Categoria: Destaques

  • Anunciado álbum final do CHILDREN OF BODOM, “A Chapter Called Children of Bodom”, para 15 de dezembro

    Anunciado álbum final do CHILDREN OF BODOM, “A Chapter Called Children of Bodom”, para 15 de dezembro

    A banda finlandesa de death metal melódico Children of Bodom lançará o álbum de encerramento de sua carreira, A Chapter Called Children of Bodom (Final Show in Helsinki Ice Hall 2019), no dia 15 de dezembro de 2023 via Spinefarm.

    “É ótimo ter aquele show final transformado em um álbum ao vivo. Para quem assistiu, é uma viagem no tempo até aquele momento. E para quem não assistiu, é uma oportunidade de vivenciar como o capítulo chamado Children of Bodom foi encerrado. Daniel Freyberg

    “Nem preciso dizer que aquela noite foi muito especial. Quando In Your Face começou, a realidade me atingiu e eu tive que me afastar do público porque comecei a chorar. Mas a beleza é que as memórias e a música de Alexi (Laiho) viverão para sempre!” Henkka Seppälä

    Lançado com a bênção do espólio de Alexi Laiho, o álbum concerto completa a carreira da lendária banda que começou em Espoo, Finlândia, em 1993, como Inearthed. Ao longo de sua carreira, o Children of Bodom lançou dez álbuns de estúdio, dois ao vivo, dois EPs, duas coletâneas e um DVD. A formação final do grupo após sua separação em 2019 consistia em Alexi Laiho (guitarra, vocal principal), Jaska Raatikainen (bateria), Henkka Seppälä (baixo), Janne Wirman (teclado) e Daniel Freyberg (guitarra base).

    “Foi surreal estar naquele palco no Helsinki Ice Hall, pois eu sabia que provavelmente nunca mais tocaria com os caras e nem tocaria mais para os (nossos) incríveis fãs. O último show e sua montanha-russa emocional agora podem ser apreciados por todos que não puderam comparecer ao show.” Jane Wirman

    “Quando subi ao palco me senti tranquilo, provavelmente porque não sentia mais necessidade de provar nada além de curtir a música e a presença de todos os fãs; que nossa música não desapareceria mesmo se nunca mais tocássemos juntos.” Jaska Raatikainen

      Pré-encomende A Chapter Called Children of Bodom (Final Show in Helsinki Ice Hall 2019) aqui.

    O terceiro álbum de estúdio do Children of Bodom, Follow the Reaper, foi o primeiro álbum a receber uma certificação de Ouro na Finlândia, e os álbuns de estúdio subsequentes adquiriram o mesmo status, com todos eles estreando em primeiro lugar nas paradas de álbuns finlandesas e alcançando a Billboard 200 dos Estados Unidos. O grupo continua sendo um dos artistas mais vendidos de todos os tempos na Finlândia, com mais de 250.000 discos somente na Terra Natal do Children of Bodom.

    Em 2019, o Children of Bodom realizou seu último show em Helsinque, chamado A Chapter Called Children of Bodom, antes de se dissolver. Em 2020, Laiho e Freyberg continuaram como Bodom After Midnight, mas, infelizmente, Laiho, que foi um dos membros fundadores do Children of Bodom, bem como o único compositor, morreu em 29 de dezembro de 2020.

    Track List de A Chapter Called Children of Bodom (Final Show in Helsinki Ice Hall 2019)

    1. Under The Grass and Clover 2. Platitudes And Barren Words 3. In Your Face 4. Shovel Knockout 5. Bodom Beach Terror 6. Everytime I Die 7. Halo Of Blood 8. Are You Dead Yet? 9. Blooddrunk 10. I Worship Chaos 11. Angels Don’t Kill 12. Follow The Reaper 13. Deadnight Warrior 14. Needled 24/7 15. Hate Me 16. Hate Crew Deathroll 17. Lake Bodom 18. Downfall

    A Chapter Called Children of Bodom (Final Show in Helsinki Ice Hall 2019) está sendo disponibilizado nos seguintes formatos:
    • CD padrão Estojo para CD
    • LP duplo de vinil preto padrão 140g
    • Edição Limitada vinil duplo 140gm Vermelho Marmorizado
    • Edição Ltd 140gm vinil duplo Vermelho e Preto chapiscado
     
    Children of Bodom:
    Alexi Laiho – vocal e guitarra
    Jaska Raatikainen – bateria
    Janne Wirman – teclado
    Henkka Seppälä – baixo
  • MERCYFUL FATE lança “Melissa” digitalmente em homenagem ao 40º aniversário do álbum

    MERCYFUL FATE lança “Melissa” digitalmente em homenagem ao 40º aniversário do álbum

    A Metal Blade Records anuncia nesta segunda-feira (30) o lançamento digital do clássico Melissa do Mercyful Fate, em comemoração ao 40º aniversário do álbum. O que torna este lançamento especial é que a nova versão de Melissa foi remasterizada em 2005 por Ted Jensen, da Sterling Sound, em Nova York e, até antes deste lançamento não estava disponível para os fãs. Graças à banda e como um presente para seus fãs, esta versão remasterizada de Melissa está agora disponível em todos os provedores de serviços digitais, incluindo Spotify, Apple Music, Amazon e muito mais!

    Para comemorar ainda mais o 40º aniversário de Melissa, a banda trabalhou com sua empresa de produtos Bravado para criar uma nova linha de itens temáticos do disco, que agora estão disponíveis para fãs em todo o mundo.

    Tracklisting: 01. Evil 02. Curse of the Pharaohs 03. Into the Coven 04. At the Sound of the Demon Bell 05. Black Funeral 06. Satan’s Fall 07. Melissa

    Digital: https://www.metalblade.com/mercyfulfate Merch: https://umg.lnk.to/MercyfulFate_

    Sobre a banda:

    Mercyful Fate está trabalhando duro em um novo álbum e, em junho de 2022, deu aos fãs um gostinho do novo material quando estrearam uma música chamada The Jackal Of Salzburg, na Alemanha, bem como no Psycho Las Vegas. A formação atual da banda é King Diamond nos vocais, Hank Shermann e Mike Wead nas guitarras, Bjarne T. Holm na bateria e Joey Vera no baixo.

    Mercyful Fate foi formado no início de 1981 em Copenhague, Dinamarca, pelo vocalista King Diamond e pelo guitarrista Hank Shermann. Mais tarde, o guitarrista Michael Denner e o baixista Timi Hansen se juntaram a eles, e logo depois o baterista Kim Ruzz entraria para completar a formação. A banda gravou duas demos em 1981 e mais tarde assinou com a Rave On Records na Holanda para a gravação de seu EP autointitulado de sucesso, lançado em novembro de 1982. O EP Mercyful Fate logo estava em alta rotação nas principais estações de rádio de metal, lançando um nova geração de heavy metal com seu som único.

    A banda se juntou à Roadrunner Records em 1983 e seu álbum de estreia, Melissa, foi gravado e lançado no mesmo ano. No ano seguinte, o Mercyful Fate voltou ao estúdio para gravar seu agora lendário álbum Don’t Break The Oath, lançado em setembro de 1984.

    Mercyful Fate embarcou em uma turnê de dois meses pelos Estados Unidos para divulgar o disco que os levou pelos Estados Unidos várias vezes, dividindo o palco com nomes como Motörhead e Exciter. Os shows criaram um incêndio na comunidade do metal. A banda obteve reconhecimento global, fechando o ano com uma turnê de cinco datas na Alemanha com MotörheadGirlschool, Helix e Talon.

    O primeiro show do Mercyful Fate em 1985 foi em sua cidade natal, Copenhague, em um antigo cinema com grande capacidade. O show esgotou e seu show exibiu um novo nível de distinção. A noite foi uma grande vitória e um novo destaque para a banda.

    Em abril de 1985, entretanto, o Mercyful Fate decidiu se separar para que cada um buscasse novos desafios. A banda King Diamond nasceu e foi aclamada pela crítica nos anos seguintes com cinco álbuns de estúdio pela Roadrunner Records. Desde então, King Diamond assinou com a Metal Blade Records e está mais forte do que nunca.

    No verão de 1992, o Mercyful Fate decidiu se reunir e assinou um novo contrato com Brian Slagel e sua gravadora, Metal Blade Records. In The Shadows foi lançado em 1993 e foi um triunfo instantâneo promovido por uma turnê esgotada pelos Estados Unidos.

    Mercyful Fate lançou mais cinco álbuns de estúdio e fez diversas turnês pela Europa, EUA e América do Sul. O destaque de 1999 foi o aclamado álbum 9, que foi seguido por uma turnê europeia com o Metallica, onde King Diamond e Hank Shermann se juntaram à banda no palco várias vezes para o medley “Mercyful Fate” que o Metallica gravou em seu tributo duplo Garage Inc., álbum lançado no ano anterior. Seguiram-se turnês nos Estados Unidos e na América do Sul, marcando as últimas apresentações ao vivo da banda em mais de uma década. Mercyful Fate então entrou em um hiato, mas fez uma breve aparição quando os membros se juntaram ao Metallica no palco em 2011 para seu show de 30º aniversário em São Francisco, Califórnia.

    https://mercyfulfatecoven.com https://www.facebook.com/mercyfulfateofficial https://www.instagram.com/mercyfulfatecoven https://twitter.com/MercyfulFate_HQ https://www.youtube.com/c/MercyfulFateOfficial Spotify Artist Page Apple Artist Page

  • ANGRA promove audição de novo disco para fãs e imprensa em SP

    ANGRA promove audição de novo disco para fãs e imprensa em SP

    ANGRA

    Por Antonio Carlos Monteiro

    Fotos: Andre Tedim

    Aconteceu no dia 26 de outubro na School of Rock no bairro do Jardim Paulista, em São Paulo, a audição de Cycles of Pain, mais novo trabalho do Angra. Antecipado por três singles/vídeos que mostraram uma banda claramente empolgada com o futuro.

    Diante de um bom número de representantes da imprensa e de fãs, Fabio Lione (vocal), Rafael Bittencourt (guitarra), Marcelo Barbosa (Guitarra), Felipe Andreoli (baixo) e Bruno Valverde (bateria) se posicionaram no palco da escola para comentar as faixas do disco. Antes, o empresário Paulo Baron mostrou uma cópia em vinil do disco (cuja bela arte realmente se destaca nesse formato), falou sobre o “alto investimento” para a realização do álbum e fez um jogo de palavras em relação ao nome de um dos estúdios em que o álbum foi gravado, Elephant Office (o outro foi o Sonastério): “Foi uma gestação de elefante para nascer este disco.”

    A audição em si mostrou várias facetas do Angra, indo de temas mais pesados, como Ride Into the Storm, aos tradicionais flertes com ritmos brasileiros, a exemplo de Vida Seca. Foi possível também notar um maior protagonismo de Andreoli, como na faixa Tie of Changes, que tem boa parte de sua harmonia comandada pelo baixo tocado em alto nível de excelência pelo músico.

    Também foi bastante interessante notar as reações dos integrantes do grupo enquanto as músicas eram executadas. Cada um a seu modo (e sobretudo Rafael e Fabio) deixavam, bem claro o quanto estavam curtindo cada uma das músicas que criaram, o que mostra uma banda feliz com o próprio trabalho.

    Os integrantes também citaram vários dos convidados que participaram do disco e que estavam presentes ao evento, como a cantora Vanessa Moreno, a pianista Juliana D’Agostini, os vocalistas Marcelo Pompeu e Angel Sberse e o pianista Bruno Alves – também estão no álbum o cantor Lenine e a vocalista Amanda Somerville, além de Kiko Loureiro e Fernanda Lira, que participam de uma versão alternativa de Tears of Blood, que será lançada como bônus apenas no mercado japonês.

    Também estava presente o diretor Leo Liberti, que dirigiu os três vídeos lançados até aqui e que subiu ao palco para falar como foi trabalhar com a banda. “Sempre ouço as ideias que os músicos têm sobre os vídeos”, garantiu ele.

    Marcelo Barbosa contou que uma primeira versão da música Here in the Now tinha sido escrita para sair no disco anterior, Omni (2018), mas foi vetada pelo produtor, que odiou a composição. Já Tears of Blood, que conta com os vocais de Amanda Somerville, Rafael explicou que foi um tema escrito para aproveitar o vocal operístico de Fabio Lione. A participação de Amanda teve um componente adicional, já que ela era muito amiga de Andre Matos: “Ela não só topou na hora como se emocionou muito pela conexão que manteve com a banda.”

    O guitarrista também confirmou que Cycles of Pain (ciclos da dor) é um trabalho conceitual no sentido de que todas as músicas, de uma forma ou de outra, falam do mesmo tema. “Somos a consequência das nossas dores, não dos momentos de prazer”, disse ele.

    Sobre a participação de Lenine na faixa Vida Seca, Felipe Andreoli garantiu que “ele é um nome que sempre fez parte do nosso imaginário” e que a banda ficou muito feliz com a participação do cantor e compositor pernambucano: “Ele interpretou a música com muita verdade”, ao que Rafael completou: “O Angra não está fechado apenas no heavy metal, e isso não apenas em relação à música, mas ao olhar artístico como um todo.”

    Por fim, Felipe falou sobre a expectativa em relação ao disco junto aos fãs: “A gente sabe o que o fã espera, estamos há oito anos com esta mesma formação.”

    Cycles of Pain vai ser lançado no dia 3 de novembro, mesma data em que o Angra se apresenta no Tokio Marine Hall, em São Paulo/SP.

  • Morre STEVE RILEY, baterista conhecido por seus trabalhos com L.A. GUNS, W.A.S.P. e KEEL

    Morre STEVE RILEY, baterista conhecido por seus trabalhos com L.A. GUNS, W.A.S.P. e KEEL

    Morreu na última terça-feira (24) um dos ícones do hard rock, o lendário baterista Steve Riley, que tem seu nome marcado no gênero por seus trabalhos lançados com W.A.S.P. e L.A. Guns. Embora a causa da morte não tenha sido revelada, Riley, de 67 anos, vinha passando por alguns problemas de saúde.

    Steve Riley despontou no cenário de Los Angeles durante a década de 1980 e gravou diversos álbuns clássicos do gênero. Seu primeiro trabalho de maior relevância foi The Right to Rock, de 1985, segundo álbum de estúdio do KEEL, banda comandada pelo vocalista Ron Keel. No mesmo ano Riley entrou para o W.A.S.P., na vaga deixada pelo baterista original, Tony Richards, e gravou The Last Command, álbum que completou 38 anos na última quarta-feira (25). Ainda com o W.A.S.P.Riley gravou Inside the Electric Circus (1986) e no ano seguinte o ao vivo Live… in the Raw (1987). Após deixar o W.A.S.P. em 1987, Riley passou a integrar o L.A. Guns, grupo onde mais tempo esteve durante sua carreira. Com o L.A. GunsRiley gravou diversos álbuns, entre eles o debut L.A. Guns (1988) e os igualmente aclamados Cocked & Loaded (1989) e Hollywood Vampires (1991), entre muitos outros.

    Em 2019, Steve Riley deixou o L.A. Guns e acionou a banda na justiça. Mediante a um acordo judicial, Riley foi autorizado a usar o nome Riley’s L.A. Guns e com essa sua nova versão da banda lançou em 2020 o álbum Renegades. Entre os anos 70 e começo dos 80, Riley já havia passado pelos grupos RoadmasterThe Lawyers e The B’zz.

     
  • MIKE PORTNOY retorna ao DREAM THEATER

    MIKE PORTNOY retorna ao DREAM THEATER

    POR GUILHERME SPIAZZI

    Há pouco foi anunciado oficialmente o retorno de Mike Portnoy para o Dream Theater e a gravação de um novo disco. 

    Após 13 anos longe do grupo, o baterista e fundador finalmente está de volta para a alegria dos fãs, que há anos pediam por esse retorno.  

    Referência do metal progressivo, a banda norte-americana passou a ser sinônimo do estilo a partir do estrondoso Images & Words (1992) e desde então não parou de conquistar novos fãs. Após algumas trocas na formação e um relativo arrefecimento do seu sucesso, o Dream Theater virou o jogo em Metropolis Pt. 2: Scenes from a Memory (1999) e seguiu firme na sua formação até que em setembro de 2010 Portnoy, num decisão controversa e difícil, optou por se desligar da banda após 25 anos de jornada citando a necessidade de uma pausa.

    Para o seu lugar, após uma seleção em nível mundial documentada em vídeo da qual participou Aquiles Priester (Edu Falaschi, W.A.S.P, ex-Angra), o grupo anunciou o exímio Mike Mangini (ex-Steve Vai, Annihilator). Com Mangini, o Dream Theater lançou seis discos de estúdio e ganhou um prêmio Grammy.

    Apesar da manutenção do sucesso nessa última década, os fãs nunca desistiram de sonhar com um retorno do baterista original. Várias foram as especulações desse retorno durante os anos. Os ânimos esquentaram quando John Petrucci trouxe Portnoy para a gravação do seu disco Terminal Velocity (2020). Na sequência, o baterista gravou Liquid Tension Experiment 3 (2021) ao lado de Petrucci e Jordan Rudess.

    Apesar das movimentações, a banda não dava indícios de que a sua parceria com Mangini um dia chegaria ao fim até que um comunicado oficial foi publicado nessa quarta-feira, dia 25 de outubro às 11h horário de Brasília, anunciando o retorno de Mike Portnoy.  

    Confira a tradução do comunicado oficial abaixo:

    (Nova York, NY) – Os titãs da música progressiva, vencedores do GRAMMY®, Dream Theater, estão anunciando o retorno do baterista Mike Portnoy ao grupo. Portnoy se reunirá com o guitarrista John Petrucci e o baixista John Myung – o trio formou a banda no Berklee College Of Music em 1985 – junto com membros de longa data, o vocalista James LaBrie e o tecladista Jordan Rudess. O Dream Theater entrará em estúdio para começar a trabalhar em seu 16º álbum de estúdio e o primeiro com Portnoy desde Black Clouds & Silver Linings, de 2009.

    “Eu entendo a decisão do Dream Theater de trazer Mike Portnoy de volta neste momento”, afirma Mike Mangini. “Como foi dito desde o primeiro dia, minha função não era preencher todas as funções que Mike ocupava na banda. Eu deveria tocar bateria para ajudar a banda a seguir em frente. Meu principal papel de manter nosso show ao vivo funcionando todas as noites foi uma experiência intensa e gratificante. Felizmente, tive a experiência de tocar música com esses músicos icônicos, além de alguns momentos divertidos repletos de humor. Eu também gostei muito de passar muito tempo com a equipe. E depois houve a vitória do GRAMMY®, que foi incrivelmente satisfatória. Aos fãs: muito obrigado por serem incríveis comigo. Eu aprecio as fotos que tenho de todos vocês enlouquecendo e se divertindo. Por fim, eu realmente amo a banda, a equipe e o empresário e desejo a eles e a toda a organização tudo de bom.”

    “A bateria de Mike Mangini é de outro mundo e estou extremamente grato pelo tempo que ele passou conosco no Dream Theater. Estou muito orgulhoso de todas as músicas incríveis que fizemos juntos, que culminaram em nossa primeira vitória no GRAMMY® no ano passado e dos inúmeros momentos mágicos que compartilhamos no palco nos últimos 13 anos. Desejo-lhe todo o melhor sucesso em seus futuros empreendimentos musicais”, explica John Petrucci. “Estou incrivelmente animado em receber Mike Portnoy de volta ao Dream Theater! Como membro fundador original, amigo de longa data e baterista incrivelmente talentoso e criativo, sei que seu retorno trará um espírito renovado, paixão e energia ao DT que todos nós, incluindo nossos fãs, receberemos com alegria. Mal posso esperar para arregaçar as mangas e voltar ao estúdio juntos!”

    “É ótimo voltar à forma com nosso baterista original Mike Portnoy. Começamos a tocar juntos como Majesty há quase 40 anos e estou animado para ver o que esta próxima fase do Dream Theater criará para o futuro. Não desejo nada além do melhor para Mike Mangini por todo o sangue, suor e lágrimas que ele colocou no DT durante seus 13 anos na banda”, acrescenta John Myung.

    “Ter Mike Mangini conosco todos esses anos foi, simplesmente, uma jornada incrível. Ele é um dos bateristas mais incríveis e naturalmente talentosos com quem tive o prazer de trabalhar. Obrigado Mike. A vida é uma viagem muito estranha e acho que é isso que a torna ainda mais interessante e envolvente para sempre. Ter Mike Portnoy de volta na banda é exatamente onde nós e as coisas deveriam estar. As coisas costumam dar uma volta completa e, neste caso, faz todo o sentido. Estou entusiasmado com as perspectivas desta formação clássica da DT se reunir. Posso dizer com absoluta confiança que esta será a encarnação final do DT, com muitos capítulos ainda a serem escritos no nosso futuro. Avante e para cima galera!! Bem-vindo de volta, deputado”, afirma James LaBrie.

    “Mike Mangini é um dos bateristas mais excepcionais do mundo e me sinto privilegiado por termos criado todo um trabalho com ele. Sempre serei grato pelo tempo que compartilhamos no universo do Dream Theater”, continua Jordan Rudess. “Estamos muito entusiasmados em reunir a família principal do Dream Theater. Há uma ressonância de espírito e visão que é única e vai além das palavras em nosso relacionamento com Mike Portnoy. Dentro e fora do palco não há como negar a magia que acontece quando estamos juntos. Estou grato por termos a oportunidade de trabalhar juntos novamente como Dream Theater e estou ansioso para compartilhar nossa emoção e paixão com nossos fãs incríveis por muito tempo.”

    “Estou muito feliz por voltar para casa e me reunir com meus irmãos! Há tanta história partilhada entre todos nós… tantas memórias, tanta música… pensar que estamos a completar 40 anos desde que esta viagem começou! A ideia de criar novas músicas juntos é tão emocionante e mal posso esperar para pegar a estrada e tocar ao vivo para toda uma nova geração de fãs que nunca puderam ver essa formação antes… Não há lugar como o nosso lar!!” exclama Mike Portnoy.

    Os pioneiros do metal progressivo, Dream Theater, compartilham um vínculo único com uma das bases de fãs mais apaixonadas do mundo, como evidenciado por suas três indicações ao GRAMMY® Award, vitória no GRAMMY® Award de 2022 na categoria de Melhor Performance de Metal por “The Alien” e 15 milhões de discos. vendido em todo o mundo. A obra Images & Words de 1992 recebeu uma certificação de ouro e foi incluída nos cobiçados “100 Melhores Álbuns de Metal de Todos os Tempos” da Rolling Stone. Guitar World colocou o álbum seguinte, Awake, em primeiro lugar na lista “Superunknown: 50 Iconic Albums That Defined 1994”.

    ”A Change of Seasons, de 1996, foi a trilha sonora da cobertura do esqui alpino da NBC nos Jogos Olímpicos de Inverno de 2002. Os fãs votaram no Metropolis Pt. 2: Scenes from a Memory o “Álbum de rock progressivo número um de todos os tempos” em uma pesquisa da Rolling Stone de 2012. Sem mencionar que foi classificado como o “15º Melhor Álbum Conceitual” da Classic Rock. 2009 viu Black Clouds & Silver Linings bater o Billboard Top 200 em # 6 como A Dramatic Turn of Events [2011] e Dream Theater [2013] manteve uma terceira posição no Top 10 da parada. Consequence of Sound apelidado de 2016 The Astonishing, “Uma experiência absolutamente única.” Além de três discos de platina e dois de ouro, o grupo foi incluído no Long Island Music Hall of Fame em 2010. Em 2019, a banda continuou a expandir seu público quando lançou Distance Over Time, com aclamação da crítica e comercial. Em seu 15º álbum completo e segundo lançamento de estúdio pela InsideOutMusic / Sony Music, A View From The Top Of The World, a banda continua a se desafiar e a expandir seus limites musicais – algo que eles têm feito há mais de 30 anos tocando juntos. A banda encerrou recentemente a turnê inaugural DREAMSONIC – um espetáculo itinerante de música progressiva que retornará para mais apresentações no futuro.

  • Metal argentino em luto: morre RICARDO IORIO, fundador dos lendários V8, HERMÉTICA e ALMAFUERTE

    Metal argentino em luto: morre RICARDO IORIO, fundador dos lendários V8, HERMÉTICA e ALMAFUERTE

    Aos 61 anos, faleceu na manhã desta terça-feira (24) o icônico Ricardo Iorio, vocalista de três das bandas mais lendárias do heavy metal argentino, V8Hermética Almafuerte. Após conversar com a viúva de Iorio, o advogado do músico, Juan Ignacio Vitalini, confirmou seu óbito por infarto às rádios locais de rock e de música pop. “Foi na ambulância, de fato. Ele começou a se sentir mal em casa, com dor no peito, deitou-se, chamaram a ambulância e ele faleceu à caminho”, descreveu VitaliniIorio morava na região de Sierra La Ventana, em Buenos Aires.

    O último show da vida do cantor aconteceu no dia 14 de outubro de 2023, no Anfiteatro Municipal de Rosario, como parte de sua turnê solo “Unas Estrofas Más – Gira Federal 2023”. Tido pelo público argentino como uma figura polêmica e de personalidade forte, Iorio se destacou por letras e músicas de cunho social e com críticas às injustiças e desigualdades, tais como Sé VosToro y Pampa A Vos Amigo. Para a imprensa argentina especializada em música pesada, a morte de Ricardo Iorio representa “um vazio insubstituível na cultura rock nacional”.

    Baixista no início da carreira, Iorio iniciou sua carreira musical com o V8, banda que fundou em 1979 com o guitarrista Ricardo “Chofa” Moreno. Eles se separaram em 1987, após lançarem três álbuns de estúdio, Luchando Por El Metal (1983), Um Paso Más en la Batalla (1984) e El Fin de los Inicuos (1986). No ano seguinte, Iorio formou o Hermética, com quem também gravou três álbuns de estúdio, Hermética (1989), Ácido Argentino (1991) e Víctimas del Vaciamiento (1994) e onde além de baixista, tornou-se o principal compositor, letrista e (ocasionalmente) vocalista. Depois do auge do Hermética, em 1994, o Iorio se desligou do grupo no ano seguinte e formou o Almafuerte, onde atuou como vocalista e baixista até a dissolução da banda em 2016.

    No último dia 13 de outubro, Ricardo Iorio, gravou um vídeo para suas redes sociais, convidando os fãs para o show feito no dia seguinte, sem imaginar que aquele seria o seu último show. Confira: 

       
  • PAPA ROACH doa grande quantia em dinheiro para fundação de prevenção ao suicídio

    PAPA ROACH doa grande quantia em dinheiro para fundação de prevenção ao suicídio

    Boas ações são sempre bem-vindas e de bom tom no rock and roll e os americanos do Papa Roach fizeram sua parte. Nesta segunda-feira (23), o grupo anunciou a doação de 150 mil dólares para a campanha anti-suicídio Talk Away the Dark, da AFSP (American Foundation for Suicide Prevention).

    O CEO da AFSMBob Gebbia, falou do gesto da banda: “Todos temos um papel na prevenção do suicídio e no apoio à saúde mental uns dos outros. A música sempre foi uma forma poderosa de espalhar essas mensagens. É por isso que somos bastante gratos ao Papa Roach por tornar as mensagens de saúde metal uma prioridade ao longo de sua carreira e, mais recentemente, com (a música) Leave A Light On e renomeá-la após nossa campanha Talk Away the Dark. E sua generosa doação apoiará a educação pública da AFSP programa para sobreviventes de perdas, pesquisa e trabalho de advocacia, que é essencial para salvar vidas”.

    A campanha foi apresentada em Denver, Colocorado (EUA), durante o último show do Papa Roach pela turnê “The Revolutions Live”, que contou também com as bandas Shinedown Spiritbox. A turnê marcou a estreia ao vivo da música Leave A Light On, que mediante à comoção pela campanha foi renomeada para Leave A Light On (Talk Away the Dark)

    O vocalista Jacoby Shaddix falou a respeito da campanha: “Essa questão não afeta apenas um de nós, ou alguns de nós, afeta a todos nós! Estamos orgulhosos de trabalhar ao lado da AFSP para apoiar sua missão de levar esperança às pessoas afetadas pelo suicídio e orgulhosos de que esta música – que tem sido especial para nós desde que foi escrita pela primeira vez – possa desempenhar um papel em trazer um pouco mais de luz a um tópico incrivelmente importante”.

    O single  Leave A Light On (Talk Away the Dark) será lançado oficialmente no próximo dia 31 de outubro, porém hoje a banda disponibilizou o clipe oficial do mesmo. Assista:

       
  • Com suspeita de câncer, MICHAEL SWEET (STRYPER) passará por cirurgia em dezembro

    Com suspeita de câncer, MICHAEL SWEET (STRYPER) passará por cirurgia em dezembro

    Após sofrer dois deslocamentos de retina e ser submetido a quatro cirurgias para cuidar do problema, o fundador, compositor, vocalista e guitarrista do maior grupo cristão da história, o Stryper, Michael Sweet atualizou seus fãs nas redes sociais sobre a situação de seu olho, porém pegou a todos de surpresa revelando um novo diagnóstico que aponta outro problema sério de saúde.

    O músico de 60 anos revelou que nódulos detectados em sua tireoide por meio de biopsia têm chance extremamente alta de serem câncer. Em seu comunicado, Michael começou falando de como estão seus olhos no momento:

    “Meus olhos estão ficando muito bem agora. Meu olho direito ainda está estável (após dois descolamentos e quatro cirurgias) e embora ainda haja algum inchaço na retina, sou muito grato por não ter perdido a visão nesse olho. Eles (os médicos) continuarão a observar os dois olhos (meu olho esquerdo tem duas lágrimas e muitas moscas volantes) e eu sinto que fui abençoado por ser capaz de reter a visão neste momento”.

    Junto ao guitarrista Joel Hoekstra, seu parceiro no projeto Iconic, Michael Sweet precisou usar tapa olho recentemente devido ao problema na retina
    Quanto ao recente diagnóstico sobre o problema de tireoide, Michael explicou a situação:
    “Em relação aos meus nódulos de tireoide, infelizmente meu lado esquerdo foi biopsiado e voltei com 95% com suspeita de câncer. Como sou vocalista, meu médico local recomenda que eu procure um especialista, já que o risco de lesão do nervo vocal é maior durante uma tireoidectomia. Me encontrei com um especialista em Boston, que basicamente escreveu um livro sobre esse tipo de procedimento e é capaz de monitorar o nervo vocal para diminuir o riscos de danos nos nervos. Parece ser um câncer de crescimento lento e, neste momento, ele está recomendando remover o lado esquerdo da minha tireoide. Embora o lado direto também tenha um nódulo, ele é um pouco menor em tamanho e eles continuarão a monitorá-lo. Remover apenas um lado da minha tireoide permitirá que eu provavelmente não tenha que tomar qualquer tipo de medicação de hormônio da tireoide, e eu deveria ser capaz de voltar a uma qualidade de vida relativamente regular rapidamente. Uma vez que o câncer for removido, eles serão capazes de determinar mais sobre ele com mais testes. Neste momento, a cirurgia está marcada para 15 de dezembro deste ano e devo poder estar apto normalmente logo após a cirurgia. Ele disse que serão alguns meses de cura para poder cantar com a voz plena. Nós (Stryper) estaremos gravando um álbum em janeiro de 2024 e estou planejando cantar em fevereiro, então o médico diz que dever ser o momento perfeito. Embora eu esteja um pouco nervoso, porque sou vocalista, estou confiante de que tudo vai ficar bem e que vou conseguir deixar isso para trás relativamente em breve”.

    Recentemente, o Stryper finalizou sua turnê de divulgação de seu mais recente álbum de estúdio, The Final Battle, que foi lançado no ano passado. Embora muita gente tivesse pensado que o título do álbum pudesse significar a despedida da banda, Michael Sweet já esclareceu que não existe essa relação. E ele não blefou, já que, como ele mesmo revelou, no início do próximo ano a banda entra em estúdio para gravar seu próximo trabalho.

  • Morre CELSO VECCHIONE, guitarrista do MADE IN BRAZIL

    Morre CELSO VECCHIONE, guitarrista do MADE IN BRAZIL

    O rock nacional está de luto. Aos 74 anos de idade, faleceu um dos pioneiros do rock no Brasil, o veterano guitarrista Celso Vecchione, da lendária banda paulistana Made in Brazil.

    A informação foi fornecida nas redes sociais pelo próprio irmão de Celso, o vocalista e baixista Oswaldo Vecchione, que até o presente momento não revelou a causa da morte. Comunicou Oswaldo:

    “Descansou!

    Meu irmãozinho querido descansou! Meu professor e parceiro; meu herói, Celso “Kim” Vecchione. Peço orações por sua alma. Muita dor nesse momento. Indo pra Sampa, totalmente desnorteado!”.

    Celso fundou o Made in Brazil junto com seu irmão Oswaldo no ano de 1967, no tradicional bairro paulistano da Pompeia. O Made influenciou toda uma geração que viveu o rock nos anos 70, tendo sido referenciado nas décadas posteriores por bandas como, por exemplo, o Velhas Virgens. Discos como o próprio Made in Brazil (1974) – o famoso “disco da banana” -, Jack, O Estripador (1975) e Pauliceia Desvairada (1978) se tornaram clássicos do rock and roll tupiniquim.

    Quando se fala em ‘shock rock’ brasileiro e bandas com maquiagem, muita gente se lembra do Secos & Molhados, no entanto, a primeira banda a ousar “pintar” o rosto foi o Made in Brazil, em 1969, ou seja, quatro anos antes de Ney Matogrosso e sua trupe. O Made sempre foi uma banda de blues rock de atitude e na época da ditadura militar ter atitude significava incomodar. Em 1977, por exemplo, o grupo viu seu álbum Massacre ser alvo da ditadura, sendo censurado e proibido de ser lançado na época. Como se não bastasse, o show que deveria acontecer no Teatro Aquários, que era localizado na região do Bixiga, acabou sendo vetado e os equipamentos da banda confiscados. Massacre só foi ser lançado muito tempo depois, especificamente no ano de 2005.

    Made In Brazil também é sempre lembrado por ter sido a banda que contou com o maior número de formações no mundo, com um total de mais de 200 versões e 126 músicos diferentes! Por conta disso, a banda foi incluída no Guiness.

    A equipe da ROADIE CREW transmite à família, amigos e fãs de Celso Vecchione e do Made in Brazil os nossos mais profundos sentimentos. Descanse em paz, Celso.

    Foto: Leandro Almeida
     
  • Apesar das críticas, PAUL STANLEY defende setlist previsível dos shows do KISS

    Apesar das críticas, PAUL STANLEY defende setlist previsível dos shows do KISS

    Para os fãs mais fanáticos do KISS, em conversas de mesa de bar há uma opinião que é praticamente unânime: nos últimos anos, os setlists da banda têm sido bem mais interessantes do que os de suas turnês regulares. Isso não apenas porque em seu próprio cruzeiro a banda lança mão de músicas pouco aproveitadas em turnês, mas porque na estrada o repertório da banda é praticamente sempre o mesmo nos últimos anos, com raras mudanças. E isso vem se repetindo inclusive na turnê de despedida do KISS, a End of the Road Tour. Tudo bem que quem vai a um show, seja ele qual for, quer ouvir os grandes clássicos e hits de uma banda, mas é sempre mais legal quando temos uma ou duas surpresas inseridas em um repertório. Mas apesar das críticas feitas também nas redes, Paul Stanley tem defendido o setlist atual da banda. 

    “Ouvi algumas pessoas reclamarem que o set list não muda, mas montamos um set list com base nas pessoas que estão vindo (nos assistir)”, justificou Stanley durante entrevista ao Ultimate Classic Rock“A pessoa que vem a um show, não sabe o que vai acontecer amanhã à noite ou o que aconteceu ontem à noite. Então, alguém sentado em casa criticando o set list é um absurdo”

    Bem, sobre a pessoa não saber o que irá acontecer “amanhã”, ele talvez tenha razão, porém dizer que a pessoa não sabe o que aconteceu “ontem” em termos de set list, mostra que possivelmente ele não conhece, por exemplo, o site setlist em que os fãs o atualizam praticamente simultaneamente com o que está acontecendo em determinado show.

    Além de defender a quesão dos setlists, Paul Stanley falou de seu sentimento ao ver o último show de sua vida com o KISS se aproximando: 

    “Uma coisa é planejar o fim, que começamos a planejar anos atrás, porém planejar algo e depois ver o fim é iminente, é diferente de vê-lo de longe”, admite. “Então, sim, certamente há uma realidade que bate à porta. Você está no trem e pode ver a estação”.

    KISS
    Paul Stanley (Foto: Rafael Andrade/Roadie Crew)