Categoria: Roadie News

  • Geezer Butler fala sobre o nascimento do DEADLAND RITUAL

    Geezer Butler fala sobre o nascimento do DEADLAND RITUAL

    Durante uma aparição na última edição do “Trunk Nation LA Invasion: Live From The Rainbow Bar & Grill” no SiriusXM, o baixista Geezer Butler (BLACK SABBATH), o guitarrista Steve Stevens (BILLY IDOL, VINCE NEIL), o baterista Matt Sorum (GUNS N’ ROSES, VELVET REVOLVER) e o vocalista Franky Perez (APOCALYPTICA) falaram sobre a formação de seu novo projeto, o DEADLAND RITUAL.

    Perguntado sobre como a banda se uniu, Franky disse: “Matt, eu e Steve somos amigos há anos. E temos conversado sobre fazer um projeto. Tivemos a oportunidade de tocar com Geezer no Adopt The Arts, e eu lembro de me virar para Matt e dizer: “É isso, cara. Isso é irreal”. E quando chegou a hora de montar a banda, tudo fez sentido”.

    Geezer comentou: “Bem, eu me aposentei depois do último show do BLACK SABBATH“, disse ele. “Eu viajei e fiz tudo o que eu queria fazer quando me aposentei por um ano. E então eu me cansei de assistir televisão todos os dias. E comecei a escrever coisas de novo, porque é isso que você faz. Eu estive fazendo isso por 50 anos, então está no sangue. Você não pode simplesmente parar, especialmente quando é o seu hobby também. E eu acabei de voltar a escrever coisas. Eu estava planejando fazer outro álbum solo, uma coisa do GZR. Eu tenho algumas músicas para isso. E então Matt entrou em contato comigo sobre o DEADLAND RITUAL.”

    Perguntado sobre o que o atraiu em estar em uma banda novamente, Geezer disse: “É o que eu sei fazer, desde que comecei, quando eu tinha 16 anos, eu estava em uma banda. Quando você está fazendo coisas solo, é só você escrevendo coisas. Não há ninguém para rebater, e eu realmente senti falta disso. É bom ter pessoas dizendo: “Isso é bom. Isso vai funcionar.” Ou “isso não é tão bom”. E eu senti falta disso. O guitarrista com quem eu trabalhei no GZR, ele acabou de se mudar para a Costa Leste e ele tem outras coisas acontecendo no momento. Com o DEADLAND RITUAL, todo mundo é local, então é fácil se juntar. Não tenho que planejar com meses de antecedência para fazer um álbum ou escrever músicas. Se eu sinto vontade de escrever uma música hoje, ligo para Steve, vou até a casa de Steve e tentamos algo.”

    O DEADLAND RITUAL lançou recentemente sua primeira música, Down In Flames. A faixa, produzida por Greg Fidelman (METALLICA, SLIPKNOT), foi disponibilizada via Sonik Riot Records / AWAL com tecnologia Kobalt.

    O DEADLAND RITUAL fará duas aparições em festivais de verão europeus em junho – Download no Reino Unido em 14 de junho e Hellfest na França em 22 de junho.

    O DEADLAND RITUAL promete que os shows ao vivo serão algo especial, misturando material original com cortes mais profundos do passado coletivo dos membros da banda. “Não são as músicas típicas que você esperaria”, segundo Sorum.

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  • AVANTASIA: Tobias Sammet fala sobre a influência de Tim Burton em “Afterglow”

    AVANTASIA: Tobias Sammet fala sobre a influência de Tim Burton em “Afterglow”

    O podcast “Everblack” recentemente conduziu uma entrevista com o mentor do AVANTASIA, Tobias Sammet, que falou sobre o álbum de estúdio da banda Moonglow. Sobre a influência do diretor Tim Burton na obra, Tobias declarou:

    “Ele é muito bom em abraçar o grotesco, a beleza do segundo lado, o oprimido. São sempre histórias sobre pessoas que não conseguem lidar, ou personagens que têm dificuldade em lidar com as expectativas da maioria. As pessoas querem escapar disso e elas veem algo bonito em algo que a maioria considera anormal. Eu acho que não há nada de errado em abraçar algo anormal, desde que você não machuque ninguém. Estamos cercados de pessoas que querem dizer aos outros como ser e como se comportar e o quais são os prós e contras de tudo. Isso vai muito além das regras da vida social, do conviver uns com os outros. É uma verdadeira invasão de privacidade, do modo pessoal de vida e vocação pessoal.

    Quando criança e adolescente, sempre senti: “Quero fazer isso”. E as pessoas diziam: “Não, você não pode. As pessoas não fazem isso”. Eu disse: “Isso é lindo”. As pessoas diziam: “Não é lindo. É grotesco e bizarro”. ‘Eu quero aprender este trabalho, eu quero me tornar um músico.’ “Não, não. Você não pode se tornar um músico. As pessoas não fazem isso. Você tem que trabalhar em um banco ou em um escritório. Você pode ser um advogado ou professor.” “Por que não? Paul Stanley [KISS] não é advogado”.

    Essas coisas, eu acho, continuaram. E eu escapei para o mundo da música. E então, a coisa continuou assim: você faz um álbum, você faz dois álbuns, de repente você é bem sucedido, e as pessoas querem que você repita sua fórmula de sucesso e, de repente, há expectativas de novo, tem a gravadora, tem o público, tem a imprensa, é claro, eles não podem te dizer o que fazer, mas vai ter uma influência se você é um personagem inseguro e se a imprensa diz: “Ah, isso é muito ruim”. E se eles te ridicularizarem e você for inseguro, isso terá um impacto inconsciente em você. Você tem que estar realmente, realmente consciente de si mesmo e de sua convicção, do fato de que o mundo ao seu redor não tem permissão para manipulá-lo, então você tem de manter uma mente clara e lutar por suas visões, é disso que o álbum trata – todos esses tópicos – mesmo que seja um álbum conceitual e uma história fantástica de certa forma, ou um ambiente e conceito fantásticos. Pois, depois que eu fiz Ghostlights e a turnê, voltei para casa e senti que todos sabiam exatamente o que eu deveria fazer a seguir. Só que eu não sabia.

    Tudo o que eu sabia era: ‘Ei, pessoal, acabei de lançar 17 álbuns. Eu escrevi 17 álbuns, produzi-os, eu gerenciei duas bandas, estou em turnê pelo mundo, fiz 10 turnês mundiais em 12 ou 13 anos, trabalhei muito e estabeleci o ritmo, e todos esperam que eu mantenha esse ritmo até que eu morra. Eu não vou fazer isso. Eu não posso fazer isso, eu não quero fazer isso. Talvez eu vá fazer um álbum solo. Talvez eu seja um alpinista. Talvez eu seja, bem, não um jogador de futebol profissional. Eu sou muito velho para isso. Eu sou muito devagar, tenho medo e minha técnica não é tão boa assim. Sou simplesmente um péssimo jogador de futebol, digamos assim. De qualquer forma, eu poderia buscar outras coisas e a escolha é minha. Eu estava com medo de ser forçado a parar de seguir minhas convicções e viver os sonhos e expectativas de outra pessoa”.

    Moonglow chegará em 15 de fevereiro via Nuclear Blast. Com 11 faixas, o novo opus mais uma vez apresenta vários vocalistas convidados. Desta vez, Tobias trabalhou não apenas com rostos já bem conhecidos dos fãs, como Ronnie Atkins, Jørn Lande, Eric Martin, Geoff Tate, Michael Kiske e Bob Catley (MAGNUM), mas também com novos colaboradores, como Candice Night (BLACKMORE’S NIGHT), Hansi Kürsch (BLIND GUARDIAN) e Mille Petrozza (KREATOR). A arte da capa foi criada por Alexander Jansson.

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  • NIGHTWISH: “Se a programação for mantida, teremos um novo álbum na virada do ano”

    NIGHTWISH: “Se a programação for mantida, teremos um novo álbum na virada do ano”

    A ‘Rock Hard Slovakia’ conduziu uma entrevista com o tecladista do NIGHTWISH, Tuomas Holopainen, antes do show da banda em 13 de novembro no Incheba Expo Arena em Bratislava, Eslováquia.

    Sobre o vindouro novo álbum do NIGHTWISH, Tuomas falou:

    “Eu estou terminando o processo de composição. Todas as músicas estão mais ou menos feitas agora. Elas estão escritas, mas eu ainda estou adicionando algumas letras. Mas isso é provavelmente coisa para o primeiro semestre de 2019. Eu só vou juntar tudo, arranjá-los o melhor que posso por mim mesmo, e então, em maio, vou fazer uma demonstração para os rapazes e garota da banda ouvirem. E então teremos o tradicional acampamento de verão do NIGHTWISH no início de julho, vamos passar três meses ensaiando, arranjando e gravando o álbum todo. Então, se a programação for mantida, nós esperamos ter um novo álbum na virada do ano – início de 2020, um dos dois”.

    O próximo álbum de estúdio do NIGHTWISH marcará o segundo álbum completo da banda com a vocalista Floor Jansen, que vem trabalhando com o grupo desde 2012.

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  • John Cyriis está de volta com o AGENT STEEL

    John Cyriis está de volta com o AGENT STEEL

    O AGENT STEEL está de volta com o vocalista original John Cyriis, e irá se apresentar no festival Keep It True em Lauda-Königshofen, Alemanha, no final de abril e no festival Metalheadz Open Air no dia 1 de junho em Oberndorf am Lech, Alemanha.

    De acordo com um comunicado de imprensa, Cyriis e seus novos companheiros de banda “estão prontos para entregar uma supernova speed metal para aqueles que escolherem participar deste poderoso dia de glória do metal. A nova banda AGENT STEEL entregará uma coleção de pedras preciosas escolhidas dos três álbuns clássicos do AGENT STEEL, bem como um bônus de quatro novas músicas, escolhidas a dedo, do novo álbum do AGENT STEEL intitulado 8 Lights Protocol, provisoriamente programado para um lançamento em setembro de 2019, conforme anunciará em breve a gravadora.”

    O AGENT STEEL é uma banda de speed metal de Los Angeles, Califórnia formada em 1984. Eles lançaram dois álbuns completos clássicos e um EP com Cyriis nos vocais – Skeptics Apocalypse (1985), Mad Locust Rising EP (1985) e Unstoppable Force (1987) – antes de se separar em 1988. Os vocais e letras sobre OVNIs, abduções por extraterrestres e antropologia diferencial de Cyriis davam um caráter único para a banda, e não eram coisa comum em composições de heavy metal na época.

    O AGENT STEEL se reuniu em 1999, sem Cyriis, mas os fãs da banda têm esperado por uma reunião desde sua partida.

    Cyriis retornou ao grupo em 2010, após 23 anos de ausência, e se apresentou no festival Thrash Domination em Tóquio. A aparição do cantor com o AGENT STEEL no festival Keep It True na Alemanha, em abril de 2011, foi cancelada. Em vez disso, o resto dos membros da banda se apresentaram sob o nome MASTERS OF METAL com o vocalista Rick Mythiasin (STEEL PROPHET). A banda tocou com Cyriis novamente na edição de 2011 do Sweden Rock Festival.

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  • WATAIN – 18 de janeiro de 2019, São Paulo/SP

    WATAIN – 18 de janeiro de 2019, São Paulo/SP

    Apoiando a promoção de seu álbum mais recente de estúdio – o esmagador Trident Wolf Eclipse (lançado em janeiro de 2018) – o sueco WATAIN chegou na Capital Paulista para fazer o primeiro grande show de black metal na cidade em 2019. A expectativa dos fãs era naturalmente grande: desde que lançou seu primeiro álbum completo de estúdio, Rabid Death’s Curse no ano 2000, o Watain foi trilhando seu caminho rumo ao topo do black metal, algo que conquistou em definitivo em 2010, ano do lançamento do insuperável Lawless Darkness, que conquistou honrarias antes impensáveis para um gênero musical tão extremo e inacessível. As críticas nem sempre justas ao álbum The Wild Hunt (2013) só serviram para tornar maior a expectativa pelo então novo álbum (o comentado Trident Wolf Eclipse), e depois de muitos elogios e de shows que percorreram vários cantos do mundo, era enfim hora dos brasileiros conferirem esta nova jornada do Watain, em uma noite que ameaçou um forte temporal em São Paulo, que acabou não se confirmando.

    Se a chuva torrencial e a tempestade de raios e trovões não se confirmaram, acertou quem apostou em mais um bom show dos suecos em solo nacional. Com o palco adornado com as tradicionais bandeiras e velas que costumam acompanhar todas as apresentações do grupo, o vocalista e líder, Erik Danielsson, foi o primeiro a tomar seu posto, o que bastou para acender a fogo e a fúria dos presentes. Com o time completo no palco, e já que falamos em tempestade, existia maneira melhor de começar a apresentação do que com a intensa e já clássica Storm of the Antichrist, de Lawless Darkness? Com um som bastante alto e muito bem ajustado, dava para sentir na carne cada batida que o baterista (que poderia ser Emil Svensson, Håkan Jonsson, ou ainda qualquer outro, confesso que do lugar onde estava e com a iluminação escolhida foi coisa impossível identificar o baterista) dava no surdo no pequeno e furioso ‘breakdown’ que inicia a segunda parte da música, um espetáculo de ódio e torpor negro.

    Já com a cabeça devidamente esmagada pela overdose de riffs rápidos, o clima ficou ainda mais denso com aquela que colocou o novo Trident Wolf Eclipse na jogada: Nuclear Alchemy, com seus riffs acelerados e cortantes, blast-beats violentos e viradas desconcertantes parecia prensar a plateia contra o chão, e era evidente que a pouca agitação da plateia se devia mais ao peso incessante e a aura musical negra do quinteto ao vivo, do que a falta de empolgação das pessoas que, afinal, estavam ali justamente para curtir essa sensação esmagadora. E, já que essa é uma ótima reação a um show de black metal, o clima continuou numa mistura de tétrico e embasbacado com The Child Must Die, única peça de The Wild Hunt apresentada nesta noite.

    Com o guitarrista Pelle Forsberg em uma noite verdadeiramente inspirada (a postura desse cidadão ao vivo é realmente assustadora), a soberba Puzzles of Flesh (uma das favoritas desse que vos escreve) chegou derrubando barreiras e almas, um arrebatamento de espíritos como só o black metal pode alcançar. Vendo uma plateia que parecia tomada por escalafrios, Danielsson bradou ao microfone: “São Paulo, agora é hora de ver se vocês são capazes de fazer outra coisa do que só apontar os seus celulares para o palco”, gritou, anunciando o carro chefe do novo álbum, a feroz Furor Diabolicus. A parte ‘engraçada’ da coisa é que a plateia reagiu aos brados justamente erguendo mais uma vez os celulares, o que causou um divertido cruzar de olhares entre Forsberg e Danielsson, sinal de que essa não foi a única vez que viram tal reação.

    Passada a primeira metade da apresentação, o aparente torpor dos presentes parece ter começado a ser dissipado. Sacred Damnation e Underneath the Cenotaph já contaram com recepções bem mais participativas, mas o que se viu na clássica Malfeitor (Lawless Darkness, 2010), talvez a mais conhecida música dos suecos, foi realmente impressionante. A reação convulsiva à música foi comandada pela voz de Danielsson e a performance sempre vigorosa do baixista chileno Alvaro Lillo (entre outras bandas, baixista e vocalista do ótimo Undercroft), sempre um destaque nas apresentações ao vivo do Watain.

    Para encerrar, após a quebradeira geral em Sworn To The Dark (Sworn to the Dark, 2007), a derradeira The Serpent’s Chalice, deu notas finais para a apresentação, enquanto o público ainda permanecia amontoado diante do palco, aguardando um bis que no fim das contas não veio. Sim, no fim das contas, foi uma apresentação protocolar, sem grandes arrombos de brilhantismo, mas também sem falhas, o que deixou todos muito satisfeitos. Uma hora exata de black metal, um tempo razoável, e que esperamos, seja muito em breve ampliado com outros ótimos nomes do cenário nacional e internacional.

  • CELLAR DARLING apresenta novo single, “The Spell”

    CELLAR DARLING apresenta novo single, “The Spell”

    Depois de surpreender seus fãs com Insomnia, o primeiro single de seu próximo álbum, os suíços do CELLAR DARLING – que apresentam em suas fileiras os ex-membros do ELUVEITIE, Anna Murphy (vocal), Merlin Sutter (bateria) e Ivo Henzi (guitarras, baixo) – lançaram uma nova música, e finalmente anunciaram detalhes aguardados sobre seu novo lançamento. Seu segundo álbum de estúdio será um álbum conceitual intitulado The Spell, e chegará em 22 de março pela Nuclear Blast.

    O CELLAR DARLING declarou: “Como alguns de vocês já perceberam, ao longo dos últimos 13 dias, nós revelamos o tracklist do nosso novo álbum, juntamente com artes incríveis criadas por Costin Chioreanu, que também está por trás de todos os belos vídeos animados para as novas músicas.

    “As 13 faixas de The Spell convidam você a testemunhar a jornada de uma garota que se apaixona pela morte. Na música lançada hoje, um feitiço foi lançado em nosso protagonista – por enquanto, seu amor não será cumprido …”

    A faixa-título The Spell pode ser ouvida abaixo.

    O álbum de estreia do CELLAR DARLING, This Is The Sound, foi lançado em junho de 2017 via Nuclear Blast. O disco foi gravado no New Sound Studio com o produtor Tommy Vetterli (CORONER, ELUVEITIE).

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  • Classic Metal Records assina com o FACING FEAR e o DANCING FLAME

    Classic Metal Records assina com o FACING FEAR e o DANCING FLAME

    O selo Classic Metal Records assinou contrato com as bandas Facing Fear e o Dancing Flame para lançamentos de álbuns. Ambas as bandas terão trabalhos lançados no primeiro semestre de 2019.

    A banda carioca Facing Fear terá o álbum de estreia “Ana Jansen” lançado pelo selo. O debut tem seu título e arte inspirados em uma lenda maranhense sobre uma mulher de forte poder político e influencia no estado, a Ana Jansen, que era conhecida por promover atrocidades com os escravos e que, após sua morte, seu espírito vaga pelas ruas de São Luís em uma carruagem fantasmagórica. O desenho da capa, que representa Ana Jansen com a carruagem e os dois cavalos sem cabeça com fogo pelas ruas da cidade foi feito pelo artista plástico Eduardo Untura.

    Já o Dancing Flame terá seu álbum de estreia de mesmo nome, lançado originalmente em 2009, relançado pela Classic Metal Records. Após 10 anos, o trabalho ganhará uma nova edição com músicas bônus que não entraram na época. O álbum está previsto para ser lançado pelo selo neste primeiro trimestre.

    Sobre o Facing Fear

    Formado em novembro de 2016, na cidade do Rio de Janeiro/RJ, o Facing Fear tem em suas influências bandas clássicas da NWOBHM e também da nova onda do Heavy Metal tradicional, como as bandas Angel Wicth, Satan, Iron Maiden, Accept, Demon,Judas Priest, Grim Reaper, Ambush e Skullfist.

    Fazem parte da banda atualmente: Terry Painkiller (Vocais), Raphael Dantas (Guitarra), Nathalia Souza (baixo ) e Vall Maranhão (bateria).

    A banda já tem em seus trabalhos lançados, o single “Enfrentando o Medo” (2017) e o EP ” Lutaremos pelo Metal cantados em português e disponibilizados no canal do Youtube do Facing Fear.

    Sobre o Dancing Flame

    Formada em 1995 na cidade de Volta Redonda, no Rio de Janeiro, o Dancing Flame busca transitar musicalmente entre os estilos Hard Rock e o Heavy Metal por meio de variação harmônica e melódica, juntando peso e melodia. Fazem parte da banda: Adriano Oliveira (vocais), Emerson Mello (guitarrista), Leonardo Necas (guitarrista) ,Raphael Martins (baixo) e Murilo Mansur ( bateria).

    Em sua discografia a banda já lançou os álbuns: Dancing Flame (2009) e o álbum Carnival of Flames (2014), este último contando com participações de Mark Boals ( exYngwie Malsmteen) na música “Follow the Sun” e D.C Cooper (Royal Hunt) na balada “Dry my Tears”. Também já participou de um tributo a banda paulistana Harppia chamado “Flight Without Back”, no qual gravou a música ” Salém Cidade das Bruxas” em 2015.

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  • SICK OF IT ALL: Confira o clipe de “The Snake (Break Free)”

    SICK OF IT ALL: Confira o clipe de “The Snake (Break Free)”

    O lyric video oficial de The Snake (Break Free), uma nova música das lendas do hardcore de Nova York, SICK OF IT ALL, pode ser visto abaixo. A faixa é tirada do décimo segundo álbum de estúdio da banda, Wake The Sleeping Dragon!, que foi lançado em 2 de novembro do ano passado pela Century Media. O sucessor do álbum The Last Act Of Defiance, de 2014, foi produzido por Jerry Farley (EVERY TIME I DIE, DEMON HUNTER) durante um período de duas semanas e meia no Nova Studios em Staten Island, Nova York. Mixado e masterizado por Tue Madsen (MESHUGGAH, THE HAUNTED, MADBALL), o álbum teve a arte da capa criada por Ernie Parada.

    Wake The Sleeping Dragon! conta com participações especiais do vocalista e guitarrista do RISE AGAINST, Tim McIlrath, e do vocalista do HOT WATER MUSIC, Chuck Ragan.

    Trabalhar com amigos é um dos fatores-chave que são muito importantes para o SICK OF IT ALL, então pedir a Parada pela capa foi uma escolha óbvia. “Não há razão para queimar pontes neste negócio”, diz o baterista Armand Majidi. “Nossa história com Ernie Parada remonta ao final dos anos 80, então, ao trabalhar com ele, há um parentesco que torna as coisas mais fáceis de se comunicar.”

    O cantor Lou Koller e Parada tiveram a ideia de fazer arte com estilo de antigos filmes de monstros. “O dragão escalando o Empire State era um conceito que eu sempre quis ver trazido à vida, então as duas ideias estavam destinadas a se unirem dessa maneira”, diz Lou.

    O SICK OF IT ALL e Tue Madsen, que mixou e masterizou Wake The Sleeping Dragon!, mantiveram um relacionamento duradouro baseado na compreensão, amizade e, o mais importante, bons resultados – três fatores com os quais qualquer banda ficaria muito feliz. Jerry Farley também se tornou uma parte muito importante da criação deste álbum. Depois de trabalhar com ele no Nova Studios em Staten Island, Nova York, eles se aproximaram mais desse álbum. “Esta é a primeira vez que tivemos um produtor envolvido do começo ao fim, incluindo o processo de composição”, diz a banda. “Seus pontos de vista e objetivos ajudaram a resolver muitos pequenos problemas que poderiam facilmente se tornar obstáculos, e as próprias canções acabaram se beneficiando delas.”

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  • KING DIAMOND: Confira o vídeo ao vivo para “Sleepless Nights”

    KING DIAMOND: Confira o vídeo ao vivo para “Sleepless Nights”

    Em 25 de janeiro, KING DIAMOND lançará um novo DVD / Blu-ray, intitulado Songs For The Dead Live, pela Metal Blade Records. Abaixo você pode assistir o clipe ao vivo para Sleepless Nights, retirado de Songs For The Dead Live.

    O set terá dois shows completos do KING DIAMOND, filmados em 17 de junho de 2016 no Graspop Metal Meeting em Dessel, Bélgica e em 25 de novembro de 2015 no The Fillmore em Filadélfia, Pensilvânia. A grandiosa filmagem da Filadélfia, com várias câmeras, foi dirigida por Denise Korycki, que já trabalhou com CANNIBAL CORPSE e KILLSWITCH ENGAGE.

    A turnê Abigail In Concert 2015 mostrou KING DIAMOND apresentando o clássico álbum Abigail, de 1987 na íntegra.

    Em uma entrevista de 2015 ao ‘Vanyaland’, o vocalista King Diamond falou o que ele acha que faz Abigail resistir ao tempo, e durar 30 anos após seu lançamento original com o status de clássico do metal: “Foi o primeiro show que fizemos. Fatal Portrait, metade do álbum, digamos, foi um mini-show. Mas isso foi O primeiro show em que nós pulamos com ambos os pés, sabe? Ele teve um grande impacto como tal, e foi o primeiro concerto de terror de todos os tempos. Eu não conheço nenhuma outra banda que teve um show de terror como um álbum. Nenhuma banda soa como nós até hoje, na minha opinião. Foi como a primeira vez que eu ouvi o BLACK SABBATH, eu nunca tinha ouvido nada parecido – uma banda tão pesada, o primeiro álbum, mas depois você faz o segundo, o terceiro, o quarto, o impacto é menor, embora os álbuns possam ser muito impressionantes. É assim que é, então tem muito a ver com isso, tenho certeza”.

    O KING DIAMOND lançou em 2002 o álbum Abigail II: The Revenge, que trazia a continuação da história do LP Abigail original.

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  • DREAM THEATER: Vídeo/entrevista sobre o novo álbum, “Distance Over Time”

    DREAM THEATER: Vídeo/entrevista sobre o novo álbum, “Distance Over Time”

    Um vídeo/entrevista de quase vinte minutos sobre o novo álbum do DREAM THEATER, Distance Over Time, pode ser visto abaixo.

    Distance Over Time, será lançado em 22 de fevereiro de 2019. O disco apresenta uma nova e recém-descoberta criatividade para DREAM THEATER, mantendo os elementos que atraem os fãs ao redor do mundo. O álbum também marca o primeiro na nova gravadora da banda, a InsideOut Music. A arte foi criada pelo colaborador Hugh Syme (RUSH, IRON MAIDEN, STONE SOUR). Distance Over Time foi produzido pelo guitarrista John Petrucci, mixado por Ben Grosse e masterizado por Tom Baker.

    Petrucci declarou: “Quando eu ouço de novo o álbum, posso recordar cada momento do processo de escrita; onde eu estava na sala, o que nos inspirou naquele instante e o significado por trás de cada música. Como produtor, meu objetivo foi tentar criar o disco do DREAM THEATER com a melhor sonoridade que já tivemos, para que os ouvintes possam ser envolvidos pela música. Eu realmente queria que essa gravação refletisse verdadeiramente o espírito, a alegria e a paixão que tivemos ao fazer o álbum e que pudessem sentir um pouco da natureza orgânica, personalidade e energia bruta que a banda capturou enquanto estávamos juntos no estúdio. Para mim, eu acho que realizamos isso, e espero que outras pessoas sintam o mesmo”.

    O DREAM THEATER dará início ao ciclo promocional de Distance Over Time com uma turnê norte-americana de seis semanas que será lançada em San Diego, Califórnia, em 20 de março. O pôster inclui o slogan “Comemorando 20 anos de Scenes From A Memory” uma referência ao aclamado álbum de 1999 do grupo, Metropolis Pt. 2: Scenes From A Memory, que a banda não apresentou ao vivo em sua totalidade em quase duas décadas. Não está claro neste momento se eles pretendem fazê-lo novamente em 2019.

    Para anunciar os detalhes de Distance Over Time, o DREAM THEATER contou com a ajuda de seus fãs para espalhar a notícia sobre o lançamento, e até mesmo para dar a notícia da data de lançamento do álbum, capa e compartilhar a primeira amostra do novo registro. Com este álbum, o DREAM THEATER esperava criar uma experiência de engajamento dos fãs diferente de qualquer outra previamente realizada.

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