Categoria: Roadie News

  • Chilenos do SOBERNOT lançam videoclipe da balada “Across the Toxic Dew”

    Chilenos do SOBERNOT lançam videoclipe da balada “Across the Toxic Dew”

    POR ASSESSORIA 

    Mais uma vez os Groove/Thrashers chilenos do Sobernot nos surpreendem lançando a poderosa e imponente balada “Across The Toxic Dew” como quinto videoclipe/single de seu elogiadíssimo segundo álbum “Destroy”.

    Assista “Across The Toxic Dew”:

     

    Essa faixa retrata uma intensa história com uma senhora malvada e sua presa indefesa, juntamente com a banda tocando a música em um local incrível, tudo sob as lentes do proeminente cineasta chileno Erwin Scheel.

    O guitarrista Pablo La’Ronde comenta:

    “Essa é a música em que queríamos expandir nossos limites e fazer uma balada de partir o coração em nosso próprio estilo. Sem dúvida, foi a música que mais gostamos de gravar no estúdio. Há violões de 12 cordas, piano, percussão e muitos detalhes escondidos para você, então ouça com atenção!”

    “Across The Toxic Dew” e todas as outras lançadas como videoclipes oficiais, “Servants Of The Yellow King”“Smoke Masters”“No Mercy” e “Tyrant Machine”, foram importantes para que a banda se tornasse destaque na revista alemã Metal Hammer e, também, conseguisse sua primeira indicação como ‘Melhor Artista de Metal’ na prestigiada agremiação chilena de música, o Pulsar Awards.

    Atualmente, após o lançamento de seu segundo álbum “Destroy”, o grupo segue investindo pesado na internacionalização de sua carreira, já que qualidade para conquistarem o mundo possuem de sobra!

    Sobernot é formado por César “Vaigor” Vigouroux (vocal), Pablo “Chespi” La’Ronde (guitarra), Joaquín “Yakls” Quezada (baixo) e Piero “Pyro” Ramírez (bateria).

    Siga, Curta e Ouça SOBERNOT em: https://linktr.ee/sobernotband

    Para fãs de: Annihilator, Anthrax, Pantera, Testament, Metallica, Megadeth, Iced Earth

    Ouça “Across The Toxic Dew” no Spotify em https://sptfy.com/sobernot_across_the_toxic_dew

    MAIS SOBRE A SOBERNOT em: https://linktr.ee/sobernotband Sobernot é uma banda independente de Groove/Thrash Metal formada em 2015 em Santiago, Chile, que desde os primórdios vêm forjando a sua proposta musical em energéticas apresentações ao vivo, alcançando números cada vez maiores de seguidores. Ao longo dos anos, dividiu o palco com os gigantes chilenos do Atomic Aggressor e Undercroft, e, também, grandes medalhões do metal mundial, como, por exemplo, o Exodus, Hirax, At War, Havok, Crisix, Suffocation e Incantation. Ouça “Destroy” em sua plataforma favorita em https://songwhip.com/sobernot/destroy “Destroy” foi gravado no Estúdio Gabelo e Prestafuego, com a co-produção de Franco Gabelo e Pablo La Ronde, enquanto a masterização foi feito no Estúdio Fascination Street (Suécia), pelas mãos de Tony Lindgren (Opeth, Kreator, Sepultura, Leprous etc). Mídias Sociais/Contato: Facebook: www.facebook.com/sobernot Instagram: www.instagram.com/sobernotband Youtube: www.youtube.com/SobernotBand Twitter: twitter.com/sobernot_band E-mail: [email protected] Fonte/Press Agency: JZ Press (@jzpressassessoria)

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  • ALL IS ALLOWED aposta na junção do moderno e o clássico em álbum de estreia

    ALL IS ALLOWED aposta na junção do moderno e o clássico em álbum de estreia

    POR ASSESSORIA 

    Os Modern Rockers paulistas do All Is Allowed, banda que abriu a bem-sucedida turnê brasileira dos americanos do Red Fang em maio, lançou recentemente em CD físico seu primeiro álbum intitulado “#341”.

    Esse álbum consiste na junção de seus dois EPs oficiais previamente lançados – “Into The Storm” (2021) e “Just Keep Walking” (2022) – e mais uma faixa inédita e exclusiva somente para essa versão em CD chamada “The Watcher”.

    “A “The Watcher” nos diz sobre o dono de tudo. Aquele que não há no universo, um oponente a sua altura, um ser silencioso que podemos vê-lo no passar do tempo. O famoso ‘click silencioso do tempo’, que um dia chegará para todos. E, por esta razão, devemos acordar para o ‘agora’…”, comentou Frank Santos.

    Ouça “Into The Storm” em https://sptfy.com/allisallowed_intothestorm

    Ouça “Just Keep Walking” em https://sptfy.com/allisallowed_justkeepwalking

    Confira a estranheza da pancada “As Cold As Hell” (que ganhou um videoclipe), a bela melodia no meio do caos organizado em “A Ghost Of Myself”, ou a fúria, com ares de Pantera e Black Label Society, na incrível “Sheets And Cigarretes” para comprovar toda a potência do grupo.

    Diretamente da cidade de Campinas/SP, o All Is Allowed mostra com maestria uma sonoridade abrangente que mescla de uma forma moderna todas as influências calcadas nos anos clássicos do Rock, com personalidade própria para qualquer fã de música pesada se esbaldar.

    Em “#341”, além do esmero na produção, nota-se uma abordagem sonora atual que navega facilmente por várias vertentes do metal pesado, hard rock, grunge e southern rock, sempre promovendo um encontro entre o antigo e o novo. As variações rítmicas e seus arranjos intrincados foram criados de uma forma natural e orgânica para que os ótimos ganchos gerados pelas grudentas melodias de Frank Santos (ex-Henceforth) fossem seu carro chefe.

    E não é só a massa sonora que o All Is Allowed se preocupa, pois suas letras são outros pontos fortes por serem envoltas num universo conectado, expressando preocupação com a evolução do ser humano.

    All Is Allowed é formato atualmente por Frank Santos (vocais, ex-Henceforth), Guto Aielo (bateria, ex-Orckout) e Felippe Benassi (guitarra), mas está em busca de um baixista paralelamente à fase de pré-produção de novo material, cuja produção ficará a cargo do músico, produtor e multi-instrumentista renomado Fabiano Negri.

    Para fãs de: Black SabbathSoundgardenAlice In ChainsStone Temple PilotsCreedAlter BridgePantera e Black Label Society

    A relação das faixas de “#341”: Rock Bottom Before You Give Up The Watcher As Cold As Hell The Present Moment A Ghost Of Myself Sheets And Cigarettes Those Ones We Need To Kill Everyday Para adquirir o CD, entre em contato com a banda por e-mail ou através de suas redes sociais. Ouca, Curta e Siga All Is Allowed em: Spotify: https://sptfy.com/allisallowed Facebook: https://www.facebook.com/allisallowedofficial Instagram: https://www.instagram.com/all.is.allowed Youtube: https://youtube.com/@allisallowed9389 Email: [email protected] Fonte/Press Agency: JZ Press (@jzpressassessoria)
    Foto: Fabiano Negri

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  • Morre GEORGE TICKNER, guitarrista cofundador do JOURNEY

    Morre GEORGE TICKNER, guitarrista cofundador do JOURNEY

    Baixa na ‘family tree’ do Journey. De acordo com o TMZ, morreu na última quarta-feira, 5 de julho, o ex-guitarrista e membro cofundador do grupo americano de AOR, George Tickner. Líder do Journey, o também guitarrista Neal Schon, confirmou a morte do ex-parceiro de banda e lamentou o ocorrido: “Tenho uma notícia muito triste. George Tickner, guitarrista base original do Journey e parceiro de composição nos três primeiros álbuns, faleceu”, disse Schon. “Nossas condolências à sua família e amigos, e a todos os membros antigos e atuais da banda. Acho que precisamos dar um abraço grupal”.

    Tickner tinha 76 anos. Até o momento, a causa da morte do guitarrista não foi revelada.

    Como bem recordou Neal Schon, Tickner tem seu nome marcado nos três primeiros álbuns do Journey. O único álbum que ele gravou com a banda foi o homônimo debut lançado em 1975. No entanto, os dois álbuns seguintes, Look into the Future (1976) e Next (1977), contam com algumas músicas compostas pelo guitarrista. George Tickner deixou o Journey para estudar medicina na Stanford Medical School. Por outro lado, Tickner continuou envolvido com música. Ele e seu amigo e ex-parceiro de Journey, o baixista Ross Valory, criaram o estúdio The Hive, onde ele seguiu compondo. Ele, Valory e o tecladista Stevie ‘Keys’ Roseman formaram a banda VTR. Com o VTR, o trio lançou em 2005 o álbum Cinema, que contou com a participação de músicos atuais e antigos do Journey – Neal SchonSteve Smith Prairie Prince.

    Antes de entrar para o Journey, George Tickner havia tocado em uma banda de rock psicodélico de São Francisco chamada Frumious Bandersnatch. Mesmo tendo deixado a banda logo após o álbum de estreia, Tickner continuou amigo da turma. Em 2005, ele esteve com outros membros da banda na cerimônia da Calçada da Fama de Hollywood, onde o Journey recebeu uma estrela.

    George Ticker (o primeiro da fila de cima), junto com outros integrantes do Journey, comemorando a estrela do grupo na Calçada da Fama em Hollywood | Foto: Jeffrey Mayer

    Nas notas do encarte da coleção de box sets Time3 do Journey, o tecladista Gregg Rollie falou de como foi tocar com Tickner: “Ele veio com acordes que eu nunca ouvi. Ele tinha essas mãos enormes, e desafiava suas cordas e criava essas vozes que ninguém mais conseguia”.

    De acordo com o San Francisco Chronicle, para Neal Schon, uma das composições de Tickner para o JourneyOf A Lifetime, ainda é uma de suas músicas favoritas de todos os tempos.

    Journey, ainda com Tickner na guitarra base | Foto: Gems/Getty Images
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  • HELLFEST 2023

    HELLFEST 2023

    Hellfest 2023 – Visual e produção impecáveis

    O gigante dos festivais europeus garante quatro dias de programação intensa e lineup escolhido a dedo

    Texto: Clovis Roman e Damaris Hoffman 

    15/06/2023

    O festival Hellfest, sediado em Clisson, próximo de Nantes, na França, iniciou sua jornada em 2006 e desde então tem desempenhado um papel significativo no cenário da música pesada internacional. Ao longo dos anos, o evento tem visto um crescimento constante, reunindo multidões, algo que, obviamente, se repetiu em 2023. O cast variado, englobando alguns dos melhores nomes do metal e do rock da atualidade, desde clássicos a outros mais recentes, foi a receita perfeita para uma experiência única para o público, vindo de todos os cantos do mundo.

    Um dos shows mais marcantes, a despeito das limitações óbvias advindas da idade dos integrantes, foi o do Kiss. Surgindo no palco em plataformas, mostrando desde o primeiro segundo a preocupação do grupo com a parte visual do espetáculo, que logo mais traria efeitos pirotécnicos e cênicos marcantes, Gene Simmons, Paul Stanley, Tommy Thayer e Eric Singer chegam abrindo com “Detroit Rock City”, apenas um da enxurrada de clássicos do Rock apresentados esta noite. Apesar do script das apresentações, houve momentos únicos, como quando Stanley entoou brevemente o hino francês. Não há nada sobre o Kiss que já não tenha sido dito e escrito no decorrer desse meio século de carreira, seja para o bem ou para o mal. Mas o fato é que o pomposo concerto do quarteto é algo que deve ser experimentado por todos os fãs de rock ao menos uma vez na vida.

    O palco principal nessa primeira data, 15 de junho, também recebeu o rock and roll setentista do Hollywood Vampires, com Alice Cooper e Johnny Depp, enquanto o outro palco de maiores dimensões abriu espaço para nomes mais modernos, como o surpreendente Architects, com um show forte e coeso, o In Flames, que recentemente ressurgiu das cinzas com o excelente disco Foregone e o Parkway Drive, que tem grande prestígio no velho continente. Sons mais alternativos tiveram destaque nos palcos Warzone e Valley, como o Fishbone e o Amenra. Os adeptos das vertentes mais agressivas do Metal se concentraram nos palcos Altar e Temple, nos quais brilharam o Candlemass, que vive um grande momento com o vocalista original Johan Längqvist; o Hypocrisy, liderado pela brilhante mente de Peter Tägtgren, que divulga o álbum Worship, que recicla o que de melhor fizeram nesses mais de 30 anos de carreira; o camaleão Katatonia e o sempre impactante visualmente Behemoth, cuja cenografia é tão forte que às vezes deixa a música em segundo plano.

    16/06/2023

    O punhado de apresentações brilhantes do primeiro dos quatro dias de Hellfest foi apenas uma amostra do que os fãs poderiam presenciar. Um dos dois palcos principais foi mais coeso que no dia anterior, com uma porção significativa de nomes importantes. Os headliners conjuntos foram o Motley Crue, que entregou aquele hard rock datado, mas cativante dos anos 1980. Inclusive, o repertório veio quase todo daquela década, algo que ninguém reclamou. O guitarrista John 5, que entrou ano passado no lugar de Mick Mars, convenceu com tranquilidade, com uma execução impecável e cheia de feeling dos clássicos do grupo. Vince Neil fez o que pôde, apoiado por backing tracks que deram uma força substancial ao seu sempre anasalado vocal. O clima de festa foi similar com a performance do Def Leppard, que trouxe canções novas, mas que brilhou com os hits jurássicos, como “Let’s Get Rocked”, “Love Bites” e as super açuc       aradas “Foolin’” e “Pour Some Sugar on Me”. Antes, o Elegant Weapons abriu caminho para os gigantes da noite, o Skid Row provou que merecia estar no palco principal. A performance caótica do vocalista Erik Grönwall trouxe uma energia extra que praticamente ressuscitou o conjunto. Aliás, eles foram outros que focaram nos hits, tocando pouca coisa do mais recente e ótimo The Gang’s All Here. Como uma prévia do Iron Maiden, que tocaria no sábado (17), ainda tivemos o British Lion, a banda paralela de Steve Harris, que, se não foi uma apresentação histórica, tampouco foi algo esquecível.

    O outro palco principal foi aberto com o Vended, do filho de Corey Taylor do Slipknot, que fez bastante barulho. Dali para a frente, nomes mais acessíveis vieram aos montes, com destaque para os franceses do Eths. Por outro lado, Machine Gun Kelly se mostrou descartável, enquanto Papa Roach e Sum 41 foram bons momentos de nostalgia para fãs de punk e rock alternativo. No Warzone, o Cockney Rejects trouxe seu street punk furioso, enquanto o Less Than Jake focou na diversão. A banda principal do palco, Rancid, foi um rolo compressor, como esperado. Em outros cantos da imensa estrutura do Hellfest, ainda houve tempo para alguns conferirem performances fortes de grupos extremos como o Suffocation, Aborted e Venom Inc, além do Bloodbath, que conta com Jonas Renkse (do Katatonia) e Nick Holmes, frontman do Paradise Lost, ambas também presentes no cast estelar do festival.

    17/06/2023

    O sábado, 17, foi marcado pela performance surreal do Iron Maiden, que parece não enferrujar nunca. Com um repertório focado no lendário Somewhere in Time (1986), resgataram pérolas e inclusive, trouxeram aos palcos pela primeira vez na história, “Alexander the Great”, música pedida pelos fãs para ser tocada ao vivo desde seu lançamento. As peripécias e falas de Bruce Dickinson são cativantes, assim como a performance técnica do sexteto, com um brilho especial de Adrian Smith, que esbanja bom gosto em cada arranjo, riff solo e melodia. Entre as inquestionáveis “Fear of the Dark”, “Iron Maiden” e “The Trooper”, as inimagináveis “The Prisoner” e “Caught Somewhere in Time” levaram vários às lágrimas, seja daqueles próximos a grade, seja dos que ficaram mais distantes e tiveram nos telões um grande aliado. Em um evento dessa magnitude, é bastante difícil transitar com facilidade entre os palcos, pelas distâncias, fluxo de pessoas e pelos horários conflitantes. Todavia, nesse cenário, esses desafios fazem parte da experiência e não causam tanto sofrimento assim. É tudo parte da experiência de viver quatro dias em total função da música.

    Nomes consolidados no mercado europeu como Within Temptation, Powerwolf e Arch Enemy foram os destaques do segundo palco principal, apesar do show desse último ter focado demais em seus trabalhos mais recentes, visivelmente de menor impacto ao vivo. Mostrando a diversidade do lineup, em outros cantos do local, o Municipal Waste destruiu na turnê do ótimo Electrified Brain, mas apesar disso, focaram mais no disco The Art of Partying, do qual selecionaram meia dúzia de petardos. Entre idas e vindas, o Black Flag está desfigurado, porém, entregou momentos de boa diversão no mesmo palco Warzone, assim como o Pro-Pain e seu hardcore metal brutal e áspero. Liderado pelo baixista e vocalista Gary Meskil, o quarteto abriu rodas de pogo e reuniu bastante gente no decorrer do seu setlist de aproximadamente 45 minutos. O palco Altar, por sua vez, nesse dia recebeu bandas de sonoridade hermética, como o Voivod e o Meshuggah, que impressiona com a precisão instrumental e hipnotiza mesmo com frieza na interação (ou falta de) com o público. Músicas como “Rational Gaze” ou “Demiurge” falam por si só, assim como a antiga “Future Breed Machine”. Quem queria algo pesado, mas menos carrancudo, correu para o Temple para conferir os estranhos do Finntroll.

    18/06/2023

    O último dia de Hellfest guardou as maiores e melhores surpresas para os palcos secundários. Mesmo com o cansaço após dias de andanças e hospedagem em barracas dos mais diferentes estilos e confortos, a galera não deixou de comparecer cedo para a despedida da edição 2023 do festival. O esforçado Evil Invaders e o obsoleto Holy Moses prepararam o terreno para os gigantes do thrash metal Dark Angel e Testament, que como de costume promoveram seus habituais massacres sonoros. O grupo de Eric Meyer, Gene Hoglan e companhia mandou uma seleção primorosa de clássicos do disco Darkness Descends, entre outros, e entregou mais do que o esperado, ainda mais com o recém falecimento do membro fundador Jim Durkin, em fevereiro último. O Testament contou com o retorno de Alex Skolnic às guitarras após um breve período de afastamento, e que forma, ao lado de Eric Peterson, uma das melhores duplas de guitarristas do thrash metal de todos os tempos. Um repertório balanceado entre o antigo e o novo, deixando a fase intermediária de lado, foi a fórmula de mais um show certeiro. Parece que os anos não causam nenhum dano ao grupo, muito pelo contrário. Ainda em destaque o rock maluco do Melvins (teve até cover do The Beatles) e o death metal casca grossa do Benediction.

    O Paradise Lost foi outro grande destaque, pois jogou com o regulamento debaixo do braço e deu uma certa ênfase ao Draconian Times, que quase os alçou ao mainstream nos anos 1990, selecionando pérolas menos antigas, como “Faith Divides Us – Death Unites Us” e “No Hope in Sight”. Mais cedo, no mesmo palco Temple, o progressivo The Old Dead Tree entregou uma coesão absurda e momentos sublimes como “We Cry As One”, do debut The Nameless Disease (2003), além da estreia do novo single “Terrified” ao vivo. Com o chegar da noite, as expectativas aumentavam para os headliners Pantera e Slipknot, antecedidos pelo death metal viking e melodioso do Amon Amarth, que trouxe um vistoso palco e encenações de lutas em “The Way of Viking”. O Hatebreed abusou da agressividade com “Destroy Everything” e outras músicas bastante parecidas, tornando o show um tanto homogêneo demais. O Tenacious D. se mostrou a piada sem graça que sempre foi.

    O Pantera é um tributo ao lendário grupo dos anos 1990, com dois membros da formação mais importante: o vocalista Phil Anselmo e o baixista Rex Brown, ao lado de Charlie Benante (Anthrax) e Zakk Wylde (Ozzy Osbourne). Com isto em mente, difícil não mergulhar de cabeça com petardos como “A New Level” ou “Mouth of War” e, mais para a frente, com “Walk” e “Cowboys from Hell”. Anselmo cantou como conseguiu e Wylde respeitou o legado de Dimebag Darrell, algo inesperado e louvável. A festa foi encerrada oficialmente com o Slipknot, que mesmo com a recém saída de Craig “133” Jones, não se deixou afetar e comprovou que merece o status de uma das maiores bandas do metal da atualidade. O show foi alicerçado por uma sequência espetacular de sucessos e músicas poderosas, tendo como único deslize “The Devil in I”, que funciona apenas em estúdio mesmo. De resto, os petardos do álbum Slipknot, “Eyeless”, “Spit It Out”, “Surfacing” e a caótica “Wait and Bleed”, com uma pegada um tanto menos brutal, foram os highlights, além da faixa de abertura, “The Blister Exists”.

    A experiência

    O Hellfest é muito mais do que apenas um conjunto de palcos e shows. É um verdadeiro complexo de entretenimento que oferece uma experiência completa aos seus participantes. Além das bandas renomadas e outras emergentes, o evento conta com uma ampla gama de atividades e atrações adicionais. Uma das características marcantes é o diversificado merchandising, que vai desde produtos das bandas e gravadoras até itens exclusivos do próprio festival. Além disso, oferece amplas áreas de lazer, onde os visitantes podem relaxar, interagir com outros fãs e desfrutar de diversas opções de alimentação e bebidas. Há também espaços para atividades recreativas, como jogos, exposições de arte e feiras, sem contar a roda gigante e a icônica estátua de Lemmy Kilmister, proporcionando uma atmosfera vibrante e única.

    A estrutura gigante é outro aspecto impressionante, com palcos imponentes e telões que ajudam muito aqueles que preferem ficar mais ao fundo, que assim o fazem para conseguirem se deslocar com mais facilidade entre as áreas de shows. A infraestrutura é planejada para garantir o conforto e a segurança da turba de headbangers que toma de assalto o Hellfest todos os anos. Temos no Brasil festivais que oferecem infraestruturas condizente com os padrões europeus, todavia, a experiência de pisar em solo francês e participar in-loco de um dos maiores e mais consagrados festivais da música pesada no mundo é algo que transcende as palavras. Não à toa, todos os anos os ingressos se esgotam em minutos, muito antes mesmo do anúncio das bandas que participarão.

    Esperamos que o Summer Breeze Open Air Brasil continue a trazer esse modelo europeu cheio de experiências e cresça a cada ano.

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  • Martin Simson’s Destroyer Of Death: projeto anuncia debut com CJ Grimmark (Narnia) Rob Rock, Jørn Lande, Anders Johansson e Rex Carroll

    Martin Simson’s Destroyer Of Death: projeto anuncia debut com CJ Grimmark (Narnia) Rob Rock, Jørn Lande, Anders Johansson e Rex Carroll

    POR ASSESSORIA 

    Após a excelente repercussão obtida com os singles ‘Destroyer Of Death’ e ‘Master Of All’ , imprensa especializada e também  fãs de Heavy Metal como um todo criaram altas expectativas e também dúvidas de como o álbum completo do projeto Martin Simson’s Destroyer Of Death soaria/seriae esses questionamentos serão todos sanados no dia 29/0/2003 com o lançamento de ‘Eternal Reign’.

    ‘Eternal Reign’ contém 10 faixas, oito com Rob Rock (Impellitteri, Solo) nos vocais principais e duas faixas com Jørn Lande (MasterPlan, Solo) nos vocais e conta na parte instrumental com a presença do líder, baixista e compositor Martin SimsomCJ Grimmark (Narnia, Rob Rock, Saviour Machine, Empire 21) na guitarra, teclados e produção e Anders Köllerfors na bateria, além das participações especiais de Rex Carrol (Whitecross, Fierce Heart) nos solos de guitarra de ‘Rapture’ e do baterista Anders Johansson (Manowar, ex Hammerfall, ex Stratovarius, ex Yngwie Malmsteen, entre outros) em uma das versões de ‘Master Of All’.

    Sobre o single ‘Master Of All’ Anders Johansson  diz que “esta é uma grande canção com grandes músicos envolvidos”, já Martin diz que “estou muito feliz que esse dia tenha enfim chegado. Foi um grande prazer trabalhar com Jørn, Anders e novamente com CJ Grimmark“.

    Martin Simson é um fã e músico de heavy metal de longa data, que começou a escrever músicas e letras em 2020, algumas das quais chamaram a atenção da lenda e amigo da guitarra, CJ Grimmark, resultando no que vem a ser ‘Eternal Reign’.

    O álbum será lançado no dia 29 de setembro pelo selo JONO Music (SUE) de Jonatan Samuelsson (Narnia, Starmen), Martin Simson Music (EUA) e distribuição digital pela Sound Pollution Distribution (SUE).

    Track List:

    01 Holy Ground

    02 Eternal Reign

    03 Master of All (Extended Version)

    04 Rapture (ft. Rex Carroll)

    05 Never Surrender

    06 Dragon Defeated

    07 War Within

    08 Destroyer of Death (Remixed & Remastered)

    09 Glory to the King

    10 Master of All (Remixed & Remastered)

    Capa por Markus Sigfridsson (Darkwater, Harmony)

    Faça o pre-save de ‘Eternal Reign’ em sua plataforma de streaming favorita:

    https://orcd.co/eternal-reign  

    Ouça ‘Destroyer Of Death’

    Ouça ‘Master Of All’ (feat. Jørn Lande Anders Johansson)

    Martin Simson’s Destroyer Of Death é:

    Martin Simson – Baixo

    Músicos convidados:

    Rob Rock – Vocal Principal e Backing Vocals

    Jørn Lande –  Vocal principal e Backing Vocals em ‘Master Of All’

    CJ Grimmark – Guitarra e teclados

    Rex Carrol – Guitarra solo em ‘Rapture’

    Anders Köllerfors – Bateria

    Anders Johansson – Bateria em ‘Master Of All’

     

    Contato:

    Facebook: https://www.facebook.com/DestroyerOfDeath

    Instagram: @MSDestroyerOfDeath

    Twitter: @DestroyerOfDea2

     

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  • STARMEN: hard rockers suecos lançam novo e empolgante single, “Radioactive”

    STARMEN: hard rockers suecos lançam novo e empolgante single, “Radioactive”

    POR ASSESSORIA 

    A banda sueca de hard rock Starmen lança hoje o single e vídeo para ‘Radioactive’, o primeiro single de seu quarto álbum, ‘Starmenized’. Este grande sucesso melódico inicia a contagem regressiva para o lançamento do álbum via Melodic Passion Records e Sound Pollution em 8 de setembro de 2023 e dá uma amostra do que os ouvintes de todo o mundo podem esperar.

    Quando o álbum ‘By the Grace of Rock ‘n’ Roll’ em 2021, pessoas de todo o mundo começaram a notar seriamente essa banda. Além de um honroso segundo lugar no Juryn (O Júri) da revista Sweden Rock, elogios vieram dos EUA, América do Sul, Austrália, Japão e Europa. Palavras inspiradoras, que com certeza ajudaram a banda no estúdio, pois em ‘Starmenized’ a motivação está no auge.

    No mesmo estilo dos heróis do rock dos anos 70 e 80, a banda vai até ao fim em termos de imagem com maquilhagem completa e acompanha roupa de palco, onde cada membro tem a sua cor. Claro, você pode ver referências às bandas dessa época na aparência e no estilo musical, mas é aí que as semelhanças terminam. Starmen escreve suas próprias canções e não tem medo de trazer a música das décadas anteriores para o presente.

    “É ótimo finalmente poder lançar este primeiro single do álbum. Vamos oferecer uma verdadeira cavalgada de sucesso com hard rock melodioso, que esperamos chegar ainda mais longe do que já fizemos antes”, anuncia o vocalista da banda, Kristian Hermanson, e que é apoiado pelos demais integrantes.

    O álbum tem um tema gráfico adequado que gira consistentemente em torno de super-heróis e estrelas do rock em um estilo retrô de quadrinhos.

    Das 10 faixas do álbum, Starmen lançará pelo menos 8 vídeos e este é o primeiro! O nível de ambição está no auge e também há rumores de que a banda se prepara para dar sequência ao álbum ao vivo.

    ‘Starmenized’ é produzido por Kristian Hermanson e será lançado pela gravadora Melodic Passion Records em colaboração com a Sound Pollution Distribution em 8 de setembro de 2023.

    Confira o videoclipe de ‘Radioactive‘:

    Faça o pré-save de “Starmenized” em sua plataforma digital favorita:

    https://orcd.co/starmenized

    Starmen é:

    Starman Red (Kristian Hermanson): Voz e guitarra base

    Starman Purple (Andreas Lindgren): Guitarra solo e vocal

    Starman Gold (Jonatan Samuelsson): Baixo e vocal

    Starman Silver (Marcus Sjöblom): Bateria e vocal 

    Foto: Peter Lindgren

    Contato:

    Site: https://starmen.se/

    Facebook: https://www.facebook.com/starmen.se

    E-mail: [email protected]

    Instagram: @ starmen.rock

    Youtube: https://bit.ly/2Z93xkL

    Foto: Anna Lisa Hellqvist

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  • OVERDOSE NUCLEAR lança novo álbum, “Metal do Mangue”, carregado de críticas sociais e ambientais

    OVERDOSE NUCLEAR lança novo álbum, “Metal do Mangue”, carregado de críticas sociais e ambientais

    POR ASSESSORIA 

    Foi disponibilizado em todas as plataformas digitais o álbum “Metal do Mangue”, da banda de Thrash Metal OVERDOSE NUCLEAR, de Ubatuba/SP. Composto de nove faixas, dentre elas um cover para Cowboy Fora da Lei”, do eterno Rei do Rock Raul Seixas, o álbum ratifica a posição da banda no cenário brasileiro: depois de mais de dez anos de intensas atividades, tendo lançado uma demo e um álbum, “Metal do Mangue” torna o OVERDOSE NUCLEAR um dos principais nomes do estilo no Brasil. Verdadeiro sinônimo e exemplo de paixão e dedicação dos músicos independentes que buscam divulgar o Thrash Metal e manter viva a energia e a atitude do gênero, Julio Candinho (vocal), Marcus Goulart (guitarra), Gustavo Albado (baixo) e Rodrigo Kusayama (bateria) não medem esforços para criar músicas de qualidade com muito peso e agressividade.

    Embora Ubatuba, localizada no litoral norte do Estado de São Paulo, não seja uma cidade muito conhecida no cenário do Metal, coube ao OVERDOSE NUCLEAR contribuir para fortalecer a cena do Metal na região. Além disso, desde a sua formação, a banda tem se dedicado a promover a conscientização sobre os problemas ambientais e a incentivar ações positivas em relação ao meio ambiente. Eles utilizam sua música como uma plataforma para transmitir mensagens fortes e inspiradoras, abordando tópicos urgentes e alertando sobre as consequências da destruição ambiental. Paralelo a isso, há uma abordagem sobre questões políticas e sociais. Sobre isso, o vocalista Julio Candinho comenta: “Nesse segundo álbum buscamos trazer a narrativa para perto da nossa realidade. “Metal do Mangue” é uma antologia que mistura nossa realidade com a pura força do Metal, focada na crítica social/ambiental/política e um reflexo das nossas vidas, uma evolução do que fizemos no primeiro álbum”.

    A pré-produção de “Metal do Mangue” foi realizada pelo guitarrista Marcus Goulart, enquanto a gravação, captação, mixagem e masterização levam a assinatura de Hugo Silva, do estúdio Family Mob. A capa álbum é uma obra do artista gráfico Marcelo Dod, que já havia criado artes de singles recentes.  Há duas participações especiais: Mayara “Undead” Puertas, do Torture Squad, canta em “O Julgamento”, além de trabalhar com o vocalista Julio Candinho na pré-produção dos vocais do álbum e atuando como sua professora de técnicas vocais. Em “Messias Genocida” a banda contou com a participação de Jairo Vaz Neto, vocalista da banda Chaos Synopsis

    Confira o track list de “Metal do Mangue”:

    1 – Metal do Mangue

    2 – Devorar e Destruir

    3 – Poluição Nefasta

    4 – E.V.I.L.

    5 – Em Seu Pior Pesadelo

    6 – O Julgamento

    7 – A Guerra Nunca Muda

    8 – Messias Genocida

    9 – Cowboy Fora da Lei (Raul Seixas cover)

     

    Ouça álbum “Metal do Mangue” no Spotify:

    Ouça “Cowboy Fora da Lei (Raul Seixas cover)” no YouTube:

    Assista ao vídeo de “Messias Genocida” no YouTube:

    Créditos da foto: Divulgação

     

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  • CRYPTOPSY anuncia novo álbum de estúdio, “As Gomorrah Burns”

    CRYPTOPSY anuncia novo álbum de estúdio, “As Gomorrah Burns”

    POR ASSESSORIA 

    Os reis do death metal técnico canadense CRYPTOPSY anunciam seu retorno com ‘As Gomorrah Burns’, seu primeiro álbum completo em mais de uma década, com lançamento previsto para 8 de setembro pela Nuclear Blast Records. O inovador quarteto de metal extremo surge renovado e vital como sempre em seu massivamente antecipado novo álbum que continua seu pioneiro caminho pela exploração sonora com composições excepcionalmente complexas resultando em um de seus álbuns mais complexos até agora.

    O vocalista Matt McGachy comentou o novo álbum: “Estou animado para finalmente revelar ‘As Gomorrah Burns’. É um álbum no qual temos trabalhado nos últimos cinco anos. Um esforço meticuloso do qual nos orgulhamos muito. É a mistura perfeita da velha escola do Cryptopsy com algumas reviravoltas modernas. Nós nos inclinamos fortemente para os grooves e deixamos alguns dos riffs respirarem um pouco mais do que nos últimos lançamentos. Estou muito feliz com a nova era do Cryptopsy”

    Hoje, CRYPTOPSY lança o primeiro single do álbum, ‘In Abeyance’, e o vídeoclipe que o acompanha foi dirigido por Chris Kells (THE AGONIST, BENEATH THE MASSACRE).

    McGachy acrescenta sobre a nova faixa: “‘In Abeyance’ é conceitualmente sobre se sentir isolado ao ser emergido em um novo ambiente. A busca por um sentimento de pertencimento enquanto lamenta uma vida anterior. Musicalmente, é um tapa na cara. É uma faixa que parece ser direta, mas permanece ultra complexa.”

    Faça a pré-venda de ‘As Gomorrah Burns’ e ouça “In Abeyance” aqui: https://cryptopsy.bfan.link/in-abeyance.ema

    Tracklist ‘As Gomorrah Burns’:

    1. Lascivious Undivine
    2. In Abeyance
    3. Godless Deceiver
    4. Ill Ender
    5. Flayed The Swine
    6. The Righteous Lost
    7. Obeisant
    8. Praise The Filth

    Sobre CRYPTOPSY:

    O gigante do death metal CRYPTOPSY retorna para esmurrar nossos sentidos coletivos novamente com seu novo álbum, As Gomorrah Burns. O primeiro deles pela gravadora Nuclear Blast, o quarteto de Montreal – apresentando o membro fundador/baterista Flo Mounier, o guitarrista Christian Donaldson, o vocalista Matt McGachy e o baixista Olivier “Oli” Pinard – continuam avançando no mercado musical com seu típico som extremo e celebram já 30 anos de história como uma das bandas mais renomadas em seu estilo. As explosões impiedosas de ‘Lascivious Undivine’ e ‘Flayed the Swine’ oferecem um CRYPTOPSY em sua forma mais intensa e maníaca, enquanto ‘In Abeyance’ e ‘The Righteous Lost’ abraçam um lado mais selvagem. ‘As Gomorrah Burns’ ressalta a alma do álbum favorito dos fãs – o intitulado None So Vile (1996) como também o meticuloso tecnicismo de And Then You’ll Beg (2000) com uma vibração notavelmente sinistra.

    Formado em 1992, o CRYPTOPSY lançou oito álbuns de estúdio – contando com o As Gomorrah Burns – até o momento. Fora do padrão, a banda que é da cidade de Québec estabeleceu novos padrões para o death metal com seu ataque sem compromisso e musicalidade de um nível completamente novo. O álbum de estreia, Blasphemy Made Flesh, chocou todos que o ouviram, pois os sucessores None So VileWhisper Supremacy (1998) e Once Was Not (2005) posicionaram os canadenses como predadores de ponta. Ao longo de sua carreira histórica, o grupo embarcou em turnês de alto nível, como a turnê inaugural Death Across America em 1998, a Summer Slaughter Tour em 2008 e a turnê Devastation on the Nation em 2017. A banda já completou 1.000 shows em 47 países. O lançamento de As Gomorrah Burns pela Nuclear Blast reposiciona o CRYPTOPSY em seu domínio dentro de um estilo em que são mestres supremos – o death metal.

    As Gomorrah Burns não é apenas a continuação dos EPs The Book of Suffering – Tome I (2015) e The Book of Suffering – Tome II (2018). É um animal selvagem completamente diferente. Elaboradas ao longo de dois anos durante a pandemia, as sessões iniciais aconteceram em uma cabana nas florestas de Quebec. McGachy chama o cenário de terror de “surreal”, mas, como em tudo relacionado com o CRYPTOPSY, o processo de composição foi como esperado bem árduo. Donaldson foi o principal motivador por trás de As Gomorrah Burns. O guitarrista e produtor serviu como capataz e advogado, extraindo de seus companheiros de banda que no caso são McGachy, Mounier e Pinard tudo o que ele poderia retirar. Se CRYPTOPSY era formidável antes de As Gomorrah Burns, eles são absolutamente monstruosos agora.

    Conceitualmente, As Gomorrah Burns coloca a história bíblica de Sodoma e Gomorra contra a Internet moderna. A ideia de McGachy era mostrar como é o local de nascimento da invenção e uma fossa de exploração. As histórias são baseadas em incidentes da vida real – perseguidores online, cultos, desinformação, isolamento e intimidação – mas todas situadas em um ambiente tortuoso para aumentar sua potência. CRYPTOPSY contratou o artista italiano Paolo Girardi (POWER TRIP, TEMPLE OF VOID) para complementar os temas líricos do velho mundo. Se os mestres renascentistas Hieronymus Bosch e El Greco fossem lançados na mente moderna de McGachy, a impressionante capa de As Gomorrah Burns seria o resultado.

    Tal como acontece com The Unspoken King (2008) e o autointitulado (2012), CRYPTOPSY recrutou seu colega de banda Donaldson para dirigir a produção, mixagem e masterização de As Gomorrah BurnsDom Grimard, famoso por Ion Dissonance, também entrou na produção. McGachy diz que o tempo no estúdio demorou muito mais do que o previsto, mas com a direção de Donaldson e todos finalmente na mesma sala novamente após a pandemia, CRYPTOPSY foi capaz de capturar vigor (e velocidade) recém-descoberta em As Gomorrah Burns. Faixas como ‘Godless Deceiver’‘Ill Ender’ e ‘Praise the Filth’ demonstram a maestria do death metal de Donaldson.

    Agressivo ao extremo, mas atencioso em sua totalidade, As Gomorrah Burns – com canções como ‘In Abeyance’‘Flayed the Swine’ e ‘Lascivious Undivine’ – perfura a normalidade completa e implacavelmente. Este é um death metal sem limites, do tipo que nosso mundo belicoso precisava e que somente o CRYPTOPSY poderia oferecer.

    “Estamos de volta”, diz McGachy“Quero que nossos fãs saibam que somos mais do que uma banda com um legado. Sim, tivemos muitos álbuns favoritos e cultuados – como None So Vile – mas estamos criando música extrema moderna e relevante 30 anos depois. Estamos muito orgulhosos de As Gomorrah Burns e mal podemos esperar para que você ouça!”

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  • RINGWORM lança nova faixa/videoclipe, “Thought Crimes”

    RINGWORM lança nova faixa/videoclipe, “Thought Crimes”

    POR ASSESSORIA 

    As lendas do metal extremo de Cleveland, RINGWORM, entregaram outra amostra brutal de seu novo e 9º álbum de estúdio, Seeing Through Fire, que será lançado no dia 18 de agosto pela Nuclear Blast Records. Hoje, a banda lançou ‘Thought Crimes’, uma faixa de brutalidade épica e agressão implacável.   Comentando sobre a música, o vocalista Human Furnace diz:   “Crimes de pensamento. Velocidade. Agressão. Ataque. Todas as coisas que vêm à mente, sonoramente, quando penso nessa música. É uma música maníaca. Isso faz você se mover. Liricamente, não é uma música política. Trata-se de tentar ter seus próprios pensamentos em meio a um oceano de marketing controlado, algoritmos e tribalismo forçado. É uma resposta emocional natural quando alguém é forçado a ser esculpido, dirigido e, às vezes, ordenado, para acreditar em uma coisa ou outra.”   Ouça ‘Thought Crimes’https://ringworm.bfan.link/tcsg   Pré-venda para Seeing Through Fire: https://ringworm.bfan.link/seeing-through-fire-lp   ‘Thought Crimes’ segue o primeiro single absolutamente devastador da banda ‘No Solace, No Quarter, No Mercy’. Assista ao vídeoclipe aqui: 

    Assista ao vídeoclipe para ‘Thought Crimes’ aqui:

    Tracklist Seeing Through Fire:

    1. Seeing Through Fire 2. Carved In Stone 3. No Solace, No Quarter, No Mercy 4. Death Hoax 5. Thought Crimes 6. Unavoidable Truth 7. House of Flies 8. You Want It To 9. Mental Decontrol 10. Power and Blood 11. Playing God

    Sobre RINGWORM:

    Nas mais raras ocasiões, aparece uma banda que prende e aniquila seus ouvidos com uma combinação de sons tão única que você se vê desalojado da monotonia da música cotidiana e firmemente enraizado no terreno da admiração. O RINGWORM de Cleveland, Ohio, nos Estado Unidos, não é estranho que esse conceito tem fascinado os headbangers com suas melodias pouco ortodoxas por mais de 30 anos. Agora recentemente assinados com a Nuclear Blast Records, os caras estão se preparando para lançar seu 9º álbum de estúdio: Seeing Through Fire.

    “Queríamos uma abordagem e um visual ligeiramente diferentes dos discos anteriores, é uma nova era para nós”, explica o vocalista e fundador James Bulloch, também conhecido como Human Furnace“É um pouco como um retorno às nossas raízes, você tem aqueles momentos de vez em quando em que quer voltar à sua zona de conforto, mas ao mesmo tempo quer expandir essa zona de conforto.”

    Um nível diferente de qualidade de som foi alcançado com o Seeing Through Fire, pois a tecnologia permitiu ao RINGWORM banir quaisquer restrições anteriores impostas a eles durante os processos de produção e gravação. Trabalhando novamente com Noah Buchanan do Mercinary Studios em Cleveland, esta foi a primeira vez em que tudo, incluindo os vocais, foi gravado no mesmo espaço.

    Com Seeing Through Fire gravado e a arte preparada, o álbum foi embalado e pronto para ser lançado quando a Nuclear Blast Records tomou conhecimento da motivação do RINGWORM para lançá-lo em 2023. “Temos a sorte de poder trabalhar com a Nuclear Blast, especialmente nesta fase. Isso abre muitas portas para nós e muito mais pessoas podem ouvir o que fazemos. Estamos ansiosos para trabalhar com eles; é bom ter sua equipe, sua máquina, construída em torno de nós.”

    Fique de olho na mais nova oferta do RINGWORMSeeing Through Fire, com lançamento previsto para o verão de 2023 pela Nuclear Blast Records.

    RINGWORM é James ‘Human Furnace’ Bulloch (vocal), Matt Sorg (guitarra), Mike Lare (guitarra), Ed Stephens (baixo).

    Foto: Doug French

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  • EQUILIBRIUM lança nova faixa/videoclipe, “Shelter”

    EQUILIBRIUM lança nova faixa/videoclipe, “Shelter”

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    A banda alemã de metal moderno EQUILIBRIUM compartilha hoje a nova faixa ‘Shelter’. A faixa faz parte de uma nova fase da banda que não lançava material novo desde seu último álbum de estúdio intitulado ‘Renegades’ lançado em 2019.

    “Durante os últimos meses, refletimos muito sobre o que EQUILIBRIUM significa para nós – musicalmente e liricamente. E mesmo que existam alguns parâmetros importantes que moldam nosso estilo, geralmente começamos a compor sem questionar o processo”, afirmou o líder da banda René. Guturais poderosos, riffs afiados e uma mistura única entre metal moderno e folk – ‘Shelter’ apresenta o sexteto como uma fênix renascendo das cinzas, pronta para brilhar nas próximas três décadas como EQUILIBRIUM. “Estamos muito motivados e inspirados e cheios de ideias”, finaliza René“Queremos criar música sem comprometimento e apenas trazer para o palco os sentimentos que tivemos no estúdio. Atualmente, estamos trabalhando continuamente em novas músicas e novas apresentações.”

    A música foi escrita e produzida por René Berthiaume e Cleo Tiger, mixada por Robin Leijon e René Berthiaume e masterizada por Dom R. Crey no Splendid Waves Studios.

    Ouça “Shelter” aqui: https://equilibrium.bfan.link/eq-shelter.a01

    A música tem um significado importante para a banda, pois não apenas anuncia o início do próximo capítulo do EQUILIBRIUM em sua carreira de sucesso no mercado da música. Ela também apresenta o novo vocalista da banda, Fabian Getto, como uma força motivacional para o futuro dos veteranos do metal. René comenta sobre o novo vocalista: “Fizemos uma audição aberta e Fabian mandou um desempenho vocal impressionante para a música ‘Renegades’ que nos chamou a atenção. Havia algo de especial nele e tivemos que seguir a nossa intuição. Desde o primeiro encontro tivemos uma conexão incrivelmente boa, como também um dia produtivo e criativo no estúdio. Parece que a pessoa que estávamos procurando em nossa audição pública finalmente encontrou o caminho até nós.”

    Assista ao novo vocalista em ação no novo videoclipe para a faixa “Shelter”, dirigido e produzido pela Hammer & Tiger Productions:

    Sobre EQUILIBRIUM:

    Ao misturar um som furioso do metal moderno com elementos do folk tradicional, o EQUILIBRIUM, formado na Alemanha, criou um som distinto que é cativante e espiritualmente edificante. Desde a sua fundação em 2001, eles provaram ser um dos grupos mais inovadores e duradouros em seu gênero, fazendo várias turnês pelo mundo e aumentando seu legado a cada apresentação. Agora, ao entrarem em sua terceira década juntos, o EQUILIBRIUM está mais criativo do que nunca, criando algumas das músicas mais inspiradas de sua carreira.

    A longevidade do EQUILIBRIUM pode ser amplamente atribuída à sua vontade de crescer e evoluir, explorando consistentemente novos territórios sonoros e revelando diferentes lados de sua arte a cada lançamento. Mas o núcleo de seu apelo permaneceu consistente: metal moderno apresentado com vastas paisagens sonoras que remetem momentos cinematográficos que falam com toda a experiência humana.

    Apesar de sua tonalidade muitas vezes sombria, a música do EQUILIBRIUM pretende evocar sentimentos de esperança e confiança. Eles incorporam aspectos de muitas culturas musicais diferentes, focando nas coisas que nos unem como pessoas, ao invés das coisas que nos marcam como diferentes.

    EQUILIBRIUM é: René| Guitarra Fabi | Vocais Skar | Vocais Limpos Dom Crey | Guitarra Hati | Bateria

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