Categoria: Roadie News

  • THE MIST – Celebração dos 30 anos de um dos ícones do metal mineiro

    THE MIST – Celebração dos 30 anos de um dos ícones do metal mineiro

    Muita gente foi pega de surpresa quando a banda mineira The Mist anunciou, no fim do ano passado, que estaria de volta em 2019 para uma turnê de celebração de três décadas de existência e de seu primeiro rebento, Phantasmagoria (1989). A formação atual possui três integrantes que gravaram o clássico The Hangman Tree (1991) – o vocalista Korg (The Unabomber Files, ex-Chakal), o guitarrista Jairo Guedz (ex-Sepultura, Overdose e Eminence) e o baterista Chris Salles (ex-Mayhem, banda mineira) –, além de Wesley Ribeiro (Hell’s Punch, ex-Drowned e Hammurabi). Nesta entrevista para a ROADIE CREW, Korg fala a respeito deste retorno do grupo, da atual cena do metal, do papel do heavy metal como resistência, de sua saída do Chakal, do projeto Unabomber Files e do que acha da aposentadoria do Slayer.

    Como se deu a decisão do retorno do The Mist e da turnê de 30 anos de comemoração desde o surgimento da banda e de seu debute, o Phantasmagoria.

    Korg – Eu já estava com essa ideia no ano passado. Estava querendo voltar a tocar, principalmente com o (baixista) Cello Dias (o Rapadura). Ele fez, inclusive, quatro músicas e as mandou para mim, mas não eram músicas do The Mist, eram uma coisa diferente. Já tinha a ideia de voltar com o The Mist, muito inclusive pela demanda que vi nos shows do Chakal. Nos 12 anos em que fiquei no Chakal vi o quanto os fãs me cobravam a volta do The Mist. Muito fã que é mais novo que os primeiros lançamentos da banda e que, por isso, nunca viu aquela formação ao vivo. Alguns até viram show com outra formação, mas não a formação do The Hangman Tree, que foi um álbum muito importante para a vida dessas pessoas. Cada integrante daquela época foi para um canto. E tomar a iniciativa era algo muito complicado para mim, até pela falta do Cello Dias, que é referência de composição. Temos uma intimidade lírica e estética, entre a música dele e as minhas letras. A gente conversa muito bem nesse sentido, mas ele mora em Los Angeles, está com outra banda também. Ele sonha em vir a Belo Horizonte e participar de alguns shows, vai produzir os teclados das introduções das músicas. Mas aí neste último ano comecei a formatar essa volta. Minha textura vocal é muito diferente no The Mist, no Chakal e no Unabomber Files. Claro que é mais madura do que na época em que cantei no The Hangman Tree, só que eu precisei ensaiar antes de todo mundo. Quando senti que ficou realmente bom é que chamei o Balão (Chris Salles). A gente checou o Jairo, ver como ele estava. Não queria tirar as pessoas de suas vidas para colocá-las novamente em um underground que não é fácil. Não queria atrapalhar a vida deles. Conversamos com o Jairo, ele topou, e ficamos um tempo como power trio, ensaiando sem baixo. E quando o Wesley chegou, nos surpreendeu. Ele está com tanto sangue nos olhos e já pegou quase tudo do material.

    Já chegou intenso, mostrando serviço então.

    Korg – Sim, ele é um cara muito bom no baixo. E o baixo no The Mist é um protagonista, não é só um acompanhamento.

    Sem querer fazer comparações com o Cello, a lacuna está bem preenchida então, certo?

    Korg – Está bem sim. Com a benção do Cello, inclusive. As coisas estão tranquilas nesse sentido.

    Foi uma escolha mútua? Todo mundo participou?

    Korg – Eu já conhecia o Wesley. No Hell’s Punch, ouvi como o baixo se sobressaía no disco (Burn it Down) e nos shows. Me lembro dele também no Drowned, quando o Chakal tocou junto com eles. No Hammurabi, eu prestava muita atenção na qualidade das guitarras e do baixo. Então é um achado para nós, sangue bom, nosso irmão caçula (risos).

    Quando começaram os ensaios para este retorno?

    Korg – Comecei a ensaiar em casa, sozinho, ouvindo os discos e buscando a textura vocal. Depois começamos a ensaiar na casa do Balão, pegando algumas coisas das músicas. Acho então que temos sete meses de ensaio já (entrevista concedida em janeiro deste ano). O Kiko Ianni (guitarrista), do Mutilator, participou de algumas sessões para nos ajudar. Inicialmente, o Jairo poderia até ir para o baixo, e o Kiko foi lá dar uma ajuda para a gente. Depois vimos que era melhor mesmo para o Jairo ficar na guitarra, mesmo ele sendo um excelente baixista também. Resolvemos procurar um baixista, cientes de que era mais difícil até por esse protagonismo no baixo. Aí chegamos ao Wesley. Estamos com quase tudo pronto, só repassando algumas partes, buscando mesmo a perfeição.

    E como foi para você particularmente revistar esse material, clássicos do Phantasmagoria e The Hangman Tree?

    Korg – Acho que agora está muito mais fácil. Estou em outra perspectiva. Antes (referindo-se à época em que aqueles discos foram concebidos) eu estava num momento triste. E as letras são tristes, são uma busca constante de alguma coisa, há muita coisa mais gótica ou depressiva. Era o jeito que eu escrevia na época. Hoje estou mais tranquilo (risos). Então tem um discernimento de como soar melhor e não tão passional. Achei interessante e cantando essas músicas de novo, mas é como se fosse pela primeira vez. É um ambiente psicológico melhor.

    Como é ver grande parte daquela mesma galera que gravou The Hangman Tree com você, agora todos mais maduros e mais velhos?

    Korg – É engraçado, porque eles estão maduros, mas ao mesmo tempo conseguimos fazer um recall da época em que éramos crianças. Nos ensaios tem algumas brincadeiras da época, algumas coisas da infância que ressurgiram (risos). Mas agora temos mais foco e responsabilidade do que precisa ser feito.

    Além disso vocês conhecem melhor o caminho das pedras. Você acredita que hoje há um profissionalismo maior, em questão de ensaios, shows etc? Levando-se em conta também que nenhum de vocês ficou parado ao longo desses 30 anos, todos fizeram muita coisa ao longo dos anos.

    Korg – Sim, você tem razão. Para a gente será inédito tocar com boas aparelhagens, o som vai sair bem melhor. Estamos mais maduros musicalmente, como artistas, com uma perspectiva melhor e mais pés no chão também. Estamos fazendo parte do cast do Abril Pro Rock (em Recife), ou seja, a gente já vai entrar com uma grande responsabilidade, diante de uma grande legião de fãs no Nordeste. Vamos abraçar todos os fãs. Sempre que fui para lá me cobraram muito a volta do The Mist. Temos responsabilidade com todos os fãs, a começar com os do Nordeste, que nos cobraram muito essa volta. O Abril Pro Rock é um senhor festival, já toquei lá uma vez, é um portfólio para qualquer músico, não só de metal, de rock..

    Como está a escolha do material para os shows deste ano? Vocês têm pelo menos dois discos que poderiam até ser tocados na íntegra.

    Korg – Já temos quase todas as músicas tiradas. Algumas que precisam de uma revisão apenas, como a primeira do The Hangman Tree, a God of Black and White Images. Temos que fazer outro apanhado dela, alguns detalhes a serem trabalhados. Inicialmente ela não estará no set list, mas todas as outras estão encaminhadas. Teremos um set list básico e vamos fazer um rodízio de músicas. Não temos intenção de fazer um show tão grande, tocando os dois discos na íntegra, queremos fazer um show que possa citar as épocas desses dois discos, de forma coerente e harmônica. O The Mist também sempre toca um cover, que faremos como surpresa.

    Outras datas estão encaminhadas?

    Korg – Estamos com vários pedidos de shows, de vários lugares diferentes. Por enquanto, no Brasil. Mas vamos precisar de um agente para cuidar disso tudo, até para concentramos mais na parte musical. Não somos tão maduros administrativamente, como o Alan (Wallace, guitarrista) do Eminence, por exemplo. Já fomos procurados por alguns agentes.

    Toda vez que uma banda anuncia uma reunião, emerge uma questão: será que também vem alguma coisa nova? Há planos para isso?

    Korg – Muitas pessoas nos perguntam isso. Não estamos pensando nisso agora. Estamos com pés no chão mesmo. Se nascer alguma coisa será dessa turnê.

    Além do conteúdo, as capas daqueles dois álbuns também chamavam bastante a atenção. Hoje em dia, você se impressiona com elas, seja em vinil ou em CD?

    Korg – Eu gosto das interpretações que os fãs fazem. Esteticamente gosto muito das capas em que não participei. Sou muito fã do Kelson Frost, um artista e pintor de verdade. Mas eu acho que a própria banda cortou um pouco da criatividade dele, nós direcionamos muito sua pintura (nas capas dos dois discos em questão). Uma coisa que não gosto de fazer, até porque também sou pintor, sou formado em artes plásticas. Acredito que deve ter sido um trabalho meio chato para ele. Eu gosto mais das capas em que eu não trabalho. Para mim a melhor é a do Ashes to Ashes, Dust to Dust (1993).

    Para quem está conhecendo a banda hoje e vê sua formação imagina que é uma seleção de metal, por toda a história de cada integrante. Você também vê dessa forma? E era assim na época?

    Korg – Acho que isso vem mais de fora para dentro. Eu conheço o Jairo mas não olho pra ele e digo ‘É o Jairo ex-Sepultura’. Para mim é o Jairo, apenas (risos). Eu o conhecia na época em que entrou no Sepultura e ainda o vejo como aquele menino. Não nos vejo como os ‘bam bam bans’.

    Você falou do apelo dos fãs pedindo a volta do The Mist. É algo que tem ocorrido com outras bandas clássicas, porque muitos fãs nunca viram tais grupos ao vivo. O quão importante é isso para os fãs, pelo que você nota, e para vocês como artistas?

    Korg – Nunca parei de fazer metal, sempre estou fazendo alguma coisa. Ninguém sabia que eu estava trabalhando com o The Mist, nós fizemos essa coisa muito bem escondido. O dono do estúdio também manteve segredo. Em outubro, por exemplo, a gente não divulgou nada, porque não éramos uma banda ainda. Não adianta chegar com o nome de uma banda de 30 anos de existência e botá-la na ativa de novo se não houver a honestidade de leva-la para frente. É muita responsabilidade. Senão, queima sua história. Estamos aqui para colocar o The Mist no topo das bandas de metal do Brasil novamente, nem que eu tenha que cuspir sangue. É minha proposta de honrar o desejo desses fãs. Quando vejo uma banda voltando eu penso:  ‘cara, que foda’. Porque não imagino que estejam voltando só para ‘tocar nos finais de semana’. Há toda uma história lá atrás. Como, por exemplo, o Mutilator, que tem uma história bacana pra caralho. Era a banda suporte do Sepultura, ensaiava com o Sepultura. Eles tinham um cara maravilhoso que era o Magoo (finado ex-guitarrista), que amava o Mutilator, que fez disco maravilhoso com eles. Esses caras têm um nome respeitado no mundo todo. Estão na história do metal underground. Eles não fazer algo sem razão de ser. Eles dão valor a isso, senão estariam manchando a história do Magoo, do Silvio SDN (ex-vocalista). Sabem dessa responsabilidade, não são bobos, conheço eles. Da mesma forma o Overdose. Olha a história do Overdose, eles não voltaram por causa do desejo de um só, há o desejo de cada um e uma responsabilidade no metal nacional.

    E falando do atual cenário do metal nacional, tem algo que te chama atenção ultimamente?

    Korg – Estou gostando muito do som das meninas. Torture Squad (referindo-se à vocalista May “Undead” Puertas), Nervosa, Hatefulmurder (referindo-se à vocalista Angélica Burns). O metal precisava de mulher encabeçando banda. Isso para mim já vale o que está acontecendo. Sobre a cena de BH, com respeito a todas as bandas, ainda está muito pobre, em termos de atitude. As bandas estão ainda naquela de ‘cada uma por si’, mesmo pregando uma união; só que eu não vejo essa união dando resultado. Não me parece um ‘joining forces’. Mas isso é uma opinião minha. E acredito que o metal nacional agora em 2019 vai ter uma nova força. Não porque o The Mist voltou. Porque a gente vê o Krisiun lotando dois dias no Sesc Belenzinho, o Nervosa representando o Brasil lá fora, outras bandas fazendo turnê pela América Latina, o Eminence tocando no Woodstock, no Rock in Rio e correndo atrás de uma carreira no exterior… E também por conta dessa nova ordem mundial fascistoide que está aparecendo, que acaba sendo boa para o metal. Explico: é péssimo para o mundo essa onda, mas é ótimo para o metal, porque o metal é a resistência que temos, para falar sobre liberdade, mandar esses caras fascistas tomarem no c*. E não precisa ficar postando isso em redes sociais, o metal em si já é uma resistência. Eu que vivi na época da Ditadura Militar, espero que o cenário de agora não seja como foi naquela época. A juventude brasileira atual não merece viver aquela época. Não estou criticando ninguém, mas sim dizendo que a nuvem fascista que existe no mundo todo é algo triste, não acho que a humanidade está avançando. E o metal sempre se posicionou de maneira de resistência a isso. Espero que se posicione novamente.

    O metal é underground e realmente sempre se posicionou desta forma que você frisou. E você nota isso na cena atual, dessa consciência?

    Korg – Vejo algumas coisas. Bandas inclusive que têm esse pensamento e cantam em português, por exemplo. Acho que vai haver um avanço nesse segmento, pessoas colocando isso na música. Acho que vai haver bandas com composições mais extremas, quanto a querer liberdade. E sabemos que vão haver segmentos extremistas da direita. Na verdade, eu odeio esse lance de direita versus esquerda. Acho que o caminho não está nem em um nem em outro. O caminho é onde todo mundo esteja junto e não separado.

    Em que pé está o Unabomber Files (projeto que reúne Korg, o baixista Paulo Xisto, do Sepultura, e o guitarrista Alan Wallace e o baterista Andre Marcio, ambos do Eminence)?

    Korg – O Unabomber Files não é uma banda, é um projeto. E nós gravamos tem mais um de ano o Enemy Of My Enemy Is My Best Friend. Está no Spotify, mas não fizemos divulgação ainda porque estamos esperando fazer algumas coisas, como lyric video. Sem pressa. Somos amigos que fazem música quando se encontram. O nome surgiu em um dia em que eu estava muito puto, um dia que fazia parte de um ano em que eu estava puto da vida. Era tanta coisa dentro de mim que parecia que eu tinha bombas interiores, que eu estava prestes a explodir. Aí veio Unabomber, um nome que poderia ser massa para uma banda. Coloquei Unabomber na pesquisa do Google e foi direto no link da página do FBI, que eram ‘files of the Unabomber’, arquivos que o FBI tinha contra um ‘Unabomber’. Achei legal e coloquei The Unabomber Files. As pessoas acham que temos alguma pretensão com esse projeto, que iríamos estourar porque somos caras de bandas conhecidas. Mas nós só queremos nos encontrar pra tocar, ir ao Nonô (bar tradicional no centro de Belo Horizonte) tomar um caldo de mocotó e rir das pessoas que falam mal da gente. Tem gente em redes sociais que diziam que eu saí do Chakal por causa do Unabomber, mas tinha nada a ver. Na verdade, o Unabomber era uma proposta minha e do Alan em unir Chakal, Sepultura e Eminence, mas que não conseguiu dar essa interação. Claro que vamos fazer clipe, lyric vídeo, tentar produtor de fora para nossas músicas… Se formos querer tocar, vamos tocar. No entanto, não estamos preocupados com esse lance de banda.

    Em redes sociais muita gente fala o que quer, inclusive sobre sua saída do Chakal, sem saber o que aconteceu. Queria que você nos falasse o que realmente ocorreu sobre seu desligamento da banda.

    Korg – Acho que a questão com o Chakal foi desconexão. De uma hora para outra a gente se desconectou. Eu não estava fazendo mais o que gostava. Estava ensaiando domingo, fazendo uns shows, mas não tinha mais aquela motivação. Queria fazer um disco foda como o Destroy! Destroy! Destroy! (2013) e fiz esse disco, que é um dos meus trabalhos de heavy metal em que mais me esforcei. Não tinha muita coisa para escrever para um próximo disco. Então não tinha mais nada para escrever para o Chakal. Fiz aquele insight de pegar cada música e falar de um personagem do terror. Então cada música é um personagem de terror. Em uma é sobre o vampiro, outra sobre o lobisomem, outra é o Dr. Jekyll and Mr. Hyde (O Médico e o Monstro)… Quando você abre o encarte do CD, para cada letra tem a imagem de um personagem de terror. Nesse disco eu senti que estava revisitando todas as partes do metal. Tem partes do metal tradicional, partes de metal progressivo, black metal, thrash metal… Pude passear por praticamente todas as escolas de metal. Foi um trabalho muito importante. Depois acabei saindo, falei que seriam meus últimos shows no Chakal e não ia gravar mais. Mais pra frente me ligaram falando que iam tentar continuar com o Chakal sem mim. Aí falei: ‘beleza’. Eu estava direcionado a fazer outras coisas, aceitei de boas. Eu não tinha mais aquela conexão, parecia que eu estava em um lugar da casa, e eles em outro. E não era culpa minha ou culpa deles. Simplesmente se diluiu a coisa.

    Você realizou vários sonhos em sua carreira. Tem algum que ainda não se concretizou?

    Korg – Cara, eu gostaria muito de gravar um disco ao vivo, algo que ainda não fiz. Um sonho que eu tenho. Quero gravar esse trabalho, e sem maquiagem, fazer um disco ao vivo true. Além disso, quero tocar mais um pouco. Tenho uns três ou quatro anos de energia para fazer isso.

    Por fim, como você é muito fã de Slayer, queria saber o que você achou da notícia da aposentadoria da banda?

    Korg – Quando o pessoal do Censo foi lá em casa e me perguntou se eu tinha religião, eu disse que sim: ‘Slayer’ (risos). Gosto muito do Slayer, é minha escola. Eu vejo com pesar essa história deles se separarem, mas entendo. Se estão desconectados, como eu estava no Chakal, por exemplo, então vejo que a melhor maneira é não continuar fazendo álbum. Isso é muita característica de banda honesta. Quem sabe nesta última turnê eles recuperam a energia de querer continuar. Acho que é o que acontece com o Ozzy, o Kiss, em que anunciam a última turnê, mas, de repente, se encontram e continuam. Eu abri para o Slayer no Chevrolet Hall (atual Km de Vantagens Hall, em Belo Horizonte, em 2006, em show que contou com abertura do Chakal). Foi uma experiência incrível. Ver o Slayer de perto deve ser como um cristão que vê o Papa no Vaticano. Eu vi o Kerry King de braços cruzados conferindo a gente tocando. Não pelo nosso som, mas porque nosso baixista da época, Giuliano Toniolo, usava uma roupa do exército americano da Segunda Guerra Mundial, e o King é louco com esse tipo de coisa. A gente estava passando para ir ao palco, e o roadie do Slayer olhou para o Giuliano e chamou o Kerry King para ver. Então na nossa primeira música o Kerry King ficou olhando pra nós. Eu cantava, olhava para ele e pensava: ‘que que eu faço?’ (risos). O Slayer é de uma linha de metal muito característica. Eram a resposta ao Metallica, por exemplo. Sempre era Slayer versus Metallica. E era bom isso. Adoro esse tipo de coisa, como Sepultura e Soulfly ou Sepultura e Cavalera Conspiracy. Porque nesse tipo de situação sempre vem discos ótimos das duas bandas. Eu como ouvinte e fã acho ótimo.

  • Erik Rutan (HATE ETERNAL) substituirá Pat O’Brien no CANNIBAL CORPSE

    Erik Rutan (HATE ETERNAL) substituirá Pat O’Brien no CANNIBAL CORPSE

    O CANNIBAL CORPSE recrutou Erik Rutan (HATE ETERNAL, ex-MORBID ANGEL) para substituir o guitarrista Pat O’Brien nas próximas turnês da banda. Rutan aparecerá ao vivo com a banda durante a “Decibel Magazine Tour” e a próxima etapa da turnê da turnê norte-americana do SLAYER, que acontecerá em maio próximo ao lado de LAMB OF GOD e AMON AMARTH.

    Esta não será a primeira vez que essas usinas de death metal trabalharam juntas; Rutan produziu quatro álbuns do CANNIBAL CORPSE (Kill, Evisceration Plague, Torture,  e Red Before Black) e é singularmente equipado para preencher o papel – ele é um dos mais aclamados guitarristas do death metal, e é muito conhecido por seu tempo como parte do MORBID ANGEL (que encabeça a “Decibel Tour” ao lado do CANNIBAL CORPSE) ao longo dos anos 90 e início de 2000, assim como pelo seu trabalho como vocalista, guitarrista e produtor de sua atual banda, o HATE ETERNAL.

    O’Brien foi preso em 10 de dezembro sob acusações de agressão agravada contra um policial e roubo de uma residência ocupada, com agressão. Os policiais disseram que ele arrombou uma casa e atacou um policial com uma faca.

    O’Brien foi libertado da prisão de Hillsborough County em 14 de dezembro, depois de ter pago uma fiança de US $ 50.000.

    Edições avulsas, assinatura física e digital. Conheça a nossa Roadie Crew Shop – acesse https://roadiecrew.com/roadie-shop
  • UGANGA divulga ‘teaser’ de novo videoclipe “Servus”

    UGANGA divulga ‘teaser’ de novo videoclipe “Servus”

    “Servus”, novo disco do Uganga, está quase pronto. Com produção de Gustavo Vazquez e do vocalista Manu “Joker”, o quinto álbum de estúdio do grupo mineiro, sucessor do aclamado “Opressor” (2014), está sendo financiado por dois relevantes prêmios, o Wacken Foundation, organização alemã sem fins lucrativos idealizada em 2008 pelos produtores do Wacken Open Air – o maior festival de heavy metal do mundo – e que apoia projetos de hard rock e heavy metal de todas as partes do mundo, tendo nomes como o de Alice Cooper entre os doadores, e também pelo Programa Municipal de Incentivo à Cultura (PMIC) de Uberlândia, Triângulo Mineiro, de onde a banda é originária. “Servus” vai reunir 13 faixas: “Anno Domini” (Intro), “Servus”, “Medo”, “O Abismo”, “Dawn”, “Imerso”, “7 Dedos”, “Couro Cru”, “Hienas”, “Lobotomia”, “Fim de Festa”, “E.L.A. (Elo)” e “Depois de Hoje…”. O desenho da capa de “Servus” foi desenvolvida pelo artista pernambucano Wendell Araújo que já trabalhou com outras bandas de destaque como Ratos de Porão e Cólera. “Servus” vai ser lançado em Março em data a ser divulgada, mas no próximo dia 31 de Janeiro o grupo lança o primeiro single do álbum no formato de videoclipe. A música escolhida foi a faixa-título. Produzido por Eddie Shumway e Manu “Joker”, o videoclipe de “Servus” foi filmado em três diferentes locações na zona rural de Araguari, triângulo mineiro, próximo à divisa com o estado de Goiás. “Servus é uma canção que trata de conflitos ideológicos, filosóficos. Trouxemos uma interpretação metafórica para o videoclipe, como numa situação de aprisionamento. Optamos por um roteiro que contasse uma história de busca. Busca por sabedoria e liberdade, eu diria. Por isso mesmo escolhemos uma locação de grandes dimensões, tanto para tornar a “busca” perceptível e abrangente como para mostrar o infinito das possibilidades”, declarou o diretor Eddie Shumway. Repleto de cenas aéreas e panorâmicas, o videoclipe “Servus” contou com uma boa diversidade de equipamentos e movimentou uma grande equipe. “Usamos imagens de drone em grande parte do vídeo – escolha certa para mostrar grandes cenários -, mas também usamos câmeras na mão, principalmente em momentos mais fechados e individuais. Contamos com o Icronio Souza e o Gabriel Cunha para pilotar o drone e Daniel Moreira nas câmeras de mão. Eu e o Manu Joker fizemos visitas às locações, planejamos todo o cronograma em função do clima e do tempo hábil. A fotografia não teve muito segredo também, levamos o clima em consideração, escolhemos um dia claro e organizamos tudo para tentar pegar os melhores momentos para cada cena. Foi uma tarefa intensa, tínhamos que aproveitar tudo sem pensar muitas vezes, mas, como sempre, nos divertimos e chegamos a um resultado que nos deixou satisfeitos”, acrescentou Shumway. Assista o teaser do videoclipe “Servus”: https://youtu.be/kCK89qYQAvY

    Mais Informações:  www.uganga.com.br www.facebook.com/ugangaband www.youtube.com/ugangamg www.twitter.com/uganga www.instagram.com/uganga www.wacken-foundation.com

    Edições avulsas, assinatura física e digital. Conheça a nossa Roadie Crew Shop – acesse https://roadiecrew.com/roadie-shop
  • VULCANO: “O Rock chegou ao Brasil pelo porto de Santos”

    VULCANO: “O Rock chegou ao Brasil pelo porto de Santos”

    Os veteranos do VULCANO estiveram na décima segunda edição do ‘Setembro Negro Festival’, que aconteceu em 2018, e concederam uma ótima entrevista ao programa Heavy Metal Online.

    Neste bate papo, a banda falou dos primórdios do Rock e Metal, do pouco espaço que tinham no início e da dificuldade de se chegar até São Paulo/SP, além de discografia, projetos futuros e muito mais, confira:

    https://youtu.be/f00KPtuOS5A

    Em outras notícias, o VULCANO anunciou recentemente a “European Tour 2019”, que está sendo organizada pela ‘Artery Global Agency – UK e acontecerá entre os dias 08 de novembro e 07 de dezembro passando por Alemanha, Polônia, República Tcheca, Áustria, Suíça, Holanda, Bélgica, França, Espanha, Portugal e Inglaterra> para mais informações acesse o link a seguir: https://sanguefrioproducoes.com/n/1869

    https://sanguefrioproducoes.com/upload/imagens/mediaset/feded0932be2da551386cb3fa68abdd6.jpg

    Contato para shows: [email protected]

    Contato para assessoria de imprensa: www.sanguefrioproducoes.com/contato Sites relacionados: https://www.facebook.com/VULCANOMETAL https://www.vulcanometal.com/ https://www.sanguefrioproducoes.com/bandas/Vulcano/20 Fonte: Sangue Frio Produções

    Edições avulsas, assinatura física e digital. Conheça a nossa Roadie Crew Shop – acesse https://roadiecrew.com/roadie-shop
  • AXECUTER: Confira agora às gravações da guitarra do novo álbum no ‘Studio Report 2’

    AXECUTER: Confira agora às gravações da guitarra do novo álbum no ‘Studio Report 2’

    AXECUTER já está em estúdio gravando seu próximo álbum, cujo título e capa serão anunciados em fevereiro. Enquanto isso, a banda está divulgando semanalmente este trabalho com uma série de ‘Studio Reports’, que chegou a sua segunda edição.

    São diversos vídeos, lives e fotos que o trio vem trazendo a público em suas redes sociais (Facebook, Instagram e YouTube) desde o início de janeiro, e neste ‘Studio Report 2’, é possível conferir um pouco mais das gravações das guitarras, executadas por Danmented, assista:

    https://youtu.be/O7O21vYxvUY

    O novo full length do AXECUTER vem sendo gravado e produzido por Ivan Pellicciotti no ‘O Beco Estúdio’ em Curitiba/PR e está previsto para ser lançado em março/2019. Siga o grupo em suas redes sociais e fique por dentro de tudo que está acontecendo nestas gravações:

    Facebook: https://www.facebook.com/axecuter/ Instagram: https://www.instagram.com/axecutermetal/ YouTube: https://www.youtube.com/channel/UCXyePmWQq8pLs9r4d9DSddA

    Contato para shows: [email protected]

    Contato para assessoria de imprensa: www.sanguefrioproducoes.com/contato Sites relacionados: https://www.facebook.com/axecuter/ https://axecutermetal.bandcamp.com/ https://www.sanguefrioproducoes.com/bandas/Axecuter/24 Fonte: Sangue Frio Produções

    Edições avulsas, assinatura física e digital.

    Conheça a nossa Roadie Crew Shop – acesse https://roadiecrew.com/roadie-shop

  • OVERKILL divulga nova música, “Head Of A Pin”

    OVERKILL divulga nova música, “Head Of A Pin”

    Os veteranos thrashers de New Jersey, OVERKILL, lançarão seu 19º álbum de estúdio, The Wings Of War, em 22 de fevereiro, através da Nuclear Blast/Shinigami. O disco foi gravado no Gear Recording Studio em Nova Jersey, SKH Studio na Flórida e Jrod Productions com engenharia manipulada pelo baixista D.D. Verni e o guitarrista Dave Linsk. O álbum foi produzido pela banda, enquanto Chris “Zeuss” Harris cuidou da mixagem e masterização. Travis Smith (NEVERMORE, OPETH, SOILWORK, DEATH) foi novamente recrutado para criar arte de capa para o álbum.

    Abaixo você pode conferir o ‘lyric video’ oficial para o novo single, Head of a Pin.

    The Wings Of War marca a primeira gravação do OVERKILL com o baterista Jason Bittner (SHADOWS FALL, FLOTSAM AND JETSAM), que se juntou à banda no ano passado.

    O vocalista Bobby “Blitz” Ellsworth comenta: “Foi uma explosão fazer The Wings of War! É como algo velho se sentir novo mais uma vez, já que nossa química foi alterada pela adição de Jason Bittner. Eu estava curioso desde o início, como isso funcionaria? Acho que o que conseguimos aqui é um novo e melhorado OVERKILL que abraçou a nova química, enquanto levamos nossas raízes para o presente. A nova fórmula produziu não apenas mais força bruta, mas mais espaço para a melodia, uma relação de duplo ganho. O segredo é não estar interessado apenas na mudança, mas também nela. Eu vou te dizer uma coisa, ainda é divertido fazer álbuns com o OVERKILL.

    Em junho do ano passado, o vocalista do OVERKILL, Bobby “Blitz” Ellsworth falou ao ‘Patch.com’ sobre a direção musical do novo material da banda: “O que eu noto é que há partes dele que mergulham no heavy metal realmente clássico, que é impulsionado pelo riff. Temos aqueles riffs brutais de metal, e também temos riffs de heavy metal mais clássico. O riff brutal seria mais no sentido moderno do OVERKILL, mas o riff clássico leva de volta para a sensação de Feel The Fire, Taking Over, The Years of Decay”.

    “Eu acho que o que estamos fazendo é manter esses riffs clássicos, mas adicionando a brutalidade depois”, continuou ele. “Então tem a vibração do heavy metal clássico, com a agressão gerada por ele. Obviamente, não vamos soar progressivos ou caminhar fora da trilha que estamos seguindo. Seria um exagero. Mas o resultado final é realmente excitante, porque notamos cada diferente nuance. Então, eu acho que vai ser interessante”.

    Edições avulsas, assinatura física e digital. Conheça a nossa Roadie Crew Shop – acesse https://roadiecrew.com/roadie-shop  
  • IZEGRIM: Confira o vídeo oficial para “Retraumatized”

    IZEGRIM: Confira o vídeo oficial para “Retraumatized”

    A banda holandesa de death thrash IZEGRIM lançou um vídeo para a música Retraumatized, que é tirada do seu mais recente EP, intitulado Beheaded By Trust. O clipe mostra a banda durante sua apresentação no festival Eindhoven Metal Meeting, que aconteceu no dia 14 de dezembro. O vídeo foi dirigido por Sebastiaan Spijker, do Ik Wil Ook Een Videoclip.

    Marloes, do IZEGRIM, comenta: “Dos preparativos, à passagem de som, ao show no prestigiado – e lotado – Eindhoven Metal Meeting: tudo se encaixou no mais recente videoclip do IZEGRIM. Não tem adereços caros, sem telas, sem enredo ou coreografias bobas. É 100% IZEGRIM no seu melhor!”

    Beheaded By Trust foi gravado, mixado e masterizado no Kohlekeller Studio (ABORTED, BENIGHTED) em dezembro de 2017. O trabalho artístico da capa foi cortesia de Kirill Semenov.

    Beheaded By Trust é a continuação de The Ferryman’s End, de 2016, que atraiu uma resposta positiva da imprensa em todo o mundo e mostrou a banda em turnê e compartilhando palcos com nomes como FLOTSAM AND JETSAM, KREATOR, ANNIHILATOR, ONSLAUGHT e muitos mais.

    Edições avulsas, assinatura física e digital. Conheça a nossa Roadie Crew Shop – acesse https://roadiecrew.com/roadie-shop
  • IMPELLITTERI: Confira o novo vídeo, “Phantom Of The Opera”

    IMPELLITTERI: Confira o novo vídeo, “Phantom Of The Opera”

    A Frontiers Music Srl lançou o novo álbum de estúdio do IMPELLITTERI, The Nature Of The Beast, em 12 de outubro do ano passado. A banda lançou o videoclipe oficial para mais uma música do álbum, intitulada Phantom of the Opera. Confira abaixo.

    Com 30 anos de carreira musical, o IMPELLITTERI criou uma nova aventura musical alucinante, altamente energética e emocionante com The Nature Of The Beast. A banda está em chamas com suas acrobacias musicais, riffs viciantes, solos de guitarra intrincados, bateria na velocidade do speed metal e vocais gritados de power metal, que são ingredientes indispensáveis nessas canções matadoras!

    Como muitos de seus pares talentosos, IMPELLITTERI continua a carregar a tocha do heavy metal guiado pela guitarra. Em The Nature of the Beast, a banda brilha, especialmente em canções como Run For Your Life, o energético remake de Symptom Of The Universe do BLACK SABBATH, a loucura de Gates Of Hell, o riff viciante de Hypocrisy e o cover em versão speed metal para Phantom Of The Opera.

    “As novas músicas foram escritas com paixão e um amor sincero pelo heavy metal”, conta Chris Impellitteri. “Eu acho que como uma banda nós crescemos e ficamos mais fortes a cada novo álbum. Nossas habilidades artísticas parecem melhorar com a idade, mas ao mesmo tempo parece que estamos mais enérgicos, loucos e jovens com este lançamento. Você poderia dizer que a música nesta nova criança musical é uma extensão do nosso álbum anterior, Venom. Eu adoro o álbum Venom, mas atualmente estou obcecado por The Nature of the Beast. Estamos entusiasmados em compartilhar essa nova música com nossos fãs e amigos ao redor do mundo, e eu realmente espero que vocês gostem!”.

    O IMPELLITTERI gravou The Nature of the Beast em Los Angeles, Califórnia, com o lendário engenheiro e produtor Mike Plotnikoff (VAN HALEN, AEROSMITH, IN FLAMES), o engenheiro de mixagem Greg Reely (OVERKILL, FEAR FACTORY) e os engenheiros Jun Murakawa e Sean Shannon.

    Edições avulsas, assinatura física e digital. Conheça a nossa Roadie Crew Shop – acesse https://roadiecrew.com/roadie-shop
  • APOCALYPSE: Novo CD ao vivo é lançado nas plataformas digitais

    APOCALYPSE: Novo CD ao vivo é lançado nas plataformas digitais

    Acaba de ser lançado o novo álbum ao vivo da banda gaúcha APOCALYPSE, de renome internacional, com CDs lançados na Europa e participação em festivais americanos. Disponibilizado apenas nas plataformas digitais, “The 35th Anniversary Concert” celebra 35 anos de história e abre caminho para uma nova fase do grupo, através das faixas inéditas “Hard Long Road” e “It´s All Gone”.  Este é o terceiro registro ao vivo da banda, que no decorrer destas décadas lançou um disco ao vivo gravado nos EUA, chamado “Live in USA”, de 2001, mais tarde, em 2007, saiu “Live in Rio”, gravado na capital carioca, seguido por “Bridge of Light” (2008) e “Magic Spells”(2010). A tradição em lançar material ao vivo também foi seguida em DVDs, com o mesmo show no Rio de Janeiro, “Live in Rio”, o box comemorativo “Apocalypse – The 25th Anniversary Concert” e “The Bridge of Light” (2013).

     Gravado em show realizado no dia 3 de junho de 2015, na cidade de Porto Alegre, “The 35th Anniversary Concert” conta com um track list de 15 faixas, focando no material recente do APOCALYPSE, destacando os novos arranjos para “Not Like You”“Last Paradise” e “Till Another Side” e uma versão instrumental para a música “2012 Light Years From Home”.

     Ouça o álbum no Spotify:

    https://open.spotify.com/album/5UshSreDiVE7ODk4piuoXm

     Ouça “It´s All Gone” no Youtube:

    https://www.youtube.com/watch?v=vBfDdOGYaGc

    Formado atualmente por Gustavo Demarchi (vocal), Ruy Fritsch (guitarra), Eloy Fritsch (teclados), Daniel Motta (baixo) e Rainer Steiner (bateria), o grupo já conta com uma agenda de shows ativa, com o primeiro show do ano marcado para o Camp Celta Festival, em Três Coroas, festival que ocorrerá entre os dias 2 e 5 de março no Raft Adventure Park.

    Saiba mais:

    https://www.facebook.com/events/220040288891469

     Contatos: Facebook: www.facebook.com/ApocalypseProg

    Twitter: https://twitter.com/Apocalypseband

    Instagram: www.instagram.com/apocalypseprogbr

    Assessoria de Imprensa: www.wargodspress.com.br

    Edições avulsas, assinatura física e digital. Conheça a nossa Roadie Crew Shop – acesse https://roadiecrew.com/roadie-shop
  • ROTTING CHRIST divulga nova música, “The Raven”

    ROTTING CHRIST divulga nova música, “The Raven”

    A veterana banda grega ROTTING CHRIST lançará seu novo álbum, The Heretics, em 15 de fevereiro de 2019, através da Season Of Mist. A arte para o disco foi criada pelo artista grego Maximos Manolis, e pode ser vista ao lado.

    O ‘lyric video’ da música The Raven pode ser visto abaixo.

    O frontman Sakis Tolis comenta sobre a nova música: “Nós orgulhosamente apresentamos para vocês The Raven, a terceira música do nosso novo álbum, The Heretics. É o epílogo do álbum, e um dos nossos atos mais atmosféricos e melódicos. É uma homenagem a um dos escritores mais famosos da América – Edgar Allan Poe – e mais especificamente ao seu influente poema de mesmo nome. Desfrute The Raven, e até breve em nosso caminho herético! “

    Com The Heretics, o ROTTING CHRIST estará abrindo um novo capítulo. O guitarrista e vocalista Sakis Tolis, em colaboração com seu irmão Themis na bateria, consegue um equilíbrio perfeito entre a fusão do estilo clássico e único de riffs e ritmos com novos elementos empolgantes espalhados pela obra, para manter seu material excitante e inovador. A experiência é reforçada pela mixagem e masterização igualmente claras e transparentes, mas também maciças e sombrias de Jens Bogren, em seu renomado Fascination Street Studios (AMORPHIS, BORKNAGAR, MOONSPELL e DEVIN TOWNSEND).

    Com uma carreira de mais de 30 anos, 13 álbuns de estúdio, uma dúzia de EPs, singles e lançamentos em split, além de mais de 1.250 shows, 2018 marcou o ano de Their Greatest Spells, onde o ROTTING CHRIST revisitou musicalmente seu incrível legado musical para conectar seu passado com o presente.

    Edições avulsas, assinatura física e digital. Conheça a nossa Roadie Crew Shop – acesse https://roadiecrew.com/roadie-shop