









Já está no ar, pelo canal da Roadie Crew no YouTube, mais um episódio do programa “Ranking Crew”. Neste 40° episódio, os apresentadores Leandro Coppi e Ricardo Batalha recebem o convidado Tarcísio Chagas (The Bridge e Confere Rock). O trio lista e comenta a discografia do Warrant, uma das bandas mais queridas do hard rock/hair metal .
Assista, comente, concorde ou discorde e escreva o seu ranking pessoal do Warrant nos comentários do vídeo! Estamos aqui para nos divertir e reviver grandes álbuns da nossa cena.
E não se esqueça de se inscrever em nosso canal, deixar seu like e clicar no Hells Bells (
Após declarar seu amor à cidade de Detroit, com Detroit Stories, de 2021, agora o mestre do shock rock Alice Cooper ataca com Road, seu novo álbum de estúdio, lançado na última sexta-feira (25), via earMUSIC. Também conceitual, o 22° álbum da carreira de Alice aborda a vida na estrada. E mal saiu, e Road já tem ocupado lugares de destaques nos charts. No ranking da Amazon dos 100 CDs e Vinis Mais Vendidos, Road aparece em 6° lugar, sendo 1° no gênero heavy metal. Especificamente nos Estados Unidos, país de origem de Tia Alice, o álbum figura em 15° lugar no mesmo ranking, sendo 4° na categoria Rock.
Road foi produzido pelo lendário Bob Ezrin, parceiro de longa data de Cooper e que também assina trabalhos para outras bandas clássicas, tais como Pink Floyd, KISS e por aí vai. Para esse disco, o cantor e performer contou com sua banda de turnê, atualmente completada por Nita Strauss, que retorna após passar uma temporada fora tocando com a cantora pop Demi Novato, Ryan Roxie e Tommy Henriksen (guitarras), Chuck Garric (baixo) e Glen Sobel (bateria). E assim como nos charts, na mídia Road também vem se destacando.
“Eu queria mostrar um pouco essa banda”, explica Alice. “Então nós escrevemos as músicas e as fizemos ao vivo no estúdio com muito, muito pouco… Se houver algum overdub, é menos, e apenas porque esse pouco poderia ser um pouco melhor aqui ou ali. Mas 95% deste álbum é ao vivo no estúdio. Fiz isso de propósito para mostrar como a banda é boa”.
Alice também comenta o conceito do disco, que há duas semanas foi capa do renomado The Times. “São coisas que acontecem na estrada”, diz o cantor. “Há muito humor nisso. Há alguns (temas) destruidores de corações, mas é muito voltado para a guitarra porque é isso que procuro em um álbum. Adoro compor as músicas com Bob e os caras, e realmente enfatizamos que o instrumento principal vai ser a guitarra”.
Ainda sobre a mídia internacional, Alice Cooper tem aparecido em alguns programas de TV. Confira algumas dessas suas aparições abaixo, sendo a primeira delas no Morning Magazine, da ZDF:
E também no Good Morning Britain:Sobre os singles do disco, I’m Alice foi listado na Planet Rock do Reino Unido. White Line Frankenstein, atingiu a posição #1 na maior rádio de rock da Polônia, no TurboTop chart da AntyRadio, além de ocupar seu lugar no Top 20 da Radio Freccia da Itália – Essa é a maior rede de rádio da Itália, com 1,3 milhão de ouvintes diários (N.R.: Top 20 significa 5 execuções por dia!).
Antes do lançamento do disco, fãs de várias partes do mundo se reuniram para pré-audições, como ilustram as fotos abaixo cedidas pela maior loja de discos de Bremen, a Hot Shot!.
Lentamente, cartazes e outdoors também começarão a aparecer em muitas estradas ao redor do mundo, como no Reino Unido, Austrália, Polônia e França.
Road está disponível em vários formatos. A caixa de edição limitada inclui um boné de caminhoneiro com o logotipo de Alice Cooper, um chaveiro de metal e dois adesivos. Já o Blu-Ray contém o show completo ao vivo no Hellfest 2022.
Confira o tracklist de cada formato anunciado:
Side A
1.I’m Alice
2. Welcome To The Show
3. All Over The World
Side B
4. Dead Don’t Dance
5. Go Away
6. White Line Frankenstein
Side C
7. Big Boots
8. Rules Of The Road
9. The Big Goodbye
Side D
10. Road Rats Forever
11. Baby Please Don’t Go
12. 100 More Miles
13. Magic Bus
Tracklisting (CD):
1. I’m Alice
2. Welcome To The Show
3. All Over The World
4. Dead Don’t Dance
5. Go Away
6. White Line Frankenstein
7. Big Boots
8. Rules Of The Road
9. The Big Goodbye
10. Road Rats Forever
11. Baby Please Don’t Go
12. 100 More Miles
13. Magic Bus
Tracklisting (Blu-Ray):
1. Feed My Frankenstein (Live at Hellfest)
2. No More Mr. Nice Guy (Live at Hellfest)
3. Bed Of Nails (Live at Hellfest)
4. Hey Stoopid (Live at Hellfest)
5. Fallen In Love (Live at Hellfest)
6. Go Man Go (Live at Hellfest)
7. Guitar Solo by Nita Strauss (Live at Hellfest)
8. Roses On White Lace (Live at Hellfest)
9. I’m Eighteen (Live at Hellfest)
10. Poison (Live at Hellfest)
11. Billion Dollar Babies (Live at Hellfest)
12. The Black Widow Jam (Live at Hellfest)
13. Steven (Live at Hellfest)
14. Dead Babies (Live at Hellfest)
15. I Love The Dead (Live at Hellfest)
16. Escape (Live at Hellfest)
17. School’s Out (Live at Hellfest)

Dia triste para o hard rock. Faleceu na última quinta-feira, 24 de agosto, Bernie Marsden, que fundou o Whitesnake junto com o também guitarrista Micky Moody e com o líder da banda, o vocalista David Coverdale. Marsden morreu em casa, e estava cercado pelo amor da esposa e de suas duas filhas.
Na conta oficial no Facebook de Bernie Marsden, foi emitido o seguinte comunicado:
Good Morning…I’ve just woken up to the awful news that my old friend & former Snake Bernie Marsden has passed. My sincere thoughts & prayers to his beloved family, friends & fans. A genuinely funny, gifted man, whom I was honored to know & share a stage with RIP, Bernie XXX pic.twitter.com/KXwsDEICN6
— David Coverdale (@davidcoverdale) August 25, 2023
Bernie Marsden nasceu em Buckingham, na Inglaterra, no dia 7 de maio de 1951. Após passar por várias bandas na adolescência, o guitarrista fez seu primeiro show profissional em 1972, tocando com o UFO. Na sequência, ele tocou na banda Hammer do também saudoso baterista Cozy Powell, antes de se juntar com Ian Paice e Jon Lord do Deep Purple no projeto Paice Ashton Lord, com quem gravou o único disco, intitulado Malice in Wonderland, de 1977.
O melhor estava por vir no ano seguinte. Marsden, o guitarrista Micky Moody e David Coverdale, vocalista que havia acabado de deixar o Purple após três anos no grupo, criaram o Whitesnake. Em seu período na banda, gravou o EP Snakebite (1978), os álbuns Trouble (1978), Lovehunter (1979), Ready an’ Willing (1980), Come an’ Get it (1981) e Saints & Sinners (1982), mais o ao vivo Live… In the Heart of the City (1980). Junto com Coverdale, compôs um dos maiores hits da história da banda, Here I Go Again, que aparece originalmente no citado álbum Saints & Sinners, mas que somente estourou através da regravação feita por outra formação da banda, para o álbum 1987.
Enfrentando problemas financeiros, gerenciais e familiares, Coverdale deciciu reformular o Whitesnake e Bernie Marsden acabou sendo demitido da banda. Em 2015, Marsden revelou ao Ultimate Classic Rock como foi lidar com sua saída da banda:
“Dois álbuns por ano. Eu olho para isso agora e penso: ‘Como fizemos isso?’. Mais cedo ou mais tarde, chega um momento em que você tem que dizer, ‘Precisamos dar uma pausa’, e isso aconteceu em Sainst & Sinners. Quanto mais trabalho eles (a gravadora) colocavam sobre nós, em vez de nos unir mais naquele ponto, isso meio que nos separava. Então, o que é realmente bom para você pode também acabar lhe destruindo. Mas até então, já tínhamos nos divertido muito”.
Assis que saiu do Whitesnake, o guitarrista montou a banda Alaska, com quem gravou alguns discos. Depois disso ele reencontrou o parceiro Micky Moody no projeto Moody Marsden Band. Ao longo dos anos, o velho Marsden lançou álbuns solo e participou de vários trabalhos de outros artistas.
Em 2014, Bernie lançou o álbum solo Shine, que marcou seu reencontro musical com Coverdale, que canta na releitura da música Trouble do Whitesnake.

Nesta quinta-feira, 24 de agosto, faleceu Chris Overland, guitarrista e membro fundador do FM, veterana banda inglesa de AOR.
A informação veio através de comunicado da própria banda em suas redes sociais. Diz a nota:
“Estamos muito tristes em anunciar o falecimento do guitarrista fundador do FM, Chris Overland. Tivemos muita sorte de passar momentos fantástico juntos ao longo dos anos.
Chris ajudou a compor algumas de nossas canções mais memoráveis e foi considerado um dos melhores guitarristas melódicos da Grã-Bretanha.
Pedimos educadamente respeito e privacidade à família de Chris neste triste momento.
Steve, Merv, Pete, Jem, Jim e Didge.”
Chris é irmão do vocalista do FM, Steve Overland. O guitarrista esteve na banda entre os anos de 1984 e 1990. Nesse período, Chris gravou os dois primeiros álbuns do grupo, Indiscreet (1986) e Though it Out (1989).
O FM foi formado em Londres no ano de 1984, tendo, além dos irmãos Overland, o baixista Merv Goldsworthy e o baterista Pete Jupp, ambos ex-companheiros de Samson.
Antes de fundarem o FM, os irmãos Overland fizeram parte da banda Wildlife, que tinha em sua formação Simon Kirke (Free) e o baixista Phil Soussan (Last in Line, ex-Ozzy Osbourne, Vince Neil, Richie Kotzen).
Até o momento dessa publicação, não foi informado a causa da morte de Chris Overland.
Por Leandro Nogueira Coppi
Fotos: Andre Santos
Finalmente, o talentoso vocalista americano Danny Vaughn, que ganhou destaque no cenário do hard rock na segunda metade dos anos 80 no Waysted, que era liderado pelo saudoso baixista Pete Way (UFO, Fastway e Ozzy Osbourne), fez sua estreia na cidade de São Paulo nos dias 19 e 20 de agosto. Vaughn é mais conhecido por ser o vocalista principal do Tyketto. Sua última visita ao Brasil havia sido em 2008, quando a banda se apresentou pela primeira vez no país como uma das atrações da segunda edição do festival “Hard in Rio”, que na ocasião também trouxe para o Rio de Janeiro a banda House of Lords e uma versão reformulada do White Lion.
Se você é um fã de hard rock, mas raramente menciona Tyketto quando discute o gênero com outras pessoas, ou se nunca ouviu falar da banda americana, há razões compreensíveis para ambas as situações. O fato de que o grupo chegou tarde ao cenário prejudicou significativamente sua popularidade e, consequentemente, limitou seu reconhecimento. O Tyketto foi formado em 1987, em Nova York, mas só lançou seu excelente primeiro álbum, Don’t Come Easy, por volta de meados de 1991, quase no momento em que os holofotes estavam começando a se afastar do hard rock. “Don’t Come Easy é um disco extremamente coeso. Todas as músicas se juntam perfeitamente, sem nenhuma apenas para completar. É o produto de dois anos de intenso trabalho e composição. Não há nenhuma parte fraca nele”, disse Vaughn em comunicado à imprensa antes de embarcar para o Brasil. E por falar em Don’t Come Easy, nessa sua segunda passagem pelo país, que começou por Curitiba, no dia 18, Danny preparou um set list formado pela íntegra do disco e mais algumas músicas de Strenght in Numbers (1994) e de Reach (2016). O único disco deixado de fora do repertório foi Dig in Deep, de 2012, que marcou seu retorno ao Tyketto – Vaughn deixou a banda em 1994 para cuidar da esposa com câncer e indicou Steve Augeri, então futuro Journey, para gravar o álbum Shine (1995).
Para o show de sábado, todos os ingressos se esgotaram. Então, Vaughn lançou mão de um show extra na capital paulistana para o dia seguinte. E foi para esse que rumamos. Pontualmente às 20h, Vaughn, que de uns tempos para cá resolveu assumir o grisalho em suas longas madeixas, surgiu no palco do Legends Music & Bar acompanhado pelos brazucas Bruno Luiz (guitarra – Command6, Stormsons, Supla, Código Clone), Bruno Sá (teclado – Geoff Tate, Allegro, Joe Lynn Turner), Bento Mello (baixo – Sioux 66, Nite Stinger, Tales From the Porn) e Gabriel Haddad (Sioux 66). O início do show foi com Reach, faixa que dá nome ao mencionado quinto álbum de estúdio do Tyketto, de 2016. Por ser um álbum não tão conhecido quanto os dois primeiros do grupo, o clima ficou melhor a partir da música seguinte, Wings, que deu início à íntegra de Don’t Come Easy. Nessa sim, a ovação foi geral. Aliás, todos que marcaram presença no show, a maioria notoriamente acima dos 30 anos de idade, mostravam ser fãs de carteirinha do Tyketto, pois cantavam todas as músicas. E por falar em cantar, nesses tempos em que observamos vários de nossos cantores favoritos envelhecendo mal em termos de voz, muitos apelando para ‘backing tracks’ ou cantando em cima de afinações mais baixas, foi um bálsamo para os ouvidos notar o quanto Danny Vaughn ainda tem pleno domínio de sua voz. Minha nossa, o que está cantando esse jovem e carismático senhor de 62 anos não é brincadeira!
As duas músicas seguintes mantiveram a empolgação em alto nível, a emocionante Burning Down Inside e a explosiva Walk on Fire. Apesar de ter tocado Don’t Come Easy na íntegra, Vaughn não se prendeu à mesma ordem da tracklist do disco e nem viu problemas em intercalar músicas que não eram desse disco. Isso foi bem legal, pois assim o cantor evitou qualquer previsibilidade. Para a sequência, Vaughn escolheu a suingada Strenght in Numbers, música homônima do não menos ótimo segundo álbum do Tyketto.
Cabe aqui elogiar os músicos que acompanharam Danny Vaughn nessa turnê. Bento, Gabriel e os Brunos fizeram bonito e tiraram com maestria cada arranjo, cada mínimo detalhe e solos das músicas. Vaughn, com a simpatia que lhe é de praxe, fez questão de elogiar o quarteto não apenas no show, mas também em suas redes sociais. Aliás, tudo parecia funcionar perfeitamente nesta apresentação – exceto por um dos canhões de luzes, que “estourava” no rosto do vocalista -; a própria qualidade de som no Legends Music & Bar estava simplesmente impecável. Quando Vaughn assumia o violão, por exemplo, dava para ouvir nitidamente o instrumento, sem que ele fosse coberto pelo peso da guitarra e nem pelo grave do baixo. Com todos esses fatores a favor, Danny performou com segurança, sentindo-se totalmente tranquilo e animado no palco. Ponto para os profissionais brasileiros!
Prosseguindo, Vaughn e Cia. mandaram uma sequência arrasadora de Don’t Come Easy com Strip Me Down (com o vocalista detonando na gaita que dá início à música, assim como no disco), Seasons, Nothing But Love e Lay Your Body Down. Que rajada! Bem, lembre-se que estamos falando de um álbum que mais parece um ‘greatest hits’ do hard rock, visto que todas as músicas que o compõem são de um bom gosto e qualidade impressionantes.
Ver essa foto no Instagram
Voltando a revisitar Strenght in Numbers, veio aquela que considero não só a melhor música do disco como uma das melhores da carreira de Vaughn: Rescue Me. É impossível ouvi-la e não se sentir atraído principalmente pelo refrão. E olha que essa é só mais um exemplo de que Danny Vaughn não é apenas um cara de voz bonita e poderosa, mas também um mestre quando se trata de criar linhas vocais que grudam de imediato e ficam martelando na mente.
Depois de tantas músicas eletrizantes, era chegada a hora de um pouco de calmaria. Então, com Danny ao violão, veio a bela balada Standing Alone. Curiosamente, essa faixa de Don’t Come Easy reapareceu em Strenght in Numbers, em uma versão que ganhou nova mixagem. Falando em Strenght…, outra dele veio a seguir, a agradável Catch My Fall, que precedeu outra de Don’t Come Easy, a pesada Sail Away, faixa que encerra o disco e que finalizou a primeira parte do show do cantor de nome marcado também por seus trabalhos solo e com as bandas Flesh & Blood, From the Inside, The Illegal Eagles, Burning Kingdom e Snake Oil & Harmony (Dan Reed).
Como prometido para essa mini-turnê brasileira, na volta do bis Vaughn relembrou seus tempos de Waysted mandando nada menos do que o grande hit da banda, Heaven Tonight. Para essa, ele contou com a participação de outro talentoso músico brasileiro, BJ, vocalista do Spektra, do Tempestt e músico da banda solo do também vocalista americano Jeff Scott Soto. Quando da execução de Heaven Tonight, quem ali estava e viveu o hard rock no auge do gênero, certamente se lembrou dos lendários e marcantes comerciais de TV do cigarro Hollywood (o do bordão “Hollywood, o sucesso!”), que sempre usava músicas do estilo como trilha sonora e que acabavam se tornando sucesso imediato para os amantes da boa música.

Já se aproximando do fim de seu último show no país, Danny Vaughn chamou o jovem baterista Gabriel Haddad à frente do palco e o mesmo o acompanhou no pandeiro durante a ‘cowboy song’ The Last Sunset. Durante vários momentos do show, Danny falou bastante com o público. Ele demonstrou sua felicidade por estar voltando ao Brasil e por estar tocando pela primeira vez nas cidades por onde passou. O músico também agradeceu o público pelo carinho recebido e pela fidelidade, e também agradeceu e elogiou todos os envolvidos em sua vinda, além dos músicos e da equipe técnica.
Ainda faltava uma de Don’t Come Easy. Vaughn então indagou o público a respeito e anunciou o maior e mais esperado hit do disco, o carro-chefe Forever Young. Obviamente, assim como as outras do disco, essa também foi cantada em uníssono. Passados alguns minutos do término do show, Danny Vaughn fez questão de aparecer na pista para tirar fotos e dar autógrafos para os fãs, além de trocar uma ideia com alguns deles.
Que ótima noite, que bela apresentação e que bom que São Paulo e Danny Vaughn finalmente tiveram a chance de se conhecerem. Quanto ao Tyketto, apesar de dessa vez Danny Vaughn ter vindo sozinho ao Brasil, ele garantiu a este que vos escreve que o grupo segue ativo e confirmou a entrada do baterista Johnny Dee, músico que há anos integra a banda de Doro Pesch, que é membro da formação original do Britny Fox e que tocou com o vocalista no Waysted. Fica a torcida para que a partir de agora aconteça com Danny Vaughn o que aconteceu, por exemplo, com o mencionado Jeff Scott Soto, que também demorou a estrear em São Paulo, mas que depois da primeira vez passou a bater cartão na terra da garoa.
Set list:






Já está no ar, pelo canal da Roadie Crew no YouTube, mais um episódio do programa “Ranking Crew”. Neste 39° episódio, os apresentadores Luiz Tosi e Ricardo Batalha recebem o convidado Renê Simionato, guitarrista do Torture Squad, e o trio lista e comenta a discografia do King Diamond.
Assista, comente, concorde ou discorde e escreva o seu ranking pessoal do King Diamond nos comentários do vídeo! Estamos aqui para nos divertir e reviver grandes álbuns da nossa cena.
E não se esqueça de se inscrever em nosso canal, deixar seu like e clicar no Hells Bells () para receber todas as notificações dos próximos vídeos: https://www.youtube.com/roadiecrewmagtv.