Categoria: Roadie News

  • DEFORMITY BR – banda em breve lançando dois clipes

    DEFORMITY BR – banda em breve lançando dois clipes

    A Deformity BR, banda de Spllater Death Metal, está trabalhando junto à Canguru Filmes para o lançamento de dois vídeos clipes ao vivo. Com esse formato, a banda pretende mostrar o desempenho da atual formação e divulgar as musicas “Confessions of a Perturbed Mind” e “Torturing Unfortunate People”, ambas pertencentes ao EP com mesmo título desta última. Mais informações serão disponibilizadas dentro em breve.

  • INNER CALL – banda escalada para tradicional festival Suíça Baiana

    INNER CALL – banda escalada para tradicional festival Suíça Baiana

    A banda baiana de Heavy Metal Tradicional INNER CALL foi escalada para integrar o cast de um dos principais festivais musicais do interior da Bahia, o Suíça Baiana, realizado na aprazível cidade de Vitória da Conquista.  Este festival chega a sua sexta edição e reúne bandas dentro do Universo do Pop Rock ao Heavy Metal, caso particular do INNER CALL e Erasy (Feira de Santana/BA).

    INNER CALL marcará sua participação no Palco Desordem da Concha Acústica do Centro de Cultura no Sábado dia 20 de Outubro, confira a grade:

    16:00 h Social Freak (BA) 17:20 Mórficos (BA) 18:40 INNER CALL (BA) 20:00 Erasy (BA) 21:20 Febre Séptica (BA)
  • THE CROSS – participações encerradas com vocalista do Dying Suffocation

    A banda baiana THE CROSS, pioneira no Brasil quando se trata de Doom Metal, está regravando a lendária demo “The Fall” para comemorar os vinte e cinco anos de seu lançamento. Para isto alguns seletos vocalistas foram convidados para abrilhantar ainda mais as novas versões.

    O “escalado” para participar da regravação da música “Scars of an Illusion” foi nada mais nada menos que Alexsandro Habigzang  da banda paranaense de Death/Doom Dying Suffocation. No link abaixo Alexsandro Habigzang  comenta sobre sua participação, além de podermos conferir um trecho da sua participação:

  • PETER MURPHY – 7 de outubro de 2018, São Paulo/SP

    PETER MURPHY – 7 de outubro de 2018, São Paulo/SP

    Por Rogério SM

    Em sua quarta passagem pelo Brasil, o elegante e histórico vocalista inglês resolveu apostar em uma tática que deu muito certo em sua última apresentação por aqui (e no resto do mundo também): um show só com músicas do seu ex-grupo, o antológico Bauhaus. Mesmo sem reclamar (afinal, qual fã poderia?), confesso que gostaria de ouvir novamente alguns clássicos de sua carreira solo, como Deep Ocean Vast Sea, Indigo Eyes, Marlene Dietrich’s Favourite Poem, além da indefectível Cuts You Up. Não apenas os clássicos, como também músicas excepcionais de seus mais recentes álbuns, como a empolgante Holy Clown.

    Ocorre que Murphy decidiu celebrar em grande estilo os 40 anos do Bauhaus. Aí não teve jeito: apenas clássicos do grupo. Ruim? Nem se eu estivesse doido. Ainda mais porque, dessa vez, o incrível David J, ex-baixista do seminal grupo, veio também. Para fãs de música dark da antiga (e da nova também) geração, um deleite em uma noite que foi, de fato, inesquecível.

    Sem introdução, o vocalista adentrou o palco com sua tradicional pose de lorde inglês para encantar de cara todos os presentes com Double Dare. Sem pausas, emendaram In the Flat Field e a sensacional God in a Alcove. Nesse ponto a plateia já sabia que a noite seria algo para se guardar na memória: o clássico primeiro álbum, In the Flat Field (1980), seria tocado na íntegra!

    A quantidade de clássicos absolutos da música dark que o Bauhaus criou não é pequena e, após Dive, Spri in the Cab emocionou todos com uma performance de tirar o fôlego. Small Talks Stinks, com belos vocais de David J, preparou o terreno para St. Vitus Dance. Em sua última passagem por aqui, no mesmo Carioca Club (só não tocou na casa em sua primeira vista à capital paulista), Murphy reclamou de uma gripe que tirou um pouco a potência de sua voz. Realmente, percebia-se naquele show alguns pontos mais vacilantes, beirando a rouquidão. Dessa vez, para sorte dos que acompanhavam, o vocalista estava em plena forma. Louvável para um senhor já de mais de 60 anos.

    O clima das eleições podia estar pesado, mas Stigmata Martyr fez muita gente esquecer esse importante momento do país. Ainda há espaço para arte (esperamos que continue assim). Nerves fechou a primeira do show com maestria. Após uma pausa um tanto longa, o grupo voltou para emendar agora músicas do Bauhaus de seus outros discos, a começar com Burning From the Inside, do homônimo de 1983. Na sequência, uma pequena homenagem de Murphy ao guitarrista original do grupo, Daniel Ash, e a bela Silent Hedges, de The Sky’s Gone Out (1982).

    Um dos pontos altos veio com o clássico absoluto Bela Lugosi’s Dead. Murphy foi até a beira do palco e pegou um dos holofotes na mão, apontando para seu rosto e enlouquecendo os presentes. A euforia continuou com She’s in Parties e o ótimo público da noite quase colocou a casa abaixo. O groove de Kick in the Eye, de Mask (1981), fez todo mundo dançar antes de encerrar a penúltima parte do show.

    Após rápida pausa, Muprhy e cia. voltaram para emendar a espetacular The Passion of Lovers, o bom cover de T-Rex Telegram Sam e encerrar a noite de forma magistral com Ziggy Stardust, do saudoso e genial David Bowie. Que a próxima passagem seja em breve e traga também seus clássicos solo. Estamos aguardando.

  • ULI JON ROTH – 28 DE SETEMBRO DE 2018, São Paulo/SP

    ULI JON ROTH – 28 DE SETEMBRO DE 2018, São Paulo/SP

    Quem nunca dedicou algumas horas do seu tempo para montar aquelas famigeradas listas de favoritos? Quando o assunto é guitarristas, a minha lista de preferências muda praticamente todos os dias, mas existem três nomes que aparecem invariavelmente entre os ‘dez mais’: Michael Schenker, Rudolf Schenker e Uli Jon Roth. Não é nem um pouco incomum a aparição constante de um certo Matthias Jabs, então, eu vos pergunto, o que estes quatro nomes têm em comum? Pois é, para a minha surpresa, parece que eu sou bastante fã do Scorpions. Essa recente ‘descoberta’ veio junto com um grande presente: eu teria a chance de ver um dos meus guitarristas favoritos, o grande Uli Jon Roth.

    A ocasião era ainda mais especial pelo repertório escolhido como base para esta turnê do grande mestre alemão: o ‘setlist’ seria marcado principalmente por músicas da época em que o maestro integrou o Scorpions, de 1973 até 1978 – época em que foram lançados os álbuns Fly to the Rainbow (1974), In Trance (1975), Virgin Killer (1976), Taken By Force (1977) e Tokyo Tapes (ao vivo, 1978) – algo tão especial quanto imperdível.

    Quarenta anos depois do lançamento do clássico Tokyo Tapes, foi justamente com sua faixa de abertura, All Night Long, que o mestre alemão resolveu iniciar a sua apresentação. Contando com o suporte de Nico Deppisch (baixo) Niklas Turmann (voz e guitarra), e Corvin Bahn (teclados, os três do Crystal Breed), e do baterista Richard Kirk, Uli chegou mostrando que a promessa de uma noite especial seria cumprida à risca, com detalhes típicos de sonho. Confesso que nos meus sonhos ele daria sequência ao show com Pictured Life, mas não fiquei nem um pouco decepcionado ao ouvir os primeiros segundos de Longing for Fire. Afinal, quem poderia ficar decepcionado ao ouvir uma das melhores composições de In Trance (1975), sendo tocada por aquele que a imortalizou? E, convenhamos, que performance fabulosa de Deppisch e Turmann, que por instantes, nos fizeram esquecer quem era a principal estrela da noite – algo que só durou até entrar o solo fenomenal desta mesma canção, onde Roth retoma o trono com a segurança e simplicidade de um verdadeiro herói.

    Aquele que foi, talvez, o momento mais memorável da noite veio logo em seguida: The Sails of Charon, apresentada pelo alemão como uma música sobre ‘um homem que sempre faz as escolhas erradas’. Pesada (o riff principal é heavy metal puro!), intensa e hipnótica, essa sempre foi uma das músicas que me fizeram sentir como um ‘nascido na década errada’. Confesso que – tendo nascido nos anos 80 – sempre me senti um pouco deslocado no tempo por não ter acompanhado o nascer de músicas como The Sails of Charon (Scorpions), Johnny (Thin Lizzy), Lights Out (UFO) e The Wizard (Uriah Heep). Se a máquina do tempo do Dr. Emmett Brown nunca foi construída, pelo menos tive a chance de ver Uli Jon Roth tocando uma das minhas favoritas, e isso é quase tão bom quanto ser uma década mais velho.

    A bonita Don’t Tell the Wind (Zeno) alterou o clima, e trouxe um tom de maior calmaria ao ambiente, até um tanto triste. “Ela foi escrita pelo meu irmão, Zeno Roth, que faleceu no início deste ano, infelizmente”, declarou Uli, emocionando a plateia. Ele aproveitou para tocar outra que não vinha do seu repertório com o Scorpions: Enola Gay (Hiroshima Today), do Electric Sun, banda formada por Uli após sua saída do Scorpions. O peso agradou, e mesmo não lotado – vale lembrar que os finlandeses do Nightwish tocavam nesta mesma noite em São Paulo – o Carioca Club recebeu um bom público, entusiasmado em ver um dos grandes ases da guitarra, ao vivo.

    Após We’ll Burn the Sky e In Trance, o público ganhou um tom levemente mais morno em Rainbow Dream Prelude, seguida pelos tradicionais solos, e voltou a pegar fogo com Fly to the Rainbow, faixa-título do primeiro álbum de Jon Roth com o Scorpions. Muito bem recebida, a música abriu caminho para Pictured Life, Catch Your Train e Polar Nights, todas executadas com um virtuosismo absurdo, e com uma vitalidade surpreendente para um guitarrista que completa já cinco décadas sobre os palcos do mundo!

    Coube à Dark Lady (In Trance, 1975) e Yellow Raven (Virgin Killer, 1976) prover as últimas gotas de veneno do grande escorpião germânico na noite, mas ainda pudemos presenciar a perfeição por mais duas canções, All Along the Watchtower (Bob Dylan) e Little Wing (Jimi Hendrix). Um às da guitarra, reverenciando outro às da guitarra, em uma noite especial e memorável. Cinco décadas de uma carreira surpreendente passadas a limpo, em pouco mais de duas horas de show. Um show que poderíamos rever todos os dias, mas que só ocorre em noites realmente especiais.

  • BURNING WITCHES: Confira o vídeo para “Hexenhammer”

    BURNING WITCHES: Confira o vídeo para “Hexenhammer”

    O vídeo oficial de Hexenhammer, novo single da banda suíça de heavy metal BURNING WITCHES, pode ser visto abaixo. A música é a faixa-título do segundo álbum da banda, que será lançado em 9 de novembro pela Nuclear Blast Records. O disco foi produzido no Little Creek Studio na Suíça pela mesma equipe de seu antecessor: V.O. Pulver (PRO-PAIN, DESTRUCTION, NERVOSA, PÄNZER) e o vocalista do DESTRUCTION, Schmier, que ajudou e aconselhou como um amigo próximo da banda.

    O BURNING WITCHES comentou: “As filmagens do vídeo Hexenhammer foram uma excitante nova experiência para a banda.

    “Nosso segundo vídeo mergulha na história do Malleus Maleficarum, escrita pelo desacreditado clérigo católico Heinrich Kramer para [legitimar] seus atos cruéis contra a mulher no século XV.

    “A faixa título representa o álbum – é melódica e pesada e reflete o som da banda de uma maneira perfeita!

    “Esperamos que você goste do vídeo, que abre um novo capítulo autêntico para a banda!

    “Queremos agradecer ao museu Witchcraft em Gränichen / Suíça e à sua fundadora e diretora Miss Wicca Meier-Spring e sua equipe pelo apoio a este grande projeto. Também queremos agradecer à Opera de Zurique pelas roupas e acessórios. Gravações antigas e edição por Michael Buzek. Felicidades para toda a equipe por tornar este incrível empreendimento possível!”

    A arte da capa de Hexenhammer foi criada pelo aclamado artista Gyula Havancsák, da Hungria, que também criou artes para DESTRUCTION, ANNIHILATOR, GRAVE DIGGER, STRATOVARIUS, TANKARD e muito mais.

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  • NICK CAVE & THE BAD SEEDS no Espaço das Américas

    NICK CAVE & THE BAD SEEDS no Espaço das Américas

    No dia 14 de outubro, quinta-feira, o Espaço das Américas vai pegar fogo. A Popload apresenta Nick Cave & The Bad Seeds,  dentro da série de shows Popload Gig, em  única apresentação em São Paulo.

    Liderado pelo ícone do pós-punk Nick Cave, o cultuado grupo australiano fará apresentação única em São Paulo. Esta edição especialíssima faz parte de uma série de shows promovida pela multiplataforma de música Popload, que começou o ano com a banda francesa Phoenix e os  escoceses do Mogwai e termina na sexta e maior edição do Popload Festival com Lorde, Blondie, MGMT e outras atrações, em novembro.

    Em mais de quarenta anos de carreira, Nick Cave foi e ainda é inspiração para muitos artistas de diversos gêneros, do punk ao rock experimental. O cantor, compositor, poeta, roteirista e ator formou um dos grupos mais influentes da música ao lado dos amigos Mick Harvey (multi-instrumentista) e Blixa Bargeld (guitarrista) ainda no começo dos anos 80.

    Apesar de ser o nome mais evidente do grupo, foi a banda que, tanto em estúdio como ao vivo, e com suas diferentes formações, transformou o cantor no artista que ele é hoje. Essa fusão de talentos e colaborações entre os músicos fez do BAD SEEDS um dos grupos mais importantes de todos os tempos, lotando arenas pelo mundo com suas canções sobre amor, sexo, morte e religião. A discografia da banda é composta de diversos clássicos, como Push the Sky Away (2013), o confessional e doloroso The Boatman’s Call (1997), Let Love In (1994) e o complexo Murder Ballads, de 1996, o de maior sucesso comercial e que contém suas composições mais famosas, como “Lovely Creature”, “Henry Lee” e “Where the Wild Roses Grow”.

    Os ingressos já estão disponíveis. Para efetuar a compra, basta ir pessoalmente ao ponto de venda no Cine Joia (segunda-feira a sexta-feira, das 10h às 14h e das 15h às 18h – sem taxa de conveniência) ou acessar o site da Ticketload (https://goo.gl/SzWRfS)

    Os ingressos do primeiro lote já estão esgotados.  Os preços vão de Pista  2º lote: R$ 120,00 (meia) e R$ 240,00 (inteira) | Camarote: R$ 180,00 (meia) e R$ 360,00 (inteira).

    Serviço – Popload Gig com Nick Cave & The Bad Seeds | Espaço das Américas 

    Show: Popload Gig com Nick Cave & The Bad Seeds Data:14 de outubro de 2018 (domingo) Abertura da casa: 18h Início do show: 20h Censura: 18 anos Local:Espaço das Américas (Rua Tagipuru, 795 – Barra Funda – São Paulo – SP) Acesso para deficientes: sim Capacidade da casa para este evento: 7.750 Ingressos: Pista 1º lote: R$ 100,00 (meia) e R$ 200,00 (inteira) | Camarote: R$ 180,00 (meia) e R$ 360,00 (inteira). Compras de ingressos: Cine Joia (Praça Carlos Gomes, 82) (próximo ao Metrô Sé e Liberdade). Funcionamento de segunda-feira a sexta-feira, das 10h às 14h e das 15h às 18h ou Online pelo site Ticketload (https://goo.gl/SzWRfS ) Formas de Pagamento: Dinheiro, Cartões de Crédito e Débito. Cheques não são aceitos. Objetos proibidos:Câmera fotográfica profissional ou semi profissional (câmeras grandes com zoom externo ou que trocam de lente), filmadoras de vídeo, gravadores de audio, canetas laser, qualquer tipo de tripé, pau de selfie, camisas de time, correntes e cinturões, garrafas plásticas, bebidas alcóolicas, substâncias tóxicas, fogos de artifício, inflamáveis em geral, objetos que possam causar ferimentos, armas de fogo, armas brancas, copos de vidro e vidros em geral, frutas inteiras, latas de alumínio, guarda-chuva, jornais, revistas, bandeiras e faixas, capacetes de motos e similares.

    Informações a imprensa: Assessoria Espaço das Américas | Talento Comunicação Fabiana Villela | (11) 98686-3344 | [email protected] Estela Lopes | (11) 98462-4736 | [email protected] Assessoria Popload Gig com Nick Cave & The Bad Seeds Francine Ramos | (11) 98839.9735 | [email protected] Bebel Prates | (21) 98115 6366 | [email protected]
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  • PENTACROSTIC – Old Pride Records anuncia o relançamento do segundo álbum De Profundis

    PENTACROSTIC – Old Pride Records anuncia o relançamento do segundo álbum De Profundis

    A Old Pride Records anunciou que o segundo álbum da banda Pentacrostic, “De Profundis”, será relançado ainda este ano. O CD virá com o encarte todo reformulado contendo as letras e fotos inéditas, mas mantendo as características do lançamento original de 1996. Sendo uma das bandas mais importantes do país e uma das percussoras do Death Doom Metal nacional, com certeza  será um realçamento histórico, todos nós estamos aguardando ansiosos por este material.

     
  • U.D.O. anuncia nova formação

    U.D.O. anuncia nova formação

    O U.D.O., banda alemã liderada pelo ex-vocalista do ACCEPT, Udo Dirkschneider, anunciou a adição de Dee Dammers na guitarra e Tilen Hudrap no baixo.

    O grupo afirma: “Ambos são músicos muito talentosos e estamos muito animados em tê-los no U.D.O.

    “Esperamos que vocês aproveitem a nova formação e que ela esteja unida por muito tempo.

    “A nova formação começará os ensaios para a próxima turnê do U.D.O. na Rússia em breve. Nós, como sempre, manteremos vocês atualizados sobre o nosso progresso através das mídias sociais.

    “E, claro, nossos melhores desejos para [o ex-baixista] Fitty Wienhold, que tem sido muito, muito mais do que apenas o baixista da banda por todos esses anos”.

    A formação atual do U.D.O. é completada por Sven Dirkschneider (baterista, filho de Udo), e pelo guitarrista Andrey Smirnov.

    Fitty, que ingressou no U.D.O. em 1996, anunciou sua saída da banda no mês passado, dizendo em um comunicado que “decidiu tomar um novo caminho” em sua vida.

    Em entrevista à revista Metal Forces, Udo disse que os guitarristas Kasperi Heikkinen e Bill Hudson não estavam mais no U.D.O. porque “eles não eram jogadores do time. Eu não sou um artista solo; nós trabalhamos na banda como um time”, explicou ele.

    O novo álbum do U.D.O., Steelfactory, foi lançado em 31 de agosto pela AFM.

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  • ARSIS lança ‘lyric video’ para “Hell Sworn”

    ARSIS lança ‘lyric video’ para “Hell Sworn”

    O ‘lyric video’ oficial da música Hell Sworn, do ARSIS, pode ser visto abaixo. A faixa, que conta com um solo do guitarrista do INFERI, Malcolm Pugh, foi tirada do novo álbum do ARSIS, Visitant, que tem lançamento previsto para 2 de novembro pela Nuclear Blast (América do Norte, Central, América do Sul) e Agonia (resto do mundo).

    O guitarrista e vocalista James Malone afirma: “Eu acho que Visitant é o álbum mais maduro do ARSIS, mas ao mesmo tempo, é também um álbum que remonta à nossa juventude.

    “Todos nós crescemos vendo filmes de terror. Para mim, pessoalmente, meu pai me levava desde muito cedo ao cinema para ver filmes de terror. Ele transmitiu seu amor pela ficção científica e pelo terror para mim.

    “Eu queria fazer algo diferente para este álbum e foi apenas um movimento natural incorporar essa paixão em Visitant.

    “Como eu estava fazendo minha parte da escrita, tentei capturar o tom e a atmosfera de alguns dos meus filmes favoritos (Silver Bullet, From Beyond, Prince Of Darkness). Foi um álbum muito gratificante e divertido de escrever e acho que pode ser o que os fãs consideram uma sequência digna para A Diamond For Disease.

    Visitant foi gravado masterizado pelo produtor Mark Lewis (WHITECHAPEL, DEVILDRIVER, DEICIDE, CANNIBAL CORPSE). A arte foi criada pelo colaborador de longa data Mark Riddick.

    O ARSIS sai em turnê em outubro e novembro como parte da Bloodletting North America XII, com o DECREPIT BIRTH.

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