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A banda alemã de death/thrash/tantric metal Susurro lançou seu novo single “Life Matters” em 14 de julho no Masters of Rock em Vizovice (República Tcheca). O lançamento foi gravado no AMSS-UG Studios e mixado e masterizado por Andy Lux.
O fundador da banda, Jack Skaner, descreve a música da seguinte forma: Racismo, violência policial. A desigualdade na política e na justiça está aumentando. Livre-se das ditaduras, da liberdade, da igualdade, somos todos iguais. A Susurro foi fundada em 2019 por Jack Skaner (vocal/guitarra) em Allmersbach. Pouco depois, Mr. Six-Ell (baixo) e Winzent Walace (guitarra/teclados) se juntaram à banda e a formação estava completa.

O álbum de estreia da banda, Erratic, foi lançado em janeiro de 2022.
“Life Matters”:

POR ASSESSORIA
A banda curitibana Cold4Desert lançou o aguardado videoclipe de seu novo single “Empty Room”, marcando o início de uma nova fase e antecipando o lançamento de um EP, ainda sem data definida.
A história do Cold4Desert teve início como uma banda cover que acumulou muita experiência na cena do Paraná, mas agora, completamente repaginados e determinados a alcançar novos horizontes, os músicos de Curitiba estão animados com essa fase promissora.
Assista ao videoclipe de “Empty Room”:
A formação do Cold4Desert é composta por: Renan Henrique: (vocal e guitarra), Ramisses Mike (baixo), Daylton Carvalho (guitarra) e Giovanni Vicentin (bateria).
Renan explica que “Empty Room” tem suas raízes nas angústias enfrentadas durante a pandemia, mas transcende ao propor uma nova perspectiva para lidar com esses sentimentos.
“Estamos extremamente emocionados com o lançamento do videoclipe! Essa música retrata a angústia e a libertação que muitos de nós vivenciamos durante o período desafiador da pandemia. A mensagem central é sobre valorizar o processo emocional do luto interno diante das adversidades que podem surgir. Mesmo em face de imprevistos, a vida continua. Após um ano turbulento como banda, as coisas estão se encaixando perfeitamente, e já estamos planejando nosso próximo clipe”, comemorou Renan.
Já o guitarrista Daylton Carvalho acrescenta que “Empty Room” é uma reflexão sobre manter o foco no futuro e nas experiências que ainda estão por vir, mesmo cientes da brevidade da vida. “O tema central é a perda. Cada pessoa é única e importante à sua maneira. A mensagem é sobre superação e concentrar-se nas lembranças positivas. A vida é efêmera, e precisamos olhar sempre adiante”, disse Daylton.
O videoclipe de “Empty Room” foi produzido e dirigido por Jan Mayer, contando com a participação das talentosas atrizes Luana Carvalheiro e Silmara Alencar.
Anteriormente, o Cold4Desert lançou o videoclipe de “‘Blackout”, confira aqui:
Links: https://open.spotify.com/intl-pt/artist/0tNJ9KlmAAjHGyvNgpJgll?si=ewbsxQWLTqSxNPPTtzauDw youtube.com/@Cold4Desert https://www.instagram.com/cold4desert/

Há um tempo considerável, o lendário vocalista dinamarquês King Diamond vem trabalhando nos próximos álbuns de estúdio de sua homônima banda solo e também do Mercyful Fate. Em participação recente no programa The Electric Theatrer With Clown, que é apresentado por M. Shawn “Clown” Crahan, do Slipknot, King atualizou os fãs sobre o andamentos dos tão aguardados novos álbuns de suas duas criações.
Sobre as músicas, mestre King disse: “Estou compondo com Hank (Shermann, guitarrista) para o Mercyful Fate e compondo por conta própria com Andy La Roque para o King Diamond. Para o King Diamond, o álbum vai se chamar The Institute, que será a primeira parte de duas; Serão dois álbuns completos que fecharão toda essa história. Como o título diz, vai ser uma coisa assustadora, estranha; E para o ‘Mercy’ também tenho o título, porém não estou contando a ninguém no momento. Temos a capa frontal para o novo Mercy também. É muito correta, muito certa para o Mercyful Fate. É muito de volta ao básico”.
Em relação a construção vocal dos discos, King explicou: “De minha parte, com o Mercy e (com o) King Diamond – ainda mais o King Diamond, eu diria -, todos os vocais serão vocais principais novamente, como eram nos velhos tempos para mim. Não importava se era um coral cantando do lado direito ou esquerdo ou que fosse; eles ainda entravam e pegavam partes das letras para progredir a história e assim por diante. Então, vai valer tudo com os vocais, com certeza – de volta ao estilo antigo. E para o Mercyful também; vai ser muito antiquado. Hank está compondo muito como antigamente. E é bom sentir que podemos capturar isso novamente”.
Até o momento, não foram revelados se já há uma data definida os lançamentos de cada um desses discos que estão sendo trabalhados.

Já está no ar, pelo canal da Roadie Crew no YouTube, o episódio #21 do quadro Faixa a Faixa – Batalha de Álbuns. No Faixa a Faixa, os comentaristas colocam três grandes discos lado a lado em disputa. Com a mesma quantidade de músicas na track list, uma a uma, na ordem, vão sendo confrontadas. O objetivo final dos apresentadores é montar um imaginário disco com a track list perfeita, formada pelas músicas vencedoras.
Nesse episódio, os apresentadores Luiz Tosi, Ricardo Batalha e Ricardo Campos põem em jogo as músicas dos álbuns Jugulator (Judas Priest), Slaves and Masters (Deep Purple) e Stranger in Us All (Richie Blackmore’s Rainbow).
E não se esqueça de se inscrever em nosso canal, deixar seu like e clicar no Hells Bells () para receber todas as notificações dos próximos vídeos: https://www.youtube.com/roadiecrewmagtv

POR ASSESSORIA
Ouça “Barbie Girl Death Girl”:
https://onerpm.link/248496687235Sobre Mayara Puertas
Nascida em 1993, em Santo André no ABC Paulista, Mayara canta desde pequena tendo sua iniciação musical com canto popular e piano influenciada pela família que sempre esteve muito ligada às artes musicais. Ainda na infância se interessou por tocar piano, violão e guitarra. Antes de dedicar-se a música, Mayara estudou Administração e Design Gráfico, além de por anos ter assessorado bandas publicando e produzindo conteúdo em sites de Rock e Heavy Metal como Whiplash.Net. Sua carreira como vocalista de metal tem início em meados de 2011 e em 2012 foi convidada a assumir o posto de vocalista da banda de Death Metal Necromesis, onde registrou o EP “Echoes of a Memory” (2014) e o Full Album “The Poet’s Paradox” (2015) lançado pela Shinigami Records, participando assiduamente das composições contribuindo com riffs, e também arranjos de teclados e violões para as músicas. Deixou a banda em 2015, tendo como seu último registro um tributo ao Bathory, no qual gravou uma versão de Man of Iron com vocais limpos, guturais e rasgados.
No mesmo ano foi chamada a fazer parte do Torture Squad como vocalista oficial lançando o EP “Return of Evil” (2016) e o álbum “Far Beyond Existence” (2017), as turnês de divulgação se estenderam pela América Latina e Europa . Desde 2019 Mayara também integra o projeto de Rock Experimental “Fanttasma” do produtor Lopes Casanegra (Ex-Torture Squad) e colabora com a guitarrista Paula Carregosa em um novo projeto. Mayara também é produtora musical de novos cantores, e através de suas redes sociais, compartilha informações sobre tecnologia e ferramentas para cantores e compositores. Em 2023 realizou uma série de palestras no circuito SESC, Summer Breeze Festival e Trends Brasil Conference, trazendo em suas agendas a voz como uma ferramenta de ativismo e empoderamento.
Sobre Paula Carregosa
Guitarrista canhota, Influencer e Produtora Musical. Foi considerada a 8ª melhor guitarrista BR pela revista Roadie Crew, sendo a única mulher no top 10.
Formada em Comunicação Social Bacharelado Relações Públicas e Tecnólogo em Marketing pela UNISA (2011) Sua trajetória musical teve início em 2004, tocando em casas de shows renomadas em São Paulo Capital, como Hangar110, Black Jack, Manifesto bar, etc. Em 2007, começou a divulgar produtos no Youtube, com dicas musicais e vídeos covers.
Em 2012 iniciou a carreira profissional com o projeto musical ”Musas do Metal” no TV-Show ”Rocka Rolla” da MTV, banda do ex-Hermes&Renato/ Massacration. Bruno Sutter. A banda tocou em importantes eventos por todo Brasil, como comiccon, animefriends, VMB, museu de arte moderna São Paulo. Além de participar de programas de TV, como Danilo Gentili e especiais Mtv. (2017)
Paula é a única(o) brasileira(o) patrocinada pelas marcas Kemper Amps e Kiesel Guitars, As marcas mais conceituadas e renomadas no meio musical internacional.

Gênero: Death Metal
Produção: Paula Carregosa
Gravação: Paula Carregosa
Masterização e Mixagem: Flávio Reis @flavioreisprodutor
Formação: Mayara “Undead” Puertas – Vocais Paula Carregosa – Guitarras
Arte da Capa: X Tudo Obze
Fotografia: X Tudo Obze
Paula Carregosa Online: https://www.facebook.com/paulitchas/ https://www.instagram.com/paulacarreg… https://www.tiktok.com/@paulacarregosa
May Puertas Online: https://www.facebook.com/mayarapuertas/ https://www.instagram.com/mayarapuertas/ https://www.tiktok.com/@maypuertas
Letra:
I’m a Barbie Girl in a Bloody World Black lipstick, is fantastic I just use my hair, for headbang everywhere Listening to Immolation, and Beyond Creation
(Come on, Barbie, let’s go party!)
I’m a Barbie Girl in a Bloody World Black lipstick. It’s fantastic! I just use my hair, for headbang everywhere Listening to Immolation, and Beyond Creation
I’m a brutal girl in a metalhead world In my face is not Make-up, is my corpse paint May I look like a doll, but I’m pure Rock N Roll I love Kiss, Judas Priest and Doro is my queen
Whyle you complain about me I play faster than Herman Lee
I’m a Barbie Girl in a Bloody World Black lipstick it’s fantastic! I just use my hair, for headbang everywhere Listening to Immolation, and Beyond Creation
Come on, Barbie, let’s go party! Come on, Barbie, let’s go party! Come on, Barbie, let’s go party!


POR ASSESSORIA
A banda Dragonheart, que está voltando a ativa com nova formação, com 26 anos de uma sólida carreira, apresenta aos fãs o segundo videoclipe e single do vindouro quinto álbum de estúdio, The Dragonheart’s Tale. O trabalho será lançado mundialmente pela Rockshot Records e no Brasil pela Hellion. A música “The Devil is by my Side” teve o clipe disponibilizado no canal oficial da gravadora gringa.
O vocalista Eduardo Marques comenta a narrativa da canção: “Ela conta como o ‘Blacksmith’ – esse personagem tão querido pelos fãs – procurou um mestre de armas em uma guilda, mas usou magia proibida para criá-las. Banido da guilda e enviado para o exílio, ele jura que um dia precisarão dele quando os tempos sombrios chegarem. O ferreiro usava magia negra e a cada martelada sugava parte das almas de criaturas próximas de sua forja, retratada na capa do single, desencadeando uma praga de mortos vivos ao norte de Allur para alimentar seu aço poderoso”.

As referências entre as duas canções – “The Blacksmith”, lançada há 21 anos, e a nova “The Devil is by my Side” – não para no campo lírico: “A bigorna da ‘The Blacksmith’ foi novamente usada, a parte do solo surge como o riff, o que conecta ambas as músicas, e o Thiago emula no prato a sonoridade da forja de uma espada. Com um toque dos anos 1980 e influência de Accept, essa música é perfeita para tocar ao vivo. Com muitas citações da música lançada em 2002, no segundo álbum, ‘The Devil Is By My Side’ tem potencial para ser um clássico do power/true metal”.
Assista “The Devil is by my Side”:
Ouça o single no Spotify:
Segundo single do álbum, “The Devil is by my Side” sucede “Dragonheart’s Tale”, faixa que obteve grande aceitação dos fãs e criou uma grande expectativa para o novo álbum, que marca uma nova etapa na vitoriosa carreira do agora quinteto. Este trabalho marca a solidificação da atual formação do Dragonheart, com Eduardo Marques (vocal), Marco Caporasso e John Oliver (guitarras), Thiago Mussi (bateria) e Marcos Prince (baixo).
The Dragonheart’s Tale – O álbum
The Dragonheart’s Tale expande o universo dos álbuns clássicos do Dragonheart. O trabalho do grupo é indicado para fãs do verdadeiro heavy metal, além de trazer referências de música medieval, renascentista e celta, em uma roupagem arrojada e com muita personalidade. O material também agradará fãs de RPG, games e trilhas sonoras épicas.
O álbum, com 15 faixas (entre músicas, intro e interlúdios) e cerca de 52 minutos de duração, é uma obra de power metal dividida em três atos, que conta uma história cativante que mescla, batalhas, fogo, mágica e piratas.
Mixado e masterizado por Fredrik Nordström (Dream Evil, Hammerfall, Opeth, Evergrey, Powerwolf, entre outros), The Dragonheart’s Tale teve a capa criada pelo lendário Andreas Marschall (Blind Guardian, Grave Digger, Running Wild). Entre as participações especiais, há grandes nomes como Henning Basse (ex-Metalium) e Vanessa Rafaelly.
O conceito geral do trabalho é continuar uma narrativa fantástica criada pelo grupo e celebrar o legado musical do Dragonheart, com – além do peso e melodia do heavy metal em sua mais pura forma – interlúdios, passagens acústicas de taverna, dublagens e efeitos sonoros, que levarão os ouvintes a um verdadeiro mundo de fantasia.
Surgido em meados dos anos 1990, o Dragonheart chamou atenção de imediato no cenário nacional com a demo Gods of Ice, moldada posteriormente com o lançamento do debut Underdark. O sucesso cresceu exponencialmente com Throne of the Alliance, que forjou alguns dos grandes sucessos da banda até hoje, como “The Blacksmith” e “Throne of the Alliance”, entre outras. A banda seguiu na ativa lançando outros registros e retorna com tudo em 2023, com The Dragonheart’s Tale.


POR ASSESSORIA
Switchback é uma banda de crossover do Rio de Janeiro, formada em novembro de 2017 na cidade de Niterói – RJ. Os riffs marcantes e agressivos que compõem a sonoridade da banda servem como trilha sonora de protesto e denúncia dos problemas e conflitos sociais, pela ótica do Rio de Janeiro, por meio de letras de atitude Hardcore, resultando em um som visceral e conciso, onde ainda se percebe influências de Punk Rock e Thrash Metal.
O quarteto acaba de lançar o videoclipe de “Jack’n’Coke”. Paralelamente a isso, o Switchback está compondo novas músicas para gravar o primeiro álbum.
“Jack’n’Coke”:
Após os lançamentos dos EP´s “Sobrevivendo ao Caos” (2019) e “Batendo de Frente” (2021) que obtiveram excelentes críticas da mídia especializada e reconhecimento de público, em 2022 quando houve a retomada de shows pós-pandemia, o quarteto formado por Vinny (vocal), Fabio Lannes (guitarra), Munhoz (baixo) e Mauro Lopes (bateria) foi para estrada com a “Batendo de Frente Tour”, que mesmo sendo uma banda underground canalizou às energias para divulgar o trabalho no máximo de lugares possível e assim fizeram o circuito underground carioca, além de cidades como Macaé, Juiz de Fora e o ponto alto da tour que foram dois shows em São Paulo e um em Diadema .
Agora em 2023, a banda dá continuidade a “Batendo de Frente Tour”, já tendo realizado alguns shows pelo Rio de Janeiro e Baixada Fluminense, além de ter organizado o próprio evento em abril desse ano, chamado Switchback Fest. “Foi a realização de um sonho em fazer um evento totalmente DIY, que tivemos a honra em dividir o palco do Espaço Barricada em nossa cidade, com bandas amigas que são representantes do Hardcore, Crossover e Metal carioca.”, ressalta Fábio Lannes.


Não há dúvidas de que, dentro das possibilidades, uma das bandas que os fãs da música pesada mais adorariam ver retomar as atividades inquestionavelmente é o Slayer. Desde que o gigante do thrash metal se aposentou em 2019, o sentimento ainda é de uma lacuna incomensurável no cenário, uma enorme cicatriz que não fecha. Gary Holt, guitarrista do Exodus que nos últimos anos de Slayer substituiu Jeff Hanneman depois que o mesmo faleceu em 2013, respondeu sobre o assunto em uma guitar clinic realizada na última segunda-feira (17), no Pitbull Audio, em National City, Califórnia.
Infelizmente, para quem ainda nutre algum tipo de esperança de ver a banda ressurgir, a fala de Holt é desanimadora. “Você tem que falar com outras pessoas. Isso está fora da minha alçada”, disse. “Olha, se alguém me pedisse para fazer isso, é claro que eu aceitaria”, admitiu. “Porém acho que isso nunca vai acontecer. Acho que a banda acabou”, opinou. “Ao contrário de todas as outras turnês de despedida que começam há cinco anos e ainda continuam, acho que (ao menos) esta acabou”.Em 2022, Holt contou à Guitar World que para Kerry King o Slayer acabou antes do tempo: “A banda parou cedo demais? Isso é eles que decidem. Eu sei que é assim que Kerry se sente”. Como muitos sabem, se dependesse de King, o Slayer não teria parado. O próprio King admite que “a banda parou cedo demais”. Ainda sobre a entrevista à Guitar World, Holt disse que achava melhor o Slayer sair por cima do que passar os últimos anos se arrastando em palco, como acontece com alguns outros grupos: “Isso mancharia o legado da banda. Desse modo, eles saíram em sua melhor forma. Talvez seja melhor assim”.


Desde Killing is My Business… And Business is Good! (1985), o baixista David Ellefson sempre colaborou com vocais de apoio, porém, embora tenha em seu currículo inúmeros discos gravados, seja com o próprio Megadeth ou com seus incontáveis projetos, ele nunca havia atuado como vocalista principal em alguma música. No mais recente álbum do Megadeth, The Sick, The Dying… And The Dead!, haveria uma música em que pela primeira vez Ellefson teria a chance de assumir o microfone, no entanto, com sua demissão da banda, o líder Dave Mustaine não apenas contratou Steve DiGiorgio para regravar as linhas de baixo que já estavam todas finalizadas, quanto limou a ideia de ter a voz do ex-parceiro assumindo o protagonismo em uma música. Não demorou muito e, passando por cima da frustração, Ellefson finalmente pôde mostrar sua performance como cantor, na música Walk with Me Forever, do recém lançado álbum de estreia de sua nova banda, o Dieth. Em entrevista exclusiva para a ROADIE CREW, Ellefson contou ao repórter Daniel Dutra como foi a experiência:
“O death metal é um estilo muito foda, mas só agora estou aprendendo, então calma lá! (risos) Acho engraçado como tantas pessoas conseguem simplesmente cantar ou tocar assim (risos), mas eu não posso porque não é natural para mim. Cresci pensando em cantar limpo, ouvindo rock dos anos 70, bandas como Styx, KISS e Aerosmith, e o Steven Tyler até tem um pouco de sujeira na voz, mas obviamente nada como death metal. Sempre gravitei nessa atmosfera da voz limpa… Ah! Também tem o Van Halen, porque fiquei deslumbrado com as harmonias vocais quando ouvi o primeiro disco deles. Na minha opinião, as harmonias vocais do Van Halen são tão importantes quando qualquer outra parte do som do grupo, incluindo as guitarras do Eddie. Quando comecei, eu costumava ser o vocalista das minhas bandas, não apenas o baixista. O início foi como vocalista, baixista e compositor, embora tocássemos mais covers porque era assim que conseguíamos shows. Quando se canta música dos outros, não dá para encontrar sua própria voz, que só aparece quando você começa a compor o próprio material. No Megadeth, fui eu quem fez o Dave ser o vocalista. Disse a ele: ‘Você está escrevendo as letras, está contando as histórias, então quem melhor do que você para cantá-las? É uma questão de saber o seu lugar, também. O Megadeth não era uma banda para eu ser o vocalista, mas agora é o momento perfeito, e, sendo franco, a afinação que usamos, o dó, é perfeita para mim. É bem no meu alcance, especialmente na minha idade (N.R.: 58 anos), então não somos uma banda que precisa baixar a afinação, afinal, ela já está bem baixa (risos). Não está muito longe da minha voz falada, como você está ouvindo agora”.
Walk With Me Forever faz parte do álbum de estreia do Dieth, intitulado To Hell and Back. O Dieth é uma banda de death metal que além de David Ellefson conta com o brasileiro Guilherme Miranda (ex-Entombed A.D.) na guitarra e vocal e com o baterista polonês Michał Łysejko (ex-Decapitated).
A entrevista completa com David Ellefson você confere na nova edição da ROADIE CREW, #275. Para adquirir essa ou outras edições ou mesmo fazer a sua assinatura, acesse nossa loja AQUI ou entre em contato pelo telefone (11) 96380-2917 (whatsapp).