Com pouco mais de 01 mês de atividades, um novo canal no YouTube, vem chamando atenção por sua crescente visibilidade perante os fãs de música pesada no Brasil. O canal “FlashBanger” apresentado por Steph Ciciliatti, tem como objetivo entrevistar músicos do cenário nacional, apresentando um release (vídeo), sobre toda a trajetória do músico em questão.
O quarto vídeo disponibilizado pelo “FlashBanger” traz como figura principal, uma das maiores vocalistas do país. May “Undead” Puertas é o centro dos 9 min de programa que conta toda sua história dentro da música, apresentando todas as fases e trabalhos que a musicista possui em sua carreira de forma cronológica e organizada.
Além de conferir uma sinopse muito bem elaborada sobre a carreira de May Puertas, a própria vocalista, em vídeo, conta sobre suas técnicas, estudos e carreira a frente de sua antiga banda Necromesis até o presente momento como frontman do Torture Squad, desde 2015.
Assista ao programa “FlashBanger” especial May “Undead” Puertas”:
O filme Bohemian Rhapsody é uma celebração do Queen, sua música e seu extraordinário vocalista Freddie Mercury, que desafiou os estereótipos para se tornar um dos vocalistas mais ovacionados do mundo.
O diretor Bryan Singer (dos filmes X-Men) foi demitido algumas semanas antes de completar a produção, com Dexter Fletcher entrando em seu lugar para terminar o filme. Por que? Primeiro anunciaram que ele estava com alguns problemas familiares, porém, o motivo não foi esse. O diretor foi demitido após uma grande briga com o protagonista Rami Malek, após Bryan Singer faltar várias vezes nas filmagens. Com isso, o diretor de fotografia, Thomas Newton Sigel, teve de assumir o comando nesses momentos.
A banda no filme
O filme mostra a ascensão meteórica da banda através de suas canções icônicas. Interessante como Freddie Mercury se apresenta a Brian May e Roger Taylor como candidato a vocalista e também interessante a composição da música Bohemian Rhapsody que recebe grande destaque no filme. Inclusive essa cena acontece sem muita correria, sem atropelos. A criatividade de Freddie e a energia que ele coloca para que Roger Taylor cante a parte operística da maneira que ele queria é marcante.
O filme ainda mostra como Freddie se relacionava com a família, sua timidez fora do palco, seu amor por Mary Austin, sua crescente atração por homens e como ele vai crescendo como artista e pessoa, passando do ponto por conta do seu estilo de vida fora de controle e assim quase levando a banda a um final precoce.
Sobre Mary Austin, que é personagem importante no filme, Mercury comentou certa vez: “Todos os meus amantes me perguntam por que eles não podem substituir Mary, mas é simplesmente impossível. A única amiga que eu tenho é Mary, e eu não quero mais ninguém. Foi um casamento, acreditamos um no outro, isso é suficiente para mim”. Ele escreveu Love Of My Life para ela, além de outras composições.
A apresentação triunfante no Live Aid em 13/07/85, festival beneficente para angariar fundos para aliviar a fome na Etiópia, organizado por Bob Geldof e Midge Ure, é um dos grandes momentos do filme. Mesmo ano que em que a banda passou pelo Brasil no primeiro Rock in Rio em janeiro de 1985. Segundo Brian May, esse show de apenas 20 minutos foi um dos mais importantes da carreira da banda e ele disse que todos estavam bem no palco, mas Freddie levou o show para um nível muito superior. E ele está certo. Basta ver o vídeo dessa apresentação, principalmente a execução de Radio Ga Ga.
Esse show deu novo fôlego para a banda que agendou uma grande turnê para 1986 com destaque para o show no estádio Wembley em Londres que foi gravado e lançado em DVD como o título de Queen At Wembley. Uma pena que o filme termina no ano de 1985 e não retrata esse momento da banda. A última turnê com Freddie Mercury.
Na verdade, o filme reinventa a linha do tempo da vida de Freddie Mercury, inserindo uma cena em que ele revela a seus companheiros de banda que ele contraiu HIV antes do Live Aid, dois anos antes de ter sido diagnosticado, numa tentativa de dar ao show no Live Aid, e, portanto, ao filme, significado adicional.
Live Aid
Tenho que ressaltar a performance do ator Rami Malek que traz afetividade, humor e uma humanidade realista para Freddie Mercury. A maneira como Malek consegue fazer o olhar de Freddie é excelente. Uma das melhores performances de cinema de 2018.
Os fãs do Queen vão gostar do filme através de seus sucessos e logicamente muitos dos clássicos são tocados, mas aqueles que, como eu, esperavam uma avaliação mais pujante do vocalista Freddie Mercury podem ficar desapontados. Existe uma suavidade no roteiro e acaba sendo superficial. Mas reitero: o poder das músicas do Queen faz valer a pena!
Após a apresentação do filme, o evento ainda contou com o show da banda Malta e mais os convidados Frejat, Rafael Bittencourt (Angra), Lívia Dabarian e Júnior Carelli (Noturnall) executando covers do Queen.
A Fender Musical Instruments Corporation (FMIC) anunciou hoje que está colaborando com um dos mais lendários guitarristas do rock – Jimmy Page – para recriar sua famosa Fender Telecaster de 1959, 50 anos após a formação do LED ZEPPELIN em outubro de 1968.
Entre as guitarras mais icônicas da música está a Telecaster, de Jimmy Page, conhecido por seus dois designs, “mirror” e “dragon”. A famosa guitarra ajudou a alavancar a carreira de Page primeiro com o YARDBIRDS e depois com o LED ZEPPELIN, e foi usada para gravar Led Zeppelin I, além de inúmeras canções de sucesso em álbuns de renome mundial. Para celebrar o 50º aniversário do LED ZEPPELIN e a célebre carreira de Page como ícone da guitarra, a Fender lançará quatro modelos exclusivos de guitarras ‘signature’ ao longo de 2019, dando aos fãs e colecionadores a chance de possuir um pedaço da história. Dois modelos serão fabricados nas linhas de produção da Fender, e dois serão produzidos na Fender Custom Shop – nomeadas como Limited Edition Jimmy Page Telecaster Set.
“É uma honra incrível que uma das mais respeitadas lendas do rock tenha confiado a Fender a recriação de uma de suas guitarras mais famosas”, disse Mike Lewis, vice-presidente de desenvolvimento de produtos da Fender Custom Shop. “Alguns dos artistas mais conceituados do mundo trabalham com a Fender Custom Shop, porque é o auge do artesanato da marca Fender e da comunidade de construção de guitarras”.
“Esta exclusiva Fender Telecaster tem uma incrível história, e ajudou a inspirar alguns dos maiores clássicos do rock de todos os tempos, tanto nos anos finais do THE YARDBIRDS quanto na gênese do LED ZEPPELIN“, acrescentou Justin Norvell, também da Fender. “Agora estamos dando a uma nova geração de guitarristas acesso a dois ótimos instrumentos em homenagem a Jimmy, sua carreira célebre e o incrível conjunto da sua obra musical criado e executado nesta guitarra”.
“Essa guitarra é muito especial e tem muita história, então eu me aproximei da Fender para ver se eles estariam interessados em recriá-la”, disse Page. “Eles realmente acertaram 110%, ou 150%. Está tudo tão absolutamente como ela é, como deveria ser e como sempre foi”.
A banda grega FIREWIND – liderada pelo guitarrista e ex-integrante do OZZY OSBOURNE, Gus G. – planeja entrar no estúdio no ano que vem para começar a gravar o álbum que sucederá Immortals, de 2017.
Gus, que ainda está promovendo seu álbum solo Fearless, falou sobre seus planos futuros durante uma nova entrevista com o ‘Rock Titan’. Ele disse: “Minha turnê europeia [solo] terminará em dezembro, e então eu darei uma pausa para o Natal. E em janeiro eu vou fazer uma turnê aqui na Grécia. E então estou voltando [para os EUA] para o Monsters Of Rock Cruise. Eu não sei o que virá depois disso. Eu não sei se vou continuar em turnê, estou pensando que talvez eu comece a escrever um registro do FIREWIND“.
Falando sobre o processo de composição do próximo álbum do FIREWIND, Gus disse: “Neste ponto, estou apenas coletando ideias aqui e ali – nada muito concreto, para ser honesto. Então eu não tenho nenhum plano firme de onde e quando; é como um pensamento em minha mente, e eu conversei com os [outros] caras [da banda]. Nós gostaríamos de lançar um novo álbum no começo de 2020 – é isso que estamos almejando. Então, isto significa que, em algum momento do ano que vem, deveríamos levar a sério a composição e tomar algum tempo para ir ao estúdio”.
Fearless foi lançado em abril pela AFM Records. O sucessor de Brand New Revolution, de 2015, marcou o primeiro lançamento de Gus desde que saiu da banda de Osbourne em 2017.
Em Fearless, Gus juntou forças com o vocalista / baixista Dennis Ward (PINK CREAM 69, UNISONIC) e com o baterista Will Hunt (EVANESCENCE).
Immortals marcou a primeira vez que o FIREWIND trabalhou com um co-produtor externo, tendo trabalhado com Ward, que não apenas produziu, mixou e masterizou o álbum, mas também o co-escreveu junto com Gus. O disco também foi o primeiro lançamento do FIREWIND com o vocalista Henning Basse (METALIUM, SONS OF SEASONS), que já excursionou com a banda em vários continentes em 2007, e foi o vocalista do grupo que acompanha as turnês solo de Gus.
O tecladista do DREAM THEATER, Jordan Rudess, confirmou que o próximo álbum da banda chegará no final de fevereiro de 2019. Ele disse ao ‘Metal Wani’ em uma nova entrevista: “Agora estamos mixando. Está sendo mixado enquanto falamos. Parece incrível, estou muito animado com isso. Há uma energia muito forte em torno da banda atualmente. Todos nos sentimos muito conectados e animados com o que está por vir. Mal podemos esperar para soltar a coisa toda em todo mundo. Isso tudo vai acontecer muito, muito em breve também, está bem na esquina”.
Rudess já havia se mostrado animado sobre os resultados musicais do novo álbum do DREAM THEATER. Em setembro, quando a banda divulgou que havia terminado o processo de gravação do disco, ele declarou: “Este álbum vai ser incrível. Ele tem muita energia. Estou muito feliz com todas as partes de teclado. Ouvindo, tudo o que você pode fazer é sorrir”.
O vocalista do DREAM THEATER, James LaBrie, declarou recentemente sobre o novo material: “Há um peso nele, há certa agressividade”, enquanto o guitarrista John Petrucci acrescentou: “Até agora, a música é pesada, é progressiva, é melódica, é esmagadora, e também é épico, então tem todos esses elementos, que… são os cinco pilares do DREAM THEATER, se você quiser chamar assim”.
Petrucci insinuou em uma entrevista recente que o próximo álbum do DREAM THEATER será musicalmente inspirado pela turnê Images, Words & Beyond, em que o grupo pioneiro celebrou o 25º aniversário do seu álbum clássico Images And Words.
O próximo álbum de estúdio do DREAM THEATER – seu 14º – será o primeiro da banda para o selo progressivo da Sony Music, o InsideOut Music. O grupo passou os últimos 25 anos gravando com várias gravadoras do sistema Warner Music Group, e mais recentemente a Roadrunner Records, que lançou cinco álbuns da banda entre 2007 e 2016.
Eleito “Melhor tecladista de todos os tempos” pela renomada revista Music Radar, o virtuoso músico e compositor Jordan Rudess embarcará em uma turnê pelo Brasil realizando sua performance de piano solo: “FROM BACH PARA ROCK: A JORNADA DE UM MÚSICO”. A turnê, que começou nos EUA em março deste ano passou pela Europa e Ásia, chega ao Brasil em dezembro, nas cidades de São Paulo (07/12 – Teatro Opus), Belo Horizonte (09/12) e Rio de Janeiro (10/12).
O power trio KADABRA, de Vinhedo/SP, dividirá o palco com as bandas Nervochaos e Anal Vomit neste sábado, na cidade de Campinas/SP. O evento será realizado na Casa Rock, localizada na Rua Sete de Setembro, 553, com horário marcado para as 18h. Divulgando o debut “Devastation’s Songs”, Paulo Bertoni (vocal/guitarra), Danilo Souza (baixo) e Marcos Frassão (bateria) prometem fazer o habitual show, cheio de garra e energia, tocando inclusive a faixa “Rite of Disorder”, que ganhou um vídeo clipe.
Em resenha do álbum na revista Roadie Crew, edição #233, o colaborador Leandro M. Brauna diz que “as onze faixas trazem peso e melodia de forma bem colocada”, destacando a experiência dos músicos: “Embora este seja o álbum de estreia do Kadabra, criado este ano, o power trio de Vinhedo/SP… já se conhecia de outros projetos. Portanto, o que você ouvirá aqui não será um trabalho de principiantes com o primeiro sonho realizado, mas o resultado de técnica e entrosamento de pessoas aptas a tocarem Metal com propriedade.”. Dentre os destaques citados na resenha, estão faixas como Back Home, Obliterate e Pay the Price, além da já citada “Rite of Disorder” e a faixa-título, que na opinião do redator “é mais versátil, exibe técnica e bons arranjos”.
O grupo também planeja estender a turnê de divulgação do álbum para mais estados, buscando um intercâmbio com bandas de todo o Brasil. Ao mesmo tempo trabalham nas músicas que farão parte do sucessor de “Devastation’s Songs”, sempre almejando criar uma sonoridade que vai do Heavy ao Thrash Metal com muita pegada e feeling.
O baterista Aquiles Priester esteve no último sábado, na fábrica da Mascarello, retirando seu novo microônibus, fabricado de acordo com suas especificações para suas turnês pelo Brasil. “É a realização de um grande sonho. Desde os meus dezesseis anos de idade eu sonho com esse projeto! Quero dividir essa conquista com todos os meus patrocinadores e com os meus fãs, que sempre estiveram ao meu lado nesses últimos 18 anos, desde que me tornei um músico profissional. Agradecimentos especiais às empresas Mascarello e Iveco pelo grande incentivo e apoio nesse projeto. A primeira tour em que o microônibus será utilizado, é a “Stronger than Ever Tour” da banda Hangar, e mal posso esperar para encontrar todos vocês nesses próximos shows”, disse Aquiles Priester.
Informações da turnê: https://www.hangar.mus.br/
Recentemente, a banda Hangar divulgou todas as datas da “Stronger than Ever Tour 2018″ por todo o Brasil. Após alguns anos sem realizar turnê pelo país, o Hangar volta aos palcos para divulgar o novo álbum “Stronger Than Ever”, que está disponível em todas as mídias digitais como Spotify, Deezer, Apple Music e iTunes. O novo álbum do Hangar foi lançado em todo o Brasil pela gravadora Making Of, na Europa via FC Metal e no Japão pela King Records.
Confira a agenda final das datas da “Stronger than Ever Tour 2018″, da banda Hangar:
02.11.2018 – Cascavel/PR – Teatro Gilberto Mayer
03.11.2018 – Campo Mourão/PR – Plaza House
04.11.2018 – Campinas/SP – Sebastian Bar
08.11.2018 – Goiânia/GO – Bolshoi Pub
09.11.2018 – Brasília/DF – Toinha Brasil Show
15.11.2018 – Uberlândia/MG – London Pub
16.11.2018 – São José do Rio Preto/SP – London 567
17.11.2018 – Ribeirão Preto/SP – Brooks Irish Pub
22.11.2018 – Rio de Janeiro/RJ – Teatro Odisséia
24.11.2018 – Vitória/ES – Correria Music Bar
30.11.2018 – Florianópolis/SC – Célula Show Case
02.12.2018 – Porto Alegre/RS – Bar Opinião
03.12.2018 – Criciúma/SC – Colher de Chá
04.12.2018 – Curitiba/PR (Drum Show Hangar) – Drum Shop
07.12.2018 – Volta Redonda/RJ – Clube Volta Redonda
08.12.2018 – Belo Horizonte/MG – Mister Rock
14.12.2018 – Bauru/SP – Jack Pub
15.12.2018 – São Paulo/SP – Manifesto Bar
Atualmente formada por Pedro Campos (vocal), Nando Mello (baixo), Cristiano Wortmann (guitarra), Fábio Laguna (teclado) e Aquiles Priester (bateria), a banda Hangar chegou em outro nível de qualidade e musicalidade com o novo álbum. Além do disco “Stronger than Ever”, a banda também estará promovendo o DVD Live in Brusque-SC, Brazil, que foi lançado em 2016. Esse foi o único show realizado após o lançamento do disco. Para esse retorno ser ainda mais especial, a banda lançará a versão em CD do DVD Live in Brusque-SC, que não havia sido lançado ainda.
Aquiles Priester usa as seguintes marcas em todas as turnês e eventos: Mapex Drums, Paiste Cymbals, Roland, AKG Microphones, JBL, Soundcraft, Gibraltar Hardware, Evans Drum Heads, Pro-Mark Sticks, LP Percussion, DW Pedals, SKB Cases, Xtreme Ears, Urbann Boards PsychoShoes, Power Click, Consulado do Rock e Lady Snake Rock Wear.
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O nome primordial da cena prog metal mundial, o QUEENSRŸCHE lançará seu novo álbum, The Verdict, em 1º de março de 2019, pela Century Media Records. O próximo lançamento da banda foi produzido, mixado e masterizado por Chris “Zeuss” Harris (ROB ZOMBIE, ICED EARTH, HATEBREED) no Uberbeatz em Lynwood, Washington; Planet-Z em Wilbraham, Massachusetts; e Watershed Studio em Seattle, Washington. Pré-encomendas e formatos serão anunciados em breve.
“Estou extremamente orgulhoso do que conseguimos realizar neste disco”, afirma o vocalista do QUEENSRŸCHE, Todd La Torre. “A dedicação implacável e o trabalho árduo de todos os envolvidos foram muito recompensadores. Estou animado e ansioso pela hora em que ele não pertencer mais somente a nós, mas ao mundo. Esperamos que todos vocês gostem de ouvir tanto quanto gostamos de fazê-lo!”
O guitarrista Michael “Whip” Wilton acrescenta: “The Verdict é o disco mais metal e mais progressivo que fizemos há muito tempo. Eu não poderia estar mais animado para todo mundo ouvir isso”.
Mais cedo neste ano, Todd falou sobre a direção musical do novo álbum com a ‘Eclectic Arts’, dizendo: “Eu estou adorando. É muito divertido. Eu tenho escutado ele constantemente. Eu acho que tem mais músicas rápidas nesse álbum do que no último”.
“Eu me lembro do último, quando estávamos fazendo a lista de faixas, foi, tipo, ‘Ok, precisamos de outra música rápida’”, continuou ele. “E nós ficamos, tipo, ‘Oh, nós não temos uma’. Então não havia tantas músicas em ritmo acelerado quanto nós gostaríamos, mas nós meio que escrevíamos músicas, e seguíamos adiante. Mas esse álbum tem, eu acho, mais músicas nessa direção. Eu acho que há elementos que são mais progressivos – algumas assinaturas diferentes de tempo. É um álbum bom, temos experimentado algumas faixas e, até agora, estamos muito felizes com a direção que esse álbum tomou. E mal posso esperar para ver as pessoas ouvirem isso”.
Questionado sobre quais outras diferenças os fãs podem esperar ouvir no próximo álbum do QUEENSRŸCHE, em comparação com seu antecessor, Todd disse: “Há algumas faixas lentas, assombrosas e legais nesse álbum. Como eu disse, há elementos mais progressivos neste álbum, eu acho… Certamente mais do que no último. A música Condition Hüman foi meio que progressiva nos padrões do QUEENSRŸCHE, então há alguns desses elementos acontecendo. Conteúdo realmente bom para as letras – elas são instigantes. Nunca tentei dizer a ninguém o que pensar, mas sim para que pensem. Mais uma vez, muito disso lida com coisas que estão acontecendo no mundo, com as quais todos podem se identificar e se relacionar. Eu tentei algumas acrobacias vocais realmente boas nesse álbum. Não há uma tonelada de vocais altos, mas há alguns vocais altos nele. Quer dizer, para mim, soa como um grande álbum do QUEENSRŸCHE. Mas você nunca sabe, até que o disponibilize para todos, e então ele não é mais seu, não mais”.
Cinco anos após o lançamento de seu último álbum, em resposta à grande expectativa dos fãs, o CHTHONIC anunciou o novo álbum Battlefields Of Asura no mês passado. Hoje, o CHTHONIC lançou o videoclipe da primeira faixa, Millennia’s Faith Undone, com a cantora de Hong Kong Denise Ho – e anunciou uma aparição em um festival no Japão (No Maps).
Abaixo você pode ver o ‘making of’ do videoclipe para Millennia’s Faith Undone.
Doris Yeh, porta-voz e baixista do CHTHONIC, afirma que Millennia’s Faith Undone foi inspirada na era da mudança radical na história de Taiwan entre os anos 30 e 50, também como a ‘prequel’ de seus álbuns de histórias em série. Birdy, o diretor do videoclipe, definiu a narrativa após as histórias mostradas em seus videoclipes anteriores, Defenders Of Bú-Tik Palace (versão acústica) e Kaoru (versão acústica). Com uma experiência fora do corpo, o personagem principal vê as vidas das vítimas do Terror Branco levadas pelos ditadores e, eventualmente, ele próprio sendo executado por tiros; tudo que sobrou foi seu último desejo e testamento, oprimido na massa de documentos históricos.
Birdy recrutou a equipe, o ator principal e atriz – Finn e Chia-Yu Chang – das filmagens de Defenders Of Bú-Tik Palace (versão acústica) e Kaoru (versão acústica) há quatro anos. Enquanto isso, Doris também anunciou na fan page de Ho o lançamento do videoclipe da versão do The Aeon para Millennia’s Faith Undone no final do mês; a história será contada a partir da perspectiva da protagonista feminina. Embora a interpretação e a ideia de Birdy possam não ser exatamente as mesmas que a narrativa do CHTHONIC no álbum, Doris achou o processo de reinterpretação de uma peça de diferentes artistas uma surpresa gratificante.
Durante o processo de gravações do álbum “From Hell”, lançado oficialmente dia 10 de outubro, o grupo Faces of Death, aproveitou os estúdios para gravar uma música representativa e influenciadora na sonoridade atual da banda.
A música “People of the Lie”, originalmente composta e gravada pelo Kreator no ano de 1990, e lançada no clássico álbum “Coma of Souls”, recebeu uma singela homenagem da banda brasileira Faces of Death em um formato de web clipe.
O vídeo acaba de ser disponibilizado no canal oficial da banda no YouTube. A música não está disponível nas plataformas de Streaming e nem no registro físico de “From Hell”, sendo oficialmente liberada apenas para o canal do YouTube.
Antes de lançar a música oficialmente para o público, o músico Sylvio Mirando (baixista), entrou em contato com o vocalista e fundador do Kreator, Mille Petrozza, apresentando a versão criada pelo Faces of Death, o músico alemão, aprovou e parabenizou o trabalho feito pela banda brasileira, como pode ser conferido na mensagem abaixo.
O Faces of Death em breve estará lançando também, o primeiro vídeo clipe oficial da carreira, para uma das faixas do novo álbum “From Hell”. As gravações terão início nesse fim de semana. O disco novo do grupo está disponível para audição completa nas principais plataformas de Streaming e em versão física.
Formação:
Laurence Miranda – vocais, guitarras
Felipe Rodrigues – guitarras
Sylvio Miranda – contrabaixo
Sidney Ramos – bateria