Categoria: Roadie News

  • GHOST lança single “Stay”, com participação de PATRICK WILSON, ator de “Sobrenatural” e “Invocação do Mal”

    GHOST lança single “Stay”, com participação de PATRICK WILSON, ator de “Sobrenatural” e “Invocação do Mal”

     

    Ghost segue trabalhando incessantemente. Depois de lançar em 2022 seu álbum de maior sucesso no mercado norte-americano, o elogiado Impera, o grupo sueco soltou em maio de 2023 o EP de covers Phantomine e agora acaba de disponibilizar um novo single. Trata-se de um novo cover, agora para Stay, do grupo inglês de alterna pop oitentista Shakespears Sisters.

    Patrick Wilson

    Como atrativo, o Ghost convidou para esta versão o ator Patrick Wilson, famoso por suas atuações em filmes de Terror como Sobrenatural e a franquia Invocação do Mal. E falando em filme de terror, a releitura do Ghost para a música do Shakespears Sisters surge na continuação do primeiro filme mencionado, intitulada “Sobrenatural: A Porta Vermelha”, que está em cartaz nos cinemas.

    O clero sueco emitiu o seguinte comunicado via imprensa: Informamos que o cover do Ghost de Stay, do Shakespears Sister, já está disponível, com o talentoso Patrick Wilson. A música estará assombrando os créditos finais do novo filme Insidious: The Red Door (N.R.: No Brasil, “Sobrenatural: A Porta Vermelha). Obrigado pelo vosso apoio eterno”.

    Na verdade, Stay surgiu pelo próprio Patrick Wilson, que pirou ao ouvir a versão do Ghost para Spillways, que o Ghost lançou no início do ano em parceria com Joe Elliot, vocalista do Def Leppard. Fã do Ghost, o artista comentou: “Eu queria uma banda que incorporasse o espírito ‘Sobrenatural’ e sabia onde encontrá-la. Stay é assombrosamente uma bela música para encerrar o filme, porque a letra sombria em cima da arrebatadora melodia, escrita por Dave Stewart, dá uma ótima conclusão ao longa“, justificou.

    Cantar na música, ao lado de Tobias (Forge), foi bastante emocionante“, declarou Wilson. “Eu queria que se parecesse com meu personagem, Josh Lambert, cantando e sendo tentado pelo diabo, nesse caso, o brilhante Tobias Forge“, continuou.

    Patrick Wilson concluiu elogiando a banda sueca: “Ghost é um ‘blend’ perfeito de teatralidade e maestria musical. Tobias está dando o seu melhor e estou emocionado por tê-lo na trilha sonora do filme e honrado em cantar ao lado dele“.

    Confira o videoclipe de Stay:

    Ouça aqui.

  • KAMELOT lança videoclipe cinematográfico para “Eventide”, música do álbum “The Awakening”

    KAMELOT lança videoclipe cinematográfico para “Eventide”, música do álbum “The Awakening”

    O tarimbado grupo de heavy metal sinfônico Kamelot lançou recentemente seu álbum mais introspectivo, edificante e vital até hoje – e primeiro ‘full-lenght’ em cinco anos -, The Awakening. O álbum, que estreou em #2 na parada US Current Hard Music Albums e #27 na parada Current Album Sales, conectou-se com fãs e críticos – apontado por muitos como o melhor lançamento da era mais recente do Kamelot!

    Em antecipação à sua próxima turnê norte-americana, “Awaken The World” – com a presença dos convidados especiais Battle Beast e o apoio adicional dos colegas de gravadora, Xandria -, que começa em 17 de agosto, o Kamelot revelou um novo e emocionante videoclipe para o single favorito do novo álbum na visão dos fãs, Eventide. O vídeo mostra a banda tocando e o vocalista Tommy Karevik atuando como um mestre de marionetes, tudo rolando dentro de um castelo muito além da imaginação, configurando um cenário de escuridão gótica em meio ao amor perdido.

    Assista:    Veja abaixo todas as datas atuais de apresentação do Kamelot – ingressos já estão à venda para a turnê norte-americana “Awaken The World” – visite o site oficial do Kamelot ou sites locais para ingressos e mais informações.    

    The Awakening, entra no legado do Kamelot como sua oferta mais massiva e diversificada até agora, misturando estilos sinfônico, gótico, melódico, progressivo e power metal, enquanto rende algumas das faixas mais pesadas da história da banda. Tendo reinado supremo com o lançamento de clássicos do metal melódico internacionalmente no topo das paradas, como The Fourth Legacy (1999), The Black Halo (2005), Silverthorn (2012), Haven (2015, #1 US Hard Rock Albums) e, mais recentemente, o aclamado The Shadow Theory, de 2018 (#2 US Hard Music Albums), a intensa marca de teatralidade gótica e sinfônica ultramoderna do Kamelot é amplificada ainda mais e com mais emotividade do que nunca em The Awakening.

    Mostrando as acrobacias vocais incomparáveis e experientes de palco de Tommy Karevik e cada vez mais hermético, o renomado trabalho técnico em equipe do guitarrista Thomas Youngblood, do baterista Alex Landenburg, do tecladista Oliver Palotai e do baixista Sean Tibbetts, o 13º álbum de estúdio do Kamelot é acentuado por participações de nomes como Melissa Bonny (Ad Infinitum) e instrumentistas renomados como o violinista Florian Janoske e a violoncelista Tina Guo. The Awakening conta com uma produção moderna e cristalina comandada pela banda e pelo produtor de longa data Sascha Paeth, além de mixagem e masterização de Jacob Hansen, do Hansen Studios.

      The Awakening Track List: 1. Overture (Intro) 2. The Great Divide 3. Eventide 4. One More Flag in the Ground 5. Opus of the Night (Ghost Requiem) 6. Midsummer’s Eve 7. Bloodmoon 8. NightSky 9. The Looking Glass 10. New Babylon 11. Willow 12. My Pantheon (Forevermore) 13. Ephemera (Outro)   KAMELOT: Tommy Karevik – vocal Thomas Youngblood – guitarra Oliver Palotai – teclado Sean Tibbetts – baixo Alex Landenburg – bateria
    Foto: Tom Couture
  • TUSKA FESTIVAL 2023

    TUSKA FESTIVAL 2023

    Texto e fotos Fernanda Nunes

    O festival Tuska de 2023 reuniu 63 mil presentes vindos de toda a Finlândia e da Europa no fim de semana dos dias 30 de junho, 1 e 2 de julho em Helsinque (FIN), e teve a participação de muitos talentos locais, como as bandas Vansidian, Dirt, Silver Bullet, Smackbound, Foreseen e muitas outras. Ouso dizer que esse ano 80% das bandas eram finlandesas.

    Tuska é um dos festivais mais urbanos e de fácil acesso que já visitei. O ponto do metrô Kalasatama te deixa bem na frente do festival, em Suvilahti. Praticamente não tem fila para entrar, pois os organizadores colocaram bandas conhecidas para tocar já desde o primeiro horário, por volta das 14h30, para que haja uma melhor distribuição do público durante todo o evento.


    De cara, quando se entra no festival, avista-se a enorme tenda lilás do Tent Stage. O evento conta no total com 4 palcos: além do Tent Stage, o Radio Rock Main Stage, que é o palco principal a céu aberto, o Inferno Stage, um pouco menor, também a céu aberto, e o Tuska Kult Stage, que é o menor espaço, e conta com um bar na entrada.

    O Tuska também conta com muitas outras atrações para entreter seu público, como o Tuska Expo, uma feira localizada em um prédio dentro da área do festival, que abriga expositores de produtos heavy diversos, como acessórios e livros esotéricos, roupas e acessórios de couro, barbearia, estúdio de tatuagem e piercing, workshops e uma atração que é a mais bizarra: suspensão corporal. Afora isso, tinha até sauna e jacuzzi nas dependências do festival.

    Além disso, no Tuska Forum alguns dos artistas que tocaram no festival e outros influenciadores da área foram convidados para debater temas instigantes e atuais. O tema dessa edição do evento foi “vozes jovens e o futuro do metal”. Na sexta-feira (30 de junho), as bandas Galvanizer e Slash the Smile conversaram sobre como a I.A. está afetando a indústria musical e, inclusive, foi gerada uma música completa ao vivo pelo bot, com letras e arte de capa. A simpática e talentosa cantora Alissa White-Gluz, do Arch Enemy, também foi entrevistada nesse dia, lotando o espaço de fãs.

    No sábado foi dia dos artistas finlandeses, abrindo com uma entrevista com a banda Turmion Kätilöt sobre inovação e autenticidade, e, em seguida, com uma conversa com o ex-baixista do Nightwish, Marco Hietala, sobre sua experiência na indústria do heavy metal.

    O festival oferecia uma ampla variedade de quiosques de comida, abrangendo diferentes culinárias, como chinesa, representada pelo Bunit, famoso por seus pães Bao, e também ramen japonês, comida marroquina, tailandesa, tacos, pizza, hambúrguer e churrasco. Além disso, opções de comida vegana e vegetariana também estavam disponíveis. A faixa de preço da maioria dos pratos variava entre 14 e 16 euros. No entanto, ao se dirigir às tendas de alimentação, era preciso estar atento às gaivotas. Essas aves habilidosas e rápidas podiam literalmente roubar sua comida, mesmo que você estivesse atento!

    No quesito álcool, a grande representante foi a marca Karhu (urso, em finlandês), que espalhou chalés que serviam de abrigo e descanso para os metalheads. Inclusive, um desses chalés oferecia leitura de mãos e tarô para o público mais esotérico.

    Na Finlândia, é comum cobrar um depósito adicional de 1 euro em cada lata de bebida como incentivo para que as pessoas as devolvam. No Tuska, a cerveja mais barata disponível custava 9,90 euros, incluindo o valor do depósito. Ao devolver a lata vazia, os participantes recebiam de volta 1 euro. No final da noite, muitas pessoas procuravam latas abandonadas para coletá-las e receber uma graninha de volta (inclusive essa que vos escreve).

    Vamos agora para a parte mais importante, as bandas…

    Sexta-feira – 30/06

    Cheguei ao festival quando o show do VENDED no palco Inferno estava chegando ao fim. Trata-se de uma formação nova de metalcore/metal alternativo, liderada pelo vocalista Griffin Taylor, filho de Corey Taylor do Slipknot, e conta também com o baterista Simon Crahan, filho do baterista e fundador do Slipknot. A presença carismática de Griffin no palco e a performance da banda, que já se apresentou no Knotfest Brasil e também abriu para o Bring Me the Horizon em São Paulo, conseguiram animar o público finlandês.

    Por volta das 16h15, foi a vez dos finlandeses do LOST SOCIETY, grupo que eu estava ansiosamente esperando para ver ao vivo, subirem ao palco principal. O vocalista Samy Elbanna, que apareceu vestindo um casaco de pelúcia branca, exibindo suas dezenas de tatuagens, levou os fãs à loucura com seus riffs, atitude e vocais que variavam do clean, passando pelo rouco até chegar ao gutural.

    A banda abriu o show com “Stitches”, que tem uma pegada bem característica do nu metal, o que imediatamente empolgou o público. Quando eles tocaram “(we are) braindead”, um mosh pit daqueles que dá gosto de ver se abriu. A banda continuou o show apresentando um groove metal moderno, que ocasionalmente flertava com o thrash metal e o nu metal. Além disso, havia pirotecnia pontuada aqui e ali, o que dominou completamente a plateia. O LOST SOCIETY encerrou sua performance de forma brilhante com “112”. Showzaço!

    Com pressa, corri em direção ao Tent Stage para assistir à banda britânica de metalcore WHILE SHE SLEEPS, que também se apresentou no Brasil no ano passado. E foi uma experiência incrível! A banda entregou músicas enérgicas, carregadas de atitude, e contou com um público fiel que interagia e cantava junto. No final do show, eles convidaram algumas pessoas com o rosto pintado no estilo black metal para se juntarem a eles no palco, aumentando ainda mais a agitação. Houve um momento em que o vocalista Lawrence “Loz” Taylor pediu para que a plateia se abaixasse e, surpreendentemente, todos seguiram suas instruções, apenas para explodir em um salto coletivo assim que o refrão começou. Confesso que não conhecia tanto a banda antes do show, mas saí de lá como um grande fã.

    Como muitas bandas tocaram simultaneamente em palcos diferentes, tive que fazer escolhas durante esses três dias de festival, e entre Jinjer e Sepulchral Curse às 18h15, optei por assistir aos ucranianos do JINJER e seu groove metal progressivo. A power woman e vocalista Tatiana Shmayluk abriu o show no palco principal com um discurso emocionante sobre a guerra na Ucrânia. Em seguida, mandaram “Perennial”, que foi a perfeita combinação com o discurso. A plateia estava cheia e animada, vibrando a cada canção e interação da musa do Jinjer, que é uma cantora exímia, alternando facilmente do vocal clean ao gutural. “Copycat”, “Teacher, Teacher” e “As I Boil Ice” foram algumas das músicas que não apenas empolgaram a galera, mas também deram origem a mosh pits. Vale ressaltar que o Jinjer já havia se apresentado no Tuska no ano anterior em um lotado Tent Stage. Assim, a presença no palco principal do festival mostrou o quanto a banda cresceu em popularidade.

    Logo após o show fui mais uma vez correndo para o palco Inferno ver a banda sueca IMMINENCE, da qual já tinha muito ouvido falar. E me surpreendeu logo de início com seu metalcore melódico com toques de nu metal, que vai de ataques raivosos a paisagens sonoras requintadas em grande parte pelo violino tocado pelo vocalista Eddie Berg. Ele alterna vocal clean com gritos agressivos com excelência e usa um figurino tradicional com suspensórios que contrasta bastante com o estilo da banda. Músicos extremamente talentosos e sons como “Ghost”, “Erase”, “Surrender” e “Temptation” conquistaram o público e também o meu coração. Gostei demais!

     

    A próxima banda que eu estava ansiosa para ver era o ARCH ENEMY, e posso dizer que eles entregaram um show impecável para metalhead nenhum botar defeito! A entrada de Daniel Erlandsson (bateria), Sharlee D’Angelo (baixo), Michael Amott e Jeff Loomis (guitarras) foi recebida com gritos e aplausos entusiasmados. No entanto, quando a diva Alissa White-Gulz correu para o palco usando um macacão azul deslumbrante e começou a cantar “Deceiver, Deceiver”, a galera foi ao delírio. E os fotógrafos também ficaram entusiasmados, pois Alissa sabe se mover e posar para as lentes com perfeição. “War Eternal” formou o maior mosh pit, enquanto “My Apocalypse” também não ficou atrás. A banda manteve o público animado durante todo o set, que mereceu levar nota 10!

    Encerrando a noite, tive o prazer de assistir ao fenomenal show do GOJIRA no palco principal. Os franceses, que foram uma das atrações do Rock in Rio de 2023, proporcionaram o Tuska uma performance incrível, tanto na seleção de músicas quanto na produção visual. A escolha do repertório foi espetacular, com a banda tocando clássicos como “Stranded”, “Flying Whales”, “Silvera” e a envolvente e groovy “Amazonia”. A iluminação e os efeitos de palco foram igualmente impressionantes, com um belíssimo pôr-do-sol às 23h30, característico do solstício de verão finlandês, criando uma atmosfera inesquecível. Joe Duplantier e seus companheiros de banda merecem todos os elogios pelo show que entregaram.

    Sábado – 01/07

    No segundo dia do evento, às 14h30, houve um evento exclusivo para a imprensa, proporcionando um olhar privilegiado para os bastidores do festival. O diretor do Tuska, Eeka Mäkynen, guiou-nos por uma visita às diversas áreas e atrações, contando curiosidades e informações adicionais. Começamos explorando o Tuska Expo, onde encontramos vários expositores. Também tivemos a oportunidade de ter uma breve conversa com Heta Hyttinen, que atua como apresentadora do festival há 20 anos, e ela contou algumas curiosidades e perrengues que já enfrentou nessa função, como apresentar a banda errada.

     

    Em seguida, pudemos dar uma espiada no show do TURMION KÄTILÖT do palco, permitindo-nos ver como é toda a organização atrás das cortinas. Por fim, nos dirigimos ao Tuska Forum, onde pudemos fazer perguntas e tirar nossas dúvidas sobre o festival.


    Após o tour exclusivo da imprensa, ainda peguei o final do set dos finlandeses do Turmion Kätilöt. Com sua mistura única de black metal, incluindo pintura facial, e elementos de metal industrial e eletrônico, a banda apresentou um som cativante, com groove e cantado em finlandês. Uma banda muito boa e com um público fiel que cantava todas as músicas junto. Música empolgante, diria até dançante, que animou a plateia.

    O próximo show foi o dos finlandeses do NERVEBREAK, meu primeiro no palco Kult, com um espaço pequeno e intimista, que ficou lotado! O quarteto de Espoo, perto de Helsinque, empolgou os metalheads com um groove thrash metal cheio de riffs eletrizantes, uma bateria precisa e vocais cortantes que lembram os de Dave Mustaine. Nem preciso dizer que a galera não parava de fazer mosh pit! A banda é relativamente nova, foi formada em 2020, em meio à pandemia. Quem ainda não conhece, confira!


    O show seguinte foi difícil de escolher, pois tanto FINNTROLL quanto Swallow the Sun tocavam às 17h15 em seus respectivos palcos, duas bandas maravilhosas da Finlândia. Acabei me decidindo pelos Trolls, que sempre fazem os shows vestidos como duendes do mal e têm uma performance de arrasar, como os brasileiros conferiram este ano na primeira edição do Summer Breeze Brazil. Por ter amigos na banda e no festival, consegui ver a maior parte do set do palco. O Finntroll chegou cheio de energia, agitando os fãs com seu folk metal cantado em sueco. Mesmo com pequenos problemas técnicos, a galera foi à loucura com os elfos, vibrando, pulando e se divertindo nos mosh pits. Até um dinossauro inflável apareceu na curtição com os presentes, arrancando sorrisos dos músicos.

    Corri para mais um show, desta vez no palco Kult, para assistir ao BOB MALMSTRÖM, uma banda sueco-finlandesa. Havia longas filas em frente ao local, que já estava lotado e impossível de acomodar todas essas pessoas. Bob Malmström é conhecida por ser a única banda de metalcore burguês do mundo, com letras em sueco e um senso de humor esnobe. Suas músicas, como “Finska är inget språk, det är ett symptom” (o finlandês não é uma língua, é um sintoma) ou “Jävla svenskar, jävla finnar” (malditos suecos, malditos finlandeses), trazem uma abordagem bem-humorada. Já se tornou tradição o frontman Kjell Simosas jogar cédulas falsas de dinheiro para a plateia durante suas apresentações. Não deixe de conferir a música nova, “Så som på Strömsö”, que fez parte do setlist no Tuska. Tenha cuidado, pois ela pode grudar em sua cabeça para sempre!

    Permaneci no mesmo palco para assistir ao aguardado show do DIRT, que estava ansiosa para ver ao vivo. Esse jovem quinteto de Helsinque trouxe uma energia contagiante ao palco, deixando os fãs de metal empolgados com seu hard rock cativante e uma performance eletrizante. É fácil notar a influência de bandas como Alice in Chains e Mötley Crue na música do Dirt. O vocalista Aleksi Tiainen interage bastante com o público, chegando até mesmo a descer do palco para cantar junto com a galera durante uma música. Os guitarristas Kappe e Sebastian também se destacam na performance, rodopiando e pulando sem camisa, demonstrando uma energia inesgotável. Uma banda super promissora e com um grande futuro na cena hard rock que me conquistou, transformando-me em uma grande fã.

    A próxima da minha lista foi a BUTCHER BABIES, diretamente da Califórnia, com seu groove metal e duas vocalistas poderosas e lindas, que vão do vocal clean ao gutural sem nenhum esforço. Toda a banda tem uma performance bem dinâmica e empolgante, fazendo o público vibrar junto em sons que notei influências de Slipknot e até um pouco de Pantera.

    Encerrando a noite de sábado, tivemos o emocionante show de VILLE VALO, o antigo vocalista do HIM. Apesar de sua performance ser um pouco mais contida, o que combina com seu novo estilo musical, ele transborda carisma de uma maneira cativante. Foi simplesmente impossível não se encantar com toda a atmosfera criada no palco, através de um design de luzes espetacular, repleto de tons de rosa, e com a qualidade maravilhosa do som e das músicas escolhidas. Ville alternou entre canções de seu recente álbum solo, “Neon Noir”, e grandes sucessos do HIM, como “Join Me”. Estes clássicos foram cantados em uníssono por todos os headbangers presentes, independentemente da idade. A participação unânime do público criou uma conexão emocional e tornou o show ainda mais memorável. Para mim, um dos destaques do festival e uma experiência inesquecível.

    Domingo – 02/07

    Chegamos ao último dia do festival, em que as bandas começaram um pouco mais tarde. Cheguei por volta das 17h30 e consegui assistir à lendária XYSMA no palco Inferno. Essa foi a primeira banda de grindcore da Finlândia, formada no final dos anos 80, e que passou por várias mudanças de estilo ao longo dos anos, chegando a um stoner punk mais artístico. O show foi decente, os músicos, já com cabelos grisalhos, tocaram muito bem, mas não era exatamente o meu estilo preferido.

    No palco principal, chegou a vez do THE HU, diretamente da Mongólia, que eu estava ansiosa para ver. A ideia em si era quase surreal: um grupo de guerreiros mongóis tocando heavy metal clássico com instrumentos folclóricos e cantando em mongol em um festival de metal europeu. Quando os riffs estrondosos e os poderosos vocais khoomei (uma técnica de canto gutural da Mongólia, Sibéria e Tuva) ecoaram pelos enormes alto-falantes, a multidão foi instantaneamente cativada. Eu, que estava no pit tirando fotos, até senti arrepios! A banda apresentou todos os seus sucessos, é claro, como “Wolf Totem”, “Shoog Shoog” e “Yuve Yuve Yu”. No entanto, o que realmente animou o público foi a versão cover de “Through the Never” do Metallica. Com certeza, irei explorar mais o material do The Hu após esse show impactante, que deixou uma marca tanto em mim quanto em toda a plateia.

    De volta ao palco Kult, fui assistir a banda finlandesa …AND OCEANS, liderada por ninguém menos que o Matthias Lillmans, frontman do Finntroll. A banda de black metal sinfônico existe desde 1995 e fez um ótimo show, deixando a plateia bem animada e interativa.

    No entanto, a honra de encerrar a edição de 2023 do Tuska recaiu sobre os grandes mestres suecos do metal gótico com um toque de pop, GHOST. O show, que contou com “Kaisarion”, “Rats”, “Faith”, “Spillways” e “Cirice”, foi simplesmente incrível em todos os aspectos. Desde o figurino cuidadosamente selecionado, como os capacetes de ficção científica que os Nameless Ghouls usavam, parecendo cabeças de insetos em estilo steampunk, até a decoração grandiosa, o espetáculo de luzes espetacular e um setlist repleto dos maiores sucessos, terminando com um bis de três músicas: “Kiss the Go-Goat”, “Dance Macabre” e “Square Hammer”, que eu e todo o resto do público cantamos a plenos pulmões. Os caras são artistas experientes e sabem criar uma mise en scène impecável que nenhum fã de metal pode contestar. De fato, o Ghost entregou uma performance memorável que ficará gravada em minha memória. O melhor show do Tuska… De longe!

    O Ghost garantiu que todos saíssem do local com um largo sorriso no rosto e um gostinho de quero mais. E é isso que esperamos. Até ano que vem!

  • Banda francesa de metal/post-hardcore WAYS. lança novo single/vídeo, “Erase”

    Banda francesa de metal/post-hardcore WAYS. lança novo single/vídeo, “Erase”

    POR ASSESSORIA 

    Ways. é uma banda de Metal Alternatif/Post Hardcore de Paris, França. A banda oferece uma música poderosa, dinâmica e melódica próxima ao metal alternativo e pós-hardcore. A banda é mais influenciada por bandas como Architects, Alexisonfire, The Ghost Inside, Thrice, Underoath e muito mais.

    Após a abertura para bandas famosas como Sidilarsen (FR), Full Throttle Baby (FR), Napoleon (Reino Unido), Svalbard (Reino Unido), The Prestige (FR), Bukowski (FR), Resolve (FR), muitas turnês na Espanha , uma digressão incrível em Cuba em Maio de 2019 e uma participação num dos maiores festivais de Metal em Portugal “The Vagos Metal Fest” com Dagoba (FR) ou ainda Jinger (Ucrânia), Ways. ainda está se movendo.

    A banda anunciou recentemente uma nova formação com Etienne (Colossus of Destiny) na bateria e Anthony (Lies We Sold) no baixo. Caminhos. está trabalhando ativamente em seu próximo CD (lançamento previsto para 2023). O primeiro single “Por que caímos?” do próximo EP foi lançado em fevereiro deste ano e tem sido muito bem recebido pelos ouvintes (especialmente no Spotify com inúmeras entradas em playlists editoriais e no YouTube), bem como pelos meios de comunicação nacionais e internacionais (webzines, rádio, etc .). A próxima faixa chama-se “ERASE” e está disponível em todas as plataformas de streaming.

    “Erase” é sobre o arrependimento de não poder ver as lutas de um ente querido durante um período de autodescoberta. É a incapacidade de ser empático, mesmo quando os sentimentos podem ser óbvios.

    Assista ao videoclipe “Erase”:

      Ouça Erase:      
  • Após vencer o câncer, baterista do ONE OF THEM começa retorno gradual às atividades

    Após vencer o câncer, baterista do ONE OF THEM começa retorno gradual às atividades

    Prestes a completar 20 anos de atividades, iniciadas em 2004, a banda gaúcha ONE OF THEM tem em seu currículo o lançamento de dois EPs, “I Am One of Them” (2009) e “Blind Faith” (2019), além de uma série de shows marcantes, como a abertura para o Overkill no Bar Opinião em 2012, na segunda passagem dos estadunidenses pela capital gaúcha. Paralelo a isso, a banda também é conhecida pela sua forte irmandade entre seus integrantes, afinal, a própria criação do grupo surgiu devido à grande amizade entre seus integrantes. De 2004 pra cá, após algumas mudanças de formação, o ONE OF THEM se estabilizou com GG Mussi (vocal), Jeff Witt Ivan Santos (guitarras), Alexandre Guterres (baixo) e Jonas Koehler (bateria), timaço que gravou “Blind Faith”.

    E a força motriz que guia o ritmo da banda, composta pela cozinha de Alexandre Guterres Jonas Koehler mantém uma pegada intensa, rápida, pesada e brutal. Entretanto, entre o final de 2020 até o final do último semestre uma parte desta irmandade e engrenagem foi obrigada a dar uma pausa. O baterista Jonas Koehler havia sido diagnosticado com câncer e teve que realizar um intenso tratamento. O músico, que também integra o Revogar e já fez parte das bandas Morbidus e Dislike Blast, esta última um dos grandes nomes do Death Metal gaúcho na década de 1990, se viu diante de uma verdadeira batalha. Segundo o baterista, “A doença foi descoberta no final de 2020 através de um check-up de rotina. A partir de então começaram as investigações para determinar a gravidade. Foram inúmeros exames realizados ao longo de 2021. Começava a batalha para erradicação do câncer de próstata que, a essa altura encontrava-se em elevado estágio de desenvolvimento”.

     Com a doença diagnosticada, Jonas Koehler partia para uma intensa luta: “O acompanhamento e preparação para a cirurgia transcorreu ao longo de 2021 e 2022 já na expectativa da realização do procedimento cirúrgico. Procedimento que finalmente foi realizado ao final do mês de dezembro de 2022. Com a primeira etapa do tratamento concluída começava a segunda fase consistindo em 36 seções de radioterapia e injeções trimestrais para inibição do crescimento de novas células malignas. O tratamento com radioterapia foi concluído com sucesso em meados de junho de 2023, tendo recebido alta médica na ocasião da conclusão das seções”. Agora, mesmo com a alta médica, o baterista precisará passar por procedimentos para sua efetiva melhora, assim como constantes cuidados e monitoramento: “Atualmente começaram seções de fisioterapia para reforçar a musculatura da pelve que atrofiou no período de recuperação pós cirurgia. As injeções de hormônios mencionadas anteriormente persistirão por 3 anos, assim como monitoramento trimestral da equipe médica. A partir das seções de fisioterapia estarei apto a retomada gradativa das atividades de ensaios, gravações, etc. junto a One Of Them”.

    Assista ao lyric vídeo de “Pulverizados:

     

    Ouça “Blind Faith” via Spotify:

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    Foto: Day Montenegro
     
  • MONTANHA: banda apresenta primeiro single de seu próximo álbum, “Além do Tempo”

    MONTANHA: banda apresenta primeiro single de seu próximo álbum, “Além do Tempo”

    VIA MONTANHA

    Banda conhecida no cenário roqueiro brasileiro, o Montanha quebra hiato de 13 anos sem músicas novas e apresenta o single ‘Observadores’.  A faixa, disponível em todas as plataformas digitais, é parte do disco ‘Além do Tempo’ – com lançamento marcado para o segundo semestre de 2023 -, quinto de sua discografia e quarto de inéditas.

    Gravado no Estúdio Bay Area, em São Paulo, o novo trabalho do quarteto andreense contará com oito composições inéditas. A produção é assinada pelo grupo ao lado de Diego Rocha, nome que está despontando no cenário nacional e que já trabalhou com Torture Squad, Anthares, Ratos de Porão, Andreas Kisser, entre outros.

    Observadores é o primeiro registro do Montanha com Jimi Gantinis (voz e baixo) e Bruno Turbilhão (bateria). O grupo conta também com Jean Gantinis e Vinícius Castelli (guitarras).  “Além do Tempo” é um disco que, sem querer, acabou sendo conceitual. As músicas se completam de uma forma muito interessante e convidam o ouvinte a ter um olhar mais profundo sobre as situações da vida”, explica Vinícius.

    Jimi explica que ‘Observadores’ foi escolhida para ser o primeiro single do disco por ser uma das músicas mais poderosas do novo trabalho. “Ela conta com riffs muito pesados e tem uma força incrível. A música narra a chegada de seres especiais do Universo ao nosso planeta com uma missão muito importante. A letra faz alusão para diversas situações e é o início de uma grande batalha chamada vida”, diz.

    Confira:

    Sobre o Montanha: Banda de rock que aposta no trabalho autoral cantado em português, o Montanha teve seu primeiro trabalho, ‘Underground’, lançado em vinil, em 1992. O segundo título, batizado ‘Montanha’, foi lançado em 2004. Em março de 2010 o grupo apresentou o terceiro trabalho, ‘Luz Solar Decifra’.  Em 2014, para celebrar os 25 anos da banda, o grupo lançou a coletânea ‘Montanhologia’.  Montanha apresenta agora seu novo disco, ‘Além do Tempo’.

     
    Foto: divulgação
  • LUVART: banda mineira de black metal revela detalhes de seu próximo álbum, “Until the Void”

    LUVART: banda mineira de black metal revela detalhes de seu próximo álbum, “Until the Void”

    VIA LUVART

    Until the Void é o quarto álbum da banda mineira de Black Metal Luvart, e terceiro pela Drakkar Productions. A gravação e produção estão sob responsabilidade de Caio Castro e Mauricio Avila, no Sonidus Studio. O álbum será lançado ainda este ano, em edição Slipcase CD, através da Drakkar South America.

    A capa foi assinada pelo artista Márcio “Blasphemator” Menezes (Cruor CultumMiastheniaThe KryptikScenic) e o designer gráfico por Pablo Rodrigues.

    Confira o tracklist de Until the Void:

    01. A New Dawn Rising 02. Fall of Man 03. Towards a Splendor Lifeless 04. Blessed are the Dead 05. Death Has a Plan for All 06. Seed and Destroy 07. Lonely in the Grave 08. When Two Worlds Collide

    Acesse

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  • Noruegueses IN THE WOODS… substituirão o grupo PRIMITIVE MAN na pré-festa do 15° Setembro Negro

    Noruegueses IN THE WOODS… substituirão o grupo PRIMITIVE MAN na pré-festa do 15° Setembro Negro

    POR ASSESSORIA 

    A banda Primitive Man teve que cancelar sua participação na pré-festa, que antecede a 15ª edição do Setembro Negro Festival. Em seu lugar estarão os noruegueses da veterana banda In The Woods… que tocará na quinta, dia 07 (feriado nacional) das 19:50 às 20:40.

    O In The Woods… foi formado em 1991, na Noruega, por membros da formação original do Green Carnation, de quem são uma continuação. Seu som é uma mistura interessantíssima de Black Metal, Ghotic, com partes de Progressive Metal (no começo eles eram classificados como Pagan Metal). Suas letras falam sobre filosofia, tristeza, introspecção, vícios, entre outros temas.

    A discografia do In The Woods… conta com seis álbuns e um disco ‘ao vivo’. Seu trabalho mais recente é “Diversum”, lançado em 2022 – disco que recebeu excelentes críticas mundo afora.

    A formação da banda traz Bernt Fjellestad (vocal), Kåre André Sletteberg (guitarra), Bernt Sørensen (guitarra), Nils Drivdal (baixo) e Anders Kobro (bateria).

     

    Assista o vídeo de “Empty Streets” ao vivo no @SummerDyingLoud 2022:

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    PRÉ-FESTA XV SETEMBRO NEGRO FESTIVAL (07 de SET 2023)

    PISTA MEIA – R$ 150

    PISTA PROMO + 1kg – R$ 150

    PISTA INTEIRA – R$ 300

    CAMAROTE MEIA – R$ 250

    CAMAROTE PROMO + 1kg – R$ 250

    CAMAROTE INTEIRO – R$ 500

    INGRESSOS ONLINE PRÉ-FESTA: https://www.clubedoingresso.com/…/setembronegro-07-09

    INGRESSOS SEM TAXA DE SERVIÇO/CONVENIÊNCIA APENAS NA BILHETERIA DO CARIOCA CLUBE, EM DINHEIRO, DE 2A À 6A DAS 12H ÀS 18H.

    LOCAL: CARIOCA CLUB (R. CARDEAL ARCOVERDE, 2899 – PINHEIROS)

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  • Em novo álbum, DFRONT SA traz a dor em perspectiva e entrega deathcore ainda mais indigesto

    Em novo álbum, DFRONT SA traz a dor em perspectiva e entrega deathcore ainda mais indigesto

    Talvez a primazia artística esteja diretamente relacionada ao quanto de subjetividade há numa obra. Afinal, expor-se, despir-se, exige não só muita coragem, como também verdade. E essas são exatamente as distinções de “Forte Teor Da Dor”, novo álbum do DFront SA.

    O grupo carioca formado por Silvio Guerra (vocal), Nathan Klak (guitarra), Gláucio Magalhães (baixo) e Magno Nascimento (bateria) está há 13 anos na estrada e “Forte Teor Da Dor”, que acabou de ser lançado em CD pela Voice Music e para todas as plataformas digitais, é seu terceiro álbum, sucessor dos elogiados “Do céu ao inferno” de 2016 e “Ceifado” de 2021.

    Em “Forte Teor Da Dor” o DFront SA entrega seu já característico deathcore, agora ainda mais indigesto dado justamente a forma particular com que a banda explorou o tema da dor: grande parte das músicas foram inspiradas em fatos reais vividas pela experiência médica em UTI do vocalista Silvio Guerra, que também é médico cardiologista e esteve trabalhando na linha de frente durante a pandemia de Covid19.

    “Nossa proposta para o álbum novo era clara desde sua concepção: explorar os diferentes tipos de sofrimento que os anos recentes nos trouxeram”, conta o vocalista Silvio Guerra. “Fizemos isso sob diferentes perspectivas, primeiro no próprio âmbito de saúde, mas também de sentimentos, perdas físicas e sociais. Não diria que o trabalho é conceitual, porém há uma espinha dorsal que conecta as músicas, estabelecendo começo, meio e fim. Trabalhar em UTI e vivenciar o pior cenário possível de múltiplos óbitos, desesperança e medo que a Covid19 trouxe, foi uma experiência brutal. Convivíamos com aflição e dor diariamente e quando decidimos nos debruçar no assunto para exorcizar esses demônios e transformá-los em música, todo o processo foi catártico e terapêutico.”

    Ainda segundo Silvio, a referência da dor não se limitou às letras do álbum, mas toda atmosfera sonora e estética notabilizam o tema. “Forte Teor da Dor não se exime de escrutinar a mais profunda depressão e transformar em arte o sentimento genuíno de tristeza, revolta e ardor. O resultado é um trabalho de muito peso, violento nos detalhes e visceral em sua essência.”

    “Forte Teor da Dor” foi produzido pelo guitarrista Nathan Klak e reúne dez faixas: “Cura”, “Agonia”, “Severo”, “Lágrimas”, “Um Segundo”, “Punição”, “Rastro de Culpa”, “Discórdia”, “Fim do Mundo” e “Pandora”. A capa do álbum é assinada pelo renomado artista Rômulo Dias (Edu Falaschi, Shaman, Medjay, etc).

       

    “Cura” ganhou um videoclipe:

    Para ouvir “Forte Teor da Dor” nas plataformas digitais, acesse: Spotify: https://bit.ly/3D4Gf3i Deezer: https://bit.ly/3OhFx9v iMusic: https://bit.ly/3D5PeBd Amazon: https://bit.ly/46Ia2MD Youtube: https://bit.ly/3pEmX1H

    A edição física em CD de “Forte Teor da Dor” lançado pela Voice Music, está disponível nas principais lojas especializadas, entre elas a Black Rock Store: https://blackrockstore.com.br/produto/cd-dfronts-forte-teor-da-dor/

    Mais Informações: www.facebook.com/DFRONTSA www.instagram.com/dfrontsa_oficial www.youtube.com/DFrontSA Press Release: Eliton Tomasi – SOM DO DARMA [email protected] www.somdodarma.com.br (15) 99134-3443

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  • THE CROSS: “Resquiescit in Pace Frater Noster” está pronto e disponível

    THE CROSS: “Resquiescit in Pace Frater Noster” está pronto e disponível

    POR ASSESSORIA 

    O novo EP da lenda do Doom Metal brasileiro THE CROSS, intitulado “Resquiescit in Pace Frater Noster” e que homenageia o ex-baterista Louis, foi finalmente lançado em todas as principais plataformas de streaming e download do mundo no último dia 07/07/2023 pelo selo Pitch Black Records, OUÇA AGORA AQUIhttps://li.sten.to/TheCrossResquiescitInPaceFraterNoster

    Este trabalho conta com três faixas e três importantes participações especiais, Daniel Fischer (Sarlic Bliss & Midnattsol) na música “Resquiescit in Pace Frater Noster”, a poetiza inglesa MS Moem em “In Funere” e do maestro alemão Jochen Thurn (Salic Bliss) em “Semita Solitudinis”, confira a capa feita pelo artista e guitarrista Paulo Monteiro:

      “Requiescit in Pace Frater Noster” – (Official Lyric Video):     “Semita Solitudinis” – (Official Music Video):   CONTATO PARA SHOWS E TURNÊS: E-mail: [email protected] WhatsApp/Telegram: (46) 98838-7204 – Sangue Frio Produções ASSESSORIA DE IMPRENSA: https://sanguefrioproducoes.com/artistas/THECROSS/95 Contato: www.sanguefrioproducoes.com/contato Sites relacionados: https://www.facebook.com/thecrossdoom https://www.instagram.com/thecrossdoom/ https://www.youtube.com/channel/UCAQmIpSnteUj6HDItI1oE_w https://thecrossdoom.bandcamp.com/ https://thecrossdoom.smallbio.com.br/ https://li.sten.to/thecross Fonte: Sangue Frio Produções