Após o Abraxas Fest 2018, que em outubro celebrou com shows do Eyehategod e Samsara Blues Experiment os cinco anos da Abraxas como selo e produtora, novembro é mês de mais um evento de peso e psicodelia no Brasil, com bandas do primeiro escalão do cenário mundial. Os norte-americanos do Earthless, que estreiam no país, e os franceses do Mars Red Sky, que retornam após três anos distantes de terras que fazem parte da história da banda, formam a dobradinha internacional em shows dia 3/11 em São Paulo (Fabrique Club) e dia 4/11 no Rio de Janeiro (agora em novo local, no La Esquina).
O Earthless chega com status de banda com moral da gravadora Nuclear Blast. Não à toa, em março de 2018 lançaram Black Heaven (agora disponível na versão nacional pela Abraxas Records em parceria com a Voice Music), o primeiro disco da banda cujas faixas majoritariamente possuem vocais (ao contrário dos lançamentos anteriores, onde o instrumental prevalecia). A tacada foi certeira e, desde então, o power trio de San Diego (EUA) aumentou a base de fãs e está lotando casas por onde toca. O som do Earthless consiste em um potente rock psicodélico bombardeado de improvisos e fritações, com uma aura setentista infalível. Para estes shows no Brasil, prometem um mix de toda a carreira – iniciada em 2001.
Longe do Brasil há cerca de três anos, o Mars Red Sky volta sedento para realizar apresentações memoráveis, como foram aquelas das turnês em 2013 e 2015, sempre lembradas pelo público da Abraxas. Do stoner ao doom psicodélico, o power trio francês transita facilmente entre ares de Black Sabatth e de Queens of the Stone Age, com riffs pesados, muito fuzz e uma atmosfera mística que faz toda a diferença, além da impactante identidade visual empregada nos shows. O último lançamento do Mars Red Sky é Apex III (Praise for the Burning Soul), de 2016, gravado e produzido na França por Gabriel Zander (que também gravou e produziu Stranded In Arcadia, de 2015, no extinto estúdio Superfuzz, Rio de Janeiro).
O power trio carioca de rock psicodélico Psilocibina acompanha o Earthless e o Mars Red Sky na dobradinha Rio-São Paulo. A banda divulga o recém lançado disco de estreia, homônimo, com sete faixas instrumentais que remete à sonoridade mais pesada dos anos 70, e ao mesmo tempo que transita entre ritmos latinos e ancestrais, numa progressividade muito bem estruturada e energética. O álbum saiu em CD e LP pela Abraxas Records em parceria com o selo alemão Electric Magic.
Separados, Earthless também toca em Florianópolis (SC) dia 1/11 no Célula Showcase e em Belo Horizonte (MG) dia 2/11 no Stonehenge Bar. Já o Mars Red Sky se apresenta dia 1º de novembro em Palmas (TO), no Wing’s Brew Pub.
Na semana passada, o Tosco, banda de Thrashcore da baixada santista, participou do programa É Noize da AllTV, que é apresentado por Paulinho Heavy – lendário apresentador do Som Pop nos anos 80…
Assista a participação da banda no quadro “Sessions”, aqui:
O primeiro álbum do Tosco, “Revanche” foi gravado entre maio e julho de 2018, no O Beco Studios, e foi gravado e mixado por Ivan Pellicciotti – com co-produção de Paulo Mariz. Além do formato físico, “Revanche” está em diversas plataformas digitais, como por exemplo, no Spotify;
“Revanche” pode ser encontrado na loja Iron Fist Rock Wear (Galeria Ipiranga, R. Fernão Dias, 4 – Gonzaga, Santos), e em São Paulo, na Galeria do Rock, na Die Hard Records (Av. São João, 439 – 2º andar – Loja 313 – São Paulo). Ou direto com a banda, através de seu Facebook.
“Terror Against Greed”, full length da banda Thrash paulistana Distort, está completando dez anos de seu lançamento nesse 2018. Para celebrar, a banda lançará uma edição com vocais e cordas regravados, assim como nova arte de capa e de encarte, o novo logotipo da banda e o título “New Terror Against Greed”.
“A versão original do disco foi feita entre grandes amigos, mas anos depois eu me perguntava como seria o álbum com um vocal realmente agressivo e guitarra mais grave e encorpada. É isso que providenciamos para essa releitura do álbum, dando a ele a cara que ele sempre deveria ter tido”, comentou o guitarrista Cristiano Fusco (ex-Torture Squad) sobre o material.
Já o vocalista Heverton Souza (Imperium Infernale, Zombeers, Eternal Malediction) disse: “É também um lançamento estratégico. Com os problemas em estabilizar formação, trabalhar esse material era algo possível tendo apenas nós dois na banda nesse momento e ajuda a nos tirar do ostracismo até termos um time forte para shows e foco em nosso álbum de inéditas.”
Junto ao álbum, Heverton Souza produziu um Studio Report para mostrar as gravações de vocais e guitarras e comenta como foram as gravações de voz: “Desde meu primeiro ensaio, Cristiano deixou claro que não buscava nada perto do que é o álbum e nas gravações ele me deu total confiança e liberdade para eu interpretar tudo da minha forma, sempre respeitando o trabalho original. É uma satisfação fazer parte disso. Fusco é uma lenda de nossa cena Metal e o brasileiro precisa aprender a ter mais respeito e apreço pelos nomes que levantaram a porra toda lá atrás. Só tenho a agradecer.”
O trabalho está sendo produzido por Daniel Souza (Outlaw), também responsável pelo baixo do disco. Os vocais foram gravados e mixados no Studio 3, em Osasco, por André Ataíde (Through The Skies, Imminent Attack). A bateria será das seções originais do álbum, gravada por Thiago Medeiros.
Todo trabalho gráfico de “New Terror Against Greed” foi desenvolvido por Heverton e tem artes de Gustave Doré, pintor e desenhista do século XIX que ilustrou edições de obras clássicas como A Divina Comédia, Don Quixote de La Mancha, O Paraíso Perdido, além de ter também “emprestado” sua arte para a capa do primeiro EP da banda norueguesa Emperor.
Confira o Studio Report das gravações de New Terror Against Greed:
https://www.youtube.com/watch?v=xNZJIE1Ux2o
Curta a página da banda no Facebook:
https://www.facebook.com/distortmetal/?ref=br_rs
Fonte: LUX Press Assessoria
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Cada um tem sua opinião e sua forma de ouvir e compreender música, mas para aqueles que amam as vertentes mais extremas do metal, os últimos anos, sem edições do tradicionalíssimo festival Setembro Negro, deixaram um enorme vazio na alma. A aura deste fest, a importância que ele assumiu no cenário, o peso das bandas que se apresentaram neste palco ao longo dos anos, tudo parecia fazer com que a saudade tomasse proporções gigantescas, e todos compartilhavam de uma mesma opinião: o Setembro Negro precisava voltar!
Felizmente, o festival voltou, em dois dias, e com um cast que fez valer cada ano de espera. Entre atrações nacionais e internacionais, foram escaladas dezesseis bandas, garantia de empolgação, violência sonora e caos musical para a Capital Paulista, um ritual que desejamos ardorosamente ver repetido pelos próximos anos. Mas, como nem tudo é alegria e felicidade, justamente no dia de abertura do Setembro Negro, e justamente na região onde acontecia o evento, aconteceu uma grande manifestação, o que travou o trânsito, atrasou o metrô, e transformou em um trabalho hercúleo chegar até o Carioca Club, normalmente tão fácil de ser encontrado.
Sábado, 29 de setembro
Aeternus
Superadas as dificuldades iniciais, estávamos diante do palco para conferir a apresentação incumbida de dar a impressão inicial do evento: HUMAN ATROCITY. Talvez por conta da situação anteriormente relatada, o público no local ainda era pequeno, mas nada tímido. Honrando com ódio e violência o legado brutal do death metal, o grupo brasiliense despejou vigor e atitude em sua curta apresentação, e mandou um recado firme e forte de como as coisas seriam no Setembro Negro de 2018.
O INFESTED BLOOD não é um desconhecido aos fãs de metal extremo. Juntos na estrada desde antes da virada do século, estes pernambucanos eram mais um representante do death metal, e fizeram o chão tremer já na primeira música, Bregan D’aerthe, faixa de abertura do álbum mais recente, Demonweb Pits, lançado em 2013. A própria Demonweb Pits também deu as caras na noite, acompanhada de perto por Mind Flyers, que comprovaram a força e a boa recepção do material de estúdio mais recente do trio.
Para começar com as atrações internacionais, uma boa surpresa vinda da Alemanha. Embora o país tenha ótimos nomes no death metal (quem conhece Fleshcrawl, Revel In Flesh, Morgoth e o clássico obscuro Obscenity sabe do que estou falando), a Alemanha nunca foi incluída entre as pátrias do gênero, e dificilmente isso um dia mudará. Apesar disso, o PURGATORY pode se orgulhar de ter feito um dos shows mais matadores de todo o festival. Os mais de vinte anos de experiência e oito álbuns completos de estúdio lançados fizeram toda a diferença, e músicas como Downwards Into Unlight (do hoje clássico Necromantaeon, de 2011) e a nova In Damnation Eternal fizeram a diferença.
Iniciando a parte norueguesa da noite, veio o poderoso AETERNUS, que acaba de lançar seu mais novo álbum, Heathen. Como o novo álbum não poderia e nem deveria passar em branco, a ótima The Sword of Retribution recebeu a devida aclamação ao vivo, assim como a também nova Boudica, e as clássicas Sworn Revenge (do debut, Beyond The Wandering Moon, 1997) e There’s No Wine Like the Blood’s Crimson (…and So the Night Became, 1998).
Taake
Se o Aeternus é um grupo difícil de rotular, com a próxima atração a coisa é bem diferente: o TAAKE é uma típica banda de black metal da Noruega, suja, ríspida, violenta e polêmica. Sem procurar por problemas em tempos que já são politicamente instáveis no nosso país, Hoest e seus asseclas detonaram uma ode ao ódio no palco, a começar com Jernhaand, do mais recente álbum deles, Kong Vinter, lançado no ano passado. Os fãs das antigas não precisaram se exacerbar, já que os clássicos Nattestid ser Porten Vid (1999) e Hordalands Doedskvad (2005) também foram representados.
Chegada a vez do VULCANO, todos sabiam que a noite seria repleta de clássicos. Zhema (guitarra), Gerson Fajardo (guitarra), Carlos Diaz (baixo), Arthur Von Barbarian (bateria) e Luiz Carlos Louzada (vocal) subiram ao palco como uma das mais devastadoras formações já vistas da lenda brasileira da extremidade, e fizeram um show à altura de sua história e relevância musical. Se os eternos clássicos de Bloody Vengeance serão sempre ovacionados, foi muito engrandecedor ver a destruição que composições mais novas – como Propaganda and Terror e Thunder Metal, ambas do álbum XIV, de 2016 – podem causar ao vivo.
Vulcano
Com a noite quase chegando ao fim, era a vez do lendário COVEN. Responsável direto por boa parte do misticismo presente no rock e no metal, o grupo passou por alguns anos de silêncio antes de anunciar o retorno, e foi quase inacreditável vê-los no palco, diante dos nossos olhos. O início do espetáculo, com direito a vela e caixão, trouxe uma Jinx Dawnson tão inspirada quanto sempre, além de uma banda afiada como nunca.
Para encerrar, mais uma lenda, o canadense RAZOR. Nem de longe uma banda popular, mas eternamente louvada pelos fãs da sonoridade da antiga escola, o grupo não decepcionou com seu speed/thrash direto e sem firulas, com destaque para as clássicas Evil Invaders (Evil Invaders, 1985), Violent Restitution (Violent Restitution, 1988) e Parricide (Shotgun Justice, 1990). Após assistir tantas lendas reunidas, era hora de voltar para casa, e torcer para que o caminho no dia seguinte fosse mais fácil e agradável que no dia anterior.
Coven
Domingo, 30 de setembro
Sem manifestações tudo foi mais fácil. Chegamos ao Carioca Club com a facilidade costumeira, e logo de cara fomos atacados pela brutalidade do MANGER CADAVRE, que tocou enquanto a maior parte do público ainda chegava ao local. Já com um público maior e ‘aquecido’, o DECOMPOSED GOD honrou o bom nome que tem diante dos fãs, um espetáculo brutal e maníaco de death metal, como esperávamos após ouvir o recente álbum de regravações (com uma ótima faixa inédita, Delusion) Storm of Blasphemies.
O AMEN CORNER foi o primeiro nome da tarde/noite a chegar empunhando a bandeira do black metal. Notório como um dos mais impactantes e influentes da cena nacional, eles não decepcionaram, e entregaram uma apresentação típica de black metal: ríspida, fria, sem grandes arrombos de contentamento ou empolgação, gerando o clima tétrico tão necessário para a aura negra e intensa do gênero. Todo esse clima não poderia ter sido melhor aproveitado do que com o show rasteiro e direto dos belgas do ENTHRONED. Poucas são as bandas que podem se orgulhar de um som tão denso e ríspido quanto o produzido por esses belgas, que se tornaram um dos maiores nomes do black metal mundial em 2002, ano em que lançaram o excelente Carnage in Worlds Beyond. Mesmo com um repertório repleto de clássicos, a escolha por músicas mais novas se mostrou certeira: Baal al-Maut (Sovereigns, 2014), Behemiron (Pentagrammaton, 2010) e Obsidium (Obsidium, 2012) formaram uma trinca imbatível, que nos fez realmente ansiar o lançamento do prometido novo álbum do grupo.
Enthroned
Para a sequência, dois grupos muito esperados: primeiro o MORBID SAINT, outro daqueles grupos sensacionais de thrash metal que nunca chegaram ao grande público. Lock Up Your Children, faixa de abertura do clássico obscuro Spectrum of Death (1990) chegou com fúria, fazendo rodas se abrirem na plateia. O clima não amenizou com Burned at the Stake, e quando Assassin finalmente chegou, parecia que o local pegaria fogo, tamanho era o calor nas dependências do Carioca Club. Existe motivo para deixar o clima amenizar? Provavelmente não, e na sequência o SCHIRENC PLAYS PUNGENT STENCH veio trazendo todo o poderio e torpor dos mestres austríacos do death metal. Happy Re-Birthday (Been Caught Buttering, 1991) e A Small Lunch (For God Your Soul… For Me Your Flesh, 1990) foram extremamente bem recebidas, e mostraram a razão do death metal ser a força metálica dominante do início dos anos 90.
Morbid Saint
Os austríacos deram lugar aos suecos, primeiro com o WOLFBRIGADE. Ainda ganhando um público no Brasil, estes suecos também estão entre as melhores surpresas do festival. Embora ‘pedras sonoras’ como CATCH 22 (Damned, 2012), Nomad Pack e Warsaw Speedwolf (ambas de Run With The Hunted, 2017) fossem velhas conhecidas deste que vos escreve, era impossível supor quanto peso extra essas canções poderiam ganhar ao vivo, tornando o Wolfbrigade uma das melhores atrações do festival.
Schirenc Plays Pungent Stench
Mas é claro que, para a surpresa de ninguém, o melhor show estava justamente escalado para o encerramento: com o também sueco AT THE GATES a edição de retorno do Setembro Negro chegava ao fim em grande estilo, com o melhor do death metal melódico sendo executado com fúria e precisão no palco do Carioca Club. Com pelo menos um álbum clássico eterno (Slaughter of the Soul, 1995) e um novo álbum recém saído do forno (To Drink From the Night Itself, 2018), ninguém esperava grandes surpresas do show destes suecos, e de fato, as surpresas não vieram (alguém reclamou? Não mesmo). Com um repertório seguro e performances inspiradas (não foi raro ver o vocalista Tomas Lindberg com um largo sorriso estampado no rosto durante o show), eles roubaram a cena, perpetrando o melhor show de todo o festival, e um dos mais memoráveis do ano.
Restava ir para casa, com ótimos shows na memória, e uma certeza animadora: o Setembro Negro 2019 já está confirmado, e também acontecerá em dois dias! Que se eternize no nosso calendário de shows, e que sempre traga tão boas atrações quando as que assistimos neste ano!
No dia 18/11 (domingo), às 19h, os músicos da banda de Warrel Dane; Johnny Moraes (guitarra), Fábio Carito (baixo), Thiago Oliveira (guitarra) e Marcus Dotta (bateria), fazem show de lançamento de “Shadow Work”, no Jai Club (Rua Vergueiro, 2676 – Vila Mariana, São Paulo).
Na ocasião, rolará uma grande Jam, onde alguns músicos tocarão músicas do Nevermore e no final os músicos da banda de Warrel Dane, tocarão 2 músicas de “Shadow Work”, com um vocalista que será anunciado em breve.
No evento será vendido merchandising oficial, e terá apoio do fã clube de Warrel Dane.
“Shadow Work” será lançado no dia 26/10 pela Century Media Records – no Brasil será lançado no dia 16/11, pela Valhall Music.
O disco foi gravado no Orra Meu Estúdios, em São Paulo, com produção, mix e master de Wagner Meirinho da Loud Factory (que já produziu bandas como Torture Squad,Trayce…)
Confira o documentário das gravações de “Shadow Work”:
O grupo sueco EVERGREY lançará seu novo álbum de estúdio, intitulado The Atlantic, em 25 de janeiro de 2019. A banda trabalhou extensivamente no sucessor de The Storm Within, de 2016 (que entrou nas paradas em alta posições em numerosos países).
O EVERGREY se uniu novamente a Jacob Hansen, que – assim como nos lançamentos anteriores The Storm Within e Hymns For The Broken – cuidou da mixagem e masterização.
Tom S. Englund declarou: “Caras! Este é o álbum número 11! Isso não é incrível?! É também o terceiro álbum de um conceito que pode ter chegado ao seu destino ou pelo menos uma conclusão. Também poderia ter sido algo que alguns de vocês viram chegando ou anteciparam.
“Nós lutamos através de obstáculos pessoais gigantes, bem como um arrombamento em nosso estúdio sede para trazer este álbum para você. Então, ao mesmo tempo em que certamente não foi indolor ou fácil, tem sido recompensador de uma forma diferente, e nossa criatividade foi pintada em cores de honestidade e sinceridade.
“Este é o nosso álbum mais pesado, mais sombrio e talvez o nosso mais diversificado até hoje. É tudo o que queríamos compor e as palavras das letras vêm diretamente de um lugar de transparência e lucidez nunca antes experimentada. Mal podemos esperar por você para compartilhar esta jornada conosco, e mergulhar em nossos mundos, nossas profundezas e as águas do ‘Atlântico’!”
O baixista / vocalista do RUSH,Geddy Lee, confirmou que é improvável que a banda faça mais shows ou novas músicas. “Eu não posso dizer muito a você além de que não há planos para fazer uma turnê de novo”, disse ele à Rolling Stone quando perguntado sobre o estado atual do RUSH. “Somos muito próximos e conversamos o tempo todo, mas não falamos sobre trabalho. Somos amigos e falamos sobre a vida como amigos. Não posso dizer mais do que isso, receio. Eu diria que não há chance de ver o RUSH em turnê novamente como Alex [Lifeson, guitarra], Geddy, Neil [Peart, bateria]. Mas você veria um de nós, dois, ou três? Isso é possível”.
Lee continuou dizendo que é possível que ele trabalhe em outro álbum solo nos próximos anos. “Eu penso sobre isso, e acho que uma vez que a poeira assente, eu provavelmente me encontrarei entediado e vagando até o estúdio para tentar animar minha própria vida, e se algo de natureza positiva acontecer lá, vou levar para o próximo passo “, disse ele. “Mas além disso, eu só podia imaginar”.
Em 16 de novembro, o grupo UMe/Anthem/ole continuará sua extensa série de relançamentos comemorativos de 40º aniversário dos álbuns clássicos do RUSH com uma nova edição expandida do revolucionário Hemispheres, originalmente lançado em 1978.
Uma nova música do lendário grupo sueco de death metal UNLEASHED, intitulada Stand Your Ground, pode ser conferida abaixo. A faixa é tirada do 13º álbum da banda, The Hunt For White Christ, que será lançado em 26 de outubro pela Napalm Records.
Quando se trata do death metal sueco, o movimento tradicional de Estocolmo ou mesmo do death metal como um todo, há uma banda que você deve mencionar: UNLEASHED! Formado em 1989 pelo vocalista / baixista Johnny Hedlund, o UNLEASHED vem entregando o death metal supremo desde o primeiro dia. Lidando com as tradições e valores Viking, e aperfeiçoando seu ofício, eles se tornaram pioneiros do metal extremo, musicalmente e liricamente, inspirando legiões de outras bandas com seu som.
The Hunt For White Christ é o quarto álbum da história continuada do Mundo de Odalheim e seus guerreiros de Midgard – uma história de autoria do próprio Johnny Hedlund, composta pelo passado, presente e o que Hedlund considera o futuro das tradições e valores Viking. O álbum foi gravado no outono de 2018 no Chrome Studios, e não marca apenas o 13º álbum completo dos suecos, mas também solidifica o impacto da banda na história, abrindo caminho para o seu 30º aniversário em 2019. Três décadas de ataque metálico, e eles não perderam a força, nem o amor deles pelo caos do puro death metal.
Hedlund fala sobre The Hunt For White Christ: “No caminho para o aniversário de 30 anos da banda em 2019, vem o lançamento do nosso 13º álbum, The Hunt For White Christ.
“A banda está muito ansiosa para conhecer nossos guerreiros em todo o mundo em turnês e festivais, e ouvir seus comentários sobre o novo álbum. E não se engane, Odalheim será nosso! Deixe a caçada começar!”
A Napalm Records declara: “Estamos muito felizes com o lançamento do The Hunt For White Christ pela instituição sueca de death metal UNLEASHED. Nos negócios há quase três décadas, eles provaram sua posição e excelência para fãs de todo o mundo. Prepare-se para este monumento brutal pelos mais destacados vikings suecos!”
O UNLEASHED tem apresentação marcada no Brasil em 2018. A banda sueca é uma das atrações do tradicional Extreme Hate Festival. A sexta edição do festival ocorre em 9 de dezembro de 2018, e traz o UNLEASHED como principal atração. Ao lado dos gigantes suecos estarão outros gigantes da música extrema, como é o caso do lendário MASTER. O ‘line-up’ desta edição conta ainda com ABYSMAL DAWN, os holandeses do CARACH ANGREN e as atrações brasileiras GUTTED SOULS e NERVOCHAOS.
Antes da apresentação do NIGHTWISH no festival britânico Bloodstock Open Air, em 12 de agosto, a vocalista Floor Jansen falou ao “The Unchained Rock Show” sobre o NORTHWARD, seu novo projeto paralelo com o guitarrista do PAGAN’S MIND, Jørn Viggo Lofstad.
Peguntada sobre as participações especiais no primeiro álbum do NORTHWART, ela falou:
“Há uma cantora convidada no álbum, e essa é minha irmã (Irene, AYREON). Isso é muito legal, porque fazemos música juntas [e] cantamos ao vivo juntas – estamos em DVDs ao vivo juntas – mas nunca estivemos realmente juntas numa gravação. Já estava na hora, e muitas pessoas perguntaram sobre isso, então um e um realmente se tornaram dois neste álbum. Super divertido, porque eu mesma gravei ela”.
Sobre a possibilidade da banda tocar ao vivo:
“Eu não vejo isso acontecendo… Não pense nisso como uma banda. Foi realmente Jørn Viggo e eu que começamos este projeto… Não é uma banda; é um encontro de músicos que achamos apropriado, e que deram o seu melhor e seu entusiasmo no álbum… Estou novamente na estrada com o NIGHTWISH, e quando tudo isso estiver parado, faremos um novo álbum do NIGHTWISH. Eu sou mãe de uma criança pequena. Essa combinação, eu acho muita coisa. Eu acho que este projeto merece todo o seu amor e atenção, como nós dedicamos na gravação, mas ao vivo é outra coisa. Isso é algo totalmente novo, e eu realmente não me vejo tendo o tempo adequado para isso”.
O álbum de estreia auto intitulado do NORTHWARD foi lançado em 19 de outubro pela Nuclear Blast.
A banda suíça de folk metal ELUVEITIE está trabalhando no sucessor de seu aclamado álbum de 2017, Evocation II – Pantheon. A banda está gravando o novo disco no Newsound Studio, de Tommy Vetterli na Suíça.
Um ano atrás, o ELUVEITIE lançou o single Rebirth, que deu aos fãs uma amostra do que eles podem esperar ouvir no próximo álbum. O vídeo oficial de Rebirth foi produzido por Wolfgang Wolman e Oliver Sommer (AVA Studios) e pode ser visto abaixo.
Uma edição especial de décimo aniversário do segundo álbum de estúdio do ELUVEITIE, Slania, será lançado em 16 de novembro pela Nuclear Blast. Slania – 10 Years contém uma série de faixas bônus, incluindo demos e versões acústicas.
O ELUVEITIE anunciou em maio de 2016 a saída do baterista Merlin Sutter, da vocalista Anna Murphy e do guitarrista Ivo Henzi.
A nova formação da banda fez sua estreia ao vivo no festival Eluveitie & Friends em janeiro de 2017 no Z7 em Pratteln, Suíça.