Segundo vídeo extraído do álbum “HEAVY” traz animações feitas pelo baterista e vocalista Edson Graseffi e edição do videomaker Guto Portugal | Foto: Guto Portugal
Após soltar o lyric video de “Dreams”, o power trio paulistano Cosmic Rover, formado por Edson Graseffi (vocal e bateria, Motorhammer e ex-Panzer), Xande Saraiva (guitarra, Baranga) e Rodrigo Felix (baixo), apresenta o clipe de “Catch Me“. Trata-se do segundo de uma série de três vídeos produzidos pelo videomaker Guto Portugal que o trio preparou para seguir promovendo o álbum “HEAVY”, lançado no final do ano passado. O vídeo traz referências a histórias em quadrinhos, uma característica do Cosmic Rover, que apresentou esse temática no álbum ‘Spitting Fire’ (2019) em algumas faixas.Confira o vídeo de “Catch Me”, editado por Guto Portugal, em https://youtu.be/FgdPlhROrtw
O clipe traz animações feitas por Graseffi: “No final de 2018, produzi essas animações para iniciar o que seria um vídeo para o primeiro álbum. Porém, acabei abandonando o projeto por falta de tempo. Então, quando comecei a discutir sobre o vídeo de ‘Catch Me’ com Guto Portugal, lembrei que tinha esses arquivos guardados e eles se encaixaram perfeitamente na temática da letra. Assim, somado ao trabalho incrível de edição do Guto, nasceu o clipe”.
A história do clipe se passa no futuro, onde o personagem X é condenado à prisão perpétua por correr com seu Muscle Car, um Maverick. “Para se livrar da pena, X precisa vencer uma corrida com o super piloto Hawk. Além disso, em ‘Catch Me’ também foram aproveitadas cenas da sessão da gravação do novo álbum”, complementa Edson Graseffi.
O álbum “HEAVY”, produzido pelo experiente Henrique Baboom Canale e que está disponível em todas as plataformas de streaming pelo selo Abraxas, traz sete faixas gravadas à moda antiga. A arte de capa foi criada por Graseffi que, além de músico, também é ilustrador e tatuador. “Ela foi concebida usando arte digital baseada em referências de artistas da Kustom Kulture dos anos 70”, explica o vocalista e baterista.
Sobre a sonoridade de “HEAVY”, o guitarrista Xande Saraiva, que faz sua estreia com o Cosmic Rover, explica: “O segredo é a liberdade de composição, sem pensar em estilos ou regras para serem seguidos. De fato, apenas fazemos o que mais curtimos fazer, que é tocar rock pesado! As influências das músicas do repertório percorrem bandas das décadas de 70, 80 e 90, ou seja, tudo o que ouvimos e de onde veio a nossa bagagem musical”.
Cosmic Rover:
Edson Graseffi (vocal e bateria)
Xande Saraiva (guitarra)
Rodrigo Felix (baixo)
Discografia:
“Cosmic Rover” (EP, 2018)
“Cosmic Sessions…” (Ao vivo, 2018)
“Spitting Fire” (CD, 2019)
“HEAVY” (CD, 2021)
Confira “HEAVY” nas plataformas de streaming em https://onerpm.link/CosmicRover_HeavyContatos:
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A banda FlowerLeaf foi fundada em 2017 pela vocalista Vivs Takahashi e o baixista Marcelo Kaczorowsky que, após um ano de descobertas e muito trabalho, lançou o álbum de estreia, “Stronger“, recebido com críticas positivas ao redor do mundo. “Nós tínhamos ambições maiores com a banda e decidimos deixar o Brasil em busca de novos desafios e oportunidades. Chegamos na Alemanha em 2019 e começamos a fazer shows e participar de festivais, como o ‘FemME – Female Metal Event’ na Holanda”, descreve Vivs Takahashi.
Formada atualmente por Vivs Takahashi (vocal), David Schnoedewind e Michal Maciag (guitarras), Marcelo Kaczorowsky (baixo) e Florian Mathes (bateria), a Flowerleaf se prepara para lançar novos singles. “A crise do coronavírus nos atingiu com força quando ainda estávamos nos adaptando a essa nova vida, mas isso não nos impediu de compor e trabalhar em todas as ideias e sonhos criativos que nos trouxeram aqui. Com a adição de Florian Mathes, David Schnödewind e Michal Maciag, estamos prontos para iniciar um novo capítulo na história da FlowerLeaf, cheio de diferentes e novas influências”, comemora o baixista Marcelo Kaczorowsky.
“The Storm” é o primeiro single e clipe extraído de “Dreamerie – Chapter I: Time”, com lançamento previsto para dezembro. “Trata-se de uma música sobre autoconfiança, lutar pelo que você quer e cumprir seu destino. Foi uma experiência incrível gravar ‘The Storm’, porque deu à FlowerLeaf uma nova dimensão e nos dá muitas possibilidades para o que podemos criar no futuro”, observou Vivs Takahashi.
O single “The Storm” será lançado no dia 8 de abril em todas as plataformas de streaming e também cópias físicas do single, disponíveis na loja virtual da FlowerLeaf.
Dreamerie O primeiro capítulo do projeto ambicioso “Dreamerie” é o álbum “Dreamerie – Chapter I: Time”. “Dreamerie é o livro dos sonhos, cheio de desejos, fantasias e pesadelos. Ele contém os desejos do coração e os medos da alma. Como todo livro, o Dreamerie é dividido em capítulos que serão lançados como uma sequência de cinco álbuns curtos nos próximos anos. Cada capítulo trará seu próprio tema e o primeiro se chamará ‘Time’. E o Capítulo II já está em andamento”, concluiu a vocalista.
O Ivory Gates, formado por Felipe Travaglini (vocal), Matheus Armelin (guitarra), Hugo Mazzotti (baixo) e Thiago Siqueira (bateria), prepara o lançamento do novo álbum, “Behind the Wall“, programado para sair em todas as plataformas de streaming o dia 8 de abril. Antes, porém, o grupo paulista apresenta o primeiro single, justamente o da faixa-título. “Ela sintetiza a proposta musical deste trabalho, que busca novos horizontes e desafios, mas sem abandonar as nossas características, desenvolvidas em mais de duas décadas de existência. É uma composição extremamente pesada, um heavy metal moderno e vigoroso, mas que, de repente, apresenta um interlúdio acústico, suave e melódico antes de voltar ao formato anterior, chegando a um desfecho épico”, detalha o guitarrista Matheus Armelin. “No lado lírico, é também aquela que representa o conceito musical do álbum, lidando com o medo da mudança e do desconhecido que nos mantém presos em uma zona de conforto que traz segurança, mas impede que o crescimento e a evolução aconteçam”, acrescenta o vocalista Felipe Travaglini.
“Behind the Wall” foi produzido e gravado por Matheus Armelin no Transient Studio, em Piracicaba, cidade natal do grupo. A bateria, violões, vocais complementares foram gravados e coproduzidos por Renato Napty no iPu Va’e Estúdio. “A bateria foi gravada pelo ex-integrante, Fabrício Félix, que foi substituído por Thiago Siqueira (ex-Ignispace e Ansata)”, observa o baixista Hugo Mazzotti. “Musicalmente, o novo álbum mostra um Ivory Gates cada vez mais pesado e variado, sem medo de cruzar o muro. Desta vez, fomos a extremos e usamos o medo do desconhecido e a acomodação da zona de conforto como conceitos para a criação musical de ‘Behind the Wall’. Assim, apesar de manter firme nossas raízes, buscamos adicionar elementos que nunca tínhamos usado, seja uma balada em 6/8 como em ‘Leaves of Winter’, o peso do thrash metal em ‘Fall of Jericho’ ou indo até os ritmos brasileiros e latinos utilizados na instrumental ‘Duallity’”, acrescenta Armelin.
Criado em Piracicaba (SP) em 2000, o Ivory Gates tem em sua discografia os álbuns “Shapes of Memory” (2002), “Status Quo” (2005), “Devil’s Dance” (2011) e “UnKnown Trails” (2014), trabalhos que foram bem recebidos pela mídia nacional e internacional. O próximo single/vídeo será da faixa “Fall of Jericho”, marcado para o dia 24 de março. “‘Fall of Jericho’ é provavelmente a música mais pesada e agressiva, na qual mesclamos elementos do metal progressivo moderno a um thrash metal rápido”, conclui Armelin.
O quinteto paulistano de thrash metal Hammerate, formado por Guilherme Casali (vocal), Paulo Morgani e Leonardo Nonis (guitarra), Fábio Ribak (baixo) e Fred Nonis (bateria), estreia com o single e videoclipe “Ruined Nation“, faixa que integrará o EP “Chronic Delusions“. “A música ‘Ruined Nation’ fala basicamente sobre quem está no poder e faz de tudo para se manter nesta situação (ou chegar lá), sem se importar com ninguém além de si mesmo, não ligando para a vida, saúde, direitos e pobreza das outras pessoas”, explica Fabio Ribak. “Musicalmente, fazemos um thrash metal com referências de bandas dos anos 80 e começo de 90, como Metallica e Megadeth”, acrescenta o baixista, que foi um dos fundadores ao lado dos irmãos Nonis.
Confira o videoclipe de “Ruined Nation”, gravado e editado por Maycon Phantoms (Starship Videos), em https://youtu.be/pwA9RAEOVeA
O EP “Chronic Delusions” foi gravado, mixado e masterizado por Diego Rocha, no Bay Area Estudios. “Os temas abordados nas letras de ‘The Hidden System’ e ‘Ruined Nation’ criticam a política, não importa qual lado seja, contanto que seja corrupto e ajude muito mais a si mesmo do que as pessoas que realmente precisam. Também falamos de mitologia nórdica em ‘Conquer New Lands’, detalha o guitarrista Leo Nonis. “A gravação começou em agosto de 2021, e foi até o final do ano. Assim que acabamos, já iniciamos o processo de pré-produção do álbum, que vai suceder o EP e terá pelo menos 10 faixas”, completa o baterista Fred Nonis.
O lançamento de “Chronic Delusions” está marcado para o mês de abril em todas as plataformas de streaming. “A banda é bem nova e está na ativa faz um ano com esta formação, mas estamos bem entrosados e bem pilhados para fazer shows e pular de cabeça no metal. A meta é seguir trabalhando”, conclui o guitarrista Paulo Morgani.
Após anunciar que assinou com a gravadora Alma Mater Records, de Fernando Ribeiro (Moonspell), o The Troops Of Doom, formado por Alex Kafer (vocal e baixo), Jairo “Tormentor” Guedz (guitarra), Marcelo Vasco (guitarra) e Alexandre Oliveira (bateria), apresenta “Altar of Delusion“, primeiro single e clipe do álbum de estreia, “Antichrist Reborn“.
“‘Altar of Delusion’ não foi uma faixa escolhida por acaso para ser o nosso primeiro single, apresentando o álbum ‘Antichrist Reborn’ ao mundo. Ela traduz perfeitamente quem somos, nosso jeito de criar, nossa pegada, inspirações musicais e toda energia contida no som do The Troops of Doom. É claro que o álbum inteiro tem um valor gigante para nós, cada música, cada detalhe, mas decidimos que ‘Altar of Delusion’ seria a melhor para chegar aos fãs nesse primeiro momento”, diz Jairo “Tormentor” Guedz.
Segundo o baterista Alexandre Oliveira, o vídeo teve o Morbid Angel como referência. “O vídeo foi influenciado por clipes de bandas dos anos 80 e 90, como aqueles do Morbid Angel. Inclusive, a coloração e fotografia foram inspiradas no vídeo de ‘Rapture’, faixa do álbum ‘Covenant’. É curioso, porque apesar de não termos uma influência tão direta do som deles, o Morbid Angel sempre foi uma banda presente na história do The Troops of Doom. Quando estávamos moldando as primeiras músicas, Alex ficou ouvindo umas cem vezes o ‘Altars of Madness’ antes de gravar os vocais. Não achamos que seja parecido, e nem era essa a ideia, mas serviu de inspiração. E, pensando agora, ‘Altars of…’ também foi uma forte influência para o título do nosso primeiro single”.
Já o vocalista e baixista Alex Kafer revela que “Altar of Delusion” foi a primeira música composta para o full álbum. “Ela foi criada ainda antes de nosso segundo EP, ‘The Absence of Light’, em 2021. Por sinal, pelo menos 50% das músicas do full já estavam compostas praticamente desde o final de 2020. E a criação de ‘Altar of Delusion’ fluiu rapidamente, de forma natural. Ficamos logo entusiasmados e estávamos muito inspirados naquele momento, então ela foi quase que ‘psicografada’. Eu particularmente adoro o encaixe e o timbre do meu vocal nela”, destaca Kafer.
“Antichrist Reborn”, que sucede os EPs “The Rise Of Heresy” (2020) e “The Absence of Light” (2021), foi mixado pelo produtor sueco Peter Tägtgren (Hypocrisy e Pain) no icônico The Abyss Studio e masterizado por Jonas Kjellgren no Blacklounge Studio, na Suécia. O álbum, que traz a presença de convidados especiais como João Gordo (Ratos de Porão) e Alex Camargo e Moyses Kolesne (Krisiun), conta com doze faixas, sendo dois bônus especiais. Já a arte da capa foi pintada por Sergio “AlJarrinha” Oliveira, o artista por trás da arte original de “Bestial Devastation”, do Sepultura. “O sugestivo título do álbum tem uma forte ligação com a música ‘Antichrist’, da minha época no Sepultura e, claro, porque nosso som é um resgate daquela aura do death metal dos anos 80. Aliás, a data de lançamento será na Sexta-feira Santa, 15 de abril”, revela Guedz.
O lançamento está programado para 15 de abril, em CD Digipack e Cassette e, posteriormente, em vinil. A distribuição digital mais uma vez ficará a cargo da Blood Blast, subsidiária digital da gravadora alemã Nuclear Blast. “Estamos extremamente ansiosos para o lançamento desse primeiro álbum. Finalmente, depois desse chá de pandemia, estamos conseguindo voltar à vida normal… Ou quase, ao que tudo indica. Dedicamos sangue e suor ao disco, foi um trabalho imenso em cima desse material para poder entregar o nosso melhor”, observa Marcelo Vasco. “A produção de Peter Tägtgren ficou animalesca, mantendo aquela sujeira dos discos velhos de death metal – minimalista e sem frescura ou aquele polimento das produções mais modernas, mas ainda trazendo um peso e uma qualidade fantástica. Era exatamente o que a gente precisava!”, conclui.