Com quase quatro décadas de carreira, os irmãos Max e Iggor Cavalera acabam de lançar os discos de regravações integrais de seus dois primeiros trabalhos de estúdio da carreira, o EP Bestial Devastation e o álbum Morbid Visions, de seus tempos de Sepultura (leia mais aqui).
E com os dois álbuns de regravações já tendo sido lançados na última sexta-feira (14), nada mais natural do que a dupla cair na estrada para divulgá-los. Assim sendo, Max e Iggor anunciam agora a turnê apropriadamente chamada “Morbid Devastation”, que começará pelos Estados Unidos. O primeiro show acontece no dia 29 de agosto, em Albuquerque (NM). Para a turnê, Max e Iggor estarão acompanhados de seu respectivo filho e sobrinho Igor Amadeus Cavalera (Healing Magic, Go Ahead and Die) no baixo, e de Travis Stone (Pig Destroyer, Desolus) na guitarra solo. Como bandas de abertura, o quarteto terá as presenças das bandas Exhumed e Incite – que conta com o afilhado de Max, Richie Cavalera (vocal).
Veja o trailer:
https://vimeo.com/841518987/ac6970bdae
Confira o flyer com todas as datas da perna americana da “Morbid Devastation Tour”: Para ingressos e mais informações, acesseCavalera Conspiracy | The Official Cavalera Conspiracy WebsiteFoto: Jim Louvau
Covenant, o terceiro disco do Morbid Angel, era lançado há 30 anos. À época, em 1993, e ainda hoje, é um álbum seminal do death metal, que impactou o mundo da música pesada com 10 faixas rápidas e agressivas. Para celebrar as três décadas deste consagrado disco, o I Am Morbid, nova banda do baixista e vocalista David Vincent, fundador do Morbid Angel, volta ao Brasil em outubro para uma série de shows, dentro da tour latino americana até novembro com 16 apresentações!
A tour é uma realização da Vênus Concerts, a produtora que viabilizou o vitorioso e concorrido giro do I Am Morbid em 2022. Os ingressos começam a ser vendidos no dia 25/07, próxima terça-feira.
O primeiro show no Brasil é dia 19 de outubro em São Paulo, no Fabrique Club. Depois segue para Brasília, dia 20/10, no Toínha, e ainda passa pelo MOA (Maranhão Open Air), em São Luís, no dia 21/10.
As apresentações do I Am Mobid no Brasil em 2023 trarão o citado álbum Covenant na íntegra e outros clássicos do Morbid Angel. Covenant foi lançado em junho de 1993 pela Earache Records na Europa, pela Giant Records na América do Norte e, posteriormente, ganhou mais versões ao redor do mundo.
O álbum, constantemente apontado como um dos clássicos absolutos do metal pesado, levou o death metal à MTV: teve grande exposição na Headbangers Ball da MTV, bem como o videoclipe de ‘God of Emptiness’ que apareceu no desenho Beavis and Butt-head. Naquela época, caiu na estrada ao lado de bandas como Black Sabbath e Motorhead. Em 2017, a Rolling Stone nomeou-o o 75º melhor álbum de metal de todos os tempos.
Além de Vincent, o I Am Morbid conta com mais um membro original do Morbid Angel, o baterista Pete Sandoval, que também gravou o citado disco Covenant.
Completam a banda os guitarristas Bill Hudson (brasileiro radicado nos EUA, com passagens pelo Circle II Circle, Northtale, Doro, Trans Siberian Orchestra, Vital Remains, entre outras) e Richie Brown (tocou no Trivium, em 2001).
Na Ásia, o Mr. Big deu início à sua turnê de despedida, chamada “The Big Finish”. O show de estreia aconteceu no último domingo (16), pelo Majiao Music Festival, que aconteceu em Yong Qing, na China. A apresentação marcou a estreia do baterista Nick D’Virgilio ao lado das feras Eric Martin (vocal), Paul Gilbert (guitarra) e Billy Sheehan (baixo).
Confira alguns vídeos, disponibilizados na plataforma Bilibili (clique na opção ‘tela cheia’).
Oficializado em março para a turnê de despedida do Mr. Big, Nick D’Virgilio assume atualmente o posto que por muitos e muitos anos pertenceu ao saudoso baterista original Pat Torpey, que faleceu há cinco anos em decorrência do Mal de Parkinson. D’Virgilio entra para o lugar de Matt Starr, que foi quem substituiu Torpey nos shows quando o mesmo começou a ter limitações para tocar por conta da doença.
Quando o Mr. Big anunciou D’Virgilio para sua última turnê, Sheehan comentou: “Encontramos um baterista maravilhoso em Nick, e ele tem uma ótima voz também. Nick tem um alcance vocal semelhante ao de Pat, e será capaz de fazer as partes que Pat fez com semelhante fineza. É um grande alívio porque o Mr. Big sempre foi pesado nas harmonias. Quando a banda começou, nós realmente dependíamos um do outro. Sabíamos que cada cara faria exatamente o que precisava fazer vocalmente e fazê-lo corretamente. É difícil encontrar um baterista que cante aquele ‘range’, mas Nick tem a voz que realmente precisamos no palco”.
O Mr. Big deverá passar com a turnê “The Big Finish” pela América do Sul em 2024.
Belo Horizonte teve uma sexta-feira (14/7) de hard rock de muita qualidade no Caverna Rock Pub, onde aconteceu o Electric Night 2, festival que contou com as bandas Electric Gypsy, Electric Mob, Flying Widows e Pappa Jack.
Quem chegou cedo conseguiu assistir à performance superenergética do Pappa Jack, do Rio de Janeiro, que tocavam pela primeira vez na capital mineira e não decepcionaram.
Os cariocas fizeram um show animado, mesclando composições próprias (cantadas em português) com alguns covers, como uma versão pesada de Malandragem, da qual Cássia Eller se orgulharia, além de Tudo Que Ela Gosta de Escutar, do Charlie Brown Jr., e Do Seu Lado, do Jota Quest. Destaque para o vocalista Lucas Sabrini, que animou o público e deixou o palco “quente” para o Electric Mob.
Oriundo de Curitiba (PR), o Electric Mob tomou de assalto o Caverna no show que seria o retorno da banda à cidade para o lançamento do ótimo álbum 2 Make U Cry and Dance.
Destilando um hard rock potente e moderno, o Electric Mob fez uma apresentação digna da expectativa do público, que aguardava ansiosamente por seu retorno há um tempo. Com um som coeso e bem baseado na cozinha do baixo de Yuri Elero e do excelente baterista André Leister, a banda tinha ainda como ponto alto o guitarrista Ben Hur Auwarter, evidenciando toda sua técnica.
O vocalista Renan Zonta estava com o braço quebrado, mas isso em nenhum momento o impediu de liderar o grupo com seu excelente vocal e uma performance de palco digna de uma banda que já teve suas canções executadas nos Estados Unidos e na Europa.
Talvez a atração mais esperada da noite veio na sequência. Jogando “em casa”, o Electric Gypsy, que não tocava em BH desde abril, levantou ainda mais a galera que com seu hard rock clássico. A banda está superentrosada e se preparando para uma tour europeia em novembro.
O Gypsy fez uma apresentação diversificada, entre baladas, blues e sons mais pesados. Guzz Coolins (vocal), Nolas (guitarra), Pete (baixo) e Robert Zimmerman (bateria) mostraram uma ótima desenvoltura e tocaram sons do autointitulado álbum de 2021 e do seu último lançamento, o EP Stars, lançado neste ano, além de Hot For Teacher, do Van Halen.
Um dos momentos mais interessantes do show foi quando os “Electrics” se encontraram no palco: o Gypsy convidou Renan Zonta, vocalista do Mob, para cantar junto Welcome to the Jungle, do Guns.
O encerramento da noite ficou a cargo dos também mineiros do Flying Widow, power trio que trouxe peso e afinação para “baixo” com seu stoner psicodélico, com influência de Kyuss, Black Sabbath e QOTSA, porém sem perder a originalidade. Quem ficou até o final, pôde ver um show pesado e que fechou a noite com “chave de ouro”.
Luiz Carlini é considerado, junto com o amigo Sergio Dias, dos Mutantes, um dos maiores guitarristas do rock brasileiro de sua geração. Conviveu, acompanhou a trajetória e foi roadie dos Mutantes, seus vizinhos no bairro da Pompeia, berço do rock paulista. Criou a banda Tutti Frutti, que durante os anos 70 gravou e tocou com Rita Lee, compondo e participando de alguns dos maiores sucessos da cantora. É autor daquele que é considerado o mais importante solo de rock na música brasileira, inserido em Ovelha Negra, de Rita Lee, canção incluída no álbum Fruto Proibido, também um dos principais discos de rock e de música brasileira de todos os tempos.
Foi o guitarrista solo do Camisa de Vênus na volta do grupo nos anos 90, tocou com Titãs, Barão Vermelho, Capital Inicial e outros grupos, foi líder das bandas de Erasmo Carlos e Guilherme Arantes. Foi responsável pelos shows de casas como Paulicéia Desvairada, criada por Nelson Mota nos anos 80, e Victoria Pub, onde se apresentou para plateias como as bandas Queen, Van Hallen e Peter Framptom. Gravou com Eric Burdon, vocalista dos Animals e participou de mais de 400 discos de cantores e músicos diversos. Luiz Carlini continua liderando a banda Tutti Frutti em shows pelo Brasil e participando de gravações de estúdio com grandes artistas da música brasileira.
Luiz Carlini – Guitarrista de Rockestreia nos cinemas de São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Salvador, Belo Horizonte, Poços de Caldas, Palmas e Porto Alegre no dia 03 de agosto.
LUIZ CARLINI – GUITARRISTA DE ROCK
Brasil, 2022, 88 min, classificação indicativa
DIREÇÃO _ Luiz Carlos Lucena
PRODUÇÃO _ Ativa Cinema Digital
PRODUÇÃO_ Gretha Rossini
FOTOGRAFIA _ Eddy Marchi, Luiz Carlos Lucena
PATROCÍNIO _ Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo, Spcine, Cia Paulista de Cinema
APOIOS _ Basso, Borne, Cavalera, Edifier, Epiphone, Ernie Ball, Fire Fractal, Geh Music, Gianinni, Gibson, Meteoro, Mooer, Nagano, N. Zaganin, Palhetasonline, Piguitars, Tagima, Tiaflex, TMiranda, Trianon Paulista Hotel, Vox
SINOPSE _O filme conta a trajetória de LUIZ CARLINI, um dos maiores guitarristas brasileiros, fundador da Tutti Frutti, banda que gravou os primeiros álbuns com Rita Lee – incluindo o disco Fruto Proibido, um dos mais importantes registros da música brasileira. É autor daquele que é considerado um dos grandes solos do rock, na música Ovelha Negra. Carlini se apresentou para plateias como as bandas Queen, Van Hallen e Peter Framptom e gravou com Eric Burdon, vocalista dos Animals. O documentário tem depoimentos de amigos e artistas como Andreas Kisser, guitarrista do Sepultura, Erasmo Carlos, Roberto Frejat, George Israel (Kid Abelha), Guilherme Arantes, Juba (Blitz), Kiko Zambianchi, Pepeu Gomes, Supla e Wanderlea.
DISTRIBUIÇÃO _ Lira Filmes
SOBRE O DIRETOR | Luiz Carlos Lucena
Jornalista formado pela ECA-USP e mestre em Comunicação Audiovisual. Escreveu para publicações como O Globo, Gazeta Mercantil, revistas Visão e Banas Ambiental. Editou várias publicações e há 15 anos dedica-se a escrever roteiros e a produzir documentários e filmes de curta e longa metragem. Realizou, nos últimos anos, os documentários Vidas Paralelas, Carnaval em Lá Menor (9 prêmios internacionais), Os Povos da Cuesta, Sob o Véu do Islã, Os Manos de Alá, A Dança das Rainhas e Águas da Saudade.
SOBRE A DISTRIBUIDORA | Lira Filmes
A Lira Filmes é uma produtora e distribuidora independente sediada em São Paulo. Como produtora atua em parceria com diretores(as) e roteiristas na estruturação de filmes, campanhas publicitárias, séries de ficção e documentário, assim como atua em regime de coprodução na gestão de projetos e estruturação financeira com outras empresas produtoras. Na Distribuição vem se especializando nas obras voltadas para nichos de público, concebendo e gerindo a estratégia de programação, comunicação e gestão financeira.
O Parasite Ego, power trio tocantinense de heavy metal formado por Felipe Munhoz (baixo e vocal, Doctor Alibi, Nonexistence, Vomitation e Vulture), Daniel Almeida (guitarra, ex-Outsystem) e Magdi Cabral (bateria, Andromalius), apresenta o álbum de estreia, “Fallen Messiah“, que conta com 10 faixas e está disponível nas plataformas de streaming. O material, produzido e mixado por Vicente Luiz e com capa a cargo de João Duarte, conta com participações especiais de Terry Dunn (guitarra, Banshee) e Giovanna Rocha (saxofone) na faixa “Against all Odds”; Marcio Bello, do grupo de música regional tocantinense Tambores do Tocantins, e de Fernando Magoo em “Fallen Messiah”.Musicalmente, a intenção do trio é fazer heavy metal. “Nós temos gostos em comum e outros bem distintos, mas Black Sabbath, Iron Maiden e Metallica são as principais influências. Daniel curte hard rock, Magdi toca black metal, mas também curte hard e metal dos anos 80, enquanto sou do thrash e heavy metal. Apesar disso, essa mistura é o que mais nos aproximou no processo de composição. Cada um foi exposto a influências diferentes quando estávamos trabalhando em composições propostas por outro integrante. Foi uma experiência muito enriquecedora”, descreve Felipe Munhoz.
Como as composições foram feitas na época da pandemia e cada integrante morava em uma cidade – Felipe Munhoz em Porto Nacional/TO, Daniel Almeida em Palmas/TO e Magdi Cabral em Gurupi/TO –, tudo foi feito de forma remota. “A ideia para a banda e a escolha do nome surgiu durante a pandemia. Estávamos observando como as próprias limitações morais dos seres humanos estavam se refletindo nas decisões políticas e na formação das opiniões das pessoas, como um parasita dentro de cada pessoa que a direcionasse sempre a tomar decisões egoístas”, conta Munhoz.
Confira o lyric video da faixa “Sweet Lies” em https://youtu.be/oVf6izo4Uoo
“Nosso primeiro single, ‘Sweet Lies’, tem uma pegada mais rápida e conta com riffs inspirados no speed metal oitentista. A letra foi escrita na época que as fake news estavam sendo o assunto mais debatido pela mídia no Brasil, mas ela vai além e reflete a respeito de como o ser humano se apega a doces mentiras para obter conforto. E isso não é apenas na política, pois vem de algo muito mais antigo e ligado à forma como as pessoas precisam desse tipo de conforto”, revela o vocalista e baixista.
A capa, a cargo de João Duarte, é inspirada no romance “A Revolução dos Bichos”, de George Orwell. “Ela tem a ver com a temática no que se refere ao comportamento de manada e poder de manipulação dos nossos líderes, e de como isso impactou a vida da população, levando à morte de milhares de pessoas”, detalha Munhoz. “A faixa-título mescla metal com ritmos tribais, como se estivesse chamando para a guerra. Na verdade, é uma ironia, pois ela fala a respeito da característica do ser humano em seguir cegamente seus líderes até o próprio abate”, pontua o vocalista e baixista.
Repertório – Fallen Messiah:
1 – System Failure
2 – Fallen Messiah
3 – Dead Vanity
4 – Sweet Lies
5 – Primal
6 – Breath
7 – Cognitive Dissonance
8 – Time to Pay
9 – Another Chance
10- Against all Odds
Ouça no streaming: https://heylink.me/ParasiteEgoFallenMessiah/Mídias sociais:https://www.instagram.com/parasiteegoofficial/https://www.facebook.com/ParasiteegoE-mail:[email protected]
Assessoria de Imprensa – ASE Music:
http://www.asepress.com.br/music/www.instagram.com/ase_press/[email protected]
Como se fosse uma menestrel, Aline Happ evoca uma aura folk medieval na versão de “Lady in Black”, da banda britânica Uriah Heep, criada na década de 60. O cover faz parte do novo álbum da cantora, Branching Out, e foi um pedido de um fã que participou da campanha de financiamento coletivo para o lançamento do disco. Nesta versão, além do vocal feminino, a artista é acompanhada por coros, sintetizadores, flautas e percussão celta. A canção já está disponível nos streamings, enquanto o clipe está no canal de Aline Happ no YouTube.
Assista “Lady in Black”:
A canção da banda Uriah Heep conta a história de uma pessoa que está sedenta por vingança, que vaga na escuridão e este desejo a está consumindo. Até que, ao conhecer a “moça de preto” (uma tradução em português para o termo “Lady in Black”), tudo muda: ela o aconselha a desistir da vingança e oferece a sua amizade e proteção, e assim, a pessoa decide viver a vida sem o veneno que mata a alma e envenena.
“Não conhecia esta música do Uriah Heep antes dela ser sugerida a mim por um fã. Quando a escutei, já gostei muito, tanto pela letra quanto pela melodia. Ela tem uma mensagem profunda, sobre a busca pela paz em meio ao caos e à violência. Essa música já tem um estilo Folk, que combina muito bem com o conceito do meu álbum, que traz uma aura de fantasia e magia. Na produção da faixa, usei elementos musicais para criar uma atmosfera mais etérea e mística. Espero que a sabedoria da ‘Lady in Black’ possa tocar o coração daqueles que ouvirem esta canção”, aconselha Happ.
Pensado para ser um disco que se tornasse um registro da expansão da trajetória de Aline Happ como artista, o álbum “Branching Out” não é uma ruptura com o Lyria, e sim, um complemento. Tal como dito é “Join Me”, um dos principais singles do disco, um dos propósitos do álbum é convidar os fãs de rock, música celta, folk e classical crossover para conhecer o trabalho de Aline, e posteriormente, mais do metal sinfônico nacional. A ficha técnica da gravação traz Aline Happ (voz, instrumental, mixagem, masterização e edição de vídeo) e Patrick Happ (direção de câmera).
Ouça “Branching Out”:
Conhecida mundialmente por seu trabalho como líder, vocalista e compositora do Lyria, Aline Happ é hoje uma das vozes mais famosas da nova geração do metal sinfônico. Em seu projeto solo, a artista promove releituras Folk/Celtic de canções do rock, do metal e do pop mundial que estão disponíveis em seu canal no YouTube. O Lyria foi fundado em 2012 e, de lá pra cá, o grupo lançou dois discos com apoio de crowdfunding, Catharsis (2014) e Immersion (2018) e tocou em diversas cidades, além de ser pioneiro no Brasil na transmissão de shows online com venda de ingressos para o mundo todo.
Duas bandas lendárias em seus respectivos estilos se unirão para uma única apresentação em Curitiba, no dia 24 de outubro (terça-feira), no Tork N Roll. Os grupos americanos L7 e Black Flag prometem uma noite histórica na capital paranaense, ambos apresentando shows completos.
Os ingressos estão à venda pela plataforma Bilheto, a partir de 140 reais, no setor pista. A compra pode ser realizada em até 12 parcelas. O L7 sobe ao palco às 19h30, e o Black Flag, às 21h30.
O grupo de rock alternativo L7 surgiu em meados dos anos 1980, e nesses quarenta anos, marcou época com singles de sucesso como “Everglade”, “Andres” e, principalmente, “Pretend We’re Dead”. Álbuns como Bricks Are Heavy e Hungry for Stink são cultuados até hoje por fãs em todo o mundo. Donita Sparks (guitarra/vocal), Suzi Gardner (guitarra/vocal), Dee Plakas (bateria) e Jennifer Finch (baixo) voltam ao Brasil, pela terceira vez, com o vigor de uma banda experiente.
Referência do punk rock, o Black Flag foi fundado na metade dos anos 1970, na Califórnia. Entre indas e vindas, o grupo retomou as atividades em 2019, e atualmente conta com o guitarrista e membro fundador Greg Ginn, com Mike Vallely (voz), Harley Duggan (baixo) e Charles Wiley (bateria). O show que trarão para Curitiba será uma celebração aos 40 anos do clássico My War, segundo disco da banda, lançado em 1984, contando com o vocalista Henry Rollins.
O L7 retorna após quatro anos. Por sua vez, o Black Flag chega a cidade pela primeira vez. Seja como for, a união desses dois importantes nomes do rock americano será uma oportunidade única de celebrar a história da música pesada em apenas uma noite.
Serviço
L7 e Black Flag em Curitiba
Data: 24 de outubro de 2023 (terça-feira)
Local: Tork n Roll
Endereço: Av. Mal. Floriano Peixoto, 1695 – Rebouças
Horários:
19h00 – Abertura da casa
19h30 – L7
21h30 – Black Flag
Classificação etária: 16 anos (acompanhado de responsável legal)
(Galeria Pinheiro) Praça Tiradentes, 106 Ljs 03 E 04 – Centro – Curitiba – PR
Seg. a Sex., das 09h às 19h / Sábado, das 9h às 15h
* A organização do evento não se responsabiliza por ingressos comprados fora dos anunciados
** Será proibida a entrada de câmeras fotográficas/filmadoras profissionais e semiprofissionais.
L7
Formado em 1985, foi nos anos 1990 que o L7 ganhou visibilidade mundial. Após dois álbuns, L7 (1988) e Smell the Magic (1990), o quarteto alcançou a fama com o estrondoso sucesso do Bricks Are Heavy, principalmente do single “Pretend We’re Dead”. Na época, fizeram a primeira visita ao Brasil, como atração do Hollywood Rock, no mesmo dia do Nirvana. Além da parte musical, elas criaram a fundação Rock for Choice, para defesa dos direitos da mulher e participaram de festivais e trilhas sonoras de filmes.
Em dezembro de 2014, a banda anunciou sua reunião com a formação original, após mais de uma década separadas, sacramentada com o álbum Scatter The Rats, cuja turnê passou pelo Brasil. Agora, o lendário grupo se apresenta no país trazendo os grandes sucessos da carreira, tanto dos imprescindíveis Bricks are Heavy e Hungry for Stink, como de outros registros importantes como Smell the Magic e The Beauty Process: Triple Platinum.
Foto: Blackheart Records
Black Flag
O Black Flag é uma banda de punk rock formada em 1976 em Hermosa Beach, Califórnia. Inicialmente chamada de Panic, a banda foi criada por Greg Ginn, o guitarrista, principal compositor e único membro que esteve em todas as formações. O grupo é considerado como um dos mais importantes e influentes nomes do punk e do hardcore, bem como pioneiros do pós-hardcore. Após se separarem em 1986, se reuniram em 2003 e novamente em 2013.
Nessa segunda vez, lançaram o primeiro álbum de estúdio em quase três décadas, intitulado “What The…”.(2013). Nessa nova encarnação, o grupo apresenta uma turnê que revisita um de seus maiores trunfos, apresentando performances enérgicas, como o público europeu pode comprovar recentemente. A banda participou de grandes festivais e realizou datas especiais em diversos países, culminando com um show histórico no Hellfest.
Foto: Gustavo Diakov/Sonoridade Underground
Resumo
O que: L7 & Black Flag
Quando: Terça, 24 de outubro – 19h
Onde: Tork n’ Roll – Av. Mal. Floriano Peixoto, 1695
Quanto: de R$140 à R$480
Informações: www.abstratti.com e (41) 99980-7137
O The Giant Void foi idealizado em Sorocaba/SP em 2021 pelo guitarrista e produtor musical Felipe Colenci e conta com o vocalista Hugo Rafael que é conhecido por ter sido um dos finalistas da temporada 2021 do The Voice Brasil. Na bateria do The Giant Void, outro músico conhecido do público, o alemão Michael Ehré, baterista do Gamma Ray e Primal Fear.
Produzido, mixado e masterizado por Felipe Colenci, “Thought Insertion”, o disco de estreia, foi lançado em 2021 e já agradou logo de cara os principais críticos de rock do país: “Um dos melhores lançamentos do Brasil em 2021” (Alessandro Bonassoli – Roadie Crew); “Thought Insertion é uma obra fenomenal” (Clóvis Roman – Acesso Music); “(…) mais uma incrível banda no cenário metálico… revelação de 2021″ (Alex Silva – Rock Breja); “Uma bela surpresa e mais uma ótima banda brasileira” (Ricardo Seelig – Collectors Room); “Excelente álbum” (Fabian Chacur – Mondo Pop); “(…) metal MUITO interessante… um álbum surpreendente.” (Regis Tadeu). “Thought Insertion” ainda foi indicado para o Prêmio Dynamite 2022 na categoria “Melhor Álbum de Heavy Metal”.
Entusiasmados com o momento positivo, o The Giant Void já anunciou seu segundo e novo álbum: “Abyssal”!
Mais uma vez produzido pelo próprio Felipe Colenci, “Abyssal” vai reunir 12 faixas: “Dirty Sinner”, “Ashen Empires Pt 2 – NWO”, “The Key”, “Monster Within”, “The Black Pit”, “Mars”, “Inner Truth”, “War Heroes”, “Chosen One”, “Dimensions Collide”, “Ashen Empire Pt 1 – Rising Empire” e “Human Downfall”.
Felipe Colenci explica o conceito por trás do título “Abyssal”.
“Abyssal foi o título encontrado por mim e nosso manager, Eliton Tomasi, para resumir o que queremos contar nas letras. Quando analisamos os textos, entendemos que todas as músicas falam de emoções profundas humanas, emoções basais, e o título em questão foi uma forma de resumir esse conteúdo. Não se trata de um álbum conceitual, mas podemos dizer que todas as letras tem conexão entre si”.
“Dirty Sinner”, faixa que abre o álbum, será o primeiro single a ser lançado e, segundo Colenci, é uma música que tem um significado especial para a banda.
“Ela significa muito para o The Giant Void pois é uma canção escrita a três mãos, por mim, Hugo e nosso tecladista Chico Rangel, e fala dos nossos mais profundos pecados, e o quanto somos escravos deles – ou será que secretamente gostamos dos pecados que cometemos?”
A impactante capa de “Dirty Sinner”, assim como a capa de “Abyssal”, são trabalhos coletivos assinados por João Vicentim, João Schendel e John Rendering.
O single “Dirty Sinner” será lançado no próximo dia 28 de Julho. Já o álbum “Abyssal” é esperado para chegar às lojas de CDs e plataformas digitais em Setembro.
Enquanto o novo álbum não é lançado, ouça “Thought Insertion” nas plataformas digitais:
Spotify: https://spoti.fi/3CrVp0x
A edição física em CD digipack de “Thought Insertion” está à venda nas principais lojas especializadas do país como Die Hard, Aqualung e So What na Galeria do Rock em São Paulo, além da Woodstock Discos (São Paulo/SP), Heavy Metal Rock (Americana/SP), Underground Cds (Itu/SP), Loja Zeppelin (Porto Alegre/RS), Brutal Store (Fortaleza/CE), Rising Records (Mossoró/RN), entre outras.
Para vendas no atacado, acesse: http://voicemusic.com.br/
Piet Sielck, guitarrista, vocalista e líder da veterana banda alemã de power metal Iron Savior revelou nesta terça-feira (18), que foi diagnosticado com câncer.
O músico explicou a situação em suas redes sociais:
“Dizem que um raio nunca cai duas vezes no mesmo lugar… Mas, às vezes, cai sim. Depois que Jan (Soren Eckert, baixista que venceu um câncer diagnosticado em fevereiro de 2020) foi diagnosticado com câncer, agora é a minha vez.
Felizmente, foi detectado numa fase em que a cura é possível. Portanto, tenho que iniciar o tratamento médico de imediato para curar o mais rápido possível. Tenho uma equipe médica de alto nível e uma ótima rede de apoio, estou em boa forma, não tenho outras doenças e também tenho poder psíquico e força de vontade para atravessar com sucesso esse caminho díficil. O primeiro passo será a quimioterapia seguida de cirurgia após um tempo de recuperação.
Como preciso focar 100% no meu processo de cura, cancelamos todos os shows que faltavam para 2023. Tenho certeza que todos vocês vão entender que eu preciso de toda a minha energia (voltada) para mim por um tempo. Continuarei minhas atividades nas redes sociais e também promoverei o novo álbum, Firestar, da melhor forma possível. Pedi a AFM (N.R. gravadora da banda) que mantivesse o cronograma de lançamento para 6 de outubro.
A cura é o objetivo final e eu já comecei o processo”.
Como antecipado por Sielck, o Iron Savior lançará seu novo álbum, Firestar, 15° da carreira do grupo, no dia 6 de outubro deste ano, via AFM Records. O álbum foi produzido no Powerhouse Studio, em Hamburgo, e conta com backing vocals de Frida, filha de 17 anos de Sielck, e também de seu namorado.