Categoria: Roadie News

  • Scott Travis: Andy Sneap foi “a escolha óbvia” para o JUDAS PRIEST

    Scott Travis: Andy Sneap foi “a escolha óbvia” para o JUDAS PRIEST

    O baterista do JUDAS PRIEST, Scott Travis disse que a banda conheceu o produtor Andy Sneap bem o suficiente durante as sessões de gravação de Firepower para que eles se sentissem confortáveis para pedir-lhe para substituir o guitarrista Glenn Tipton, que teve que se afastar das atividades de turnê em tempo integral devido ao seu diagnóstico com o Mal de Parkinson. Embora houvesse muitos potenciais talentos disponíveis, o fator decisivo para contratar Sneap foi a camaradagem da banda com o britânico de 49 anos, que além de seu impressionante currículo como produtor, foi guitarrista do britânico SABBAT e atualmente toca no HELL.

    Em entrevista à ‘Bloodstock TV’ realizada antes do aparecimento do JUDAS PRIEST em 10 de agosto no festival Bloodstock Open Air deste ano, Travis e o guitarrista Richie Faulkner foram questionados se o JUDAS PRIEST tentou recriar elementos de seu som clássico em Firepower. “Eu não acho que foi uma busca consciente para recriar nada”, disse Richie. “Mas, eu acho que tem elementos que são um retorno à maneira antiga de fazer as coisas, como tocar juntos, ensaiar as músicas juntos, o que – eu acho que Scott vai poder confirmar – eu acredito que a banda não tenha feito desde Painkiller. Você entra em uma sala e ensaia. Fazia uns bons 30 anos que o JUDAS PRIEST não fazia isso. Elementos como esse são os mesmos de antes. Além disso, em relação à composição, eu acho que a banda está sempre tentando fazer algo novo ou melhor como escritores e músicos, como membros da banda e como uma banda. Eu não acho que isso tenha sido diferente em Firepower. Tudo está alinhado. Nós pegamos Tom Allom de volta como produtor, e Andy Sneap, obviamente, também como produtor. Eu não acho que houve qualquer tipo de objetivo de recriar nada do passado. Apenas o PRIEST fazendo o que PRIEST faz, e foi isso que realmente aconteceu. A equipe de produção capturou isso”.

    Falando então sobre Andy Sneap, que tem substituído Tipton ao vivo desde o início da turnê mundial de Firepower em março – enquanto ex-guitarrista K.K. Downing tem repetidas vezes manifestado seu desejo de voltar ao JUDAS PRIESTTravis afirmou: “A principal coisa que as pessoas talvez não reconheçam, especialmente pessoas que não são músicos, é que estar um uma banda tem muito a ver com camaradagem e como você se dá bem com as pessoas”, disse o baterista. “Há um milhão de caras que podem tocar guitarra, bateria e baixo, mas existe uma camaradagem. Obviamente, quando fizemos o disco com o Andy, todo mundo o conheceu muito bem. Essa é outra razão pela qual ele foi uma escolha lógica”.

    Firepower entrou para a Billboard 200 na posição número 5, a mais alta de toda a carreira do JUDAS PRIEST.

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  • MATT BYRNE diz que está chegando a hora do HATEBREED trabalhar em novas músicas

    MATT BYRNE diz que está chegando a hora do HATEBREED trabalhar em novas músicas

    O baterista do HATEBREED, Matt Byrne, disse ao “Midwest Beatdown” que a banda está se preparando para começar a escrever material para o sucessor do álbum The Concrete Confessional, de 2016. “Estávamos falando sobre trabalhar em algumas coisas novas no próximo ano – 2019”, disse ele. “The Concrete Confessional saiu em 2016, nós fizemos muitas turnês para divulga-lo internacionalmente. Nós estivemos em todos os lugares – como costumamos fazer. Nós não paramos; nós seguimos adiante, mais e mais. Então, sim, está quase na hora de voltar a um estúdio e começar a jogar algumas ideias”.

    The Concrete Confessional foi produzido e masterizado pelo colaborador de longa data do HATEBREED, Chris “Zeuss” Harris (ROB ZOMBIE, SUICIDE SILENCE, WHITECHAPEL) e mixado por Josh Wilbur (LAMB OF GOD, MEGADETH). A arte de capa foi criada por Marcelo Vasco (SLAYER).

    Em uma entrevista de 2016 com o ‘Phoenix New Times’, o frontman do HATEBREED, Jamey Jasta, disse que não há nada no caminho musical da banda que o surpreenda. “Nós viemos de uma cena em que quando uma banda explode no primeiro álbum, eles seguem esse estilo”, disse ele. “Eu não sei o que tem no punk e hardcore, mas eles querem as coisas que foram lançadas 20 anos atrás. Mesmo os garotos mais novos que entram no estilo querem o material antigo. É provavelmente por isso que somos uma banda polarizada, porque nós temos hits em todos os álbuns: praticamente com todos os álbuns nós destruímos as limitações e as probabilidades contra nós, e isso não acontece muito. Você vê a pressão dos selos ou de coisas externas, as lutas internas e as mudanças de formação destruindo as bandas. Sempre fomos capazes de sobreviver e, por qualquer motivo, isso nos torna uma banda polarizadora”.

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  • De qual álbum do CANNIBAL CORPSE Paul Mazurkiewicz tem mais orgulho?

    De qual álbum do CANNIBAL CORPSE Paul Mazurkiewicz tem mais orgulho?

    Recentemente o webzine finlandês ‘Rauta’ entrevistou o lendário baterista do CANNIBAL CORPSE, Paul Mazurkiewicz.

    Perguntado sobre qual álbum do CANNIBAL CORPSE, mais lhe orgulha Paul respondeu: “É difícil, porque, obviamente, você fica orgulhoso de todos os seus álbuns. Quer dizer, o mais especial será seu primeiro álbum. Como Eaten Back To Life poderia não ser o nosso álbum mais especial? É o primeiro álbum – foi a primeira vez que entramos em um estúdio e estávamos pegando nosso álbum, nosso CD. ‘Uau, eu não posso acreditar que temos um álbum, um CD’. E eu acho que é um ótimo álbum, é um álbum cru, um álbum puro – tão puro e cru quanto o CANNIBAL CORPSE pode ser, eu diria. E você olha para trás e diz: ‘Uau, nós criamos essas músicas tão rápido, gravamos tão rápido. Tudo aconteceu tão… não diria realmente espontâneo, mas eu acho que foi tão rápido. Você ia lá e gravava em dez dias ao invés de estar lá por dois meses, ou o que quer que seja agora. Mas sim, apenas o fato de ser nosso primeiro álbum o tornará sempre o mais especial. É o melhor? Eu não sei se é o meu favorito em geral. Eu amo The Bleeding – outro que acertamos no alvo com as composições naquela época. Quando ouvimos as músicas do The Bleeding, ficamos ‘Uau, cara. Sim, essas músicas são realmente boas músicas. Criamos algumas ótimas músicas’. Então, eu estou feliz por isso, eu gosto muito do Kill, acho que ele é um tipo de álbum de transição para nós. Por alguma razão, a composição pareceu sair um passo além do que digamos, The Wretched Spawn ou Gore Obsessed. Kill tinha algumas coisas realmente boas, que você fica, ‘Uau, cara’. Um álbum muito poderoso, eu também gosto muito de Torture, é um bom álbum, como eu disse, eu vou sentar aqui e provavelmente nomear todos os 13 antes de Red Before Black, porque eles são todos muito especiais para nós. Mas, sim, eu diria talvez aqueles quatro, claro, em particular”.

    O álbum mais recente do CANNIBAL CORPSE, Red Before Black foi lançado em novembro do ano passado pela Metal Blade Records. A sequência de A Skeletal Domain, de 2014, foi gravada na Mana Recording Studios em Saint Petersburg, Flórida, com o produtor/engenheiro de som Erik Rutan (SOILENT GREEN, BELPHEGOR, HATE ETERNAL), que trabalhou anteriormente com o CANNIBAL CORPSE em Kill (2006), Evisceration Plague (2009) e Torture, de 2012.

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  • Corey Beaulieu fala sobre os planos para comemorar os 20 anos do TRIVIUM

    Corey Beaulieu fala sobre os planos para comemorar os 20 anos do TRIVIUM

    O guitarrista Corey Beaulieu, do TRIVIUM, concedeu entrevista recente para a rádio ‘96.7 KCAL-FM’, de Riverside, Califórnia. Perguntado se a banda tem planos de comemorar os seus vinte anos de atividade em 2019, ele respondeu:

    “Eu duvido. Ninguém realmente sabia sobre a banda nos primeiros quatro ou cinco anos, a menos que você morasse em Orlando e fosse para a escola de Matt. Então, eu realmente não levo em consideração 20 anos. Obviamente, a banda tem, está ativa desde 99. Nós realmente não pensamos muito sobre isso. Eu tenho mais apreciação pelos álbuns do que pelo começo da banda. Sim, é legal. Matt estava falando sobre isso no outro dia, tipo, ‘faz quase 20 anos desde que entrei nesta banda’. Ele começou quando tinha 14 anos, então é bem legal que algo que ele começou quando ele tinha 14 anos ainda esteja ai”.

    Heafy recentemente deixou a atual turnê norte-americana da banda para estar em casa com sua esposa enquanto aguardam o nascimento dos gêmeos. Na sua ausência, o TRIVIUM está tocando em todos os shows agendados com a ajuda do ex-vocalista do KILLSWITCH ENGAGE e atual LIGHT THE TORCH, Howard Jones, com o comediante e músico Jared Dines e o frontman do AVATAR, Johannes Eckerström.

    O álbum mais recente do TRIVIUM, The Sin and the Sentence, foi lançado em outubro de 2017 via Roadrunner. O disco foi gravado com o produtor Josh Wilbur (LAMB OF GOD, GOJIRA) no Hybrid Studios, em Santa Ana, Califórnia. O álbum apresenta as primeiras gravações da banda com Bent, que se juntou à banda em 2016.

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  • David Ellefson fala sobre o ‘Megacruise’ e o novo álbum do MEGADETH

    David Ellefson fala sobre o ‘Megacruise’ e o novo álbum do MEGADETH

    A repórter Marielle Tengström, do ‘Metal Casino’, recentemente conduziu uma entrevista com o baixista do MEGADETH, David Ellefson, que valou sobre o vindouro sucessor do álbum Dystopia, de 2016:

    “As coisas estão se juntando. Aprendemos com Dystopia. Dystopia levou cerca de um ano para ser escrito. Levou mais quatro meses para gravar, fazer os overdubs, mixar – talvez mais, talvez seis meses. Então, essas coisas levam tempo e acho que dedicar o tempo certo mostra resultado. Dystopia se tornou um favorito dos fãs, um favorito dos críticos, o favorito do Grammy, então valeu a pena ter dedicar tempo para fazer ele direito. Isso é o que estamos fazendo neste novo álbum”.

    Ellefson também falou sobre o recentemente anunciado Megacruise: “Nós conversamos no ônibus provavelmente dois anos atrás – eu, Dave [Mustaine, vocais / guitarra] e o Kiko [Loureiro, guitarra], nós nos sentamos no salão da frente do ônibus da turnê enquanto estávamos dirigindo de Casper, Wyoming, para Las Vegas, foi uma viagem muito longa. Certa manhã, estávamos sentados tomando café, onde todas as boas ideias começam no MEGADETH, tomando uma xícara de café, e estávamos apenas fazendo um brainstorming sobre coisas diferentes que poderíamos fazer além de um novo álbum, sair em turnê. O cruzeiro foi uma dessas coisas. O que se tornou o Megadeth Boot Camp foi outra ideia que tivemos. Então, é bom ver essas ideias se concretizarem. Elas levam algum tempo para montar. Mas é divertido poder fazer algumas outras coisas, que expandem este tipo de experiência VIP para os fãs, diferentes maneiras que eles podem estar próximos da banda, em um nível muito mais pessoal. Eu acho que com o cruzeiro, vamos faremos algo diferente da maioria dos outros cruzeiros de rock and roll. É uma boa programação. É pesado. É o que um fã de metal quer ver. Eu acho que é muito focado e será muito divertido”.

    O próximo trabalho do MEGADETH marcará o primeiro lançamento do grupo com o baterista Dirk Verbeuren, que se juntou oficialmente ao grupo há mais de dois anos.

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  • VOLBEAT anuncia pré-venda do DVD  “Let’s Boogie”

    VOLBEAT anuncia pré-venda do DVD “Let’s Boogie”

    A banda dinamarquesa Volbeat disponibiliza hoje a pré-venda do DVD “Let´s Boogie!”. O projeto teve registro ao vivo em show apoteótico no famoso estádio Telia Parken, em Copenhague (Dinamarca), que contou com um público de mais 48 mil pessoas.

    Saiba mais em: https://www.volbeat.dk/en/ . Essa apresentação histórica foi realizada na mesma cidade onde começou a carreira da banda, há 16 anos. Participaram do show os músicos e amigos Lars Ulrich (Metallica), Mille Petrozza (Kreator), Mark “Barney” Greenway (Napalm Death) e Danko Jones. Em 2016, a banda disponibilizou seu sexto álbum de estúdio, “Seal the Deal & Let’s Boogie”. Ouça e baixe aqui: https://umusicbrazil.lnk.to/STDNLG .

  • SOILWORK lança novo vídeo, “Full Moon Shoals”

    SOILWORK lança novo vídeo, “Full Moon Shoals”

    Os suecos do SOILWORK completaram o trabalho em seu 11º álbum de estúdio, que será lançado em 2019, pela Nuclear Blast. O sucessor de The Ride Majestic (2015) foi gravado nos estúdios Nordic Sound Lab em Skara, na Suécia, com o produtor Thomas “Plec” Johansson.

    O vídeo oficial para a nova música Full Moon Shoals pode ser visto abaixo.

    O vocalista Björn ‘Speed’ Strid comentou recentemente sobre o novo trabalho de estúdio do SOILWORK:

    “Neste novo álbum, voltamos ao básico do heavy metal clássico, mas com um toque de nosso próprio legado sonoro, com melodias melancólicas trabalhadas em um ritmo às vezes furioso e dotado de grande diversidade. As pessoas vão reconhecer a vibração que tivemos nos dois álbuns mais recentes, mas sentimos que levamos o nosso som ainda mais longe, com mais energia, elementos mais obscuros, mas ainda assim estranhamente revigorantes”.

    Ele continua:

    “As sessões de gravação deste álbum foram diferentes de qualquer coisa que fizemos antes. Todos estão muito envolvidos em todo o processo e nos permitimos experimentar mais e ter sonoramente mais opções. Nosso baterista Bastian Thusgaard, que não gravou com a gente anteriormente, trouxe outra dimensão ao nosso som, e ele fez o resto de nós intensificar a nossa maneira de tocar também. E trabalhar com o produtor Thomas “Plec” Johansson (The Panic Room) foi um verdadeiro prazer. Embora tenhamos passado por muitas coisas nos últimos anos, nos sentimos mais como uma unidade do que sentíamos há muito tempo.

    “Nós, como banda, estamos longe de esgotar nossas habilidades criativas e musicais e queremos trazer o SOILWORK de volta para as grandes plateias. Nossos fãs ao redor do mundo podem esperar que a promessa seja cumprida quando nosso ciclo de turnê começar na promoção de nosso próximo álbum”.

    The Ride Majestic foi o último álbum do SOILWORK com o baterista de longa data Dirk Verbeuren, que deixou a banda em julho de 2016 para se juntar ao MEGADETH. Ele foi substituído no SOILWORK por Bastian Thusgaard, do THE ARCANE ORDER.

    Thusgaard comenta: “Estou muito orgulhoso das minhas realizações neste álbum. Eu recebi uma grande liberdade tanto na escrita quanto na gravação. Obviamente, eu queria honrar ‘a vibe de bateria’ que se desenvolveu na banda ao longo do tempo. Ao mesmo tempo, estou muito ciente do fato de que eu sou um baterista diferente dos meus antecessores. Isso é algo que eu realmente queria mostrar, adicionando minha própria vibração ao som da banda”.

    Em 2016, o SOILWORK lançou uma coletânea especial de raridades intitulada Death Resonance, através da Nuclear Blast.

     
  • MX: Show com SEPULTURA e EMINENCE em São Paulo neste sábado

    MX: Show com SEPULTURA e EMINENCE em São Paulo neste sábado

    O MX se apresenta neste sábado (27) em São Paulo, ao lado do Sepultura e do Eminence. O show acontece na Áudio (Av. Francisco Matarazzo, 694, São Paulo).

    Para mais informações, siga a página do evento no Facebook:

    https://www.facebook.com/events/427234867760830/

    O MX está divulgando “A Circus Called Brazil”, seu quinto álbum de inéditas – que foi lançado no meio desse ano. “A Circus Called Brazil” será lançado na Rússia, via Narcolpetica e More Hate Productions.

    “A Circus Called Brazil” pode ser conferido em diversas plataformas digitais, como por exemplo, no Spotify:

    https://open.spotify.com/album/0IGEXyJK9rxP8LwsJMTL7R?si=Dx1JnIHNQ1mDMd2Quj1PHg

    No dia 30/11, o MX se apresentará no Sesc Belenzinho, em SP. Mais informações na próxima semana!

    Assista os vídeos das novas músicas, “Fleeing Terror” e “Lucky”:

    https://www.youtube.com/watch?v=MP3Acfk1lH4

    https://www.youtube.com/watch?v=AlAgtMAXMMY

    A formação do MX é, Alexandre “Dumbo” Gonçalves (guitarra e vocal), Décio Jr. (guitarra), Alexandre “Morto” Favoretto (baixo e vocal), e Alexandre Cunha (vocal e bateria)

    Imprensa/Press: [email protected] l www.lpmetalpress.com.br

    Siga o MX em seus canais oficiais:

    https://www.bandamx.com.br/

    https://www.facebook.com/mxthrash/

    https://www.youtube.com/channel/UCqexmmFrI5U0Z6VchJXtpcQ

    https://open.spotify.com/artist/11CbG4ImkEw99aUngEKer8?si=N1muq9bnSfiVussx0P0_EA

  • Confira o primeiro trailer de “One Last Ride”, novo álbum do CHROME DIVISION

    Confira o primeiro trailer de “One Last Ride”, novo álbum do CHROME DIVISION

    O primeiro trailer para One Last Ride, novo álbum do CHROME DIVISION – banda norueguesa que apresenta o vocalista do DIMMU BORGIR, Shagrath na guitarra – pode ser visto abaixo. One Last Ride será lançado em 30 de novembro pela Nuclear Blast.

    Shagrath comenta: “Eu acho que Walk Away in Shame tem uma abordagem diferente e é uma das músicas mais felizes do álbum. Queríamos criar algumas pausas interessantes no álbum, que soam um pouco diferentes, então convidamos a cantora pop Misssela. Ela tem uma grande voz de soul no estilo de Beyoncé, e nós pensamos que era uma boa ideia. Acabou sendo algo legal e diferente”.

    Quatro anos depois de Infernal Rock Eternal, o CHROME DIVISION une forças com seu primeiro vocalista, Eddie Guz, e produz uma nova obra-prima com energia metálica e rock visceral.

    O CHROME DIVISION demitiu Guz em agosto de 2009 “devido à falta de dedicação e comprometimento com a banda”. Seu substituto, Shady Blue (também conhecido como Athera), originalmente substituiu Guz no Winterfire Festival, na Alemanha, em fevereiro de 2009, depois que Eddie não pôde fazer o show.

    Em 2012, o CHROME DIVISION se separou do baixista Björn “Burn” Luna e do guitarrista Ricky Black.

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  • KORPIKLAANI disponibiliza ‘lyric video’ para “Kuin Korpi Nukkuva”

    KORPIKLAANI disponibiliza ‘lyric video’ para “Kuin Korpi Nukkuva”

    A banda de folk metal finlandesa KORPIKLAANI lançou um ‘lyric video’ para Kuin Korpi Nukkuva, uma canção do seu mais recente álbum de estúdio, Kulkija, lançado pela Nuclear Blast.

    Kulkija teve a arte da capa elaborada por Jan Yrlund (BATTLE BEAST, MANOWAR), que trabalhou anteriormente com o KORPIKLAANI em vários álbuns e singles, incluindo o clássico Vodka, de 2009.

    Järvelä continua: “Nós nunca ficamos tão satisfeitos com o resultado final de um álbum como estamos com o Kulkija. Nós tentamos mantê-lo muito natural, e é isso que você ouvirá logo de cara, claramente. Este álbum é uma jornada que faz você se sentir bem. Fique ligado!”

    O acordeonista Sami Perttula acrescentou: “Kulkija não é apenas uma coleção de músicas, é um álbum ‘real’ com uma atmosfera única guiando os ouvintes através de uma longa jornada. Todas as músicas foram bem preparadas com antecedência, e nada precisou ser organizado em o estúdio, Tuomas [violino] e eu tivemos muito espaço para desenvolver e tocar os arranjos folclóricos”.

    Järvelä disse ao ‘The Moshville Times’ que Kulkija não pode ser comparado a nenhum dos registros anteriores do KORPIKLAANI. “Na verdade, é um tipo totalmente novo de álbum para o KORPIKLAANI“, disse ele. “Temos um novo produtor e um novo cara que mixa o álbum. Há 14 músicas, então o formato será completamente diferente, mas talvez haja algo similar em algumas músicas também.”

    O violinista Tuomas Rounakari: “Ele terá a música do KORPIKLAANI, vai soar como KORPIKLAANI e vai ter o sentimento do KORPIKLAANI, mas eu sinto que há uma continuação clara de Manala [2012] para Noita [2015] e então de Noita para este álbum. É realmente um álbum que soa muito bem. Há um forte sentimento das histórias na maioria das músicas, o que é realmente importante, e eu acho que ao tocar, é muito mais natural sentir-se bem. Ele é menos produzido, mas é mais musical. Isso é uma maneira de olhar para a música. Para mim, um monte de álbuns são superproduzidos. Eles são superproduzidos a tal ponto que a música não está mais viva. Você trabalhar na música para que tudo seja tecnicamente exato, na entonação e em tudo… Isso acaba soando como uma máquina “.

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