Categoria: Roadie News

  • ARCH/MATHEOS: Confira o vídeo oficial de “Tethered”

    ARCH/MATHEOS: Confira o vídeo oficial de “Tethered”

    O novo vídeo do ARCH / MATHEOS, Tethered, pode ser visto abaixo. O projeto conta com membros fundadores do FATES WARNING, John Arch (vocais) e Jim Matheos (guitarra). A música é parte do segundo álbum do ARCH / MATHEOS, Winter Ethereal, que foi lançado em 10 de maio pela Metal Blade Records.

    Nos círculos do metal progressivo, os nomes de Jim Matheos e John Arch são citados com a devida reverência. Com o primeiro tendo sido uma força motriz no FATES WARNING por 35 anos, e o último o frontman original da mesma banda, eles também já possuiam um trabalho seminal sob a bandeira ARCH / MATHEOS, Resonance Sympathetic, de 2011. Em 2019, eles se reuniram para dar um sucessor para o primeiro registro, com Winter Ethereal, uma coleção mais estilisticamente variada e talvez mais profunda, que explora muitos territórios sonoros ao longo de nove faixas imersivas. “Isso decorre de nós dois tentarmos sair de nossas zonas de conforto um pouco, às vezes voluntariamente, às vezes sendo empurrados”, afirma Matheos. “Tendo trabalhado juntos tantas vezes, seria fácil cair na mesma maneira de fazer as coisas, e acho que ambos estávamos interessados ​​em explorar novas áreas.”

    Arch concorda e acrescenta: “Cada música é notavelmente diferente da próxima, e nada soa repetitivo. Não é um álbum conceitual, mas de alguma forma depois de uma audição completa, do começo ao fim, parece haver continuidade entre as músicas, algo que eu não posso descrever. Com mais de uma hora de duração, acho que os fãs vão concordar que é uma experiência de audição completa.”

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  • S.O.T.O.  – 05 de maio de 2019, São Paulo/SP

    S.O.T.O. – 05 de maio de 2019, São Paulo/SP

    Três anos após sua primeira apresentação no Brasil, quando abriu o show do Winery Dogs, o S.O.T.O., grupo que tem como frontman o formidável Jeff Scott Soto, produtivo e incansável vocalista de bandas como Sons Of Apollo, W.E.T., Trans-Siberian Orchestra, Talisman, Takara, Eyes, Yngwie Malmsteen, Humanimal, Axel Rudi Pell, Human Clay, Soul SirkUS e muitas outras, retornou ao país. Uma curiosidade sobre essa nova turnê brasileira, que passou por Florianópolis (SC), Brasília (DF), Rio de Janeiro (RJ) e São Paulo (SP), foi o fato de o grupo vir nos visitar sem esperar pelo lançamento de seu novo álbum, Origami, que sairá no próximo dia 24 de maio. Pena que, dessa vez, no show de São Paulo, no qual marcamos presença, o público tenha comparecido em baixo número ao Carioca Club.

    Pontual, o multinacional S.O.T.O. entrou em ação após introdução mecânica, com o americano descendente de porto-riquenhos Jeff Scott Soto acompanhado dos brasileiros BJ (guitarra, vocais e teclados) e Edu Cominato (bateria), do espanhol Jorge Salán (guitarra) e do novo integrante, o baixista americano Tony Dickinson. Eles chegaram mostrando seu hard rock de pegada moderna através de HyperMania, música que estará em Origami. Infelizmente, em certos momentos dessa, o microfone de Soto falhou. Sorte que tudo se resolveu a partir da pesada Freakshow, do álbum anterior Divak (2016), e então a qualidade de som ficou impecável. Desde o início, era evidente o entrosamento e o alto nível de performance dos músicos. Se por um lado Salán era quem comandava os solos, por outro BJ se dividia acompanhando o madrileno nas bases, adicionando teclados e, em algumas ocasiões, fazendo duos vocais com Soto. Com boa presença de palco, Dickinson mostrou-se tão seguro e competente no baixo, quanto Cominato costuma ser em seu kit de batera.

    No repertório, o quinteto apresentou um set bem atrativo, constituído não apenas por músicas dos álbuns do S.O.T.O., mas também por várias outras da carreira de Jeff, incluindo de alguns de seus álbuns solo, como 21st Century, de Beautiful Mess (2008), e a ‘hardona’ Drowning, de Lost in the Translation (2004), que vieram na sequência. Apaixonado por nossa “caipirosca” (como gosta de chamar), antes de anunciar Wrath, do debut do S.O.T.O. Inside the Vertigo (2015), Jeff ergueu seu copo e o entornou após o coro da plateia com o tradicional: “vira, vira, vira, virou”. Algo muito legal nas apresentações do S.O.T.O. são os backing vocals feitos por BJ, Salán e Cominato, bem afinados, como pôde ser observado nas paradinhas das músicas Weight of the World, que é outra de Divak, e Soul Divine, também do álbum solo de Jeff Lost in the Translation. Em outra de Inside the Vertigo, The Fall, que tem uma batida modernosa que remete à The Beautiful People, do Marilyn Manson, foi legal a atuação de Soto, que na parte sinistra após o solo, cantou com olhos vendados.

    Algumas surpresas estavam reservadas. A primeira foi o medley do W.E.T., formado por trechos das viciantes Watch the Fire (com ótimo duo vocal entre Jeff e BJ), Learn to Live Again e One Love, músicas que integram, respectivamente, os álbuns Earthrage (2018), Rise Up (2013) e W.E.T. (2009). O público podia até ser pequeno, no entanto, mostrava-se fiel à carreira de Jeff Scott Soto, tanto que muitos ali sabiam de cor as letras de cada música que era tocada. Antes de anunciar a faixa título de Origami, com o bom humor e simpatia que lhe são peculiares, Soto apresentou a banda, fazendo questão de ressaltar: “Temos um novo álbum chegando e estou cansado de ler na imprensa as pessoas dizerem: ‘Ei, cara, esse aqui é um novo projeto, uma nova banda solo de Soto’. Não, não, não! S.O.T.O. é “a” banda, não apenas eu, somos todos nós”, enfatizou, apontando para seus companheiros. A música seguinte – com jeito de tema de comercial da Hollywood -, foi a última da carreira solo de Jeff a ser tocada: Eyes of Love, do álbum Prism, de 2002.

    Dando sequência, Jeff, Salán, BJ, Dickinson e Cominato tocaram trecho do clássico Rosanna, do Toto, com o vocalista dançando, usando uma camiseta branca com seu rosto desenhado, que ele pegou de uma pessoa da plateia. Outra surpresa no set foi o cover da bela Give in to Me, do saudoso “Rei do Pop” Michael Jackson. Depois dessa, Cyber Masquerade foi a última a representar o repertório do S.O.T.O., porém não tocada inteira, mas sim emendada com trecho de Livin’ the Life. Confesso que não curti a enrolação que rolou, com várias paradas para o público cantar durante essa música da Steel Dragon, banda fictícia do filme “Rock Star” (2001). Teria sido mais legal se tivessem tocado as novas BeLie e Detonate, de Origami, que estavam programadas, mas acabaram sendo limadas do set. Dando continuidade, o competente Jorge Salán, que tem vários álbuns solo gravados e trabalhos com nomes como Mägo de Oz, Fiona Flanagan, Avalanch, Robin Beck e James Christian (House of Lords), teve seu momento particular quando Soto se retirou do palco para tomar fôlego e bebericar mais de nossa “caipirosca”. Salán e o restante da banda tocaram a instrumental Risk, de seu terceiro álbum, Chronicles of an Evolution (2007).

    Com Jeff de volta, a próxima parte do show foi especial: um medley de aproximadamente vinte minutos, só com hinos do Talisman, uma das bandas mais significativas da carreira do requisitado vocalista. Os fãs agitaram e cantaram com o S.O.T.O. trechos de Break Your Chains, Day by Day, Give Me a Sign, Colour My XTC, Dangerous, Just Between Us, Mysterious (This Time It’s Serious) e também os covers de Frozen (Madonna) e Crazy (Seal), ambos gravados pelo Talisman em seus álbuns Truth (1998) e Life (1995), respectivamente. O ponto alto desse medley aconteceu na derradeira I’ll Be Waiting, do debut Talisman (1990), que é sempre uma das músicas mais comemoradas pelos fãs de Jeff Scott Soto nos shows. Nessa, ele puxou o também vocalista Nando Fernandes (Sinistra, Hangar, Rádio Show, Cavalo Vapor, etc) da pista pra cantar com ele, e brincou quando avistou Henrique Baboom, baixista do Supla e produtor de King Bird, Salário Mínimo, Panzer, Cosmic Rover, Sioux 66 e outras, que estava próximo ao palco. Foi engraçado quando Soto chamou Baboom de “maricón de puta”, quando o viu devolvendo pela metade a caipirinha dada por BJ.

    Após rápida saída estratégica do palco, Jeff Scott Soto surgiu na bateria e comandou os tambores, executando o início do hino We Will Rock You. Entretanto, o interrompeu. Foi só uma deixa para anunciar, em primeira mão: “Estarei de volta em dois meses, em julho (dia 13). Terei BJ, Edu, Baboom e Léo Mancini (Tempest, ex-Noturnall), e nós estaremos no Manifesto (Bar), fazendo um show tributo ao Queen”. Depois do informe, novamente ouviu-se os tambores da bateria. Era Cominato, executando a derradeira Stand Up and Shout, música composta por Sammy Hagar e gravada por Soto, também para o filme “Rock Star”. Ao final dessa, toda a banda se aproximou da beira do palco e, assim como no show de 2016, se despediu do público cantando, à cappella, a sacana Community Property, do Steel Panther. Fim de um ótimo e divertido show, que teve quase duas horas de duração. Mesmo com pouco público, a banda merece elogios por ter tocado com a mesma empolgação que tocaria se a casa estivesse lotada.

    Ao final do show, encontrei-me com Jeff Scott Soto, que contou sobre o porquê de ter vindo tocar no Brasil, mesmo faltando poucos dias para o lançamento do novo álbum do S.O.T.O.: “Eu gostaria que o novo álbum já tivesse sido lançado, porque quero tocar o novo material dele. Mas quero que as pessoas conheçam as músicas, então, não tocamos muitas novas. Sinceramente, eu queria que, especialmente o Brasil, fosse o ponto de partida de Origami, porque é um ótimo álbum e esse é um dos meus lugares favoritos no mundo pra tocar. Quero voltar ao Brasil assim que todo mundo conhecer esse álbum”. Sobre o show realizado minutos antes, Soto também comentou: “Bem, infelizmente, não estava tão cheio como costuma estar. E eu entendo isso, porque muitas pessoas querem vir a shows do JSS. S.O.T.O. é um monstro totalmente novo, um animal novo, e eu compreendo que muitas pessoas levam tempo para entender do que se trata essa banda. Estou bem quanto a isso. Uma vez que elas perceberem sobre o que é o S.O.T.O., acho que teremos tantas pessoas quanto temos nos shows do JSS”, finalizou o atencioso vocalista.

  • ORTHOSTAT: “Monolith Of Time” está pronto e disponível, adquira agora!

    ORTHOSTAT: “Monolith Of Time” está pronto e disponível, adquira agora!

    O debut álbum dos catarinenses do ORTHOSTAT, “Monolith Of Time”, está com sua versão física definitivamente pronto e disponível. Lançado neste formato pela Tales From The Pit Records, o CD já pode ser adquirido por apenas R$ 20,00 (+frete) escrevendo para [email protected] ou pelo Facebook em www.facebook.com/OrthostatDM. https://sanguefrioproducoes.com/upload/imagens/mediaset/ORTHOSTAT_Monolith_Of_Time.jpg Ouça “Monolith Of Time” nas principais plataformas de streaming:

    Spotify: https://open.spotify.com/album/6aUvHqS0brqUaLVt42WRuJ iTunes: https://itunes.apple.com/br/album/monolith-of-time/1450238435 Napster: https://us.napster.com/artist/orthostat Claro música: https://www.claromusica.com/album/6834010 Amazon Music: https://music.amazon.com/albums/B07MZM8F16/B07MZMJPY5 Em paralelo, o ORTHOSTAT se apresentará neste final de semana (11/05) na segunda edição do ‘Nehell Festival’, em Jaraguá do Sul/SC, confira: https://sanguefrioproducoes.com/upload/imagens/mediaset/ORTHOSTAT_Nehell_Fest.jpg Link do evento no Facebook: https://www.facebook.com/events/303674370329145/ Contato para shows: [email protected]

    Contato para assessoria de imprensa: www.sanguefrioproducoes.com/contato Sites relacionados: https://www.facebook.com/OrthostatDM https://www.youtube.com/channel/UCcmUFU2I1rpPOZf5BRyL9rQ https://orthostat.bandcamp.com/ https://sanguefrioproducoes.com/artistas/ORTHOSTAT/65 Fonte: Sangue Frio Produções

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  • HÉIA: Ouça agora a entrevista ao programa Pentagrando no Spotify

    HÉIA: Ouça agora a entrevista ao programa Pentagrando no Spotify

    A Dark Radio é hoje um dos principais veículos de comunicação do Brasil, e em um dos seus programas, o Pentagrando, trouxeram como destaque a banda goiana HÉIA, onde o guitarrista e vocalista Místico concedeu uma entrevista para o mesmo.

    Neste bate papo, o músico falou sobre o atual momento da horda, recente turnê boliviana e o álbum ao vivo gravado em Cochabamba, o “Maldición de la Serpiente – Live in Cochabamba”, além da sua visão sobre a cena underground atual e muito mais.

    Ouça: https://open.spotify.com/show/7ztrYTV1HFIFEAitdmWHQS

    Em paralelo, a HÉIA segue trabalhando forte na produção do supracitado álbum ao vivo. Com 10 faixas, que estão sendo produzidas por Giovanni Maia do Phanton Studio, na cidade de Goiânia/GO, o CD tem previsão de chegar ao público em junho deste ano, confira a capa:

    https://sanguefrioproducoes.com/upload/imagens/mediaset/HEIA_Live_Cover.jpg

    Produtores interessados em levar a HÉIA pera seus eventos, escrevam para [email protected] e solicitem mais informações.

    Para entrevistas e resenhas, a imprensa interessada deve solicitar o press kit em [email protected].

    Contato para assessoria de imprensa: www.sanguefrioproducoes.com/contato
    Sites relacionados:
    https://www.facebook.com/hordaheiaoficial/
    https://www.youtube.com/user/hordaheia
    https://sanguefrioproducoes.com/artistas/Héia/55
    Fonte: Sangue Frio Produções

     

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  • Republique du Salem promete novo álbum mais sombrio e ácido

    Republique du Salem promete novo álbum mais sombrio e ácido

    A Republique du Salem está gravando seu novo disco, produzido pelo guitarrista da banda, Guido Lopes. A gravação acontece no estúdio Space Blues, em São Paulo.
    Nas palavras de Guido, o novo álbum do grupo é mais sombrio e mais ácido que os anteriores. Ele explica que todas as canções estão conectadas pela mesma história, algo que se passa num ambiente hiper-realista no estilo de filmes como SinCity e Pulp Fiction. “Pra trazer o que cada música pede, incorporamos outros instrumentos, estilos e participações especiais que vão acrescentar bastante”, comenta.
    O disco conta com dois novos músicos, que substituem Nae Silva e Elvis Roger. São eles, o baterista Carlinhos Mazzoni (Culto ao Rim, Bluebell, Edgard Scandurra) e a baixista Helena Cruz, da banda Luzia. Também participa do trabalho o renomado engenheiro de mix, Vance Powell, que tem seis Grammys na bagagem. Ele já trabalhou com Jack White, Rival Sons, North Mississipi Allstars, Kings of Leon, entre outros.
    As composições do álbum vão na direção do vintage rock, com um forte elemento noir (linguagem artística usada no cinema e em graphic novels). A ideia do grupo é lançar música por música e o vocalista Davi Stracci diz que a situação atual do mundo – e principalmente do Brasil – trouxe inspiração.
    A banda paulistana planeja lançar o primeiro single, “On my knees”, em julho. “Será lançado um clipe também para a música, e a Republique vai fazer alguns shows neste período”, acrescenta Davi.
    Carreira
    A Republique du Salem recebeu 2 indicações ao Grammy latino em seu disco de estreia e gravou seu segundo álbum em Los Angeles, a convite do ex-Black Crowes Marc Ford (vindo a excursionar com o artista em 2015). Em 2017 e 2018, dedicou-se a projetos paralelos, como o lançamento de trabalhos solo do vocalista Davi Stracci e de Guido Lopes, além da criação da Conspiracy (tributo ao Black Crowes), e colaborações em outros trabalhos.
      Links: Fotos (Divulgação): https://www.dropbox.com/sh/t4db9eo4lsi872a/AADdWRMaonHPN8zw_AoOOGvQa?dl=0 Facebook – https://www.facebook.com/republiquedusalem   Edições avulsas, assinatura física e digital. Conheça a nossa Roadie Crew Shop – acesse https://roadiecrew.com/roadie-shop
  • KRYOUR lança ‘Where Treasures Are Nothing’, seu álbum de estreia

    KRYOUR lança ‘Where Treasures Are Nothing’, seu álbum de estreia

    Praticando um som versátil, entre o death metal melódico e o metalcore, Gustavo Iandoli (vocal e guitarra), Wesley Peira (guitarra), Gustavo Muniz (baixo) e Matheus Carrilho (bateria) apresentam “Where Treasures Are Nothing“, trabalho conceitual que narra fatos do nascimento até a morte e aborda os valores humanos. “O repertório deste primeiro álbum do Kryour se forma em uma história de vida e retrata valores humanos sob a ótica da ansiedade e da depressão”, observou Gustavo Iandoli. “Acredito que entrega e paixão o define, pois esperamos muito por esse momento e demos tudo na produção. As gravações foram bem detalhadas e deixamos com que as algumas ideias aparecessem dentro do estúdio. Assim, tudo foi fluindo da melhor maneira”, acrescentou. Sobre a concepção musical do Kryour, o vocalista e guitarrista explica que o estilo foi sendo moldado de forma natural. “Nós fomos criando sem muito compromisso a atender certos subgêneros do metal. Existem algumas influências individuais dos integrantes, mas seguimos com o que queríamos fazer. Uma grande referência que tivemos foi o Gojira, admiramos muito o trabalho deles e tivemos influência na parte da produção.” “Where Treasures Are Nothing” contou com produção a cargo de Diego Castro (The Ocean Revives, Purge, Abstracted, Summeria) e teve arte de capa de Carlos Fides (Almah, FlowerLeaf, Evergrey, Semblant, Noturnall, Trezzy, Silver Mammoth). Ouça no Spotify em https://is.gd/HrwgMC Ouça no Deezer em https://is.gd/cz3MLj O material foi antecipado com o single e videoclipe “Restless Silence“, que retrata a visão de uma pessoa cuja mente é acelerada e pensativa. “Por tamanha inquietação interna, ela não consegue se expressar direito e, então, vem a angústia. A falta de controle de seus pensamentos ocasiona impactos em sua vida e em seu comportamento, pois a ansiedade passa a pressionar respostas precipitadas sobre os objetivos e os planos de vida”, explicou Iandoli. Veja o clipe de “Restless Silence” em https://youtu.be/Z9iertirMwM

    repertório de é “Where Treasures Are Nothing” o seguinte: Beginning of Innocence Anxiety Chaos of My Dream Restless Silence Theater of Destiny Rainy Falling In Oblivion My Conjugué The Leaving When We Got To Go “Existem algumas músicas instrumentais que dão uma dinâmica melhor para o repertório. Sempre terá uma música que pode atender quem quiser ouvir algo mais leve ou mais pesado. ‘Anxiety’ e ‘My Conjugué’ têm uma intensidade um pouco maior do que as outras, enquanto ‘Theater of Destiny’ tem um peso maior por conta da afinação mais baixa que usamos na gravação. Porém, sinto que ‘The Leaving’ carrega algo muito especial, uma motivação que talvez não consiga explicar. Tudo tem uma perspectiva mais humana, além do acúmulo de aprendizados e progressos pessoais”, concluiu Gustavo Iandoli. Site relacionado: https://www.facebook.com/kryour/ Mídias sociais: @kryour Contato para shows: [email protected] | (11) 96131-5003

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  • Os sete anos da morte de Trondr Nefas, um dos gigantes do black metal norueguês

    Os sete anos da morte de Trondr Nefas, um dos gigantes do black metal norueguês

    Nascido em 28 de maio de 1977, o músico norueguês Trond Bråthen foi uma das personalidades que ajudou a moldar o estilo que hoje chamamos de True Norwegian Black Metal. Compositor, vocalista, guitarrista e baixista, Trond foi um dos formadores da hoje lendária banda de black metal URGEHAL.

    Conhecido primeiramente como Trondr, o guitarrista começou a aparecer para o cenário extremo em 1994, quando assumiu o posto de guitarrista e vocalista do URGEHAL em sua primeiro demo, intitulada Ferd. No ano seguinte a banda lançaria mais uma demo, Rise Of The Monument, e a estreia oficial, Arma Christi seria lançada em 1997, sempre com Trond ocupando o posto de frontman.

    Desde então a carreira do músico norueguês foi tomando grandes proporções, na medida que ele se via envolvido com cada vez mais bandas, todas elas assumindo papel de destaque no cenário da música extrema.

    Conhecido mundialmente Trondr Nefas ou Alastor Nefas, Trond colecionou passagens por nomes como BEASTCRAFT, ENDEZZMA, VULTURE LORD, IN LINGUA MORTUA, BLOODSWORN e ANGST SKVADRON.

    Em 2012, Trond apareceu no álbum Erotik Nekrosis, do ENDEZZMA, e logo em seguida aquilo que poucos poderiam imaginar aconteceu: em 13 de maio, apenas alguns dias antes de completar o seu trigésimo-quinto aniversário, Trond foi encontrado morto em sua casa. Segundo nota, o músico teria morrido de causas naturais durante o sono.

    Trond trabalhava na época em um documentário sobre a cena norueguesa do black metal, e o seu falecimento precoce impediu que o projeto fosse finalizado e oficialmente lançado. Na mesma época, o URGEHAL trabalhava em seu sétimo álbum de estúdio, Aeons In Sodom, que permaneceu inédito até 2016, quando foi finalizado pelos membros remanescentes e um grande grupo de convidados, e então oficialmente lançado em 12 de fevereiro.

    Na época, a Season of Mist divulgou a seguinte nota:

    “O maior se foi. Trondr Nefas, nosso querido amigo e companheiro há mais de 20 anos, faleceu repentinamente na semana passada. Ele morreu de morte natural e pacífica em um de seus lugares favoritos, cercado por bosques e lagos de cristal. Obrigado por todos os anos de amizade, música e loucura. Pelos bons tempos e os maus momentos. Através de sua devoção sombria pelo black metal, você inspirou muitos. Você foi um verdadeiro pioneiro. Sentiremos sua falta, mas nunca o esqueceremos, porque seu legado continuará vivo. Nossos mais profundos sentimentos vão para a noiva de Trond, Octavia, e sua família. Agradecemos todas as condolências e apoio que nos foram dados após sua morte trágica. Sammen var vi dynamitt!!!”

    Domingo, 12 de maio, completaram-se sete anos desde a partida de um dos músicos mais importantes da atual cena do black metal. Mas o seu legado, representado em alguns dos mais sombrios e extremos discos lançados sob o arco de sangue e horror do black metal, nunca será esquecido.

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  • MARK FARNER – 10 de maio de 2019, São Paulo/SP

    MARK FARNER – 10 de maio de 2019, São Paulo/SP

    Quando se fala do nascimento e da evolução do rock pesado, é impossível não mencionar o valor e o pioneirismo das bandas inglesas. Afinal, sem todo aquele movimento encabeçado primeiro por Beatles e Rolling Stones, e depois seguido por Deep Purple, Led Zeppelin e finalmente Black Sabbath, talvez hoje nem estivéssemos aqui, falando sobre Rock And Roll. Mas, se os ingleses fizeram por merecer nossas reverências eternas e o seu lugar de honra na história da música, nós não podemos deixar de lembrar os grandes nomes que começaram a trilhar o caminho da música pesada do outro lado do Oceano Atlântico, bandas que ousaram toda uma nova experiência musical e estética que viria a afetar não apenas a forma como concebemos a música, mas, em alguns casos, até o próprio ‘way of life’ tipicamente americano, como aconteceu com o lendário Alice Cooper, seja com sua antiga banda, seja em carreira solo. Ao lado da ‘Gloriosa Tia Alice’, jamais poderíamos deixar de citar outras três bandas entre os grandes precursores do rock pesado das Américas: Blue Cheer, Mountain, e claro, o Grand Funk Railroad.

    Enquanto o Blue Cheer arranhava o soalho do heavy metal com seu álbum de estreia, Vincebus Eruptum (1968), o Mountain redefinia o sentido de ‘riff pesado’ em seu grande hit, Mississipi Queen, que ajudou o álbum de estreia, Climbing! a alcançar a posição 17 na Billboard 200. Certo, e o que fez o Grand Funk Railroad, de Don Brewer (bateria), Mel Schacher (baixo) e Mark Farner (vocal e guitarra)? Simples, eles ajudaram a transformar os Estados Unidos na nação do Rock And Roll, com uma coleção tão grande de hits que qualquer um de seus álbuns de estúdio parece uma coletânea, tamanha é a qualidade das composições.

    Portanto, para muitos daqueles que foram até o Teatro Gamaro, na última sexta-feira, aquela era uma oportunidade não apenas de cantar e vibrar ao som de uma das mais conhecidas vozes do rock em todos os tempos, mas de viajar de volta no tempo, e de certa forma, vivenciar as canções que ajudaram a transformar o caráter da música que amamos neste lado do mundo. Sim, havia muita emoção no ar, havia um clima saudosista, e havia a esperança de que esta noite fosse de fato a celebração que imaginávamos.

    E, convenhamos, Mark Farner nunca decepciona. Desde aqueles tempos em que brilhava nos palcos ao lado da banda que ajudou a consagrar, o vocalista/guitarrista é conhecido por sua performance enérgica, que veja, foi considerada desengonçada e pouco graciosa nos anos 70, o que fez muitos críticos piadistas da época dizerem que a banda fazia valer o nome, já que realmente ‘parecia um trem descarrilhado’. Pois bem, foi realmente como um trem descarrilhado que ele subiu ao palco nesta nova passagem por São Paulo, e foi assim que logo de cara cativou todos os presentes com Are You Ready, faixa de abertura do primeiro álbum do Grand Funk Railroad, On Time (1969) e que sempre foi a favorita para abrir os shows do grupo.

    Confesso que, ao olhar para o palco e ver aquela figura simples e carismática, usando um jeans surrado e empunhando uma guitarra enquanto cantava o seu mais antigo hit para uma plateia em um outro hemisfério, exatos cinquenta anos depois de seu lançamento, fiquei imaginando o filme que passava na cabeça de Farner. Será que era a lembrança de estar tocando esta mesma música no primeiro grande show do Grand Funk Railroad (no Atlanta International Pop Festival, em 1969) que lhe trazia o sorriso aos lábios, ou era a pura e enérgica vibração da plateia paulistana que o fazia emocionar, já na primeira canção da noite?

    Bem, se eu não exagerei anteriormente a qualidade e a relevância da antiga banda de Mark Farner (e pode apostar que até peguei leve), você pode imaginar que ‘empilhar’ uma coleção de clássicos era apenas uma questão de deixar o tempo passar e a música fluir. Exatamente isso, em um show de Mark Farner, simplesmente deixe a música fluir, esqueça o relógio, o tempo não é nada para um artista que parece ter poder sobre o tempo e os seus efeitos. Rock & Roll Soul, Footstompin’ Music, Aimless Lady, Paranoid, essas músicas são exemplos de como a arte é mais forte do que o tempo, e ali, naquele momento, nós todos nos sentíamos parte da história e no inevitável curso das areias do tempo.

    Se tudo isso não bastava ainda para nos sentirmos como uma unidade, como um todo que pelo menos em um momento esquece suas diferenças políticas, ideológicas e culturais em nome da pura diversão e paixão musical, Farner e seus talentosos companheiros conseguiram nos retirar do mundo das mídias sociais, brigas fúteis e boletos a pagar com o hino We’re An American Band. As linhas de guitarra características, a ótima melodia vocal, e um refrão simples e grudento, todos os elementos que tornam esta canção um dos maiores hits da música norte-americana se apresentaram como um turbilhão de classe, categoria e devoção, não apenas testemunhada, mas compartilhada por uma plateia à beira da histeria. Sem brincadeira, o refrão foi cantado tão forte e por tantas vozes convictas que naquele momento, todos nos sentimos um só, não éramos mais a plateia, nós éramos uma banda americana, aquele show era nosso também!

    Mesclando tantos sentimentos, víamos a noite passar como em sonho, enquanto Farner desfilava seu repertório clássico e imbatível. Casais se abraçavam com Heartbreaker (que coisa confusa, hein?), e o mundo ganhava um novo sentido e graça sob os acordes de Some Kind Of Wonderful e I’m Your Captain (Closer To Home), que tiveram a missão de encerrar uma noite perfeita e memorável. Precisamos de mais noites assim. Onde possamos simplesmente esquecer tudo de ruim e estranho no mundo, onde possamos deixar nossos medos e angústias de lado, e por alguns instantes, simplesmente nos entregar para algo bobo e divertido, como tentar uma nova dança (Come on baby, do the loco-motion…).

  • MAGNÉTICA: novo EP “Frankenstein” acaba de ser liberado nas plataformas digitais

    MAGNÉTICA: novo EP “Frankenstein” acaba de ser liberado nas plataformas digitais

    Já se encontra disponível em todas as plataformas de Streaming o novo material de estúdio da banda Magnética. O EP “Frankenstein” pode ser conferido na integra pelo Spotify, Deezer, ITunes, Google Play, Napster, Tidal, Music.Amazon, Amazon, Akazoo, 7 Digital e várias outras.

    Frankenstein” marca um novo rumo na carreira da banda. Em janeiro de 2018, a Magnética lançava seu full “Homo sapiens brasiliensis” ainda como um quinteto, após uma significativa mudança em seu line-up, esse é o primeiro trabalho como um trio. Com as mudanças, Rafael Musa, antes guitarrista e segunda voz, agora assume os vocais e marca sua estreia como vocalista oficial da banda.

    O EP conta com quatro músicas autorais e que expressam críticas sobre mazelas sociais, entre elas, a violência contra a mulher. O material é forte e todas as letras são cantadas em português. Acesse e confira. Procure em sua plataforma favorita!

    Spotify: https://open.spotify.com/album/5B2hu8peW9L8mwpk9dxoD1?si=hhMYZuQ-S9WAmI2QV5m24g

    Deezer: https://www.deezer.com/br/album/95554042

    Formação:

    Marcos Ribeiro: Bateria Rafael Musa: Guitarra e voz Anderson Pavan: Contrabaixo

    Mais informações:

    Facebook: https://www.facebook.com/magneticaoficial/

    Roadie Metal Press: https://www.roadie-metal.com/press/magnetica

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  • DEATH CHAOS libera single “Forsaken” no YouTube

    DEATH CHAOS libera single “Forsaken” no YouTube

    Uma das bandas mais pesadas da atualidade, o Death Chaos, após lançar em todas as plataformas digitais seu álbum “Bring Them To Die, vai disponibilizando gradativamente as músicas do álbum para audição completa em seu canal no YouTube.

    Acaba de ser liberada a faixa “Forsaken. Essa música apresenta linhas mais harmônicas, onde, o grupo que tem em sua essência o Death Metal melódico, flerta diretamente com o Heavy Metal tradicional e faz uma junção entre os dois estilos, dando um toque refinado a composição.

    Agora você poderá escutar quantas vezes quiser “Forsaken”, acessando o vídeo abaixo:

    https://www.youtube.com/watch?v=fsFxhjNB-aU

    Death Chaos é formado por:

    Denir “Deathdealer”: Vocal Julio Bona: Guitarra Gabriel Maciel: Guitarra Edson “Mamute”: Baixo Ueda: Bateria

    Mais informações:

    Facebook: https://www.facebook.com/deathchaosmetal/ Roadie Metal Press: https://roadie-metal.com/press/death-chaos/

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