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  • MANGER CADAVRE? – JOÃO PESSOA (PB)

    MANGER CADAVRE? – JOÃO PESSOA (PB)

    A banda Manger Cadavre? completa 15 anos de trajetória e comemora o marco da melhor forma possível: na estrada. A turnê especial de aniversário já começou e vai percorrer mais de 30 cidades pelo Brasil até o fim do ano, visitando todas as regiões e incluindo destinos inéditos para o grupo, como Manaus, Volta Redonda, Santa Maria e Varginha com um setlist que apresenta o atual álbum e revisita músicas antigas.


    Confira as datas atualizadas em www.instagram.com/mangercadavre


    Fundado pelo baterista Marcelo Kruszynski em São José dos Campos (SP), o Manger Cadavre? teve algumas encarnações. Nasceu como um sexteto, que se manteve apenas no primeiro ano.


    A atual (e terceira) formação, consolidada há 6 anos, conta com Nata de Lima  (vocal), Marcelo Kruszynski (bateria), Paulo Alexandre (guitarra) e Bruno Henrique (baixo). Antes disso, a banda contou por nove anos com Jonas e Marcelinho, fase importante para a consolidação do nome no circuito underground.


    Em uma década e meia de atividade, o Manger nunca parou por mais de dois meses. Foram pouco mais de 340 shows — média de 22 por ano — incluindo turnês por todas as regiões do Brasil, além de passagens pela América do Sul e Europa. Entre os destaques estão a tour com o Extreme Noise Terror (2017), apresentações no Setembro Negro Festival (2018), no Abril Pro Rock (2019) e no Obscene Extreme Festival (2024), além de shows ao lado de Ratos de Porão e Napalm Death em 2024. Ainda assim, a banda reforça que sua essência segue fincada majoritariamente no circuito independente, no faça-você-mesmo e na construção coletiva da cena.


    Reconhecida como uma das bandas mais ativas da música pesada underground nacional, o Manger construiu uma base fiel sem deixar de atrair novos ouvintes a cada lançamento e chamar atenção da crítica especializada: terminou 2025 integrando as principais listas de melhores do ano que reconheceram o mais recente álbum “Como Nascem os Monstros”.


    O quarteto mantém uma média constante de produção: entre álbuns, EPs e splits, costuma lançar material inédito a cada dois anos, sendo os quatro trabalhos mais recentes álbuns cheios.


    Atualmente, o grupo já compõe o quinto disco, com gravações previstas para o início de 2027.


    A identidade visual sempre foi tratada com o mesmo cuidado que a música. O primeiro EP teve arte assinada por Lobo Ramirez, responsável também pela criação e repaginação do logo. Na sequência, as capas até AntiAutoAjuda ficaram a cargo do ex-guitarrista Marcelinho. Já os álbuns mais recentes contaram com artistas convidados: Decomposição (Wendell Araújo, Recife), Imperialismo (Rafael Bueno, São Paulo) e Como Nascem os Monstros (Bárbara Gil, Londrina).


    Resistência, constância e trabalho duro


    Figura que dá voz a essa trajetória, Nata é reconhecida como uma das precursoras quando o assunto é frontwoman na música extrema nacional, ajudando a consolidar o papel das mulheres na cena pesada. Ela diz:


    “Envelhecer nesse circuito é algo que pesa bastante, pois o corpo pede arrego e o meu tem pedido nesse último ano, mas ainda assim eu busco encontrar um equilíbrio para seguir, pois estaria infeliz se não estivesse tendo a vida que tenho hoje. São 15 anos em que a vontade de criar som e tocar, mesmo com todas as roubadas e dificuldades, continua a mesma! Beirando os 40, ainda tenho a mesma empolgação de fazer uma música, como tinha aos 24, 25 anos”.


    Para Paulo Alexandre, o Paulinho, que entrou na atual formação há seis anos, a banda representou uma virada pessoal e artística:

    “A minha entrada no Manger mudou a minha vida. Foi simplesmente a realização do que eu almejava como guitarrista: compor, gravar e sair para tocar. E também mudou minha visão sobre como uma banda deve se organizar para se manter ativa e relevante. Já tive outras bandas, mas em nenhuma encontrei pessoas tão dispostas a viver por essa paixão que é a música pesada (mesmo não vivendo da banda, meio que vivemos pra isso! rs).”


    Bruno também destaca o peso simbólico de integrar um grupo que já admirava antes de fazer parte:


    “Estar na história da banda é uma loucura para mim, por se tratar de uma banda que ouvi muito e acompanhei quando era mais novo e que, nos últimos seis anos, mudou a minha vida. É algo muito especial, principalmente poder espalhar arte, fortalecer a luta de classes e denunciar o grande capital. Que venham muitos e muitos anos ao lado dos meus companheiros!”.


    Fundador da banda, Marcelo celebra o alcance conquistado ao longo dos anos:

    “É muito gratificante ver que a cultura underground chega em lugares onde não imaginávamos, as trocas, as amizades em todas as regiões do Brasil, América Latina e no velho continente. Além da amizade com ex-integrantes desde a primeira formação. Ter uma banda é uma experiência muito foda, poder ver suas músicas em mídias físicas com a ajuda dos selos que acreditam no mesmo que a gente é algo que, para mim, enquanto colecionador, é surreal.”


    A turnê de 15 anos reafirma o espírito inquieto do Manger Cadavre?: uma banda que nunca desacelerou, que transformou resistência em prática cotidiana e que segue ampliando fronteiras agora, chegando também a palcos onde ainda não havia pisado, mirando o futuro e se cristalizando como exemplo de prosperidade dentro do underground.

    Siga Manger Cadavre? 

    YouTube – https://www.youtube.com/mangercadavre
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    Instagram: https://www.instagram.com/mangercadavre

  • MANGER CADAVRE? – RECIFE (PE)

    MANGER CADAVRE? – RECIFE (PE)

    A banda Manger Cadavre? completa 15 anos de trajetória e comemora o marco da melhor forma possível: na estrada. A turnê especial de aniversário já começou e vai percorrer mais de 30 cidades pelo Brasil até o fim do ano, visitando todas as regiões e incluindo destinos inéditos para o grupo, como Manaus, Volta Redonda, Santa Maria e Varginha com um setlist que apresenta o atual álbum e revisita músicas antigas.


    Confira as datas atualizadas em www.instagram.com/mangercadavre


    Fundado pelo baterista Marcelo Kruszynski em São José dos Campos (SP), o Manger Cadavre? teve algumas encarnações. Nasceu como um sexteto, que se manteve apenas no primeiro ano.


    A atual (e terceira) formação, consolidada há 6 anos, conta com Nata de Lima  (vocal), Marcelo Kruszynski (bateria), Paulo Alexandre (guitarra) e Bruno Henrique (baixo). Antes disso, a banda contou por nove anos com Jonas e Marcelinho, fase importante para a consolidação do nome no circuito underground.


    Em uma década e meia de atividade, o Manger nunca parou por mais de dois meses. Foram pouco mais de 340 shows — média de 22 por ano — incluindo turnês por todas as regiões do Brasil, além de passagens pela América do Sul e Europa. Entre os destaques estão a tour com o Extreme Noise Terror (2017), apresentações no Setembro Negro Festival (2018), no Abril Pro Rock (2019) e no Obscene Extreme Festival (2024), além de shows ao lado de Ratos de Porão e Napalm Death em 2024. Ainda assim, a banda reforça que sua essência segue fincada majoritariamente no circuito independente, no faça-você-mesmo e na construção coletiva da cena.


    Reconhecida como uma das bandas mais ativas da música pesada underground nacional, o Manger construiu uma base fiel sem deixar de atrair novos ouvintes a cada lançamento e chamar atenção da crítica especializada: terminou 2025 integrando as principais listas de melhores do ano que reconheceram o mais recente álbum “Como Nascem os Monstros”.


    O quarteto mantém uma média constante de produção: entre álbuns, EPs e splits, costuma lançar material inédito a cada dois anos, sendo os quatro trabalhos mais recentes álbuns cheios.


    Atualmente, o grupo já compõe o quinto disco, com gravações previstas para o início de 2027.


    A identidade visual sempre foi tratada com o mesmo cuidado que a música. O primeiro EP teve arte assinada por Lobo Ramirez, responsável também pela criação e repaginação do logo. Na sequência, as capas até AntiAutoAjuda ficaram a cargo do ex-guitarrista Marcelinho. Já os álbuns mais recentes contaram com artistas convidados: Decomposição (Wendell Araújo, Recife), Imperialismo (Rafael Bueno, São Paulo) e Como Nascem os Monstros (Bárbara Gil, Londrina).


    Resistência, constância e trabalho duro


    Figura que dá voz a essa trajetória, Nata é reconhecida como uma das precursoras quando o assunto é frontwoman na música extrema nacional, ajudando a consolidar o papel das mulheres na cena pesada. Ela diz:


    “Envelhecer nesse circuito é algo que pesa bastante, pois o corpo pede arrego e o meu tem pedido nesse último ano, mas ainda assim eu busco encontrar um equilíbrio para seguir, pois estaria infeliz se não estivesse tendo a vida que tenho hoje. São 15 anos em que a vontade de criar som e tocar, mesmo com todas as roubadas e dificuldades, continua a mesma! Beirando os 40, ainda tenho a mesma empolgação de fazer uma música, como tinha aos 24, 25 anos”.


    Para Paulo Alexandre, o Paulinho, que entrou na atual formação há seis anos, a banda representou uma virada pessoal e artística:

    “A minha entrada no Manger mudou a minha vida. Foi simplesmente a realização do que eu almejava como guitarrista: compor, gravar e sair para tocar. E também mudou minha visão sobre como uma banda deve se organizar para se manter ativa e relevante. Já tive outras bandas, mas em nenhuma encontrei pessoas tão dispostas a viver por essa paixão que é a música pesada (mesmo não vivendo da banda, meio que vivemos pra isso! rs).”


    Bruno também destaca o peso simbólico de integrar um grupo que já admirava antes de fazer parte:


    “Estar na história da banda é uma loucura para mim, por se tratar de uma banda que ouvi muito e acompanhei quando era mais novo e que, nos últimos seis anos, mudou a minha vida. É algo muito especial, principalmente poder espalhar arte, fortalecer a luta de classes e denunciar o grande capital. Que venham muitos e muitos anos ao lado dos meus companheiros!”.


    Fundador da banda, Marcelo celebra o alcance conquistado ao longo dos anos:

    “É muito gratificante ver que a cultura underground chega em lugares onde não imaginávamos, as trocas, as amizades em todas as regiões do Brasil, América Latina e no velho continente. Além da amizade com ex-integrantes desde a primeira formação. Ter uma banda é uma experiência muito foda, poder ver suas músicas em mídias físicas com a ajuda dos selos que acreditam no mesmo que a gente é algo que, para mim, enquanto colecionador, é surreal.”


    A turnê de 15 anos reafirma o espírito inquieto do Manger Cadavre?: uma banda que nunca desacelerou, que transformou resistência em prática cotidiana e que segue ampliando fronteiras agora, chegando também a palcos onde ainda não havia pisado, mirando o futuro e se cristalizando como exemplo de prosperidade dentro do underground.

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  • MANGER CADAVRE? – CARUARU (PE)

    MANGER CADAVRE? – CARUARU (PE)

    A banda Manger Cadavre? completa 15 anos de trajetória e comemora o marco da melhor forma possível: na estrada. A turnê especial de aniversário já começou e vai percorrer mais de 30 cidades pelo Brasil até o fim do ano, visitando todas as regiões e incluindo destinos inéditos para o grupo, como Manaus, Volta Redonda, Santa Maria e Varginha com um setlist que apresenta o atual álbum e revisita músicas antigas.


    Confira as datas atualizadas em www.instagram.com/mangercadavre


    Fundado pelo baterista Marcelo Kruszynski em São José dos Campos (SP), o Manger Cadavre? teve algumas encarnações. Nasceu como um sexteto, que se manteve apenas no primeiro ano.


    A atual (e terceira) formação, consolidada há 6 anos, conta com Nata de Lima  (vocal), Marcelo Kruszynski (bateria), Paulo Alexandre (guitarra) e Bruno Henrique (baixo). Antes disso, a banda contou por nove anos com Jonas e Marcelinho, fase importante para a consolidação do nome no circuito underground.


    Em uma década e meia de atividade, o Manger nunca parou por mais de dois meses. Foram pouco mais de 340 shows — média de 22 por ano — incluindo turnês por todas as regiões do Brasil, além de passagens pela América do Sul e Europa. Entre os destaques estão a tour com o Extreme Noise Terror (2017), apresentações no Setembro Negro Festival (2018), no Abril Pro Rock (2019) e no Obscene Extreme Festival (2024), além de shows ao lado de Ratos de Porão e Napalm Death em 2024. Ainda assim, a banda reforça que sua essência segue fincada majoritariamente no circuito independente, no faça-você-mesmo e na construção coletiva da cena.


    Reconhecida como uma das bandas mais ativas da música pesada underground nacional, o Manger construiu uma base fiel sem deixar de atrair novos ouvintes a cada lançamento e chamar atenção da crítica especializada: terminou 2025 integrando as principais listas de melhores do ano que reconheceram o mais recente álbum “Como Nascem os Monstros”.


    O quarteto mantém uma média constante de produção: entre álbuns, EPs e splits, costuma lançar material inédito a cada dois anos, sendo os quatro trabalhos mais recentes álbuns cheios.


    Atualmente, o grupo já compõe o quinto disco, com gravações previstas para o início de 2027.


    A identidade visual sempre foi tratada com o mesmo cuidado que a música. O primeiro EP teve arte assinada por Lobo Ramirez, responsável também pela criação e repaginação do logo. Na sequência, as capas até AntiAutoAjuda ficaram a cargo do ex-guitarrista Marcelinho. Já os álbuns mais recentes contaram com artistas convidados: Decomposição (Wendell Araújo, Recife), Imperialismo (Rafael Bueno, São Paulo) e Como Nascem os Monstros (Bárbara Gil, Londrina).


    Resistência, constância e trabalho duro


    Figura que dá voz a essa trajetória, Nata é reconhecida como uma das precursoras quando o assunto é frontwoman na música extrema nacional, ajudando a consolidar o papel das mulheres na cena pesada. Ela diz:


    “Envelhecer nesse circuito é algo que pesa bastante, pois o corpo pede arrego e o meu tem pedido nesse último ano, mas ainda assim eu busco encontrar um equilíbrio para seguir, pois estaria infeliz se não estivesse tendo a vida que tenho hoje. São 15 anos em que a vontade de criar som e tocar, mesmo com todas as roubadas e dificuldades, continua a mesma! Beirando os 40, ainda tenho a mesma empolgação de fazer uma música, como tinha aos 24, 25 anos”.


    Para Paulo Alexandre, o Paulinho, que entrou na atual formação há seis anos, a banda representou uma virada pessoal e artística:

    “A minha entrada no Manger mudou a minha vida. Foi simplesmente a realização do que eu almejava como guitarrista: compor, gravar e sair para tocar. E também mudou minha visão sobre como uma banda deve se organizar para se manter ativa e relevante. Já tive outras bandas, mas em nenhuma encontrei pessoas tão dispostas a viver por essa paixão que é a música pesada (mesmo não vivendo da banda, meio que vivemos pra isso! rs).”


    Bruno também destaca o peso simbólico de integrar um grupo que já admirava antes de fazer parte:


    “Estar na história da banda é uma loucura para mim, por se tratar de uma banda que ouvi muito e acompanhei quando era mais novo e que, nos últimos seis anos, mudou a minha vida. É algo muito especial, principalmente poder espalhar arte, fortalecer a luta de classes e denunciar o grande capital. Que venham muitos e muitos anos ao lado dos meus companheiros!”.


    Fundador da banda, Marcelo celebra o alcance conquistado ao longo dos anos:

    “É muito gratificante ver que a cultura underground chega em lugares onde não imaginávamos, as trocas, as amizades em todas as regiões do Brasil, América Latina e no velho continente. Além da amizade com ex-integrantes desde a primeira formação. Ter uma banda é uma experiência muito foda, poder ver suas músicas em mídias físicas com a ajuda dos selos que acreditam no mesmo que a gente é algo que, para mim, enquanto colecionador, é surreal.”


    A turnê de 15 anos reafirma o espírito inquieto do Manger Cadavre?: uma banda que nunca desacelerou, que transformou resistência em prática cotidiana e que segue ampliando fronteiras agora, chegando também a palcos onde ainda não havia pisado, mirando o futuro e se cristalizando como exemplo de prosperidade dentro do underground.

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  • MANGER CADAVRE? – ARAPIRACA (AL)

    MANGER CADAVRE? – ARAPIRACA (AL)

    A banda Manger Cadavre? completa 15 anos de trajetória e comemora o marco da melhor forma possível: na estrada. A turnê especial de aniversário já começou e vai percorrer mais de 30 cidades pelo Brasil até o fim do ano, visitando todas as regiões e incluindo destinos inéditos para o grupo, como Manaus, Volta Redonda, Santa Maria e Varginha com um setlist que apresenta o atual álbum e revisita músicas antigas.


    Confira as datas atualizadas em www.instagram.com/mangercadavre


    Fundado pelo baterista Marcelo Kruszynski em São José dos Campos (SP), o Manger Cadavre? teve algumas encarnações. Nasceu como um sexteto, que se manteve apenas no primeiro ano.


    A atual (e terceira) formação, consolidada há 6 anos, conta com Nata de Lima  (vocal), Marcelo Kruszynski (bateria), Paulo Alexandre (guitarra) e Bruno Henrique (baixo). Antes disso, a banda contou por nove anos com Jonas e Marcelinho, fase importante para a consolidação do nome no circuito underground.


    Em uma década e meia de atividade, o Manger nunca parou por mais de dois meses. Foram pouco mais de 340 shows — média de 22 por ano — incluindo turnês por todas as regiões do Brasil, além de passagens pela América do Sul e Europa. Entre os destaques estão a tour com o Extreme Noise Terror (2017), apresentações no Setembro Negro Festival (2018), no Abril Pro Rock (2019) e no Obscene Extreme Festival (2024), além de shows ao lado de Ratos de Porão e Napalm Death em 2024. Ainda assim, a banda reforça que sua essência segue fincada majoritariamente no circuito independente, no faça-você-mesmo e na construção coletiva da cena.


    Reconhecida como uma das bandas mais ativas da música pesada underground nacional, o Manger construiu uma base fiel sem deixar de atrair novos ouvintes a cada lançamento e chamar atenção da crítica especializada: terminou 2025 integrando as principais listas de melhores do ano que reconheceram o mais recente álbum “Como Nascem os Monstros”.


    O quarteto mantém uma média constante de produção: entre álbuns, EPs e splits, costuma lançar material inédito a cada dois anos, sendo os quatro trabalhos mais recentes álbuns cheios.


    Atualmente, o grupo já compõe o quinto disco, com gravações previstas para o início de 2027.


    A identidade visual sempre foi tratada com o mesmo cuidado que a música. O primeiro EP teve arte assinada por Lobo Ramirez, responsável também pela criação e repaginação do logo. Na sequência, as capas até AntiAutoAjuda ficaram a cargo do ex-guitarrista Marcelinho. Já os álbuns mais recentes contaram com artistas convidados: Decomposição (Wendell Araújo, Recife), Imperialismo (Rafael Bueno, São Paulo) e Como Nascem os Monstros (Bárbara Gil, Londrina).


    Resistência, constância e trabalho duro


    Figura que dá voz a essa trajetória, Nata é reconhecida como uma das precursoras quando o assunto é frontwoman na música extrema nacional, ajudando a consolidar o papel das mulheres na cena pesada. Ela diz:


    “Envelhecer nesse circuito é algo que pesa bastante, pois o corpo pede arrego e o meu tem pedido nesse último ano, mas ainda assim eu busco encontrar um equilíbrio para seguir, pois estaria infeliz se não estivesse tendo a vida que tenho hoje. São 15 anos em que a vontade de criar som e tocar, mesmo com todas as roubadas e dificuldades, continua a mesma! Beirando os 40, ainda tenho a mesma empolgação de fazer uma música, como tinha aos 24, 25 anos”.


    Para Paulo Alexandre, o Paulinho, que entrou na atual formação há seis anos, a banda representou uma virada pessoal e artística:

    “A minha entrada no Manger mudou a minha vida. Foi simplesmente a realização do que eu almejava como guitarrista: compor, gravar e sair para tocar. E também mudou minha visão sobre como uma banda deve se organizar para se manter ativa e relevante. Já tive outras bandas, mas em nenhuma encontrei pessoas tão dispostas a viver por essa paixão que é a música pesada (mesmo não vivendo da banda, meio que vivemos pra isso! rs).”


    Bruno também destaca o peso simbólico de integrar um grupo que já admirava antes de fazer parte:


    “Estar na história da banda é uma loucura para mim, por se tratar de uma banda que ouvi muito e acompanhei quando era mais novo e que, nos últimos seis anos, mudou a minha vida. É algo muito especial, principalmente poder espalhar arte, fortalecer a luta de classes e denunciar o grande capital. Que venham muitos e muitos anos ao lado dos meus companheiros!”.


    Fundador da banda, Marcelo celebra o alcance conquistado ao longo dos anos:

    “É muito gratificante ver que a cultura underground chega em lugares onde não imaginávamos, as trocas, as amizades em todas as regiões do Brasil, América Latina e no velho continente. Além da amizade com ex-integrantes desde a primeira formação. Ter uma banda é uma experiência muito foda, poder ver suas músicas em mídias físicas com a ajuda dos selos que acreditam no mesmo que a gente é algo que, para mim, enquanto colecionador, é surreal.”


    A turnê de 15 anos reafirma o espírito inquieto do Manger Cadavre?: uma banda que nunca desacelerou, que transformou resistência em prática cotidiana e que segue ampliando fronteiras agora, chegando também a palcos onde ainda não havia pisado, mirando o futuro e se cristalizando como exemplo de prosperidade dentro do underground.

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  • MANGER CADAVRE? – ARACAJÚ (SE)

    MANGER CADAVRE? – ARACAJÚ (SE)

    A banda Manger Cadavre? completa 15 anos de trajetória e comemora o marco da melhor forma possível: na estrada. A turnê especial de aniversário já começou e vai percorrer mais de 30 cidades pelo Brasil até o fim do ano, visitando todas as regiões e incluindo destinos inéditos para o grupo, como Manaus, Volta Redonda, Santa Maria e Varginha com um setlist que apresenta o atual álbum e revisita músicas antigas.


    Confira as datas atualizadas em www.instagram.com/mangercadavre


    Fundado pelo baterista Marcelo Kruszynski em São José dos Campos (SP), o Manger Cadavre? teve algumas encarnações. Nasceu como um sexteto, que se manteve apenas no primeiro ano.


    A atual (e terceira) formação, consolidada há 6 anos, conta com Nata de Lima  (vocal), Marcelo Kruszynski (bateria), Paulo Alexandre (guitarra) e Bruno Henrique (baixo). Antes disso, a banda contou por nove anos com Jonas e Marcelinho, fase importante para a consolidação do nome no circuito underground.


    Em uma década e meia de atividade, o Manger nunca parou por mais de dois meses. Foram pouco mais de 340 shows — média de 22 por ano — incluindo turnês por todas as regiões do Brasil, além de passagens pela América do Sul e Europa. Entre os destaques estão a tour com o Extreme Noise Terror (2017), apresentações no Setembro Negro Festival (2018), no Abril Pro Rock (2019) e no Obscene Extreme Festival (2024), além de shows ao lado de Ratos de Porão e Napalm Death em 2024. Ainda assim, a banda reforça que sua essência segue fincada majoritariamente no circuito independente, no faça-você-mesmo e na construção coletiva da cena.


    Reconhecida como uma das bandas mais ativas da música pesada underground nacional, o Manger construiu uma base fiel sem deixar de atrair novos ouvintes a cada lançamento e chamar atenção da crítica especializada: terminou 2025 integrando as principais listas de melhores do ano que reconheceram o mais recente álbum “Como Nascem os Monstros”.


    O quarteto mantém uma média constante de produção: entre álbuns, EPs e splits, costuma lançar material inédito a cada dois anos, sendo os quatro trabalhos mais recentes álbuns cheios.


    Atualmente, o grupo já compõe o quinto disco, com gravações previstas para o início de 2027.


    A identidade visual sempre foi tratada com o mesmo cuidado que a música. O primeiro EP teve arte assinada por Lobo Ramirez, responsável também pela criação e repaginação do logo. Na sequência, as capas até AntiAutoAjuda ficaram a cargo do ex-guitarrista Marcelinho. Já os álbuns mais recentes contaram com artistas convidados: Decomposição (Wendell Araújo, Recife), Imperialismo (Rafael Bueno, São Paulo) e Como Nascem os Monstros (Bárbara Gil, Londrina).


    Resistência, constância e trabalho duro


    Figura que dá voz a essa trajetória, Nata é reconhecida como uma das precursoras quando o assunto é frontwoman na música extrema nacional, ajudando a consolidar o papel das mulheres na cena pesada. Ela diz:


    “Envelhecer nesse circuito é algo que pesa bastante, pois o corpo pede arrego e o meu tem pedido nesse último ano, mas ainda assim eu busco encontrar um equilíbrio para seguir, pois estaria infeliz se não estivesse tendo a vida que tenho hoje. São 15 anos em que a vontade de criar som e tocar, mesmo com todas as roubadas e dificuldades, continua a mesma! Beirando os 40, ainda tenho a mesma empolgação de fazer uma música, como tinha aos 24, 25 anos”.


    Para Paulo Alexandre, o Paulinho, que entrou na atual formação há seis anos, a banda representou uma virada pessoal e artística:

    “A minha entrada no Manger mudou a minha vida. Foi simplesmente a realização do que eu almejava como guitarrista: compor, gravar e sair para tocar. E também mudou minha visão sobre como uma banda deve se organizar para se manter ativa e relevante. Já tive outras bandas, mas em nenhuma encontrei pessoas tão dispostas a viver por essa paixão que é a música pesada (mesmo não vivendo da banda, meio que vivemos pra isso! rs).”


    Bruno também destaca o peso simbólico de integrar um grupo que já admirava antes de fazer parte:


    “Estar na história da banda é uma loucura para mim, por se tratar de uma banda que ouvi muito e acompanhei quando era mais novo e que, nos últimos seis anos, mudou a minha vida. É algo muito especial, principalmente poder espalhar arte, fortalecer a luta de classes e denunciar o grande capital. Que venham muitos e muitos anos ao lado dos meus companheiros!”.


    Fundador da banda, Marcelo celebra o alcance conquistado ao longo dos anos:

    “É muito gratificante ver que a cultura underground chega em lugares onde não imaginávamos, as trocas, as amizades em todas as regiões do Brasil, América Latina e no velho continente. Além da amizade com ex-integrantes desde a primeira formação. Ter uma banda é uma experiência muito foda, poder ver suas músicas em mídias físicas com a ajuda dos selos que acreditam no mesmo que a gente é algo que, para mim, enquanto colecionador, é surreal.”


    A turnê de 15 anos reafirma o espírito inquieto do Manger Cadavre?: uma banda que nunca desacelerou, que transformou resistência em prática cotidiana e que segue ampliando fronteiras agora, chegando também a palcos onde ainda não havia pisado, mirando o futuro e se cristalizando como exemplo de prosperidade dentro do underground.

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  • MANGER CADAVRE? – SALVADOR (BA)

    MANGER CADAVRE? – SALVADOR (BA)

    A banda Manger Cadavre? completa 15 anos de trajetória e comemora o marco da melhor forma possível: na estrada. A turnê especial de aniversário já começou e vai percorrer mais de 30 cidades pelo Brasil até o fim do ano, visitando todas as regiões e incluindo destinos inéditos para o grupo, como Manaus, Volta Redonda, Santa Maria e Varginha com um setlist que apresenta o atual álbum e revisita músicas antigas.


    Confira as datas atualizadas em www.instagram.com/mangercadavre


    Fundado pelo baterista Marcelo Kruszynski em São José dos Campos (SP), o Manger Cadavre? teve algumas encarnações. Nasceu como um sexteto, que se manteve apenas no primeiro ano.


    A atual (e terceira) formação, consolidada há 6 anos, conta com Nata de Lima  (vocal), Marcelo Kruszynski (bateria), Paulo Alexandre (guitarra) e Bruno Henrique (baixo). Antes disso, a banda contou por nove anos com Jonas e Marcelinho, fase importante para a consolidação do nome no circuito underground.


    Em uma década e meia de atividade, o Manger nunca parou por mais de dois meses. Foram pouco mais de 340 shows — média de 22 por ano — incluindo turnês por todas as regiões do Brasil, além de passagens pela América do Sul e Europa. Entre os destaques estão a tour com o Extreme Noise Terror (2017), apresentações no Setembro Negro Festival (2018), no Abril Pro Rock (2019) e no Obscene Extreme Festival (2024), além de shows ao lado de Ratos de Porão e Napalm Death em 2024. Ainda assim, a banda reforça que sua essência segue fincada majoritariamente no circuito independente, no faça-você-mesmo e na construção coletiva da cena.


    Reconhecida como uma das bandas mais ativas da música pesada underground nacional, o Manger construiu uma base fiel sem deixar de atrair novos ouvintes a cada lançamento e chamar atenção da crítica especializada: terminou 2025 integrando as principais listas de melhores do ano que reconheceram o mais recente álbum “Como Nascem os Monstros”.


    O quarteto mantém uma média constante de produção: entre álbuns, EPs e splits, costuma lançar material inédito a cada dois anos, sendo os quatro trabalhos mais recentes álbuns cheios.


    Atualmente, o grupo já compõe o quinto disco, com gravações previstas para o início de 2027.


    A identidade visual sempre foi tratada com o mesmo cuidado que a música. O primeiro EP teve arte assinada por Lobo Ramirez, responsável também pela criação e repaginação do logo. Na sequência, as capas até AntiAutoAjuda ficaram a cargo do ex-guitarrista Marcelinho. Já os álbuns mais recentes contaram com artistas convidados: Decomposição (Wendell Araújo, Recife), Imperialismo (Rafael Bueno, São Paulo) e Como Nascem os Monstros (Bárbara Gil, Londrina).


    Resistência, constância e trabalho duro


    Figura que dá voz a essa trajetória, Nata é reconhecida como uma das precursoras quando o assunto é frontwoman na música extrema nacional, ajudando a consolidar o papel das mulheres na cena pesada. Ela diz:


    “Envelhecer nesse circuito é algo que pesa bastante, pois o corpo pede arrego e o meu tem pedido nesse último ano, mas ainda assim eu busco encontrar um equilíbrio para seguir, pois estaria infeliz se não estivesse tendo a vida que tenho hoje. São 15 anos em que a vontade de criar som e tocar, mesmo com todas as roubadas e dificuldades, continua a mesma! Beirando os 40, ainda tenho a mesma empolgação de fazer uma música, como tinha aos 24, 25 anos”.


    Para Paulo Alexandre, o Paulinho, que entrou na atual formação há seis anos, a banda representou uma virada pessoal e artística:

    “A minha entrada no Manger mudou a minha vida. Foi simplesmente a realização do que eu almejava como guitarrista: compor, gravar e sair para tocar. E também mudou minha visão sobre como uma banda deve se organizar para se manter ativa e relevante. Já tive outras bandas, mas em nenhuma encontrei pessoas tão dispostas a viver por essa paixão que é a música pesada (mesmo não vivendo da banda, meio que vivemos pra isso! rs).”


    Bruno também destaca o peso simbólico de integrar um grupo que já admirava antes de fazer parte:


    “Estar na história da banda é uma loucura para mim, por se tratar de uma banda que ouvi muito e acompanhei quando era mais novo e que, nos últimos seis anos, mudou a minha vida. É algo muito especial, principalmente poder espalhar arte, fortalecer a luta de classes e denunciar o grande capital. Que venham muitos e muitos anos ao lado dos meus companheiros!”.


    Fundador da banda, Marcelo celebra o alcance conquistado ao longo dos anos:

    “É muito gratificante ver que a cultura underground chega em lugares onde não imaginávamos, as trocas, as amizades em todas as regiões do Brasil, América Latina e no velho continente. Além da amizade com ex-integrantes desde a primeira formação. Ter uma banda é uma experiência muito foda, poder ver suas músicas em mídias físicas com a ajuda dos selos que acreditam no mesmo que a gente é algo que, para mim, enquanto colecionador, é surreal.”


    A turnê de 15 anos reafirma o espírito inquieto do Manger Cadavre?: uma banda que nunca desacelerou, que transformou resistência em prática cotidiana e que segue ampliando fronteiras agora, chegando também a palcos onde ainda não havia pisado, mirando o futuro e se cristalizando como exemplo de prosperidade dentro do underground.

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  • MANGER CADAVRE? – CURITIBA (PR)

    MANGER CADAVRE? – CURITIBA (PR)

    A banda Manger Cadavre? completa 15 anos de trajetória e comemora o marco da melhor forma possível: na estrada. A turnê especial de aniversário já começou e vai percorrer mais de 30 cidades pelo Brasil até o fim do ano, visitando todas as regiões e incluindo destinos inéditos para o grupo, como Manaus, Volta Redonda, Santa Maria e Varginha com um setlist que apresenta o atual álbum e revisita músicas antigas.


    Confira as datas atualizadas em www.instagram.com/mangercadavre


    Fundado pelo baterista Marcelo Kruszynski em São José dos Campos (SP), o Manger Cadavre? teve algumas encarnações. Nasceu como um sexteto, que se manteve apenas no primeiro ano.


    A atual (e terceira) formação, consolidada há 6 anos, conta com Nata de Lima  (vocal), Marcelo Kruszynski (bateria), Paulo Alexandre (guitarra) e Bruno Henrique (baixo). Antes disso, a banda contou por nove anos com Jonas e Marcelinho, fase importante para a consolidação do nome no circuito underground.


    Em uma década e meia de atividade, o Manger nunca parou por mais de dois meses. Foram pouco mais de 340 shows — média de 22 por ano — incluindo turnês por todas as regiões do Brasil, além de passagens pela América do Sul e Europa. Entre os destaques estão a tour com o Extreme Noise Terror (2017), apresentações no Setembro Negro Festival (2018), no Abril Pro Rock (2019) e no Obscene Extreme Festival (2024), além de shows ao lado de Ratos de Porão e Napalm Death em 2024. Ainda assim, a banda reforça que sua essência segue fincada majoritariamente no circuito independente, no faça-você-mesmo e na construção coletiva da cena.


    Reconhecida como uma das bandas mais ativas da música pesada underground nacional, o Manger construiu uma base fiel sem deixar de atrair novos ouvintes a cada lançamento e chamar atenção da crítica especializada: terminou 2025 integrando as principais listas de melhores do ano que reconheceram o mais recente álbum “Como Nascem os Monstros”.


    O quarteto mantém uma média constante de produção: entre álbuns, EPs e splits, costuma lançar material inédito a cada dois anos, sendo os quatro trabalhos mais recentes álbuns cheios.


    Atualmente, o grupo já compõe o quinto disco, com gravações previstas para o início de 2027.


    A identidade visual sempre foi tratada com o mesmo cuidado que a música. O primeiro EP teve arte assinada por Lobo Ramirez, responsável também pela criação e repaginação do logo. Na sequência, as capas até AntiAutoAjuda ficaram a cargo do ex-guitarrista Marcelinho. Já os álbuns mais recentes contaram com artistas convidados: Decomposição (Wendell Araújo, Recife), Imperialismo (Rafael Bueno, São Paulo) e Como Nascem os Monstros (Bárbara Gil, Londrina).


    Resistência, constância e trabalho duro


    Figura que dá voz a essa trajetória, Nata é reconhecida como uma das precursoras quando o assunto é frontwoman na música extrema nacional, ajudando a consolidar o papel das mulheres na cena pesada. Ela diz:


    “Envelhecer nesse circuito é algo que pesa bastante, pois o corpo pede arrego e o meu tem pedido nesse último ano, mas ainda assim eu busco encontrar um equilíbrio para seguir, pois estaria infeliz se não estivesse tendo a vida que tenho hoje. São 15 anos em que a vontade de criar som e tocar, mesmo com todas as roubadas e dificuldades, continua a mesma! Beirando os 40, ainda tenho a mesma empolgação de fazer uma música, como tinha aos 24, 25 anos”.


    Para Paulo Alexandre, o Paulinho, que entrou na atual formação há seis anos, a banda representou uma virada pessoal e artística:

    “A minha entrada no Manger mudou a minha vida. Foi simplesmente a realização do que eu almejava como guitarrista: compor, gravar e sair para tocar. E também mudou minha visão sobre como uma banda deve se organizar para se manter ativa e relevante. Já tive outras bandas, mas em nenhuma encontrei pessoas tão dispostas a viver por essa paixão que é a música pesada (mesmo não vivendo da banda, meio que vivemos pra isso! rs).”


    Bruno também destaca o peso simbólico de integrar um grupo que já admirava antes de fazer parte:


    “Estar na história da banda é uma loucura para mim, por se tratar de uma banda que ouvi muito e acompanhei quando era mais novo e que, nos últimos seis anos, mudou a minha vida. É algo muito especial, principalmente poder espalhar arte, fortalecer a luta de classes e denunciar o grande capital. Que venham muitos e muitos anos ao lado dos meus companheiros!”.


    Fundador da banda, Marcelo celebra o alcance conquistado ao longo dos anos:

    “É muito gratificante ver que a cultura underground chega em lugares onde não imaginávamos, as trocas, as amizades em todas as regiões do Brasil, América Latina e no velho continente. Além da amizade com ex-integrantes desde a primeira formação. Ter uma banda é uma experiência muito foda, poder ver suas músicas em mídias físicas com a ajuda dos selos que acreditam no mesmo que a gente é algo que, para mim, enquanto colecionador, é surreal.”


    A turnê de 15 anos reafirma o espírito inquieto do Manger Cadavre?: uma banda que nunca desacelerou, que transformou resistência em prática cotidiana e que segue ampliando fronteiras agora, chegando também a palcos onde ainda não havia pisado, mirando o futuro e se cristalizando como exemplo de prosperidade dentro do underground.

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  • MANGER CADAVRE? – SANTO ANDRÉ (SP)

    MANGER CADAVRE? – SANTO ANDRÉ (SP)

    A banda Manger Cadavre? completa 15 anos de trajetória e comemora o marco da melhor forma possível: na estrada. A turnê especial de aniversário já começou e vai percorrer mais de 30 cidades pelo Brasil até o fim do ano, visitando todas as regiões e incluindo destinos inéditos para o grupo, como Manaus, Volta Redonda, Santa Maria e Varginha com um setlist que apresenta o atual álbum e revisita músicas antigas.


    Confira as datas atualizadas em www.instagram.com/mangercadavre


    Fundado pelo baterista Marcelo Kruszynski em São José dos Campos (SP), o Manger Cadavre? teve algumas encarnações. Nasceu como um sexteto, que se manteve apenas no primeiro ano.


    A atual (e terceira) formação, consolidada há 6 anos, conta com Nata de Lima  (vocal), Marcelo Kruszynski (bateria), Paulo Alexandre (guitarra) e Bruno Henrique (baixo). Antes disso, a banda contou por nove anos com Jonas e Marcelinho, fase importante para a consolidação do nome no circuito underground.


    Em uma década e meia de atividade, o Manger nunca parou por mais de dois meses. Foram pouco mais de 340 shows — média de 22 por ano — incluindo turnês por todas as regiões do Brasil, além de passagens pela América do Sul e Europa. Entre os destaques estão a tour com o Extreme Noise Terror (2017), apresentações no Setembro Negro Festival (2018), no Abril Pro Rock (2019) e no Obscene Extreme Festival (2024), além de shows ao lado de Ratos de Porão e Napalm Death em 2024. Ainda assim, a banda reforça que sua essência segue fincada majoritariamente no circuito independente, no faça-você-mesmo e na construção coletiva da cena.


    Reconhecida como uma das bandas mais ativas da música pesada underground nacional, o Manger construiu uma base fiel sem deixar de atrair novos ouvintes a cada lançamento e chamar atenção da crítica especializada: terminou 2025 integrando as principais listas de melhores do ano que reconheceram o mais recente álbum “Como Nascem os Monstros”.


    O quarteto mantém uma média constante de produção: entre álbuns, EPs e splits, costuma lançar material inédito a cada dois anos, sendo os quatro trabalhos mais recentes álbuns cheios.


    Atualmente, o grupo já compõe o quinto disco, com gravações previstas para o início de 2027.


    A identidade visual sempre foi tratada com o mesmo cuidado que a música. O primeiro EP teve arte assinada por Lobo Ramirez, responsável também pela criação e repaginação do logo. Na sequência, as capas até AntiAutoAjuda ficaram a cargo do ex-guitarrista Marcelinho. Já os álbuns mais recentes contaram com artistas convidados: Decomposição (Wendell Araújo, Recife), Imperialismo (Rafael Bueno, São Paulo) e Como Nascem os Monstros (Bárbara Gil, Londrina).


    Resistência, constância e trabalho duro


    Figura que dá voz a essa trajetória, Nata é reconhecida como uma das precursoras quando o assunto é frontwoman na música extrema nacional, ajudando a consolidar o papel das mulheres na cena pesada. Ela diz:


    “Envelhecer nesse circuito é algo que pesa bastante, pois o corpo pede arrego e o meu tem pedido nesse último ano, mas ainda assim eu busco encontrar um equilíbrio para seguir, pois estaria infeliz se não estivesse tendo a vida que tenho hoje. São 15 anos em que a vontade de criar som e tocar, mesmo com todas as roubadas e dificuldades, continua a mesma! Beirando os 40, ainda tenho a mesma empolgação de fazer uma música, como tinha aos 24, 25 anos”.


    Para Paulo Alexandre, o Paulinho, que entrou na atual formação há seis anos, a banda representou uma virada pessoal e artística:

    “A minha entrada no Manger mudou a minha vida. Foi simplesmente a realização do que eu almejava como guitarrista: compor, gravar e sair para tocar. E também mudou minha visão sobre como uma banda deve se organizar para se manter ativa e relevante. Já tive outras bandas, mas em nenhuma encontrei pessoas tão dispostas a viver por essa paixão que é a música pesada (mesmo não vivendo da banda, meio que vivemos pra isso! rs).”


    Bruno também destaca o peso simbólico de integrar um grupo que já admirava antes de fazer parte:


    “Estar na história da banda é uma loucura para mim, por se tratar de uma banda que ouvi muito e acompanhei quando era mais novo e que, nos últimos seis anos, mudou a minha vida. É algo muito especial, principalmente poder espalhar arte, fortalecer a luta de classes e denunciar o grande capital. Que venham muitos e muitos anos ao lado dos meus companheiros!”.


    Fundador da banda, Marcelo celebra o alcance conquistado ao longo dos anos:

    “É muito gratificante ver que a cultura underground chega em lugares onde não imaginávamos, as trocas, as amizades em todas as regiões do Brasil, América Latina e no velho continente. Além da amizade com ex-integrantes desde a primeira formação. Ter uma banda é uma experiência muito foda, poder ver suas músicas em mídias físicas com a ajuda dos selos que acreditam no mesmo que a gente é algo que, para mim, enquanto colecionador, é surreal.”


    A turnê de 15 anos reafirma o espírito inquieto do Manger Cadavre?: uma banda que nunca desacelerou, que transformou resistência em prática cotidiana e que segue ampliando fronteiras agora, chegando também a palcos onde ainda não havia pisado, mirando o futuro e se cristalizando como exemplo de prosperidade dentro do underground.

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  • MANGER CADAVRE? – JUIZ DE FORA (MG)

    MANGER CADAVRE? – JUIZ DE FORA (MG)

    A banda Manger Cadavre? completa 15 anos de trajetória e comemora o marco da melhor forma possível: na estrada. A turnê especial de aniversário já começou e vai percorrer mais de 30 cidades pelo Brasil até o fim do ano, visitando todas as regiões e incluindo destinos inéditos para o grupo, como Manaus, Volta Redonda, Santa Maria e Varginha com um setlist que apresenta o atual álbum e revisita músicas antigas.


    Confira as datas atualizadas em www.instagram.com/mangercadavre


    Fundado pelo baterista Marcelo Kruszynski em São José dos Campos (SP), o Manger Cadavre? teve algumas encarnações. Nasceu como um sexteto, que se manteve apenas no primeiro ano.


    A atual (e terceira) formação, consolidada há 6 anos, conta com Nata de Lima  (vocal), Marcelo Kruszynski (bateria), Paulo Alexandre (guitarra) e Bruno Henrique (baixo). Antes disso, a banda contou por nove anos com Jonas e Marcelinho, fase importante para a consolidação do nome no circuito underground.


    Em uma década e meia de atividade, o Manger nunca parou por mais de dois meses. Foram pouco mais de 340 shows — média de 22 por ano — incluindo turnês por todas as regiões do Brasil, além de passagens pela América do Sul e Europa. Entre os destaques estão a tour com o Extreme Noise Terror (2017), apresentações no Setembro Negro Festival (2018), no Abril Pro Rock (2019) e no Obscene Extreme Festival (2024), além de shows ao lado de Ratos de Porão e Napalm Death em 2024. Ainda assim, a banda reforça que sua essência segue fincada majoritariamente no circuito independente, no faça-você-mesmo e na construção coletiva da cena.


    Reconhecida como uma das bandas mais ativas da música pesada underground nacional, o Manger construiu uma base fiel sem deixar de atrair novos ouvintes a cada lançamento e chamar atenção da crítica especializada: terminou 2025 integrando as principais listas de melhores do ano que reconheceram o mais recente álbum “Como Nascem os Monstros”.


    O quarteto mantém uma média constante de produção: entre álbuns, EPs e splits, costuma lançar material inédito a cada dois anos, sendo os quatro trabalhos mais recentes álbuns cheios.


    Atualmente, o grupo já compõe o quinto disco, com gravações previstas para o início de 2027.


    A identidade visual sempre foi tratada com o mesmo cuidado que a música. O primeiro EP teve arte assinada por Lobo Ramirez, responsável também pela criação e repaginação do logo. Na sequência, as capas até AntiAutoAjuda ficaram a cargo do ex-guitarrista Marcelinho. Já os álbuns mais recentes contaram com artistas convidados: Decomposição (Wendell Araújo, Recife), Imperialismo (Rafael Bueno, São Paulo) e Como Nascem os Monstros (Bárbara Gil, Londrina).


    Resistência, constância e trabalho duro


    Figura que dá voz a essa trajetória, Nata é reconhecida como uma das precursoras quando o assunto é frontwoman na música extrema nacional, ajudando a consolidar o papel das mulheres na cena pesada. Ela diz:


    “Envelhecer nesse circuito é algo que pesa bastante, pois o corpo pede arrego e o meu tem pedido nesse último ano, mas ainda assim eu busco encontrar um equilíbrio para seguir, pois estaria infeliz se não estivesse tendo a vida que tenho hoje. São 15 anos em que a vontade de criar som e tocar, mesmo com todas as roubadas e dificuldades, continua a mesma! Beirando os 40, ainda tenho a mesma empolgação de fazer uma música, como tinha aos 24, 25 anos”.


    Para Paulo Alexandre, o Paulinho, que entrou na atual formação há seis anos, a banda representou uma virada pessoal e artística:

    “A minha entrada no Manger mudou a minha vida. Foi simplesmente a realização do que eu almejava como guitarrista: compor, gravar e sair para tocar. E também mudou minha visão sobre como uma banda deve se organizar para se manter ativa e relevante. Já tive outras bandas, mas em nenhuma encontrei pessoas tão dispostas a viver por essa paixão que é a música pesada (mesmo não vivendo da banda, meio que vivemos pra isso! rs).”


    Bruno também destaca o peso simbólico de integrar um grupo que já admirava antes de fazer parte:


    “Estar na história da banda é uma loucura para mim, por se tratar de uma banda que ouvi muito e acompanhei quando era mais novo e que, nos últimos seis anos, mudou a minha vida. É algo muito especial, principalmente poder espalhar arte, fortalecer a luta de classes e denunciar o grande capital. Que venham muitos e muitos anos ao lado dos meus companheiros!”.


    Fundador da banda, Marcelo celebra o alcance conquistado ao longo dos anos:

    “É muito gratificante ver que a cultura underground chega em lugares onde não imaginávamos, as trocas, as amizades em todas as regiões do Brasil, América Latina e no velho continente. Além da amizade com ex-integrantes desde a primeira formação. Ter uma banda é uma experiência muito foda, poder ver suas músicas em mídias físicas com a ajuda dos selos que acreditam no mesmo que a gente é algo que, para mim, enquanto colecionador, é surreal.”


    A turnê de 15 anos reafirma o espírito inquieto do Manger Cadavre?: uma banda que nunca desacelerou, que transformou resistência em prática cotidiana e que segue ampliando fronteiras agora, chegando também a palcos onde ainda não havia pisado, mirando o futuro e se cristalizando como exemplo de prosperidade dentro do underground.

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  • MANGER CADAVRE? – RIO DE JANEIRO (RJ)

    MANGER CADAVRE? – RIO DE JANEIRO (RJ)

    A banda Manger Cadavre? completa 15 anos de trajetória e comemora o marco da melhor forma possível: na estrada. A turnê especial de aniversário já começou e vai percorrer mais de 30 cidades pelo Brasil até o fim do ano, visitando todas as regiões e incluindo destinos inéditos para o grupo, como Manaus, Volta Redonda, Santa Maria e Varginha com um setlist que apresenta o atual álbum e revisita músicas antigas.


    Confira as datas atualizadas em www.instagram.com/mangercadavre


    Fundado pelo baterista Marcelo Kruszynski em São José dos Campos (SP), o Manger Cadavre? teve algumas encarnações. Nasceu como um sexteto, que se manteve apenas no primeiro ano.


    A atual (e terceira) formação, consolidada há 6 anos, conta com Nata de Lima  (vocal), Marcelo Kruszynski (bateria), Paulo Alexandre (guitarra) e Bruno Henrique (baixo). Antes disso, a banda contou por nove anos com Jonas e Marcelinho, fase importante para a consolidação do nome no circuito underground.


    Em uma década e meia de atividade, o Manger nunca parou por mais de dois meses. Foram pouco mais de 340 shows — média de 22 por ano — incluindo turnês por todas as regiões do Brasil, além de passagens pela América do Sul e Europa. Entre os destaques estão a tour com o Extreme Noise Terror (2017), apresentações no Setembro Negro Festival (2018), no Abril Pro Rock (2019) e no Obscene Extreme Festival (2024), além de shows ao lado de Ratos de Porão e Napalm Death em 2024. Ainda assim, a banda reforça que sua essência segue fincada majoritariamente no circuito independente, no faça-você-mesmo e na construção coletiva da cena.


    Reconhecida como uma das bandas mais ativas da música pesada underground nacional, o Manger construiu uma base fiel sem deixar de atrair novos ouvintes a cada lançamento e chamar atenção da crítica especializada: terminou 2025 integrando as principais listas de melhores do ano que reconheceram o mais recente álbum “Como Nascem os Monstros”.


    O quarteto mantém uma média constante de produção: entre álbuns, EPs e splits, costuma lançar material inédito a cada dois anos, sendo os quatro trabalhos mais recentes álbuns cheios.


    Atualmente, o grupo já compõe o quinto disco, com gravações previstas para o início de 2027.


    A identidade visual sempre foi tratada com o mesmo cuidado que a música. O primeiro EP teve arte assinada por Lobo Ramirez, responsável também pela criação e repaginação do logo. Na sequência, as capas até AntiAutoAjuda ficaram a cargo do ex-guitarrista Marcelinho. Já os álbuns mais recentes contaram com artistas convidados: Decomposição (Wendell Araújo, Recife), Imperialismo (Rafael Bueno, São Paulo) e Como Nascem os Monstros (Bárbara Gil, Londrina).


    Resistência, constância e trabalho duro


    Figura que dá voz a essa trajetória, Nata é reconhecida como uma das precursoras quando o assunto é frontwoman na música extrema nacional, ajudando a consolidar o papel das mulheres na cena pesada. Ela diz:


    “Envelhecer nesse circuito é algo que pesa bastante, pois o corpo pede arrego e o meu tem pedido nesse último ano, mas ainda assim eu busco encontrar um equilíbrio para seguir, pois estaria infeliz se não estivesse tendo a vida que tenho hoje. São 15 anos em que a vontade de criar som e tocar, mesmo com todas as roubadas e dificuldades, continua a mesma! Beirando os 40, ainda tenho a mesma empolgação de fazer uma música, como tinha aos 24, 25 anos”.


    Para Paulo Alexandre, o Paulinho, que entrou na atual formação há seis anos, a banda representou uma virada pessoal e artística:

    “A minha entrada no Manger mudou a minha vida. Foi simplesmente a realização do que eu almejava como guitarrista: compor, gravar e sair para tocar. E também mudou minha visão sobre como uma banda deve se organizar para se manter ativa e relevante. Já tive outras bandas, mas em nenhuma encontrei pessoas tão dispostas a viver por essa paixão que é a música pesada (mesmo não vivendo da banda, meio que vivemos pra isso! rs).”


    Bruno também destaca o peso simbólico de integrar um grupo que já admirava antes de fazer parte:


    “Estar na história da banda é uma loucura para mim, por se tratar de uma banda que ouvi muito e acompanhei quando era mais novo e que, nos últimos seis anos, mudou a minha vida. É algo muito especial, principalmente poder espalhar arte, fortalecer a luta de classes e denunciar o grande capital. Que venham muitos e muitos anos ao lado dos meus companheiros!”.


    Fundador da banda, Marcelo celebra o alcance conquistado ao longo dos anos:

    “É muito gratificante ver que a cultura underground chega em lugares onde não imaginávamos, as trocas, as amizades em todas as regiões do Brasil, América Latina e no velho continente. Além da amizade com ex-integrantes desde a primeira formação. Ter uma banda é uma experiência muito foda, poder ver suas músicas em mídias físicas com a ajuda dos selos que acreditam no mesmo que a gente é algo que, para mim, enquanto colecionador, é surreal.”


    A turnê de 15 anos reafirma o espírito inquieto do Manger Cadavre?: uma banda que nunca desacelerou, que transformou resistência em prática cotidiana e que segue ampliando fronteiras agora, chegando também a palcos onde ainda não havia pisado, mirando o futuro e se cristalizando como exemplo de prosperidade dentro do underground.

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