Categoria: Roadie News

  • KAMPFAR: Confira o mais novo single, “Syndefall”

    KAMPFAR: Confira o mais novo single, “Syndefall”

    A banda norueguesa de black metal KAMPFAR lançou seu novo álbum de estúdio, Ofidians Manifest, no dia 3 de maio, via Indie Recordings. Abaixo você pode assistir ao mais recente single do novo álbum, Syndefall.

    O KAMPFAR nasceu em 1994 pelas mãos do vocalista Dolk (MOCK), e após o EP homônimo de 1996, lançou seu debut, Mellom Skogkledde Aaser, em 1997, hoje considerado um clássico da segunda geração do black metal norueguês. Em 2006 a banda lançou seu terceiro álbum completo Kvass, que iniciou a parceria da banda com a Napalm Records. Ao lado da Napalm, os noruegueses ainda lançaram os álbuns Heimgang (2008) e Mare (2011).

    Djevelmakt (2014), sexto álbum do grupo, marcou a estreia do KAMPFAR ao lado do selo Indie Recordings, que também inclui o álbum de 2015, Profan, e o novo, Ofidians Manifest, que foi lançado no início de maio.

    Além de Dolk (bateria e voz) e Ask (bateria e voz), o KAMPFAR também conta com o guitarrista Ole Hartvigsen e o baixista Jon Bakker.

    O sétimo álbum de estúdio do KAMPFAR, Profan venceu o Spellemann Award (Grammy norueguês) na categoria Metal.

    Foto da banda: Sebastian Ludvigsen Edições avulsas, assinatura física e digital. Conheça a nossa Roadie Crew Shop – acesse https://roadiecrew.com/roadie-shop
  • AREA 55 estreia com single e clipe ‘Far Away’

    AREA 55 estreia com single e clipe ‘Far Away’

    Criada em Los Angeles (EUA) por Julio Federici (vocal, King of Bones), Mika Jaxx (guitarra, Sioux 66 e React), Gui Bodi (baixo, Disciples of Babylon e Artur Menezes) e Boll3t (bateria, Aboleth e Hecatombe), a banda Area 55 estreia com o single e videoclipe “Far Away“. A concepção do nome, por ter ligação com brasileiros, acabou ficando uma analogia da instalação da Força Aérea dos EUA, conhecida como Area 51. “No começo, quando fizemos o ‘brainstorm’ para a escolha do nome, pensamos em Code 55, em referência ao código de telefone do Brasil. Depois veio a ideia de Area 55, para ter conexão com a Area 51, que tem ligações com histórias sobre OVNIs, assunto que somos viciados”, revelou o vocalista Julio Federici. Veja o videoclipe “Far Away”, produzido pela Obuie 360 e dirigido por Ricardo Salles, em https://youtu.be/BFrTAM0e9lw

    Federici explica que quando ainda estava no Brasil, fazendo o seu processo de visto de artista para se mudar para Los Angeles, viu um post de Mika Jaxx falando que ele também iria deixar o Brasil. “Quando vi esta postagem, na minha cabeça eu já tinha em mente que quando chegasse em Los Angeles faria contato com ele e com todas as pessoas que conhecia na cidade, tanto brasileiros como americanos. Assim, logo na primeira semana, eu falei com ele e a gente marcou de se encontrar porque, por coincidência, ele morava no mesmo lugar que eu acabei me instalando”, recordou o vocalista. “No fim da conversa ficou acordado que iríamos fazer um som juntos. Ele chegou com riffs mais na linha do Breaking Benjamin, Three Days Grace e Shinedown. Por mais que minhas raízes estejam nos anos 1980 e 90, sempre gostei de ouvir coisas novas e então tudo se encaixou, porque tudo fluiu naturalmente”, acrescentou. Com a concepção musical em mente, Federici e Jaxx saíram em busca de outros músicos para completar a formação. “Chegamos a testar americanos e até tivemos um baixista mexicano durante um tempo, mas como ele fica três meses aqui e três meses no país dele, achamos que isto poderia complicar algumas coisas. Então, por intermédio de Júlio Mendoza, veio Boll3t que, por coincidência, também é amigo do baterista Marcelo Moreira (Burning In Hell, Almah, Kiko Loureiro, Circle II Circle). Ele atualmente reside em Los Angeles, mas ambos são de Caxias do Sul (RS). Fizemos o teste e Boll3t foi aprovado na hora!”, comemorou o vocalista. “Boll3t nos indicou três baixistas: um americano, um cara da Nova Zelândia e o Gui Bodi. A gente estava praticamente fechando com o americano, mas quando Gui fez o teste, chegou atropelando. Ele tem dois discos gravados com o Disciples of Babylon, ‘Welcome to Babylon’ (2015) e ‘The Rise And Fall of Babylon’ (2017)”, completou Mika Jaxx. Curiosamente, o Area 55 tem três integrantes formados em produção: Mika, Boll3t e Federici. “Boll3t, inclusive, produziu bandas como Rotten Filthy e, recentemente, estudou com o produtor e engenheiro de som americano Andrew Scheps, premiado pelo Grammy e que, entre outros trabalhos, mixou o mais recente álbum do Rival Sons”, detalhou o guitarrista. Com o single “Far Away” lançado, o grupo agora prepara o álbum de estreia, ainda sem título e data de lançamento definidos. “Estamos produzindo com Brendan Duffey, que trabalhou com bandas como Angra, Torture Squad e Andre Matos, entre muitas outras. A melhor coisa é que tudo está saindo rápido”, relatou Julio Federici. “Queremos fechar dez músicas e já temos seis prontas. A ideia é cair na estrada imediatamente. Então, fechando o restante do repertório do disco, mandaremos para Brendan Duffey fazer a mix e a master”, concluiu Mika Jaxx. Sites relacionados: https://area55official.com https://instagram.com/area55official https://facebook.com/area55official Sites pessoais dos músicos: https://www.mikajaxx.com/ https://www.juliofederici.com/ https://www.boll3t.com/ https://www.guibodi.com/ Contato: [email protected]

    Fonte: ASE Press   Edições avulsas, assinatura física e digital. Conheça a nossa Roadie Crew Shop – acesse https://roadiecrew.com/roadie-shop
  • ROTTING CHRIST: Gregos tocam em São Paulo e Rio de Janeiro no fim do mês

    ROTTING CHRIST: Gregos tocam em São Paulo e Rio de Janeiro no fim do mês

    O Rotting Christ retorna ao Brasil neste mês, para divulgar seu novo álbum, “The Heretics”, lançado neste ano, e tido como mais um marco em sua carreira, uma vez que ele supera seu antecessor, “Rituals”, que foi lançado em 2016, e já havia entrado para os clássicos da banda. A nova tour Latino Americana terá 12 datas, 3 delas no Brasil – 30/05 (Rio de Janeiro, RJ @Teatro Odisseia), 31/05 (São Paulo, SP @The House) e 01/06 (Joinville, SC @Armageddon Metal Fest). Na cidade do Rio de Janeiro, o show será no Teatro Odisseia (Av. Mem de Sá, 66, Rio de Janeiro. A casa abre às 19h30. A abertura ficará por conta dos equatorianos do Total Death. Informações/ingressos do show no Rio de Janeiro: https://www.facebook.com/events/259258284949892/ Em São Paulo o Rotting Christ também tocará ao lado do Total Death. O local escolhido é o The House (R. Rodolfo Miranda, 110, Bom Retiro – ao lado do metrô Armênia), local bastante conhecido dos gregos, já que eles tocaram lá outras 3 vezes, quando ainda era chamado pelo antigo nome, “Hangar 110”. As portas se abrem às 19h30 e o Rotting Christ entra no palco às 21h30. Informações/ingressos do show de São Paulo: https://www.facebook.com/events/381230422429452/ O Rotting Christ é uma das raras exceções onde uma banda de mais de 30 anos de carreira, com 13 álbuns de estúdio, se supera e a cada lançamento, faz um “novo clássico”. O grupo esteve por aqui divulgando os excelentes “Κατά τον δαίμονα εαυτού” (2013), “Lucifer Over Athens” (álbum ao vivo, 2015) e “Rituals” (2016). “The Heretics” foi lançado no dia 15 de fevereiro deste ano, e traz 10 faixas, em pouco mais de 40 minutos. A formação traz Sakis Tolis (vocal e guitarra), Themis Tolis (bateria), Van Ace (baixo e backing vocals) – o guitarrista George Emmanuel que estava na banda desde 2014, os deixou recentemente, e em breve terá seu substituto anunciado. Assista o lyric vídeo de “Dies Irae”: https://www.youtube.com/watch?v=PVdK7x9rESk A produção dos shows no Brasil é de responsabilidade da TC7 Produções. Páginas relacionadas: www.facebook.com/Rotting-Christ-290468585669/ www.facebook.com/muertetotal/

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  • TORTURE SQUAD apresenta a mais nova cerveja “Black Existence”

    TORTURE SQUAD apresenta a mais nova cerveja “Black Existence”

    Juntamente com a cervejaria “Normandie Brewery”, será lançado no dia 22 de junho a “Black Existence”, a nova cerveja oficial do Torture Squad.

    O proprietário da “Normandie Brewery”, Fábio Chaves, comentou sobre a cerveja dedicada a banda e apresentou quais as especiarias e modelo de cerveja.

    “Fortalecendo a parceria entre os Amigos do Porão da Cerveja, Normandie Brewery e Torture Squad, estamos pelo segundo ano fazendo mais um lançamento entre esta união que começou a partir da antecessora Beer of Evil, e agora chegou o momento do lançamento da Black Existence! Uma cerveja estilo Russian Imperial Stout escolhida pelos membros da banda em comemoração ao mais recente álbum “ Far Beyond Existence”.

     “Escolhemos cuidadosamente o estilo, para os paladares mais exigentes, uma cerveja forte e encorpada, que foi maturada por meses em barril de carvalho e posteriormente feita uma infusão de Jack Daniel’s para paladares exigentes”. Finaliza Fábio.

    O evento de lançamento será realizado no Porão da Cerveja, dia 22 de junho no centro de São Paulo. O evento iniciará a partir das 17h00 contando com uma apresentação da banda e convidados fazendo versões acústicas dos clássicos do Rock eHeavy Metal!

    Formação:

    May “Undead” Puertas – vocal

    Rene Simionato – guitarra

    Castor – baixo

    Amilcar Christófaro – bateria

    Mais informações:

    Site Oficial: www.torturesquad.net.br

    Facebook: www.facebook.com/torturesquad

    YouTube: www.youtube.com/torturesquadband

    Roadie Metal Press: https://roadie-metal.com/press/torture-squad/

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  • LYRIA lança versões ao vivo de “Jester” e “Hard to Believe”

    LYRIA lança versões ao vivo de “Jester” e “Hard to Believe”

    Duas das canções mais pedidas nos shows do Lyria, “Jester” e “Hard to Believe”, acabam de ganhar versões ao vivo, gravadas para o canal Overdrive. As músicas representam dois momentos da banda carioca, a primeira faz parte de “Catharsis”, disco de estreia lançado em 2014; e a segunda é um dos sucessos de “Immersion”, álbum lançado no ano passado. Os vídeos mostram a performance do grupo no palco, dando um gostinho para os fãs.

    O Lyria é uma banda de metal alternativo sinfônico, idealizada pela vocalista e compositora Aline Happ em 2012. Com um apanhado de diversas vertentes dentro e fora do Heavy Metal, o Lyria conseguiu desenvolver uma sonoridade forte e autêntica, com grande destaque para os lindos vocais, riffs poderosos e refrãos marcantes. O grupo é considerado um dos grandes nomes da nova geração do metal, contando com uma base de fãs em ascensão ao redor do mundo, principalmente no Brasil, Estados Unidos e Europa.

    Tendo em sua essência mensagens de superação, o Lyria acredita que a música tem o poder de ajudar as pessoas. Seguindo esta linha, a banda lançou seu primeiro álbum, Catharsis, o qual arrecadou mais de 8.000 dólares em uma campanha de financiamento coletivo que contou com fãs do mundo inteiro.

    O segundo álbum, Immersion, mantém a mesma temática, abordando assuntos como autismo, ansiedade e depressão. O disco também contou com uma campanha de financiamento coletivo que arrecadou mais de 13.000 dólares (cerca de 48 mil reais). A primeira música de trabalho, “Hard to Believe”, já ultrapassa as 150 mil visualizações no Youtube.

    Assista “Jester”: https://youtu.be/Bsjvb9iFwWo

    Assista “Hard to Believe”: https://youtu.be/UI3zeLV7-So

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  • FINAL DISASTER: Em vídeo banda abre seleção para nova vocalista

    FINAL DISASTER: Em vídeo banda abre seleção para nova vocalista

    O Final Disaster abriu seleção para a entrada de uma nova vocalista. Eles gravaram um vídeo onde convidam as garotas para enviarem material – com vídeos, fotos, links onde possam avaliar o talento da candidata, e então possam convidar para um ensaio/teste com a banda.

    Basta enviar material para o email [email protected], ou envie mensagem no inbox do Facebook, ou direct message do Instagram.

    Assista:
    https://youtu.be/iqZHqWGDQr4

    A formação do Final Disaster traz Kito Vallim (vocal), Daniel Crivello (guitarra), Rodrigo Alves (guitarra), Felipe KBÇA (baixo) e Bruno Garcia (bateria).

    Acompanhe o Final Disaster em seus canais oficiais:
    www.finaldisaster.net
    www.facebook.com/FinalDisaster
    www.instagram.com/finaldisasterofficial
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  • Shows e livro de PAULO BARON foram destaques na festa de 30 anos da TOP LINK

    Shows e livro de PAULO BARON foram destaques na festa de 30 anos da TOP LINK

    A festa de 30 anos da Top Link Music, produtora responsável pela realização de mais de dez mil shows pela América Latina, teve a sua celebração de gala no último dia 3 de maio. Para o fundador Paulo Baron Rojo, o momento era mais do que especial. Radicado no Brasil, o empresário mexicano aproveitou a ocasião e lançou seu livro “Rocking All My Dreams”, feito em parceria com o escritor Emerson Anversa. A obra, lançada pela editora inVerso, conta a experiência de vida de Baron e suas andanças pelo mundo, sempre trabalhando nos bastidores do rock/heavy metal. Trabalhar com o que mais gosta, aliás, foi a realização de seu maior sonho. Conforme confidenciou na festa à este repórter, o emocionado Baron, através de seu livro, tem como intenção “inspirar outras pessoas, principalmente os jovens que se sentem perdidos ou desmotivados a também acreditarem e correrem atrás de seus sonhos, motivando-os a, ao sucumbirem, seguirem em frente e se reerguerem”.

    E nada melhor do que celebrar música com música. Massacration, Malta, o grupo britânico Jesus Jones, e uma super jam entre músicos do Angra e de outras bandas, além da discotecagem do DJ Rodrigo Branco, da rádio Kiss FM, agitaram a festa. O público compareceu em número pequeno à Tropical Butantã, porém o Espaço Vip – com direito à coquetel – recebeu vários convidados, entre eles, o guitarrista alemão Kai Hansen (Gamma Ray, Helloween, Unisonic, Hansen & Friends), que no dia seguinte participou da gravação do DVD do show “Temple of Shadows in Concert”, de Edu Falaschi, e no domingo esticou até o Carioca Club para assistir o show do S.O.T.O., banda do vocalista americano Jeff Scott Soto (Sons of Apollo, Talisman, Takara, Yngwie Malmsteen, Trans-Siberian Orchestra, Eyes, etc). Antes dos shows, os telões no palco mostravam imagens de vários músicos felicitando Paulo Baron, entre eles, Andreas Kisser (Sepultura), Charlie Benante (Anthrax), André Matos, Dee Snider (Twisted Sister), Doro Pesch, Max Cavalera (Soulfly, Cavalera Conspiracy, Killer Be Killed) e outros.

    A primeira atração a subir no palco, após honrarias do personagem Boça, do humorístico Hermes & Renato, foi o Massacration, que sob o comando de Detonator (personagem do vocalista e comediante Bruno Sutter), apresentou seu heavy metal de letras engraçadas e sarcásticas. Sobrou até para Paulo Baron cair nas tiradas de Detonator. No repertório, o Massacration apresentou alguns de seus “clássicos”, como Metal is the Law, Metal Massacre (Aruê Aruô) e The Mummy, por exemplo, bem como a inédita MotorMetal, que tem como referências clássicos como Born to be Wild, Highway Star e Turbo Lover e faz homenagem ao ex-piloto brasileiro de F1 Nelson Piquet – dias depois, esse novo single do Massacration foi lançado em videoclipe gravado no Autódromo de Interlagos. No final do show, Detonator desceu do palco durante Metal Bucetation, atravessou o Espaço Vip e pulou na pista comum pra cantar e agitar com os fãs.

    De volta ao Brasil após 25 anos, quando estreou no país tocando pelo extinto festival “Hollywood Rock”, o Jesus Jones animou a festa com seu rock alternativo de groove dançante. Apesar de no ano passado o grupo inglês ter lançado o álbum Passages, também em comemoração a 30 anos de carreira, os músicos originais Mike Edwards (vocal e guitarra), Jerry De Borg (guitarra), Al Doughty (baixo), Iain Baker (teclado) e Gen (bateria) o representaram no show apenas com o single Where Are All the Dreams?. O quinteto priorizou tocar seus maiores hits, ou seja, International Bright Young Thing, Real, Real, Real e o maior deles: Right Here, Right Now. Reconhecida de imediato, essa música presente no segundo álbum do Jesus Jones, Doubt (1991), pareceu ser a única conhecida da maioria do público. Assim sendo, outras também sempre tocadas nos shows do grupo, como Who? Where? Why?, Two and Two, Move Mountains, Info Freako e Zeroes and Ones, por exemplo, infelizmente passaram despercebidas. Apesar da estrela do time ser Edwards, o destaque foi Baker, que agitou alucinadamente durante todo a apresentação. O Jesus Jones fez um show correto e convincente, com um repertório ao melhor estilo ‘best of’, no entanto, ficou evidente que, ao menos no Brasil, seu status é de banda ‘one-hit wonder’.

    Com disco novo na praça desde fevereiro, o Malta entrou em ação mostrando um repertório pesado, apropriado para ocasião. Contando com excelente qualidade de som e tendo uma performance energética, a comunicativa Luana Camarah (vocal), Thor Moraes (guitarra), Diego Lopes (baixo) e Adriano Daga (bateria) priorizaram o recém lançado álbum Malta IV. Eles apresentaram as novas Manipulação, Amor e Ódio, Bater de Frente, Ela Sempre Sabe e Pátria Amada, música que já virou hino do Malta. A banda revisitou seu primeiro álbum executando Diz Pra Mim e homenageou o Legião Urbana com o cover da clássica Que País é Esse? Antes da mencionada Ela Sempre Sabe, o grupo solicitou que Paulo Baron subisse ao palco para cantar junto. Brincando, ele repreendeu os músicos: “a banda é que tem que tocar, o empresário corre atrás de ganhar dinheiro pra vocês. Vocês estão invertendo esse sistema”. O ponto alto da apresentação do Malta se deu com uma tríade imortal do Queen: Tie Your Mother Down, Show Must Go On e Bohemian Rhapsody – essa com intercessões de sampler, principalmente nas partes orquestradas. Finalizando, um dos maiores hinos do rock, criado pelo AC/DC: Highway to Hell.

    O encerramento da festa aconteceu com a mencionada jam session. Os músicos Rafael Bittencourt, Felipe Andreolli, Marcelo Barbosa e Bruno Valverde (Angra), Bruno Sutter, os integrantes do Malta e os convidados Jean Patton, Vini Castellari e Baffo Netto (Project 46), os irmãos Andria e Ivan Busic (Dr. Sin), os ex-Angra Ricardo Confessori e Luis Mariutti (Sinistra), Nando Fernandes (Sinistra), Marcello Pompeu (Korzus), Alírio Netto (Queen Extravaganza/ex-Age of Artemis), Amílcar Christófaro (Torture Squad/Kisser Clan) e Bruno Sá (Geoff Tate’s Operation: Mindcrime/Tarja Turunen/Angra/Allegro) se revezaram entre vários covers que foram sendo tocados madrugada afora. Algumas escorregadelas aconteceram entre algumas das músicas da lista, que contava com Jump (Van Halen), Welcome to the Jungle (Guns N’Roses), Every Little Thing She Does Is Magic (The Police), Nothing to Say (Angra), We’re Not Gonna Take It (Twisted Sister), Rock ‘n’ Roll (Led Zeppelin), Enter Sandman (Metallica), Tom Sawyer (Rush), Would? (Alice in Chains), Holy Diver (Dio), Perry Mason (Ozzy Osbourne), Pull Me Under (Dream Theater), Perfect Strangers (Deep Purple), Rebell Yell (Billy Idol), Wasted Years (Iron Maiden), Still of the Night (Whitesnake), Rock You Like A Hurricane (Scorpions) e Ace of Spades (Motörhead).

    E foi assim, com um ato regado a hinos atemporais do rock and roll e do heavy metal mundial, que a festa terminou. O livro de Paulo Baron Rojo já está à venda. Saiba mais a respeito do que você encontrará em “Rocking All My Dreams”, nas palavras do próprio Baron, assistindo a esse vídeo promocional, divulgado pela Top Link Music:

    https://www.facebook.com/watch/?v=427852054442909

  • POSSESSED: Confira a quarta parte do documentário sobre a história da banda

    POSSESSED: Confira a quarta parte do documentário sobre a história da banda

    Os precursores do death metal, POSSESSED, lançarão seu primeiro álbum completo em mais de três décadas, Revelations Of Oblivion“, no dia 10 de maio pela Nuclear Blast.

    A quarta parte do documentário onde a banda discute a sua história pode ser conferida abaixo.

    Jeff Becerra, vocalista do POSSESSED, disse: “Este álbum do começo dos trabalhos até o lançamento foi uma experiência fantástica. Todos nós do POSSESSED esperamos que você aproveite este novo lançamento, e estamos ansiosos para fazer turnês e criar muito mais músicas novas no futuro. Agradecemos a todos o seu apoio e dedicação. Espero vê-los durante as próximas turnês e shows em breve. Obrigado a todos e cada um de vocês pela sua inspiração e dedicação ao POSSESSED.”

    Revelations Of Oblivion foi gravado nos estúdios NRG e Titan Studios com Becerra como produtor executivo e Daniel Gonzalez como co-produtor do álbum. A mixagem e masterização foram feitas por Peter Tägtgren (HYPOCRISY, PAIN, BLOODBATH) no Abyss Studios na Suécia. Para a arte da capa, a banda recrutou o artista polonês Zbigniew Bielak (PARADISE LOST, DIMMU BORGIR, DEICIDE, GHOST e GORGUTS) para criar uma peça que trouxe de volta a noção de medo verdadeiro que está associada à ideia do verdadeiro mal.

    Jeff declarou: “Trabalhar com Peter foi uma experiência fantástica. Pensamos muito em quem queríamos para produzir nosso novo álbum. Como não havíamos feito um lançamento totalmente novo em mais de 30 anos, era essencial que encontrássemos a pessoa certa. O nome de Peter continuou surgindo várias vezes, e depois de falar com meus colegas de banda todos gostaram muito de Peter, pois ele é mais orgânico, e alguém que sentimos se encaixaria bem em nosso processo.”

    Em relação à direção musical do novo material do POSSESSED, Jeff disse: “Bem, sou eu. Eu ainda sou o mesmo. Eu diria… é muito POSSESSED, mas não soa nada datado. Eu penso que por mais que eu ame os três primeiros álbuns, eles estão um pouco datados, então estamos tentando trazê-los de volta a este século. Não vamos super-produzir ou fazer qualquer coisa além de death metal direto. É exatamente o que eu quero tocar, e o que a banda quer tocar”.

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  • GLENN HUGHES adia turnê inglesa por problema de saúde

    GLENN HUGHES adia turnê inglesa por problema de saúde

    Os shows que Glenn Hughes faria na Inglaterra no decorrer de maio precisaram ser adiados. Segundo os promotores da turnê “Glenn Hughes Performs Deep Purple”, eles receberam a seguinte declaração dos managers do vocalista/baixista: “Glenn lamenta por não poder se apresentar na turnê britânica, de 14 a 24 de maio. Ele precisa ser tratado de uma doença que não é fatal, mas deve ser cuidada imediatamente para que não se torne um problema sério”.

    Vale lembrar que a turnê “Glenn Hughes Performs Deep Purple” está agendada para a América do Sul, entre os meses de setembro e outubro. Se tudo correr bem com o restabelecimento de sua saúde, Hughes deverá aportar no Brasil, onde tocará, na íntegra, o clássico álbum Burn, de 1974, além de outros hinos de sua ex-banda, o Deep Purple, nas cidades de Vitória (ES), São Paulo, Porto Alegre (RS), Recife (PE), Fortaleza (CE), Belém (PA), Brasília (DF) e Goiânia (GO).

  • MACHINE HEAD: Em vídeo, Logan Mader fala sobre “Burn My Eyes”

    MACHINE HEAD: Em vídeo, Logan Mader fala sobre “Burn My Eyes”

    O vocalista fundador do MACHINE HEAD, Robb Flynn, e o baixista Jared MacEachern, ao lado de Chris Kontos (bateria) e Logan Mader (guitarra) – que gravaram a versão original de Burn My Eyes – recentemente entraram no Sharkbite Studios em Oakland, Califórnia, e regravaram o citado álbum de estreia do MACHINE HEAD em sua totalidade.

    Um vídeo onde o guitarrista Logan Mader fala sobre o álbum Burn My Eyes pode ser visto abaixo.

    O MACHINE HEAD anunciou no mês passado que celebrará o 25º aniversário de Burn My Eyes com uma turnê especial de aniversário. Os shows trarão Kontos e Mader de volta à banda para tocar Burn My Eyes na íntegra.

    Flynn disse a Kerrang!: “Esta turnê Burn My Eyes vai acontecer, mas ainda está a seis meses de distância. Como a Kerrang! já especulou, nós estamos gravando novas músicas. Estamos lançando novas músicas. Na verdade, a formação que gravou a primeira versão do nosso primeiro álbum já foi para o estúdio para regravar Burn My Eyes na íntegra. Nós planejamos fazer isso música por canção. Provavelmente será apenas digital – apenas algo legal para ajudar a celebrar a data. Fomos filmados fazendo isso, então provavelmente haverá alguns vídeos playthrough também”.

    Ele acrescentou: “É muito legal estarmos tocando juntos algumas dessas músicas pela primeira vez em muito tempo, tem horas que pensamos ‘Como é mesmo esse riff?’ ou ‘Como é a letra dessa música mesmo?” Há erros, mas optamos por mantê-los. Foi apenas parte desse momento realmente especial, divertido e positivo.”

    Kontos deixou o MACHINE HEAD antes do lançamento do segundo álbum da banda, The More Things Change, de 1997, e foi substituído por Dave McClain.

    McClain e o guitarrista Phil Demmel saíram do MACHINE HEAD no ano passado.

    O baixista Adam Duce – que gravou Burn My Eyes e foi integrante do MACHINE HEAD até sua saída conturbada da banda em 2013 – não faz parte do projeto.

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