Categoria: Roadie News

  • TALES FROM THE PORN: estreia ao vivo será em abril

    TALES FROM THE PORN: estreia ao vivo será em abril

    A banda de hard rock TALES FROM THE PORN, formada por Stevie Rachelle (vocal, TUFF), Andy Sun e Bruno Marx (guitarras), Bento Mello (baixo), Ed Avian (bateria) e Igor Godoi (teclado, violão e backing vocals) fará o show de estreia no dia 7 de abril, às 18h, no Manifesto Bar, em São Paulo. A abertura ficará a cargo da banda carioca PLEASURE MAKER, que fará o lançamento oficial de seu terceiro álbum, Dancin’ With Danger.

    Na ocasião, além de divulgar o álbum de estreia, “H.M.M.V.” (“Heavy Metal Minha Vida”), que traz o mais puro e tradicional hard rock dos anos 1980, o Tales From The Porn apresentará covers do Tuff e algumas surpresas. A música, repleta de riffs em volume máximo, os famosos gang vocals e toda a herança do hair metal vem sem máscaras e sem nenhum receio de querer reviver o passado. Eles são sacanas a ponto de entrar naquela banheira mágica do filme “Hot Tub Time Machine” (2010) e sair como se estivessem na década de 80. Fique ligado, porque a coisa é séria. A festa começou e nunca mais terá hora para acabar. Imoral, mas não ilícito. Tales From The Porn, porque alguém precisava trazer de volta a patifaria para o rock! Afinal, quem tem uma música chamada “Girls Wanna Party (In Augusta Street)” quer mesmo é festejar a noite inteira…

    Com lançamento físico no Brasil por meio da Animal Records, nos EUA pela Perris Records, e na Europa e Ásia pela StealHeart Records, “H.M.M.V.” também se encontra disponível nas plataformas digitais. O CD físico e todo o merchandising da banda, além do material promocional de Stevie Rachelle e do site Metal Sludge estarão à venda no dia do evento. Let’s get back to the 80’s!

    O Manifesto Bar fica na rua Iguatemi, 36, no bairro do Itaim Bibi, em São Paulo. Fone: (11) 3168-9595. Aceita cartões: Visa, Mastercard e Dinners / Débito (Visa Electron, Maestro, Rede Shop). Censura: 16 anos. Possui acesso a deficientes, ar condicionado, wi-fi e valet service na porta (R$ 20).

    Ingressos antecipados (R$ 30) pela Ticket Brasil em https://goo.gl/WXnrRB Evento no Facebook: https://goo.gl/XkyMHX Sites relacionados: www.manifestobar.com.br www.facebook.com/pg/talesfromtheporn
  • CALIBAN: confira o clipe de “Ich Blute Für Dich”

    CALIBAN: confira o clipe de “Ich Blute Für Dich”

    A banda alemã CALIBAN disponibilizou um novo videoclipe, para a música Ich Blute Für Dich. A faixa, que conta com Matthi [vocalista da banda belga de hardcore NASTY] e Sebastian “Sushi” Biesler [da banda post-hardcore alemã ESKIMO CALLBOY] nos vocais, é parte do próximo álbum do CALIBAN, Elements, que será lançado em 6 de abril pela Century Media.

    O guitarrista do CALIBAN, Marc Görtz, falou sobre a capa do álbum: “Usamos os elementos Terra, Ar, Fogo e Água como símbolos de realização, idéias, poder e emoção. Esses símbolos nos inspiram a continuar fazendo o que mais amamos, que é criar, evoluir e ser inspirado pela nossa música. E esses elementos correspondem diretamente à arte da capa, que foi feita por Marcel Gadacz. Ele fez a arte de Gravity, por isso estamos felizes em tê-lo novamente.”

    Para Elements, o CALIBAN trouxe de volta o antigo colaborador Benny Richter para co-produzir o disco ao lado de Marc Görtz em seu estúdio, o Nemesis. O CALIBAN também contratou o Andy Posdziech, Sebastian “Sushi” Biesler, e o californiano Callan Orr para auxiliar no processo de gravação. Elements foi mixado por Görtz e masterizado por Olman Viper, cujo repertório inclui álbuns anteriores do CALIBAN, I Am Nemesis (2012), Ghost Empire (2014) e Gravity (2016).

    “A produção em Elements foi bastante diferente”, diz Görtz. “O lado instrumental da produção foi feito por mim, Andy e Callan. Então, Benny e eu trabalhamos no ajuste da música. Os vocais, no entanto, foram produzidos por Benny, com o Sushi atuando como treinador vocal. Queríamos que Benny se concentrasse nos vocais e na produção vocal. Gravar os vocais direito é muito importante para nós “.

  • MEMORIAM apresenta novo vídeo, “As Bridges Burn”

    MEMORIAM apresenta novo vídeo, “As Bridges Burn”

    O ‘lyric video’ oficial da música As Bridges Burn da nova gigante do death metal inglês, o MEMORIAM – que conta com Karl Willets (BOLT THROWER) nos vocais, Frank Healy (BENEDICTION, CEREBRAL FIX) no baixo, Scott Fairfax (CEREBRAL FIX) na guitarra e Andy Whale (BOLT THROWER) na bateria – pode ser visto abaixo. A faixa é parte do segundo álbum do grupo, The Silent Vigil, que está sendo lançado hoje (23 de março) pela Nuclear Blast. A impressionante arte do disco foi mais uma vez criada por Dan Seagrave (BENEDICTION, DISMEMBER, HYPOCRISY, SUFFOCATION).

    O vocalista Karl Willetts comentou: “nós contatamos Dan e pedimos que ele criasse uma imagem que se desse seguimento àquela do primeiro álbum – o primeiro álbum apresenta uma procissão fúnebre, o caixão do líder caído desfilando por uma paisagem etérea devastada pela batalha. The Silent Vigil representa a próxima fase da jornada, onde o caixão está deitado em posição, com os seguidores em silêncio, quase como soldados de terracota. A capa tem uma sensação geral solene, com a paisagem devastada no fundo e destroços queimados de equipamento militar em primeiro plano”. Ele continua a explanação: “a árvore no centro da capa simboliza a vida – que continua. Estamos realmente satisfeitos com o que Dan Seagrave criou para nós mais uma vez e estamos orgulhosos de ter suas obras de arte na capa dos nossos álbuns. Já temos uma ideia para a capa do próximo álbum e esperamos que Dan também seja capaz de fazer isso por nós”, ele declara, deixando claro que a tradição de lançamentos em profusão permanecerá pelos próximos anos.

  • Extreme Hate Fest 5 – NARGAROTH, BELPHEGOR – São Paulo/SP, 04/03/18

    Extreme Hate Fest 5 – NARGAROTH, BELPHEGOR – São Paulo/SP, 04/03/18

    O dia 4 de março foi especial na Capital Paulista. Após um longo tempo de espera, um dos mais interessantes e impactantes festivais de música extrema que já tomaram solo na cidade, o Extreme Hate Fest, estava de volta para a sua quinta edição, que prometia ser muito especial. Primeiramente, o foco voltado ao black metal já parecia atrativo o suficiente. Segundo, a bom equilíbrio entre atrações nacionais e internacionais parecia justo. Terceiro: BELPHEGOR e NARGAROTH juntos? Sério? Dava para perder isso?

    Aparentemente não. Chegando cedo na casa de shows, via se um público animado (e ansioso), que só se fazia aumentar conforme as horas passavam. Parecia indiscutível que o NARGAROTH seria a favorita da noite para a maior parte do público, mas quem achou que isso deixaria mornas as apresentações que antecediam a entrada da banda alemã ao palco, muito se enganou, e mais: subestimou a união e o amor que os fãs de metal extremo dedicam para as bandas que lutam diariamente por seu lugar na cena. Assim, com o público firme e fiel bem disposto, o paulista JUSTABELI foi o primeiro a atingir o palco, com o costumeiro impacto de um canhão Pak 40, se o bom leitor me entende. O trio esbanjou fogo e fúria em uma apresentação coesa e bruta, que cada vez mais os credencia a ocupar o alto escalão do black metal nacional. Seguindo em frente com a divulgação de seu ótimo EP Blast the Defector, o trio promete um novo disco completo que, ansiamos, deverá ser lançado ainda em 2018.

    O segundo grupo a tomar o palco foi o tradicional LUXÚRIA DE LILLITH, que já conta com quatro discos completos de estúdio, além de uma interessante série de outros materiais que merecem atenção dos fãs de black metal. Provando ser um dos favoritos do público, o trio formado por Drakkar (bateria e voz), Arkana (baixo e backing vocals) e o guitarrista Set apostou em uma bela fusão de suas músicas mais importantes, que ganhavam maior impacto com a postura firme e ríspida dos instrumentistas. Foi interessante perceber a forma como Drakkar mesclou de forma eficiente – e totalmente angustiante – poesia gótica e música extrema, com pensamentos que intermeavam cada canção, explicando o pensamento contido nas letras. Uma banda que fez uma apresentação tão fenomenal, que só poderia terminar com o ‘stage diving’ de Drakkar ao final, amparado e devolvido ao palco em segurança por um séquito gigante que a banda conquista e reconquista a cada vez que sua música ecoa em São Paulo.

    O POWER FROM HELL encerrava as atrações brasileiras da noite, e também encerrava a sequência de ‘power trios’ que se apresentariam nesta edição do Extreme Hate. O som é aquele que você conhece e certamente deve amar, se está lendo este artigo: black/speed metal na veia dos anos 80, encardido, rápido, feio e mal encarado. Música densa, que mostrou a razão de vermos tantas camisetas com a logo da banda circulando de um lado para o outro durante todo o festival. No meio de tanta porradaria sonora, claro que precisávamos de um momento mais engraçado, que foi fornecido (claro) por um fã: enquanto a banda tocava um fiel cover para o clássico Massacre, do BATHORY (que o vocalista e baixista Sodomic anunciou corretamente como um dos pilares de todo o cenário black metal), um fã subiu ao palco, saldou a banda, e absolutamente alucinado, partiu para o ‘stage diving’. Faltou combinar com a galera. Enquanto realizava a proeza, a galera da frente ‘deu licença’ para ele descer, e o resultado, o bom leitor certamente já imaginou.

    Depois de tudo isso, era chegada a hora de conferir de perto os alemães do NARGAROTH. Com um clima absolutamente tétrico (garantido pelo silêncio absorto que tomou conta do palco e da plateia), e uma atmosfera gelada (garantida pela fumaça cênica que deixou todo o ambiente com a cara de uma floresta nórdica ao pôr do sol), René “Ash” Wagner e seus asseclas começaram o ataque com a emblemática The Agony of a Dying Phoenix, quinta faixa do disco mais recente da banda, Era of Threnody, que foi lançado em maio do ano passado, via Inter Arma Productions. Whither Goest Thou, segunda do novo disco, foi também a segunda do setlist, que ganhou reforço mais do que especial com Black Metal Ist Krieg, faixa que dá nome ao segundo álbum dos alemães, Black Metal Ist Krieg (A Dedication Monument), de 2001, considerado um clássico do gênero pelos seus fãs. A todo momento, Ash mostrava empolgação diante de um público grande e empolgado, que se não abarrotou o Carioca Club, ao menos lotou a casa, que a essa altura já queimava com as labaredas de metal negro que vinham do palco.

    Embora causasse preocupação, em nenhum momento o guitarrista Beliath acertou a própria testa com um cuspe, embora ele tenha passado quase o show inteiro tentando a proeza, com disparos de ‘fluido gástrico’ sendo disparados para cima em intervalos regulares. Uma atração à parte, em um show que beirou a perfeição, e que os paulistas já anseiam em ver de novo.

    E então, o BELPHEGOR. Após passagem por São Paulo no ano passado (leia resenha aqui), os austríacos voltaram para arrasar nossas terras com uma nova praga, o novo álbum Totenritual, lançado em setembro de 2017, e que ganhou uma versão nacional pela Nuclear Blast/Shinigami. Comandados sempre pelo guitarrista/vocalista e membro fundador Helmuth Lehner pesou logo de cara nos ouvidos dos fãs com a sequência da intro Sanctus Diaboli Confidimus / Totenkult – Exegesis of Deterioration, que garantiram rodas gigantescas e muito bate-cabeça entre os fãs que haviam guardado parte do fôlego para esta última apresentação do festival. Pouco existe para ser dito a respeito da performance de Lehner e seus comparsas, já que a banda mantém um mesmo compromisso e uma mesma atitude diante de seu público em todas as apresentações, desde os tempos em que a banda era ainda um pequeno nome surgido na longínqua Áustria. Mas, é preciso dizer que a banda merecia esse show, após aquela performance avassaladora no ano passado no Manifesto Bar, em que infelizmente, apenas um pequeno público compareceu. Desta vez, as coisas pareceram voltar ao normal, um público grande e intenso foi brindado pela banda com um verdadeiro ritual negro, digno de uma das maiores bandas do cenário em todo o mundo. Prova de que, com o ambiente certo, a popularidade das bandas extremas no Brasil continua crescente, a despeito do que muitos erroneamente pensam. Esperamos que o mesmo trabalho seja feito em favor do NILE, que ano passado também não viveu seu melhor momento por aqui. Enquanto a apresentação encerrava, já começávamos a nos perguntar sobre a próxima edição do festival. Quando vai rolar? Quem virá? Bem, para cada pergunta, uma resposta no tempo adequado. Por enquanto, apenas nos resta a certeza de que assistimos cinco belos shows de metal extremo.

    Fotos: Leandro Cherutti
  • MINISTRY: sem JOEY JORDISON, banda recorre novamente ao baterista DEREK ABRAMS

    MINISTRY: sem JOEY JORDISON, banda recorre novamente ao baterista DEREK ABRAMS

    O MINISTRY, um dos mais importantes nomes de toda a cena mundial do metal industrial, anunciou Derek Abrams para o posto de baterista em sua turnê norte-americana, que começou na noite de ontem em Anaheim, Califórnia. Abrams já havia tocado ao lado do MINISTRY no ano passado, quando se uniu a banda para a turnê de outono (primavera, no Brasil) de 2017.

    Abrams divulgou um comunicado: “Estou extremamente animado para voltar à estrada com o MINISTRY, para esta turnê da América do Norte em 2018, que começa em Anaheim. Eu não posso expressar gratidão suficiente para a banda e sua equipe por tornarem possível para mim ser parte desta família. Estou ansioso para vê-los nos shows. Se não chegarmos até a sua cidade desta vez, há uma chance de que aconteça no outono.”

    Apesar de ter sido anunciado no mês passado que Joey Jordison iria se juntar ao MINISTRY na turnê pela América do Norte nesta primavera, e de ele até ter participado de alguns dos primeiros ensaios para a turnê, o ex-baterista do SLIPKNOT não é mais parte do time de estrelas que o MINISTRY montou para este giro.

    Amanda Victoria, representante de Jordison, disse em um comunicado: “Foi decidido entre Joey e o MINISTRY que ele não sairá em turnê com eles, para que Joey possa concentrar sua atenção em tempo integral em seus próprios projetos. O MINISTRY e seu agente dão total apoio a Joey e desejam-lhe sucesso contínuo”.

  • MARILYN MANSON divulga novo clipe com participação de COURTNEY LOVE

    MARILYN MANSON divulga novo clipe com participação de COURTNEY LOVE

    O videoclipe do MARILYN MANSON para a música Tattooed In Reverse pode ser visto abaixo. No clipe, uma enfermeira bem conhecida dos fãs de rock, COURTNEY LOVE, atende um enfermo MARILYN MANSON, que aparece em uma cadeira de rodas.

    Manson escreveu no Twitter: “Quem permitiu COURTNEY LOVE ser minha enfermeira? Oh merda … eu permiti”. Manson recentemente compartilhou duas novas fotos com Love, escrevendo: “Reunidos, e parece tão errado. É por isso que nós F ** k S ** t up”. [censura dele]

    Tattooed In Reverse é o terceiro single do mais recente álbum de MARILYN MANSON, Heaven Upside Down.

    Em entrevista recente para a ROADIE CREW (ed. #228), MARILYN MANSON comentou o que o motivou a criar um disco mais denso e pesado, como Heaven Upside Down:

    “Provavelmente eu estava tentando criar o caos… Mas, no fim das contas, era essa a história que eu queria contar. É uma coisa íntima, pessoal, eu me sinto muito bem a respeito, gostei muito de ter feito esse álbum, e é isso! Esse disco, para mim, é mais importante do que quando eu fiz Antichrist Superstar (1996)”.

  • AVENGED SEVENFOLD já pensa em novo álbum

    AVENGED SEVENFOLD já pensa em novo álbum

    O vocalista do AVENGED SEVENFOLD, M. Shadows, disse à ABC Radio que a banda talvez comece a trabalhar na sequência do álbum The Stage, de 2016. “Talvez em outubro, novembro, começaremos a pensar em nos reunir e lançar algumas ideias”, disse o vocalista. “Nós geralmente nem escrevemos nada nas primeiras semanas, apenas conversamos e mostramos coisas um ao outro: ‘Aqui estão alguns acordes, eis algumas ideias, como queremos que soe essa coisa?’ Então, isso ainda está nos estágios iniciais. Mas é emocionante”.

    Shadows revelou recentemente que a batalha legal do AVENGED SEVENFOLD com sua antiga gravadora, Warner Bros Records, ainda não está resolvida, e declarou que a banda quer resolver o problema antes de começar a trabalhar em um novo disco. “Têm algumas coisas que estamos vendo, mas agora ainda estamos lidando com a situação da gravadora, estamos lidando com a ação ainda – precisamos dar uma limpa em certos assuntos antes de passarmos para o próximo disco”, disse ele à Billboard.

    A Warner Bros. processou o AVENGED SEVENFOLD no final de 2015, logo depois que a banda deixou a gravadora, citando a “regra dos sete anos”. A regra permite que as partes saiam dos contratos após sete anos, se existirem condições desfavoráveis.

    A banda mudou-se para Capitol, que lançou o sétimo álbum do grupo, The Stage, em outubro de 2016, promovido com um concerto no topo do edifício da Capitol.

    Uma disposição na “regra dos sete anos” do Código do Trabalho da Califórnia permite que as gravadoras coletem o dinheiro que teria sido feito em álbuns não entregues. A Warner Bros. está buscando danos com base no fato de que AVENGED SEVENFOLD ainda devia um álbum de seu antigo contrato, enquanto a banda argumentou que as constantes mudanças na equipe da gravadora levou a uma relação de trabalho insatisfatória. Se perder, o AVENGED SEVENFOLD poderia enfrentar um veredicto desfavorável com valores que giram entre 5 e 10 milhões de dólares americanos. A Warner Bros. também está autorizada a debitar os honorários dos advogados – já totalizando mais de 1,5 milhão de dólares americanos.

    The Stage estreou no número 4 na parada de álbuns The Billboard 200 em novembro de 2016. O lançamento surpresa do disco resultou as vendas mais baixas de um álbum do AVENGED SEVENFOLD em onze anos. Ele vendeu 76 mil cópias na primeira semana, menos da metade do número atingido em seus dois álbums anteriores.

  • LAMB OF GOD volta às origens do BURN THE PRIEST

    LAMB OF GOD volta às origens do BURN THE PRIEST

    O LAMB OF GOD lançará um álbum comemorativo de 20 anos, Legion: XX, sob  o nome BURN THE PRIEST, alcunha sob a qual o LAMB OF GOD foi originalmente formado em 1994. Com o lançamento marcado para 18 de maio via Epic, a coleção conterá versões do LAMB OF GOD para canções originalmente escritas e gravadas por bandas que os inspiraram, incluindo o STORMTROOPERS OF DEATH, BAD BRAINS, MINISTRY, AGNOSTIC FRONT e CRO-MAGS.

    Como a banda está se aproximando do vigésimo ano de sua estreia sob o nome BURN THE PRIEST, a banda optou por lançar um álbum de covers que reflete a grandeza de – punk, hardcore, crossover e noise – subgêneros que contribuíram para o que é o LAMB OF GOD e, de quebra, para o que o mundo hoje enxerga como metal moderno. As faixas são executadas com a precisão inconfundível que manteve a banda vital por duas décadas, mas não se engane, a crueza e a atitude punk são aqui exploradas da mesma maneira que foram quando, pela primeira vez, aqueles quatro estudantes universitários desavisados ​​e um subchefe de cozinha transformado em vocalista se uniram em uma banda.

    O guitarrista Mark Morton comentou: “Para entender verdadeiramente a essência da banda BURN THE PRIEST, é preciso primeiramente considerar a paisagem na qual ela começou, em meados dos anos 90: O grunge e a música alternativa dominavam as ondas de rádio. As mídias sociais e a Internet ainda não tinham assumido o seu papel atual de fontes coletivas de entretenimento e intercâmbio cultural. Foi uma época em que os zines se voltaram para novas bandas e cenas regionais, e ‘copiar e colar’ ainda demandava uma gráfica e um tubo de cola”.

    “À medida que nosso som e nossas músicas se desenvolviam, nossos objetivos também foram se desenvolvendo… começamos a fazer festas no porão e shows em galpões, e, ao fazê-los, percebemos que a energia que estávamos criando era transferível”, continuou ele. “Os shows que tocamos nesses galpões e as pessoas que conhecemos foram incorporados para sempre em nossa consciência coletiva e no DNA de nossa banda.”

    Legion: XX foi gravado com o produtor Josh Wilbur (GOJIRA, ALL THAT REMAINS), que já trabalhou no álbum VII: Sturm und Drang, que o LAMB OF GOD lançou em em 2015.

    Confira o tracklist de Legion: XX:

    1. Inherit The Earth (THE ACCÜSED cover)
    2. Honey Bucket (MELVINS cover)
    3. Kerosene (BIG BLACK cover)
    4. Kill Yourself (S.O.D. cover)
    5. I Against I (BAD BRAINS cover)
    6. Axis Rot (SLIANG LAOS cover)
    7. Jesus Built My Hotrod (MINISTRY cover)
    8. One Voice (AGNOSTIC FRONT cover)
    9. Dine Alone (QUICKSAND cover)
    10. We Gotta Know (CRO-MAGS cover)
  • FACES OF DEATH: especial em programa de rádio no México, escute!

    FACES OF DEATH: especial em programa de rádio no México, escute!

    O álbum “Consummatun Est” do grupo Faces of Death está recebendo vários elogios ao redor do mundo, uma constatação sobre isso é o release via rádio que o disco recebeu de um programa mexicano.

    Famoso em seu país, o Metal Corrosivo, que possuí como apresentador Roy Khamos, recentemente liberou o programa via streaming para degustação dos fãs, vinculado no dia 13 de março, Roy tocou as cinco faixas presentes no álbum e imprimiu suas impressões sobre o disco em um faixa a faixa comentado.

    O EP marca a estreia da banda após seu hiato de quase 20 anos sem atividades, ainda em 2018, está sendo preparado um novo disco com várias músicas novas para os fãs de um Thrash/Death de alto nível.

  • MONSTER MAGNET apresenta novo lyric vídeo, “I’m God”

    MONSTER MAGNET apresenta novo lyric vídeo, “I’m God”

    O ‘lyric video’ oficial da música I’m God do MONSTER MAGNET pode ser visto abaixo. A faixa é parte do 11º álbum da banda, Mindfucker“, que será lançado no dia 23 de março (amanhã) via Napalm. O disco “é diferente, um passo à frente e ao mesmo tempo um passo para trás, para as raízes onipotentes da música hard rock, estimulada pela despretensiosa era proto-punk”, segundo a nota divulgada para a imprensa. “Up-tempo, selvagem em som e espírito, Mindfucker é realmente foda! O álbum tem o potencial de surpreender e estimular o amor pelo gênero, enquanto ainda dá aos ‘sludgies’ e ‘stoner freaks’ exatamente o que eles desejam em um novo álbum do MONSTER MAGNET.”

    O líder do MONSTER MAGNET, Dave Wyndorf comenta: Mindfucker é uma junção distorcida do velho hard rock e a paranoia do século 21. Dez faixas que injetam combustível e queimam nitro no motor do rock ‘n’ roll, uma loucura psicodélica de garagem, tudo feito de acordo com o estilo do MONSTER MAGNET. É também um álbum que vai direto ao ponto: o mundo está fora da casinha e eu estou sentindo isso… para o bem ou para o mal. É simples, mesmo. Estava querendo dirigir meu carro a 100 milhas por hora e uivar, você sabe o que eu quero dizer? Então eu escrevi músicas com as quais eu poderia fazer isso. E com letras que não negam os tempos em que estamos vivendo. Soa bem, muito bem; o rock está vivo, baby!”

    O guitarrista do MONSTER MAGNET, Phil Caivano, disse à Metal Express Radio em maio de 2016 que a sequência de Last Patrol de 2013 seria “muito agressiva, muito direta, muito ‘Detroit’. Mais uma vez, estamos de volta a algumas das nossas raízes americanas, fizemos a coisa do ‘space rock’ nos últimos discos. Sendo os grandes fãs do HAWKWIND que somos, do AMON DÜÜL, do GROUNDHOGS… essa coisa toda. Last Patrol foi muito, muito influenciado pelo space rock – e sempre haverá elementos do space rock nas coisas do MONSTER MAGNET – mas nós trouxemos de volta aquilo que nos influenciou quando éramos moleques, que seriam as coisas de Detroit: STOOGES, MC5, GRAND FUNK RAILROAD. Muito pegado, americano… Essa é a coisa. Tudo o que posso dizer é que a palavra ‘Detroit’ sempre vem à mente.”