elementos de música negra, mostrou a sua excelência musical numa apresentação enérgica e envolvente. O vocalista Corey Glover é uma atração a parte com os dreadlocks gigantes e coloridos. Todos os grandes sucessos da carreira da banda estavam lá: “Open Letter”, “Cult of Personality” e “Type”, encerrando com um medley matador de “Time’s Up / Get Up (I Feel Like Being a) Sex Machine / What’s Your Favorite Color? (Theme Song)”.

    Voltando ao South Stage, a turma do Halestorm, com a poderosa vocalista Lzzy Hale à frente, entregou um show explosivo com guitarras pesadas e sem maneirar nas distorções. Um som bem diferente do que havia tocado até então, abrindo e incendiando com “I Miss The Misery”, emendando em “Love Bites (So Do I)”.


    O último show da noite de Sábado no North Stage foi do Greta Van Fleet. Eu tinha uma expectativa bastante grande em relação a essa apresentação mediante a toda a polêmica de comparações com Led Zeppelin e tudo mais. Ouvi e gostei dos álbuns gravados. E se estão copiando Led, pelo menos estão mirando em um alvo de respeito, certo?  Mas realmente não sei o que me incomodou, acredito que foi um conjunto de coisas.

    O set de festival com dez músicas poderia ser maior se não fossem os improvisos intermináveis de guitarra que chegavam a durar cinco ou seis minutos. Convenhamos que Jake Kiszka não é um Jimmy Page tocando, a quem poderia observar a noite toda apenas segurando a sua Les Paul 59. Ou a iluminação, mas aí é papo de fotógrafo. Basta dizer que o aparato é de uma banda enorme mas foi super mal usado. Não gera uma atmosfera que algumas bandas conseguem fazer com bem menos recurso.


    Os gêmeos Kiszka, Jake (guitarra) e Josh (vocal) comandam o quarteto que conta ainda com o irmão Sam (baixo) e Danny Wagner (bateria). Entre as músicas estavam todos os sucessos dos dois primeiros álbuns incluindo “Black Smoke Rising”, “Safari Song” e “Heat Above”, e também o single “Meet The Master”, do novo álbum, “Starcatcher”, que será lançado em 21 de julho acompanhado de nova tour.

    No último dia de festival, 7 de maio, acompanhei apenas dois shows. Gary Clark Jr., um dos grandes nomes do blues contemporâneo, impressionou com sua habilidade na guitarra e sua presença magnética de palco. Magnético mesmo, o cara quase não se mexe ou sorri. Mas a música fala por si e “When My Train Pull In”, “Feed The Barbies”, “I Walk Alone” e “Our Stay” fizeram parte do set.

    E o mais esperado, falo por mim, mas acredito que muita gente dividiu esse sentimento, foi a apresentação de Robert Plant e Alisson Krauss. Em cima da hora soubemos que os artistas não autorizaram fotos no PIT. Mas logo esse show? Fui pra frente do palco com a câmera e ali fiquei para não só fotografar, mas também para ter a experiência de ver um Zeppelin ao vivo.


    Plant encantou a jovem e a velha guarda com uma performance perfeita. Para os fãs, assistir Robert Plant ao vivo foi uma experiência quase indescritível. Sua presença lendária e a nostalgia evocada por suas músicas transportaram todos para uma época de ouro da música. A voz única criou um ambiente de êxtase e conexão entre o público e o artista. Foi um momento mágico que deve ter ficar gravado na memória de todos os presentes.

    Clássicos de sua carreira solo, algumas músicas do álbum “Raising Sand” e do recém-lançado “Rise The Roof”, gravadas em colaboração com Alison Krauss, e um gostinho de Led com a versão pra lá de country de “Rock and Roll”, onde o público cantou junto cada palavra. E teve também a lindíssima “The Battle of Evermore”. Foi um show e tanto! Alisson Krauss e Robert Plant formam uma bela e entrosada dupla que ganhou Grammy de melhor álbum country logo no primeiro CD. Plant sempre diz que busca fazer música que o desafie e que não seja igual ao que ele já fez. E ele encontrou essa inspiração no fértil mundo do country americano, com faixas cheias de toques suaves de violino, banjo, pedal steel e bandolin.


    Mais do que um evento musical, o Beale Street Music Festival 2023 foi uma celebração da música, da cultura e da história de Memphis. Com uma programação repleta de artistas talentosos, a energia contagiante do festival ecoou pelas ruas da cidade e reafirmou sua importância no cenário musical mundial. Os espectadores tiveram a oportunidade de vivenciar momentos únicos, mergulhando em uma atmosfera musical intensa e emocionante. Os shows foram pontuais e o tempo que previa chuva colaborou com muito sol e calor. Esse é apenas um festival dos inúmeros que acontecem todas as semanas. O Brasil já faz ótimos e grandes festivais, minha única comparação com o que acontece no exterior seria em relação à quantidade. Que tenhamos muitos mais.

     

  • U.D.O. anuncia novo álbum, “Touchdown”; conheça a capa

    U.D.O. anuncia novo álbum, “Touchdown”; conheça a capa

    O baixinho Udo Dirkschneider, que recentemente esteve no Brasil para alguns shows ao lado do também vocalista Tim “Ripper” Owens, anunciou para o próximo dia 25 de agosto o novo álbum de sua banda, U.D.O.. Intitulado Touchdown, o disco será lançado pela Atomic Fire RecordsTouchdown, 18° álbum de estúdio do U.D.O., marcará a estreia do baixista Peter Baltes, antigo parceiro de Udo no Accept.

    O primeiro single de Touchdown chama-se Forever Free e estará disponível no dia 23 de junho. Faça o pré-save do single e do álbum aqui.

    A belíssima capa de Touchdown, que você confere abaixo, é mais uma criação do fotógrafo internacional Martin Häusler (Helloween, Kissin’ Dynamite, Krokus, Mob Rules, Pink Cream 69, Unisonic, Primal Fear) para o U.D.O.. Já a produção e a mixagem ficaram a cargo de Martin Pfeiffer, enquanto que a masterização é assinada por Stefan Kaufmann, ex-baterista do mencionado Accept.

    Tracklist de Touchdown:
    1. Isolation
    2. The Flood
    3. The Double Dealer’s Club
    4. Fight for the Right
    5. Forever Free
    6. Punchline
    7. Sad Man’s Show
    8. The Betrayer 
    9. Heroes of Freedom
    10. Better Start to Run
    11. The Battle Understood
    12. Living Hell
    13. Touchdown
      U.D.O. é: Udo Dirkschneider – vocal Andrey Smirnov – guitarra Dee Dammers – guitarra Peter Baltes – baixo Sven Dirkschneider – bateria A ROADIE CREW agora tem um canal no Telegram! Participe para receber e debater as principais notícias do mundo do metal
  • GHOST lança EP de covers, “Phantomine”

    GHOST lança EP de covers, “Phantomine”

    Aproveitando o sucesso comercial do álbum Impera (2022), o gigante sueco Ghost lançou na última quinta-feira (18) um novo EP, intitulado Phantomine. Distribuído via Loma Vista RecordingsPhantomine é um EP formado apenas por covers, que vão do pop ao heavy metal, e está saindo nos formatos vinil, CD e também digital. 

    Tracklist de Phantomine:

    1. See No Evil (Television)
    2. Jesus He Knows Me (Genesis)
    3. Haging Around (The Stranglers)
    4. Phantom of the Opera (Iron Maiden)
    5. We Don’t Need Another Hero (Tina Turner). 

    Previamente, o Ghost já havia lançado três singles, acompanhados de videoclipes, para divulgar seu novo EP, Phantomine. Confira-os:

    E com o sucesso de seu último álbum completo de estúdio Impera, de 2022, o Ghost fará no segundo semestre de 2023 uma nova extensa turnê pelos Estados Unidos, tendo como banda de abertura os conterrâneos suecos do Amon Amarth, que atualmente divulgam o álbum The Great Heathen Army, que também foi lançado no ano passado. 

    Confira o cartaz com todo o itinerário da turnê “Re-Imperatour U.S.A. 2023”, que inicia em agosto em Concord, e encerra em Los Angeles, também na Califórnia – para ingressos, acesse aqui.

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  • WITHIN TEMPTATION revela seu novo single, “Wireless”

    WITHIN TEMPTATION revela seu novo single, “Wireless”

    Depois de se apresentar em 2022 como convidado especial do Iron Maiden durante a turnê norte-americana e embarcar na tão esperada “Worlds Collide Tour” – uma grande turnê europeia conjunta com o Evanescence, para a qual venderam quase 200.000 ingressos – 2023 será um ano ainda maior para o WITHIN TEMPTATION.

    Ouça “Wireless” aqui

    O novo single “Wireless”, lançado hoje, marca o início da contagem regressiva para o tão aguardado lançamento de seu oitavo álbum de estúdio, previsto para o final deste ano.

    Uma música ardente e pesada, “Wireless” marca o início de uma nova era para a banda – uma em que eles mantêm seu DNA vivo, mas constroem ainda mais seu aclamado som com riffs poderosos, e refrões épicos. Na letra, a banda também não tem medo de abordar uma série de questões políticas e sociais importantes que existem no mundo de hoje, e esse single tem como alvo aqueles que, sedentos por guerra e tumulto, manipulam e controlam a mídia.

    Sharon den Adel comenta: “”Wireless” é uma música sobre um soldado que vai para a guerra convencido de que está indo por uma boa causa. Ele é doutrinado pela mídia controlada pelo governo e acha que será recebido de volta como um salvador, mas descobre que foi usado. Isso fez com que as pessoas o vissem como um conquistador brutal, e agora ele se encontra do lado errado. Sua vida e a vida de muitos são enganadas e destruídas.”

    “Wireless” deve se tornar uma das favoritas dos fãs e, com sorte, estará presente nas próximas apresentações da banda em festivais na Europa neste verão do hemisfério norte, incluindo um retorno muito aguardado ao Download Festival no Reino Unido, em 9 de junho, e ao Download Festival na Alemanha, em 23 de junho, bem como ao Hellfest na França, em 17 de junho.

    Prepare-se – um novo álbum do Within Temptation está chegando… e muito mais!

    Foto: Tim Tronckoe

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  • GRETA VAN FLEET lança novo single e clipe, “Sacred the Thread; novo álbum, “Starcatcher”, sai em julho

    GRETA VAN FLEET lança novo single e clipe, “Sacred the Thread; novo álbum, “Starcatcher”, sai em julho

    No próximo dia 21 de julho, o Greta Van Fleet lançará seu novo álbum, Starcatcher, via Lava/Republic/EMI. Desse que será seu terceiro álbum de estúdio, a banda apresenta previamente a faixa Sacred the Thread.

    Confira:

    Starcatcher foi produzido pela banda em parceria com o produtor Dave Cobb, vencedor do Grammy. O disco foi gravado no histórico RCA Studios em Nashville (EUA), intencionalmente em uma grande sala, com o intuito de capturar a energia da banda nos palcos.

    “Não tivemos que forçar ou sermos intensos na composição, porque tudo o que aconteceu foi muito instintivo”, afirma o guitarrista Jake Kiszka. “Quando muito, o disco é a nossa perspectiva e resume onde estamos como coletivo e individualmente como músicos”.

    Danny Wagner, o baterista, explica o conceito lírico do disco: “Tínhamos essa ideia de que queríamos contar essas histórias para construir um universo. Queríamos introduzir personagens e motivos e essas ideias que surgiriam aqui e ali ao longo de nossas carreiras por esse mundo”.

    “Quando imagino o mundo de Starcatcher, penso no cosmos”, reflete Sam Kiszka (baixista). “Isso me faz fazer muitas perguntas, como ‘De onde viemos?’ ou ‘O que estamos fazendo aqui?’. Mas também são perguntas como, ‘Que consciência é essa que temos e de onde ela veio?’.

    Confira o tracklist de Starcatcher:

    01. Fate Of The Faithful 02. Waited All Your Life 03. The Falling Sky 04. Sacred The Thread 05. Runway Blues 06. The Indigo Streak 07. Frozen Light 08. The Archer 09. Meeting The Master 10. Farewell For Now

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  • GLENN HUGHES sai e JOHN CORABI volta ao THE DEAD DAISIES; coletânea será lançada em agosto

    GLENN HUGHES sai e JOHN CORABI volta ao THE DEAD DAISIES; coletânea será lançada em agosto

    É oficial: Glenn Hughes está fora e John Corabi retorna ao The Dead Daisies. E como rotatividade é “lei” no The Dead, as novidades não param por aí: pela primeira vez, o baixista Michael Devin, ex-Whitesnake, também se junta ao grupo, que é completado por Doug Aldrich (guitarra), Brian Tichy (bateria) e pelo “dono do bola”, o guitarrista David Lowy. Em sua primeira passagem pelo The Dead Daisies, de 2015 a 2019, Corabi gravou três álbuns de estúdio, Revolución (2015). Make Some Noise (2016) e Burn it Down (2018). Após a saída de Corabi, os Daisies recrutaram Glenn Hughes, que gravou os dois últimos álbuns da banda, Holy Ground (2021) e Radiance (2022).

    Além da reformulação na formação, o The Dead Daisies também informa que no próximo dia 18 de agosto lançará em CD duplo e vinil a coletânea simplesmente intitulada Best Of. O material incluirá duas faixas inéditas, que são sobras da última sessão de estúdio realizada pela banda de hard rock.

    Lowy falou a respeito das novidades na banda: “Tem sido uma década incrível com o The Daisies! Detonamos junto com alguns dos melhores do ramo, fizemos turnês pelo mundo, lançamos oito álbuns e estamos entusiasmados em mostrar o corpo de trabalho da última década com nosso próximo lançamento e turnê do álbum Best Of“, comemorou. “Estou animado para receber John Corabi de volta à banda. Mal posso esperar para voltar à estrada novamente em 2023 para se apresentar para nossos fãs!”.

    Confira o tracklist de Best of

    “Best Of” track listing:

    Disco 1

    01. Miles In Front Of Me 02. Lock N’ Load 03. Face I Love 04. Mexico 05. Midnight Moses 06. With You And I 07. Something I Said 08. Fortunate Son 09. Long Way To Go 10. Song And A Prayer

    Disco 2

    01. Make Some Noise 02. Resurrected 03. Rise Up 04. Holy Ground (Shake The Memory) 05. Unspoken 06. Bustle And Flow 07. Hypnotize Yourself 08. Born To Fly 09. The Healer (previously unreleased track) 10. Let It Set You Free (previously unreleased track)

    The Dead Daisies 2023: (da esq. p/ a dir.) Michael Devil, Brian Tichy, John Corabi, David Howy e Doug Aldrich | Foto: David Pier

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