Prestes a lançar seu novo álbum de estúdio, The Sinner Rides Again, sucessor do debut Sermons of the Sinner, de 2021, o KK’s Priest, banda criada pelo guitarrista KK Downing e que tem em sua formação o também ex-Judas Priest Tim “Ripper” Owens no vocal, lançou o terceiro single do disco. Trata-se da faixa Strike of the Viper, música que acompanha videoclipe, lançado nesta sexta-feira, 25 de agosto.
Confira:
The Sinner Rides Again será lançado no próximo dia 29 de setembro via Napalm Records. Confira a capa do disco:
Anteriormente, o KK’s Priest já havia lançado dois videoclipes promocionais para seu novo álbum, feitos para as músicas Reap the Whirlwind e para a de sugestivo título de One More Shot At Glory. Confira abaixo a capa do disco e os dois videoclipes anteriores da banda.
O KK’s Priest é completado pelo guitarrista A.J. Mills, pelo baixista Tony Newton e pelo baterista Sean Elg.
Ícone do death metal, o Cannibal Corpse lançará seu 16° álbum de estúdio, Chaos Horrific, no próximo dia 22 de setembro, via Metal Blade Records.
Desde 1988, o grupo está na vanguarda do gênero, moldando-o e definindo-o. Em 2021, o Cannibal voltou a aumentar as apostas com Violence Unimagined. Já em 2023, comemorando seu 35° aniversário, o grupo retorna com o igualmente monstruoso Chaos Horrific, iniciando um novo capítulo em seu histórico legado.
Composto logo após a conclusão das sessões de Violence Unimagined, ecos desse álbum existem em Chaos Horrific. “Para mim, este álbum parece uma continuação de Violence Unimagined“, admite o talentoso baixista Alex Webster.
A banda sempre se notabilizou pela tecnicidade e por composições complexas, porém isso não define para onde o processo de escrita os leva. “Acredito que nossas composições progrediram de uma maneira em que cada música abre seu próprio caminho, ou seja, música direta ou técnica”, observa o guitarrista Rob Barrett. “Às vezes, é uma mistura dos dois, então não há uma ideia pré-concebida de que queremos ser mais técnicos. A música meio que toma seu próprio curso”.
Webster concorda: “Não acho que houve nenhum esforço consciente para tornar as coisas mais técnicas, então se acabasse assim, seria apenas um resultado natural de tentarmos compor as músicas mais pesadas que pudéssemos”.
Foto: Alex Morgan
O Cannibal Corpse não tinha um plano mestre, e ia abordando cada faixa com a mente aberta. “Nunca entro em um disco pensando em nada, apenas deixo a composição fluir livremente sem limitações”, diz o guitarrista e produtor Erik Rutan. “Mas, desta vez, eu sabia que queria empurrar o envelope um pouco em uma direção diferente de Violence Unimagined; expandir a dinâmica, explorar novos territórios sem se afastar do que o Cannibal Corpse é e sempre será”.
Rutan já produziu seis álbuns do Cannibal Corpse, começando com Kill, de 2006. Chaos Horrific, no entanto, é o segundo lançamento da banda desde que Rutan foi integrando ao Cannibal Corpse em 2020. Gravar no Rutan’s Mana Studio, na Flórida, estado natal da banda, foi confortável para todos os envolvidos, que estavam no topo de seu jogo e prontos para dar tudo de si. As coisas correram mais suaves do que nunca, particularmente na parte frontal das guitarras, graças a Barrett e Rutan terem “guitarras personalizadas construídas com braços de escala mais longos para manter a entonação adequada necessária para afinações mais graves”, explica Barrett.
O baterista Paul Mazurkiewicz nomeou o disco e seus colegas sentiram que era uma grande representação da banda. Os assuntos abordados incluem a luta contra hordas de zumbis (Chaos Horrific), a seleção de um indivíduo aleatório para ser desmembrado e sacrificado (Summoned For Sacrifice) e a vingança violenta das vítimas de tráfico humano (Vengeful Invasion). A capa do álbum do colaborador de longa data, Vince Locke, também carrega a marca registrada da banda, apresentando um emaranhado caótico de vivox e mortos-vivos, evocando a letra da faixa-título.
Chaos Horrific estará disponível em CD digipak, box set deluxe (vinil marmorizado Dried Blood, encarte 24 páginas, 12″, quebra-cabeça, pin, pôster e impressão de arte – limitado à 1.500 cópias), (limitado a 500 cópias), digitalmente e em vinil nas seguintes variantes:
– 180g Black (EU exclusive)– Burned Flesh Marble (EU exclusive)– Slate Blue Marble (PIAS exclusive – limited to 600 copies)– Charcoal Brown Marble (Sound Polution exclusive – limited to 500 copies)– Pearl Violet Marble (EU exclusive – ltd. 500 copies)– Bloodsun Marble (EU exclusive – ltd. 500 copies)– Clear Red & Yellow Splatter (EMP exclusive – ltd. to 300 copies)– Clear & White/Blue Splatter (EU exclusive – ltd. to 300 copies)– Turquoise & White Splatter (Napalm exclusive – ltd. 300 copies)– Clear Orange & Red Splatter (Nuclear Blast exclusive – ltd. 300 copies)– Clear Blackdust (Eyesore exclusive – ltd. 300 copies)– Red Blackdust (Metal Blade Shop exclusive – ltd. 300 copies)– Fog Marbled (US exclusive)– “Charred Remains” (US exclusive)– Orange/Red Inkspots (US exclusive)– Black & Brown Marble (US Band store exclusive)– Silver w/ Red Streaks (US Band store exclusive)– Electric Smoke (US tour exclusive)
Coincidindo com o lançamento de Chaos Horrific, o CANNIBAL CORPSE embarcará em uma turnê norte-americana de um mês como atração principal com o Mayhem.A jornada começa em 22 de setembro em Nashville, Tennessee, e vai até 21 de outubro em Louisville, Kentucky.O apoio será fornecido por convidados especiais, Gorguts e Blood Incantation!Veja todas as datas confirmadas abaixo.
CANNIBAL CORPSE com Mayhem, Gorguts e Blood Incantation:9/22/2023 Marathon Music Hall – Nashville, TN9/23/2023 The Fillmore – Charlotte, NC9/24/2023 The Mill & Mine – Knoxville, TN9/26/2023 Stage AE – Pittsburgh, PA9/27/2023 Rebel – Toronto, ON9/28/2023 L’Olympia – Montreal, QC9/29/2023 The Palladium – Worcester, MA9/30/2023 Brooklyn Steel – Brooklyn, NY10/02/2023 The Royal Oak – Detroit, MI10/03/2023 Hard Rock Live – Gary, IN10/04/2023 The Fillmore – Minneapolis, MN10/06/2023 Mission Ballroom – Denver, CO10/07/2023 The Depot – Lake City, UT10/09/2023 Temple Theatre – Tacoma, WA10/10/2023 Knitting Factory – Spokane, WA10/11/2023 Knitting Factory – Boise, ID10/13/2023 The Warfield – San Francisco, CA10/14/2023 SOMA – San Diego, CA10/17/2023 The Aztec Theatre – San Antonio, TX10/18/2023 The Factory – Dallas, TX10/20/2023 The Eastern – Atlanta, GA10/21/2023 Paristown Hall – Louisville, KY
Desde 1983, o nome Lizzy Borden é sinônimo de heavy metal, melhor dizendo de shock rock de alto calibre. Agora, Lizzy retorna com a primeira música original desde seu aclamado álbum My Midnight Things, de 2015, com o single digital Death of Me, que já está disponível. O single acompanha videoclipe e você pode conferi-lo agora mesmo:
O novo single de Lizzy Borden foi projetado, produzido, mixado e masterizado por Kane Churko (Ozzy Osbourne, Papa Roach, Five Finger Death Punch, In This Moment).
O veterano vocalista comentou a nova música: “Death of Me foi um experimento fantástico! Kane Churko era o Dr. Frankenstein, e eu era o monstro gritando na cabine vocal enquanto ele disparava raios de eletricidade repetidas vezes, procurando pelo desempenho vocal perfeito. Trabalhar com pessoas que podem me tirar de minha zona de conforto é algo que sempre busquei. Por causa disso, acho que não gravei o mesmo álbum duas vezes. Cada música que escrevo é uma chance de tentar algo novo. Na minha primeira conversa com Kane sobre trabalhar juntos, ele disse que não sei fazer o que você faz e não acho que você tenha passado muito tempo no meu mundo. Tem certeza que deseja tentar isso? Eu tomei isso como um desafio!”
Lizzy disse mais: “Passamos as primeiras duas horas no estúdio apenas conversando. Kane estava tentando ter uma noção de que tipo de música eu queria escrever com ele. Depois de gravar álbum após álbum e se apresentar em todo o mundo ao longo das décadas, a única palavra que me veio à mente foi perseverança. Nós dois poderíamos muito bem ter vindo de planetas diferentes na forma como abordamos a música, mas trilhar seu caminho nesta vida com um obstáculo após o outro é um assunto universal… Essa é a música que eu queria escrever. Death of Me é uma música sobre nunca desistir e nunca deixar ninguém te derrubar, e deleitar-se com o fato de que nada disso será fácil, mas vamos fazer isso de qualquer maneira.Corte me até sangrar, mas você não será a minha morte”.
Em relação ao videoclipe, Lizzy Borden disse: “Trabalhar com Robert Graves me lembrou muito de quando trabalhei com o jovem Zack Snyder (Superman, Batman vs Superman, Liga da Justiça) no vídeo Love is A Crime do álbum Master of Disguise. Ambos têm um estilo de direção muito semelhante, e parecia que estávamos fazendo um filme em vez de um videoclipe. Robert ouviu a música e depois de uma rápida conversa por telefone voltou com esse enredo. Nósnos divertimos muito filmando esta pequena história de terror gótico. O garoto persegue a garota, a garota prende o garoto como uma aranha a uma mosca, o garoto descobre tarde demais que foi a vítima o tempo todo; Uma história tão antiga quanto o próprio nome. Espero que todos se divirtam tanto assistindo a este vídeo enquanto o filmávamos. Vejo-o do outro lado”.
Com produção da Rock Freeday, o lendário baterista Vinny Appice retorna ao Brasil no mês de outubro para uma turnê com estrelas do Metal Nacional formando uma super banda. No repertório clássicos do Black Sabbath e da sua passagem na banda DIO. Pra acompanhar o batera os músicos brasileiros Edu Ardanuy (guitarra), Nando Fernandes (vocal), músicos da banda Sinistra e Fernando Giovannetti (baixo).
Serão noites inesquecíveis e lembradas pelos fãs do baterista e do Black Sabbath eternamente em seus corações.
Vinny Appice Brasil Tour 2023:
20/10 – Sexta – Teresina-PI (BUEIRO DO ROCK)
21/10 – Sábado – São Luís – MA (MOA)
25/10 – Quarta – Sorocaba – SP (HANGAR 51)
26/10 – Quinta – São Paulo – SP (CAFÉ PIU,PIU)
27/10 – Sexta – Santo André – SP (SANTO ROCK)
29/10 – Domingo – Curitiba – PR (SEBA´S ROCK BAR)
Assista vídeo de “Holy Diver” com Vinny Appice em 2019:
Vinny Appice foi o motor por trás de discos ao vivo e em estúdio com bandas e ícones do Rock e Metal como Dio, Black Sabbath, Heaven And Hell, WWIII, Axis, Rick Derringer, Kill Devil Hill, e ainda com 16 anos, tocou com John Lennon no palco, em vídeo e no estúdio. Ele é o autor do livro instrucional “Rock Steady” e do DVD Hard Rock Drumming Techniques e já promoveu shows e workshops fantásticos no mundo inteiro.
Em 2006, o Black Sabbath renasceu como Heaven And Hell, com Vinny novamente ditando as regras na cozinha, com o grande Ronnie James Dio nos vocais. O que se seguiu foram três turnês mundiais e um CD chamado The Devil You Know, o primeiro álbum de estúdio desde Dehumanizer, de 1991. A banda também lançou, em 2010, o DVD Heaven And Hell Live in Europe, que foi o último registro de Dio no Wacken Open Air, na Alemanha.
Em 2017 e 2019 Vinny Appice se apresentou pelo país com o mesmo time de músicos brazucas, foram realizados 9 shows com direito a casa cheia em todas as ocasiões. Em 2023 Vinny e banda prometem um show com muito mais interação e novidades.
Informações sobre ingressos e início das vendas serão divulgadas em breve.
Informações:
Alexandre Afonso – (71) 9 92959471
Felipe Mascarenhas – (71) 9 93962525
http://www.rockfreeday.com
https://www.instagram.com/radiorockfreeday
Hoje o EXMORTUS, banda de death metal melódico estabelecida na Califórnia do Sul, nos Estados Unidos, lança seu novo álbum de estúdio intitulado ‘Necrophony’.
Produzido por Zack Ohren (IMMOLATION, FALLUJAH), o álbum é o 6º álbum de estúdio da banda e expande mais aquilo que o grupo já fazia em seus álbuns anteriores combinando a música neo-clássica com o tradicional estilo extremo do heavy metal – o death metal. ‘Necrophony’ é um álbum sombrio mas que ao mesmo tempo mais recebeu inspiração da música clássica até hoje.
O vocalista/guitarrista Conan comentou o álbum:
“Estamos empolgados junto com os nossos fãs e novos ouvintes que poderão ter a experiência de ouvir um novo aspecto de nossa música com ‘Necrophony’. Foi um ar novo que respiramos pois experimentamos elementos novos. Enfatizamos na mudança da atmosfera e do tom, onde colocamos nossas mais obscuras emoções e pensamentos em ‘Necrophony’. Fãs e novos ouvidos ficarão surpresos com este álbum.”
“Necrophony é uma declaração, sem desculpas, do renascimento do Exmortus – um ressurgimento triunfante das cinzas pós-pandemia.” – ToiletOvHell.com
“Se o seu metal ultimamente está carente da tão necessária técnica, Necrophony está aqui para remediar isso.” – HeavyMusicHQ.com
“Este álbum possui uma impressionante variedade de virtuosismo supremo misturado ao metal agressivo.” – TheRazorsEdge.Rocks
Tracklist Necrophony:
1. Masquerade
2. Mask of Red Death
3. Oathbreaker
4. Mind of Metal
5. Storm of Strings
6. Test of Time
7. Darkest of Knights
8. Prophecy
9. Children of the Night
10. Beyond the Grave
11. Overture
12. Necrophony
13. Moonchild
Para celebrar este importante marco histórico da banda, EXMORTUS vai invadir Alhambra, o icônico bar e churrascaria da California para uma festa de lançamento para ‘Necrophony’. A banda também fará shows em sua cidade natal e nos próximos meses também se apresentará no Metal Injection Festival e no 1720. Mais shows serão acrescentados em breve.
Datas Turnê EXMORTUS:
Sept 17 – Anaheim, CA – Metal Injection Festival @ House of Blues
Nov 18 – Los Angeles, CA – 1720 (w/Vio-Lence, Bonded By Blood)
Sobre EXMORTUS:
EXMORTUS, conhecidos por serem um dos grandes representantes do metal extremo neoclássico da cidade de Los Angeles, Estados Unidos, retornam com o novo álbum e sexto álbum, “Necrophony”. O álbum, que ficou em produção por quatro anos, o oferece nada além do renascimento selvagem e renovação feroz de uma banda sedenta por metal extremo. “Necrophony” marca um ponto de virada significativo para o quarteto após um lançamento de um EP intitulado “Legions of the “Undead” lançado em 2019. Eles não apenas emergiram mais fortes após a agonia da pandemia, mas também retornaram mais rápidos, loucos, como também assinaram um contrato com a potência global do metal – a Nuclear Blast. A paixão e a fúria do single inicial “Oathbreaker” é apenas a ponta da torre mais escura de EXMORTUS. Os singles subsequentes, como a poderosa “Mind of Metal” e a vindoura “Storm of Strings”, um cover sem piadas do compositor grego-americano Yanni interpretando “Summer” de Vivaldi, agregam muito à obra magistral da banda estadunidense.
EXMORTUS foi fundado em 2002. O grupo lançou um punhado de demos e EPs bem recebidos que culminaram na estreia In Hatred’s Flame em 2008. Desde então, Gonzalez – agora acompanhado pelos especialistas Phillip Nuñez (baixo), Chase Becker (guitarras) e Adrian Aguilar (bateria) – lançou mais quatro álbuns que são favoritos dos fãs. EXMORTUS fez turnês com Amon Amarth, Obituary, Death Angel e mais, fez shows na América do Norte e na Europa. Entre os grandes feitos da banda inclui uma passagem pelas lendas do thrash Exodus no evento NAMM e um cobiçado lugar no cruzeiro 70000 Tons of Metal. Necrophony, uma junção de “necro” e “falso” (ou “sons mortos”), é Exmortus maior, mais malvado e perversamente inquieto.
Escrito a partir de uma lousa nova, as origens de Necrophony podem ser rastreadas até os prelúdios de “Masquerade”, “Overture” e a introdução de “Children of the Night”. Uma vez que EXMORTUS teve a sensação, eles decidiram expandir os motivos forjando a sofisticação vienense com o poder do metal. Observadores atentos ouvirão o uso inteligente de EXMORTUS do tema musical do álbum ao longo de suas 12 canções. Isso inclui “Darkest of Knights” e a já mencionado “Children of the Night”, bem como as explosões mais curtas de Necrophony em “Oathbreaker” e “Beyond the Grave”. Os atributos mais importantes foram, no entanto, a vibração e a criação cuidadosa da impressão digital sônica de última geração do EXMORTUS.
Enquanto os álbuns anteriores até “The Sound of Steel” de 2018 foram baseados em fantasia heróica/espada e feitiçaria, Necrophony vira uma página decididamente mais sombria. EXMORTUS passou de uma estética de “Conan, o Bárbaro” e “Gladiador” para algo mais negro, mais nefasto, conforme ilustrado pelos contos mais sinistros e malignos de Lovecraft e Tolkien. Há até elementos do terror clássico acontecendo. Isso é, claro, um reflexo do nosso mundo imediato e da escuridão que envolve tudo nele.
EXMORTUS convidou o engenheiro, produtor Zack Ohren (Fallujah, Immolation) para retornar para trabalhar em seu novo álbum Necrophony que também masterizou e fez a mixagem do novo registro. Certamente, a equipe que consolidou os três álbuns anteriores do grupo nos anais do metal mundial funcionaria novamente. Com Ohren no comando, EXMORTUS se escondeu no Sharkbite Studios em Oakland, na Califórnia. Necrophony foi acelerado em pouco menos de duas semanas. O resultado é um álbum virtuoso que certamente deixará os fãs agredidos, ensanguentados e famintos por mais opulência violenta.
Com “Oathbreaker”, “Mind of Metal” e “Storm of Strings” tocando nos ouvidos escurecidos, a ascensão do EXMORTUS aos escalões superiores do metal extremo é garantida com seu novo registro “Necrophony”. Curve-se em reverência às dinastias de seis cordas que voam alto agora.
Foto: Hugo Juarez (Juarez Photography, Heavy Defender)
A banda de metal extremo-progressivo TILL THE DIRT lançou hoje o seu álbum de estreia, “Outside The Spiral”, pela Nuclear Blast Records. Na América do Sul o álbum será lançado pela parceria Shinigami Records/Nuclear Blast.
Encabeçado pela influente lenda do metal Kelly Shaefer (ATHEIST), o grupo recém-formado desafiou os limites do death metal com um som extremamente pesado influenciado pelos estilos contrastantes do grunge, black metal, jazz, rock, dark wave e até mesmo pop clássico. A visão única de Shaefer sobre a música convenceu o lendário produtor de death metal Scott Burns (DEATH, CANNIBAL CORPSE, DEICIDE) a sair da aposentadoria para trabalhar no álbum, com mixagem e masterização feitas por Ryan Vincent na Apollo Alternative. O resultado é um álbum eclético e progressivo que se destaca, levando os ouvintes em uma jornada insana para fora das normas do metal tradicional.
Hoje, a banda também estreou um lyric video para a música ‘Privilege’, que conta com a participação do renomado músico de metal Jeff Loomis (ARCH ENEMY, ex-NEVERMORE). Assista ao lyric video aqui:
Comentando sobre ‘Privilege’, Shaefer diz:
“Não poderia estar mais animado para lançar o terceiro single de ‘Outside the Spiral’. Essa faixa é provavelmente a que mais se aproxima do que mais me orgulho neste álbum. E em termos de letra, é um tributo ao próprio ‘privilégio’ de apenas respirar cada novo dia conforme ele chega. Estou animado para que o mundo ouça o álbum completo! É, no mínimo, uma nova fronteira.”
Sobre TILL THE DIRT:
Kelly Shaefer está fazendo isso novamente. Com sua nova banda TILL THE DIRT e seu álbum de estreia Outside The Spiral, a lendária e revolucionária voz do death metal da Flórida está pronta para injetar uma dose muito necessária de sangue fresco nessa coisa envelhecida, saturada na qual ele se tornou referência ao longo das décadas.
Tudo no gênero death metal se baseia basicamente em dois pilares: força musical extrema e técnica insana – ou seja, variações do mais do mesmo que satisfaz os seguidores obstinados dessa cena, mas oferece um alcance artístico bastante limitado. Agora, Kelly e seus colaboradores dentro e ao redor da banda TILL THE DIRT colocaram toda a diversão de volta na música extrema, desviando-se deliberadamente da mesma fórmula que o guitarrista da Flórida lançou no mundo como uma de suas principais propostas. Um dos privilégios de ser uma lenda viva é a liberdade de fazer o que quiser sem precisar provar nada a ninguém. E é exatamente isso que acontece em Outside The Spiral. Nunca tímido em negar suas raízes do death metal, Shaefer toma a liberdade de amalgamar qualquer influência musical em suas canções, desde que elas se encaixem. Não se surpreenda ao encontrar grunge, black metal, jazz, rock, dark wave, uma pitada de pop clássico e muitas outras cores estilísticas fundidas em faixas que variam de malícia relaxada a um rasgo num rosto cheio de pus.
Uma mosca na parede teria testemunhado Kelly compondo freneticamente noite após noite, apenas largando sua guitarra para contatar amigos ao redor do mundo e enviar demos para eles em busca de feedback para afirmar seu instinto – sentindo que seu novo material estava indo para lugares interessantes ou para acabar com esta fonte de criatividade. No entanto, um por um, seus amigos ficaram pelo menos tão entusiasmados com essas faixas quanto o compositor. Um novo rolo compressor de metal começou a rolar e não havia como parar. Kelly recrutou jovens músicos cheios de energia bruta e paixão para a causa de TILL THE DIRT e, mais importante, um de seus primeiros ouvintes ofereceu seus serviços inestimáveis: Scott Burns (ATHEIST, DEATH, OBITUARY, CANNIBAL CORPSE, CYNIC, MALEVOLENT CREATION, SUFOCATION) .
“Quando Kelly me enviou algumas demos, a princípio relutei em ouvi-las”, revela Scott Burns. “Achei que já tinha ouvido tudo e não queria decepcionar um velho amigo. Quando finalmente dei uma chance às faixas, senti como se tivesse sido atingido por um choque elétrico: essas faixas eram novas, emocionantes e divertidas – como nos velhos tempos. Essas demos me surpreenderam. Eu fui imediatamente fisgado a ponto de realmente querer estar envolvido. Eu realmente pensei que tinha parado de produzir death metal para sempre, mas aqui estamos nós agora!”
As peças desse quebra-cabeça começaram a se encaixar e, enquanto o guitarrista continuava lançando faixas matadoras em uma velocidade de quebrar o pescoço, o produtor começou a adicionar estrutura ao processo, aproveitando décadas de experiência. “Eu não podia acreditar na minha sorte que Scott Burns está jogando toda a força de seu incrível talento e status por trás de TILL THE DIRT”, se empolga Kelly. “Ele obviamente não esperava ser sequestrado e colocado de volta na cadeira do produtor, mas fico feliz em dizer que não demorou muito para convencê-lo. Estou extremamente feliz com este privilégio: o poderoso Scott Burns está de volta para bater suas cabeças!”
Com Outside The Spiral, TILL THE DIRT leva você a uma turnê de forças cheias de surpresas que redefinirão o gênero do metal extremo de tantas maneiras quanto ATHEIST o fez há mais de 30 anos. Não acredite no que escrevemos, confie em seus ouvidos!
Formação:
Kelly Shaefer | Vocais
Jerry Witunsky| Guitarras
Ian Waye | Guitarras
Yoav Ruiz Feingold| Baixo
Dylan Marks| Bateria
Alimentados por pesadelos e um sedento gosto pelo terror, o CARNIFEX anuncou seu nono álbum de estúdio intitulado Necromanteum, que será lançado no dia 6 de outubro pela Nuclear Blast Records. Com uma carreira de mais de 18 anos, o CARNIFEX continua a experimentar novos arranjos musicais e a adicionar um senso atmosférico único à sua base musical que é o deathcore.
Hoje (25), a banda lança o segundo single do álbum “Death’s Forgotten Children” que possui Tom Barber da banda CHELSEA GRIN como convidado. Líricamente a faixa foi inspirada nas experiências próximas a morte que Tom e Scott tiveram na vida.
Scott Ian Lewis do CARNIFEX comentou: “Realmente tive um ótimo tempo trabalhando com o Tom. Não só colaboramos nos padrões vocais, mas também coescrevemos a letra, o que é algo que nunca havia feito antes. A música ficou ótima e ambos esperamos que os fãs gostem tanto quanto nós.”
Ouça o novo single ‘Death’s Forgotten Children’ com Tom Barber (CHELSEA GRIN) aqui:
https://carnifex.bfan.link/deaths-forgotten-children
O processo de gravação ocorreu ao longo de várias semanas com o produtor Jason Suecof na Flórida, e viu o retorno da bateria ao vivo desde que as restrições do COVID-19 tornaram impossível fazê-lo no Graveside Confessions. Masterizado por Mark Lewis em Nashville, TN, o álbum também foi co-produzido pelo vocalista Scott Ian Lewis e pelo baterista Shawn Cameron. A arte da capa brilha com uma névoa esmeralda e lavanda; uma energia fantasmagórica emergindo das profundezas de um cemitério. Projetado pelo renomado artista de quadrinhos E.M. Gist, este portal representa as perguntas que fazemos sobre o que está do outro lado da realidade.
Tracklist para Necromanteum:
1. Torn In Two
2. Death’s Forgotten Children
3. Necromanteum
4. Crowned In Everblack
5. The Pathless Forest
6. How The Knife Gets Twisted
7. Architect Of Misanthropy
8. Infinite Night Terror
9. Bleed More
10. Heaven And Hell All At Once
Dia triste para o hard rock. Faleceu na última quinta-feira, 24 de agosto, Bernie Marsden, que fundou o Whitesnake junto com o também guitarrista Micky Moody e com o líder da banda, o vocalista David Coverdale. Marsden morreu em casa, e estava cercado pelo amor da esposa e de suas duas filhas.
Na conta oficial no Facebook de Bernie Marsden, foi emitido o seguinte comunicado:
“Em nome de sua família, é com profunda tristeza que anunciamos a morte de Bernie Marsden. Bernie morreu pacificamente na noite de quinta-feira, com sua esposa, Fran, e as filhas, Charlotte e Olivia, ao seu lado. Bernie nunca perdeu a paixão pela música, compondo e gravando novas músicas até o fim.”
Seu velho parceiro de Whitesnake, o capitão David Coverdale, também teceu algumas palavras através do Twitter (X):
“Bom dia. Acabei de acordar com a terrível notícia de que meu velho amigo e ex-Snake Bernie Marsden faleceu. Meus sinceros pensamentos e orações à sua amada família, amigos e fãs. Um homem genuinamente engraçado e talentoso, que tive a honra de conhecer e dividir palco.
Descanse em paz, Bernie“
Good Morning…I’ve just woken up to the awful news that my old friend & former Snake Bernie Marsden has passed. My sincere thoughts & prayers to his beloved family, friends & fans. A genuinely funny, gifted man, whom I was honored to know & share a stage with
RIP, Bernie XXX pic.twitter.com/KXwsDEICN6
Bernie Marsden nasceu em Buckingham, na Inglaterra, no dia 7 de maio de 1951. Após passar por várias bandas na adolescência, o guitarrista fez seu primeiro show profissional em 1972, tocando com o UFO. Na sequência, ele tocou na banda Hammer do também saudoso baterista Cozy Powell, antes de se juntar com Ian Paice e Jon Lord do Deep Purple no projeto Paice Ashton Lord, com quem gravou o único disco, intitulado Malice in Wonderland, de 1977.
O melhor estava por vir no ano seguinte. Marsden, o guitarrista Micky Moody e David Coverdale, vocalista que havia acabado de deixar o Purple após três anos no grupo, criaram o Whitesnake. Em seu período na banda, gravou o EP Snakebite (1978), os álbuns Trouble (1978), Lovehunter (1979), Ready an’ Willing (1980), Come an’ Get it (1981) e Saints & Sinners (1982), mais o ao vivo Live… In the Heart of the City (1980). Junto com Coverdale, compôs um dos maiores hits da história da banda, Here I Go Again, que aparece originalmente no citado álbum Saints & Sinners, mas que somente estourou através da regravação feita por outra formação da banda, para o álbum 1987.
Enfrentando problemas financeiros, gerenciais e familiares, Coverdale deciciu reformular o Whitesnake e Bernie Marsden acabou sendo demitido da banda. Em 2015, Marsden revelou ao Ultimate Classic Rock como foi lidar com sua saída da banda:
“Dois álbuns por ano. Eu olho para isso agora e penso: ‘Como fizemos isso?’. Mais cedo ou mais tarde, chega um momento em que você tem que dizer, ‘Precisamos dar uma pausa’, e isso aconteceu em Sainst & Sinners. Quanto mais trabalho eles (a gravadora) colocavam sobre nós, em vez de nos unir mais naquele ponto, isso meio que nos separava. Então, o que é realmente bom para você pode também acabar lhe destruindo. Mas até então, já tínhamos nos divertido muito”.
Assis que saiu do Whitesnake, o guitarrista montou a banda Alaska, com quem gravou alguns discos. Depois disso ele reencontrou o parceiro Micky Moody no projeto Moody Marsden Band. Ao longo dos anos, o velho Marsden lançou álbuns solo e participou de vários trabalhos de outros artistas.
Em 2014, Bernie lançou o álbum solo Shine, que marcou seu reencontro musical com Coverdale, que canta na releitura da música Trouble do Whitesnake.
Um dos mais importantes nomes do power metal nacional, o Dragonheart colocou no mercado o quinto álbum da sua gloriosa jornada, The Dragonheart’s Tale. O trabalho celebra mais de 25 anos de carreira com o retorno de um dos gigantes do estilo no Brasil. O lançamento no Brasil foi feito pela renomada Hellion Records, e internacionalmente, pela Rockshot Records.
Ouça The DragoNHeart’s Tale:
O álbum The Dragonheart’s Tale marca o retorno do vocalista e guitarrista Eduardo Marques, a eterna voz dos clássicos discos Underdark (2000) e Throne of the Alliance (2002), que abalaram as estruturas do cenário metal brasileiro, fortalecendo uma fiel base de fãs não apenas por aqui, mas em âmbito mundial. O trabalho expande o universo dos álbuns clássicos, e é indicado para, além do fãs do verdadeiro heavy metal, aos apreciadores da música medieval, renascentista e celta, e admiradores de RPG, games e trilhas sonoras épicas.
Entre músicas, intro e interlúdios, o álbum tem 15 faixas e cerca de 52 minutos de duração, e é uma obra de power metal dividida em três atos, que conta uma história cativante que mescla, batalhas, fogo, mágica e piratas. Mixado e masterizado por Fredrik Nordström (Dream Evil, Hammerfall, Opeth, Evergrey, Powerwolf, entre outros), The Dragonheart’s Tale teve a capa criada pelo lendário Andreas Marschall (Blind Guardian, Grave Digger, Running Wild), que já havia trabalhado com a banda anteriormente; ele é o responsável pela capa de Throne of the Alliance, cuja história se relaciona com este novo disco. Entre as participações especiais, há grandes nomes como Henning Basse (ex-Metalium) e Vanessa Rafaelly.
O conceito geral do trabalho é continuar uma narrativa fantástica criada pelo grupo e celebrar o legado musical do Dragonheart, com – além do peso e melodia do heavy metal em sua mais pura forma e com personalidade – interlúdios, passagens acústicas de taverna, dublagens e efeitos sonoros, que levarão os ouvintes à um verdadeiro mundo de fantasia.
O vocalista e guitarrista Eduardo Marques comenta: “Queríamos voltar às nossas raízes originais. Este é um disco épico de power metal com influências medievais, que permite aos nossos fãs desfrutarem de histórias de fantasia. São canções que antigos bardos tocavam contando lendas nas tabernas de antigamente“.
A atual formação do Dragonheart conta, além de Eduardo Marques, com o membro fundador Marco Caporasso nas guitarras e vocais, e o baterista Thiago Mussi. O baixo foi gravado pelo músico convidado Felipe Malta.
Para sacramentar este novo e inspirado momento na carreira vitoriosa do Dragonheart, o grupo fará uma apresentação especial ao lado do Primal Fear em Curitiba, no dia 26 de outubro, no Tork N’ Roll. O repertório trará clássicos indiscutíveis e músicas novas. Mais datas serão anunciadas em breve.
O Armageddon Metal Fest, tradicional festival do calendário do Metal no Brasil, confirmou as últimas bandas para a edição 2023, que será realizada no dia 18 de novembro (sábado), na Bless (Rua Monsenhor Gercino, 60) em Joinville, Santa Catarina. As mais recentes atrações confirmadas são Marcelo Pompeu, que fará um repertório especial cantando músicas de sua banda, o Korzus, além de clássicos do Metal, além dos veteranos mineiros do Uganga e a banda colombiana de death metal Vitam et Mortem.
Anteriormente, nomes como o norueguês Abbath (lendário ex-integrante do Immortal), Dorsal Atlântica e Angra haviam sido anunciados. Completam o cast o Amen Corner, Desalmado, Surra, Paradise in Flames, Pagan Heart, Finita e Panaceia.
O Armageddon Metal Fest promete uma experiência única para os fãs do metal, apresentando uma programação diversificada de bandas nacionais e internacionais. Os ingressos estão disponíveis através da plataforma Bilheto. O setor pista promocional e AMF Experience, devido a grande procura, estão no segundo lote. O Armageddon Metal Fest 2023 está de volta, para ficar!
No repertório, Abbath trará músicas do mais recente álbum Dread Reaver, além de faixas de seus outros dois álbuns: Outstrider e Abbath. O Dorsal Atlântica apresentará músicas de seus álbuns mais recentes, além de um bloco com clássicos vindos direto dos anos 1980. O Angra, banda brasileira de power metal formada em 1991, retorna à cidade com o show da nova turnê do álbum Cycles of Pain.
Foto: Francisco Munoz
O diferencial do Armageddon Metal Fest é oferecer ao público headbanger um cast variado, com bandas de diferentes vertentes da música pesada, promovendo uma verdadeira celebração do Metal, seja qual for sua ramificação.
Para mais informações, siga no Instagram @armageddonmetalfest.
Serviço
Armageddon Metal Fest 2023 – Desolation Rising
Data: 18 de novembro de 2023 (sábado)
Local: Bless
Endereço: Rua Monsenhor Gercino, 60
Horário: a partir das 15h
Classificação etária: 16 anos*