Categoria: Roadie News

  • O INIMIGO –  Contrariando o Conformismo

    O INIMIGO – Contrariando o Conformismo

    “Nossa postura vai bem ao contrário do pensamento tradicional brasileiro, que acabou de ganhar a última eleição”. Essas são as palavras iniciais do guitarrista Juninho Sangiorgio no release que explica o teor político e o título de Contrariedade, novo álbum d’O Inimigo, veterano grupo paulistano completado por Fernando Sanches (guitarra – também baixista do CPM22), Alexandre Cacciatore (baixo) e Gian Coppola (bateria). Sucessor de Cada Um em Dois (2003) e Imaginário Absoluto (2012), Contrariedade é um álbum direto de punk rock/hardcore, contestador como deve ser e o primeiro ‘full lenght’ a contar com o vocalista Wellington Marcelo. Sangiorgio, que também toca baixo no Ratos de Porão, e Cacciatore nos atenderam para falar mais sobre Contrariedade e, entre outras coisas, dão sua visão sobre a atual política do Brasil e o triste episódio ocorrido no país em 2006, que ceifou a vida dos filhos daquelas que ficaram conhecidas como “Mães de Maio”. Você pode ler a entrevista, ouvindo Contrariedade em primeira mão na ROADIE CREW.

     

    De maneira literal, quem é “o inimigo”?

    Alê Cacciatore: De maneira literal, O Inimigo é Wellington nos vocais, Juninho na guitarra, Fernando na outra guitarra, Alê no baixo e Gian na bateria (risos).

    Juninho Sangiorgio: Essa foi boa, Alê! O inimigo é tudo aquilo que te sufoca, te prende, te faz sentir mal. Viemos desde o primeiro disco deixando essa ideia bem vaga, para cada um se aprofundar e perceber o quanto lidamos diariamente com inimigos, desses que precisamos aprender a lutar todos os dias de nossas vidas. São eles internos no seu corpo, imaginários ou mesmo totalmente físicos, com os quais cruzamos nas ruas.

     Vocês levaram dois anos trabalhando em Contrariedade. A ideia era fazer o álbum com calma, certo? De todo modo, o atual momento político do país aguçou a vontade em vocês de soltar o grito da garganta e apressar o lançamento?

    Juninho: Não, o lançamento foi inicialmente pensado para o início de 2019, mas alguns imprevistos surgiram e decidimos por 17 de maio. Fazer as coisas na pressa nunca foi nossa intenção, então assim estamos bem felizes que conseguimos, com calma, soltar notícias, singles, clipe, etc.

    Contrariedade é o primeiro ‘full lenght’ a ter no vocal Wellington Marcelo, que entrou n’O Inimigo em 2016, no lugar de Alexandre “Kalota” Fanucchi. Como vocês chegaram à Wellington e como alinharam com ele o direcionamento lírico do novo álbum?

    Alê: O Wellington sempre foi fã da banda. Lembro-me claramente no primeiro show meu e do Fernando com a banda, no Espaço Impróprio, em 2010, o Wellington novinho, ali na “linha de frente”, cantando todas as músicas. Acho que seguimos um pouco aquele conselho do Black Flag: ‘Procurando um novo vocalista? Olhe para os seus fãs’. Foi totalmente natural e espontâneo. E como ele já sabia a grande maioria das letras, facilitou um pouco o processo, que, diga-se de passagem, não foi nada fácil, por sinal, já que o Kalota é um baita vocalista e letrista. Como o próprio Kalota sempre teve a liberdade de criar as letras e encaixá-las nas músicas, da maneira dele, a gente deu essa mesma liberdade total pro Wellington.

    Juninho: Só completando o lance do direcionamento, o Wellington é um cara bem aberto a sugestões, e teve muita coisa que construímos juntos de encaixe de letra e métrica antes dos ensaios.

     Analisando os dois álbuns anteriores d’O Inimigo, além da troca de vocalista, o que de mais significativo mudou em Contrariedade, quanto a Cada Um em Dois (2003) e Imaginário Absoluto (2012)?

    Alê: Eu, pessoalmente, não posso relacionar com o Cada Um em Dois, já que eu ainda não estava na banda. No caso do Imaginário Absoluto, o processo foi mais rápido, pois apesar de a formação da banda ser praticamente nova, acho que devido a esse fato, todos nós estávamos muito na pilha de gravar um álbum inteiro, algo que não era lançado desde 2003. Acho que no caso do Contrariedade, como todos da banda estavam ocupados com outras atividades, foi mais uma pilha do Juninho, carregando o resto da banda nas costas (risos). Claro que todos contribuímos na composição das músicas, mas a maioria das ideias iniciais dos sons, são do Juninho.

    Juninho: Eu estava numa fase criativa boa, cabeça a milhão, pensando em muita base, então acredito que não teve algo que mudou, mas sim estava apenas dando continuidade aos trabalhos da banda, e com a entrada do Wellington sabíamos que precisávamos de um disco novo.

    Houve algum motivo especial para vocês optarem em lançar as faixas Sempre Perigosa Sem Piedade (SP) e O Próprio Ar como sendo os singles do álbum?

    Juninho: Sempre Perigosa Sem Piedade é uma música bem completa, acho que mostra bem como a banda está musicalmente nos dias de hoje, e O Próprio Ar por também ser uma música com vários climas e ter sido a primeira que fizemos com essa nova formação.

    Ainda sobre escolhas, falando em Sempre Perigosa Sem Piedade (SP), porque optaram por ela como videoclipe? O vídeo mostra imagens da cidade de São Paulo, que foram captadas por André Calvente e editadas por Fernanda Lira. Pensam fazer mais videoclipe para outras músicas do álbum?

    Alê: Sim! Estamos pensando em fazer mais clips. Aguardem!

    Falemos agora sobre algumas músicas em específico. Em Apelo (Mães de Maio), achei interessante que, ao invés de a utilizarem simplesmente como uma vinheta introdutória para Relembrar é Morrer, vocês inseriram o discurso de uma das chamadas Mães de Maio em meio à uma curta música instrumental. Como surgiu a ideia de usar a fala de uma das várias mães que perderam filhos naquele fatídico dia 15 de Maio de 2006 dessa maneira? O que pensam sobre aquele triste e lamentável incidente?

    Juninho: As “Mães De Maio” são uma inspiração para todos nós, a força e a energia dessa luta contra a violência, ainda mais vinda de mães que se organizaram por terem perdido os filhos, é muito intensa. Essa música, desde quanto eu fiz, estava difícil pensar numa linha de voz, e rapidamente veio à cabeça esse lance de colocar um discurso em cima, coisa que eu já fiz na minha outra banda, Discarga, onde no disco Música Pra Guerra tem uma bem parecida. O texto “Apelo” é muito pesado, representa demais toda a dor da perda dessas mães, então fizemos nossa homenagem ao movimento.

    OUÇA CONTRARIEDADE, NOVO ÁLBUM D’O INIMIGO EM:

    https://www.youtube.com/watch?v=vnaqS-1N1Gs&list=PLvIqEwjp3ARCESxEGkPOMy-APiYn3gaa4&index=1

    Gostaria de saber também sobre a letra de Alzheimer. Eu mesmo já perdi um tio para essa triste doença degenerativa que afeta a memória e que a cada dia mais pessoas (especialmente idosos) são detectadas com ela.

    Alê: A letra foi escrita pelo Wellington, em homenagem a avó dele. Minha avó faleceu no começo do ano passado, assim como o meu avô, no começo de 2002. Todos vítimas da doença. A perda da memória é apenas um dos sintomas iniciais. Em estado terminal, a pessoa não consegue mais se expressar verbalmente, apesar de manter a consciência e perceber tudo ao redor. Fica praticamente em um estado vegetativo, e passa progressivamente a depender da assistência de um cuidador. É extremamente triste. Mas acho que através da letra e da música, a gente consegue externar esses sentimentos, e aliviar um pouco o peso deles.

    E o que tem a dizer sobre a capa de Contrariedade, que teve arte criada por Flávio Bá?

    Alê: O Bá faz todas as artes das capas dos discos e EPs do Inimigo desde o Todos Contra Um (2006). Acho que foi um processo natural ele fazer a do Contrariedade também.

    O álbum está sendo lançado pela gravadora paulista Hearts Bleed Blue nos formatos vinil, cassete e CD. Em 2018 vocês já haviam lançado o EP Inner Ear Session em vinil de 12 polegadas. Sou saudosista, apesar dos downloads e do modo como a música é consumida hoje em dia, acho que esses formatos nunca deveriam deixar de existir. Ultimamente, tem havido um aumento na procura por material físico, principalmente os mais ‘vintage’, no caso, LP e cassete. Acham ser considerável o número de adeptos a esse tipo de produto, ao ponto de vocês pensarem valer à pena lançar álbuns físicos?

    Alê: Eu acho ótimo esse aumento de adeptos de discos em vinil. Na banda somos todos uns “vinyl freaks”. Colecionamos discos desde moleques e não pretendemos parar. Pessoalmente, acho a melhor forma de consumir música, não só por possuir a melhor fidelidade de som, mas creio que todo o “ritual” de colocar o disco, ouvir todas as faixas, trocar o lado, e por aí vai, é demais. Claro que os meios digitais são importantes, mas eu os vejo mais como meios de divulgação do que de consumo. O digital não é “palpável” como o vinil, por exemplo. Às vezes a pessoa baixa apenas um som de um lançamento “full”, ouve, não gosta, apaga, e acaba nem ouvindo o resto da obra. Digital é totalmente descartável, apesar de importante.

    Concordo totalmente! Já que citei Inner Ear Session, esse foi um lançamento exclusivo para comemorar o Record Store Day 2018. Qual foi a sensação de gravá-lo nos Estados Unidos, no lendário estúdio Inner Ear, e ter como produtor ninguém menos do que Don Zientara, que já assinou trabalhos para bandas como Fugazi, Minor Threat, Dag Nasty, Bad Brains e The Evens?

    Alê: Foi surreal. Só de estar no mesmo lugar onde essas bandas gravaram, bandas essas que influenciaram demais a gente… Ver as fotos, as relíquias, as master tapes… O Don deixou a gente bem à vontade. Estávamos no meio da turnê, já naquela febre de montar tudo e sair tocando, bem agilizado mesmo. Gravamos e mixamos três sons no mesmo dia. O Joe (Lally, do Fugazi) colou no estúdio e trombou a gente. Ou seja, a sensação foi a melhor possível, satisfação total.

    Ainda sobre trabalhos no exterior, que lembranças vocês guardam da primeira turnê feita pela costa oeste americana em 2012, pela costa leste em 2014, e, entre uma e outra, pela Europa em 2013? Ouve alguma situação específica que tenha ocorrido relacionada ao fato de vocês tocarem punk rock/hardcore em português?

    Juninho: Nossa primeira tour nos Estados Unidos foi uma experiência única para todos, nunca ninguém da banda havia feito uma tour naquele país, rodando toda costa oeste, conhecendo cidades que não estão na rota de turistas e também sendo uma das poucas bandas brasileiras que passaram por muitas delas. Cantar em português é a cereja do bolo, porque as pessoas ali não querem escutar mais uma banda cantando em inglês, ainda mais se for falado errado! (risos) Portanto, vir de um outro país e se expressar de forma diferente soa inédito, todos adoram isso. O contato com o público fica sempre aberto para dúvidas ou qualquer curiosidade sobre as letras.

    Por fim, como vocês analisam o momento atual da política do Brasil em relação aos problemas que os inspiravam quando vocês começaram a banda no ano de 2001?

    Alê: Hoje está muito pior, né? Eu acho deprimente as pessoas não enxergarem o tamanho retrocesso que representam esses ideais direitistas/militaristas. Não é coincidência o fato de o Brasil estar atrasado 20 anos em relação a outros países mais desenvolvidos. Deve-se justamente ao fato de ter ficado 21 anos afundados em uma ditadura militar. Em 2001, o país obviamente tinha problemas também, mas estava a curtos passos recuperando esse tempo perdido da ditadura. De 1985 até 2015, ou seja, em 30 anos, acho que o Brasil conseguiu recuperar pelo menos uns 10 anos. Só que é a velha história do “um passo pra frente, dois passos pra trás”, com esse governo e esse presidente assumidamente racista, machista e homofóbico. É muito triste e revoltante.

    Juninho: Concordo com o Alê e vejo um futuro muito triste para todos nós, regado de injustiça e muita violência. Estamos aí para fazer a diferença e dar as mãos à todas e todos que ainda mantém a mesma postura.

     Vocês têm o espaço aberto agora para suas considerações finais.

    Juninho: Primeiramente, obrigado pelo espaço e esperamos tocar bastante nesse ano de 2019, há muito o que se falar e sabemos que tem muita gente precisando compartilhar esse sentimento de manter a cena acesa com a gente. Estamos juntos nessa, valeu demais!

  • VELHO BUFFALO RUFFUS: se apresenta nesse sábado na “Virada Clandestina” evento gratuito na cidade de São Paulo

    VELHO BUFFALO RUFFUS: se apresenta nesse sábado na “Virada Clandestina” evento gratuito na cidade de São Paulo

    Todo ano a cidade de São Paulo recebe a tradicional festa “Virada Cultural”, que tem como apelo levar diversidade, atrações nacionais e de vários segmentos diferentes da música. Porém o que se vê nessa festividade são artistas já consagrados e que não são do Rock/Metal.

    Algumas produtoras, ligadas ao Metal nacional, fez um simples questionamento. Por que as bandas de Rock/Metal não possuem espaço nesse evento destinado à diversidade? Uma delas, a “Insurreição”, foi muito além e resolveu criar a “Virada Clandestina” que será realizada no dia 18 de maio, mesma data da “Virada Cultural” e terá ao todo 14 bandas se apresentando, e, todas do segmento Rock/Metal.

    O festival terá início às 22h00 e será realizado no Centro de São Paulo. Uma das atrações confirmadas é o Velho Buffalo Ruffus. Oriundos do Rio de Janeiro e erradicados em São Paulo, o grupo é uma das melhores revelações do Power Drunk Metal. Além deles, a banda responsável por organizar o evento, a Insurreição estará se apresentando com todo seu peso e qualidade.

    Completam o cast do evento as bandas Mijo de Gato, Craca, Banda Lepra, Tricaosso, Motuus Vivus, Be God, Olhos de Guaxinim, A Mortalha, Bad Brothers, Disfonia – Dbeat Noise Tërroristä, Estorvo Sonoro e Milhões de Mortos por Metro.

    O festival é gratuito e a música irá rolar durante toda a madrugada, então prepare aquela garrafa de café e cheque cedo da noite, para não perder nenhuma das atrações.

     Mais informações no link abaixo:

    https://www.facebook.com/events/389732638276870/

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  • OBSCURITY VISION em destaque na seção Cenário da edição #242 da Roadie Crew

    OBSCURITY VISION em destaque na seção Cenário da edição #242 da Roadie Crew

    A revista Roadie Crew, que inova a cada edição levando até o rockeiro e headbanger, conteúdos que não se encontram pela internet, tornando-se insaturável aos seus leitores e fiéis colecionadores, chamou a Obscurity Vision para uma conversa sobre música pesada, trajetória e planos futuros. Confira trechos da entrevista concedida pelo guitarrista Luiz Rodriguez ao repórter Leonardo M. Brauna:

    A banda possui um som bem definido. Isso a acompanha desde a demo Obscurity Creation. Por que utilizar linhas mais limpas que a habitual sonoridade suja, que muitas vezes marca o black metal?

    Luiz: Acredito que esta seja nossa identidade. Fazer um som crú, pesado e rápido, mas melódico. Linhas de guitarras nítidas, casando com um vocal brutal. E a tendência da banda é esta. Velocidade, peso e melodias.

    Diferente de I Can See, que é mais voltada ao death metal, The Deception of Truth possui um tempero mais black metal. Para o próximo álbum podemos aguardar algo mais infernal, a exemplo deste single?

    Luiz: Isso é Obscurity Vision, criamos músicas brutais como I Can See e Slow Agony e músicas mais melódicas como Obscurity Creation e Benefit of Evil. As composições são reflexos do momento de cada um. Mas a tendência do próximo álbum realmente é na linha de The Deception of Truth.

    O álbum Dark Victory Day consumou de vez a banda pelo cenário nacional e foi concebido em pouco tempo, já que no mesmo ano vocês compuseram, produziram e o lançaram. Ficou algum material de fora que não pôde estar entre suas treze canções? Luiz: Ficou uma música de fora, uma regravação deLast Chance to Life, que faz parte da demo. A ideia é lançar ela no próximo disco como um bônus. Dark Victory Day é um compilado, uma história musical da banda. Tem músicas compostas ainda nos anos 90 comoApodrecendo, primeira música da banda, e músicas compostas em 2017. Tem composições de todos.

    A entrevista completa você encontra na edição #242, que pode ser solicitada através do site da revista,www.roadiecrew.com. Para todo o Brasil o frete é incluso no valor de R$20,00.

    A “horda” que é completada por Rafael Vicente (vocal), João Rodriguez (guitarra), Luiz Trentin (bateria) eThiago Junglaus (baixo), promove o álbum “Dark Victory Day” (2017) e já compõe novos “hinos” em estúdio para, junto a seu set list atual, apresentá-los no “River Rock Festival 2019”, que acontecerá em Indaial/SC, nos dias 6, 7 e 8 de setembro.

    Acesse

    www.obscurityvision.com

    Confira “Dark Victory Day” pelo streaming:

    Spotify:

    https://open.spotify.com/embed/album/5xqkEI7KCSbZAE1LSRdJZs

    Deezer:

    https://www.deezer.com/br/album/55827882

    iTunes/AppleMusic:

    https://itunes.apple.com/br/album/dark-victory-day/1341026396

    Napster:

    https://us.napster.com/artist/obscurity-vision/album/dark-victory-day-explicit

    Anghami:

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    Tidal/WiMp:

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    Assessoria Brauna Music Press

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  • MOTÖRBASTARDS: “Invasão Rock n’ Roll” em Santa Catarina com 3 shows neste fim de semana

    MOTÖRBASTARDS: “Invasão Rock n’ Roll” em Santa Catarina com 3 shows neste fim de semana

    O power trio paranaense MOTÖRBASTARDS já se prepara para mais um ‘weekend tour’ em 2019 com shows especiais em Santa Catarina, onde não só apresentará o melhor do ‘Motörhead brasileiro’, mas também levará suas novas composições ao público catarinense.

    A primeira delas acontecerá em Blumenau/SC, na sexta-feira (17/05), onde estarão no ‘Ahoy Blumenau’ ao lado da banda local Ravenna, confira:

    https://sanguefrioproducoes.com/upload/imagens/mediaset/MOTORBASTARDS_Blumenau.jpg
    Link do evento no Facebook para mais informações: https://www.facebook.com/events/2710455822360633

    No dia seguinte, 18/05, o MOTÖRBASTARDS viaja até o litoral de São José/SC, para novamente fazer um grande tributo aos mestres do Rock n’ Roll, Motörhead. Para a abertura, foi confirmado neste show o grupo Steel Skull, veja:

    https://sanguefrioproducoes.com/upload/imagens/mediaset/MOTORBASTARDS_Sao_Jose.jpg
    Link do evento no Facebook para mais informações: https://www.facebook.com/events/1882421895195280/

    Para fechar com chave de ouro esta trinca de shows, a banda pega a estrada até Joinville/SC, onde, no domingo (19/05), acontece o ‘Metal na Praça VI’, que contará também com a presença de Dopamina, Mad Head Machine, Atrocitus e Redtie, confira o cartaz:

    https://sanguefrioproducoes.com/upload/imagens/mediaset/MOTORBASTARDS_Joinville.jpg
    Link do evento no Facebook para mais informações: https://www.facebook.com/events/312485912778222/

    Em paralelo, recentemente o MOTÖRBASTARDS confirmou presença no mais novo tributo brasileiro à lenda do Hard Rock mundial, Kiss, intitulado “Brazil Rock City… The Brazilian Tribute To Kiss”. O trabalho vem sendo organizado pela Secret Service Records e será lançado em álbum duplo, contendo 24 bandas de diferentes estilos confirmadas, confira:

    https://sanguefrioproducoes.com/upload/imagens/mediaset/MOTORBASTARDS_Tribute_Lo_Res.jpg

    Em breve mais informações, aguarde!

    Contato para shows: [email protected]

    Contato para assessoria de imprensa: www.sanguefrioproducoes.com/contato
    Sites relacionados:
    https://www.facebook.com/MOTORBASTARDS/
    https://www.youtube.com/channel/UCr2RaBGgEhvM_lOjI910Uug
    https://www.instagram.com/motorbastards/
    https://sanguefrioproducoes.com/artistas/MOTORBASTARDS/63
    Fonte: Sangue Frio Produções

     

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  • IMPERIOUS MALEVOLENCE: Confira trechos da apresentação da banda no ‘Genocide Fest III’

    IMPERIOUS MALEVOLENCE: Confira trechos da apresentação da banda no ‘Genocide Fest III’

    Recentemente, o quarteto paranaense IMPERIOUS MALEVOLENCE esteve presente em importantes apresentações, que estão servindo de suporte na divulgação do atual álbum “Decades Of Death”.

    Um destes shows, aconteceu no Jokers Club, em Curitiba/PR, no último dia 06/04/2019, onde a banda esteve ao lado de Divulsor, Ethel Hunter e Rebaelliun, no ‘Genocide Fest III’.

    As faixas “Where Demons Dwell” e “Ascending Holocaust” foram registradas e divulgadas em seu canal oficial do YouTube, mostrando todo o entrosamento desta nova fase do grupo, e que esta formação está mais brutal do que nunca, assista:

    Imperious Malevolence – Where Demons Dwell (Live Jokers): https://youtu.be/Q92EYQVDlMM

    Imperious Malevolence – Ascending Holocaust (Live Jokers): https://youtu.be/PfKQuxIVbfw

    Em paralelo, “Decades Of Death” ainda está disponível em seu formato físico e pode ser adquirido por apenas R$ 25,00 (+ frete) escrevendo para [email protected] ou pelo Facebook em www.facebook.com/ImperiousMalevolence/, apoie o Metal nacional!

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    Fonte: Sangue Frio Produções

     

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  • WALKWAYS: Confira a faixa-título do novo álbum, “Bleed Out, Heal Out”

    WALKWAYS: Confira a faixa-título do novo álbum, “Bleed Out, Heal Out”

    A banda israelense de metal alternativo WALKWAYS lançará seu novo álbum de estúdio, Bleed Out/Heal Out em 14 de junho, via Nuclear Blast Records. Bleed Out/Heal Out é o segundo álbum completo da banda, que estreou oficialmente em 2013 com o álbum Safe In Sound.

    Abaixo, você pode ouvir a faixa-título do novo álbum, Bleed Out, Heal Out.

    WALKWAYS é uma banda de metal alternativa baseada em Tel Aviv, Israel. A banda começou em 2006 com um nome e uma formação diferentes, mas se solidificou em 2010. A banda é movida com o objetivo de se manter sã e evoluir para pessoas mais humanas e morais ao escrever suas músicas – a trilha sonora dos altos e baixos da vida deles.

    Após apresentações como principal banda de apoio para a turnê europeia de verão do IN FLAMES e apoio ao AVENGED SEVENFOLD em Israel, shows em grandes festivais internacionais (Wacken Open Air 2015, ARTmania 2017) e de compartilhar o palco com muitos outros artistas internacionais como DEVIN TOWNSEND PROJECT, JINJER, TARJA, CHELSEA GRIN e TEXAS IN JULY – a banda agora está pronta para lançar seu novo álbum e levá-lo para a estrada!

    WALKAWAYS é: Vocals – Ran Yerushalmi Guitars – Bar Caspi Guitars – Yoni Menner Bass – Avihai Levy Drums – Priel Horesh

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  • FLESHGOD APOCALYPSE fala sobre o significado de “Veleno”

    FLESHGOD APOCALYPSE fala sobre o significado de “Veleno”

    Os italianos do FLESHGOD APOCALYPSE lançarão seu próximo álbum, Veleno, em 24 de maio pela Nuclear Blast Records. Abaixo, você confere uma vídeo-entrevista onde a banda fala sobre o significado de Veleno.

    Comentando sobre o primeiro single do novo álbum, Carnivorous Lamb, Francesco Paoli disse: “Como é o ditado? Nunca julgue um livro pela capa? Bem, esse é o sentido dessa música. Estamos constantemente cercados de pessoas e oportunistas, não aguentamos mais. Não podemos tolerar a hipocrisia e o infindável lamento desses canalhas. É uma estratégia. Mesmo o cordeiro mais adorável e inofensivo pode se tornar o mais perigoso dos lobos quando algo ameaça seus interesses. A falta de precaução e a maturidade escassa impulsionam essas pessoas de forma esmagadora; eles serão deixados para trás, provando a vida pelo que ela é, onde suas certezas ‘furadas’ se tornam a mais profunda dúvida da existência e ninguém mais ouvirá seu chamado.”

    Italiano para “veneno”, Veleno marca o primeiro disco do FLESHGOD APOCALYPSE em três anos, desde o lançamento do aclamado álbum King, de 2016. A “parte metal” de Veleno foi gravada em Roma, Itália, no Bloom Recording Studio e Kick Studio com o colaborador de longa data Marco Mastrobuono, enquanto a “parte orquestral” foi registrada no Musica Teclas Studio em Perugia. O FLESHGOD APOCALYPSE, em seguida, levou o trabalho para o indicado ao Grammy Jacob Hansen (VOLBEAT, THE BLACK DAHLIA MURDER, EPICA) no Hansen Studios, na Dinamarca, para mixagem e masterização. Toda a produção de Veleno levou, segundo Paoli, cerca de três meses. A arte final para o álbum foi criada por Travis Smith (AVENGED SEVENFOLD, OPETH, KATATONIA).

    Paoli, sobre Veleno: “O que você vê é a colheita de três anos de suor, revoluções, emoções intensas e desafios extremos. Nós nos mostramos mais fortes do que nunca, desprezando os compromissos, definindo o padrão mais alto, mais importa o que houvesse. O álbum é enorme para dizer o mínimo. Cada música é uma peça única, literalmente viva e respirando. Mal posso esperar para vocês ouvirem o resto…”

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  • SYMPHONY X volta ao Brasil para turnê com os maiores sucessos

    SYMPHONY X volta ao Brasil para turnê com os maiores sucessos

    Com produção da Top Link Music, a lendária banda Symphony X retorna para a América Latina, incluindo o Brasil, no mês de julho. A banda norte-americana retorna ao país após turnê que faz na Europa neste momento, que começou na França, na semana passada, e vai até meados de junho de 2019. Datas, cidades e locais dos shows no Brasil serão divulgados em breve pela produtora.

    Criado pelo guitarrista Michael Romeo, o Symphony X surgiu em New Jersey (EUA), em 1994. Nestes 25 anos, gravou discos cultuados por fãs de metal, como “The Divine Wings of Tragedy” (de 1997) e “Paradise Lost” (2007). A turnê vai contar com os maiores clássicos da banda ao vivo em versões inovadoras. “Estamos muito animados com a próxima turnê no Brasil. Não vejo a hora de voltar para a estrada e estou ansioso para ver todos de novo em breve”, disse Michael Romeo.

    O Symphony X está em turnê apresentando seus maiores sucessos incluindo apresentações em diversos festivais. O último álbum de estúdio da banda é “Underworld”, lançado pela Nuclear Blast. Fortemente inspirado pelo poeta italiano Dante Alighieri, o disco baseou-se nos temas da “Divina Comédia”, mais notavelmente a parte sobre “Inferno”. Como homenagem ao uso de Dante, a banda utilizou o motivo no contexto lírico e melódico.

    Atualmente formado por Russell Allen (vocal), Michael Romeo (guitarra), Michael Pinnella (teclado), Michael LePond (baixo) e Jason Rullo (bateria), o Symphony X segue apresentando metal progressivo que tornou a banda uma das maiores do gênero em todo o mundo e apreciada pelos seus milhares de fãs.

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  • DESTRUCTION: Confira a capa do novo álbum, “Born To Perish”

    DESTRUCTION: Confira a capa do novo álbum, “Born To Perish”

    A lenda alemã do thrash metal DESTRUCTION lançará seu 17º álbum de estúdio, Born To Perish, em 9 de agosto via Nuclear Blast. O disco foi gravado em janeiro e fevereiro de 2019 com V.O. Pulver (PRO-PAIN, BURNING WITCHES, NERVOSA) no Little Creek Studios na Suíça e é o primeiro álbum do DESTRUCTION a incluir Randy Black na bateria e o segundo guitarrista Damir Eskic. Hoje a banda revelou a arte da capa do novo álbum (que você pode ver ao lado), criada pelo aclamado artista húngaro Gyula, que já trabalhou ao lado de bandas como ANNIHILATORGRAVE DIGGERSTRATOVARIUSe TANKARD

    Um pequeno teaser para o álbum está disponível abaixo.

    Randy comenta: “Eu gravei alguns discos de thrash ao longo dos anos, mas nunca coloquei faixas de bateria tão intensas, brutais e dinâmicas. Será um bom desafio tocar essas novas músicas ao vivo! Estou muito feliz também por poder contribuir com as composições do disco, já que Mike e Schmier estavam realmente abertos a ideias!”

    Schmier acrescenta: “Este é realmente um álbum muito importante para nós. Há uma certa força positiva na nova formação, e isto é realmente ótimo. Quem nos viu ao vivo ultimamente talvez entenda o que quero dizer, e com certeza isto tem uma influência importante neste registro”.

    Damir é um guitarrista suíço descendente de bósnios que trabalha como professor de guitarra, sendo ele mesmo um ex-aluno de Tommy Vetterli (CORONER). Ele também toca em uma banda de heavy metal chamada GOMORRA e anteriormente contribuiu com três solos para o álbum de 2016 do DESTRUCTION, Under Attack.

    O DESTRUCTION tocou anteriormente com dois guitarristas no final dos anos 80 (com a adição de Harry Wilkens) e novamente durante boa parte dos anos 90 (com Michael “Ano” Piranio).

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  • ABNORMALITY: Confira o novo single, “Monarch Alpha”

    ABNORMALITY: Confira o novo single, “Monarch Alpha”

    A banda estadunidense de death metal ABNORMALITY lançará seu terceiro álbum completo de estúdio, Sociopathic Constructs, em 10 de maio, via Metal Blade Records.

    O mais recente single do disco, A Catastrophic and Catalyzing Event, pode ser ouvido abaixo.

    Atuando desde 2005 no underground do death metal, o ABNORMALITY vem refinando a sua arte macabra ao longo dos anos, carregando sua música com baterias arrasadoras, riffs de guitarra em turbilhões, e os gritos desafiadores e enérgicos da vocalista Mallika Sundaramurthy. Com uma temática lírica que vai desde a temática básica do death metal, focada principalmente no horror e na morte, o ABNORMALITY se destaca dos seus pares por criar letras fortemente influenciadas por teorias da conspiração e doses cavalares de ficção científica, uma das marcas registradas do grupo.

    Sociopathic Constructs foi produzido por Peter Rutcho (MELIAH RAGE, REVOCATION) e Shane Frisby (CORPUS CHRISTI). Chaney Crabb, vocalista da banda ENTHEOS aparece como cantora convidada em uma das canções.

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