O guitarrista, vocalista e compositor norueguês Marius Danielsen (Darkest Sins) criou este projeto e de cara aposta alto ao gravar este belo trabalho de power metal sinfônico contando com diversas participações especiais. Alguns dos convidados são Ripper Owens (ex-Judas Priest), Edu Falaschi (Almah), Jonas Heidgert (Dragonland), Mark Boals (ex-Yngwie Malmsteen), Timo Tolkki (ex-Stratovarius), Chris Caffery (Savatage), Ross the Boss (ex-Manowar) e Mike LePond (Symphony X). As faixas combinam de forma bem legal, com ótima técnica, boa dinâmica e feeling, tornando-as empolgantes e não apenas arremedos enfadonhos do estilo. Os corais são bem alinhados e fomentam perfeitamente a pompa épica das faixas. Logo que o álbum começa a rolar já impressiona a excelente The Battle of Bargor-Zun, que, juntamente com Prophecy of the Warrior King e a arrepiante Chamber of the Wisdom, forma uma poderosa trinca. A longa faixa-título é belíssima, englobando passagens lentas, melódicas e cadenciadas, combinadas a interlúdios mais rápidos e agressivos. Esperemos agora a continuação da história.
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![MARIUS DANIELSEN-Legend Of Valley Doom [8/10]](https://roadiecrew.ribaweb.com/wp-content/uploads/2026/07/MARIUS-DANIELSEN.jpg)
MARIUS DANIELSEN-Legend Of Valley Doom [8/10]
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![CARTOON-V [10/10]](https://roadiecrew.ribaweb.com/wp-content/uploads/2026/07/Cartoon-V.jpg)
CARTOON-V [10/10]
Ao ouvir esse álbum do Cartoon decidi que precisava externar minha opinião para o maior número de pessoas possível. Minha primeira reação, ao final da audição da última música, foi ligar para Khadhu Capanema (baixo e vocal) e perguntar: “O que foi isso que fizeram nesse disco?” tal foi o impacto que senti com a beleza desse trabalho. O bom gosto nas linhas melódicas, nas harmonias vocais, nos timbres dos instrumentos, enfim, todo o conjunto da criação e execução me deixou de queixo caído. Sou fã desde que os vi no Roça’n’Roll em 2011, mas essa obra superou tudo o que imaginava. Aconteceu uma espécie de interação extrassensorial. Por exemplo, ouvindo pela primeira vez algumas das músicas, no meio de um verso eu pressentia exatamente os acordes e a letra que viria a seguir, sem jamais ter ouvido aquilo. Por outro lado, tinha música que meu feeling apontava que viria numa sequência de notas ou na melodia vocal, mas acontecia algo totalmente diferente, surpreendente, e muito melhor do que o que meu subconsciente tentava adivinhar. Acho que quem gosta muito mesmo de música deve entender o que estou tentando dizer. Um disco só se torna um clássico com o passar dos anos, mas o que faz dele um clássico já está ali gravado no momento da produção. Apenas para servir de referência para os que não têm a felicidade de conhecer essa banda: se o álbum V do Cartoon tivesse sido gravado por algum grupo do quilate de Supertramp, Pink Floyd ou Yes, certamente seria hoje um clássico. Parabéns, Khadhu, Bhydhu Capanema (bateria), Rodrigo Garcia (guitarra) e Raphael Rocha (teclados)! -
![SABATON – The Last Stand [10/10]](https://roadiecrew.ribaweb.com/wp-content/uploads/2026/07/b34427ab3bb555ab7a3e8b485f15be96.1000x1000x1-300x300-1.jpg)
SABATON – The Last Stand [10/10]
Os soldados estão de volta ao campo de batalha! Tá certo, pode ser um tanto clichê essa frase, mas se encaixa bem ao se referir à um novo lançamento do Sabaton. E neste caso trata-se de “The Last Stand”, o oitavo disco do grupo sueco.Em “The Last Stand” o grupo trata de batalhas históricas consideradas decisivas em conflitos como Primeira Guerra Mundial (“The Lost Battalion”) ou o confronto entre os exércitos do Rei Leônidas, de Esparta, e Xerxes I, da Pérsia (“Sparta”). E por mais que guerra seja um assunto corriqueiro dentro do metal, o legal é que o Sabaton procura nos registros históricos as inspirações para suas composições.