Categoria: Roadie News

  • THE NIGHT FLIGHT ORCHESTRA: Disponível segundo trailer do novo álbum

    THE NIGHT FLIGHT ORCHESTRA: Disponível segundo trailer do novo álbum

    Depois de surpreender o mundo do rock com a grande surpresa de ano passado, Amber Galactic – que foi nomeado para um Grammy sueco e seguido por uma turnê europeia que deixou os fãs sem palavras – o supergrupo sueco de classic/progressive rock, THE NIGHT FLIGHT ORCHESTRA promete lançar seu aguardado novo álbum em 19 de junho, via Nuclear Blast.

    Hoje a banda libera o segundo trailer do novo álbum, onde os integrantes discutem mais algumas canções, e você pode ver o vídeo abaixo.

    Recentemente, a banda também disponibilizou para os fãs o vídeo oficial para This Time, uma das novas composições que integrarão Sometimes the World Ain’t Enough, o novo álbum do grupo.

    A banda comentou, com o bom humor costumeiro: “Gravar o vídeo para o nosso primeiro single, This Time, foi como combinar diferentes dimensões em um coquetel espacial. Várias vezes durante a filmagem, os membros da banda tiveram que ligar para as autoridades fiscais, confirmar seus nomes no registro, para ter certeza de que não tinham perdido todo o contato com a realidade. O resultado é certamente hipnotizante, e levará você a uma jornada que será difícil de digerir. Este também é o nosso primeiro vídeo com as “The Airline Annas”, nossas lindas e talentosas vocalistas de apoio. Elas certamente fizeram esse vídeo brilhar. A música em si, é a abertura do álbum e pode não ser representativa de todo o álbum – nenhuma música realmente é, mas nós gostamos que seja assim. Nós fazemos álbuns, e todas e cada uma das canções tem sua própria vida, para juntos formarem um álbum com classe, ganchos e um baixo que poderia andar um milhão de milhas sem parar para molhar a garganta”.

     O novo disco foi novamente produzido pelos próprios membros da banda, e gravado no estúdio Handsome Hard Music / Larsson, assim como no Nordic Sound Lab em Skara, na Suécia. As tarefas de mixagem foram assumidas pelo guitarrista/percussionista Sebastian Forslund e a masterização foi feita por Thomas “Plec” Johansson no The Panic Room.

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  • ANGRA: Confira teaser oficial do vídeo “Black Widow’s Web” feat Sandy e Alissa

    ANGRA: Confira teaser oficial do vídeo “Black Widow’s Web” feat Sandy e Alissa

    Recém lançado ao redor do mundo o álbum “ØMNI” se destacou principalmente por seu conceito e sua versatilidade.

    Seguindo uma trajetória de sucesso a música “Black Widow’s Web” ganhou uma versão em vídeo clip com a participação super especial das musas Sandy e  Alissa White-Gluz do Arch Enemy.

    Uma prévia do resultado pode ser conferido no teaser oficial, abaixo.

    Em paralelo a banda Angra acaba de confirmar gravação de um DVD inédito no Tom Brasil, em São Paulo, no dia 21 de julho. Neste show, os músicos vão apresentar o novo álbum “ØMNI” na íntegra, além de vários dos sucessos escolhidos pelos fãs by request via página oficial no Facebook.

    Confira todas as datas da turnê mundial e fique ligado nas novidades: www.angra.net

    Lançado no início do ano em todo o Brasil e no mundo, o álbum “ØMNI” é o 9º disco de estúdio da banda e marca um fenômeno na carreira do grupo com grandes feitos nos charts de Metal em todas as plataformas de streaming como o Spotify. O álbum “ØMNI” está disponível em todas as plataformas digitais e chegou ao mercado mundial mostrando toda força do Angra e do heavy metal brasileiro.

    Os músicos Fabio Lione (vocal), Rafael Bittencourt (guitarra), Marcelo Barbosa (guitarra), Felipe Andreoli (baixo) e Bruno Valverde (bateria) prometem uma turnê mágica com shows enérgicos e muitas novidades no repertório que devem agradar os fãs mais antigos do Angra e os que adoraram o novo álbum “ØMNI”.

    A turnê passará por países como Alemanha, Holanda, Itália, França, Portugal, Espanha, Rússia, Eslováquia, Polônia. Estados Unidos, Canadá, Argentina, Chile, Peru, Japão, Coreia do Sul, Taiwan, entre outros lugares que a banda visitou pouco em sua história. Mais datas serão anunciadas em breve pela produtora Top Link Music.

    Para adquirir o novo CD do Angra acesse www.lojashinigamirecords.com.br 

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  • NOTURNALL: Confira “Mysterious”, com participação de Rubinho Barrichello e Cacá Bueno

    NOTURNALL: Confira “Mysterious”, com participação de Rubinho Barrichello e Cacá Bueno

    A banda Noturnall acaba de lançar o novo videoclipe de “Mysterious” gravado no Autódromo de Interlagos, em São Paulo. O vídeo também tem cenas gravadas no Kartódromo Internacional Granja Viana, em Cotia (SP), e conta com a participação especial dos pilotos Rubinho Barrichello, Cacá Bueno, Giulio Borlenghi, Vitor Baptista, Alberto Catucci e Edison Gandolfi. Você pode conferir o clipe abaixo.

    “Este é um videoclipe muito especial para a Noturnall. Todos nós somos fãs de automobilismo e ter pilotos do calibre de Rubinho Barrichello e Cacá Bueno em nosso vídeo é uma honra tremenda. É como se estivesse realizando um sonho de criança. Também foi muito legal dirigir um carro de corrida e entrar na pista em alta velocidade. Tivemos cuidado ao contar uma história de amizade e que permeia todo o videoclipe, pois é algo que essa banda sempre tenta passar em suas letras e principalmente como ela é de verdade”, diz Junior Carelli.

    Produzido pela Foggy Filmes, Fusão Estúdios e dirigido por Junior Carelli e Thiago Bianchi, respectivamente, tecladista e vocalista da Noturnall – além da supervisão de Fernando Quesada e Rudge Campos -, o videoclipe de “Mysterious” conta a história de dois amigos de infância que ao longo do tempo se tornaram rivais no automobilismo brasileiro e mundial.

    Com o passar dos anos, os amigos, interpretados por Junior Carelli e Thiago Bianchi, chegam ao profissionalismo, guiados pelo manager, encenado por Fernando Quesada, que os incentiva a todo momento à uma rivalidade sadia do esporte, onde apenas um deles conseguirá a vaga oficial da equipe. Com isso, eles recriam essa antiga disputa de amigos em uma corrida repleta de emoção. No final, ambos percebem que a amizade é o mais importante de tudo.

    “Mysterious” é um dos destaques de “9″, mas recente álbum de estúdio. Em seu terceiro álbum, a banda Noturnall dá mostras de que está buscando um som mais diversificado e progressivo, utilizando ainda mais melodias em suas composições, mas mantendo a qualidade lá em cima. Assim, temos aqui um material muito acima da média, de uma das melhores bandas do Brasil na atualidade. A Noturnall atualmente é formada por Thiago Bianchi (vocal), Fernando Quesada (baixo e violão), Junior Carelli (teclado), Bruno Henrique (guitarra) e Henrique Pucci (bateria).

    Recentemente, a Noturnall gravou um DVD com a participação de Alirio Netto e James LaBrie no Teatro Porto Seguro (SP). Para divulgar esse trabalho, o grupo está se preparando para uma extensa turnê por todo o Brasil. Além disso, a Noturnall, em parceria com a equipe do “Super Metal Kart”, o Kartódromo Granja Viana e o site FuteRock, divulgou recentemente que irá promover uma corrida de kart beneficente com grandes nomes do rock e heavy metal do Brasil no próximo dia 16 de junho (sábado), à partir das 13h30, no Kartódromo Internacional Granja Viana (Cotia/SP).

    Ficha técnica de “Mysterious”: Direção: Junior Carelli & Thiago Bianchi Produção Executiva: Junior Carelli, Fernando Quesada & Edison Gandolfi Screenplay: Junior Carelli, Thiago Bianchi, Fernando Quesada, Rudge Campos Foggy Filmes Fusão Estúdios EM&T Online Crianças: Kaleu Bianchi Fernando Silva Participação: Rubinho Barrichello, Caca Bueno, Vitor Baptista, Giulio Borlenghi, Alan Hellmeister, Alberto Catucci, Edison Gandolfi Assistente de Produção: Felipe Cremogema Cinegrafistas: Junior Carelli, Felipe Scapatura, Thiago Bizarro Edição: Junior Carelli, William Paiva Post e color grade: Junior Carelli e Rudge Campos Noturnall é:  Thiago Bianchi – vocal Fernando Quesada – baixo Junior Carelli – teclado Henrique Pucci – bateria Brunno Henrique – guitarra Links relacionados: https://www.facebook.com/noturnallband/ Edições avulsas, assinatura física e digital. Conheça a nossa Roadie Crew Shop – acesse https://roadiecrew.com/roadie-shop  
  • ESCOMBRO revigora o hardcore em novo EP, Eutanásia Social

    ESCOMBRO revigora o hardcore em novo EP, Eutanásia Social

    O Escombro inaugura uma nova fase da curta e sólida carreira com o EP Eutanásia Social, um passo adiante do disco de estreia homônimo de 2017. São cinco composições viscerais, com passagens brutais e recheadas de levadas dinâmicas. Nesta toada, este registro do quarteto paulistano lançado pela Artico Music nas principais plataformas de streaming é também, sem exageros, um marco do hardcore nacional devido ao profissionalismo e criatividade única que rondam suas músicas, letras e concepção artística. Ouça aqui: https://www.onerpm.com.br/al/5026586579.

    Eutanásia Social é tanto o nome de uma das faixas como o conceito do EP, com arte gráfica assinada por Pedro Von Haggen. Como explica o vocalista Jota, o termo faz um alerta ao estado alarmante e à beira do colapso em que se encontra a sociedade brasileira. “Tem uma galera que está sendo desligada do mundo, tamanho é a descaso com o que a cerca; só pensam em si, num grau zero de consciência social, ao mesmo tem que, por outro lado, o povo é constantemente sabotado por estes governos corruptos”.

    Duas participações marcam Eutanásia Social. Em “Libertar”, Fábio Prandini, do Paura, canta algumas partes e aumenta a pressão da carga revolucionária da faixa. Para Jota, entre todas as participações que o Escombro já teve, esta é a mais representativa. “Depois de Ratos do Porão, Paura é a mais importante do hardcore nacional. E rolou muito bem! Admiro muito ele como vocalista e pessoa, um guerreiro do hardcore”.

    A letra de “Libertar” expõe o lado político do Escombro, que desta vez resolve se posicionar contra aqueles que alimentam o ódio e segregam a já cambaleante sociedade brasileira. “Escrevi a letra pensando em quem apoia incondicionalmente o Jair Bolsonaro, e tinha rolado aquela parada do Orgulho Branco nos EUA, e pensei em escrever em se libertar em tudo sobre isso, o ódio, sexismo, racismo, homofobia. O hardcore que conheço é um cenário libertário sem espaço para esse tipo de coisa”, enfatiza Jota.

    O mexicano Chema Valenzuela Galero é o outro convidado, nome forte da cena hardcore/hip-hop do país latino. Ele canta com Jota em “Hijos de la calle”, uma música com beatdowns, cantada em português e em espanhol. “É uma faixa importante. Galero construiu a letra pensando numa revolução, da galera manifestando e indo pra frente dos políticos, uma visão muito parecida com a do Escombro”. Nesta faixa, ainda há, no início e no fim, a incursão de pequenos fragmentos de clássicos do rap, que são influencias para todos do Escombro.

    As demais faixas são “Eutanásia Social”, inspirada numa vivência pessoal de Jota que aborda o desesperador sistema público de saúde na mais agressiva e crua música do EP, com uma pegada quase punk. “Vivi um dia de SUS e fiquei puto”. Tem também a “Entre Lobos”, o single deste material lançado mês passado, e “Descaso”, um manifesto contra a uma das tantas formas de violência que machucam o indivíduo: a política. “O que é violento de verdade? Violento é o que o governo faz com o nosso povo. Gente morado ao lado do esgoto, gente que sai da escola analfabeto, o judiciário que só funciona pra quem tem grana. O Brasil e o país do descaso e essa faixa é um desabafo brutal”, pontua.

    “Estamos bem contentes com o resulto de Eutanásia Social, contentes com a qualidade da gravação e do potencial das músicas. Acredito que atingimos um outro nível”, finaliza o vocalista.

    A BANDA – Uma das formações mais robustas e ácidas do estilo dentro da cena nacional, o Escombro foi formado em 2015 e preza pelas letras em português que abordam temas sociais, além do peso que remete ao hardcore consagrado por Madball e Terror, ao mesmo tempo em que conversa com a proposta da nacional Oitão (o vocalista Henrique Fogaça é amigo da banda). 

    Para o primeiro trabalho em parceria da Artico Music, o Escombro gravou o sucessor do elogiado álbum homônimo (julho/2017) no estúdio Dual Noise (o mesmo utilizado pela Paura no ‘Slowly Dying of Survival’, de 2017) e o resultado é nada menos do que um colossal hardcore, direto e reto, que convoca o ouvinte ao moshpit. 

    Hoje a banda é  Lucas “Jota” Ferreira (vocal), Felipe Felipeles (bateria), Igor “Japonês” Fugiwara (baixo) e Ricardo Quattrucci (guitarra). 

     
  • THERION / CELLAR DARLING / THE DEVIL – São Paulo/SP, 11 de maio de 2018

    THERION / CELLAR DARLING / THE DEVIL – São Paulo/SP, 11 de maio de 2018

    Tudo bem que os anos tocando o famigerado death metal sueco tenham ficado muito para trás na célebre carreira do multi-instrumentista Christofer Johnsson. Por mais que hoje a infame (e perfeita) tríade Of Darkness… (1991), Beyond Sanctorum (1992) e Symphony Masses: Ho Drakon Ho Megas (1993) seja apenas uma lembrança de uma época diferente, e uma parte já um tanto esquecida do repertório ao vivo do Therion, ela teve um valor inestimável: nos fez prestar atenção naquela (então) banda novata de Estocolmo (Suécia), e – pelo menos no caso deste que vos escreve – desenvolver uma relação tão estreita com a banda que jamais seria aplacada pelo gigantismo criativo que transformaria mil vezes a música do grupo no futuro. Sim, as décadas passaram, estamos mais velhos, a música mudou… O próprio mundo da música mudou como jamais imaginamos… Mas o Therion continua ali, nós continuamos fãs devotados, e era hora de ver se a banda ainda era capaz de proporcionar aquele espetáculo ao vivo que a manteve como um dos principais nomes do heavy metal sueco por três décadas.

    Mas, se a primeira palavra que vinha à mente com o show do Therion era expectativa, a primeira que pulou dos lábios da maioria dos presentes no Carioca Club na sexta-feira, 11 de maio de 2018 foi “hein?”. Ah sim, para a maior parte dos presentes, houve uma surpresa. Felizmente, das mais agradáveis. A grande maioria da plateia estava lá para ver o Therion e o Cellar Darling, mas eis que a noite continha mais uma atração: a misteriosa banda britânica THE DEVIL. E que surpresa agradável, meus amigos. Praticantes de um som praticamente impossível de classificar (afinal de contas, o rótulo ‘atmospheric gothic metal’ mais confunde do que esclarece), eles estão ativos pelo menos desde 2012, ano em que apareceram para o mundo com dois singles e aquele que é até o momento o único álbum do grupo, The Devil.

    Donos de uma imagem misteriosa (a identidade dos músicos permanece desconhecida), o grupo investe em músicas que incomodam e cativam ao mesmo tempo, uma mistura tão ímpar que gerou algo fantástico, muito bem completado pela postura de palco e efeitos que acompanham a estranha e bonita música que eles produzem. A movimentação pelo palco era mínima: desde que começaram a apresentação com Universe, tudo o que se via era uma postura absolutamente contida, nenhum movimento exagerado, nenhuma demonstração de emoção, como se a banda sequer fosse humana! E o efeito disso, aquele quarteto mascarado, de identidade desconhecida, tocando sob uma iluminação fria enquanto o telão exibia imagens de antigas investigações ufológicas foi algo que definitivamente causou uma impressão duradoura, que confesso, jamais deixarei para trás. Todos os riffs são simples e cativantes, e todas as músicas são instrumentais, mas diferente de tudo o que você já ouviu: elas são acompanhadas pelo áudio das reportagens, entrevistas e depoimentos que ficam sendo exibidos no telão durante as músicas, e novamente, o efeito é espetacular. Invasões alienígenas, guerras nucleares, devastação natural, o avanço da tecnologia cada vez mais avançada sobre uma humanidade cada vez menos preparada para interagir com ela, a música do The Devil nos coloca diante dos nossos piores medos, exige atenção. World of Sorrow, Alternative Dimensions, Devil & Mankind, Extinction Level Event… Um show que ficará na memória para sempre.

    Logo depois, vinha o CELLAR DARLING, um grupo que já nasceu com status de grande em nosso país, e que arrastou boa parte do público presente no Carioca Club. A banda, que atribuiu para si o rótulo de ‘new wave of folk rock’ (muito apropriado, por sinal), nasceu há pouquíssimo tempo, em 2016, mas carrega em seu D.N.A. a marca de uma das mais bem sucedidas bandas suíças de todos os tempos, o Eluveitie. Caso o leitor desconheça a história, o Cellar Darling é a banda formada por três ex-membros do Eluveitie, a vocalista Anna Murphy, o guitarrista/baixista Ivo Henzi e o baterista Merlin Sutter. O disco de estreia do trio, This Is The Sound (2017) recebeu calorosa acolhida em todo o mundo, e no Brasil não foi diferente. Ou seja, era questão de tempo para o grupo pintar em nossos palcos, e a hora da estreia em São Paulo havia, enfim, chegado.

    O início não poderia ser mais emblemático: Black Moon, uma das faixas do debut que contam com clipe oficial. A acolhida foi gigantesca, mas era notório que Anna Murphy era a mais celebrada, o que se justifica com toda a empatia que ela demonstrava com o público. A voz segura – talento que é um velho conhecido de todos nós – foi cada vez mais enfeitiçando o público, que já na segunda música, Hullaballoo, parecia em transe eufórico. Claro, não era uma noite propícia para ‘circle pits’, mas ‘rodinhas’ de dança celta se abriam na plateia, aplausos irrompiam cada vez mais eufóricos, e todos ali pareciam conhecer cada palavra das canções do Cellar Darling. Um espetáculo à parte, que faz fácil entender a razão de tantas bandas elogiarem as plateias brasileiras.

    The Hermit contou com um dos espetáculos mais bonitos da noite. Enquanto apenas o instrumental seguia seu caminho, o público gritava com gana e força o tradicional ‘hey hey’, que logo se transformou em ‘lonesome soul, where did you go?’, primeiros versos da canção, o que arrancou discretas lágrimas dos olhos da vocalista. Sob a intensa tempestade de aplausos que sucedeu a canção, Anna comentou: “desde que montamos a banda, nós esperávamos por este momento, esperávamos tocar no Brasil. Este momento chegou, e estamos muito gratos por estarem aqui nesta noite”. Os aplausos protocolares e gritos de incentivo da plateia se transformaram em convulsões nas palavras seguintes da vocalista, já que denunciavam a música que viria na sequência: “nós somos contadores de histórias. A nossa música conta histórias, e a próxima história é sobre uma outra época, e sobre uma montanha coberta de gelo…”. Antes que ela terminasse de apresentar Avalanche, o estrago já estava feito, o público estava conquistado. Do primeiro verso ao simples e contagiante refrão, a noite parecia ganha para todos os presentes, público e banda. Starcrusher, Redemption, e o final, com Challenge. Uma bela estreia de velhos conhecidos dos paulistanos.

    Na sequência, a última banda da noite, o THERION. Até então a espera tinha sido agradável, repleta de boa música, então, os ânimos de todos estavam amenos. O que até que foi necessário, já que as cortinas resolveram pregar uma peça na atração principal, e tomaram seu próprio tempo até decidirem se abrir para revelar a banda. Em uma noite agradável, soou como algo curioso e engraçado, e muita gente inclusive achou que era parte do show.

    Já com as cortinas devidamente abertas, o Therion foi aparecendo aos poucos, conforme Theme of Antichrist ia exigindo a presença de cada músico. A estratégia nada incomum de abrir a apresentação com uma faixa do recém-lançado Beloved Antichrist, funcionou a contento, mas foi com a clássica The Blood of Kingu que, digamos, ‘a porra ficou séria’. Primeira faixa de Sirius B (2004) a ser tocada na noite, ela foi também a primeira representante da época em que os suecos alcançaram o auge da sua popularidade, fato mais uma vez comprovado nesta apresentação. A rápida e pesada Din rendeu algum ‘bate cabeça’ antes do retorno à serenidade oferecido por Bring Her Home, mais uma das novas composições a garantir seu espaço no repertório.

    A ‘covardia’ começou de fato após Night Reborn: numa sequência avassaladora, Nifelheim e Ginnungagap colocaram Secret of the Runes (2001) no jogo, que seguiu arrasando com Typhon, uma das mais conhecidas de Lemuria (2004). A performance dos vocalistas Thomas Vikström, Linnea Vikström e Chiara Malvestiti estava perfeita (pra variar), e após um descanso com Temple of New Jerusalem, já tínhamos os clássicos de novo, com a perfeita An Arrow From the Sun (Lemuria, 1994), seguida de perto por Wine of Aluqah (Vovin, 1998), Lemuria e Cults of The Shadow (Theli, 1996).

    Acredite, porém, quando eu digo que o melhor ainda estava por vir: o final da apresentação contava com alguns dos maiores clássicos da carreira do Therion, e com uma banda visivelmente satisfeita com sua performance, o maior de todos os clássicos, Rise of Sodom and Gomorra (com os vocalistas postados atrás da linha de cordas) e To Mega Therion fecharam uma apresentação perfeita, em uma noite perfeita. Ah, sim, poderia ter durado muito mais. Quem sabe então veríamos Birth of Venus Illegitima, Invocation of Naamah, Flesh of the Gods, Son of the Sun, In the Desert of Set, Riders of Theli, Baal Reginon… Pois é, quem pode deixar de lado tantos clássicos e ainda assim fazer um show perfeito? O Therion.

  • Relapse disponibilizará versões de luxo em vinil de três álbuns do DEATH

    Relapse disponibilizará versões de luxo em vinil de três álbuns do DEATH

    A Relapse Records anunciou três reedições especiais de aniversário em vinil dos lendários álbuns do DEATH. Os álbuns contemplados serão os clássicos Leprosy (30 anos), Individual Thought Patterns (25 anos) e The Sound Of Perseverance (20 anos). Os discos serão disponibilizados nas lojas em 20 de julho, e conterão faixas bônus e conteúdo raro, além de embalagem de luxo em gatefold.

    Assista ao trailer oficial das reedições especiais de aniversário do DEATH abaixo.

    “Leprosy” 2xLP: LP1 * LeprosyBorn DeadForgotten PastLeft To Die
    Pull The PlugOpen CasketPrimitive WaysChoke On It LP2 Leprosy – 9/23/87 Rehearsal * Open CasketChoke On ItLeft To DieLeft To Die – Take 2 Leprosy – 12/05/87 Rehearsal * Left To DieOpen CasketPull The PlugChoke On ItBorn DeadForgotten Past “Individual Thought Patterns” 2xLP: LP1 * Overactive ImaginationIn Human FormJealousyTrapped In A CornerNothing Is EverythingMentally BlindIndividual Thought PatternsDestinyOut Of TouchThe Philosopher LP2 Live In Germany – April 13th, 1993 * Leprosy – Live In Germany – April 13th, 1993 * Suicide Machine – Live In Germany – April 13th, 1993 * Living Monstrosity – Live In Germany – April 13th, 1993 * Overactive Imagination – Live In Germany – April 13th, 1993 * Flattening Of Emotions – Live In Germany – April 13th, 1993 * Within The Mind – Live In Germany – April 13th, 1993 * In Human Form – Live In Germany – April 13th, 1993 * Lack Of Comprehension – Live In Germany – April 13th, 1993 * Trapped In A Corner – Live In Germany – April 13th, 1993 * Zombie Ritual – Live In Germany – April 13th, 1993 * Individual Thought Patterns – Studio Outtake * The Exorcist – Studio Outtake “The Sound Of Perseverance” 3xLP: LP1 & 2 * Scavenger of Human SorrowBite The PainSpirit CrusherStory To TellFlesh And The Power It HoldsVoice Of The SoulTo Forgive Is To SufferA Moment Of ClarityPainkiller (JUDAS PRIEST Cover) LP3 * Spirit Crusher – 1998 Demos (No Bass) * Flesh And The Power It Holds – 1998 Demos (No Bass) * Voice Of The Soul – 1998 Demos (No Bass) * Bite The Pain – 1998 Demos * A Moment Of Clarity – 1998 Demos * Story To Tell – 1998 Demos * Scavenger Of Human Sorrow – 1998 Demos * Bite The Pain – 1997 Demos * Story To Tell – 1997 Demos * A Moment Of Clarity – 1997 Demos Edições avulsas, assinatura física e digital. Conheça a nossa Roadie Crew Shop – acesse https://roadiecrew.com/roadie-shop
  • CLUTCH: Confira o ‘lyric video’ de “Gimme The Keys”

    CLUTCH: Confira o ‘lyric video’ de “Gimme The Keys”

    O ‘lyric video’ oficial de Gimme The Keys, uma nova música do CLUTCH, pode ser visto abaixo. A faixa é tirada do próximo álbum da banda, Book Of Bad Decisions, que deve ser lançado em setembro. O disco foi concluído no estúdio Sputnik Sound, em Nashville, Tennessee, com o produtor Vance Powell.

    Falando com o apresentador do ‘The Liquid Conversations’, Shawn SixX, o vocalista do CLUTCH, Neil Fallon, falou sobre a experiência de trabalhar com Powell: “Ele é um de nós. Ele foi para a estrada conosco por três ou quatro dias, e sua filosofia era apenas colocar microfones na frente dos gabinetes, gravar a banda todos juntos em uma sala. Uma coisa realmente simples, e que foi se perdendo com o tempo. E o álbum, ouvindo-o agora, sei que vai ser um retrato realmente honesto e preciso de como músicas vão soar no palco “.

    Perguntado sobre como Book Of Bad Decisions se compara a Psychic Warfare, de 2015, Fallon disse: “Acho que é mais despojado em alguns aspectos. Há uma gama mais ampla de tempos. Há mais músicas; há 15 delas lá. Neste sentido, eu estou tão envolvido com o álbum por tanto tempo, que eu meio que não consigo ver a floresta através das árvores; eu tenho que dar um passo para trás, me distanciar um pouco, para entender o que é esse disco, se isso faz algum sentido”.

    Psychic Warfare debutou na posição 11 do chart Billboard 200.

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  • KROMORTH – participa do split chamado “Inverse Inquisition”

    KROMORTH – participa do split chamado “Inverse Inquisition”

    O split chamado “Inverse Inquisition” com as bandas Kromorth e Hell’s Ambassador está com lançamento previsto para o segundo semestre deste ano. Este lançamento contará com a participação de vários selos e neste álbum serão apresentados 4 músicas inéditas de cada banda. O Kromorth anunciou que estas músicas também estarão em seu próximo álbum. Ambas as bandas fazem parte do cast do selo Diabolicum Productions  e a capa foi assinada pelo renomado artista Emerson Maia. Vamos aguardar!!!

  • LIVING COLOUR – São Paulo/SP, 11 de maio de 2018

    LIVING COLOUR – São Paulo/SP, 11 de maio de 2018

    Desde a última passagem pelo Brasil, quando se apresentou no Rio de Janeiro pela quinta edição do mega festival “Rock in Rio” e em São Paulo no Bourbon Street, o Living Colour levou longos cinco anos para retornar. Dessa vez o grupo nova-iorquino fez uma única apresentação no país, novamente em São Paulo, agora para divulgar seu novo álbum, o bastante elogiado “Shade”, sexto de sua brilhante carreira, que já dura 34 anos (descontando o período de inatividade entre 1995 à 2000). E é curiosa – embora compreensível – a relação de amor entre o Living Colour e o público brasileiro, que desde sempre abraçou a bem administrada mistura sonora da banda, que funde, com maestria, hard rock, funk, hip hop, jazz fusion e punk, adicionando letras que falam sobre o cotidiano, englobando fatores pessoais e político-sociais e culturais, em que, inclusive, é abordada a questão da segregação racial nos Estados Unidos.

    A Tropical Butantã, que de maneira bem sucedida já vinha acolhendo uma série de shows (Sons of Apollo, Glenn Hughes e Saxon, respectivamente), outra vez se viu completamente lotada. E a euforia tomou conta de cada alma ali presente quando “Runnin’ with the Devil” começou a tocar no som mecânico – tal clássico do Van Halen tem servido de introdução para os shows do quarteto americano. Mas os sorrisos só estamparam as centenas de rostos na pista e nos camarotes mesmo quando o Living Colour surgiu no palco. Com um ‘bottleneck slide’ no dedo, o guitarrista inglês Vernon Reid puxou o riff de “Preachin’ Man”, música do saudoso blueseiro Robert Johnson, que apesar de já ter sido usada como abertura do show feito em São Paulo em 2013, só foi gravada em “Shade”, que fora lançado em setembro último. Apesar de terem começado com um cover, e de levada arrastada, os elegantes Reid e Corey Glover (vocal), mais os despojados Doug Wimbish (baixo) e Will Calhoun (bateria) agitaram os fãs mesmo assim. Mas a coisa melhorou ainda mais com a dobradinha que veio a seguir, formada pelas empolgantes “Middle Man”, em que boa parte do tempo Glover cantou sentado na caixa de som à frente do palco, próximo ao público, e “Desperate People”. Além dessas duas, várias outras estavam por vir para representar o premiado debut “Vivid”, que em 2018 completa 30 anos de seu lançamento.

    Na sequência, foi a vez de o grupo apresentar o novo álbum, e a primeira das músicas pinceladas pra compor o repertório foi a pesada “Freedom of Expression (F.O.X.)”. Sob iluminação e qualidade de som igualmente impecáveis, o quarteto só teve o trabalho de continuar escancarando toda a sua exuberância musical, se permitindo improvisar em várias de suas músicas. O público correspondia cantando em uníssono os vários clássicos que iam sendo executados. De maneira intercalada, outras duas de “Vivid”, “Funny Vibe” e “Memories Can’t Wait” (cover do Talking Heads), se misturaram às bem recebidas “Wall” e “Ignorance is Bliss”, que foram as únicas do terceiro álbum “Stain” (1993) à serem tocadas. Falando em “Wall”, é interessante notar o quão atual é sua letra, que fala de algo bastante aflorado hoje em dia, que é o ódio na sociedade motivado pela diferença entre as pessoas. Nessa, foi de arrepiar quando Glover fez do final um mantra, ao repetir por diversas vezes o refrão que diz: ‘the wall between us all must fall’. A mensagem serviu de reflexão. Já em “Ignorance is Bliss”, em que Glover detonou nos agudos, uma falha no som da guitarra de Reid no decorrer fez com que os talentosos Wimbish e Calhoun improvisassem até que tudo se normalizasse.

    O cover do rapper americano The Notorious B.I.G. para “Who Shot Ya”, um dos singles de “Shade”, caiu muito bem ao vivo, não apenas pelo peso, mas, principalmente, pelo groove vocal de Corey Glover. Aliás, é um absurdo o que esse frontman está cantando. Na contagiante “Open Letter (To a Landlord)”, por exemplo, ele mostrou o quão etérea é a sua voz, e deu um show à parte, fazendo praticamente um solo vocal no início e no final da música, tirando onda de regiões altas e “brincando” com os drives e os falsetes, lembrando até o saudoso Prince. Depois dessa, a vez de brilhar foi de Wimbish, que por alguns instantes fez do palco um lugar só seu. Ele tocou uma música de sua autoria, a bonita instrumental “Swirl”, que integra seu segundo álbum solo, “Cinema Sonics” (2009). Nessa, além de fazer o que bem quis com as quatro cordas, fez uso de loop para gravar algumas bases pra poder solar em cima, experimentou efeitos em sua pedaleira e ainda mostrou que no baixo também é possível solar com os dentes, como alguns guitarristas adoram fazer. Assim que Coulhoun, Reid e Glover retornaram, os quatro deram início a uma jam session, que na verdade se revelou em um dos hits mais esperados pelo público: a dançante “Glamour Boys”. Se o começo improvisado não teve a inesquecível introdução de baixo, ao menos ganhou um riff mais suingado de Vernon Reid e um groove de batera de Calhoun, que foi ressaltado por uma inusitada levada no cowbell. Também no cowbell, num ritmo que lembrou bastante o da música “Temperamental” do Mr. Big, Calhoun deu início a última das novas, “Who’s That”.

    Ainda que o Living Colour não tenha trazido nada de “Collideøscope” (2003) e “The Chair in the Doorway” (2009), não podia faltar no repertório algo do segundo álbum, “Time’s Up” (1990). Assim sendo, o grupo mandou em sequência dois clássicos desse disco que lhe rendeu um Grammy Award: “Love Hears its Ugly Head” e “Type”, que além de ganhar uma versão mais “vitaminada”, teve inserção de trecho da música “Police & Thieves”, do falecido músico jamaicano de reggae Junior Murvin, e um malabarismo vocal de Glover, que em uma das pausas praticou um verdadeiro ‘trava-língua’. Estava demorando, mas finalmente o hino “Cult of Personality” foi tocado. Esse hit-single de “Vivid”, que na época que foi lançado alcançou a 13° posição no chart Billboard Hot 100, 9° no Billboard Rock Album Tracks e em 1990 levou a banda a conquistar seu primeiro Grammy Award, na categoria “Melhor Performance Hard Rock”, fez a Tropical Butantã tremer, tamanha a agitação dos fãs. Na veloz “Time’s Up”, rolou até algumas rodas na pista. Depois dela, foi a vez de a banda mandar um cover para uma das músicas mais manjadas da história do funk: “Get Up (I Feel Like a) Sex Machine”, de James Brown. Pra ser sincero, de tanto essa ser explorada, principalmente em comerciais de TV, confesso que não curti o fato de o Living Colour incluí-la em seu set list. Teria sido mais legal se ao invés dela o grupo tivesse tocado algum de seus muitos outros clássicos, à escolher entre “I Want to Know”, “Broken Hearts”, “Which Way to America”, “Pride”, “Elvis is Dead”, “Go Away”, “Bi”, “Auslander”, “Never Satisfied”, “Nothingness”, “Young Man”, “Behind the Sun”, “Leave it Alone” ou “Solace of You”.

    Próximo do fim do show os holofotes se viraram para o genial Will Calhoun, um dos bateristas mais respeitados que existem. Tudo bem há quem reclame de solos de bateria, mas Calhoun é daqueles que fazem valer à pena, por conta de sua criatividade. Nos primeiros minutos, ele que já vinha debulhando durante as músicas, e sempre tocando com uma pegada bastante forte, prendeu a atenção de todos para o que demonstrou atrás de seu kit, que na parte convencional percussiva de diferente mesmo dispunha de um prato Boomywang de 18”, modelo Shield Vibrato Hybrid, da Hammerax, que tem um som bastante diferente dos tradicionais. Mas a parte mais interessante ficou para o final do solo, em que Calhoun se levantou, revelando seu abadá branco, executou alguns ritmos em seu pad eletrônico Korg Wave Drum com uso de loop e de sons hipnóticos, e depois voltou pra sua bateria, só que agora tocando com baquetas coloridas e iluminadas. Como se não bastasse, ele foi até a frente do palco e despertou a curiosidade do público tocando apenas com as mãos um aFrame, instrumento que nada mais é do que um cilindro de estrutura eletrogênica.

    Quando a banda toda voltou a se reunir no palco, contrariou os que pensavam que o encerramento seria com o tradicional cover de “Should I Stay or Should I Go” (The Clash). A saideira se deu com “Rock and Roll”, do Led Zeppelin, que terminou com trecho de “What’s Your Favorite Colour? (Theme Song)”, outra de “Vivid”. Após duas horas de show, os fãs saíram de alma lavada. Assim como o Ramones e o Motörhead, o Living Colour consegue agregar fãs de diversos estilos, só que com o diferencial de não serem apenas os amantes das vertentes do rock and roll, mas também pessoas que curtem outras praias musicais. Particularmente falando, foi muito bacana a coincidência de me deparar e assistir o show junto com Pepper Keenan, vocalista e guitarrista do Corrosion of Conformity, que no dia seguinte tocaria em São Paulo. Ao encontrá-lo no hotel durante à tarde, para uma entrevista que acabou não rolando devido à um problema na agenda da banda, o informei que a noite o Living Colour tocaria na cidade. Surpreso com a notícia e entusiasmado, Keenan pediu à produção que o acompanhava que o levasse ao show. Enquanto o Living Colour tocava, Keenan agitava o tempo todo e tecia alguns comentários elogiosos. Ele ainda me contou sobre a amizade que tem com a banda, principalmente com Doug Wimbish. Enfim, foi uma noite para não ser esquecida, como acontece todas as vezes que o Living Colour se apresenta no Brasil. Quem já os viu ao vivo por aqui, sabe do que estou falando.

    LIVING COLOUR – Set list:
    1. Intro (Runnin’ With the Devil – Van Halen)
    2. Preachin’ Man (cover de Robert Johnson)
    3. Middle Man
    4. Desperate People
    5. Freedom of Expression (F.O.X.)
    6. Funny Vibe
    7. Wall
    8. Memories Can’t Wait (cover do Talking Heads)
    9. Ignorance is Bliss
    10. Who Shot Ya? (cover de The Notorious B.I.G.)
    11. Open Letter (To a Landlord)
    12. Swirl (Doug Wimbish)
    13. Glamour Boys
    14. Who’s That
    15. Love Rears its Ugly Head
    16. Type / Police & Thieves (cover de Junior Murvin)
    17. Cult of Personality
    18. Time’s Up
    19. Get Up (I Feel Like a) Sex Machine (cover de James Brown)
    • Solo de bateria
    1. Rock and Roll (cover do Led Zeppelin)
    2. What’s Your Favorite Colour? (Theme Song)
  • Björn Strid: “Queremos levar o SOILWORK de volta ao grande público”

    Björn Strid: “Queremos levar o SOILWORK de volta ao grande público”

    Os suecos do SOILWORK entraram recentemente nos estúdios Nordic Sound Lab em Skara, na Suécia, com o produtor Thomas “Plec” Johansson para começar a gravar seu décimo primeiro álbum. A continuação de The Ride Majestic, de 2015, deverá ser disponibilizada na primavera pela Nuclear Blast Records.

    O vocalista Björn ‘Speed’ Strid comenta:

    “Neste novo álbum, voltamos ao básico do heavy metal clássico, mas com um toque de nosso próprio legado sonoro, com melodias melancólicas trabalhadas em um ritmo às vezes furioso e dotado de grande diversidade. As pessoas vão reconhecer a vibração que tivemos nos dois álbuns mais recentes, mas sentimos que levamos o nosso som ainda mais longe, com mais energia, elementos mais obscuros, mas ainda assim estranhamente revigorantes”.

    Ele continua:

    “As sessões de gravação deste álbum foram diferentes de qualquer coisa que fizemos antes. Todos estão muito envolvidos em todo o processo e nos permitimos experimentar mais e ter sonoramente mais opções. Nosso baterista Bastian Thusgaard, que não gravou com a gente anteriormente, trouxe outra dimensão ao nosso som, e ele fez o resto de nós intensificar a nossa maneira de tocar também. E trabalhar com o produtor Thomas “Plec” Johansson (The Panic Room) foi um verdadeiro prazer. Embora tenhamos passado por muitas coisas nos últimos anos, nos sentimos mais como uma unidade do que sentíamos há muito tempo.

    “Nós, como banda, estamos longe de esgotar nossas habilidades criativas e musicais e queremos trazer o SOILWORK de volta para as grandes plateias. Nossos fãs ao redor do mundo podem esperar que a promessa seja cumprida quando nosso ciclo de turnê começar na promoção de nosso próximo álbum”.

    The Ride Majestic foi o último álbum do SOILWORK com o baterista de longa data Dirk Verbeuren, que deixou a banda em julho de 2016 para se juntar ao MEGADETH. Ele foi substituído no SOILWORK por Bastian Thusgaard, do THE ARCANE ORDER.

    Thusgaard comenta: “Estou muito orgulhoso das minhas realizações neste álbum. Eu recebi uma grande liberdade tanto na escrita quanto na gravação. Obviamente, eu queria honrar ‘a vibe de bateria’ que se desenvolveu na banda ao longo do tempo. Ao mesmo tempo, estou muito ciente do fato de que eu sou um baterista diferente dos meus antecessores. Isso é algo que eu realmente queria mostrar, adicionando minha própria vibração ao som da banda”.

    Em 2016, o SOILWORK lançou uma coletânea especial de raridades intitulada Death Resonance, através da Nuclear Blast.

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