Categoria: Roadie News

  • DORO: Novo single e vídeo, “All for Metal” será lançado em junho

    DORO: Novo single e vídeo, “All for Metal” será lançado em junho

    O tão aguardado novo álbum da cantora alemã Doro Pesch será lançado em 17 de agosto pela Nuclear Blast. O 20º LP de DORO, Forever Warriors, Forever United será um grande marco para a carreira da vocalista, seu primeiro álbum duplo de estúdio, e que trará 24 músicas novas, incluindo algumas surpresas impressionantes.

    A capa do álbum foi mais uma vez criada pelo artista favorito de DORO, Geoffrey Gillespie. Ele retrata Doro no meio de um enxame headbangers selvagens exalando atitude, poder e vibrações positivas.

    “A capa e o título formam uma unidade perfeita”, explica Doro, “exatamente como deveria ser. Tudo se encaixa perfeitamente com as músicas, que também abordam alguns temas políticos”.

    “Há alguns grandes hinos no álbum, inúmeras músicas pesadas, assim como melodias que aquecem o coração! O álbum deve transmitir poder para você, então ele contém muita energia!”

    Doro continua: “Em Forever Warriors, Forever United, haverá muitos heróis do rock. Os fãs já podem ficar curiosos sobre os muitos músicos convidados envolvidos.”

    Os fãs notarão que o primeiro single, All For Metal, contará com vários heróis do metal, que também poderão ser vistos no próximo videoclipe, que será lançado em maio. “É um grande hino, acho que no mesmo nível da [canção clássica do WARLOCK], All We Are – com todos cantando nela”, disse Doro. “Vai ser muito, muito bom. Ela é fisgante pra caramba”

    O guitarrista Doug Aldrich (WHITESNAKE, DIO, THE DEAD DAISIES) e o ex-guitarrista do WARLOCK, Tommy Bolan – que também contribuiu para o aclamado LP Triumph & Agony” em 1987 – farão parte do novo álbum.

    De acordo com Doro, a primeira música que ela escreveu para o novo álbum é uma faixa dedicada ao icônico líder do MOTÖRHEAD e seu amigo de longa data, Ian “Lemmy” Kilmister. “Chama-se Living Live to the Fullest”, diz ela.

    Seguindo a tradição, haverá também uma música em alemão no álbum – uma faixa midtempo abordando o tema da amizade profunda, assim como feito há anos em Für Immer.

    A muito aguardada continuação de Raise Your Fist, de 2012, será o primeiro lançamento da cantora alemã desde o single Love’s Gone To Hell, de 2016. No ano passado, Pesch celebrou o 30º aniversário do álbum Triumph And Agony, do WARLOCK, apresentando o álbum na íntegra em shows selecionados em todo o mundo.

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  • Confira o quarto trailer de “Queen of Time”, novo álbum do AMORPHIS

    Confira o quarto trailer de “Queen of Time”, novo álbum do AMORPHIS

    O quarto trailer de Queen Of Time, o próximo álbum de estúdio dos finlandeses do  AMORPHIS, pode ser visto abaixo. Queen of Time será lançado em 18 de maio, via Nuclear Blast. A sequência de Under The Red Cloud de 2015 incluirá o uso de cordas reais, flautas, arranjos orquestrais e até mesmo coros. Além disso, esta será a primeira vez que os fãs poderão ouvir o letrista Pekka Kainulainen em um álbum do AMORPHIS, já que ele participa fazendo um discurso em finlandês. .

    O guitarrista Esa Holopainen comenta The Bee, uma das novas músicas presentes em Queen of Time: “Esta música é uma poderosa abertura, e dá uma boa ideia do que é o álbum todo. Você já poderá ouvir alguns elementos novos, como coros e arranjos orquestrais.”

    O vocalista Tomi Joutsen complementa: “Claro, a inspiração lírica é uma abelha, também de uma maneira metafórica. A menor coisa às vezes pode ser a coisa mais importante. Uma abelha pode trazer vida, ou, se destruirmos todas as abelhas, a vida vai acabar. É um animal muito bonito, é por isso que você pode encontrá-la na capa do álbum também. A faixa em si é uma espécie de progressivo e tenho certeza que surpreenderá os fãs de uma forma positiva. Nós amamos ela!”

    Queen Of Time foi mais uma vez produzido por Jens Bogren (OPETH, AMON AMARTH, KREATOR), que é conhecido por desafiar e motivar os músicos durante o processo de gravação.

    Queen Of Time será também o primeiro álbum do AMORPHIS a apresentar o antigo baixista da banda, Olli-Pekka “Oppu” Laine, após a partida de Niclas Etelävuori em 2017. Oppu foi um dos membros fundadores do AMORPHIS em 1990 e gravado os primeiros sete discos com a banda antes de sair do grupo na primavera de 2000.

    O guitarrista Esa Holopainen comentou o retorno do antigo parceiro: “Para ser sincero, Oppu foi o único cara que poderíamos imaginar no AMORPHIS. Foi divertido – quando começamos a tocar os nossos primeiros shows juntos novamente no verão passado, foi tudo muito natural.”

    “Depois de 18 anos, parece que estamos voltando ao que éramos nos tempos antigo!”, ele acrescenta. “Estou ansioso para a próxima turnê. O novo álbum em si é muito forte, o único problema será escolher quais músicas tocaremos ao vivo! É seguro dizer que estamos preparados para fazer alguns shows matadores ao longo dos próximos anos. Depois disso, estou prevendo uma longa e frutífera carreira para a banda com sua formação atual … “

    A capa também repete o artista de Under the Red Cloud, o francês Jean-Emmanuel “Valnoir” Simoulin (ANTAEUS, BEHEMOTH, ALCEST, PARADISE LOST, WATAIN, etc), que buscou representar toda a intrincada concepção lírica de Pekka Kainulainen, o letrista do AMORPHIS.

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  • GLENN HUGHES – Rio de Janeiro/RJ, 29 de abril de 2018

    GLENN HUGHES – Rio de Janeiro/RJ, 29 de abril de 2018

    Glenn Hughes resolveu cair na estrada para contar a sua história no Deep Purple. Para isso, buscou recriar da melhor maneira possível toda aquela atmosfera dos anos 70. Ele voltou a colocar um tecladista no palco, o dinamarquês Jay Boe, e no aparato do cara é obrigatório ter o Hammond que Jon Lord tocava como ninguém. Também buscou um batera que tivesse a pegada ideal, e o chileno Fer Escobedo, de 25 anos, não apenas tomou o lugar de Pontus Engborg na banda. O garoto usa uma bateria vintage para replicar o som de Ian Paice. Para completar, o sueco Søren Andersen, cuja parceria de dez anos com Hughes sofreu uma única pausa em 2015, quando Doug Aldrich assumiu as seis cordas, se veste como Ritchie Blackmore e tem como companheira quase inseparável uma Fender Stratocaster preta e branca.

    No repertório, um mergulho nos álbuns “Burn” (1974), “Stormbringer” (1974) e “Come Taste the Band” (1975). O que poderia dar errado? Bom, o problema é a expectativa causada por tudo isso, e a noite de domingo com o baixista e vocalista no Circo Voador provou como a música pode ser bipolar. Sim, o show foi magistral. Sim, o show foi cansativo. Foram 11 músicas executadas em uma hora e 40 minutos de uma apresentação que teve momentos de euforia e depressão convivendo lado a lado. No início, êxtase. “Stormbringer” começou incendiando a lona famosa, e “Might Just Take Your Life” foi de arrancar lágrimas. Como se fosse um sonho realizado ouvir aquela introdução de Hammond e uma banda tinindo para dar apoio a Hughes.

    “Vocês estão na minha alma e no meu coração, e não foram vocês que vieram ver o Glenn Hughes. Foi o Glenn Hughes quem veio ver vocês”, disse o baixista e vocalista, emocionado e falando na terceira pessoa depois da primeira ovação da noite. “Sail Away” e seu groove irresistível vieram na sequência, mas não foi nenhuma surpresa para quem pode ver a dobradinha Hughes & Aldrich em 2015. Ainda assim, tão bem-vinda que um Circo Voador bem cheio não se furtou a gritar o nome do anfitrião. “Eu amo vocês, mas o correto é Rio! Rio! Rio!, porque o Rio de Janeiro é uma das maiores ‘rock cities’ do mundo, senão a maior ‘rock city’ do mundo”, respondeu ele, exagerando na rasgação de seda e recebendo mais aplausos. “Estou aqui para cantar para cada um de vocês, irmãos e irmãs, e o amor é a resposta.”

    Sim, Hughes estava lá para cantar, e “Mistreated” foi uma daquelas amostras de cair o queixo. Aos 65 anos, é inacreditável o que esse cara canta. Coisa do outro mundo, inclusive quando sai da sua zona de conforto para emular David Coverdale, dando uma aula no fim da canção ao interpretá-la com tons mais graves e rasgados. Simplesmente impressionante. Até aí era a só alegria, porém… “Vamos voltar ao California Jam”, anunciou ele, referindo-se ao antológico da MK III do Deep Purple no festival, em 1974. E “You Fool No One” infelizmente acabou se perdendo numa versão tão exagerada que deixa a de “Made in Europe” (1976) parecendo edição para as rádios.

    Teve solo de teclado no início. Teve solo de guitarra, com Andersen mandando até trecho daquele blues de Blackmore cuja derradeira versão está em “On Stage”, do Rainbow, mais precisamente no medley “Man on the Silver Mountain/Blues/Starstruck”. E teve solo de bateria. Um solo de bateria tão longo que, por mais que Escobedo seja muito bom, foi um balde de água fria. Aliás, dava para beber uns três baldes d’água, urinar todos eles no banheiro da casa e voltar a tempo de pegar o início de “This Time Around”, que recolocou as coisas em seu devido lugar e foi um dos momentos mais emocionantes da noite. “Eu tinha 23 anos quando compus essa música”, lembrou Hughes antes, porque ao fim não conseguiu esconder as lágrimas.

    De fato, foi tão mágico que é necessário lamentar que “Owed to ‘G” não tenha sido planejada para ser tocada na sequência, como em “Come Taste the Band”. Aí você lembra da perda de tempo que foi “You Fool No One” e fica ainda mais decepcionado com a enrolação instrumental em “Gettin’ Tighter”, apresentada em seguida. “Compus essa música com meu irmão Tommy Bolin. Ele não está fisicamente aqui, mas vive em mim”, disse Hughes. Baita canção, de fato, mas o excesso instrumental poderia ter dado espaço a “Lady Double Dealer” ou “Lady Luck,”, por exemplo. Inclusive, “Smoke on the Water”, cujo histórico riff foi alvo de uma, digamos, brincadeira de Andersen no início, poderia ter dado lugar a uma delas. Fica a dica.

    Teoricamente, lá estávamos para ouvir clássicos das MK III e IV. No entanto, não dá para brigar com os fatos. “Smoke on the Water” terminou com um sonoro “Olê! Olê! Olê! Glenn Hughes! Glenn Hughes!”, que emocionou o baixista e vocalista. “Vocês são lindos demais!”, bradou, recebendo de um fã um cartaz com os dizeres ‘You are the holy man’ – anote-se: “Holy Man” foi limada do set list. Depois de um breve papo sobre espiritualidade e felicidade, veio a “canção que compus com David Coverdale”, e os fãs foram brindados por uma versão arrasadora de “You Keep on Moving”.

    OK, eu já havia visto o set list, então sabia que “Highway Star” abriria o bis. Independentemente de ser mais uma desnecessária apelação – é um clássico da MK II, com Ian Gillan, catzo! –, causou a esperada histeria. E vá lá que foi interessante ver Hughes atuando como frontman, já que Jimmy, seu roadie, assumiu o baixo durante toda a música, ficando timidamente entre o teclado e a bateria. Interessante, mas ainda assim desnecessário. Sabe por quê? “Burn” é a resposta. Empunhando um Rickenbacker, Hughes abalou as estruturas do Circo Voador com a sua “Highway Star”. Ou a sua “Smoke on the Water”, tanto faz. E um show que começou a toda terminou a toda, com o clímax na imagem do abraço coletivo – sim, de toda a banda – em Hughes. “Olê! Olê! Olê! Glenn Hughes! Glenn Hughes!”, entoavam os fãs. No fim das contas, extasiados.

    Set list
    1. Stormbringer
    2. Might Just Take Your Life
    3. Sail Away
    4. Mistreated
    5. You Fool No One
    6. This Time Around
    7. Gettin’ Tighter
    8. Smoke on the Water / Georgia on My Mind
    9. You Keep on Moving
    Bis
    1. Highway Star
    2. Burn
  • TESTAMENT está quase pronto para voltar ao estúdio

    TESTAMENT está quase pronto para voltar ao estúdio

    O vocalista do TESTAMENT, Chuck Billy, revelou ao ‘Kimberley Bulletin’ que os próximos shows da banda ao lado do SLAYER e do ANTHRAX marcarão o último giro do TESTAMENT na turnê de apoio ao seu último álbum, Brotherhood Of The Snake, de 2016. “Queremos que nosso foco, durante e depois desses shows, mergulhe de volta no processo de composição”, disse Billy. “Queremos lançar um novo álbum em 2019, então precisamos começar logo.”

    Chuck também falou sobre o processo criativo do TESTAMENT, explicando que “Eric [Peterson, guitarra] e eu ainda somos os principais compositores dentro do TESTAMENT, embora, claro, estejamos abertos a qualquer coisa que os outros caras queiram trazer para a banda como um todo. Eric vai tocar todos aqueles seus riffs incríveis e eu vou escrever as letras. Então, Alex [Skolnick, guitarra], Steve [DiGiorgio, baixo] e Gene [Hoglan, bateria] irão adicionar seus talentos, é uma loucura!

    “Nós esperamos até o momento que saímos da estrada para aprimorar novas músicas, ou lançar ideias, ou esboçar canções e coisas assim”, continuou ele. “Quando você está no palco sob as luzes, explodindo em apresentações de 100 minutos de alta intensidade – na maioria das noites da semana – ficamos exaustos. A adrenalina fica nas glândulas, então todos geralmente relaxam em seus quartos de hotel. Nesta turnê, na época em que nós acompanhamos o SLAYER, acabamos tocando um set muito mais curto. Depois, terminamos com mais tempo em nossas mãos”.

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  • Morre Ben Graves, ex-baterista do MURDERDOLLS e PRETTY BOY FLOYD

    Morre Ben Graves, ex-baterista do MURDERDOLLS e PRETTY BOY FLOYD

    O aclamado baterista de rock Ben Graves (MURDERDOLLS, DOPE, PRETTY BOY FLOYD) faleceu ontem pela manhã (quarta-feira, 9 de maio), após uma batalha de um ano contra o câncer. Ele tinha apenas 46 anos de idade.

    A notícia da morte de Ben foi revelada no Facebook por sua noiva Lydia, que escreveu: “É incrivelmente difícil para mim escrever isso, mas sei que é necessário porque Ben tem muitos amigos e fãs.

    “A maioria de vocês não sabe que Ben esteve lutado contra o câncer nos últimos 11 meses. Foi sua decisão manter a questão da saúde em paz.

    Ben faleceu hoje, 09 de maio de 2018, de complicações devido ao seu câncer. Seu diagnóstico foi sombrio, mas ele lutou uma longa e dura batalha para tentar vencê-lo e superar as dificuldades. Difícil de tentar.

    “Por favor, respeite-me, sua família e amigos próximos enquanto lamentamos. Mesmo sabendo que estava chegando, a complicação foi súbita e muito inesperada.

    “É devastador perder alguém que você ama mais do que você mesmo. Meu coração está partido, meu coração morreu com ele.

    “Vamos levá-lo para casa em Massachusetts. Vou organizar um memorial para os amigos de Ben, detalhes serão revelados”.

    O frontman do MURDERDOLLS, Wednesday 13, lamentou a morte de Graves, escrevendo em um post no Facebook: “Eu sempre irei guardar boas lembranças com você. Viajando pelo mundo pela primeira vez, vivendo nosso sonho e constantemente citando os filmes O Exterminador do Futuro e Comando Para Matar. Te amo, amigo. Nunca haverá outro Ghoul. Vejo você do outro lado”.

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  • FIVE FINGER DEATH PUNCH lança videoclipe da nova música “Sham Pain”

    FIVE FINGER DEATH PUNCH lança videoclipe da nova música “Sham Pain”

    O FIVE FINGER DEATH PUNCH revelou o videoclipe oficial de uma de suas novas composições, Sham Pain, tirada do próximo álbum da banda, And Justice For None. Você pode conferir o vídeo da música abaixo.

     A continuação do álbum de 2015 do FIVE FINGER DEATH PUNCH, Got Your Six, foi entregue originalmente ao Prospect Park em dezembro de 2016, mas uma batalha legal com a empresa atrasou o lançamento do álbum.

    No outono passado, o FIVE FINGER DEATH PUNCH resolveu seu processo com a Prospect Park e lançou uma coletânea de grandes sucessos com duas novas músicas.

    “Todo mundo sabe que passamos por essa situação louca no ano passado e, na verdade, foi assim que o título do álbum surgiu”, comentou Zoltan. “Quando você está em um processo, as únicas pessoas que vencem são os advogados. Houve esse vai e vem eterno e, finalmente, quando nos estabelecemos, acho que Ivan [Moody, vocalista] foi quem disse: ‘Bem, acho que isso é justiça para ninguém’. E nós pensamos, ‘Vamos chamar o álbum And Justice For None‘. Claro que todos nós sabemos que há o álbum do METALLICA [… And Justice For All]. E, na verdade, aquelas letras de … And Justice For All do METALLICA, fazem muito sentido para mim. A mesma porcaria 30 anos depois, certo?”

    Convidado a falar sobre a capa do álbum, o guitarrista respondeu:

    “Durante toda a minha vida, eu sempre quis criar uma capa de álbum que fosse censurada. Essa capa do novo álbum gerou um caos gigantesco na Europa. Nem vou mencionar quais países, mas meu Deus! Quer dizer, foi um caos completo. Quando chegaram as notícias da Europa, nós ficamos tipo, ‘ok, vamos ter um adesivo na capa do álbum’, porque em certos países, isso se tornou um problema. Um personagem de desenho animado apertando um botão vermelho se tornou um problema, ‘Ooh, isso é politicamente incorreto, então vamos ter que censurar a capa do álbum.’ Quer dizer, foi uma insanidade absoluta”.

    FIVE FINGER DEATH PUNCH lançará o seu sétimo álbum completo de estúdio, And Justice For None, em 18 de maio. O álbum físico já está disponível para pré-venda nos seguintes formatos: CD padrão (13 faixas), CD deluxe (13 faixas + 3 faixas-bônus + arte deluxe), vinil (13 faixas + 3 faixas-bônus + arte de luxo). A banda também oferece aos fãs uma variedade de novos pacotes de CD + merchandise. A pré-venda do álbum digital para And Justice For None começou em 6 de abril. Os fãs que adquirirem o novo álbum na pré-venda também receberão um código de ingresso exclusivo para a América do Norte para uma das 32 datas da recém anunciada turnê norte-americana, que contará com o BREAKING BENJAMIN.

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  • PAIN OF SALVATION – Rio de Janeiro/RJ, 26 de abril de 2018

    PAIN OF SALVATION – Rio de Janeiro/RJ, 26 de abril de 2018

    A gripe que derrubou Daniel Gildenlöw, no fim de janeiro, apenas adiou o inevitável. A quinta passagem do Pain of Salvation deveria ter rolado no início de fevereiro, mas esperar quase três meses não foi problema, afinal, o quinteto sueco não decepciona nunca. Mas antes de a atração principal subir no palco para mostrar os porquês, coube ao Reckoning Hour aquecer quem já estava no Teatro Rival e quem chegava a casa de shows, e aí residiu o único problema da noite: a banda carioca apresentou seu set para pouca gente, e o público total foi decepcionante. Principalmente levando-se em consideração que o mesmo Pain of Salvation encheu o mesmo local nas duas visitas anteriores, em 2012 e 2015.

    É possível apontar uma série de fatores, da crise econômica à devolução de ingressos em virtude da remarcação da apresentação, mas a verdade é que o público carioca vem minguando em quantidade nos últimos dois ou três anos, e várias produtoras já não colocam a cidade como rota obrigatória. “Como assim o Sons of Apollo não vai tocar no Rio de Janeiro?”, você deve ter escutado ou lido em algum lugar antes de o supergrupo montado por Mike Portnoy aportar no país para três shows (em Porto Alegre, São Paulo e Belo Horizonte). Não chega a ser o caso do Living Colour, que só vai tocar na capital paulista porque, basicamente, o produtor argentino que o trouxe para a América do Sul cresce o olho na hora de repassar datas. De qualquer maneira, o panorama precisa melhorar antes que heavy metal ao vivo no Rio vire sinônimo de assistir a show em DVD.

    No palco, JP (vocal), Philip Leander e Lucas Brum (guitarras), Cavi Montenegro (baixo) e Johnny Kings (bateria) fizeram bem o dever de casa. O death metal melódico – e moderno – do grupo não traz nada de novo, e você pode até dizer que é genérico, mas não pode negar que é bem feito. Até porque o Reckoning Hour tem em JP um trunfo: o cara é três em um, porque adiciona vocais gritados na mistura de partes limpas e guturais (nas quais se sai muito melhor, diga-se). Para quem gosta, um prato cheio. Para quem não gosta, respeito. Exatamente o que aconteceu, porque o estilo é completamente diferente do praticado pelo Pain of Salvation, e não machuca dizer que as pessoas foram para ver a turma liderada por Gildenlöw – Johan Hallgren (guitarra), Gustaf Hielm (baixo), Daniel Karlsson (teclados) e Léo Margarit (bateria) acompanham o vocalista e guitarrista.

    Os cinco entraram no palco mandando logo uma trinca do disco mais recente, a obra-prima “In the Passing Light of Day” (2017), e a receita de peso (bota mais peso ao vivo, aliás), melodias impecáveis e complexidade instrumental foi um soco na boca do estômago. “Full Throttle Tribe” só não levou os fãs à lona porque estes se dividiam em cantar e ficar com um semblante de “como é que esses caras conseguem fazer isso ao vivo?”. A magistral “Reasons”, então, é um caso a ser estudado. Seu impacto ao vivo foi inacreditável, coisa de deixar qualquer um atônito, e talvez seja por isso que a belíssima “Meaningless” (cara, que refrão lindo de doer!) tenha sido colocada na sequência. Emocionante, apesar de ter sido o único momento em que os vocais de Ragnar Zolberg fizeram muita falta – de qualquer maneira, Hallgren, de volta ao posto depois de seis anos, segurou a onda muito bem.

    Contando com a interação da plateia no riff – a pedido de Gildenlöw, mas nem precisaria –, “Linoleum” comprovou o status de clássico recente do Pain of Salvation. Canção de altíssimo nível, mas esperada, então foi a partir daí que a banda resolveu apelar. “Vocês costumam pesquisar os set lists no Google, né? Bem, todas essas ferramentas de pesquisa estão erradas. Nossas letras também estão erradas nelas, mas essa é outra história”, brincou o líder antes dos primeiros acordes de “Rope Ends”, de “Remedy Lane” (2002). De arrepiar e, graças a passagens instrumentais de rara inspiração, de cair o queixo, mas também o ponto de partida para mostrar que o repertório seria único mesmo para quem havia assistido aos quatro shows anteriores do Pain of Salvation no Rio.

    Sem a guitarra a tiracolo, Gildenlöw assumiu o papel de frontman na intimista e emocional “Kingdom of Loss”, de “Scarsick” (2007), e a casa voltou a pegar fogo com o riff e as notas de piano que introduziram “Inside Out”, de “One Hour By the Concrete Lake” (1998). Coisa de maltratar os pulmões na hora de cantar o refrão, de machucar o pescoço nas partes mais rápidas e de admiração nos momentos mais calmos – e como foi legal ver a interação de Gildenlöw e Hallgren, que foi ovacionado no momento de apresentação dos integrantes. Um sincero “seja bem-vindo de volta”.

    Àquela altura, o fã já poderia se perguntar o que ainda estaria por vir, mas duvido que tenha sido exatamente isso que passou pela cabeça: “Creio que é a primeira vez que vamos tocar essa música com esta formação. Voltemos ao primeiro álbum…. das Spice Girls”, disse Gildenlöw, e mal deu tempo de rir com a piada. “O nome dela é ‘Revival’.” A reação de incredulidade foi acompanhada por um palavrão em êxtase. O Pain of Salvation estava pinçando uma canção de cada álbum, e a pérola de “Entropia” (1997) foi uma surpresa muito agradável. Poderia ter continuado assim, uma vez que “Road Salt One” (2010) e “Road Salt Two” (2011) foram preteridos – e “Road Salt” e “Softly She Cries” seriam outras lindezas no repertório –, mas não vamos reclamar de barriga cheia.

    Obrigatória, “Ashes” cumpriu seu papel: devotos, os fãs cantaram como se a faixa de “The Perfect Element, Part I” (2000) fosse o grande hino do Pain of Salvation. E talvez seja, honestamente, porque é uma daquelas canções que criadas a partir de alguma inspiração divina. Depois de revisitar o próprio catálogo, a banda voltou a “In the Passing Light of Day” para terminar a noite como começou. Bonita demais, “Silent God” funcionou como o silêncio que precede o esporro, já que “On a Tuesday” encerrou o set regular da mesma maneira que abre o novo CD.

    Foi uma porrada depois amenizada por aquelas passagens mais calmas e progressivas com a assinatura típica do grupo. E com direito a um bônus: Margarit assumiu os vocais na ponte – ‘I lost the will, I lost the way, I haven’t lost the faith, It’s just lost in me’ – e surpreendeu com um falsete que arrancou aplausos do público e mais um dos vários sorrisos de Gildenlöw – que, não bastasse cantar uma barbaridade, é bem escorado pelos vocais (de apoio ou não) de toda a banda. Na volta para o bis, uma única música, mas uma de 15 minutos. Imagine se o Pain of Salvation resolvesse fazer a trilha sonora de Twin Peaks e o resultado ficasse à altura dos melhores momentos da série – e lembre-se que os melhores momentos da obra de David Lynch são momentos de pura genialidade. Pronto, você tem a pérola “The Passing Light Day”, e foi com ela que terminou mais uma noite com um dos melhores nomes do prog metal. Não somente. Com um dos grupos mais criativos surgidos no heavy metal desde os anos 90.

    Set list
    1. Full Throttle Tribe
    2. Reasons
    3. Meaningless
    4. Linoleum
    5. Rope Ends
    6. Kingdom of Loss
    7. Inside Out
    8. Revival
    9. Ashes
    10. Silent Gold
    11. On a Tuesday
    Bis
    1. The Passing Light of Day
  • VENOMOUS solta clipe de “Within The Silence”

    VENOMOUS solta clipe de “Within The Silence”

    Prestes a lançar o álbum de estreia, “Defiant”, o grupo paulistano Venomous dá uma prévia do material com o videoclipe da faixa “Within the Silence“, dirigido e editado por Lukas Drake. “As cenas foram filmadas no Dual Noise Estúdio durante a gravação do disco, e no Porto Produções Musicais”, revela o guitarrista Ivan Landgraf.

    Criada a partir das linhas rítmicas da bateria, “Within the Silence” explora variações harmônicas e combinações de palhetadas agressivas e melódicas. “O tema central é como vivemos uma vida inteira como engrenagens de uma grande máquina chamada sistema. Apenas adentrando ao silêncio de nossas próprias mentes, é possível abandonar as crenças limitantes e quebrar essa roda que nos prende à máquina”, concluiu Tigas Pereira. “Within the Silence” sucede o videoclipe de “A New Beginning”, que, segundo o guitarrista Guilherme Calegari, “marcou o início do desenvolvimento de nossa sonoridade, combinando o peso dos timbres com a variação de ambientes e ritmos.” O grupo ainda conta com lyric video da faixa “I Pray as I Prey” em seu canal no YouTube (https://is.gd/ydv8iT). Tigas Pereira (vocal), Guilherme Calegari e Ivan Landgraf (guitarras), Alexandre Bonal (baixo) e Lucas Prado (bateria) têm consciência da responsabilidade de abrir para os poloneses do Vader no próximo dia 19 de maio (sábado) no Manifesto Bar, em São Paulo. “O Vader, embora seja uma lenda do death metal, começou fazendo heavy metal tradicional e faz um som com versatilidade e técnica”, observou Landgraf.

    Vader e Venomous em São Paulo: Data: 19 de maio (sábado) Horário: 18h Local: Manifesto Bar Endereço: Rua Iguatemi, 36, no bairro do Itaim Bibi, em São Paulo/SP Ingressos: R$ 90 (pista promo) Venda online na Ticket Brasil: https://goo.gl/UvjdtM Fone: (11) 3168-9595 | WhatsApp (11) 94747-5883 Cartões: Visa, Mastercard, Elo, American Express e Dinners Débito: Visa Electron, Maestro, Rede Shop Censura: 16 anos Site: www.manifestobar.com.br Site relacionado: https://www.facebook.com/venomousoficial/

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  • ESCOMBRO lança o EP ‘Eutanásia Social’ na próxima semana

    ESCOMBRO lança o EP ‘Eutanásia Social’ na próxima semana

    O aguardado novo EP do quarteto paulistano de hardcore Escombro, que sai pela Artico Music, já tem data para ser lançado. No dia 18 de maio, na próxima semana, o disco estará disponível nas principais plataformas de streaming. Em seguida, a própria banda vai lançar a versão física, em CD.
    Intitulado ‘Eutanásia Social’, o EP contém cinco músicas, entre elas a recém lançada ‘Entre Lobos’. As outras quatro, inéditas, seguem o cadência e peso do single, tipicamente hardcore e, ao mesmo tempo, com autênticas linhas instrumentais intensas e vocais agressivos, tão características do Escombro desde o início de carreira. O registro ainda conta com duas participações especiais, que serão reveladas no dia do lançamento.
    Junto ao novo EP, a Artico Music e a Escombro lançam uma camiseta de manga longa edição limitada com a arte do single ‘Entre Lobos (confira na imagem abaixo), em pré-venda pelo site do selo – https://www.articoshop.com.br – até 20 de maio.
    Uma das formações mais robustas e ácidas do estilo dentro da cena nacional, o Escombro foi formado em 2015 e preza pelas letras em português que abordam temas sociais, além do peso que remete ao hardcore consagrado por Madball e Terror, ao mesmo tempo em que conversa com a proposta da nacional Oitão (o vocalista Henrique Fogaça é amigo da banda).

    Para o primeiro trabalho em parceria da Artico Music, o Escombro gravou o sucessor do elogiado álbum homônimo (julho/2017) no estúdio Dual Noise (o mesmo utilizado pela Paura no ‘Slowly Dying of Survival’, de 2017) e o resultado é nada menos do que um colossal hardcore, direto e reto, que convoca o ouvinte ao moshpit.  

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  • FIT FOR AN AUTOPSY assina com a Nuclear Blast

    FIT FOR AN AUTOPSY assina com a Nuclear Blast

    A banda de deathcore de New Jersey FIT FOR AN AUTOPSY assinou um contrato mundial com a Nuclear Blast Entertainment. A banda está trabalhando em material para seu quinto álbum completo, a ser lançado no início de 2019.

    O grupo comenta: “Estamos muito entusiasmados em anunciar que o FIT FOR AN AUTOPSY assinou um contrato mundial com a Nuclear Blast. Aguardamos ansiosamente o próximo capítulo da banda, com os gurus do mundo do metal ao nosso lado.

    “Obrigado, Carl, Rick, Scott, Bill, Brendan, Steve e todos na eOne / Good Fight por acreditarem na banda e nos apoiarem nos últimos discos. Foi um prazer trabalhar juntos.

    “No momento, estamos terminando de escrever um novo álbum, com a gravação marcada para começar em breve. Fique ligado nas atualizações e em alguns anúncios da turnê. Horns Up”

    A música esmagadora do FIT FOR AN AUTOPSY é feita para qualquer fã de metal extremo, visto que é desprovida de política preconceituosa ou de ideias de palanque, mas seu som e fúria são absolutamente inflexíveis, e isto ocorre de propósito. A banda habilmente mistura death metal, alimentado por força excessiva com groove atmosférico e diatribes pessoais apaixonadas, refletindo o estado obscuro dos eventos atuais.

    Em seu mais recente lançamento, o aclamado pela crítica, The Great Collapse, a banda não perde tempo com besteiras, fantasia ou clichês sangrentos. Os membros do FIT FOR AUTOPSY são caras do metal, pode-se ter certeza, mas cresceram na cena hardcore. Eles abraçam a responsabilidade de colocar tanta devoção e propósito em suas letras e mensagens quanto em suas canções densas e inebriantes, forjando um novo pós-deathcore magnificamente poderoso.

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