Formado em 2012 na cidade de Sydney (AUS), o Polaris já havia chamado atenção no EP The guilty and the grief. Agora nesse primeiro álbum Jamie Hails (vocal), Jake Steinhauser (baixo e vocal), Rick Schneider (guitarra), Ryan Siew (guitarra) e Daniel Furnari (bateria) mostram com consistência a força do metalcore australiano em músicas agressivas e viajantes bem produzidas. Há uma ótima interconexão de riffs bem elaborados, melodia e forte carga emocional que tornam a audição legal invés de enjoativa. A versatilidade vocálica de Halis ao mudar de timbre rasgado para limpo e a precisão da bateria também enaltecem os aspectos mencionados. Ao colocar o som pra rolar a entrada com Lucid já destaca a agressividade, algumas bases mais graves e contrapostas com melodias viajantes e marcantes. The Remedy recebeu um vídeo clipe psicodélico legal e tem um pouco de groove e um começo a lá stoner. Em Consume há uma constância maior de agressividade e Frailty tem um fim introspectivo e profundo bem interessante. Dusk to day esboça uma viajem profunda e melancólica mesclada a doses boas de desespero. Ainda se destacam Casualty e os riffs grudentos de The Slow Decay. De forma geral, a principal característica que esse debut transmite é confiança no que ele contém. Um ótimo começo.
Categoria: Roadie News
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WOSLOM recruta May Undead como vocalista para o “Lemmy’s Motor Fest”
Dia 12 de maio na cidade de Piracicaba/SP será realizado um festival em homenagem ao músico e fundador do Motorhead, Lemmy Kilmster. O festival confirmou várias atrações que estarão prestando suas homenagens à uma das maiores lendas que o Metal já teve.
Uma das principais bandas do Thrash Metal brasileiro, Woslom, será uma das atrações do evento. A novidade desse show é que a convite do vocalista da banda, Silvano Aguilera, o grupo irá se apresentar com os vocais de uma das mulheres mais importantes do metal extremo nacional. May Undead (Torture Squad) assume os vocais exclusivamente para esse show tributo ao Lemmy. Silvano recentemente fez uma cirurgia que o impossibilita de cantar, porém o músico estará presente no evento e tocando guitarra nessa apresentação que tem tudo para ser inesquecível.Ao todo serão dez bandas se apresentando, todas prestando homenagens e tributos a Lemmy. As bandas Ovos Presley, Motorbastards, Chacina, Álcool, Armadilha, Battra, Guilty, Stab, Unlikeables e Woslom serão as atrações do primeiro “Lemmy’s Motor Fest”.
O início das apresentações está programado para as 14 horas do sábado (12/05) e os ingressos podem ser adquiridos pelo site: www.pagseguro.uol.com.br, pelo simbólico custo de R$10,00.
Serviço:
Evento: Lemmy’s Motor Fest
Atrações: Woslom (feat. May Undead) – Ovos Presley – Motorbastards – Chacina – Álcool – Armadilha – Battra – Guilty – Stab – Unlikeables
Local: Estrada Jorge Jacob Diehl – Conceição – Piracicaba/SP
Horário: 14:00 horas
Data: 12/05/2018
Custo: R$10,00
Mais informações: https://www.facebook.com/events/147105362768968/
Fonte: Roadie Metal
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EUROPE disponibiliza clipe para “The Siege”
O vídeo para a música The Siege, do EUROPE, pode ser visto abaixo. O clipe foi dirigido pelo aclamado diretor Patric Ullaeus da Revolver Film Company AB (IN FLAMES, DIMMU BORGIR, LACUNA COIL).
The Siege é parte do mais recente álbum do EUROPE, Walk The Earth, lançado em outubro passado pelo selo próprio da banda, o Hell & Back, através da Silver Lining Music. A sequência de War Of Kings de 2015 foi registrada nos lendários estúdios Abbey Road, em Londres (Inglaterra), e foi produzida por Dave Cobb, que também dirigiu o disco anterior da banda.
O vocalista Joey Tempest disse ao Planet Rock sobre a letra de The Siege: “É basicamente um cartão postal da Revolução Francesa, onde a democracia deu um grande salto na França (e posteriormente na Europa). Trabalhei com meu velho amigo Chris Difford (da banda SQUEEZE) nessa letra”. Quanto à música, Tempest disse: “John Levén [baixo] nos enviou esse riff/ideia e todos nós adoramos. No ensaio, nós juntamos com a ideia de um refrão do Mic [Michaeli, teclados] e começou a surgir uma música muito legal. No Abbey Road, Dave nos ajudou a encontrar o feeling e os arranjos, e também com as pequenas e peculiares paradas nos versos e final”.
Walk The Earth apresenta artes originais do famoso artista de Los Angeles, Mike Sportes, do Filth Mart.
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MAQUINARIOS confirma novo integrante
Eddie Van Halen, Yngwie J. Malmsteen, Jason Becker, Michael Romeo, Derek Frigo e Harry K. Cody. Essas são algumas das influências do novo guitarrista do Maquinarios. A banda catarinense que andava um tempo sem dar notícias confirmou Vinnie Aguiar como seu quarto integrante.
Desde o início do mês a banda de Chapecó vinha dando pistas em suas mídias sociais sobre uma novidade. Alguns fãs imaginaram que já seria um novo trabalho, sucessor do excelente Intacto, lançado em 2015 e que colocou o Oeste de Santa Catarina no mapa do metal nacional. De acordo com o vocalista Watson Silva, Aguiar vem para colaborar na nova sonoridade que o grupo adotará, sem ainda explicar qual será essa pegada. Certamente, pelas influências do guitarrista, é justo imaginar que o agora quarteto vai se embrenhar em mais peso e qualidade que já havia comprovado na estreia.
Aguiar nasceu em Joaçaba (SC) e é fã de Stoner, Hard Rock e Heavy Metal. “Ele já acompanhava o Maquinarios desde 2015. As ideias musicais e de business se casaram na hora”, revela Silva. No próximo dia 23, o Maquinarios pretende fazer uma apresentação no seu canal de YouTube para mostrar os novos elementos ao público. Completam o time Matheus Andrighi (baixo) e Diego Massola (bateria).
Enviado por: Alessandro Bonassoli Edições avulsas, assinatura física e digital. Conheça a nossa Roadie Crew Shop – acesse https://roadiecrew.com/roadie-shop -

CORROSION OF CONFORMITY: Quarteto norte-americano se apresenta em SP no sábado
A veterana banda de Crossover/Sludge/Southern Metal, Corrosion Of Conformity (ou simplesmente C.O.C.) desembarca no Brasil nessa semana, onde fazem dois shows; São Paulo, no dia 12/05, no Vic Club, e no Rio de Janeiro no dia 13/05, no Teatro Odisseia. Os shows fazem parte da turnê que a banda fará pela América Latina, com shows na Argentina, Chile e México.
Em SP haverá abertura das bandas Uganga e Axes Connection.
O C.O.C. está divulgando seu último trabalho, o excelente “No Cross No Crown”, que acaba de ser lançado, e tem tido uma repercussão muito positiva.
O guitarrista – e também vocalista – Woody Weatherman gravou um vídeo, onde convida os fãs para os shows. Assista:
https://www.facebook.com/SolidMusicEntertainment/videos/2015732988455140/
Siga a página do show de SP no Facebook:
https://www.facebook.com/events/186410615419994/
Na sexta a banda participa de um evento onde haverá uma sessão e autógrafos na Woodstock Discos (R. Dr. Falcão Filho, 157, Metrô Anhangabaú, São Paulo), das 19h30 às 20h30h. Para mais informações, acesse a página do evento:
https://www.facebook.com/events/1814670992175742/
A formação atual é bastante celebrada, já que além dos três membros originais, Mike Dean (baixo e vocal), Woody Weatherman (guitarra e vocal) e Reed Mullin (bateria e vocal), está de volta (desde 2014), o guitarrista e vocalista Pepper Keenan (Down), aquele que muitos citam como o responsável pela sonoridade dos anos 90, até os dias atuais.
Formado em 1982, em Raleigh, na Carolina do Norte, E.U.A., o C.O.C. surgiu como um trio de Punk, logo passou a fazer o que se começou a chamar na época de “crossover” (mistura de Metal e Punk), e depois enveredou por caminhos como o Sludge e Southern Metal, criando algo bastante original.
Ao todo, são dez álbuns de estúdio, cinco EP’s e um álbum ao vivo, sendo o já citado “No Crosso No Crown” o mais recente. Impossível não destacar os maravilhosos, “Eye For An Eye” (84), “Animosity” (85), “Deliverance” (94) e “Wiseblood” (96).
SERVIÇO – São Paulo
Solid Music Entertainment orgulhosamente apresenta: Corrosion Of Conformity
Data: 12/05/2018
Horário: 16:00 – 22:00
Local: Vic Club – R. Marquês de Itu, 284 – Vila Buarque – São Paulo / SP (Proximo a Estação Republica (linha vermelha/ linha amarela do metro)
Venda online: PixelTicket (Já disponível)
https://pixelticket.com.br/eventos/1987/corrosion-of-conformity-em-sao-paulo
INGRESSOS*:
Pista
1º Lote – R$ 100,00 (Meia entrada promocional)
2º Lote – R$ 120,00 (Meia entrada estudante / Promocional)
1º Lote PISTA – R$ 200,00 (Inteira)
2º Lote PISTA – R$ 240,00 (Inteira)
Camarote
1º Lote Camarote – R$130,00 (Meia entrada promocional)
2º Lote Camarote – R$150,00 Meia entrada promocional)
1º Lote Camarote – R$260,00 (Inteira)
2º Lote Camarote – R$300,00 (Inteira)
Ingressos físicos:
Loja 255 – Galeria do Rock (A partir de 20/13/2018 | Terca Feira)
* Os ingressos são limitados
[INGRESSO MEIA-ENTRADA – QUEM TEM DIREITO?]
Válido para estudantes, doadores de sangue, acompanhantes de cadeirantes, funcionários da rede pública, maiores de 60 anos
[INGRESSO PROMOCIONAL – QUEM TEM DIREITO?]
Qualquer pessoa mediante a doação de 1kg de alimento não-perecível na entrada do evento.
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MOONSPELL – Rio de Janeiro/RJ, 25 de abril de 2018
Pode a expectativa por um show ser maior por causa do novo disco do que necessariamente pela própria banda? Diga-se de passagem, não é uma banda qualquer, e seria o primeiro show completo dela no Rio de Janeiro. Sim, pode. O Moonspell havia causado boa impressão no Palco Sunset do Rock in Rio em 2015, mas o festival não é um evento carioca, então a noite no Teatro Odisseia ganhou ares especiais por causa do mais recente disco do grupo português, o excelente “1755”, que conta a história do terremoto que fez enorme estrago e em Lisboa, principalmente, tirando a vida de milhares de pessoas no dia 1º de novembro do ano que dá nome ao álbum.
E o Moonspell não decepcionou. Ao apresentar oito das dez músicas do trabalho conceitual – considerando a nova leitura de “Em Nome do Medo”, originalmente gravada em “Alpha Noir” (2012), e “Lanterna dos Afogados”, cover dos Paralamas do Sucesso –, Fernando Ribeiro (vocal), Ricardo Amorim (guitarra), Aires Pereira (baixo), Pedro Paixão (teclados) e Miguel Gaspar (bateria) fizeram um daqueles shows para ficar guardado na memória. E nem é preciso ficar imaginando como poderia ter sido melhor caso o cenário de palco pudesse ser comportado num palco maior do que o do acanhado espaço na casa de shows localizada na Lapa.
Não mesmo, porque não se deve levar em consideração o pano de fundo, os apetrechos que enfeitam o posto de Paixão ou uma iluminação de primeira e jamais vista no Teatro Odisseia, acostumado a oferecer apenas um jogo monocromático de luzes vermelhas. O novo show do Moonspell vai muito além disso, afinal, Ribeiro o transforma num belo espetáculo teatral, e o início, com quatro canções de “1755”, é simplesmente matador. Com uma lamparina na mão, o vocalista chamou para si todas as atenções na abertura com “Em Nome de Deus”, que contou com a participação ativa do público cantado cada palavra da letra. Emocionante.
A ótima faixa-título trouxe Ribeiro paramentado de médico, mas nada de sobretudo branco. A roupa escura tinha uma máscara que se destacava do chapéu e da capa, e era a máscara com bico que os profissionais da área da saúde usavam para se proteger no caso de o paciente ter alguma doença infecto-contagiosa. De fato, um trabalho do nível de “1755” merecia um tratamento visual à altura, e os fãs não ficaram atrás: deu gosto ver a plateia cantando “In Tremor Dei” (que música!) e “Desastre”. As letras em português são um facilitador, sem dúvida, mas o conteúdo, musical inclusive, tem que ser de qualidade.
“Night Eternal”, do álbum de mesmo nome, lançado dez anos atrás, contou com aquela iluminação especial mencionada parágrafos acima, e “Opium” continuou a viagem pelo material mais antigo. “Vamos fazer uma passagem de pouco mais de 200 anos no tempo”, disse Ribeiro antes de anunciar esta e “Awake!”, músicas tiradas de “Irreligious” (1996), reforçando que aquela noite de quarta-feira era destinada a uma aula de História. Se havia alguma dúvida, “Ruínas” causou novo frisson na pista, e o vocalista não se conteve: “Obrigado pela gentileza! Fantástico!” Realmente, porque a recepção ao novo material foi uma agradável surpresa numa época em que um sem-número de grupos lança discos apenas para ter uma razão para sair em turnê, na qual o passado é o principal alvo.
No caso do Moonspell, mesmo a dobradinha “Breathe (Until We Are No More)” e “Extinct”, de “Extinct” (2015), fez bonito – a canção que dá nome ao disco teve seu refrão recebido de braços abertos e sorriso no rosto pelos fãs. Olhando para frente, o quinteto português atacou com a sensacional “Evento” e em seguida conseguiu fazer ainda melhor, porque “Todos os Santos” foi o grande momento do show – o nome faz referência à data do desastre, o feriado Dia de Todos os Santos. Não bastasse ser uma das melhores músicas de “1755”, senão a melhor, contou com outra performance teatral de Ribeiro – que empunhava uma cruz com dois feixes de luz vermelha – e um lindo coro dos fãs no refrão. Foi de arrepiar.
Poderia ter acabado aí que já teria valido o ingresso, mas imagine você o que foram “Vampiria” e “Alma Mater”… Antes do primeiro clássico, Ribeiro convocou a “galera” – “Como se diz aqui no Rio de Janeiro”, lembrou – a gritar bem alto. Foi atendido. Antes do segundo clássico, ele, que já havia declarado ser o Rio “a cidade mais bonita e portuguesa do Brasil”, mostrou estar ciente dos problemas que os cariocas vêm enfrentando numa cidade que vem namorando a falência – econômica, política, social, ética e moral – e está à mercê da violência: “Diante de tudo que vocês estão enfrentando, agradeço por terem vindo nos ver.” E arrisco dizer, sem medo, que foi em respeito e gratidão a esses fãs que Ribeiro desceu ao pit e cantou “Alma Mater” com eles e para eles.
A bela versão de “Lanterna dos Afagados”, enriquecida pelo teatro de Ribeiro no palco, antecedeu o bis que começou com “Everything Invaded” e cresceu rumo a um encerramento apoteótico. “Com esse sinal nas mãos, ajudem o Moonspell a conclamar o nome de Mefisto”, pediu o frontman, referindo-se ao chifrinho – aquele imortalizado por Ronnie James Dio – e anunciando “Mephisto”. Ao fim do clássico, as palmas e os gritos vindos da plateia. “Fantástico!”, bradou o vocalista, que voltou seus elogios à “galera do Rio”: “Vocês vão no nosso coração, como um povo irmão.” E a aguardada “Full Moon Madness” encerrou um show que é forte candidato a um dos melhores do ano no Brasil.
Set list
- Em Nome do Medo
- 1755
- In Tremor Dei
- Desastre
- Night Eternal
- Opium
- Awake!
- Ruínas
- Breathe (Until We Are No More)
- Extinct
- Evento
- Todos os Santos
- Vampiria
- Alma Mater
- Lanterna dos Afogados
- Everything Invaded
- Mephisto
- Full Moon Madness
![POLARIS – The Mortal Coil [8,0/10]](https://roadiecrew.ribaweb.com/wp-content/uploads/2026/07/Polaris-The-Mortal-Coil-cover-600x600-1.jpg)









