Finalmente o Tanque de Guerra anuncia sua nova formação. Depois da perda precoce da guitarrista Cherry Taketani no ano passado, o NERVOCHAOS volta a trabalhar e anuncia o novo lineup.
O novo integrante já é velho conhecido dos fãs do NERVOCHAOS, o guitarrista Guiller, que já havia passado pela banda de 2009 a 2015, voltando agora ao posto.
O restante da formação continua intacto com o fundador Edu Lane, Lauro Nightrealm e Thiago Anduscias.
Novamente um quarteto o grupo se prepara para voltar aos palcos e em breve vai anunciar as primeiras datas para o ano. Um novo material também está sendo preparado e em breve a banda trará novidades.
Quem quiser saber um pouco mais da história do grupo e especialmente da atual fase, o NERVOCHAOS estará concedendo uma entrevista para o programa Backstage neste domingo, 25, que vai ao ar pela Rádio Kiss FM de São Paulo/SP às 22h. Ele também pode ser conferido pelo link: https://player.kissfm.com.br/
O tecladista DIZZY REED, ex-THE DEAD DAISIES (de 2013 até 2015), HOOKERS & BLOW e GUNS N’ ROSES concedeu entrevista ao Guns n’ Roses Central, e você pode conferir o vídeo abaixo.
Perguntado sobre a coisa mais gratificante que lhe ocorrera nestes mais de 25 anos ao lado do GUNS N’ ROSES, ele respondeu: “Acho que o mais gratificante é, honestamente, que… Axl me deu uma oportunidade lá no início, e ele não precisava fazer isso. E minha dedicação é para ele e para essa banda”.
“Isso dentro por si mesmo é gratificante – apenas ser capaz de fazer parte disso e tocar com eles e obter o reconhecimento dos fãs”, ele continua. “E poder usar [esse reconhecimento] como veículo para contar com outros grandes músicos e fazer outras coisas, como o HOOKERS & BLOW e o THE DEAD DAISIES e tal. Então, foi fantástico – realmente tem sido”.
Dizzy é o músico que há mais tempo participa do GUNS N’ ROSES, à exceção do próprio AXL ROSE. Ele iniciou seu trabalho ao lado de Axl em 1990, na era “Use Your Illusion”, que ficaria conhecida por muitos fãs como a segunda formação clássica do GN’R.
O novo álbum solo de Dizzy foi lançado dia 16 de fevereiro, via Golden Robot, e destaca a participação de músicos do W.A.S.P., THIN LIZZY, THE REPLACEMENTS, QUEENS OF THE STONE AGE e outros.
Em 2012 Dizzy foi incluído no Rock n’ Roll Hall Of Fame como membro do GUNS N’ ROSES.
Em uma postagem em sua página no Facebook datada do dia 22 de janeiro, o guitarrista norueguês Jens Fredrik Ryland comunicou que deixou o BORKNAGAR.
“Eu escrevi história com o Borknagar pelos últimos vinte anos, e isto agora chegou ao fim. Eu me aposento com uma abundância de memórias e experiências e amigos em todo o mundo. Obrigado a todos os que fizeram parte disso e tornaram possível, e boa sorte para o futuro”
Jens se juntou ao BORKNAGAR em 1997, e logo de cara ajudou a banda a lançar o clássico The Archaic Course(1998), terceiro disco dos noruegueses. Ano passado Jens e o BORKNAGAR tocaram pela primeira vez no Brasil, com shows em São Paulo (leia a resenha aqui) e Rio de Janeiro (leia aqui).
A banda confirmou recentemente que está trabalhando em seu novo álbum de estúdio, que deverá tomar corpo entre o final de 2018 e o início de 2019.
O vocalista do lendário SAXON, Biff Byford concedeu entrevista recente para o Dead Retoric, e comentou o estado atual da banda, que acaba de lançar seu 22º disco de estúdio, Thunderbolt via Silver Lining Music: “eu estou muito feliz a respeito de como a banda está no momento. Tenho uma excelente relação de trabalho com os meninos”, o que, segundo Byford, “me permite organizar coisas e escrever letras, e eu posso escolher entre uma grande seleção de riffs de guitarra diferentes”.
Biff ainda comentou a nova turnê do Saxon, que deverá cruzar a América do Norte ao lado do BLACK STAR RIDERS e dos seus comparsas ingleses do JUDAS PRIEST:
“Estivemos em turnê com o JUDAS PRIEST e o MOTÖRHEAD em 2015 para alguns shows na América do Norte – nós fizemos muitos ótimos shows com eles. E não há nada como ter um pacote de bandas fantástico para os fãs. Você precisa se lembrar que quando se trata do SAXON, os fãs são o mais importante, especialmente quando estamos em turnê. Nós sentimos que esse pacote – especialmente o JUDAS PRIEST e o SAXON – é icônico. A primeira turnê que fizemos na Europa foi com o JUDAS PRIEST em 1980, então nós já somos amigos deles desde então. Ver as três bandas é um ótimo negócio para os fãs, as pessoas parecem muito entusiasmadas com o novo álbum e a turnê, então estamos ansiosos por isso”.
Por fim, o cantor comentou a possibilidade de uma aposentadoria, ou de uma turnê de despedida do SAXON:
“Eu não acho que nós pisamos no freio- aliás, eu acho que nós aceleramos. O navio do SAXON não tem nenhum freio, estamos apenas indo para frente, realmente. [risos] Estamos nos divertindo… ainda não pensamos em aposentadoria, não.”
Você pode ler a entrevista inteira [em inglês] no site da Dead Retoric.
O SAXON, que acabou de lançar Thunderbolt dia dois de fevereiro, já tem seu retorno para o Brasil marcado, para um show único em São Paulo, no Tropical Butantã no dia 3 de maio.
O ex-baterista do DREAM THEATER e o atual SONS OF APOLLO e METAL ALLEGIANCEMike Portnoy concedeu entrevista para Anne Erickson. Você pode ouvir o bate-papo abaixo.
Perguntado sobre o estado da atual cena de heavy metal, Portnoy disse: “Eu acho que o metal hoje é maior e melhor do que nunca. Passou por um período difícil no final dos anos 90 e todas as minhas bandas de metal favoritas passaram por aquelas mudanças horríveis e a indústria musical meio que afundou. Mas eu diria que nos últimos 15 anos ou mais, voltou e maior, melhor e mais forte do que nunca “.
Portnoy acrescentou que o segundo álbum do METAL ALLEGIANCE provavelmente será disponibilizado em junho ou julho deste ano via Nuclear Blast. Inicialmente concebido como uma banda de covers, o projeto, que apresenta Mike, David Ellefson (MEGADETH) e Alex Skolnick (TESTAMENT), juntamente com um elenco rotativo de músicos de alto perfil, “basicamente aborda meu amor e envolvimento no mundo do metal” Disse Portnoy.
Além de Portnoy, SONS OF APOLLO conta com o guitarrista Ron “Bumblefoot” Thal (ex-GUNS N ‘ROSES), o baixista Billy Sheehan (THE WINERY DOGS, MR BIG, DAVID LEE ROTH) e o vocalista Jeff Scott Soto (ex-JOURNEY, YNGWIE MALMSTEEN’S RISING FORCE).
O álbum de estreia do SONS OF APOLLO, Psychotic Symphony, foi lançado em outubro passado.
Em 8 de fevereiro, o Kiss Catalog Ltd., proprietária dos direitos de propriedade intelectual do lendário grupo de rock nova-iorquino KISS, apresentou um pedido junto ao Patent and Trademark Office (USPTO) para a marca nominativa “The End Of The Road”, ou “O Fim da Linha”, em tradução livre. Se for concedido, o registro protegerá o uso da marca “The End Of The Road” para serviços de entretenimento, especificamente “performances ao vivo por uma banda musical”.
A forma como essas palavras costumam ser entendidas levou à especulação entre os fãs do KISS que a banda poderia estar preparando para embarcar em sua turnê final.
Gene Simmons declarou no ano passado, em entrevista para o Glasgow Live, que a banda ainda “tem mais alguns anos” para queimar nos palcos, antes de uma possível despedida. Também foi essa a impressão que ele passou para a ROADIE CREW, em entrevista publicada em 2016 (ed. #213): “tem alguma coisa com o Kiss que supera a barreira do tempo. A gente impressionava o garoto de 5 anos de idade lá nos anos 70, e fazemos o mesmo hoje em dia. É algo totalmente autêntico. Não dá pra fingir, não dá pra enganar a audiência. O pessoal percebe na hora se você abrir um sorriso falso ou se não está dando o melhor de si. A banda está viva e tocando melhor do que nunca! […] Eu me sinto mais forte e mais poderoso quando coloco aquela máscara.”
O guitarrista Paul Stanley por várias vezes declarou que existe a real possibilidade de o Kiss seguir adiante sem ele e Gene Simmons na formação, declarando que “nós não caímos na limitação das outras bandas, pois nós não somos as outras bandas”, e que “em algum momento, eu gostaria de ver alguém na banda no meu lugar, isso porque eu amo a banda”. Ainda no mês passado, ele comentou a razão de não querer mais passar muito tempo na estrada: “eu não quero sair de casa”, ele disse. “Eu tenho uma família, eu tenho filhos e, honestamente, acho que minha principal responsabilidade é ser um pai, e não quero perder isso. E certamente, à medida que envelhecemos, sabemos que a vida é finita e eu escolho o que eu quero fazer neste momento”.
Se “o fim da linha” se aproxima ou não, só o tempo irá dizer. Resta aos fãs lembrarem da trajetória de sucesso, da grandeza e dos grandes hits que a banda forjou, assim como das palavras de Gene Simmons para a ROADIE CREW: “Gene, Paul, Ace e Peter eram quatro vagabundos das ruas de Nova York que tinham um sonho e acabaram encontrando o pote de ouro no fim do arco-íris. E cada vez que você ouve a frase ‘You wanted the best, you got the best’, isso não é uma simples apresentação da banda, mas um desafio que nos colocamos a cada vez que subimos num palco.”
Amostras de áudio de todas as nove músicas que estão programadas para aparecer no álbum de estreia do WE SELL THE DEAD, “Heaven Does not Want You and Hell is Full”, podem ser ouvidas pelo YouTube, confira abaixo. O disco será lançado em 23 de fevereiro via earMUSIC.
Formado pelo guitarrista Niclas Engelin (IN FLAMES, ENGEL), o baixista Jonas Slättung (DRÖMRIKET), Gas Lipstick (ex-baterista do HIM) e o vocalista de Apollo Papathanasio (SPIRITUAL BEGGARS, FIREWIND), o WE SELL THE DEAD ultrapassa os limites da narrativa convencional e criam uma experiência multimídia de música heavy metal de qualidade superior embutida em imagens visualmente estimulantes e atmosféricas.
Os sons pesados e melódicos, transportam o ouvinte para um mundo inspirado na era vitoriana que é definido por mansões pomposas e luxo intimidador, em profundo contraste com a dureza e a crueldade da sarjeta. É um mundo que cheira a histeria, mas, acima de tudo, uma sensação de misticismo e um romantismo sombrio. A música do WE SELL THE DEAD vai acima disso, não apenas apontando essa injustiça, mas expandindo a narrativa para o extremo, tocando com temas de fantasmas, morte ou religião.
Mas não só …
Apesar de uma referência aos tempos vitorianos, o WE SELL THE DEAD mantém uma abordagem muito moderna e sempre tão atual que se traduz no mundo em que vivemos hoje.
Slättung comenta: “Desde o final de 1800, uma era que inspirou enormemente a nossa banda, vem um dos maiores e mais sombrios mistérios criminais de todos: Jack, O Estripador. Nós não conhecemos 100% de quem ele era, mas nós conhecemos seus atos horríveis. Todas as imagens que tínhamos em nossa mente, combinadas com as letras às vezes ligeiramente mórbidas, nos fizeram pensar que seria assim que a música teria soado se o heavy metal existisse no século XIX, ou se Jack, O Estripador tivesse viajado no tempo para se juntar a uma banda de metal. WE SELL THE DEAD teriam sido sua escolha natural para uma banda de apoio. Ele provavelmente se sentiria em casa com a gente.
“Mas, ao mesmo tempo, o mundo não evoluiu exatamente para um lugar bonito desde a década de 1880”, ele continua. “No filme de 1979 “Time After Time” [no Brasil “Um Século em 43 Minutos], Jack O Estripador escapa à justiça, na verdade, fugindo em uma máquina do tempo para 1979. Depois de ser pego por seus seguidores, O Estripador pronuncia essas palavras de sabedoria: “Em 1893, eu era um monstro. Hoje… sou amador”.
O álbum será lançado no Brasil via EarMusic/Shinigami em breve!
O guitarrista e vocalista norueguês IHSAHN – que fez história ao lado do EMPEROR – anunciou que seu novo álbum solo será lançado no dia 7 de maio. Ámr será o seu sétimo álbum solo, e, segundo o guitarrista, será mais “focado em sintetizadores analógicos e sons na cara”.
Em entrevista para o Metal Injection, ele explicou melhor suas ideias sobre o vindouro álbum:
“Sabendo que na forma seria algo semelhante ao que eu fiz no álbum anterior, e dado que eu escrevo coisas de uma certa maneira, eu queria mudar o aspecto desta vez. Então, ao invés de seguir com minhas ideias tradicionais de cordas e orquestração, eu me concentrei em sintetizadores analógicos e mais sons na cara”.
“Isso remonta ao início do Emperor, quando trouxemos cordas e chifres inspirados nas trilhas orquestrais de filmes feitas por John Williams e Jerry Goldsmith, mas, ao mesmo tempo, amávamos todas aquelas trilhas sonoras sintetizadas de, por exemplo, Halloween de John Carpenter”.
Eu também tenho ouvido algumas coisas contemporâneas de R & B e hip-hop com esses 808’s verdadeiramente profundos [ele refere se ao som da caixa de ritmos Roland TR-808 Rhythm Composer, muito usada pelos grupos de hip-hop nos anos 80]. É, de alguma forma, mais obscuro do que um monte de metal ou black metal. Ele tem uma profundidade e uma energia que eu acho cativante, então eu queria explorar esses estilos de arranjo também “.
“Em todos os álbuns eu procuro fazer o álbum mais obscuro de todos os tempos. Nunca me propus a fazer nada mais melódico ou acessível. No entanto, crescendo com o metal dos anos 80, além de ter uma ampla gama de influências musicais, muitas vezes acabo [lidando] com elementos bastante contrastantes. Este é o meu sétimo álbum solo, então, no final, ele se resume a métodos e perspectivas que me mantêm excitado e entusiasmado naquilo com que estou trabalhando. Se não estou entusiasmado com isso, não posso esperar que mais ninguém faça!”
Falando em ‘elementos contrastantes’, é interessante perceber que em toda essa mistura de sons, o disco conta com um convidado muito especial e bem conhecido dos fãs de metal, o guitarrista sueco Fredrik Åkesson, do OPETH, que faz um solo na música Arcana Imperii: Ihsahn também comentou como chegou ao guitarrista:
“Quanto ao Fredrik, nos conhecemos em Oslo, quando fiz minha primeira apresentação solo como suporte para o Opeth e, mais tarde, nos encontramos em diferentes festivais quando tocávamos no mesmo dia. A última vez foi no Japão, quando tocamos lá com o Emperor e o Opeth. Nós estávamos falando sobre guitarras e eu disse: ‘Não que eu queira beijar você ou coisa assim, mas você é absolutamente um dos meus guitarristas favoritos, então algum dia eu gostaria de convidá-lo para fazer um solo…’ e ele respondeu: ‘OK, estou dentro!’. Ele fez um trabalho fabuloso”.
Agora, resta esperar até o dia 7 de maio para conferir o resultado final de Ámr, sucessor de Arktis. de 2016.
O CHAOSTAR, banda liderada pelo guitarrista Christos Antoniou do SEPTICFLESH, lançou “Tazama Jua“, segundo single do seu próximo álbum, “The Undivided Light“. O disco tem o lançamento programado para 23 de março, via Season Of Mist.
A vocalista do CHAOSTAR, Androniki Skoula, comenta: “Toda virtude abençoada neste mundo se multiplica e cresce ao ser compartilhada e não limitada. A sabedoria, o conhecimento e a paciência, a própria chama da luz pode iluminar uma sala, mas ao ser dividida e compartilhada pode iluminar todo o intelecto humano do mundo. Este foi o pensamento motivacional que provocou a criação do novo álbum do CHAOSTAR. Nossa existência consiste em pó moldado dentro das formas concretas das rochas, aguardando a degradação de volta à forma leve de poeira e, finalmente, ao estado liberto de tempo, luz e espaço”.
O CHAOSTAR foi formado pela vontade de Christos criar músicas que refletissem mais o seu aspecto como compositor treinado pela academia e ultrapassa as possibilidades que seus arranjos orquestrais para SEPTICFLESH oferecem. O guitarrista terminou seus estudos de composição clássica em Londres com honras e distinções.
Quando a SEPTICFLESH lançou o single “The Eldest Cosmonaut” em 1998, a banda grega deu um passo na direção da música clássica, o que, por sua vez, inspirou Christos a criar o CHAOSTAR e seguir ainda mais adiante neste caminho.
The Undivided Light será o quinto álbum do CHAOSTAR, e o Segundo com a vocalista Androniki Skoula, que estreou em 2013, no disco Anonima.
“The Undivided Light”:
01. Tazama Jua (3:48)
02. Blutbad (4:25)
03. Stones And Dust (4:59)
04. The Undivided Light (5:11)
05. Mέμνησο (6:15)
06. Silent Yard (10:51)
07. Ying & Yang (7:09)
Um dos nomes mais fortes criados na última década no Brasil, o RED FRONT se viu de apenas uma promessa no cenário nacional para uma grande realidade, excursionando o mundo, lançando CD e tocando ao lado de lendas do Metal mundial.
Como estamos cansados de saber, ter e manter uma banda no Brasil não é fácil e depois de algumas mudanças na formação o grupo deu uma pausa. Pausa que, entre idas e vindas, demorou mais de dois anos.
A pausa acabou! Nossos heróis estão de volta e dessa vez para ocupar o lugar que lhes pertence no cenário. Pra mostrar que não está de brincadeira, o RED FRONT lança um teaser mostrando um pouco do que vem por aí:
https://www.facebook.com/MetalMediaManagement/videos/1659478930779130/
O RED FRONT conta na formação com os já velhos de casa: Oscar Casarini e Mark Santos; e os não tão novatos assim: Anderson Bosco, Daniel Lunardi e Paulo Zumby.
Este é apenas um gostinho do que está sendo preparado pelo grupo. Muito em breve teremos novidades acerca do novo álbum, capa, tracklist, data de lançamento e claro, música completa!
Para não perder nada, o RED FRONT convida todos os amigos e fãs para curtir e seguir sua fanpage no Facebook: https://www.facebook.com/redfrontofficial/
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