Categoria: Destaques

  • RANKING CREW: edição #43 do programa de álbuns ranqueados da Roadie Crew está no ar; assista

    RANKING CREW: edição #43 do programa de álbuns ranqueados da Roadie Crew está no ar; assista

    Já está no ar, pelo canal da Roadie Crew no YouTube, mais um episódio do programa “Ranking Crew”. Neste 43° episódio, o apresentador Tony Monteiro recebe os convidados Vitão Bonesso Sergio Martins, para comentarem e ranquearem a discografia dos Beatles.

    Assista, comente, concorde ou discorde e escreva o seu ranking pessoal dos Beatles nos comentários do vídeo! Estamos aqui para nos divertir e reviver grandes álbuns da nossa cena.

    E não se esqueça de se inscrever em nosso canal, deixar seu like e clicar no Hells Bells (?) para receber todas as notificações dos próximos vídeos: https://www.youtube.com/roadiecrewmagtv.

  • SUMMER BREEZE BRASIL confirma EXODUS, BATTLE BEAST, JEFF SCOTT SOTO e MASSACRATION para 2024

    SUMMER BREEZE BRASIL confirma EXODUS, BATTLE BEAST, JEFF SCOTT SOTO e MASSACRATION para 2024

    Neste sábado (11), os organizadores do Summer Breeze Brasil surpreenderam e antes do line up completo que será revelado no próximo dia 17 de novembro, anunciaram de surpresa mais quatro bandas para sua segunda edição, que acontecerá nos dias 26, 27 e 28 de abril de 2024, no Memorial da América Latina, em São Paulo (SP). As novas atrações confirmadas foram Exodus, Battle Beast, Jeff Scott Soto e Massacration

    SAIBA MAIS SOBRE AS BANDAS

    EXODUS: considerado um dos pilares do thrash metal, o grupo americano teve suas origens na transição das décadas de 70 para 80, com uma formação inicial pouco conhecida que passou por várias mudanças. Após a gravação de uma demo em 1982 com Kirk Hammett, que mais tarde se juntou ao Metallica, e a entrada de Rob McKillop no baixo, a banda estabilizou-se com Paul Baloff no vocal, Gary Holt e Rick Hunolt nas guitarras, Rob McKillop no baixo e Tom Hunting na bateria, que lançaram o debut, “Bonded By Blood” (1985), que se tornou uma referência no thrash metal da Bay Area de São Francisco.

    A carreira do Exodus continuou com várias mudanças de formação, mas a banda sempre lançou álbuns impactantes, incluindo “Pleasures of the Flesh”, “Fabulous Disaster”, “Impact Is Imminent”, “Tempo of the Damned”, “Blood In, Blood Out” e “Persona Non Grata”, todos com o vocalista Steve “Zetro” Souza. A banda também teve o vocalista Rob Dukes em alguns de seus trabalhos, como “Shovel Headed Kill Machine”, “The Atrocity Exhibition… Exhibit A” e “Exhibit B: The Human Condition”.

    Exodus é frequentemente mencionada junto com o Metallica como uma das pioneiras do thrash metal na Bay Area de São Francisco, e suas influências incluem a New Wave Of British Heavy Metal e elementos do punk/hardcore. Gary Holt, o único membro constante desde “Bonded By Blood”, é conhecido por criar alguns dos riffs mais icônicos do thrash metal. A formação atual da banda inclui Steve “Zetro” Souza, Gary Holt, Lee Altus, Jack Gibson e Tom Hunting, e eles continuam a entusiasmar tanto os fãs mais antigos quanto os mais jovens com seu enérgico thrash metal ao vivo.

    BATTLE BEAST: o Battle Beast teve sua origem no extremo sul da Finlândia em 2008 e alcançou reconhecimento global ao vencer o concurso “Metal Battle” finlandês do festival “Wacken Open Air”. No entanto, apenas após consolidar sua formação com Noora Louhimo nos vocais, Anton Kabanen nas guitarras e vocais, Juuso Soinio na guitarra, Janne Björkroth nos teclados, Eero Sipilä no baixo e Pyry Vikki na bateria, assinou contrato com a Nuclear Blast e lançou em 2013 o debut.

    Ao longo da carreira, o Battle Beast lançou álbuns de destaque, incluindo “Unholy Savior” (2015), “Bringer of Pain” (2017), “No More Hollywood Endings” (2019) e “Circus of Doom” (2021). A banda é conhecida por sua energia no palco e performances cativantes e é isso que pretende mostrar no palco do Summer Breeze Open Air Brasil.

    JEFF SCOTT SOTO: filho de descendentes porto-riquenhos, Soto nasceu em 4 de novembro de 1965, no Brooklyn/NY (EUA). Tendo o rádio como “professor”, sequer precisou ter aulas de canto. Fã de R&B, black music, disco e funk, inicialmente achava o rock muito barulhento. Porém, logo entrou de cabeça no estilo. Até conseguir a vaga na banda do sueco Yngwie Malmsteen, passou pelo Kanan e Seducer. O vocalista, que segue em carreira solo e com o S.O.T.O e o W.E.T., também gravou com Axel Rudi Pell, Human Clay, Humanimal, Soul Sirkus e Redlist, entre outros, além de parte da trilha do filme “Rockstar” (2001). Ainda participou do Trans-Siberian Orchestra e passou pelo Journey.

    Sempre de bom astral, o fã da caipiroska brasileira – ele até fez curso para aprender a fazer bem a sua bebida preferida – se mostra disposto e animado para apresentar, em estúdio ou ao vivo, o melhor do hard rock, AOR, metal, disco, soul, funk, R&B e black music. Nos palcos, sua missão sempre foi a de entreter a plateia. Basta lhe dar o microfone ou um baixo, uma guitarra, um violão, um teclado, um trompete… No Summer Breeze Open Air Brasil, Soto fará um show com músicas de várias fases de sua carreira, incluindo Talisman, W.E.T. e Yngwie Malmsteen.

    Massacration: Em 2005, os guerreiros do Massacration, liderados pelo vocalista Detonator, criaram a obra-prima “Gates of Metal Fried Chicken of Death”, estabelecendo o Metal como a lei suprema do universo. O álbum, abençoado pelo Deus Metal, apresentava riffs avassaladores forjados a ferro e fogo. Com clássicos como “Metal Massacre Attack” e “Metal Is the Law”, a banda conquistou trilhões de fãs, tornando-se a maior do heavy metal de todos os tempos.

    Ao longo dos anos, Detonator, Metal Avenger e Headmaster (guitarras), Redhead Hammet (baixo e guitarra) e Jimmy The Hammer (bateria) continuaram no topo da fama mundial, lotando estádios e arenas em todo o planeta. O álbum “Good Blood Headbanguers” e o DVD ao vivo “Live Metal Espancation” foram lançados em 2009 e 2017, respectivamente. A banda também produziu singles icônicos como “Metal Milf”, “Motormetal” e o mais recente “Metal is My Life”, cujo clipe acumula quase um milhão de visualizações. Celebrando o poder da música, o Massacration levou seus fãs à terra prometida do Heavy Metal, a fantástica Metal Land, e continua a transcender fronteiras intergaláticas com videoclipes cinematográficos e seu domínio incontestável no universo do Metal. 

    Exodus, Battle Beast, Jeff Scott Soto e Massacration se juntam aos anteriormente anunciados HammerfallLacuna CoilEdu FalaschiCarcassDeath AngelDr. Sin,  Sebastian BachAnthraxBiohazard, AvatarNervosaWithin TemptationAmorphisEclipseForbiddenThe Night Flight OrchestraIn ExtremoRatos de PorãoAngraKorzusTorture SquadEminenceKillswitch EngageThe 69 EyesSinistraTygers of Pan Tang, The Troops of Doom, OverkillGamma Ray, Mr. Big, Black Stone Cherry Nestor

    Como dito anteriromente, no próximo dia 17 de novembro os organizadores do Summer Breeze anunciarão o line up definitivo da segunda edição do festival. 

    Os ingressos para o Summer Breeze Brasil estão disponíveis em https://www.clubedoingresso.com/

  • JAY WEINBERG se pronuncia e diz ter sido pego de “surpresa” com sua saída do SLIPKNOT

    JAY WEINBERG se pronuncia e diz ter sido pego de “surpresa” com sua saída do SLIPKNOT

    No início do mês de novembro, o Slipknot anunciou a demissão do baterista Jay Weinberg. Segundo alegou na publicação (que, aliás, já foi apagada) feita em suas redes sociais, o grupo teria dispensado Weinberg porque “sempre procura evoluir” e que essa foi uma “decisão criativa”.

    Embora o Slipknot tenha tentado deixar a situação leve para os fãs, elogiando o baterista com “Gostaríamos de agradecer Jay Weinberg por sua dedicação e paixão nos últimos dez anos. Ninguém poderá substituir o som original de Joey Jordison (que deixou a banda em 2013 e faleceu em 2021), seu estilo e energia, porém Jay honrou as partes de Joey e contribuiu com os últimos três discos”, o baterista se manifestou neste sábado (11) e revelou ter ficado “surpreso” e “de coração partido” com tal decisão.

    Confira a íntegra do que disse Weinberg:

    “Às vezes me pergunto como seria fazer uma visita ao meu eu de olhos arregalados de 10 anos – me apaixonando perdidamente por um som e uma cultura novos e emocionantes – e contar a ele tudo sobre os últimos 10 anos. Mesmo nos dias mais difíceis, gostaria de pensar que ele ficaria feliz com a aventura que o esperava.

    Fiquei de coração partido e (fui) pego de surpresa ao receber o telefonema que na manhã do dia 5 de novembro, cujas notícias a maioria de vocês soube logo depois. No entanto, fiquei impressionado – e verdadeiramente grato – pela demonstração de amor e apoio que recebi desta comunidade incrível que considero ser meu lar criativo e artístico. 

    Este não é o fim da jornada que sonhei e me comprometi a ver até o fim – nem de longe. Mas, apesar da confusão e da tristeza, há algo que proporciona similar conforto. Para muitos de vocês que estão lendo isto: há 10 anos, ainda não nos conhecíamos. E agora sim. Por isso, sou grato de uma forma que nunca serei capaz de expressar totalmente.

    Amo tocar bateria. Sempre adorarei tocar bateria. Sempre terei paixão por música, arte e expressão criativa. Nada jamais mudará isso.

    Não sei como e não sei quando, mas estou ansioso para criar música alta, apaixonada e sincera que possamos curtir juntos novamente. Até então, saibam que foi a alegria de uma vida passar os últimos 10 anos com vocês, compartilhando nosso amor por este canto especial do mundo da música e da arte. 

    Este não é o fim e estou emocionado ao descobrir o que o futuro nos reserva. 

    Obrigado”.

    Jay Weinberg, que é filho do baterista e percussionista Max Weinberg, da E Street Band e da banda de Bruce Springsteen, foi oficializado no Slipknot em 2014, para o lugar do aclamado Joey Jordison, que deixou a banda um ano antes e faleceu em 2021. Em seu período na banda, Weinberg gravou os álbuns .5: The Gray Chapter (2014), We Are Not Your Kind (2019) e The End, So Far (2022), além do ao vivo Day of the Gusano (2017) e o EP Adderall (2023).

     
  • GEDDY LEE diz que ALEX LIFESON e ele podem voltar a se apresentar ao vivo como RUSH

    GEDDY LEE diz que ALEX LIFESON e ele podem voltar a se apresentar ao vivo como RUSH

    Por mais que seja inimaginável a ideia de o Rush voltar aos palcos sem um de seus pilares, o inigualável e saudoso baterista Neil Peart, falecido em 2020, é bom já irmos nos acostumando com essa possibilidade. Em uma nova entrevista ao tradicional The Washington Post, o baixista e vocalista Geddy Lee afirmou que consideraria se reunir com o guitarrista Alex Lifeson sob o nome Rush e voltar à estrada.

    “Era um assunto tabu, e tocar essas músicas novamente com uma terceira pessoa era o elefante na sala, e isso meio que desapareceu”, explicou Lee. “Foi bom saber que, se decidirmos sair (em turnê), Alex e eu, quer tenhamos excursionado como parte de um algo novo, quer apenas quiséssemos sair e tocar Rush como Rush, poderíamos fazer isso agora.”

    A motivação surgiu após Geddy Alex participarem de shows tributo ao também saudoso baterista Taylor Hawkins (Foo Fighters) em 2022. Na ocasião, a dupla tocou músicas do Rush acompanhados de Danny Carey (Tool), Omar Hakim, Chad Smith (Red Hot Chili Peppers) e do próprio Dave Grohl.

    Geddy disse que ao conversar com Alex sobre essa possibilidade, o guitarrista havia se mostrado “animados com as ofertas chegando após os shows de Hawkins, porém “ele precisa se sentir bem, saudável e forte para aí então termos uma discussão (sobre esse assunto)”, visto que recentemente Alex passou por uma cirurgia de estômago.

  • IRON MAIDEN anuncia épica graphic novel comemorativa de 40 anos de ‘Piece of Mind’

    IRON MAIDEN anuncia épica graphic novel comemorativa de 40 anos de ‘Piece of Mind’

    Enquanto Bruce Dickinson começa a trabalhar em cima de seu próximo álbum solo, The Mandrake Project, o Iron Maiden como um todo celebra os 40 anos de Piece of Mind. E para comemorar o aniversário desse seu quarto álbum de estúdio, a Donzela de Ferro anuncia, para o dia 21 de novembro, o lançamento de uma graphic novel fabulosa, através da editora Z2. O próprio Bruce contribuiu para o capítulo Revelations, que foi a música que contou com o primeiro crédito do vocalista para uma composição do Maiden.

    “Quando a ideia de uma graphic novel do 40º aniversário de Piece of Mind surgiu, senti que era o meio perfeito para expandir para fora dos limites das canções e criar novas histórias e novas dimensões por meio de narrativas e imagens curtas”, diz o veterano cantor. “Com Revelations, isso me permitiu adicionar mais camadas e dimensões às letras e adicionar um novo toque.”

    A graphic novel dedicada a Piece of Mind une diversos escritores e ilustradores ilustres, que contribuíram para o legado do Maiden.

    Veja o vídeo divulgado pela banda e em parceria com a Z2 Comics:

     
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    Uma publicação compartilhada por Z2 (@z2comics)

     

    Dickinson comentou também sobre o trabalho dos colaboradores do projeto: “Igualmente emocionante foi reunir alguns dos principais escritores e ilustradores da indústria, que são todos fãs reais da banda, para adicionar suas próprias ideias criativas inspiradas nas músicas, em Eddie e no próprio álbum. A Z2 fez um trabalho tremendo em juntar tudo isso para criar mais do que apenas uma graphic novel, é o que considero uma obra de arte.”

    A graphic novel de Piece of Mind também dispõe de contribuições de Scott Ian (Anthrax), de Chris Jericho (astro da AEW e vocalista do Fozzy), Chuck D (Public Enemy) e do premiado diretor Jonas Akerlund.

    Rod Smallwood, famoso empresário do Iron Maiden, escreveu algumas linhas sobre o aniversário de 40 anos do clássico Piece of Mind.

    “O caminho para trabalhar com o Iron Maiden começou há mais de 40 anos para a equipe da Z2, tanto em nossos toca-discos quanto em nossos cadernos de desenho. O impacto do Iron Maiden na arte, música e cultura é imensurável e ter a chance de celebrar a lenda e a lore do Piece of Mind com a banda e a direção é uma honra que não não consideramos levianamente”, comemora Josh Bernstein, presidente da Z2. “Espero que os fãs gostem do que se tornou uma incrível carta de amor global ao Iron Maiden.”

    “Se você tivesse me contado quando eu saí de casa aos 16 anos para ver a turnê Piece of Mind em Spokane, que 40 anos depois eu estaria trabalhando neste tributo… E ainda por cima recebendo uma história de Bruce Dickinson?! Bem, esse é um daqueles momentos raros e preciosos em sua carreira criativa, onde você literalmente se depara com a realização de seus sonhos de juventude”, acrescenta o premiado editor da Eisner and Harvey, Rantz Hoseley. “Ser confiado pelo Maiden para editar este livro foi o honra e privilégio de uma vida.”, concluiu.

    A história em quadrinhos do 40º aniversário de Piece of Mind estará disponível em cinco edições: Standard Edition, Flight of Icarus Edition, The Trooper Edition, The Trooper Cutaway Edition, Deluxe Edition e The Asylum Edition.

    Pesquise todas as opções, conheça todos os detalhes de cada edição e faça sua encomenda na loja virtual da Z2.

    Veja a capa da edição padrão de Dan Mumford abaixo.

  • RICHIE SAMBORA sobre retorno ao BON JOVI: “Definitivamente, pode acontecer”

    RICHIE SAMBORA sobre retorno ao BON JOVI: “Definitivamente, pode acontecer”

    Não é de hoje que rumores estão no ar sobre um possível retorno de Richie Sambora ao Bon Jovi. Em 2022, ventilou-se a possibilidade de o guitarrista se juntar à sua ex-banda, comandada por Jon Bon Jovi, no Gastonbury, que rolou em junho. Antes de o festival acontecer, Sambora havia dito (diretamente do Music Industry Trust Awards) ao Metro.co.uk que havia essa possibilidade e que ele e a banda estavam conversando. Não rolou, porém agora Sambora voltou a levantar essa bandeira de uma reunião com o Bon Jovi em entrevista concedida à revista Breeder’s Cup no último sábado (04).

    “Há um documentário que está sendo feito sobre a banda e coisas das quais eu participei, e as pessoas querem nos ver tocar, e isso vai deixar todo mundo feliz. Quero dizer, essencialmente é por isso que você faz isto neste momento”, disse Sambora

    “Acho que compusemos muitas músicas que mudaram a vida de muitas pessoas apenas por fazê-las se divertir. Sei que foi isso o que a música fez comigo… Me fez companhia no que eu faço. Então, sim, isso definitivamente pode acontecer. É apenas uma questão de quando todos estarão prontos para fazer isso. Será um empreendimento grande e massivo”, afirmou o guitarrista, confiante em um futuro revival do Bon Jovi.

    “É hora de fazer isso (acontecer). Este é o nosso 40° aniversário, mas sinto-me mais jovem do que nunca. Estou me divertindo!”, concluiu.

    No início deste ano, Richie Sambora já havia antecipado ao podcast Shred With Shifty, de Chris Shiflett (Foo Fighters), que ele e a banda seguem conversando, motivados pela demanda que está tendo sobre essa possível reunião dele com o Bon Jovi, principalmente fora dos Estados Unidos. Pouco depois, em entrevista à Absolute RadioSambora foi taxativo ao dizer que não há qualquer razão para que esse reencontro não aconteça atualmente. Jon estava tendo um pouco de dificuldade com sua voz e precisava respirar um pouco. Não sei quando Jon vai se juntar com sua voz novamente e (quando a reunião) acontecerá, mas temos que fazer isso para os fãs, realmente. Sinto como uma segunda obrigação!”

    Perguntado sobre a possibilidade de compor novamente para a banda, Sambora intimou Jon Bon Jovi“Ah, se ele (Jon) não me deixar (compor), ele é louco! Estou em lágrimas”.

    Parecia que a parceria de sucesso entre Jon Bon Jovi e Richie Sambora seguiria junta até os últimos dias do Bon Jovi, porém em 2013 a dupla se separou

    Caso esse reencontro se confirme, será a primeira vez que Richie Sambora e Bon Jovi tocarão juntos desde a cerimônia do Rock and Roll Hall of Fame em 2018 (veja o vídeo abaixo), que contou também com o baixista original da banda Alec John Such, que faleceu no último dia 5 de junho de 2022, aos 70 anos.

    Assim como Lennon McCartneyGene Simmons Paul StanleyJagger RichardsSteven Tyler Joe PerryRichie Sambora fez uma parceria de sucesso com Jon Bon Jovi assim que se juntou ao Bon Jovi em 1983. Sambora esteve presente nos doze primeiros álbuns de estúdio do grupo e ganhou reconhecimento como um dos melhores guitarristas do hard rock principalmente pelos álbuns de maior sucesso comercial do Bon JoviSlippery When Wet (1986) e New Jersey (1988). Em 2013, após o lançamento de What About NowSambora chocou os fãs ao deixar o Bon Jovi. Desde então, o grupo lançou outros três álbuns de estúdio, sendo o mais recente Bon Jovi: 2020. Todos eles foram gravados com o substituto de SamboraPhil X, que antes do Bon Jovi trabalhou com TriumphTommy LeeMethods of MayhemAlice CooperRob ZombieAvril LavigneOrianthi (ex-namorada e parceira musical de Sambora) e outros.

  • BRUCE DICKINSON atuará em banda cover do ABBA em filme de terror

    BRUCE DICKINSON atuará em banda cover do ABBA em filme de terror

    Após anunciar para 2024 o seu próximo álbum solo, The Mandrake Project, o multifacetado Bruce Dickinson foi confirmado no filme de terror “Bjorn of the Dead”. O filme é baseado em uma história original dos coprodutores Andrew Prendergast e Austin Dickinson, filho de Bruce (e vocalista das bandas As Lions e ex-Rise to Remain), sobre uma banda tributo ao grupo sueco ABBA que se vê presa em um clube noturno junto de outros artistas cover, que lutam para salvarem o mundo em meio a um apocalipse. 

    Dickinson interpretará Bjorn, vocalista dessa banda tributo chamada Abbatoir. A banda considera pedir demissão da boate conforme os shows vão se tornando mais sombrios, porém recuam na ideia quando outro integrante, Benny, descobre uma batalha de bandas tributo no Niney Dimey. Ao chegarem ao local, um ataque os leva a se abrigar nos bastidores do local. No processo, outros membros da banda se machucam e se transformam em mortos-vivos em busca de sangue.

    O longa será dirigido por Elza Kephart (Slaxx, Graveyard Alive: A Zombie Nurse in Love), distribuído pela Raven Banner e contará com atuações de vários outros artistas renomados do rock e do heavy metal.

    “Estou absolutamente honrado em trabalhar com Raven Banner nesta aventura louca”, disse Austin Dickinson. “Andrew, Elza e eu mal podemos esperar para vocês verem o que está por vir. Vista seu spandex, arrume suas perucas e afie seus machados. Bjorn está chegando.” Até o momento, Bjorn of the Dead não tem data de estreia anunciada.

    Bruce Dickinson
    Bruce Dickinson em um de seus inúmeros momentos teatrais (Foto: Daniel Croce/Roadie Crew)
  • Morre HEATH, baixista da lendária banda nipônica X JAPAN

    Morre HEATH, baixista da lendária banda nipônica X JAPAN

    Nesta terça-feira (07), veio a público a notícia do falecimento do baixista Hiroshi Morie, o Heath, baixista da veterana banda nipônica X Japan. A informação vem do Yahoo! Japan, que relata que o músico batalhava contra um câncer desde que foi diagnosticado com a doença no início de 2023. Heath tinha 55 anos e morreu no final do último mês de outubro. De acordo com o Yahoo!, o baixista não havia compartilhado notícia de sua doença com seus parceiros de banda.

    Estarrecido com a notícia, o talentoso e respeitado baterista e pianista Yoshiki, líder do X Japan, não compareceu à 37° edição do “Award of Honor”, que aconteceu no dia 1° de novembro, em São Francisco (EUA). 

    Além do X Japan, com quem gravou os dois últimos álbuns de estúdio – Art of Life (1993) e Dahlia (1996), Heath gravou diversos álbuns solo e outros com as bandas ParanoiaDope HEADz Rats.

    Em julho passado, o X Japan lançou seu primeiro single em oito anos, para a música Angel (confira aqui). Junto aos seus contemporâneos do Loudness e do EZO, o X Japan se tornou uma das bandas japonesas mais conhecidas mundialmente. Em 2018, o documentário We Are X, contando a história do X Japan, foi lançado em 30 países e ganhou prêmios nos festivais de cinema SXSW Sundance.

     
  • IN FLAMES: ÚNICA INVASÃO NO BRASIL

    IN FLAMES: ÚNICA INVASÃO NO BRASIL

    Responsável por um dos melhores discos de 2023 no mundo do heavy metal, o In Flames faz única apresentação no Brasil, em São Paulo, no dia 9 de novembro, no Tokyo Marine Hall. Anders Fridén (vocal), Björn Gelotte e Chris Broderick (guitarras), Liam Wilson (baixista que vem fazendo os shows depois da saída de Bryce Paul, em junho último) e Tanner Wayne (bateria) vão mostrar não apenas o habitual poder de fogo da banda sueca no palco. O quinteto vai, também, traduzir ao vivo o que “Foregone” representa: sem abandonar o lado contemporâneo, uma volta às raízes de um dos grandes nomes do death metal melódico sueco conhecido como Som de Gotemburgo. Momento ideal para conversarmos com Broderick sobre isso é muito mais. Confira.

    Como tem sido a turnê de “Foregone” até agora?
    Chris Broderick: Tem sido muito legal! Os últimos seis meses foram basicamente de tocar em festivais na Europa, e todos eles foram ótimos. Ou seja, tem sido bom também para assistir a shows de várias bandas que eu nunca tinha visto, já que essa temporada de festivais serve basicamente para ver bandas com as quais você já fez turnê junto, mas que não via há algum tempo, então poder passar um tempo junto com elas. No nosso caso, as músicas de “Foregone” estão realmente pesadas, ainda mais pesadas ao vivo, e o público está amando! É um ótimo material para tocar ao vivo.

    E o In Flames vem ao Brasil novamente, só que pela primeira vez com você. Quais são as expectativas?
    Chris: Eu não sei exatamente quanto à banda, mas conversamos sobre a última vez que estiveram aí, em São Paulo e outras cidades, e eles comentaram como foi legal andar pelas ruas, encontrar bares e se meter em problemas por terem bebido demais (risos). Do jeito que os rapazes falam, parece que foi ontem (N.R.: o In Flames esteve no Brasil pela última vez em 2017, quando tocou em Belo Horizonte, Curitiba, Rio de Janeiro e São Paulo). Na verdade, também parece que foi ontem para mim, embora já são dez anos desde que estive na América do Sul pela última vez, então mal posso esperar para voltar e ver se a plateia continua insana e barulhenta como foi da última vez.

    Sim, e você esteve no Brasil tanto com o Megadeth (N.R.: em 2010, 2011, 2012, 2013 e 2014) quanto com o Nevermore (N.R.: em 2001 e 2006). Quais são suas lembranças?
    Chris: Ah, elas são sempre sobre o público, que é completamente empolgado e demonstra um grande apoio às bandas. É mais fácil fazer um show quando o público é muito enérgico e dá tudo de si, porque faz com que a banda também dê tudo em troca.

    E há alguma coisa que você ainda tenha vontade de fazer por aqui?
    Chris: Ah, são as coisas de sempre, né? Preciso repetir o que já fiz, porque estive em muitas churrascarias e espero conhecer outras quando voltar, porque lembro que as carnes eram de alto nível (risos). Também estive numa praia no Rio de Janeiro, e era um cenário lindo demais. Foi algo de que gostei e que seria legal poder fazer novamente, mas também gostaria de circular um pouco, sentir mais de perto a cultura e a energia. Isso realmente seria bem interessante, porque quero me sentir num lugar diferente quando viajo, gosto de absorver o que o lugar e as pessoas são no dia a dia.

    Você entrou no In Flames em 2019, a princípio para substituir temporariamente o Niclas Engelin. Como aconteceu?
    Chris: À época, recebi uma ligação de uma amiga que conhecia o empresário deles, ela me perguntou se eu estaria interessado, eu disse que sim, e a banda entrou em contato comigo. Dois dias depois, eu estava a caminho do Texas para fazer meus primeiros shows com o In Flames. Foi meio louco, porque tive uns quatro dias, no máximo, para aprender 18 músicas, então fiquei com todas aquelas partes e pedaços das canções rodando na minha cabeça, mas subi ao palco e fiz o meu melhor. E foi divertido, também, porque conheço a banda desde quando eu estava no Jag Panzer. Depois daquela turnê, durante uma conversa com o Björn, ele mencionou a ideia de me manter na banda para os shows que viriam pela frente, o que culminou no convite para fazer parte definitivamente do In Flames. Aceitei imediatamente porque é muito bom tocar ao vivo com eles, é tudo muito tranquilo e relaxado. Então foi simples assim: depois dos primeiros shows, a ideia se morfou num convite para permanecer.

    O que obviamente tem a ver, também, com o fato de você ter dado conta do recado naquelas circunstâncias.
    Chris: É verdade, mas devo dizer que não importa o quão foda você seja como guitarrista, porque ter de aprender 18 músicas em quatro dias para logo em seguida tocá-las ao vivo é muita coisa! No entanto, quem focar nisso consegue dar conta! Eu aceitei na hora porque se tinha de acontecer, então iria acontecer, e eu queria ajudá-los. Eles perceberam que eu queria ajudá-los, e eu fiz o melhor que pude. Honestamente, fiquei até surpreso com o primeiro show, só que ainda assim me sentia muito novato com as músicas. Fiquei tocando as músicas do setlist por umas duas ou três semanas, enquanto praticava guitarra, para realmente solidificar e entender o que eu estava tocando. Foi um redemoinho, com certeza, mas deu certo.

    E não muito tempo depois, a Covid-19 fez tudo parar e fechou o mundo. Como você enfrentou a pandemia?
    Chris: Tive bastante sorte. Em primeiro lugar, não tive parentes muito próximos que faleceram; em segundo lugar, dou muitas aulas de guitarra on-line, então isso não mudou nada; em terceiro lugar, eu e minha namorada viajávamos no nosso trailer para acampar em lugares bastante remotos, então foi uma ótima oportunidade para passarmos mais tempo juntos em vez de eu ficar meses fora em turnê.

    Voltando ao In Flames, com o que a sua experiência, do Jag Panzer ao Act of Defiance, pôde contribuir no processo de composição e gravação de “Foregone”?Chris: Boa pergunta, porque tudo aconteceu exatamente como a minha entrada na banda: de maneira rápida e em cima da hora (risos). Entramos no estúdio e fizemos acontecer, uma situação bem diferente das que estou acostumado! Normalmente, quando você começa a pensar num disco novo, primeiro vem a gravação de demos das coisas que imaginou, ou seja, a criação dos materiais da melhor forma possível antes de entrar no estúdio. Porém, a forma como Anders e Björn gostam de trabalhar, e ainda não sei exatamente qual é o processo deles, na verdade, é vir para Los Angeles, entrar no estúdio e então começar a compor. Ou seja, as coisas acontecem enquanto eles estão no estúdio, e a minha parte, quando passei a me envolver com isso, foi gravar meus solos, melodias e harmonias por cima. Muitas vezes, quando eu aparecia no estúdio, eles falavam ‘queremos tocar essa parte aqui, então vamos ver como fica?’, e eu só escutava o que havia gravado quando estava com os dois. Para mim, foi uma realidade bastante diferente, e tive de aprender a lidar com ela, só que foi uma ótima experiência. Eles são muito tranquilos, e não havia aquela pressão tipo ‘o tempo está passando, e o dinheiro, também’ para concluir tudo correndo, sabe?

    Como o ‘timing’ agora é diferente, talvez você possa se envolver ou ser envolvido no processo de composição do próximo disco.
    Chris: É difícil dizer. Conversamos a respeito, e essa é uma possibilidade que foi mencionada, mas que ainda não foi formalizada. Anders e Björn também falaram sobre como estão acostumados a trabalhar, sobre a forma como trabalham, e eu entendo ambos os lados. Creio que assim que passar a me envolver com o processo de composição, eu me tornarei, como qualquer músico, muito apegado às minhas ideias e a como eu acredito que algo deva soar. No momento, temos um nível diferente de interação.

    Eu puxei esse assunto porque “Foregone” é o álbum que alguns fãs esperavam há algum tempo. É mais agressivo, traz de volta o In Flames da velha escola para o In Flames moderno. Você teve essa sensação?
    Chris: Sim, e também vejo como uma mistura dos dois. Realmente, tem um fio mais pesado do que, por exemplo, o “I, The Mask” (2019), só que ainda mantém um olhar mais para frente nos refrões e nas harmonias. “Foregone” tem a energia do velho In Flames ao mesmo tempo em que soa bem moderno. É um disco que soma a raiva de antigamente com a modernidade de hoje.

    E independentemente de você não ter contribuído com as composições, um dos destaques é o trabalho de guitarras, que está em outro nível em relação a tudo que o In Flames fez antes. Como é a química com o Björn?
    Chris: Cara, é ótima! Somos nerds de guitarra! (risos) Sempre tocamos juntos quando nos encontramos, sempre falamos sobre as nossas influências. Uma de nossas primeiras influências é King Diamond, e também trabalhamos em vários solos de caras como Yngwie Malmsteen ou Nuno Bettencourt (Extreme), então tenho uma troca bem maior com ele do que com qualquer outro guitarrista com quem já toquei, principalmente nesse quesito de nos encontrarmos para tocar, o que tem sido muito legal! Na hora de gravar o “Foregone”, eu não quis exageros, porque, quando me sento para compor um solo ou uma melodia, procuro entender o que o ritmo está pedindo naquele momento. Eu não queria simplesmente sair jogando notas em tudo, e a ideia já era mesmo fazer algo que complementasse o que existia. Uma coisa legal é que Björn estava boa parte do tempo comigo, e se ele tinha ideias, trabalhávamos juntos nelas. Foi um momento bacana, em que eu pude não apenas compor os meus solos, mas também ver como ele fazia os dele, e é essa outras das razões por que o processo foi bem legal, mesmo.

    Quando entrevistei o Anders, no fim de 2022, ele fez grandes elogios a você. Na verdade, no momento em que conversávamos, você estava praticando no fundo do ônibus de turnê, e ele brincou dizendo que você dormiria com a guitarra se pudesse.
    Chris: (rindo) Bem, eu realmente mantenho a guitarra na minha beliche, mas isso porque é um ônibus com outras 12 pessoas, e o espaço é realmente limitado. Ou seja, ela dorme comigo, mas não tem nada a ver com a mentalidade de “dormir com a guitarra” (risos). Como a guitarra é bem fina, eu a coloco na parede perto de mim e economizo espaço.

    As letras são outro destaque de “Foregone”, e pude conversar sobre elas com Anders, que é a pessoa certa. É a visão dele, mas qual a sua opinião sobre a abordagem mais pessimista?
    Chris: De fato, o Anders pode falar sobre isso muito melhor do que eu, mas gosto de interpretá-las mais como um aviso, ainda que o nome do disco tenha um significado bem óbvio (N.R.: em português, “Foregone” é “abandonado”). Ainda temos a oportunidade de mudar as coisas, então vamos colocar as coisas da seguinte forma: o potencial que essas questões tiveram para surgir na cabeça do Anders aconteceu em diversos níveis, no sentido de que não se trata de ‘ou o mundo acaba ou o mundo sobrevive’. É mais sobre o quão ruim as coisas podem ficar até que consigamos resolvê-las. É por isso que vejo a abordagem dele como um aviso para deixarmos as coisas um pouco menos traumáticas.

    Eu gostaria de falar um pouco sobre o Megadeth, uma vez que você esteve na banda por sete anos e, também, por causa dos rumores envolvendo a situação do Kiko Loureiro. Enfim, por que é tão difícil um guitarrista ter uma sequência mais longa depois do Marty Friedman?
    Chris: Não tenho certeza, porque não conheço a linha do tempo exata, mas honestamente acredito, e posso perfeitamente estar errado, que durei mais no Megadeth do que o Marty. De qualquer maneira, quando se tem um disco como Rust in Peace (1990), é isso que estabeleceu a banda. Em termos de tempo, eu talvez tenha ficado mais do que Marty, mas a reposta para a dificuldade que você mencionou provavelmente será diferente de cada um que passou pelo Megadeth. Para mim, foi o caso de seguir adiante e estabelecer a minha independência. Em maio de 2022, o In Flames esteve numa turnê com o Megadeth, e eu pude trocar uma ideia com o Kiko. Fizemos umas jams, e ele é um cara ótimo, muito bacana e excelente guitarrista, assim como todos os que passaram pela banda. Quando se tem o legado de músicos como Marty e Chris Poland atrás de você, não dá para ser desleixado.

    Só para esclarecer, Marty ficou quase 11 anos no Megadeth, de 1990 a 2000, então faltou pouco para você, na verdade. (risos)
    Chris: Ah, então é isso! Ele ficou um pouco mais do que eu, mas sinto-me satisfeito e realizado com o que deixei no Megadeth. Foram vários discos de estúdio (N.R.: “Endgame”, 2009; “Thirteen”, 2011; e “Super Collider”, 2013) e ao vivo (N.R.: “Rust in Peace Live”, 2010; “The Big 4 Live from Sofia, Bulgaria”, 2010; e “Countdown to Extinction: Live”, 2013).

    E como você compararia a sua experiência em todas as bandas? Jag Panzer, Megadeth, Act of Defiance, Nervermore e In Flames?
    Chris: Cara, são definitivamente diferentes! (risos) No Jag Panzer era mais sobre aprender como fazer, porque foi a minha primeira experiência com turnês. Eu era muito verde naquela época. O Mark Briody é incrível, nos falamos até hoje, e eu adorava sair em turnês com eles, enquanto as turnês com o Nevermore foram muito caóticas. Bom, pelo menos naquela época eles gostavam muito de festa, e eu não sou de beber muito. Ok, bebo uma coisa aqui e ali, tipo quando o Anders me oferece uísque ou o Björn me passa uma cerveja, mas gosto de estar sempre no controle. O que mais me lembro da época no Nevermore é esse caos de festas e shows, de alguma forma, que eu até hoje não sei qual é, conseguir chegar na apresentação seguinte (risos) Com o Megadeth, lembro-me das plateias lotadas e do quanto o público me aceitou. Sou muito grato por isso, porque substituir alguns dos grandes nomes da guitarra que tocaram na banda não é fácil, e fiquei muito feliz quando os fãs me receberam tão bem. E quem pode esquecer os shows com o Big Four? Eu estava no Megadeth quando a banda fez aqueles shows com Anthrax, Slayer e Metallica. Isso é para sempre! Com o In Flames, por sua vez, é como subir no palco com os seus melhores amigos. Sempre gosto de contar a história de quando eu entrei pela primeira vez numa banda, porque eu era jovem e achava que seria “a banda”, que ficaríamos juntos para sempre, e normalmente não é assim que funciona. No entanto, o In Flames traz um pouco dessa mentalidade de volta, porque somos amigos, eles são os caras com quem quero subir no palco e com quem quero sair depois do show para bater papo e falar dos erros idiotas que cometemos durante o show. É ter aquele momento quando vamos rir uns dos outros, e é isso. É assim que eu vejo o In Flames.

    E qual o status do Act of Defiance? A banda realmente acabou?
    Chris: Não digo que acabou, mas está num hiato. Faz tempo que não falo com alguns dos integrantes, então não quero dizer nem uma coisa, nem outra. Estou gostando tanto de tocar no In Flames que é nesta banda que estou focado agora.

    Obrigado pelo papo, Chris, e o espaço final é todo seu.
    Chris: Obrigado a você, porque foi bem legal. E quero dizer a cada leitor que mal posso esperar para voltar ao Brasil, porque já passou muito tempo. Então vamos nos ver e visitar umas churrascarias! (risos)

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    Na próxima sexta-feira, dia 10 de novembro, a partir das 19h30, estreia a edição #44 do Roadie Crew Online Festival no canal da revista Roadie Crew no Youtube: https://www.youtube.com/roadiecrewmagtv Nessa edição teremos vídeo exclusivo dos pioneiros do metal nacional, o Stress; também outros grandes nomes como The Mist e Siegrid Ingrid; o black metal vem com dois grandes representantes, o Carpatus e o Aske; ainda teremos Adverse, As the Palaces Burn, Nightwolf, Thunderforce, Behind My Mask, RedNHell, Santa Cora, Cactek, Gaiabeta, Malved e a garotada do Starbugs.   Curta também no Spotify a playlist “Viva O Metal” com 50 entre as melhores bandas que têm passado pelo festival: https://diverge.lnk.to/VivaOMetal