Categoria: Roadie News

  • BRUJERIA chega ao Rio de Janeiro na próxima semana

    BRUJERIA chega ao Rio de Janeiro na próxima semana

    Na primeira metade da década de 1990, ‘Matando Gueros’ (1993) e ‘Raza Odiada’ (1995) revolucionaram a música pesada mundial com um death/grind violento, sujo, com letras em espanhol repletas de ironia. O enigma em torno da identidade dos músicos e os rumores de que se tratavam de personagens conhecidos do cenário, o Brujeria de imediato construiu uma carreira de sucesso, hoje consolidada com mais dois discos – ‘Brujerismo’ (2000) e ‘Pocho Aztlan’ (2016). Agora com status de banda clássica, retorna ao Rio de Janeiro no dia 17 de maio (quinta-feira), em apresentação no Teatro Odisseia.

    O Brujeria tem quase 30 anos. Foi formado em 1989, no México, por músicos locais e norte-americanos com descendência latina. À época, sem a urgência em que a internet expõe os fatos nos dias atuais, ocultar os nomes reais dos músicos e alimentar boatos sobre seus rostos e também quanto a temas polêmicos e ilícitos, ajudou a criar uma mística em torno da banda, que logo estava fazendo muitos shows, com clipes na MTV e contrato com a Roadrunner.

    Sempre capitaneada pelo vocalista Juan Brujo, o Brujeria já teve inúmeras formações, com músicos do alto escalão do heavy metal na linha de frente. Hoje, é completada por Hongo Jr. (pseudônomo do baterista Nick Barker, ex-Cradle of Filth, Dimmu Borgir), El Sangrón (vocal), Fantasma (vocal), Hongo (baixo), Pinche Peach (vocal), Bruja Bichie (vocal) e Guero III.

    O novo show do Brujeria na capital carioca acontece dois anos depois da bem-sucedida F*** Donald Trump Tour, que ainda passou por outras cidades da América Latina. Matando Güeros, La Migra, Brujerizmo e Consejos Narcos são alguns dos clássicos absolutos da banda que prometem incendiar o Rio de Janeiro na próxima semana.

    Junto ao Brujeria, se apresentam no Teatro Odisseia a partir das 19 horas as nacionais No Trauma e Ataque Periférico. A produção local é da Obscur. Produções, que já co-realizou a última turnê do Kadavar (Alemanha), foi a responsável pela passagem do lendário Pestilence ao RJ e trará o Mayhem à capital carioca no dia 8 de junho.

    SERVIÇO

    Brujeria dia 17 de maio/2018 no RJ

    Evento: www.facebook.com/events/122972218520484

    Data: 17 de maio de 2018

    Horário: a partir das 19 horas

    Local: Teatro Odisséia

    Endereço: Avenida Mem de Sá, 66 – Lapa/RJ

    Ingresso:  3º lote antecipado promocional: R$ 90 (até a véspera do show, online ou nos pontos de venda)

    Na hora: R$ 110 meia ou meia social com 1kg de alimento não perecível / R$ 220 inteira.
    Online: 
    https://bit.ly/brujeria-rj

    Pontos de venda física

    Méier – Loja Inside Rock – Av Amaro Cavalcanti, 157 – dinheiro e cartão
    Barra – Loja Rockn Roll – Shopping Via Parque – somente dinheiro
    Catete – Sempre Música Discos – Rua Corrêa Dutra 99 sobreloja 216 – somente dinheiro
    Niterói – Kasamata – Rua da Conceição, 101, SL 55 – somente dinheiro

    Classificação: 18 anos 

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  • GOLPE DE ESTADO:  Banda convida para show com Catalau em SP

    GOLPE DE ESTADO: Banda convida para show com Catalau em SP

    O Golpe de Estado acaba de lançar seu novo álbum, o disco “Ao Vivo 30 Anos”, que marca o sucesso da turnê de três décadas que a banda realizou durante o ano passado.

    Em São Paulo eles fazem show de lançamento do CD na semana que vem. O show acontece no dia 11/05 (sexta), no Teatro Eva Wilma (Rua Antônio de Lucena, 146 – Tatuapé, São Paulo), com a participação especial do eterno vocalista da banda, Catalau.

    A banda gravou um vídeo onde convida a todos para o show. Assista:

    https://www.facebook.com/bandagolpedeestado/videos/2069361649759053/

    Com 30 anos de carreira e um legado indiscutível no rock nacional, autora de hits absolutos como “Caso Sério”, “Paixão”, “Noite de Balada”, “Não é Hora” e diversas outras, a banda Golpe de Estado está de volta para comemorar essa expressiva marca em sua carreira.

    Mesmo após o falecimento do ícone Helcio Aguirra (guitarra), o baixista e fundador Nelson Brito decidiu se juntar ao seu ex-companheiro de banda Roby Pontes (bateria), com o guitarrista Marcelo Schevano (Carro Bomba / Casa das Máquinas) e o vocalista João Luiz (Casa das Máquinas) para uma nova turnê. A banda também conta com o apoio de Matheus Shanoski (teclados) e vem passando por diversas cidades do Brasil levando o que o Golpe sempre primou; um hard rock de qualidade, com letras ácidas em português.

    Siga página do evento no Facebook:

    https://www.facebook.com/events/2033813520239957/

    O CD foi gravado na Clash Club em São Paulo, em 2017, e mixado no Orra Meu estúdio, será duplo em formato digipack e contará com 23 faixas. O álbum teve a participação especial de Catalau (que cantou em 7 músicas), Rogério Fernandes (Carro Bomba-ex Golpe de Estado), Luís Carlini (Tutti Frutti) e Andreas Kisser (Sepultura). O CD sairá via Voice Music e tem lançamento previsto para primeira metade de abril!

    SERVIÇO:

    Live Co. Apresenta: Show de lançamento do CD “GOLPE DE ESTADO – 30 anos” com participação especial de Catalau.

    Sexta-feira, 11 de Maio.

    Local: Teatro Eva Wilma (Rua Antônio de Lucena, 146 – Tatuapé)

    Abertura da casa: 20h00 | Início do show: 21h00

    1º Lote de ingressos (Promocional) já está à venda à partir de R$40,00 em: https://ticketbrasil.com.br/show/5863-golpedeestado-saopaulo-sp/ingressos/

    Horário de Funcionamento da billheteria:

    Quarta a Domingo das 14h30 às 19h30

    CENSURA: Livre.

    Realização: Live Co.

    Mais informações: [email protected] | (11) 98216.5461 — em Teatro Eva Wilma.

    Páginas relacionadas:

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  • SILVER MAMMOTH: lançando clássico do MOTÖRHEAD nas plataformas digitais em maio

    SILVER MAMMOTH: lançando clássico do MOTÖRHEAD nas plataformas digitais em maio

    A banda paulista SILVER MAMMOTH confirmou que disponibilizará, no próximo dia 25 de maio, a sua versão de “White Line Fever”, clássica do Motörhead, em todas as plataformas digitais.

    “White Line Fever” foi registrada pelo SILVER MAMMOTH originalmente para ajudar a compor o track list do tributo “Going To Brazil… The Brazilian Tribute Of Motörhead”. disponibilizado pelo selo britânico Secret Service Records.

    O álbum foi lançado na Europa no seu formato físico no primeiro semestre de 2017, e conta também com as presenças de bandas como: Ratos de Porão, Torture Squad, Claustrofobia, Genocídio, Matanza, Attomica, Nervochaos, entre outras.

    Em paralelo, o SILVER MAMMOTH confirmou que continua com a sua agenda de shows aberta, em suporte ao lançamento do seu novo trabalho, “Silver Mammoth Singles”.

    Para mais informações sobre como contratar o grupo, para shows no Brasil e exterior, basta entrar em contato através do e-mail [email protected].

    Para mais informações sobre as atividades da banda SILVER MAMMOTH e dos demais artistas da empresa, basta entrar em contato com a MS Metal Press através do e-mail [email protected].

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  • FACES OF DEATH: banda apresenta seu novo guitarrista

    FACES OF DEATH: banda apresenta seu novo guitarrista

    No último dia 20 o Faces of Death anunciava oficialmente o desligamento do seu até então guitarrista, Carlos Marins. Pouco mais de 20 dias do anúncio a banda informa que já possui um novo integrante.

    Felipe Rodrigues assume as cordas das guitarras e já tem confirmada sua participação nas composições e gravações do novo álbum que está sendo trabalhado pelo grupo. Com passagens pelas bandas Just Remains (Thrash Metal) e por bandas tributos do Iced Earth e Ozzy Osbourne, o músico foi escolhido como o homem certo para o posto.

    O guitarrista revela em breve depoimento ter tido interesse em assumir a vaga na banda quando o grupo estava à procura de um guitarrista logo ao seu retorno as atividades: “Eu acho incrível estar no Faces of Death. Já acompanhava a banda por meio do Silvio (baixista), que sempre me mostrava a divulgação da banda na internet. Fiquei sabendo quando o grupo trocou de guitarrista, com a entrada do Batata (Carlos Marins). Nessa época eu já tinha interesse em ter entrado na banda. Um dos motivos é saber que no Faces of Death eu vou tocar o estilo que curto, com músicos sérios com visão de crescimento. Muito honrado em fazer parte desse time e ter liberdade de fazer meus solos e tocar no meu estilo”.

    Atualmente a banda Faces of Death está em processo de gravação das novas músicas, que estarão disponíveis no novo registro do grupo. Ainda não foram reveladas maiores informações sobre o novo disco, mas sabe-se que será oficialmente lançado ainda em 2018.

    Formação: Laurence Miranda – vocal, guitarra Felipe Rodrigues – guitarra Sylvio Miranda – baixo Sidney Ramos – bateria

  • 5 anos sem JEFF HANNEMAN (Slayer)

    5 anos sem JEFF HANNEMAN (Slayer)

    Na última semana, mais especificamente no dia 02 de maio, completou cinco anos que o guitarrista do Slayer Jeff Hanneman, então com 49 anos de idade, faleceu em um hospital de Island Empire, na Califórnia, onde residia. A saúde de Hanneman acabou se complicando à partir de 2011, conforme comunicou o baixista e vocalista Tom Araya: “Jeff está gravemente doente. Ele contraiu uma bactéria que devorou a carne em seu braço. Então, eles (os médicos) abriram seu braço, do pulso ao ombro, e fizeram um enxerto de pele nele e o limparam. Foi um vírus devorador de carne, então ele ficou muito, muito mal.” O que aconteceu foi que uma aranha de espécie venenosa o picou no braço direito, o que acarretou em uma grave infecção no tecido subcutâneo do membro. Chamada de fasciíte necrosante, ou fasciíte necrótica, tal infecção é rara, sendo mais popularmente conhecida como “bactérias devoradoras de carne” – como explicou Araya. A situação era crítica e fez com que toda a extensão do braço de Jeff Hanneman perdesse bastante massa muscular, além de carne e pele.

    Slayer-2012

    Como providência imediata, o guitarrista resolveu se cuidar, mantendo-se temporariamente afastado dos palcos. Araya, Kerry King (guitarra) e Dave Lombardo (bateria) acharam por bem não pararem a turnê de “World Painted Blood”, décimo ‘full lenght’ do Slayer: “Nós vamos esperá-lo melhorar, até ele estar cem por cento recuperado para se juntar á nós”, dizia a nota do frontman. Assim sendo, para o lugar de Jeff o Slayer tomou emprestado do Exodus seu guitarrista principal, o igualmente respeitado e influente Gary Holt, também considerado como um dos pilares do thrash metal norte-americano. Mas por ter que dividir sua agenda entre o Slayer e o Exodus, para alguns shows europeus Gary teve que cumprir compromissos com sua banda oficial, forçando o Slayer a recrutar Pat O’Brien, do Cannibal Corpse, como seu suplente. Enquanto isso, a reabilitação de Hanneman parecia estar indo bem, tanto que no dia 23 de abril ele fez uma aparição na parte do bis do show americano que a banda realizou no Empire Polo Grounds, em Indio, California, pelo histórico “Big 4 Festival”, que contava também com Metallica, Megadeth e Anthrax. Na ocasião, Jeff tocou dois hinos da banda, que nasceram de suas mãos: a sombria “South of Heaven” e a polêmica “Angel of Death”. Mas o que ninguém imaginava é que essa seria a última vez que o guitarrista subiria num palco.

    Até aquele momento, o ano seguia com todos confiantes quanto à recuperação do músico, mas quanto à gravar um novo disco do Slayer sem a presença de Jeff causou controvérsias públicas dentro da banda. Em entrevista à revista Billboard, Araya se pôs relutante: “Não há como irmos à um estúdio sem ele”, afirmou. “Como uma banda, não vamos fazer nada sem ele. Ele é parte integrante. Precisamos de suas habilidades musicais, e de escrita. Iremos adiar até ele estar 100% para participar do processo e fazer parte de tal”, sentenciou. Por sua vez, Dave Lombardo emitiu uma postagem em seu twitter alegando que novas músicas estavam começando a ser escritas, sendo que ele e King já tinham três prontas.

    Slayer no início de carreira

    Entretanto, o ano de 2013 começou com péssimas notícias, da banda e de Jeff Hanneman. Em 21 de fevereiro, Lombardo chocou os fãs ao anunciar em sua página no Facebook que estava deixando o Slayer, sem nem ao menos esperar pelos shows agendados na Austrália. Os motivos foram desavenças com Kerry King devido à discordâncias quanto a parte financeira da banda. Não podendo desmarcá-los, o Slayer tratou de recorrer ao velho amigo John Dette (ex-Testament), que em 1996 já havia passado pela banda quando assumiu a vaga deixada pelo até então dono do posto, o ex-Forbidden Paul Bostaph, que também havia substituído Lombardo quando o mesmo se desligou da banda em 1992, já por problemas pessoais com os demais integrantes. Se os fãs já estavam desanimados em ver o Slayer desmantelado, tendo apenas dois integrantes originais na formação, a coisa ficou ainda mais preocupante quando, no mesmo mês, notícias davam conta da piora da saúde de Hanneman. O músico estava internado, só que dessa vez não por causa da necrose em seu braço, mas sim por insuficiência hepática, que resultou em cirrose hepática, em decorrência de alcoolismo. Era o fim da linha para Jeff Hanneman, que fora à óbito. Mais tarde, laudos médicos decretaram ser exatamente a cirrose hepática a causa mortis. A informação desmistificou notícias e boatos que davam conta de que Jeff havia falecido devido aos danos causados pelo aracnídeo. O comunicado oficial de sua morte foi dado na página de sua banda no Facebook: “O Slayer está devastado ao informar que o companheiro de banda e irmão, Jeff Hanneman, morreu por volta de 11h desta manhã, próximo à sua casa, no sul da Califórnia. Hanneman estava em um hospital da região quando sofreu insuficiência hepática. Ele deixa a esposa Kathryn, a irmã Kathy e os irmãos Michael e Larry, e sua falta será profundamente sentida. Irmão Jeff Hanneman, descanse em paz (1964 – 2013)”.

    Hanneman era um cara que convivia com muitos fantasmas. Enfrentou problemas com o vício, não só com alcoolismo, mas também com cocaína e pílulas, conforme revelou em 2004 ao site Blabbermouth: “Bem, eu, Tom e alguns dos meus amigos, costumávamos mesmo usar cocaína. Como um dia Tom foi me deixar em casa e acho que eram 7 ou 8 horas da manhã, e acho também que depois de passar dois dias acordado, ele estava dirigindo e eu empurrando essa merda no nariz e tomando algumas outras coisas, que podiam simplesmente me levar à morte ou algo do tipo. Isso é ir longe demais! Então eu parei, e ele (Tom Araya) também parou…

    Memorial para Jeff Hanneman

    Acho que agora ele apenas fuma maconha, enquanto eu apenas bebo”, disse. Em outra entrevista, Araya confirmou: “Você começa a ganhar um pouco de dinheiro, e, quando se dá conta, está ali. Ela (droga) está prontamente disponível e as pessoas adoram fornecê-la. Depois de uma farra que durou um fim de semana, você se vê dirigindo na rodovia às seis da manhã – estou dirigindo e Jeff está “alimentando” meu nariz e também cheirando. De repente, você percebe o quão facilmente isso poderia dar em merda. Eu me lembro de parar, olhar em nossa volta – ninguém mais na pista – e dizer para Jeff: ‘Cara, isso é louco pra caralho. Olha pra gente! Não podemos fazer isso’. Então paramos, jogamos o que tínhamos pela janela e nunca mais tocamos naquilo. Ele ficou com o álcool e eu com minha erva e seguimos com nossas existências. Tínhamos nossos vícios, mas não deixávamos com que eles controlassem nossas vidas como você vê com muitas outras banda que estão apenas começando. Isso era o que eu achava mais legal em nós – não deixávamos que aquelas coisas nos destruíssem. Tínhamos controle de nós mesmos, até certo ponto”. Lombardo fala mais a respeito: “Jeff sempre foi um bebedor. Ele sempre tinha uma lata grande de Corrs Light na mão. Sempre”. Kerry King acrescenta: “Jeff e eu sempre bebíamos. Chamam Steven Tyler e Joe Perry (Aerosmith) de “toxic twins”, nós éramos os “drunk brothers”. A diferença era que eu não acordo pela manhã precisando de uma cerveja. Jeff não sabia como não beber”. Seu suplente no Slayer e amigo desde o início do Exodus Gary Holt diz ainda mais: “Nós fazíamos farra. E muita! Tenho um milhão de fotos nossas das antigas curtindo e bebendo, com cervejas na mão ao meio dia”. King relembra qual foi o período mais assustador das bebedeiras de Jeff: “A única coisa que me vem à mente, foi quando estávamos na turnê de “Divine Intervention” (em 1994/95), quando Paul (Bostaph) estava conosco, e queríamos tocar “Sex, Murder, Art” ao vivo. Mas, a bem da verdade, naquele álbum eu toquei tudo no estúdio, então eu não acho que Jeff tocaria aquela música. Ele estava simplesmente zoado demais para aprendê-la, então Paul, Tom e eu apenas a tocamos como trio, porque Jeff não vinha ao palco tocá-la. Depois disso, lhe dissemos: ‘Cara, ouça, goste você ou não, você é parte desta banda, e se decidirmos tocar uma música, você tem que tocar essa porra!’.

    Ainda sobre o alcoolismo, a esposa de Jeff, Kathryn Hanneman, também tem histórias pra contar: “Cerca de um ano mais ou menos, depois que nos conhecemos (no início do Slayer), Jeff se mudou para a casa dos meus pais, e meu pai sempre vinha pra casa e tomava uns Martinis. Ele oferecia uma bebida a Jeff e os dois sentavam e tomavam seus Martinis e jogavam vídeo games. Então, eu conheci Jeff bebendo desde o começo. Eu nunca entendi de fato, mas beber sempre foi uma grande parte da vida de Jeff. Eu expressava minha preocupação, e ele se continha por alguns meses – mas daí ele voltava a beber. Alguns anos antes de o pai dele morrer, em 2008, notei que Jeff estava dependendo do álcool para começar seu dia. Mas eu não podia dizer muito naquela altura, porque eu sabia que acabaríamos brigando sobre isso. E eu não vou dizer que não bebia com ele, bebia sim, e bastante algumas vezes. Achei que, como eu não conseguia parar com aquilo, que me juntasse. Mas, eventualmente, eu me dei conta de que não poderia continuar daquele jeito, e que se eu parasse, poderia ajudá-lo a afastar-se daquilo também. Mas eu não consegui. Ele dependia demais daquilo apenas para poder aguentar o dia”.

    Memorial para Jeff Hanneman

    Em 2015, Kerry King foi entrevistado pelo Spotify Metal Talks e lembrou como foi que recebeu a notícia da morte do velho amigo: “O dia que Jeff morreu foi estranho e muito surreal. Sabia que ele estava mal no hospital, mas ninguém esperava que ele partisse tão cedo. Naquele dia fui ensaiar e chegando ao estúdio o telefone tocou, era meu ‘tour manager’, atendi e ele disse: ‘Jeff se foi!’. Compreendi na hora o que ele quis dizer, pois não era uma pergunta. Fiquei terrivelmente chocado, me pegou de surpresa. Entretanto, eu sabia que aquilo aconteceria, só que não tão rápido. Larguei o telefone e entrei pra sala de ensaios. Estávamos Paul Bostaph e eu ensaiando naquele dia. Eu disse: ‘hey cara, tenho que te contar uma coisa. Jeff não está mais conosco’. Ele não entendeu e me perguntou: ‘o que você quer dizer com isto?’. Respondi: ‘Jeff partiu’. Foi assim que tudo aconteceu. E ensaiamos, pois levamos isto à sério, tínhamos que ensaiar algumas coisas”. Naquela mesma noite, King compareceu à edição número 5 da premiação anual do Revolver Golden Gods Award Show. Sem derramar lágrimas ou demonstrar abatimento, antes de anunciar o vencedor Slipknot, King dedicou uma bebida à Hanneman, pediu que ninguém fizesse silêncio e sim barulho. Sua atitude gerou controvérsia entre os fãs. Ele relembra: “Naquela noite eu tinha que ir, pois eu estava escalado para apresentar uma premiação junto com Zakk Wylde. E eu não sabia o que fazer. ‘Devo ir ou não?’, pensava. Então, decidi: ‘Não posso falhar com Zakk. Jeff iria querer que eu estivesse lá’. Então eu fui. Estive com Zakk – sei que no You Tube tem um registro do que fizemos. Pensei sobre o assunto enquanto ia de minha casa à Hollywood, coisa de uma hora de viagem. ‘O que vou dizer?’. Não queria tornar a coisa depressiva, a tendência já era de tristeza pelo acontecido. Eu queria passar a ideia de algo que agradasse a Jeff. Eu sabia que ele não iria querer um minuto de silêncio ou coisa assim, não era o estilo dele. Então, pensei: ‘Jeff gostaria de um minuto de barulho’. E foi por isso que pedi que fizessem aquilo. Alguns amaram, outros odiaram. De qualquer forma, acho que foi a melhor coisa que eu poderia ter feito. Não me arrependo. Pedi para erguerem um brinde, não importa se você bebe ou não. Não lembro exatamente o que falei, mas foi algo do tipo: ‘levante suas mão e brindem nosso irmão que partiu’. Não fez com aquele se tornasse um bom dia, mas ao menos contribuiu para que ficasse um pouco melhor”.

    No dia 23 de maio de 2013, aconteceu um memorial para Hanneman no Hollywood Palladium, em Los Angeles, Califórnia. O serviço foi aberto ao público de todas as idades. Na cerimônia, que durou cerca de quatro horas, apareceram King, Lombardo, Holt, e Bostaph, além de músicos como Robert Trujillo (Metallica), Robb Flynn (Machine Head), Chuck Billy (Testament), John Tempesta (The Cult, Exodus, Testament) e Shavo Odadjian (System of a Down). O curioso é que até num momento como esse as polêmicas não deram descanso para Jeff. Fieis da Igreja Batista de Westboro (EUA), grupo fundamentalista que, segundo a revista “NME”, tem o costume de protestar em funerais de soldados e também em locais de shows, como aconteceu com Radiohead e Foo Fighters, por exemplo, prometeram comparecer no local para fazerem o mesmo. Mas os integrantes do Slayer enfrentaram a situação com elegância e deram a seguinte sugestão aos fãs através do Facebook: “Vocês querem realmente enfurecer a Igreja Batista de Westboro no memorial ao Jeff? Faça exatamente o que os membros do Slayer e a família irão fazer: ignore-os totalmente. Eles não existem. E então entre para celebrar a vida de Jeff conosco”.

    Passados dois meses da morte de Jeff Hanneman, o Slayer voltou a cair na estrada pela “World Domination Tour”, com Holt na guitarra e Paul Bostaph de volta ao posto que havia deixado em 2001. No segundo show, realizado no Muziektheater de Enschede, na Holanda, em 06 de junho, ou seja, no chamado “Dia Internacional do Slayer”, o grupo voltou para o bis com uma homenagem especial para o guitarrista. Durante a execução de “South of Heaven” e “Angel of Death”, que foram exatamente as duas últimas tocadas pelo guitarrista quando de sua mencionada participação no show americano do “Big 4”, um enorme backdrop surgiu atrás do palco, estilizado com o mesmo design do shape de uma das guitarras que Hanneman utilizava, em que seu sobrenome aparecia em destaque em meio aos dizeres “Angel of Death” e “Still Reigning”, no rótulo que simulava o da cerveja Heineken. Falando em guitarra, uma curiosidade… Pode ser que você esteja se perguntando o que foi feito com as que Hanneman colecionava e usou durante toda sua carreira. Bem, todas elas acabaram sendo compradas por Jeremy Wagner, também guitarrista, da veterana banda de death metal, Broken Hope. A viúva lhe vendeu sete guitarras no valor de 12 mil dólares cada, para levantar dinheiro para o projeto “Wounded Warrior”.

    Último show de Jeff Hanneman

    Nascido Jeffrey John Hanneman, no dia 31 de janeiro de 1964, na cidade de Oakland, Califórnia, porém criado em Long Beach, o saudoso guitarrista era filho de pai alemão, um veterano da Segunda Guerra Mundial, assim como outros membros da família. Naturalmente, falar de guerra era comum na casa dos Hanneman. Criados nesse ambiente, Jeff e seus irmãos tomaram gosto pelo assunto e se divertiam brincando e colecionando objetos relacionados à guerra. Ter crescido e sido educado nesse tipo de ambiente, despertou em Jeff uma estranha fascinação por histórias sobre o nazismo. Isso lhe deu muita dor de cabeça enquanto sendo um dos principais compositores do Slayer, pois muita gente passou a acusá-lo de ser nazista. Mas seu caso era o mesmo do também saudoso Lemmy Kilmister (Motörhead), que também era um entusiasta do assunto e colecionador de objetos sobre nazismo. Ambos sempre negaram serem adeptos ao nazismo, eram apenas aficionados pelas histórias. “Jeff escrevia o que escrevia e as pessoas analisavam aquilo e tiravam conclusões, mas para ele era apenas uma música sobre isso ou aquilo. Não havia nenhum significado profundo por trás de nada. E muito do que ele fazia, era porque sabia que causaria uma reação – ele sabia que teria resposta. E se você vai criar caso com isso, problema seu – essa era a postura dele em relação a isso. Uma das músicas de Jeff que mais gerou polêmicas foi “Angel of Death”, do disco que é considerado uma das maiores obra primas da história da música pesada: “Reign in Blood” (1986). Em “Angel of Death”, Hanneman fala das atrocidades cometidas pelo sádico e cruel médico nazista Josef Mengele, o “Anjo da Morte”, que fazia experiências das mais inimagináveis, impiedosas e desumanas com as vítimas dos campos de concentração de Auschwitz, que após algumas semanas sendo usadas para testes, com elas ainda vivas e sem anestesia, eram encaminhas para morrerem nas câmaras de gás. Entre os judeus, Mengele dava preferência em ter como cobaias, gêmeos idênticos, grávidas, anões, anômalos e pessoas nascidas com heterochromia iridum (olhos de duas cores diferentes). Apesar de Jeff Hanneman ter sido acusado de fazer apologia ao nazismo nessa letra, basta dar uma lida que você notará que ela é escrita sob a perspectiva do algoz e não por anseios do autor.

    Lápide de Jeff Hanneman

    Musicalmente, Jeff cresceu ouvindo os discos de heavy metal de sua irmã mais velha, Mary Hanneman, e um pouco mais tarde, já no colégio, descobriu o hardcore e o punk, estilos que ele levou consigo quando montou o Slayer em 1981 junto com Kerry King. Era da simbiose entre os dois guitarristas que o Slayer se moldou. Como falado, Hanneman trouxe para a banda suas influências guitarrísticas do punk e do hardcore e letras sobre guerras, enquanto que King tinha suas raízes fincadas exclusivamente no metal, além de uma postura anti-religião e gosto pelo satanismo. Dave Lombardo relembra seu primeiro encontro com Hanneman: “Kerry o trouxe para ensaiar na garagem um dia. Ele tinha um Fender Twin (amplificador) pequeno e a Les Paul (guitarra) preta, que está na contracapa de “Show No Mercy”. Ele era meio calado. Jeff não tocava fazia muito tempo, e tudo que ele sabia tocar, aprendera sozinho. Mas algo naquilo pareceu bom já de cara. E funcionou!”. Na vida pessoal, de fato, Jeff Hanneman era tido como um sujeito estranho, bastante recluso e por vezes arrogante e não muito amigável, sendo difícil até mesmo vê-lo sorrindo em fotos. Não era o tipo que se misturava e socializava com todo mundo. “Se ele não gostasse de você, ele não ficava na sua companhia”, conta Araya. “Ele podia te pegar pra Cristo e lhe fazer sentir um merda. Mas se você aguentasse e peitasse, e mostrasse que você conseguia lidar com a palhaçada, então era assim que você ficava amigo dele”, concluiu.

    Pra encerrar, deixo aqui algumas poucas palavras de Tom Araya que sintetizam o tamanho da importância de Jeff Hanneman para o Slayer: “Por qualquer perspectiva, ele era a banda”. Já para os fãs: “Fico maravilhado por quantas pessoas ele atingiu. Eles mal o conheciam, mas ele atingiu a muitas pessoas. E ele nem se dava conta disso”, finalizou.

  • SEPULTURA: “Nós temos apoio no mundo inteiro”

    SEPULTURA: “Nós temos apoio no mundo inteiro”

    O guitarrista Andreas Kisser e o vocalista Derrick Green do SEPULTURA foram entrevistados pela HRH TV no Hammerfest deste ano, que aconteceu em março.

     Falando sobre a resposta positiva ao último álbum do SEPULTURA, Machine Messiah, Kisser disse: “É um álbum que foi feito em um período da nossa história em que finalmente reorganizamos tudo. Temos uma ótima formação – Eloy [Casagrande, bateria] veio para a banda e trouxe toda essa nova energia, essas novas possibilidades, ele é um baterista incrível. Ao mesmo tempo, nós mudamos a administração nos últimos três ou quatro anos, nós mudamos toda a estrutura da banda, nós melhoramos isso. Nosso relacionamento com a Nuclear Blast é ótimo, então temos um selo muito forte. Temos uma base de fãs incrível – quase cinco milhões de seguidores no Facebook. Em todo o mundo, temos este apoio. 78 países, 34 anos de carreira, nós passamos por um monte de coisas diferentes, mas finalmente, parece que nós temos tudo no lugar certo, então pudemos ir ao estúdio e realmente focar na música. Não tinha nenhuma outra besteira acontecendo. Claro, sempre tem [risos], mas nós sabemos como lidar com essa besteira muito melhor – estamos muito melhor preparados. Então, fomos ao estúdio e pensamos na música. E eu e Derrick, falamos muito sobre livros e documentários, coisas que vemos na estrada. Nós falamos sobre os títulos das músicas, tópicos que podemos usar no futuro e outras coisas, e conversamos um com o outro. Nós não somos esse tipo de banda que, tipo, cada um está em um lugar e eles apenas se encontram no palco e não falam um com o outro. O SEPULTURA foi assim há muito tempo, e não é muito agradável. Não traz nada positivo ou bom para a música ou para qualquer coisa. Então eu acho que hoje estamos vivendo em um momento mágico – realmente. Nós nos respeitamos, jantamos juntos, o que é um ótimo sinal. E podemos discutir coisas – coisas pesadas, coisas mais leves – e realmente seguir em frente. E eu acho que Machine Messiah é a consequência disso – de toda a batalha que temos fora e no palco. “

    Machine Messiah foi lançado em janeiro de 2017 via Nuclear Blast. O disco foi gravado no Fascination Street Studios em Örebro, Suécia, com o produtor sueco Jens Bogren. A capa do álbum foi criada pelo artista filipino Camille Della Rosa.

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  • Confira “Naked in my Cellar”, novo vídeo do LORDI

    Confira “Naked in my Cellar”, novo vídeo do LORDI

    O nono álbum de estúdio dos finlandeses do LORDI, Sexorcism, será lançado no dia 25 de maio via AFM. O disco é descrito em um comunicado para a imprensa como “um petardo sem censura com a marca hard rock ‘n’ roll do LORDI” e “possivelmente o registro mais controverso da banda até o momento”.

    O vídeo oficial para a nova música Naked in my Cellar pode ser visto abaixo.

    O álbum mais recente do LORDI, Monstereophonic: Theaterror Vs. Demonarchy, foi lançado em setembro de 2106 via AFM. A primeira metade da planejada sequência de Scare Force One de 2014 continha músicas independentes, no estilo clássico do LORDI enquanto esta vindoura segunda metade será “um mini álbum conceitual”.

    O líder da banda, Mr. Lordi explicou a Shut Up & Rock On sua decisão de dividir Monstereophonic em duas partes, onde Theatreror, que conta com o estilo mais tradicional de hard rock do LORDI, e a outra metade sendo Demonarchy: “Nos álbuns anteriores, houve um flerte maior com coisas do metal moderno, e os fãs começaram a se dividir. Metade dos fãs disse: ‘Isso é bem legal. Vocês deveriam fazer mais dessa merda” e outros fãs foram, como, ‘não, não, não, não, não. Vamos às armas.’ “

    Ele continuou: “Eu escrevi todo tipo de coisas ao longo dos anos, especialmente quando Kita estava na banda. Com todo o devido respeito, ele não era tão bom como um baterista para tocar aquele estilo. Então, a questão é que eu sempre escrevi esse tipo de coisas, mas não conseguimos usar essas músicas, e é meio frustrante para um compositor quando você escreve essas músicas e já sabe que, quando você estiver mostrando a música, não vai rolar porque não pode ser tocado por essa banda. Nós éramos uns bostinhas. Tínhamos muito medo de mudar, e sempre tinha essa coisa de alguém dizer algo como ‘Ok, o AC/DC não vai fazer um álbum de disco music então, por que mudar? Então decidimos, vamos fazer um álbum dividido, vamos fazer algo pelos fãs que querem a merda clássica do LORDI e vamos fazer outras coisas também. Não digo que seja uma coisa nova, porque as antigas demos do LORDI dos anos 90 soam mais como a parte Demonarchy, então sempre esteve lá, mas nunca foi lançado”.

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  • STRYPER lança ‘lyric video’ para a música “Lost”

    STRYPER lança ‘lyric video’ para a música “Lost”

    O ‘lyric video’ do STRYPER para a música Lost pode ser visto abaixo. A faixa é parte do novo álbum da banda, God Damn Evil, lançado no dia 20 de abril via Frontiers Music Srl. God Damn Evil foi produzido pelo vocalista Michael Sweet.

    Em relação ao título do álbum God Damn Evil, Michael Sweet disse: “Pensamos muito e muito sobre esse título. Na verdade, foi considerado há alguns anos atrás e simplesmente não parecia o momento certo. Agora, com todos os males do mundo que vemos em torno de nós diariamente, fez todo o sentido. É uma afirmação muito ousada e ainda uma oração pedindo a Deus que condene o mal. Nada mais, nada menos “.

    O sucessor de Fallen de 2015 marca o primeiro esforço do STRYPER desde a adição do antigo baixista do FIREHOUSE, Perry Richardson. Perry juntou-se à banda como o substituto do baixista Tim Gaines, que foi demitido no ano passado. Perry, porém, não tocou baixo no novo álbum do STRYPER devido a complicações de agenda. As partes de baixo de God Damn Evil foram gravadas por John O’Boyle, que tocou baixo nos dois últimos álbuns solo de Michael Sweet.

    “Todos vemos e ouvimos a escuridão que nos rodeia em nossa sociedade, mas com fé e amor, sempre teremos esperança”, disse Michael. “É sobre isso que é o STRYPER – música poderosa e uma mensagem que constrói fundações, não paredes. Não poderíamos estar mais entusiasmados com God Damn Evil, pois ele mostra nosso amor eterno pelo que fazemos e a razão para fazermos isso”.

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  • Confira “California Son”, nova música do LUCIFER

    Confira “California Son”, nova música do LUCIFER

    California Son, novo vídeo dos roqueiros do LUCIFER, pode ser visto abaixo. O clipe foi dirigido por Johanna Sadonis e Emil Klinta. California Son é parte do segundo álbum de estúdio do LUCIFER, Lucifer II, que será lançado em 6 de julho pela Century Media Records.

    Além de uma nova gravadora, a continuação de Lucifer I, de 2015, também marca o primeiro lançamento da nova encarnação do LUCIFER, agora composta pela vocalista Johanna Sadonis, o guitarrista Robin Tidebrink e o multi-instrumentista Nicke Andersson, que toca bateria e também assumiu o baixo e a guitarra nas gravações de Lucifer II. A formação ao vivo da banda também conta com Martin Nordin (DEAD LORD) na guitarra, além do baixista Alexander Mayr.

    Lúcifer II foi gravado no Honk Palace em Estocolmo. Foi mixado por Ola Ersfjord (DEAD LORD, TRIBULATION, PRIMORDIAL) no Cuervo Recording Service em Madri.

    Sadonis comenta: “Estamos muito entusiasmados em trazer nosso pesado tanque de rochas para a monstruosa fortaleza da Century Media. Que lugar melhor para começar o novo capítulo! Isso deverá combinar tanto quanto Buck Dharma e seu bigode. Esta é uma união profana!”

    Jens Prüter, diretor de A&R da Century Media na Europa, acrescenta: “Estamos muito orgulhosos de apoiar os próximos capítulos do LUCIFER. Encontrei Johanna algumas vezes, e em todas elas fiquei impressionado com sua forte visão sobre o LUCIFER. A adição de Nicke Andersson é ainda mais interessante, porque ele sempre contribuiu com o mais alto nível de rock ‘n’ roll em todas as bandas em que esteve envolvido. Estou ansioso para ver a ascensão de LUCIFER!”

    Originalmente, o LUCIFER foi formado em Berlim (ALE) em 2014, com Sadonis atuando ao lado de membros de CATHEDRAL, ANGEL WITCH e LADYTRON. O primeiro single de sete polegadas, Anubis, e o álbum de estreia, Lucifer I, foram lançados pela gravadora britânica Rise Above Records, estabelecendo rapidamente o grupo como um novo nome promissor na crescente cena que busca revitalizar o excelente hard rock dos anos 70, com uma boa dose de proto metal e doom adicionado à mistura. Citando BLACK SABBATH, DEEP PURPLE, BLUE ÖYSTER CULT, LUCIFER’S FRIEND, STEPPENWOLF, HEART e FLEETWOOD MAC como inspiração, a banda LUCIFER corrompeu as almas de muitos, e alcançou reconhecimento internacional em turnês pela Europa, EUA, Canadá e Japão.

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  • KATAKLYSM revela novo vídeo, “Narcissist”

    KATAKLYSM revela novo vídeo, “Narcissist”

    A banda canadense de death metal KATAKLYSM disponibilizou o vídeo oficial da nova música Narcissist, e você pode conferi-lo abaixo. Narcissist é parte do novo álbum da banda, Meditations, que tem lançamento marcado para o dia 1 de junho, via Nuclear Blast Records.

    A arte de capa de Meditations, foi criada pela colombiana Surtsey , que também criou a arte do disco anterior do KATAKLYSM, Of Ghosts And Gods (2015).

    O vocalista Maurizio Iacono comentou: “Este é um álbum muito pessoal para mim com velhas feridas sendo revisadas – senti um grande desejo de esvaziar a minha alma neste lançamento. Os caras e eu estávamos isolados sob o mesmo teto durante o processo de escrita, assim como nós fazíamos nos velhos tempos… sem preocupações, exceto divertir-se, ser honesto e entregar um álbum sério que nos representa hoje, mas respeitando o nosso passado. Nossa nova história está chegando e estamos ansiosos para compartilhá-la com você!”

    Dagenais afirmou anteriormente sobre a decisão da banda de trabalhar com Jay Ruston: “Este álbum tem tanto a oferecer que decidimos procurar alguém fora do costumeiro. Alguém que vem com uma nova perspectiva e que não trabalha com bandas de metal extremo ou death metal. Queríamos alguém com um sentimento mais ‘orgânico’, mas que ao mesmo tempo pudesse adicionar a ele o poder e a definição que merece. Quando Jay aceitou trabalhar conosco, sabíamos que era justamente isso que ele iria fazer”.

    O álbum está disponível em pré-venda em vários formatos, cores e pacotes. Em CD, Meditations vêm com um DVD bônus especial ao vivo! Filmado em 21 de outubro de 2017 em Munique, Alemanha, na turnê A Moment in Time, o KATAKLYSM tocou 2 de seus álbuns clássicos, Shadows & Dust (2002) e Serenity in Fire (2004) na íntegra. O show foi gravado por várias câmeras, diante de uma casa cheia de fãs do mundo inteiro. Mixado pelo guitarrista da banda, J.F. Dagenais, o DVD também inclui entrevistas com os membros da banda sobre essa turnê muito especial e o novo álbum Meditations. Um presente para os fãs como bônus do novo álbum.

    O disco trará dez novas composições, e foi produzido pelo guitarrista da banda, Jean-François Dagenais (que também já produziu discos de bandas como o MISERY INDEX, NEURAXIS, MALEVOLENT CREATION e DESPISED ICON) e pelo baterista Oli Beaudoin, e foi mixado por Jay Ruston (ANTHRAX, STONE SOUR). O trabalho de masterização foi confiado ao renomado Paul Logus (CRADLE OF FILTH, SATYRICON, PANTERA, ANTHRAX, etc).

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