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  • TOY DOLLS – São Paulo (SP)

    TOY DOLLS – São Paulo (SP)

    Por Leandro Nogueira Coppi Fotos: Roberto Sant’Anna

    Cinco anos e uma pandemia depois e o trio Toy Dolls retornou ao Brasil. E tanto para a tresloucada e divertida banda inglesa de punk rock quanto para os fãs a ocasião era especial. Atualmente, o grupo formado em 1979 está comemorando 40 anos do lançamento de seu aclamado álbum de estreia, Dig That Groove Baby. Outro fator especial foi que além de revisitar as cidades de Porto Alegre (RS), Curitiba (PR) e São Paulo (SP), respectivamente, pela primeira vez o Toy Dolls tinha o Rio de Janeiro (RJ) no itinerário. E tudo isso faltando menos de uma semana para seu mentor, o figuraça Michael “Olga” Algar (vocal e guitarra), completar 64 anos. A equipe da ROADIE CREW esteve presente no show de São Paulo e constatou que novamente a base fiel de fãs do Toy Dolls voltou a entupir o Carioca Club, mesmo local em que a banda havia feito sua apresentação anterior em 2018, também com casa lotada. E se naquela ocasião o show do Toy Dolls aconteceu em uma das noites mais frias daquele ano, dessa vez foi o oposto, aconteceu sob um calor desértico. De todo modo, quem presencia um show do grupo, que é completado por Tommy Goober (baixo e vocal) e The Amazing Mr. Duncan (bateria e vocal), se diverte tanto que sai pingando de suor, seja no calor ou mesmo no frio. 

    Em 2018, o Toy Dolls contou em São Paulo com as bandas Faca Preta Os Excluídos para a abertura. Dessa vez, assim como em Curitiba, a missão coube aos veteranos do Skamoondongos, banda formada em meados de 1994. Como o nome do grupo paulistano entrega, o Skamoondongos faz aquela mistura divertida de ska e punk que levanta defunto ao vivo tamanha a carga de energia descarregada no palco, incrementada por um competente naipe de metais. O som dos “moondongos” é forjado sob influência da segunda geração do ska – conhecida como Ska 2Tone (ou simplesmente 2Tone), alcunha essa baseada na gravadora inglesa 2 Tone Records, formada no final dos 70 pelo tecladista do The Specials, Jerry Dammers -, e também na terceira onda. Aliás, quem viveu os anos 90, época do surgimento do Skamoondongos, lembra de outras bandas brazucas da época, como o Anjo dos Becos, por exemplo, que ainda surfa nessa onda – inclusive, o vocalista Pirata, figura respeitada no underground, também estava prestigiando o evento proporcionado pela produtora Powerline.

    No repertório, Axl Rude Krenek (vocal) e Cia. trouxeram músicas de destaque na carreira do Skamoondongos, como Bella CiaoOcupar e Resistir e a antiquíssima Pobre Plebeu, música que integrou a conhecida Coletânea Ska Brasil, sendo destaque nas paradas no verão de 1996/1997 e que mais tarde integraria o debut intitulado Segundo, que saiu pela gravadora Paradox Music. Além de seu contagiante repertório autoral e de críticas à política do Brasil, o Skamoondongos prestou algumas homenagens. A primeira delas veio com a música 2 Tons, cover do Subtones, que foi dedicada a Mingau, baixista do Ultraje a Rigor e ex-Ratos de Porão, que segue internado lutando para sobreviver ao tiro levado na cabeça recentemente. A segunda foi para o Cólera, do finado Redson, com um cover da banda para Medo. Assim como em 2018, mais uma vez a escolha da Powerline para a abertura do Toy Dolls foi assertiva optando agora pelo Skamoondongos

    Sobre a organização em si, um ponto bastante positivo foi o fato de os shows terem começado cedo, com os horários sendo cumpridos à risca. Em uma cidade violenta como São Paulo e sabendo que muita gente depende de transporte público, esses fatores precisam sempre ser levados em conta na hora de definir os horários de um evento, principalmente sendo em final de semana. Pontualmente, às 19h30, um rufar de tambores no som mecânico revelou um hilário “happy birthday to you” em homenagem aos 40 anos do disco Dig That Groove Baby, porém logo a cantiga de aniversário foi atropelada pelo tradicional trecho da romântica Hello, grande hit da carreira do cantor americano Lionel Richie – à essa altura, o Carioca Club estava abarrotado de gente, muitos rindo com a intro; já o calor era imensurável. Ao som de outra introdução, Theme Tune, os ‘nerds’ OlgaGoober Mr. Duncan surgiram pelas escadas ao fundo do palco trajando seus tradicionais terninhos e óculos coloridos. Não demorou e eles deram início ao baile com a dançante Fiery Jack, do comemorado álbum Dig That Groove Baby. A casa veio abaixo: todos cantando em uníssono e se divertindo, principalmente com as coreografias da banda, que ao longo do show incluía passinhos, corridinhas, chutes no alto, giro de instrumentos… Assim que a música acabou, o trio foi ovacionado pelo público e logo mandou Cloughy is A Bootboy!, única do quinto álbum, Wackey Wackey, de 1989.

    Os álbuns Fat Bob’s Feet (1991) e Bare Faced Cheek (1987) também foram relembrados, através de Bitten By A Bed Buggy Fisticuffs in Frederick Street, respectivamenteessa última fica engraçada ao vivo quando banda e público cantam Who’s Down There; parece muito que todos estão cantando “buscapé / buscapé”. Bem, a alegria era geral: punks e headbangers, novos e veteranos, confraternizando em clima total de paz. Infelizmente, isso não foi sempre assim no Brasil, nem mesmo para o próprio Toy Dolls. Na primeira vinda do grupo ao país, há exatos 35 anos, um de seus quatro shows realizados no extinto Projeto SP acabou bem mais cedo do que o previsto por conta de um skinhead que inexplicavelmente acertou um direto no rosto de Olga. Estava na minha, tocando, quando fui atingido. Só depois é que fui saber que tinha sido um deles”, recordou o artista em entrevista concedida à Folha de São Paulo, em 1995, quando do retorno do grupo ao Brasil pela segunda vez. Passados todos esses anos, o Toy Dolls seguiu gravando seus álbuns meio que na surdina, visto que nunca foi midiático, nem se rendeu à nenhuma moda e muito menos integrou o mainstream. E mesmo não tendo o devido reconhecimento como o de outros grupos de sua geração, entre os mais lembrados Ramones, Sex Pistols, e Dead Kennedys, por exemplo, o Toy Dolls é uma banda cult altamente respeitada mundo afora e com uma base fiel e festeira de fãs, principalmente na América do Sul, Espanha e Portugal.

    Dentre as próximas músicas que vieram na sequência, estava Benny the Boxer, do mais recente álbum do Toy DollsEpisode XIII, que foi lançado em 2019. Aliás, desse, OlgaGoober Mr. Duncan apresentaram também a instrumental El CumbancheroOutros dois clássicos do primeiro disco deixaram os fãs histéricos, Up the Garden Path e, principalmente, Dougy Giro. Essa precisou ser recomeçada, pois Goobert teve problemas com a correia de seu baixo. Foi muito engraçado quando o roadie entrou para dar uma ajeitada na peça e foi vaiado pela demora. Claro que as vaias eram em tom humorado, só para ‘sacanear’ o indivíduo, que no decorrer da música ainda ainda meteu um silver tape na correia para dar mais segurança ao baixista. Aqueles que estavam na plateia e também assistiram ao show de 2018, possivelmente se lembram de quando o público já havia zoado a banda ao vaiá-la logo na primeira música, Fiery Jack, que também precisou ser recomeçada assim que um problema na guitarra de Olga foi sanado.

    Depois de em I’ve Got Asthma Olga lembrar o público que ele tem asma e mal consegue respirar, de falar de sua treta com aranhas no camarim em Spiders in the Dressing Room e de o trio mandar a mencionada El Cumbanchero, o frontman chamou seu garçom particular ao palco e recebeu do mesmo uma minúscula garrafa. Olga fez cara feia e ganhou do sujeito desajeitado outra bem maior, porém pequena demais para o cantor de cabelos esmeraldinos. Chegou então o esperado momento em que o atrapalhado garçom ressurge com uma garrafa gigante, quase do tamanho do agora satisfeito cantor. Como em todo show, Olga sentou no objeto inflável que aguçou os sentidos etílicos dos borrachos de plantão e disparou contra os gaiteiros uma chuva, não de “mé” (como diria o digníssimo Mussum), mas sim de papel picado. Claro, era hora de uma das mais esperadas do repertório, The Lambrusco Kid – música que serviu de inspiração para a banda brasileira Lambrusco Kids.

    Inegavelmente, o momento mais esperado pela maioria viria a seguir. E não há quem não tenha fica ensandecido quando o Toy Dolls tocou a sua Enter Sandman, a sua Blitzkrieg Bop, a sua Rock and Roll All Nite: falo da inigualável Nellie The Elephant, grande hit de Dig That Groove Baby. Nessa, os tradicionais “ôooooooooo” foram ensurdecedores – e de arrepiar! Depois de She Goes to Finos, do segundo álbum, A Far Out Disc (1985), Olga perguntou: “vocês acham que estou ficando velho demais para isso? Se acham velhos para isso?”. E aí a banda mandou sua versão do compositor do Sacro Império Romano-Germânico Johann Sebastian Bach para Toccata and Fugue in D Minor, BMW 565. Nessa, o destaque foi Mr. Duncan, que detonou na batera e fritou o chimbal. E por falar na questão técnica do trio, convenhamos, embora teoricamente o som incomparável do Toy Dolls, um punk rock que ora parece trilha sonora de desenho animado, ora um folk nórdico festivo, ou um hillbilly americano (daria até para imaginar um banjo em algumas músicas do grupo), pareça ser simples e fácil, estamos falando de três grandes músicos, que tocam de modo preciso do começo ao fim. Ouso a dizer até que Olga é um dos guitarristas mais criativos do rock e valorizado no máximo pelos fãs de punk rock. Jão, guitarrista do Ratos de Porão, por exemplo, sempre o cita como sua grande referência na guitarra.

    Depois de Alec’s Gone, única do sétimo álbum, Absurd Ditties (1993), Olga se retirou do palco e Goober Mr. Duncan fizeram uma seção baixo/batera para não deixar o clima esfriar. Não demorou muito, Olga retornou ao palco com chapeuzinho e bandeja de demonstrador de shopping center, mas ao invés de mini-pretzels, distribuiu óculos iguais ao seu para alguns sortudos da pista que estavam colados no palco. Depois disso, ele e Goober pegaram outra guitarra e outro baixo, respectivamente, e após Olga contar de um a quatro em bom português, o trio mandou Harry Cross (A Tribute to Edna), de Iddle Gossip, 3° álbum do Toy Dolls, lançado em 1986. Na sequência, fecharam a primeira parte do show com um cover da instrumental Wipe Out, do The Surfaris, um surf music ao melhor estilo Dick Dale. E claro que nessa teve a tradicional coreografia de Olga Goober girando seus instrumentos simultaneamente. 

    Com a cozinha do Toy Dolls de volta ao palco, Goober apresentou Mr. Duncan ao público e perguntou a todos aonde estava Olga. Atendendo ao chamado dos fãs, o dito cujo ressurgiu no palco ao melhor estilo Rick Nielsen, do Cheap Trick, portando uma guitarra Fender em formato ‘triple neck’. Com ela e acompanhado de seus asseclas, Olga comandou a música que dá nome ao aniversariante álbum quarentão, a dançante Dig that Groove Baby. Assim como na maior parte do show, a pista ficou ensandecida, com muita gente agitando e fazendo rodas. Depois dessa, a banda novamente deixou o palco.

    Após um intervalo um pouco maior do que o anterior, OlgaGoober The Amazing Mr. Duncan se despediram de São Paulo, porém antes de embarcarem para o Rio de Janeiro fecharam com uma trinca formada por When the Saints Go MarchingGlenda and the Test Tube Baby e, sob uma chuva de balões negros estampados com o rosto da mascote da banda, a derradeira Iddle Gossip

    Agradecido e satisfeito com uma hora e vinte de pura diversão e cantorias, o público emanou sua alegria à banda em forma de aplausos de agradecimento. Para muitos ali, o Toy Dolls fez parte da infância e da adolescência. Badauí, vocalista do CPM 22, por exemplo, já declarou que deu seu primeiro beijo ao som dos Dolls. Ou seja, como dito aqui anteriormente, embora o Toy Dolls sempre tenha se mantido no underground – ainda que tenha tido sua música bem explorada em filmes, jogos de PlayStation e como faixa incidental para TV no mundo todo -, é o tipo de banda que agrada a gregos e troianos. Aliás, muito mais gente do que possamos imaginar têm histórias especiais para contar sobre como e/ou em que situação conheceu o grupo inglês. Sobre o disco aniversariante, o clássico Dig That Groove Baby, passados 40 anos vemos o quanto ele envelheceu bem. Também, pudera, o Toy Dolls também segue sendo relevante para a velha guarda e para as novas gerações que vão surgindo e curtindo a música divertida e descompromissada de Olga e sua trupe.

    Toy Dolls – set list
    • Theme Tune  
    1. Fiery Jack
    2. Cloughy Is A Bootboy! 
    3. Bitten By A Bed Bug
    4. Fisticuffs in Frederick Street 
    5. The Death of Barry the Roofer with Vertigo 
    6. Benny the Boxer
    7. Up the Garden Path
    8. Dougy Giro 
    9. I’ve Got Asthma
    10. Spiders in the Dressing Room 
    11. El Cumbanchero 
    12. The Lambrusco Kid
    13. Nellie the Elephant
    14. She Goes to Finos
    15. Toccata and Fugue in D Minor, BMW 565 (Johann Sebastian Bach) 
    16. Alec’s Gone
    17. BAIXO/BATERA, 
    18. Harry Cross (A Tribute to Edna) 
    19. Wipe Out (cover do The Surfaris)                                                                                                                                                           (BIS)
    20. Dig That Groove Baby                                                                                                                                                                                          (BIS)
    21. When the Saints Go Marching 
    22. Glenda and the Test Tube Baby
    23. Iddle Gossip
    • Theme Tune
     
  • SUMMER BREEZE BRASIL lançado oficialmente em São Paulo

    SUMMER BREEZE BRASIL lançado oficialmente em São Paulo

    Fotos: Marcos Hermes

    Aconteceu na noite de 15 de setembro, no VCI/Hard Rock Café, em São Paulo, o lançamento oficial da edição 2024 do festival Summer Breeze Brasil. A primeira edição aconteceu em São Paulo, nos dias 29 e 30 de abril deste ano, no Memorial da América Latina, e tornou-se sucesso de público logo em sua estreia.

    O lançamento reuniu muitas figuras conhecidas do rock e do metal brasileiros. Estavam lá Rafael Bittencourt (Angra), Ivan Busic (Dr. Sin), Ricardo “Soneca” Schevano (Baranga e Carro Bomba), Nando Fernandes (Sinistra), Tiago Claro (empresário e guitarrista do Seventh Seal), Regis Tadeu, Paulinho Heavy, Vitão Bonesso e vários representantes da imprensa especializada.

    Aos realizadores da primeira edição, Claudio Vicentin (ROADIE CREW) e Rick Dalal (Free Pass Entretenimento), uniu-se na organização do festival Marcio Sinzato, experiente empresário e dono da marca Consulado do Rock.

    O evento começou com uma entrevista coletiva na qual os organizadores fizeram um balanço da edição anterior. Claudio ressaltou que ao longo dos dois dias não houve “uma ocorrência de roubo, uma briga, um atendimento médico sequer.”

    Rick falou sobre o sucesso da primeira edição, mesmo não contando com um mega headliner, nem com o apoio da chamada grande mídia ou de grandes patrocinadores. Ele citou o know how da equipe envolvida na realização que realizou o evento como um dos grandes segredos para ele ter sido um sucesso absoluto, mesmo em se tratando de um festival inédito no Brasil. “Mostramos que dá pra fazer algo de qualidade”, afirmou.

    Sobre o cast, Claudio comentou que “a gente cresceu ouvindo grandes bandas que hoje estão se aproximando do seu final. O Summer Breeze é uma oportunidade de mostrar artistas que estão levando adiante o legado desses grandes nomes.”

    Rick ainda ressaltou a mecânica do festival, em que há vários eventos e shows acontecendo ao mesmo tempo, permitindo que o público possa escolher a atividade que mais lhe agrade.

    Os nomes anunciados até então chegaram a 20, mas ainda não se trata nem de metade do cast completo, que deve se aproximar de 50 artistas. Segundo Rick, “este ano foi bem mais fácil contratar as bandas, tanto que o cast está bem mais forte”.

    O New Blood, concurso que escolheu uma banda iniciante através de votação popular para se apresentar no festival, continuará valendo, mas agora aberto a artistas de toda a América Latina. E ainda haverá o Wave Stage, em que bandas nacionais iniciantes serão selecionadas através de uma curadoria para se apresentarem.

    Encerrada a entrevista, o evento prosseguiu com música ao vivo a cargo de Marcelo Carvalho (voz e violão), com direito a canja de Nando Fernandes, e som mecânico (rock, obviamente) comandado pelo DJ Edu Rox.

    O Summer Breeze Brasil 2024 vai acontecer novamente no Memorial da América Latina em três dias: 26, 27 e 28 de abril. As vendas de ingressos começaram no dia 16 de setembro. Para adquirir ingressos e para mais informações sobre o festival é só acessar o site https://summerbreezebrasil.com/

  • Aberta a venda de ingressos para a 2° edição do Summer Breeze Brasil 2024; saiba os detalhes

    Aberta a venda de ingressos para a 2° edição do Summer Breeze Brasil 2024; saiba os detalhes

    Já estão abertas as vendas para os ingressos da segunda edição do aclamado Summer Breeze Brasil Open Air, que acontecerá no Memorial da América Latina, em São Paulo, nos dias 26, 27 e 28 de abril de 2024. 

    Com condições especiais para esse primeiro momento, os ingressos estão disponíveis neste link.

    Para mais informações sobre os ingressos, acesse este link.

     

    Até o momento, os organizadores do Summer Breeze Brasil anunciaram 20 bandas para a próxima edição do festival. São elas: AnthraxHammerfallWithin TemptationCarcassBiohazardDeath AngelForbiddenSebastian BachMr. BigLacuna CoilAvatar, NervosaDr. Sin, AngraEdu FalaschiRatos de PorãoEclipseIn ExtremoAmorphis The Night Flight Orchestra

    Muitas outras atrações e experiências serão anunciadas no decorrer das próximas semanas por aqui e nos canais oficiais do festival.

  • Summer Breeze Brasil confirma CARCASS, EDU FALASCHI e anuncia HAMMERFALL e LACUNA COIL para 2024

    Summer Breeze Brasil confirma CARCASS, EDU FALASCHI e anuncia HAMMERFALL e LACUNA COIL para 2024

    Depois do ‘furo’ do Death Angel na tarde desta sexta-feira (15), em que através de uma postagem em seu perfil no Instagram ‘entregou’ que Edu Falaschi Carcass estão garantidos na edição do próximo ano do Summer Breeze no Brasil, os organizadores do festival, em entrevista coletiva realizada em um coquetel no Mundo VCI, não apenas confirmaram a presença das duas bandas, como também anunciaram outros dois grandes nomes: o grupo sueco Hammerfall e o italiano Lacuna Coil.

    Hammerfall | Foto: Tallee Savage

    Assim sendo, HammerfallLacuna CoilEdu Falaschi Carcass se unem aos também já anunciados Death Angel, Dr. SinMr. BigSebastian BachAnthraxBiohazard, AvatarNervosaWithin TemptationAmorphisEclipseForbiddenThe Night Flight OrchestraIn ExtremoRatos de Porão e Angra.

    Lacuna Coil

    Além dos 20 nomes oficializados, muitos outros serão confirmadas no decorrer das próximas semanas por aqui e nos canais oficiais do festival. A segunda edição do Summer Breeze Brasil acontecerá nos dias 26, 27 e 28 de abril de 2024 no Memorial da América Latina, em São Paulo (SP).

    Foto: Ester Segarra

    Os ingressos da pré-venda e venda geral estarão disponíveis de forma online, através do Clube do Ingresso e pontos de venda sem taxa de conveniência a partir deste sábado (16) em https://www.clubedoingresso.com/evento/summerbreeze2024

    Outras informações em: www.summerbreezebrasil.com

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    Edu Falaschi

  • Vazou: CARCASS e EDU FALASCHI no Summer Breeze Brasil de 2024

    Vazou: CARCASS e EDU FALASCHI no Summer Breeze Brasil de 2024

    Nos últimos sábados, a produção do Summer Breeze Brasil tem anunciado algumas das atrações que integrarão a segunda edição do festival em 2024, que assim como a primeira será realizada no Memorial da América Latina, em São Paulo. No entanto, nesta sexta-feira (15), em um postagem feita em sua página oficial do Instagram, o Death Angel, um dos grupos já anunciados, deixou “escapar” mais dois nomes que deverão estar presentes no festival: o ícone do death/grind inglês Carcass e o ilustre Edu Falaschi, vocalista que vive grande momento em sua carreira.

     

    Até o momento, a produção do festival ainda não anunciou as duas bandas, no entanto, anteriormente já havia oficializado 16 grandes nomes, sendo eles o próprio Death Angel e mais Dr. SinMr. BigSebastian Bach, Anthrax, Biohazard, Avatar, Nervosa, Within Temptation, Amorphis, Eclipse, Forbidden, The Night Flight Orchestra, In Extremo, Ratos de Porão e Angra.

    Carcass: maior nome do death/grindcore britânico | Foto: Ester Segarra

    A segunda edição do Summer Breeze Brasil acontecerá nos dias 26, 27 e 28 de abril de 2024 no Memorial da América Latina, em São Paulo (SP). Várias outras atrações ainda serão confirmadas no decorrer das próximas semanas por aqui e nos canais oficiais do festival.

    Os ingressos da pré-venda e venda geral estarão disponíveis de forma online, através do Clube do Ingresso e pontos de venda sem taxa de conveniência. Mais informações serão divulgadas em breve.

     

    https://www.clubedoingresso.com/evento/summerbreeze2024

    Outras informações em: www.summerbreezebrasil.com

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    Edu Falaschi vive ótimo momento na carreira solo e atualmente divulga seu recém-lançado álbum, o conceitual “Eldorado”
     

  • DORO lança single “Bond Unending” com participação de SAMMY AMARA (BROILERS)

    DORO lança single “Bond Unending” com participação de SAMMY AMARA (BROILERS)

    POR ASSESSORIA 

    O novo álbum de estúdio da DORO intitulado “Conqueress – Forever Strong and Proud” será lançado mundialmente no dia 27 de Outubro pela Nuclear Blast.

    Hoje a rainha do metal anuncia o lançamento lançamento da terceira faixa do álbum chamada ‘Bond Unending’, no qual DORO apresenta aos seus fãs mais um parceiro de dueto de alto nível, o Sammy Amara, uma das maiores instituições do rock alemão BROILERS.

    A voz poderosa de DORO combinada com o som característico e áspero de Sammy cria uma mistura dinâmica e inesquecível que vai te arrepiar. ‘Bond Unending’ é uma explosão sonora de pura energia, paixão e magia do rock ‘n’ roll.

    A faixa acompanha um videoclipe impressionante que contém trechos da enorme apresentação de aniversário de DORO, que aconteceu no Wacken Open Air no dia 2 de agosto deste ano.

    DORO comentou: “‘Bond Unending’ é uma música sobre uma amizade profunda. Sammy e eu a escrevemos no meio da noite. Nos divertimos muito juntos. A química foi ótima desde o início.”

    Ouça a música em todas as plataformas:  https://doro.bfan.link/bond-unending

    Assista ao videoclipe aqui:  https://youtu.be/AyIEWvUtTeE

    Pré-venda do álbum aqui: https://doro.bfan.link/conqueress

    Conqueress – Forever Strong and Proud será disponibilizado em diversos formatos:

    • CD Acrílico
    • 2CD Digibook com encarte 36p (inclui faixas bônus)
    • Vinil Duplo c/ 2 encartes | Splatter branco/preto
    • Vinil Duplo c/ 2 encartes | Marmorado branco/azul
    • Vinil Duplo c/ 2 encartes | Vermelho transparente
    • Vinil Duplo c/ 2 encartes | Picture
    • Box Set Vinil Duplo c/2 encartes (incl bonus tracks) + CD Duplo Digibook com encarte 36p (inclui bonus tracks) + Pingente + Certificado Numerado e Autografado + Poster + Patch + Palheta

    DORO Pesch se destaca como uma das maiores histórias de sucesso na história do rock.

    Em 1983, Dorothee Pesch, aos 19 anos, partiu para conquistar o mundo do rock. Hoje, 40 anos depois, com mais de 10 milhões de álbuns de estúdio vendidos e incontáveis prêmios em seu currículo, DORO tem sido a indiscutível Rainha do Metal por décadas. Com mais de 3.500 shows realizados em mais de 60 países ao redor do mundo, ela conquistou uma base de fãs excepcionalmente poderosa e entusiasmada!

    Para esse grande 40º aniversário, a Rainha do Metal também convida a todos para uma celebração no dia 28 de outubro, para um show de aniversário em sua antiga cidade natal, Düsseldorf, na Mitsubishi Halle. Vamos celebrar com ela, nossa verdadeira Rainha do Metal!

    Foto: Jochen Rolfes

  • ANGRA lança “Tide of Changes”, single com participação da cantora VANESSA MORENO

    ANGRA lança “Tide of Changes”, single com participação da cantora VANESSA MORENO

    POR ASSESSORIA 

    Após Ride Into the Storm, o Angra lançou no início desta sexta-feira (15) em todas as plataformas de streaming o segundo single de seu próximo álbum de estúdio, Cycles of Pain. Tide of Changes foi a música escolhida da vez  para mostrar mais um pouco do 10° álbum de estúdio do grupo, que está agendado para ser lançado no Japão no dia 01 de novembro pela JVC e em 03 de novembro no resto do mundo através da Atomic Fire Records.

    O baixista Felipe Andreoli comentou o novo single  do Angra“Essa música ganhou vida muito rapidamente. Depois que eu brinquei com o riff inicial, todas as partes subsequentes se encaixaram perfeitamente”, recordou. “É uma música cheia de dinâmica e texturas diferentes, com um olhar para o futuro enquanto também acenamos para o passado, principalmente na seção intermediária. O Fabio (Lione, vocalista) fez um trabalho brilhante com as linhas vocais e teve uma performance muito inspirada. A introdução surgiu enquanto eu trabalhava em algumas harmonias, aí o Fabio entrou e a mágica aconteceu”.

    Rafael Bittencourt, guitarrista e fundador do Angra, complementou: “A letra de Tide of Changes foi a primeira que compus para o álbum Cycles of Pain, e retrata exatamente o que o título denuncia. Vivemos um momento de grande instabilidade e, enquanto nosso ego busca a zona de conforto e controle, é fundamental adaptar-se a essa impermanência, surfarmos nas ondas do destino e não nas nossas expectativas. São as dores e frustrações que nos moldam e fortalecem, a ponto de podermos bater no peito e dizer, ‘‘Que venha a próxima onda de dificuldades. Quer levar outro pedaço de mim? Vamos, esperei por esse momento!’”.

    Foto: Lorena Dini

    Tide of Changes conta com a participação especial da cantora Vanessa Moreno. A brasilidade de Vanessa, considerada uma das maiores revelações da MPB e vencedora do Prêmio Profissionais da Música de 2017 e 2018, não esconde a influência do rock e do metal em sua obra. Essa fusão única de gêneros musicais é o que dá uma dimensão extraordinária à sua arte, cativando tanto os aficionados tradicionais da MPB quanto os amantes de estilos mais enérgicos.

    Sua voz poderosa e versátil transmite uma variedade de emoções, desde a melancolia profunda até a euforia contagiante. Vanessa Moreno não se prende a rótulos ou limitações artísticas, e é justamente essa abordagem destemida que a coloca no cenário musical como uma artista inovadora e destaque da nova geração.

    Tide of Changes vem acompanhada de videoclipe com direção do renomado Leo Liberti, da Libertà Films, que já trabalhou com gigantes como Dee Snider, Europe Megadeth. O trabalho com o diretor repete a fórmula de sucesso que resultou no clipe de Black Widow’s Web e do recém-lançado Ride Into the Storm.

    Ouça Tide of Changes nas plataformas de streaming: https://angra.afr.link/tideofchangesPR

      Cycles of Pain

    Diversos temas serviram de inspiração para a parte lírica do trabalho. Dores pessoais dos membros da banda, como morte, doença de familiares, perda de Andre Matos e também a pandemia são alguns dos tópicos abordados em Cycles of Pain. Para a composição, os músicos se isolaram em uma intensa imersão, que resultou em uma grande interação criativa. Após criarem as músicas em uma casa em Campos de Jordão, realizaram as gravações no estúdio Sonastério, em Belo Horizonte, e no Elephant Office, na região de Florianópolis.

    O álbum Cycles of Pain marca uma nova era na carreira do grupo, e trará diversas participações especiais, incluindo a cantora Amanda Somerville e a pianista Juliana D’Agostini em Tears of Blood, a lenda da MPB Lenine, em Vida Seca e Vanessa Moreno em Tide Of Changes – Part II e em Here in the Now.  O disco foi produzido, mixado e masterizado por Dennis Ward, que  trabalhou em álbuns clássicos do Angra como Rebirth e Temple of Shadows. A capa foi inspirada em experiências com a Inteligência Artificial e posteriormente finalizada por Eric Pasqua, enquanto Jonathan Canuto cuidou do layout.

    Vivendo um momento inspirado da carreira, o Angra atualmente é formado pelos guitarristas Rafael Bittencourt e Marcelo Barbosa, o baixista Felipe Andreoli, o vocalista Fabio Lione e o baterista Bruno Valverde.

    Foto: Marcos Hermes
  • Está no ar o episódio #28 do BATALHA DE ÁLBUNS da Roadie Crew no YouTube; assista ao vídeo

    Está no ar o episódio #28 do BATALHA DE ÁLBUNS da Roadie Crew no YouTube; assista ao vídeo

    Já está no ar, pelo canal da Roadie Crew no YouTube, o episódio #28 do quadro Faixa a Faixa – Batalha de Álbuns. No Faixa a Faixa, os comentaristas colocam três grandes discos lado a lado em disputa. Com a mesma quantidade de músicas na track list, uma a uma, na ordem, vão sendo confrontadas. O objetivo final dos apresentadores é montar um imaginário disco com a track list perfeita, formada pelas músicas vencedoras.

    Nesse episódio, os apresentadores Luiz Tosi, Ricardo Campos e Tony Monteiro põem em jogo músicas de três clássicos álbuns do mestre do shock rock Alice CooperLove it to DeathSchool’s OutMuscle of Love. Assista: 

    E não se esqueça de se inscrever em nosso canal, deixar seu like e clicar no Hells Bells (?) para receber todas as notificações dos próximos vídeos: https://www.youtube.com/roadiecrewmagtv 

  • Álbum tributo ao TYPE O NEGATIVE será lançado este mês e reúne bandas de gêneros extremos; ouça-o

    Álbum tributo ao TYPE O NEGATIVE será lançado este mês e reúne bandas de gêneros extremos; ouça-o

    Bandas de gêneros extremos como grind, crust, D-beat, powerviolence e death metal se reuniram para um tributo ao Type O Negative. Intitulado Blast No.1 – Blastbeat Tribute to Type O Negative será lançado no próximo dia 22 de setembro. O projeto, meticulosamente curado pela 783Punx, reúne 19 covers fascinantes de algumas das bandas mais voláteis do mundo.

    Em um tributo único, as bandas pegam músicas icônicas, muitas vezes mais arrastadas, do Type O Negative e as transformam em faixas aceleradas em versão grindcore. “Pegue uma música do Type O Negative lenta e longa e a converta em uma música grindcore curta e super rápida, mas tente mantê-la mais reconhecível possível”, disse Edi da 783Punx. Bandas como HellbastardSchismopathicProletar Abaddon Incarnate estão entre todas que colaboraram.

    Ouça o álbum em primeira mão na playlist abaixo: 

    Um destaque especial do lançamento físico é seu elemento visual, misturando o estilo clássico do Type O Negative com símbolos familiares a todos os fãs de blastcore. Ada, do Bite the Dust, é creditado pela arte.

    O tributo vem em vários formatos e edições, incluindo um CD padrão, um box set com CD deluxe e várias edições de fita e LP. Cada oferta inclui recursos exclusivos, como encartes de 24 páginas, adesivos especiais e até um pacote de camisetas.

    CD: jewel case com encarte de 24 páginas com fotos da banda e interpretações especial da capa do álbum Boxset CD Deluxe: Caixa de pizza “7 contendo um CD deluxe, dois cartões postais e uma camiseta colorida estampada frente e costas e de origem ética. Fita: vem em duas versões – varejo e exclusiva da banda – embalada em uma caixa de plástico com um adesivo hype e J-Card. LP Deluxe: 180g, preto, alojado em um pesado formato gatefold, com impressão de tela no lado D. Além disso, vem com adesivos e cartões postais de 12x12cm. Todas essas variantes podem ser pré-encomendadas agora no Linktree do 783Punx. Confira o tracklist:  01. KANNIBAL KRIS (Germany) – Are You Afraid 02. TASK FORCE BEER (Germany) – Prelude To Agony 03. SCHISMOPATHIC (Poland) – I Don’t Wanna Be Me 04. HELLBASTARD (England) – We Hate Everyone 05. DISHELL (Poland) – Xero Tolerance 06. VERANO’S DOGS (Italy) – Love You To Death 07. HERIDA PROFUNDA (Poland) – All Hallows Eve 08. BOTTOM (Poland) – Be My Druidess 09. GENDO IKARI (Scotland) – Kill You Tonight 10. PLAGUE BEARER (Poland) – Creepy Green Light 11. PROLETAR (Indonesia) – Angry Inch 12. BOYCOTT THE BAPTIST (England) – Everything Dies 13. WILL COPE (Lithuania) – Some Stupid Tomorrow 14. ASSUR (Belgium) – Christian Woman 15. EMISSAIRES OF SIN (Wales) – Black No. 1 (Little Miss Scare-All) 16. HOT COPS (England) – My Girlfriend’s Girlfriend 17. SKITZO (USA) – Unsuccessfully Coping With The Natural Beauty Of Infidelity 18. ABADDON INCARNATE (Ireland) – Dead Again 19. THE ATROCITY EXHIBIT (England) – Der Untermensch Kill Devil Hill photographed at the rehearsal studio in North Hollywood on 12/12/11.
  • AC/DC anuncia o baterista MATT LAUG no lugar de PHIL RUDD para o festival “Power Trip”

    AC/DC anuncia o baterista MATT LAUG no lugar de PHIL RUDD para o festival “Power Trip”

    O AC/DC está a todo vapor para sua volta aos palcos desde 2016. A maior banda australiana da história será uma das atrações do segundo dia do aguardado festival americano “Power Trip”, em 7 de outubro, no Empire Polo Club,  que fica localizado em Indio, Califórnia. Para esta apresentação, o AC/DC não terá a presença de Phil Rudd na bateria, mas sim de Matt Laug, músico que trabalhou com Alice CooperSlash’s SnakepitAlanis Morrissette e outros. Laug, de 55 anos, já dividiu palco com o próprio AC/DC. Foi em 2001, quando ele estava tocando com Slash e o AC/DC divulgava o álbum Stiff Upper Lip.

    Nas últimas duas décadas, Laug tem tocado e gravado com o ex-guitarrista de Tom Petty and the HeartbreakersMike Campbell, no Dirty Knobs“Tenho muita sorte de poder trabalhar com amigos que são grandes músicos. Acho que quando você tenta ser o melhor que pode ser, isso atrai outros que fazem o mesmo”, disse o bateria em uma entrevista em 2020. “Procuro ser profissional, o que significa ter uma atitude humilde, conhecer as músicas antes de ir para os ensaios, chegar aos ensaios e shows a tempo e dar o meu melhor”. 

    Matt Laug

    Em suas redes, o AC/DC compartilhou um áudio de ensaio para o “Power Trip” e mencionou o retorno do baixista Cliff Williams e a contribuição de Matt Laug:

    “PWR UP (prepare-se) para o Power Trip! Ouça o ensaio dos garotos se preparando com Cliff Williams, que está saindo da aposentadoria para o festival, e Matt Laug na bateria”.

    Ainda não está muito claro se Phil Rudd está fora ou não do AC/DC de modo definitivo. Ele se juntou ao grupo em 1975, saiu em 1983 e retornou em 1994. Em 2020, Rudd retornou mais uma vez para o AC/DC para as gravações de álbum mais recente da banda, Power Up. Entre 2015 e 2016, ele teve que lidar com as consequências legais de sua prisão em 2014, por ameaçar matar um ex-funcionário. A sentença foi de oito meses de prisão domiciliar. Enquanto isso, durante a “Rock or Bust World Tour”, o AC/DC contou com os serviços de Chris Slade, seu baterista no período de 1989 a 1994.

    Ressentido, em 2020, em entrevista à Rolling StoneChris Slade revelou que “Ninguém nunca me ligou e disse: ‘A propósito, você não é o baterista atual’ ou “A propósito, Phil está na banda há três anos’; ninguém nunca disse isso. No que me diz respeito… Deus, eu sou filosófico o suficiente para perceber que Phil pode muito em estar de volta à banda. Não faço ideia. Eu não tinha ideia nenhuma da última vez quando me ligaram antes da (turnê) Rock or Bust. Estou aberto a todas as possibilidades. É assim que as pessoas devem ser, de mente aberta”. E parece que a declaração de Chris não pegou bem com seus antigos parceiros de AC/DC, visto que dessa vez a banda optou por Laug e não por ele para ocupar o lugar de Rudd no festival Power Trip. De sua parte, Slade desejou boa sorte a Matt Laug em suas redes no último domingo (10), porém não perdeu a oportunidade para cutucar o guitarrista Angus Young:

     

    “Conheço Matt, é um cara muito legal desde a época em que eu morava na Califórnia. Ele é um baterista muito capaz e abstêmio, e colocará a bateria exatamente onde Angus quer: no fundo do palco. Desejo-lhe toda a sorte

     

    Para o AC/DC, a apresentação no festival “Power Trip” será histórica. Além de a apresentação ser a primeira ao vivo da banda em sete anos e com um baterista diferente, marcará o retorno de Cliff Williams da aposentadoria e a volta do vocalista Brian Johnson aos palcos desde que foi substituído por Axl Rose nas últimas 23 datas da turnê “Rock or Bust”, já que na ocasião corria o risco de perder por completo sua audição caso permanecesse fazendo shows barulhentos com a banda”.

    O “Power Trip” acontecerá nos dias 6, 7 e 8 de outubro terá também como atrações MetallicaIron MaidenGuns N’ RosesTool Judas Priest (que entrou no lugar de Ozzy Osbourne).