Após o sucesso do último show em São Paulo para 2.000 pessoas e com ingressos esgotados, Edu Falaschi, Aquiles Priester, Fabio Laguna, Raphael Dafras, Roberto Barros e Diogo Mafra retornam à São Paulo, sábado, 26 de Maio, com a “Rebirth of Shadows tour” em um show único no Teatro Eva Wilma, na Zona Leste da capital paulista.
Em Maio de 2018 o Brasil receberá novamente os shows históricos da turnê Edu Falaschi “Rebirth of Shadows Tour”. Após 30 shows com sucesso absoluto de público, sendo que em 10 deles os ingressos foram totalmente esgotados, os ex-vocalista e baterista do Angra, Edu Falaschi, e Aquiles Priester, numa reunião épica e nostálgica, voltam ao país para interpretar os maiores clássicos de seus tempos de Angra com os álbuns “Rebirth”, “Hunters and Prey”, “Temple of Shadows”, “Aurora Consurgens” e “Aqua”.
Com novas músicas no repertório e algumas surpresas que farão os fãs delirarem, essa terceira fase da turnê, promete ser um novo marco da Edu Falaschi “Rebirth of Shadows Tour”. A banda conta com o mesmo time de estrelas de toda turnê, entre elas estão o carismático tecladista Fabio Laguna, que acompanhou o Angra nas turnês dos anos 2000, além dos virtuosos Diogo Mafra e Raphael Dafras da renomada banda Almah e o mais novo “guitar-hero” do Brasil, Roberto Barros.
Edu Falaschi completa: “Quando iniciamos esse projeto não imaginávamos que seria esse sucesso todo! Estamos muito felizes por fazer uma terceira etapa da turnê no nosso próprio país. Ainda queremos tocar muito pelo Brasil e passar pelo máximo de cidades possíveis! Estamos fazemos algo verdadeiro, com paixão e isso chega ao coração dos fãs, queremos estar ao lado de quem ama essa história tanto quanto nós! Estamos chegando cada vez mais longe! Como eu costumo dizer, para um coração limpo nada é impossível! Então vamos juntos nessa grande celebração! Avante ROS TOUR!”
Serviço:
Data: 26 de Maio (Sábado) Local: Teatro Eva Wilma (Rua Antônio de Lucena, 146 – Tatuapé) Abertura do teatro: 20h00 | Início do show: 21h00
O guitarrista Andreas Kisser, do SEPULTURA, concedeu entrevista para Diamond Oz, do ‘Metal Underground’. Entre outros temas, o guitarrista comemorou o sucesso e a estabilidade do vocalista Derrick Green, que completa 20 anos na banda: “Nós ainda estamos testando o Derrick. É uma fase de transição, ainda não temos certeza”, se divertia o guitarrista.
“Isso mostra que fizemos a escolha certa e Derrick também, ao escolher se juntar a nós”, continuou Andreas. “Vinte anos tem sido uma jornada incrível. Acho que Against é o álbum mais importante da nossa carreira. Sem Against, não poderíamos continuar como SEPULTURA. Nós ficamos como um trio no começo, então o Derrick entrou para completar time. Estávamos sentindo falta daquele cara extra, aquele fator extra com ideias e informações. Quando Derrick entrou, nós completamos Against e foi uma época muito difícil, com certeza. [Max Cavalera] saiu no ponto mais alto de nossa carreira, até aquele momento. Nós ainda tínhamos muitas coisas relacionadas a Roots para fazer em ’97 e ’98, etc. De repente nós recomeçamos basicamente do zero. Nós perdemos o vocalista, perdemos o empresário, perdemos os produtores do nosso álbum, perdemos basicamente tudo. Ficamos com a Roadrunner, fizemos dois álbuns, Against e Nation, que foram cruciais e importantes para a banda se restabelecer e iniciar uma nova fase e carreira”.
“Aqui estamos, celebrando 34 anos de carreira”, emenda o vocalista, empolgado, e finaliza: “nós trabalhamos muito duro para estar aqui hoje, e acho que esses 20 anos são os mais importantes para nós. Claro, tem os anos dourados do SEPULTURA no começo, vindos do Brasil, descobrindo o mundo e tudo mais. Mas reconstruir tudo, recomeçar quase do zero, é uma conquista realmente incrível, estar aqui agora e ter esse tipo de oportunidade com o SEPULTURA. É ótimo.”
O álbum mais recente do SEPULTURA, Machine Messiah foi lançado em janeiro de 2017, e foi concebido pela atual formação da banda, com Andreas Kisser (guitarra), Paulo Jr. (baixo), Eloy Casagrande (bateria) e Derrick Green (vocal). Machine Messiah foi produzido por Jens Bogren (KREATOR, AMON AMARTH, BORKNAGAR, ARCH ENEMY), e masterizado por Tony Lindgren (ENSLAVED, KATATONIA, SOILWORK).
Recentemente, o vocalista Erik Danielsson, da banda sueca de black metal WATAIN concedeu entrevista para o programa ‘Jimmy Cabbs 5150 Interview Series’, e falou sobre o recente problema entre o movimento antifascista Antifa e as bandas de black metal. Recentemente, a banda norueguesa TAAKE precisou cancelar sua turnê pelos Estados Unidos por conta de uma onda de propaganda contrária enviada para as casas de shows e promotores, e até de ameaças de tumulto caso os shows não fossem desmarcados.
“Eu acho que tem a ver com o fato de que o black metal está recebendo cada vez mais atenção de pessoas que não têm qualquer relação com os 40 anos de história dessa cultura. Esse movimento e essas pessoas vão perceber que é muito complicado moralizar uma forma de arte onde a regra número um sempre foi a de que não há moral a ser levada em consideração”, afirmou o vocalista e líder do WATAIN.
“É uma discussão extremamente complicada”, ele continua. “As pessoas que estão muito preocupadas, por exemplo, com a política e assim por diante, acham que estão encontrando coisas que são antagônicas à sua visão de mundo. Tenho certeza que estão. Quer dizer, no WATAIN, não há política a ser considerada, mas de alguma forma, as pessoas sempre encontram uma coisa aqui e outra ali com que possam ficar chateados. De certa forma, está tudo bem. Se você é de uma banda de black metal e não enfrenta a oposição de pessoas que estão muito preocupadas com a manutenção dos padrões éticos e morais ocidentais, então eu acho que você está fazendo algo errado. Tem que haver oposição assim. O que eu não gosto – eu estou disposto a lutar todo dia se tiver a ver com opiniões e pontos de vista que nós realmente defendemos – mas eu estou de saco cheio de falar de política por exemplo, ou quando as pessoas simplesmente não têm ideia sobre o que é realmente isso tudo. Não há política no WATAIN, qualquer que seja. Se as pessoas veem isso, elas estão olhando pelo ângulo errado. Torna-se muito cansativo. Eu posso me defender a qualquer momento se as pessoas tiverem um problema em nós sermos uma banda satânica, a qualquer hora, eu vou entrar nessa discussão, claro. Mas, se eles estão nos chamando de algo diferente disso, então eles estão errados. Eles estão no caminho errado”.
Trident Wolf Eclipse, sexto disco completo de estúdio do WATAIN foi lançado no dia 5 de janeiro pela Century Media, e recebeu uma versão nacional via Mutilation Records. O álbum contou com a participação especial do vocalista Attila Csihar, que gravou vocais de apoio na faixa Ultra (Pandemoniac), e foi mais uma vez gravado, mixado e masterizado por Tore Gunnar Stjerna (TRIBULATION, ONDSKAPT, ENDEZZMA, etc).
A banda sueca de death metal AMON AMARTH declarou que está em processo de composição para o seu próximo álbum de estúdio. A sequência de Jomsviking (2016) marcará a estreia da banda com o baterista Jocke Wallgren, que se juntou ao AMON AMARTH dois anos atrás.
“Estamos no meio do processo de escrita do novo álbum, e o novo material parece incrível, então estamos muito animados para voltar ao estúdio o mais rápido possível”, declarou o guitarrista Ted Lundström para a revista australiana Heavy. O guitarrista também adiantou que a banda vai buscar novos caminhos, mas sem deixar para trás o som que tornou a banda mundialmente conhecida: “Nós sempre tentamos levar nossa música para o próximo estágio, mas no fim das contas, mesmo quando dizemos que vamos fazer algo verdadeiramente diferente, acabamos soando como o AMON AMARTH. Estamos condenados – sempre vamos soar assim”.
Jomsviking estreou na 19ª posição na Billboard 200, tendo vendido o equivalente a 21.000 cópias na semana que terminou em 31 de março de 2016. O disco foi lançado pela Metal Blade na América do Norte e pela Sony Music internacionalmente. O primeiro disco conceitual da história da carreira do AMON AMARTH foi produzido e mixado por Andy Sneap (JUDAS PRIEST, MEGADETH, TESTAMENT, ACCEPT).
Para as gravações de Jomsviking, o AMON AMARTH recrutou o baterista, Tobias Gustafsson, conhecido dos fãs de death metal por conta do seu trabalho ao lado do VOMITORY e do CUT UP. Desde então, a banda vem sendo acompanhada em seus shows pelo baterista Jocke Wallgren (ex-OCTOBER TIDE e VALKYRJA), que foi descrito por Lundström como “um baterista super-sólido” e “muito profissional”. Ele acrescentou: “É muito mais fácil tocar se você tem um baterista firme. Isso torna nossas vidas mais fáceis”.
O renomado baterista Aquiles Priester acaba de lançar em seu canal oficial do YouTube mais um da série de vídeos pedidos e aguardados pelos fãs em todos estes anos de carreira. A música escolhida pelo artista foi “Winds of Destination”, do álbum “Temple of Shadows”. O áudio da bateria foi produzido, gravado, mixado e masterizado por Adair Daufembach no Studio Daufembach em Hollywood, CA, nos Estados Unidos. O vídeo foi dirigido e editado por Arthur Galvão.
Todo o instrumental foi regravado pelos grandes músicos da “Rebirth of Shadows Tour” como Edu Falaschi (vocal), Fábio Laguna (teclados), Roberto Barros (guitarras), Diogo Mafra (guitarras) e Raphael Dafras (baixo). Ainda esta semana será divulgado o vídeo da música “The Shadow Hunter”, também do álbum “Temple of Shadows”.
Ficha técnica:
Banda: Angra
Música: Winds of Destination
Music: Bittencourt, Loureiro
Album: Temple of Shadows – 2004
Músicos:
Aquiles Priester – Bateria
Edu Falaschi – Vocal
Felipe Andreoli – Baixo
Rafael Bittencourt – Guitarras
Kiko Loureiro – Guitarras
Hansi Kürsch – Vocal
Aquiles Priester usa as seguintes marcas: Mapex Drums, Paiste Cymbals, Roland, AKG Microphones, JBL, Soundcraft, Gibraltar Hardware, Evans Drum Heads, Pro-Mark Sticks, LP Percussion, DW Pedals, Cymbag, Xtreme Ears, Urbann Boards PsychoShoes, Power Click, Consulado do Rock e Lady Snake Rock Wear.
Recentemente, o baterista Aquiles Priester confirmou uma grande turnê de workshops por todo o Brasil, além de seguir ao lado dos seus amigos Edu Falaschi e Fabio Laguna na “Rebirth of Shadows Tour”. Confira as datas dos workshops e da terceira perna da turnê com Edu Falaschi.
A performance ao vivo de 2016 em que a banda ROB ZOMBIE tocou na íntegra o álbum clássico de 1995 do WHITE ZOMBIE, Astro-Creep: 2000 – Songs Of Love, Destruction And Other Synthetic Delusions Of The Electric Head, será lançado como um álbum ao vivo, intitulado Astro-Creep: 2000 Live, em 30 de março via Interscope / Geffen / A & M.
Rob Zombie declarou em 2016 que tinha “muitas razões legítimas” para não querer reformar o WHITE ZOMBIE, apesar da sugestão de alguns fãs em contrário.
O assunto voltou a ganhar proporção após o show em que a banda ROB ZOMBIE executou Astro-Creep: 2000 ao vivo no RiotFest.
Enquanto as filmagens da apresentação chegavam à Internet, um fã do WHITE ZOMBIE fez um apelo apaixonado para que Rob Zombie reformasse o grupo. O fã escreveu na seção de comentários no Instagram: “Por favor, pelo amor de Deus, reúna o WHITE ZOMBIE. As razões que você deu no passado para não querer fazer isso… honestamente não fazem sentido. Primeiro você disse que as reuniões nunca são boas, e que é melhor deixar cadáveres repousarem. Hein? E o GUNS N ‘ROSES, o MISFITS? Reuniões são amadas, são totalmente bem-vindas e completamente incríveis. Uma reunião do WHITE ZOMBIE tem chance zero de ser ruim.
“A segunda razão que você deu é que suas plateias nos dias de hoje ‘mal reagem’ às músicas do WHITE ZOMBIE. Bem, talvez elas reagissem melhor se essas músicas não fossem abandonadas. Eu posso prometer a você que milhares de pessoas ainda amam e apreciam aqueles álbuns que você lançou nos anos 80 e 90. Uma turnê do WHITE ZOMBIE seria um enorme sucesso.
“Eu te amo, Rob, mas eu tenho que ser honesto… Eu acho que a verdade é que você acha que é bom demais para pegar o telefone, ligar para a Sean [Yseult, ex-baixista do WHITE ZOMBIE e ex-namorada de Rob] e os caras… e fazer a bola rolar de novo. Eu não sei se tem algum lance de ciúmes entre Sean / Sherri [Moon Zombie, esposa de Rob] que fez vocês se separarem, em primeiro lugar… Quer dizer, é meio que engraçado, você desmontou o WHITE ZOMBIE, mas levou o baterista com você… Mas de qualquer forma, basta fazer uma reunião com o WHITE ZOMBIE. Você não tem nenhuma boa razão para não fazer isso.”
Rob tomou conhecimento do comentário do fã e respondeu pessoalmente via Instagram, escrevendo: “Eu sempre fico impressionado com a forma como as pessoas podem falar com tanta autoridade sobre assuntos sobre os quais não sabem absolutamente nada.
“Eu tenho muitas razões legítimas para não querer reformar o WHITE ZOMBIE. Só porque você não as conhece, não significa que elas não existam. Nem tudo é da conta de todos.”
Yseult foi perguntada pelo jornalista Mitch Lafon sobre sua reação ao descobrir que Rob estava buscando uma carreira solo após a separação do WHITE ZOMBIE em 1997. Ela disse: “Primeiro de tudo, eu sabia que estávamos nos separando – não foi uma grande surpresa – mas foi meio que um tapa na cara para mim e Jay [Yuenger, ex-guitarrista do WHITE ZOMBIE] quando aconteceu… Depois de um ano, nós deveríamos fazer uma pausa, e então iríamos nos ligar e conversar sobre como voltar e fazer um disco. Eu sabia que não estávamos realmente voltando, mas literalmente, o que veio depois… Jay e eu dissemos: ‘Temos mais riffs. Adoraríamos escrever mais músicas’. E Rob ficava dizendo: ‘Não, não, não. Acho que terminamos’. E o que você vai fazer? Você não pode obrigar o vocalista a cantar. [risos] Mesmo que o nosso empresário nos tenha dito que deveríamos continuar e seguir com o nome WHITE ZOMBIE, conseguir um novo vocalista, nós dois recusamos isso. Mas o tapa na cara foi que o álbum solo de Rob saiu no dia seguinte, então ele passou esse ano fazendo um disco, sabendo que o WHITE ZOMBIE não seria uma banda de novo. Isso foi um pouco… você sabe… sei lá. Mas, tipo, quem se importa? Eu não me importei. Mudei para Nova Orleans. Eu sabia que já tínhamos terminado de qualquer maneira.”
O WHITE ZOMBIE se separou em 1997 e Rob Zombie lançou uma carreira solo de sucesso em 1998. Ele disse ao The Pulse Of Radio que hoje em dia grande parte do seu público não está nem familiarizado com as antigas músicas do WHITE ZOMBIE. “As plateias são muito, muito jovens e eu tenho percebido isso com o setlist também, porque, você sabe, com o passar do tempo, nós realmente estamos tirando o material do WHITE ZOMBIE do set, pois tenho percebido que não está funcionando como costumava”, disse ele. “Parece que essas músicas soam velhas para as pessoas e isto é muito estranho.”
A banda ROB ZOMBIE começou a trabalhar no sucessor de The Electric Warlock Acid Witch Satanic Orgy Celebration Dispenser (2016) no inverno passado. O novo LP deve ser lançado no final deste ano.
Rob Zombie também começou a produzir seu próximo filme, uma continuação de seu bem sucedido filme de horror de 2005, The Devil’s Rejects, que será chamado 3 From Hell.
De acordo com o The Pulse Of Radio, o fundador e vocalista e guitarrista do SMASHING PUMPKINS, Billy Corgan, não mediu palavras ao se referir a ex-baixista da banda, D’arcy Wretzky em entrevista ao New York Times nesta quinta-feira (22), dizendo que ele não a viu durante 19 anos e que ficou horrorizado ao saber que ela compartilhou sua correspondência privada sobre a próxima turnê de reunião SMASHING PUMPKINS online. Corgan explicou: “Eu acho que o que ela fez demonstra porque ela não poderia estar envolvida. Eu estava vulnerável, compartilhei as coisas e confiei que havia uma razão para dar uma chance, apesar da abundância de evidências empíricas de que essa decisão não era sábia.”
Corgan acrescentou que a ponte entre ele e Wretzky – com quem ele começou a reconstruir sua amizade há dois anos – agora está queimada “para sempre”. Ela não participará da reunião, que também inclui o guitarrista original James Iha e o baterista Jimmy Chamberlin.
O Times também falou com a própria Wretzky, que disse que Corgan a enganou sobre a reunião. Ela revelou: “Ele estava me enrolando e me usando para poder dizer que era, na verdade, uma reunião de todos os membros. Billy pode ser incrivelmente charmoso, engraçado e divertido, mas quando se trata de dinheiro, dar crédito onde o crédito é devido e qualquer tipo de situação de trabalho, ele não é legal”.
Wretzky disse que havia desentendimentos sobre como os membros seriam pagos, com Corgan recebendo o dobro do que os outros. Ela acrescentou: “Eu realmente queria fazer essa turnê pelas razões certas. Se todo mundo estivesse fazendo isso de graça, eu teria feito isso de graça”.
A atual formação ‘quase’ original do SMASHING PUMPKINS tem trabalhado na gravação de dois EP’s, com a primeira das novas músicas chegando ao público em maio.
A turnê Shiny And Oh So Bright, que se concentrará nos cinco primeiros álbuns da banda, começa em 12 de julho em Glendale, Arizona (EUA).
A banda finlandesa AMORPHIS lançará seu novo álbum de estúdio, Queen Of Time, em 18 de maio, via Nuclear Blast. A sequência de Under The Red Cloud de 2015 incluirá o uso de cordas reais, flautas, arranjos orquestrais e até mesmo coros. Além disso, esta será a primeira vez que os fãs poderão ouvir o letrista Pekka Kainulainen em um álbum do AMORPHIS, já que ele participa fazendo um discurso em finlandês. Você pode ouvir a faixa de abertura do novo disco, The Bee, abaixo.
O guitarrista Esa Holopainen comenta a nova faixa: “Esta música é uma poderosa abertura, e dá uma boa ideia do que é o álbum todo. Você já poderá ouvir alguns elementos novos, como coros e arranjos orquestrais.”
O vocalista Tomi Joutsen complementa: “Claro, a inspiração lírica é uma abelha, também de uma maneira metafórica. A menor coisa às vezes pode ser a coisa mais importante. Uma abelha pode trazer vida, ou, se destruirmos todas as abelhas, a vida vai acabar. É um animal muito bonito, é por isso que você pode encontrá-la na capa do álbum também. A faixa em si é uma espécie de progressivo e tenho certeza que surpreenderá os fãs de uma forma positiva. Nós amamos ela!”
Queen Of Time foi mais uma vez produzido por Jens Bogren (OPETH, AMON AMARTH, KREATOR), que é conhecido por desafiar e motivar os músicos durante o processo de gravação.
Queen Of Time será também o primeiro álbum do AMORPHIS a apresentar o antigo baixista da banda, Olli-Pekka “Oppu” Laine, após a partida de Niclas Etelävuori em 2017. Oppu foi um dos membros fundadores do AMORPHIS em 1990 e gravado os primeiros sete discos com a banda antes de sair do grupo na primavera de 2000.
O guitarrista Esa Holopainen comentou o retorno do antigo parceiro: “Para ser sincero, Oppu foi o único cara que poderíamos imaginar no AMORPHIS. Foi divertido – quando começamos a tocar os nossos primeiros shows juntos novamente no verão passado, foi tudo muito natural.”
“Depois de 18 anos, parece que estamos voltando ao que éramos nos tempos antigo!”, ele acrescenta. “Estou ansioso para a próxima turnê. O novo álbum em si é muito forte, o único problema será escolher quais músicas tocaremos ao vivo! É seguro dizer que estamos preparados para fazer alguns shows matadores ao longo dos próximos anos. Depois disso, estou prevendo uma longa e frutífera carreira para a banda com sua formação atual … “
A capa também repete o artista de Under the Red Cloud, o francês Jean-Emmanuel “Valnoir” Simoulin (ANTAEUS, BEHEMOTH, ALCEST, PARADISE LOST, WATAIN, etc), que buscou representar toda a intrincada concepção lírica de Pekka Kainulainen, o letrista do AMORPHIS.
O ‘lyric video’ oficial da música Desert Flower, do AURI, projeto que conta com o vocalista/tecladista do NIGHTWISH, Tuomas Holopainen e sua esposa, a popular cantora finlandesa Johanna Kurkela, pode ser visto abaixo. A faixa é parte do álbum de estreia autointitulado do AURI, lançado ontem (23 de março) via Nuclear Blast.
O AURI começou como um trio, três pessoas unidas em uma necessidade compartilhada de ouvir uma espécie de música que não pode ser descrita apenas por palavras. Um tipo mágico de som que poderia ser ouvindo enquanto se cai no buraco de coelho de Alice.
A primeira música nascida dessa mentalidade, Aphrodite Rising, apareceu em 2011. E, lentamente, a terra se abriu novamente e dez outras faixas emergiram do pó do solo.
Assim, o trio foi formado. Kurkela emprestou sua voz única, enquanto Holopainen e o compositor e multi-instrumentista inglês Troy Donockley (também do NIGHTWISH) lançaram seus feitiços em vários instrumentos. Usando músicos convidados e amigos cuidadosamente selecionados, o álbum finalmente toma sua verdadeira forma sob a direção do engenheiro de som Tim Oliver, tudo dentro do esplendor pastoral do estúdio Real World, localizado no sul da Inglaterra.
Tudo começa com uma visão. Uma imaginação virtuosa pairando auspiciosamente no ar, composta de fragmentos multifacetados e ideias que gradualmente se tornam mais concretas, lentamente tomando forma e depois se formando fora da mente de seus criadores como um novo projeto. Completamente inesperado, é apenas um processo natural e fluido. Isto é exatamente o que aconteceu com esses três excelentes músicos de sucesso internacional que criaram uma joia musical sob a forma do AURI, que brilha ainda mais intensamente do que a brilhante Estrela Polar no céu noturno. Kurkela, Holopainen e Donockley fazem sua estreia homônima em uma viagem de fadas através do tempo e do espaço, longe do aqui e agora, nos lembrando as fantásticas aventuras de Alice no País das Maravilhas.
Cascatas de som abrangentes cheias de momentos mágicos e surrealistas que tocam todos os sentidos nos aguardam; Às vezes, saudoso e sonhador, então novamente excitante e intenso. O AURI celebra uma espécie de etno pop épico-romântico que parece flutuar em esferas pitorescas, intangíveis, mas que desencadeiam sons de várias facetas, com faces e imagens poderosas. Essas cascatas de som são baseadas em sons tradicionais celtas, sequências de sonhos atmosférico-cinematográficas, melodias melancólicas e um toque de mistificação transfigurada; instrumentação bela produzindo uma profundidade insondável.
O AURI é o resultado de uma paixão compartilhada. Todos estiveram envolvidos em tudo. No entanto, Tuomas Holopainen não quer revelar muito sobre as músicas e suas histórias, “uma vez que o ouvinte deve trazer sua própria história para as músicas – afinal, isso é o que torna o álbum tão bonito. Vive da imaginação única de cada pessoa!” diz o compositor. “Mas o que posso dizer é que alguns dos conteúdos e as letras das músicas são inspirados nos livros de Patrick Rothfuss. Talvez pessoas que conheçam esses livros e essas histórias reconheçam alguns paralelos e certos cenários, mas acredite em mim, o álbum vai ainda além.”
Quando Tuomas descreve Auri com suas próprias palavras, ele não pode deixar de sorrir. “Apenas alguns dias atrás, tivemos essa conversa dentro da banda e pensamos na melhor maneira de descrevê-la”, diz ele. “Dois termos chegaram à nossa mente, música de buraco de coelho e metal celestial. Obviamente, você pode ouvir influências de música folk, música celta, trilhas sonoras – toda essa música que amamos e adoramos, mas categorizar o estilo é realmente impossível. Deixe isso para os ouvintes. “
Atualmente, uma turnê não está planejada, mas uma coisa já está certa: “Isso definitivamente não é apenas coisa de um álbum!” Então, sente-se, feche seus olhos e deixe-se cair nas profundezas. Um mundo de maravilhas e milagres espera por trás dos espelhos.
O supergrupo sueco THE NIGHT FLIGHT ORCHESTRA – que conta com membros do SOILWORK e do ARCH ENEMY – completou o trabalho em seu quarto álbum de estúdio. A ser lançado no final do ano pela Nuclear Blast, o disco – ainda sem título – foi novamente produzido pelos próprios membros da banda e gravado nos estúdios Handsome Hard Music / Larsson, assim como no Nordic Sound Lab em Skara, na Suécia. A mixagem foi feita pelo guitarrista/percussionista Sebastian Forslund, e a masterização foi feita por Thomas “Plec” Johansson no The Panic Room.
Segundo o comunicado divulgado pela banda, “THE NIGHT FLIGHT ORCHESTRA retorna com um novo capítulo em sua ópera espacial, que começou com Amber Galactic.
“Desta vez, as comandantes espaciais querem ainda mais vingança do que antes, o espaço é ainda mais infinito, e a quantidade de champanhe necessária para manter essa nave à tona e à deriva no cosmos é provavelmente ilegal na maioria dos planetas!
“Sem nunca olhar para trás, a NIGHT FLIGHT ORCHESTRA corajosamente vai aonde nenhum homem ou mulher jamais foi antes, e com este álbum eles deram mais um passo em sua jornada para elevar o rock clássico de um gênero musical em uma experiência totalmente imersiva e transcendental.”
Com bom humor, a nota continua:
“Prepare-se, pois os riffs serão mais ‘rifados’, os vocais serão mais guturais, os sintetizadores irão envolver você, o AOR será mais AOR, as músicas longas serão mais longas, as músicas curtas serão mais curtas, o baixo vai seduzi-lo, a bateria vai te destruir, o groove vai hipnotizar e paralisar você. Você consegue lidar com isso? “
O terceiro álbum de estúdio do THE NIGHT FLIGHT ORCHESTRA, Amber Galactic, foi lançado em maio de 2017 via Nuclear Blast. O disco seguiu os dois lançamentos anteriores do THE NIGHT FLIGHT ORCHESTRA, Internal Affairs (2012) e Skyline Whispers (2015).