Categoria: Roadie News

  • RADIO MOSCOW – Power Trio fincado nos anos 60 e 70

    RADIO MOSCOW – Power Trio fincado nos anos 60 e 70

    A quarta passagem do Radio Moscow pelo Brasil é um convite a todos que curtem o bom e velho rock’n’roll. Serão cinco shows – dias 27 (Palmas), 28 (Florianópolis), 29 (São Paulo) e 31 de março (Aldeia Velha) e dia 1º de abril (Rio de Janeiro) – para Parker Griggs (guitarra e vocal), Anthony Meier (baixo) e Paul Marrone (bateria) mostrarem a força do quinto disco, o ótimo “New Beginnings” (2017), e confirmar que a bandeira do estilo está mesmo em boas mãos. Formado em 2003, o power trio americano é um dos principais representantes de uma geração que nada contra a maré ao abraçar as raízes fincadas nos anos 60 e 70, mas sem soar datada. O grupo traz para os dias de hoje um passado revigorado, e não faltam improvisos, longos solos de guitarra, feeling e talento em cima do palco. Prepare-se para alta doses ao vivo de música boa e visceral, e aumente o volume – porque vale a pena conferir também “Radio Moscow” (2007), “Brain Cycles” (2009), “The Great Escape of Leslie Magnafuzz” (2011) e “Magical Dirt” (2014) – enquanto devora as palavras do líder Griggs, que respondeu já em solo brasileiro às perguntas que enviamos para ele.

    Creio que vocês já estejam bem familiarizados com o público do Brasil, então talvez não haja mais aquele sentimento de novidade. Mas há algo especial nesta nova turnê pelo país? Parker Griggs: É sempre uma nova experiência para nós, porque é mais uma oportunidade de conhecer pessoas novas e interessantes, fazer novos amigos e ouvir novas e incríveis bandas brasileiras. Estamos muito empolgados com o festival na floresta que muitos de nossos amigos brasileiros têm falando tanto (N.R.: o Aldeia Rock Festival, em Aldeia Velha, no estado do Rio de Janeiro). Aliás, é uma felicidade saber que alguns dos grupos com os quais dividimos o palco em turnês passadas também estarão no festival, como Quarto Astral e The Mountain Session, por exemplo.

    Perguntei porque a novidade está na apresentação em Palmas, no Tocantins. Não é um lugar muito comum para shows de rock, diga-se. Você está ciente disso? Parker: Ouvi dizer que faremos o primeiro show internacional de rock na cidade de Palmas, e isso é absolutamente incrível! Falaram para mim que os promotores locais realmente se esforçaram para que isso acontecesse, então espero que mais bandas comecem a tocar por lá depois de nós. É sempre bom saber que há uma nova cena em ascensão e que, a despeito das dificuldades, um público mais jovem está se conectado à música que fazemos e ao rock’n’roll em geral.

    Dito isso, quais são suas lembranças das experiências anteriores (N.R.: o Radio Moscow fez turnês no Brasil em 2014, duas vezes, e 2016). Parker: As lembranças são sempre as mais doces, porque aqui as pessoas são muito amáveis e nos tratam bem demais. É difícil expressar todos os sentimentos em poucas palavras, mas eu diria que estamos sinceramente agradecidos por todo o amor e energia positiva que recebemos daqueles que encontramos nos shows, incluindo as bandas com as quais tocamos e fazemos jams.

    “New Beginnings” é o primeiro disco do Radio Moscow pela Century Media, então o que mais mudou para a banda desde que assinou com o selo? Parker: Nós já excursionamos na América do Norte e na Europa para promover o novo álbum, mas depois desta viagem pela América do Sul (N.R.: o trio passa também por Argentina, Uruguai e Chile) voltaremos à Europa para mais festivais e outros shows como atração principal, então ainda estamos tentando entender essa mudança como um todo. No entanto, o simples fato de termos assinado com uma gravadora maior tem sido encarado por muitos como uma mudança no jogo, e isso tem mesmo ajudado na divulgação da banda e do “New Beginnings”. E também foi bom porque a Abraxas, nosso agente aqui, funciona como gravadora e pôde fazer um acordo de licenciamento com a Century Media para lançar e distribuir nossos discos na América do Sul. Curiosamente, no passado isso não era possível por causa da política de nossa antiga gravadora (N.R.: Alive Records). De fato, acreditamos que as coisas estão mudando para melhor.

    Imagino que o nome do novo álbum está relacionado a essa nova fase… Parker: Sim, definitivamente! É o segundo trabalho com a atual formação, e Paul, Anthony e eu sentimos que estamos crescendo e ficando cada vez mais conectados musicalmente à medida que o tempo vai passando (N.R.: Marrone, que havia passado pela banda em 2010, entrou definitivamente em 2012, e Meier, em 2013). Eles estão contribuindo mais no processo de composição, e o fato de escutarmos os mesmos discos em nossas casas torna mais fácil para todos nós fazer jams, criar, gravar e tocar.

    É natural que as pessoas relacionem o Radio Moscow a você, mas devo dizer que as baquetas finalmente encontrarem seu dono em Paul Marrone. A química está mesmo muito boa atualmente, não? Parker: E está ficando melhor a cada dia! Paul é um amigo de longa data, e sou fã dele como músico. Ele toca baixo no Alpine Fuzz Society, banda que tenho com Mario Rubalcaba, baterista do Off! e do Earthless, então estamos constantemente fazendo jams e conversando sobre música. Quando vi pela primeira vez o Anthony tocando, tive certeza de que se encaixaria perfeitamente no Radio Moscow. E ele mostrou ser muito profissional logo nas primeiras jams e nos primeiros shows, mostrou estar interessado em tocar quantas músicas do Radio Moscow fossem possíveis ao mesmo tempo em que adicionou um toque pessoal nas linhas de baixo e nos riffs. Paul e Anthony já fizeram parte ou ainda tocam em alguns grupos de progressivo psicodélico na região de San Diego, como Astra, Sacri Monti e Birth, então eles são definitivamente pessoas com as quais você deve formar uma banda. Sou um felizardo por ter essas caras ao meu lado nos últimos cinco anos ou mais.

    Minha primeira impressão ao ouvir “New Beginnings” foi que você optou por uma abordagem mais forte nos vocais, que estão mais rasgados, como se você tivesse tomado uma garrafa de uísque antes das gravações. Foi intencional? Parker: (rindo) Talvez, porque você pode incluir muitos cigarros aí (risos). Mas estou tentando largar gradualmente os dois (risos). Nós também tentamos criar uma atmosfera mais sombria e obscura no novo álbum, certamente uma abordagem mais pesada em nossa música, e provavelmente isso é um reflexo desses tempos sombrios que estamos vivendo.

    As guitarras são outro ponto alto do disco, com vários riffs e solos lancinantes e cheios de feeling. O trabalho ficou ainda melhor que o de “Magical Dirt”, e canções como “Driftin’” e “Last to Know” são grandes exemplos disso. Parker: Muito obrigado, cara! Bem, eu não sei como chego a isso, porque não realmente não faço mais nada o dia inteiro a não ser tocar guitarra, então encaro o que você falou como um elogio, mesmo. Sim, com certeza essas músicas são algumas das que têm um trabalho de guitarra muito mais intenso. E acredito que nosso talento para compor também melhorou bastante.

    E creio que a principal inspiração para “No One Knows Where They’ve Been” foi Jimi Hendrix, não? Parker: Sim, porque Hendrix é sempre uma influência. Neste caso, a música foi originalmente composta por Paul e gravada pelo Cosmic Wheels, sua outra banda. Decidimos fazer uma versão dela para “New Beginnings”, e pelo visto posso dizer que funcionou muito bem.

    Ainda sobre o novo álbum, preciso citar as minhas duas favoritas. “Pick Up the Pieces” soa como se tivesse sido composta ao vivo e com a banda em cima do palco, enquanto “Dreams” deve ficar ainda melhor nos shows, com aqueles solos ganhando continuação numa jam. Parker: Nós adoramos fazem jams. O fato de não haver regras a serem seguidas durante um improviso nos leva a diferentes direções dentro de um mesmo tema musical, assim exploramos nossos limites criativos e algumas vezes até mesmo os ultrapassamos. Ao adicionar uma jam a uma música construída de maneira regular, você enriquece essa música. Gostamos de riffs fortes e pesados, de versos e refrãos pegajosos, mas também gostamos de criar esses interlúdios com jams nas quais o ouvinte ficará imerso nas texturas musicais mágicas que tentamos elaborar. Quanto mais rápido o ouvinte mergulhar nessa jam que é uma viagem psicodélica, mais rápido ele volta à realidade com um soco dado por nossos pesados riffs e pelo andamento da canção, que segue em frente!

    Esta é uma pergunta que tenho feito a alguns músicos: os últimos anos têm apresentado um sem-número de bandas inspiradas naquelas que começaram tudo. Algumas são mais bluesy, e outras, mais pesadas, mas o foco é o rock’n’roll clássico. Radio Moscow, Kadavar, Vintage Trouble, The Vintage Caravan, Blues Pills, Rival Sons, Inglorious e por aí vai… Como você explicaria esse, digamos, movimento? Parker: Acredito que as pessoas cansaram daquele som superproduzido dos anos 80 e de parte dos anos 90, então elas começaram a criar e a tocar música mais orgânica, analógica mesmo, inspirada em seus ídolos das décadas de 60 e 70. E foi graças à internet que, de repente, vários grupos underground oriundos dessa época de ouro do rock’n’roll começaram a ganhar visibilidade, assim nós fomos cavar mais e mais fundo para descobrir muitas joias que estavam enterradas. E as compartilhamos com os amigos. Assim surgiu essa nova geração, da qual nós e todas essas bandas que você mencionou fazemos parte. Isso aconteceu em vários países, incluindo o Brasil, porque vocês possuem uma cena de rock retrô muito rica. A luz acendeu sob nossas cabeças, então pensamos: ‘Podemos fazer parte da história do rock’n’roll, podemos continuar trilhando aquele caminho que foi esquecido no fim da década de 70.’ O que quero dizer é que continuamos escrevendo a história, porque não é apenas venerar o que foi feito nos anos 60 e 70. Temos nossas influências e referências, mas estamos sempre olhando para o futuro.

    E a natureza está seguindo o seu curso de diversas maneiras. Motörhead, Black Sabbath e Rush se foram, o Slayer está se despedindo… Em mais cinco ou dez anos, as bandas que crescemos ouvindo não estarão mais na ativa. Que tipo de futuro você espera para a sua geração? É uma transição normal ou uma enorme responsabilidade? Parker: Se é isso que precisa acontecer, então vamos deixar acontecer. Houve a época da música clássica, com Mozart, Bach e por aí vai, mas então as aulas de violino e piano foram deixadas para trás porque os garotos começaram a pedir um violão de Natal a seus pais. Aí veio a guitarra, e o rock’n’roll estabeleceu padrões completamente novos na produção e no consumo de música. Isso durou várias décadas, mas hoje um garoto com um laptop pode ser tornar a próxima estrela da música. Isso deveria fazer sentido? (risos)

    “Modas vêm e vão, mas a ideia de um grupo de garotos se juntando numa garagem para tocar o tipo de música que faz os vizinhos chamar a polícia… Isso é para sempre.” A frase está no Facebook do Radio Moscow, então, por mais que a música esteja seguindo um caminho estranho, há esperança enquanto os mais jovens ainda estão descobrindo Jimi Hendrix e The Allman Brothers Band, por exemplo. Parker: E acredito que o rock’n’roll é mesmo sobre isso, cara! É autoexpressão através da música, exatamente como fizeram Jimi Hendrix e Allman Brothers, que você mencionou. O desejo de realizar mudanças positivas é o que dá forma ao rock’n’roll, é o que deixa a sua chama viva e acesa!

    Bom, eu tenho de trazer esse assunto à tona, mas fique à vontade para não responder. Nem todos sabem que dois dos integrantes originais do Blues Pills fizeram parte do Radio Moscow. Você gostaria de dar a sua versão para o que levou Zach Anderson e Cory Berry (N.R.: baixista e baterista, respectivamente) a abandonarem a banda durante um show? Parker: Se você não se importar, eu prefiro realmente não falar sobre isso (N.R.: em 2011, Griggs e Berry foram às vias de fato durante uma apresentação, e o líder do Radio Moscow foi atingido na cabeça por uma guitarra atirada contra ele).

    Para terminar, quais são seus cinco discos favoritos? Parker: É difícil listar e até mesmo lembrar todos, mas citaria “Blues from Laurel Canyon” (1968), de John Mayall, e todos os álbuns do Fleetwood Mac enquanto Peter Green ainda estava na banda. Há bons discos de algumas bandas underground dos anos 60 e 70, como H.P. Lovecraft, T2, Master’s Apprentice, Jerusalem e Bull Angus, e também sou grande fã de Pappo’s Blues, da Argentina, e de Lanny Gordin, guitarrista brasileiro.

    É isso, Parker, e obrigado pela entrevista. Parker: Muito obrigado a você, cara! Espero vê-lo e também todos os fãs nos shows! Adoramos o Brasil! Cuidem-se!

  • CHILDREN OF BODOM: Começam hoje as gravações do novo álbum

    CHILDREN OF BODOM: Começam hoje as gravações do novo álbum

    A banda finlandesa CHILDREN OF BODOM está entrando no estúdio hoje para começar a gravar seu décimo álbum completo de estúdio, que deverá ser lançado ainda em 2018. A sequência de I Worship Chaos de 2015 será mais uma vez gravada no estúdio da banda, o Danger Johnny Studios em Helsinque (Finlândia), onde os dois últimos álbuns do grupo foram concebidos. Comandando as sessões para o novo disco estará o produtor Mikko Karmila, que trabalhou em I Worship Chaos (2015) e em Halo Of Blood (2013).

    O guitarrista/vocalista do CHILDREN OF BODOM, Alexi Laiho descreveu o Danger Johnny como “um tipo de quartel-general do COB, onde tudo acontece. Temos um espaço de ensaio, estúdio e armazém onde podemos manter nosso backline, nossos carros, há uma área de lazer, então é muito legal. Tudo de I Worship Chaos foi gravado lá, incluindo a bateria. É incrível, porque dispensa ter que reservar tempo de estúdio e gastar montes de dinheiro em gravações. É uma ‘vibe’ diferente se comparada à gravação em casa, e foi por isso que fui para lá algumas semanas antes de começarmos a gravar. Estávamos precisando de duas músicas e eu percebi que faria mais coisas se estivesse lá o tempo todo”.

    A recente turnê norte-americana do CHILDREN OF BODOM foi parte da comemoração do 20º aniversário do lançamento de seu álbum de estreia, Something Wild. O giro de 24 dias incluiu uma aparição no festival Ozzfest Meets Knotfest do ano passado.

  • ONSLAUGHT perde guitarrista e baterista

    ONSLAUGHT perde guitarrista e baterista

    Um dos mais longevos e reconhecidos nomes do thrash metal britânico, o ONSLAUGHT, anunciou a saída do guitarrista Iain “GT” Davies e do baterista Mic Hourihan. De acordo com o grupo, “Mic e Iain tomaram a decisão de deixar o ONSLAUGHT logo após a última turnê terminar, a fim de se concentrarem em suas outras bandas e projetos”.

    O ONSLAUGHT já garantiu substitutos para Davies e Hourihan, embora suas identidades ainda não tenham sido reveladas.

    O guitarrista do ONSLAUGHT, Nige Rockett, afirmou: “Os novos caras estão arregaçando, e serão anunciados para vocês muito em breve. Acredite em mim, a banda nunca soou tão agressiva e tão focada!”

    A nova formação do ONSLAUGHT se apresentará no festival Bloodstock Open Air deste ano em agosto no Reino Unido.

    O sucessor para VI de 2013 será gravado durante os próximos meses para o lançamento do final de 2018. “As músicas foram escritas, as faixas demo gravadas e a máquina de debulhar está avançando a todo vapor”, diz a banda. “Este disco está se moldando para ser o ataque de thrash metal mais vicioso e contundente do ONSLAUGHT!”

    O ONSLAUGHT lançou um CD/DVD ao vivo, Live At The Slaughterhouse, em fevereiro de 2016, via AFM. O set de 13 músicas capturou duas apresentações no Reino Unido (Bristol e Londres) com a formação Sy Keeler (vocal), Nige Rockett (guitarra), Leigh Chambers (guitarra), Jeff Williams (baixo) e Mic Hourihan (bateria).

  • Festival ROCK ON THE RANGE confirma o ‘cast’ diário para edição 2018

    Festival ROCK ON THE RANGE confirma o ‘cast’ diário para edição 2018

    A organização do tradicional festival anual Rock On The Range, que este ano ocorre entre os dias 18 e 20 de maio no Mapfre Stadium em Columbus, Ohio (EUA) confirmou o ‘line-up’ diário das bandas que se apresentarão nesta edição:

    Sexta-feira, 18 de maio: Alice In Chains, A Perfect Circle, Breaking Benjamin, Machine Gun Kelly, Greta Van Fleet, Underoath, Body Count, Quicksand, 10 Years, The Bronx, Emmure, Power Trip, Hawthorne Heights, Turnstile, Senses Fail, The Fever 333, Dance Gavin Dance, I See Stars, Mutoid Man, Spirit Animal

    Sábado, 19 de maio: Avenged Sevenfold, Stone Sour, Three Days Grace, Bullet For My Valentine, Black Veil Brides, Asking Alexandria, Tech N9ne, Trivium, Andrew W.K., Atreyu, Miss May I, New Years Day, From Ashes To New, Stick To Your Guns, Cane Hill, Wilson, Grandson, My Ticket Home, Like Moth To Flames, Them Evils

    Domingo, 20 de maioTool, Godsmack, Stone Temple Pilots, The Used, BABYMETAL, I Prevail, Baroness, Yelawolf, Code Orange, Red Sun Rising, Anti-Flag, We Came As Romans, Tyler Bryant & The Shakedown, Like A Storm, Toothgrinder, Shaman’s Harvest, Shim, Stitched Up Heart, Joyous Wolf

    Mais informações podem ser obtidas nos endereços:
  • Primeiro disco da formação clássica do EXCITER em mais de 30 anos, está em pré-produção

    Primeiro disco da formação clássica do EXCITER em mais de 30 anos, está em pré-produção

    A formação original reunida dos pioneiros do thrash/speed metal canadense EXCITER está se preparando para entrar no estúdio para começar a gravar seu primeiro álbum em mais de três décadas. Esta será a primeira vez que o guitarrista John Ricci, o baterista/vocalista Dan Beehler e o baixista Allan Johnson, entraram em estúdio juntos desde a reunião da banda em 2014.

    “Acabamos de entrar em pré-produção”, disse Beehler ao canal The Metal Voice, do Canadá, em uma nova entrevista. “Está demorando muito, porque, como muitas outras bandas, nós não trabalhamos nisso todos os dias. E com os shows ao vivo e os ensaios, está demorando um pouco, mas está chegando lá. Estamos muito animados com ele – nós gostamos do material – e assim que terminarmos com a pré-produção, vamos entrar no estúdio e começar a gravá-lo, então eu tenho certeza que em algum momento no ano que vem ele será lançado.”

    Sobre a direção musical do novo material do EXCITER, Beehler disse: “É difícil dizer – estamos ainda muito no início – mas até agora, acho que é uma combinação dos primeiros três álbuns”. O vocalista também deixou claro que sabe quanta pressão essas suas palavras poderão gerar, já que os primeiros discos do EXCITER são considerados clássicos do heavy metal: “eu sei que o mundo inteiro está nos pressionando para garantir que o álbum seja tão bom ou próximo dos três primeiros, mas nós somos os caras que os escreveram e voltamos todos esses anos depois, então é natural fazê-lo. E esperamos que todos gostem quando ele for lançado.”

    A formação original da EXCITER gravou três álbuns clássicos nos anos 80 – Heavy Metal Maniac (1983), Violence & Force (1984) e Long Live the Loud (1985) – antes de John Ricci deixar o grupo e ser substituído por Brian McPhee.

    O álbum mais recente do EXCITER, Death Machine, contou apenas com Ricci da formação original, e foi lançado em outubro de 2010 pela Massacre Records.

  • PEARL JAM & ROYAL BLOOD – Rio de Janeiro/RJ, 21/03/18

    PEARL JAM & ROYAL BLOOD – Rio de Janeiro/RJ, 21/03/18

    Não foi a primeira e certamente não será a última vez do Pearl Jam no Brasil – e no Rio de Janeiro, para ser mais preciso –, mas era a segunda vez que tocava no Maracanã, praticamente o quintal da casa, então foi inevitável atender ao chamado. E a decisão de finalmente conferir a banda ao vivo nada tem a ver com qualquer aversão ao grunge, uma vez que o movimento serviu tanto para o bem, caso de grupos como Alice in Chains e Soundgarden, como para o mal – a rigor, seu principal representante, aquele aborto musical malsucedido chamado Nirvana.

    No caso deste escriba, a verdade é uma só: a paciência foi gradativamente acabando depois do álbum de estreia, o excelente Ten (1991). De fato, ela durou pouco. Foi até Vitalogy (1994), mas como quem sabe faz ao vivo… Mas antes teve o Royal Blood e a curiosidade de ver o que Mike Kerr (vocal, baixo e teclados) e Ben Thatcher (bateria) aprontariam agora que têm dois álbuns na discografia – Royal Blood (2014) e How Did We Get So Dark? (2017). Resumindo, o que a experiência havia acrescentado ao trabalho dos ingleses depois da apresentação no Palco Mundo do Rock in Rio em 2015.

    O resultado prático continua o mesmo. A dupla passa de ano graças àquela média entra as boas intenções em estúdio e a óbvia e esperada ausência de dinâmica no palco. Kerr troca de baixo música sim, música também, o que deixa um vácuo que se torna ainda mais incômodo num estádio. Em um momento o instrumento é um de quatro cordas, em outro tem cinco, e algumas vezes as duas primeiras cordas têm espessura menor porque é preciso um timbre para a execução de um, digamos assim, solo.

    “É uma honra voltar a um de nossos lugares favoritos no mundo”, disse ele enquanto era preparado o teclado para “Hole in Your Heart”, como se os intervalos entre as canções já não fossem grandes o suficiente. Leve em consideração que até mesmo Thatcher foi à frente do palco, antes de “Figure it Out”, para puxar palmas da plateia. Ele ainda repetiu o feito em “Out of the Black”, na qual é o destaque com uma levada bem criativa, indo até o pit para fazer média com quem já esperava ansiosamente pelos anfitriões da noite. E que chegou a ser distraído com o funcional joguinho de dividir a plateia em direita e esquerda.

    Talvez os 55 minutos de show tivessem funcionado melhor num local menor e fechado. No entanto, apesar da ausência de um terceiro instrumento – desculpa aí, mas rock tem que ter guitarra – e de um frontman de carteirinha, as boas ideias estão lá. “Come on Over” conta com um refrão muito legal, “I Only Lie When I Love You” possui um agradável quê de Beatles, “Little Monster” e “Hook, Line & Sinker” apresentam ótimos e pesados riffs de baixo, e “Loose Change” tem um groove que remete ao soul e funk de gente grande.

    Só que tudo isso se mostrou descartável quando, com meia de hora atraso, os primeiros acordes de “Release” marcaram o início da apresentação do Pearl Jam. É o risco que qualquer banda corre ao abrir o show de um grande nome, mas Eddie Vedder (vocal), Mike McCready e Stone Gossard (guitarras), Jeff Ament (baixo) e Matt Cameron (bateria) apelaram – o tecladista Boom Gaspar, que acompanha o quinteto de Seattle ao vivo desde 2002, foi uma figura meramente decorativa. Com um palco belíssimo – com destaque para as 11 bolas móveis (cinco de cada lado e uma, a maior, no centro) – e uma iluminação azul, vermelho e verde em tons mais escuros, o grupo começou como se estivesse tocando num pub.

    A bela “Release” foi apenas o início de uma trilogia completamente intimista, completada por “Low Light” e “Elderly Woman Behind the Counter in a Small Town”. Foi um momento de estado transe coletivo que não chegou ao fim com “Go”: foi amplificado por uma versão arrasadora da faixa que abre “Vs.” (1993), teve um momento de baixa com “All Night” e voltou com toda força em “Animal”, não à toa, mas uma amostra do segundo disco do grupo. Os fãs foram à loucura, e os telões que já haviam captado a imagem de Chris Cornell nas costas da camisa de Cameron – ex-companheiro do saudoso vocalista no Soundgarden – pareciam ter sido programados. Até mesmo com tomadas aéreas o foco no público era sempre nos momentos certos, de mãos para o alto, cantoria e pula-pula.

    “Uma garrafa grande para um grande show”, disse Vedder ao mostrar uma das garrafas de vinho que tomou durante o show, antes de iniciar “Given to Fly”. E o vocalista fez questão de se comunicar em português na maior parte do tempo, uma simpática iniciativa ajudada por algumas folhas de papel. Desnecessário dizer que “Jeremy” provocou comoção, ou que “Corduroy” foi bem recebida, mas foi em “Even Flow” que o bicho pegou. Cortesia de McCready, é bom dizer.

    Com um longo solo – enfadonho para alguns, como o rapazinho que não parava de gritar pedindo por “Leash” –, o guitarrista mostrou de onde vem a sua inspiração. Rolaram menção a “Third Stone from the Sun”, de Jimi Hendrix, e improvisos que entregam o desejo de McCready de ser Jimmy Page (pergunte se ele usou aquela Gibson SG de dois braços…), Ace Frehley e, principalmente, Michael Schenker, seu grande herói (nota importante e necessária: o cara tem uma banda-tributo ao UFO, a Flight to Mars).

    E depois de bons momentos (“Mind Your Manners” e sua veia punk rock e a beleza de “Garden”) e outros longe disso (“Wishlist”, dedicada ao Red Hot Chili Peppers, e “Lightning Bolt”), Vedder e cia. resolveram mostrar ao vivo a primeira música inédita em cinco anos. “Can’t Deny Me” foi precedida de um breve discurso político – “Quando se tem um líder ruim, o povo deve liderar”, bradou o vocalista, que por alguns instantes usou uma máscara do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump – e teve a figuração do baterista do RHCP, Chad Smith, tocando um cowbell amarrado numa cadeira. Valeu pela experiência, porque animador mesmo foi o fim da primeira parte do show, com a energética “Porch”.

    Em um bis para bater o recorde do Kiss, que em sua turnê Alive 35 mandava ver seis músicas sem sair de cima, o Pearl Jam voltou ao palco para reiniciar os serviços de forma acústica, com “Sleeping By Myself” – do segundo disco solo de Vedder, “Ukelele Songs” (2011) – e “Inside Job”. Mas foi a trinca seguinte que voltou a levantar os ânimos, e pouca importa se apenas “Do the Evolution” tirou do chão os pés de quem estava na pista. “Daughter” e “Black” têm aquela beleza que emociona. Simples assim.

    “Esta música é para as mulheres fortes de nossas vidas. Mães, irmãs, namoradas, esposas… Fracos são os homens que não apoiam as mulheres, então ela é também para os homens que são fortes o bastante para ajudar na luta pela igualdade”, discursou Vedder antes de “Leaving Here”, canção imortalizada pelo The Who. Palavras sinceras de alguém que estava radiando felicidade – o início do bis, aliás, foi marcado por um agradecimento do vocalista ao bem comportado público, já que “há muito tempo não fazemos um show sem precisar pedir a vocês que deem um passo para trás porque pessoas estavam sendo imprensadas aqui na frente.”

    Depois de mais um alto (“Blood”) e outro baixo (“Better Man”), o Pearl Jam fez aquele que poderia ter sido um encerramento apoteótico. Precedido pelo riff de “Burn”, do Deep Purple, puxado por McCready (viu só?), “Alive” foi um momento de catarse. Na pista, nas arquibancadas, nos camarotes e também no palco, e nem mesmo as luzes do Maracanã todas acesas (sinal de que o tempo havia estourado) tiraram o brilho. E o auge não foi quando McCready entregou seu instrumento nas mãos de Josh Klinghoffer, que saiu solando como se não houvesse amanhã. O guitarrista do RCHP continuou no palco, e o Pearl Jam ganhou novamente a companhia de Smith para uma versão alucinante de “Rockin’ in the Free World” – Smith, diga-se, assumiu o comando das baquetas na metade final e acrescentou um toque ainda visceral ao clássico de Neil Young.

    Completamente alucinado, Vedder pulava e dançava como se disso dependesse sua própria vida – depois dos vários goles de vinho que tomou ao longo da noite, compreensível. Sim, ele já não estava necessariamente sóbrio, mas ainda assim não aceitou o pedido de casamento de uma fã que levou até as alianças e saiu apenas com uma foto e um aperto de mão. Ah, sim: o show de duas horas e 45 minutos terminou mesmo com “Yellow Ledbetter”, completamente dispensável àquele momento, mesmo para quem já havia assistido a um show do Pearl Jam. Para um estreante como este que vos escreve, um set de 29 músicas com 12 extraídas dos dois primeiros álbuns – sete de “Ten”, cinco de “Vs.” – apenas ratificou a opção por abandonar os discos há 24 anos.

    Fotos: Alessandra Tolc

    Set list Pearl Jam

    1. Release 2. Low Light 3. Elderly Woman Behind the Counter in a Small Town 4. Go 5. All Night 6. Animal 7. Given to Fly 8. In Hiding 9. Jeremy 10. Corduroy 11. Even Flow 12. Immortality 13. Wishlist 14. Mind Your Manners 15. Lightning Bolt 16. Garden 17. Can’t Deny Me 18. Porch Bis 19. Sleeping By Myself 20. Inside Job 21. Daughter 22. Do the Evolution 23. Black 24. Leaving Here 25. Blood 26. Better Man 27. Alive 28. Rockin’ in the Free World 29. Yellow Ledbetter
    Set list Royal Blood
    1. Where Are You Now? 2. Lights Out 3. Come on Over 4. I Only Lie When I Love You 5. Little Monster 6. Hook, Line & Sinker 7. Hole in Your Heart 8. Loose Change 9. Figure it Out 10. Out of the Black
  • ROB HALFORD, sobre o governo Trump: “Sempre tem um Darth Vader por aí”

    ROB HALFORD, sobre o governo Trump: “Sempre tem um Darth Vader por aí”

    O vocalista Rob Halford, do JUDAS PRIEST concedeu entrevista ao tradicional jornal Newsweek, e deu a sua opinião sobre o atual governo dos Estados Unidos, onde mora há décadas.

    “Eu não sou cidadão americano, mas eu moro neste país e, eventualmente, quero me tornar um, pois amo muito esse país”, disse Halford. “Eu não sou um defensor de Donald Trump por muitas razões, mas isso não está acontecendo apenas na América. Está acontecendo em outras partes do mundo também e é muito perigoso. Eu nasci em 1951. Nós ainda estávamos nos recuperando daquele bastardo maldito do Adolf Hitler e das coisas horríveis que ele fez.

    “Quando eu era criança, tentando dar sentido ao mundo, eu pensava: ‘Bem, talvez daqui a 10 anos não exista mais isso’. Mas ainda existe. É como o que ameaça a ‘Força’ em Star Wars, não vai desaparecer. Sempre tem um Darth Vader por aí, tendo foder tudo para o resto de nós. A maior parte da humanidade só quer viver uma vida pacífica, não é mesmo?”

    Perguntado sobre o que considera a coisa mais preocupante do momento atual que vivemos, Halford respondeu: “O que é assustador é como uma pessoa ou algumas pessoas têm tanto controle e ditam o desfecho das coisas. É um direito humano reagir contra algo que você discorda. Você faz isso votando nesse cara ao invés daquele, ou nessa senhora em vez daquela. Se você é passivo, é aí que o problema começa. Falando como um homem gay, quando o horrível vírus da AIDS apareceu, eu tinha uma camiseta com o slogan da ACT UP, uma das primeiras organizações a tomar voz: ‘Silêncio = Morte’. Você tem que falar, mesmo que não consiga os resultados que gostaria de ter.

    É um momento muito instável agora”, continuou ele. “Eu tenho tanta fé neste país. Mas parece que alguém pisou no freio. É realmente perturbador, e é uma pena, porque durante toda a administração Obama, coisas incríveis foram alcançadas com base na igualdade humana. Essa é a questão aqui. Tratar um grupo de pessoas dessa maneira e outro de outra maneira. Você não pode fazer isso. Você tem que dar a todos os mesmos direitos.”

    Halford reconheceu que muitos dos seus fãs, e fãs do JUDAS PRIEST não ficarão felizes com as suas declarações: “há milhares de metalheads que apoiam a administração Trump”, mas exaltou o direito deles em discordar de seu ponto de vista: “Isso é ótimo. Tudo bem. Você não está trazendo isso para o show. Estamos lá para todos se unirem, e essa é a coisa linda sobre uma sociedade livre e transparente”, ele afirma. “Alguns fãs são completamente opostos a mim politicamente. Mas ainda podemos estar na mesma sala, podemos nos divertir juntos e esperamos ter uma boa discussão, respeitando as opiniões uns dos outros”.

    O disco mais recente do JUDAS PRIEST, Firepower, foi lançado no dia 9 de março.

  • DRESS THE DEAD (com ex-guitarrista do FORBIDDEN) libera ‘lyric video’ de “Promisses and Kisses”

    DRESS THE DEAD (com ex-guitarrista do FORBIDDEN) libera ‘lyric video’ de “Promisses and Kisses”

    O DRESS THE DEAD, banda que conta com o ex-guitarrista do FORBIDDEN, Craig Locicero, e a vocalista do WITCH MOUNTAIN, Kayla Dixon, lançou o ‘lyric video’ oficial da música Promises And Kisses, e você pode assisti-lo abaixo.

    Kayla Dixon foi anunciada como nova vocalista do DRESS THE DEAD em janeiro. Ela se juntou à banda como substituta do ex-vocalista do THE HAUNTED, Peter Dolving, que deixou o DRESS THE DEAD em março de 2017. A separação aconteceu apenas três meses depois do DRESS THE DEAD ter feito as suas primeiras apresentações ao vivo, como apoio ao DEATH ANGEL, em São Francisco, Califórnia. A formação do DRESS THE DEAD também inclui o baterista Mark Hernandez, o baixista James Walker e o guitarrista Dan Delay.

    Craig Locicero comentou: “Quando minha última banda estava chegando ao fim, eu imediatamente escrevi uma pilha de novos riffs e a música veio em uma enxurrada criativa. Nunca parei para pensar sobre o que eu estava fazendo, apenas tocava riffs. Algumas delas eram pesadas, agressivas e cheias de influência thrash, enquanto outras coisas eram mais melódicas e, em alguns casos, muito bonitas.

    “Uma das primeiras coisas que fluíram foi a introdução limpa de Promises And Kisses. Ela soou como água para mim. Como chuva, oceanos, rios e tempestades na minha cabeça.

    “Quando me aproximei de Peter Dolving para me ajudar a formar o DRESS THE DEAD, Promises And Kisses estava no primeiro ‘lote’ de riffs. Uma vez que Mark, James e Dan se envolveram, nosso som rapidamente se transformou em algo muito legal e único. Senti que o nosso potencial estava muito além do que havia inicialmente pensado.

    “Peter eventualmente veio para a Bay Area e juntamos nossas mentes com Robb Flynn [MACHINE HEAD] para a gravação. Peter tinha o esboço de algo especial e estávamos todos animados. Infelizmente, quando tocamos Promises And Kisses para outras pessoas, algumas delas não se conectavam com a emoção que a canção estava transmitindo, só pensavam nele [Peter] apenas como o vocalista do THE HAUNTED, suas mentes já estavam ‘adestradas’.

    “Uma vez que Peter inesperadamente deixou a banda alguns meses depois, ele deixou claro que queria que continuássemos a tocar as três músicas que escrevemos juntos. Mais fácil falar do que fazer. Eu disse a ele que apenas faríamos isso se pudéssemos encontrar alguém que pudesse lhe fazer justiça Uma pessoa chegou perto, mas ninguém fez isso até aparecer a Kayla Dixon.

    Promises And Kisses foi a primeira música que Kayla trabalhou, em outubro. Ela me enviou uma demo dois dias depois de nos falarmos e adicionou elementos que a versão original de Peter não tinha. Kayla trabalhou com liberdade nela, e o resultado foi incrível. Ela leva Promises And Kisses para outro nível. Intempestiva e vulnerável ao mesmo tempo. Parece perfeita com o ponto de vista feminino dela”.

  • NERVOSA: Banda revela a capa, título e tracklist do novo álbum

    NERVOSA: Banda revela a capa, título e tracklist do novo álbum

    Em seu terceiro álbum, Downfall of Mankind, o trio Nervosa uniu forças com o produtor Martin Furia, que já trabalhou com artistas como Destruction, Flotsam & Jetsam e Evil Invaders.

    Fernanda Lira comenta o novo álbum: “Estamos muito felizes com este novo álbum. É um disco mais maduro e agressivo e podemos definitivamente dizer que é o nosso favorito até agora!” A Nervosa está atualmente na estrada com a Venom Inc. e Suffocation em toda a Europa. Uma lista completa de datas pode ser encontrada abaixo.

    Não é surpresa que lendas como João Gordo (Ratos de Porão), Rodrigo Oliveira (Korzus) e Michael Gilbert (Flotsam & Jetsam) são os convidados de estúdio!

    O álbum “Downfall Of Mankind” e será lançado no dia 01 de Junho.

    A arte da capa é de autoria do artista brasileiro Hugo Silva.

    O tracklist de “Downfall Of Mankind” traz as seguintes músicas:

    1. Intro
    2. Horrordome
    3. Never Forget, Never Repeat
    4. Enslave
    5. Bleeding
    6. … And Justice for Whom?
    7. Vultures
    8. Kill the Silence
    9. No Mercy
    10. Raise Your Fist!
    11. Fear, Violence and Massacre
    12. Conflict
    13. Cultura do Estupro
    14. Selfish Battle (Bonus Track)

    Tour Dates:

    NERVOSA w/ Venom Inc., Suffocation 21.03.18 DE – Ingolstadt / Eventhalle Westpark 22.03.18 IT – Brescia / Circolo Colony 23.03.18 IT – Bologna / Zona Roveri 24.03.18 AT – Graz / Explosiv 25.03.18 HU – Budapest / Barba Negra 26.03.18 RO – Cluj-Napoca / From Space 27.03.18 AT – Vienna / Viper Room 28.03.18 SK – Kosice / Collosseum 29.03.18 CZ – Prague / Nova Chmelnice 30.03.18 DE – Dresden / Eventwerk 31.03.18 PL – Katowice / Megaclub

    13.07.18 DE – Milmersdorf / Headache Inside 14.07.18 DE – Torgau / In Flammen 17.08.18 CZ – Litomerice / Death Coffee Party 25.08.18 AT – Spital am Semmering / Kaltenbach Open Air 30.08.18 CH – Luzern / Schüür 31.08.18 CH – Hauteville / Abyss Festival 01.09.18 BE – Chapelle-Lez Herlaimont / Cercle Metal Festival 02.09.18 UK – Edingburg / Heavy Scotland Line-up: Fernanda Lira – Vocal & Baixo Prika Amaral – Guitarra & vocal Luana Dametto – Bateria

  • RUSH lança ‘lyric vídeo para “A Farewell To Kings”

    RUSH lança ‘lyric vídeo para “A Farewell To Kings”

    O lendário trio canadense RUSH lançou um ‘lyric video’ oficial para a faixa-título do seu quinto álbum de estúdio, A Farewell To Kings, e você pode conferi-lo abaixo.

    Lançado originalmente em 1977, A Farewell to Kings completou no ano passado o aniversário de quarenta anos de seu lançamento, e para marcar essa data especial, o clássico álbum ganhou uma edição comemorativa e repleta de atrativos extras, intitulada A Farewell To Kings – 40th Anniversary.

    A Farewell To Kings – 40th Anniversary está disponível para os fãs em quatro diferentes formatos, que incluem uma cobiçada versão ‘deluxe’ em vinil quádruplo.

    Lançado originalmente em 1 de setembro de 1977 pela Anthem Records no Canadá, e pela Mercury nos Estados Unidos, A Farewell To Kings é o quinto disco completo de estúdio do RUSH, e alcançou a 33ª posição na Billboard 200, além de uma mais do que honrosa 22ª posição no ‘UK Albums Chart’. O disco, que mais uma vez foi produzido em parceria com o produtor inglês Terry Brown (VOIVOD, FATES WARNING, LIZZY BORDEN), destacou algumas das mais conhecidas canções do trio canadense, como Closer to the Heart e Xanadu, apenas para ficar nos nomes mais óbvios.

    Em janeiro de 2018, após alguns anos de incertezas quanto a permanência da banda no cenário, o guitarrista Alex Lifeson confirmou que o RUSH encerrou atividades. Lifesson participou do álbum mais recente dos stoners californianos do FU MANCHU, Clone Of The Universe, lançado em 9 de fevereiro deste ano.