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  • WEEDEVIL | HAMMERHEAD BLUES | SPIRAL GURU – SÃO PAULO (SP)

    WEEDEVIL | HAMMERHEAD BLUES | SPIRAL GURU – SÃO PAULO (SP)

    A banda WeeDevil sobe ao palco do La Iglesia, em São Paulo, nesta sexta-feira (13), ao lado das bandas Hammerhead Blues e Spiral Guru. O show começa às 19h30 e promete uma noite de peso para os fãs de doom metal e do rock setentista. O La Iglesia fica na rua João Moura, 515, Pinheiros, São Paulo.

    Ingressos:

    https://101tickets.com.br/events/details/Weedevil—Spiral-Guru-e-Hammerhead-Blues-na-Igles

    A apresentação faz parte da sequência de atividades da banda, que já tem novas datas confirmadas para os próximos meses. O WeeDevil se apresenta no dia 18 de abril em Campinas/SP, no Blacaman, e em 1º de maio em Campo do Meio/MG, no CDM Metal Festival 2026. Outras datas devem ser anunciadas em breve.

    Além da agenda de shows, o grupo também se prepara para lançar material inédito. No dia 28 de março, a banda entra em estúdio para gravar o single “Ashes Of The Ungrateful”, previsto para chegar às plataformas em maio.

    Em outubro do ano passado, o WeeDevil lançou no YouTube o vídeo “Live at Fabrique Club”, registro da apresentação realizada em 30 de março, quando a banda abriu o show da lendária Pentagram, em São Paulo.

    O material teve captação de áudio de Diego Rocha, com mixagem e masterização realizadas no Bay Area Studios. As imagens foram registradas por Mazzei, capturando a intensidade da banda no palco.

    “Esse registro mostra toda a pressão, energia e peso da banda ao vivo”, comenta o baterista e líder Flávio Cavichioli. “É um presente de Halloween para nossos fãs, enquanto trabalhamos no próximo álbum, que já começou a ser composto e tem previsão de lançamento para 2026.”

    Assista “Live at Fabrique Club”:

    O WeeDevil é formado por Carol Poison (vocais), Henrique Bitencourt (guitarra), Paulo Ueno (guitarra), Rafael Gama (baixo) e Flávio Cavichioli (bateria).

    Links oficiais:

    https://linktr.ee/Weedevil
    https://weedevil.bandcamp.com
    https://www.facebook.com/weedevildoom
    https://instagram.com/weedevildoom
    https://www.tiktok.com/@weedevildoom

  • DEVILS HENCHMEN – RIO DE JANEIRO (RJ)

    DEVILS HENCHMEN – RIO DE JANEIRO (RJ)

    Formado em 2015, em Liverpool (Reino Unido), o Devils Henchmen pratica um thrash metal agressivo e direto. Desde então, a banda lançou cinco EPs e um álbum completo. O trabalho mais recente é o EP “The Vile Scum of the Human Race” (2024), que traz versões para clássicos de Motörhead, Misfits, Cro-Mags e Suicidal Tendencies, entre outros.

    No ano passado, o grupo também lançou o single “Urban Death”, indicando que novo material deve chegar ainda em 2026.

    Conheça o Devils Henchmen assistindo ao vídeo de “World Fictions”:

    Data: 12/03/2026
    Local: Garage Grindhouse
    Abertura dos portões: 19h
    Hellming: 20h
    Devils Henchmen: 21h
    Banda de abertura: Hellming

    Ingresso único: R$ 20,00
    Venda:  SYMPLA

  • HELLMING | SAVANT | HUMANIZER – RIO DE JANEIRO (RJ)

    HELLMING | SAVANT | HUMANIZER – RIO DE JANEIRO (RJ)

    Hanoi Studio (Rua Paulo Barreto, 16 – Botafogo, próximo ao metrô), a partir das 17h, com abertura das portas no mesmo horário. A organização reforça que os horários serão rigorosamente cumpridos, sem atrasos, com as três bandas brasileiras se apresentando.

     

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  • ROLAND GRAPOW – SÃO PAULO (SP)

    ROLAND GRAPOW – SÃO PAULO (SP)

    O guitarrista Roland Grapow retornará ao Brasil em junho para uma apresentação dedicada a um dos álbuns mais conhecidos de sua passagem pelo Helloween. O músico alemão celebrará os 30 anos de The Time of the Oath, trabalho lançado em 1996 e considerado um marco da fase da banda na década de 1990.

    Até o momento, apenas um show foi confirmado. A apresentação acontece no dia 14 de junho, no Manifesto Bar, em São Paulo. Os ingressos já estão disponíveis por meio do site Clube do Ingresso.

    Para a ocasião, Roland Grapow contará com músicos brasileiros no palco. O vocal será de João Luiz, conhecido por seu trabalho no Golpe de Estado. A formação ainda terá Affonso Júnior (Revenge) na guitarra, Fabio Carito (Metalium, projetos com Warrel Dane) no baixo e Marcus Dotta (Metalium, projetos com Warrel Dane) na bateria. O cantor Leandro Caçoilo, do Viper, participará como convidado especial.

    O legado de The Time of the Oath

    Lançado em 1996, The Time of the Oath é o sétimo álbum de estúdio do Helloween e marcou a quarta participação de Roland Grapow em discos da banda. O trabalho foi concebido como um álbum conceitual inspirado nas profecias atribuídas a Nostradamus, refletindo sobre possíveis cenários para o fim do século XX e as consequências das decisões tomadas pela humanidade.

    O disco também representou um momento importante dentro da dinâmica interna do grupo: pela primeira vez, todos os integrantes receberam créditos de composição nas músicas.

    Outro aspecto marcante foi a dedicatória ao ex-baterista Ingo Schwichtenberg, integrante da formação clássica da banda que havia falecido no ano anterior ao lançamento do álbum.

    Em termos comerciais, The Time of the Oath teve boa recepção internacional. O trabalho conquistou disco de ouro no Japão e alcançou a sexta posição nas paradas daquele país, além de aparecer nos charts de cinco países europeus.

     

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  • BEYOND CREATION – SÃO PAULO (SP)

    BEYOND CREATION – SÃO PAULO (SP)

    Um dos nomes mais proeminentes do technical/progressive death metal dos últimos anos, o Beyond Creation celebra os 15 anos de The Aura, seu aclamado álbum de estreia.

    Os canadenses realizam apresentação única e exclusiva no Brasil, em São Paulo, com setlist especial executando o álbum na íntegra.

    Como convidados especiais, direto dos Estados Unidos, o Fallujah apresenta no Brasil a turnê de seu último álbum, Xenotaph, lançado no ano passado pela Nuclear Blast.

    ?️ INGRESSOS DISPONÍVEIS:
    https://101tickets.com.br/events/details/Beyond-Creation-e-Fallujah-em-Sao-Paulo

    Serviço:

    ?️ DATA: 23 de abril de 2026
    ? LOCAL: @burninghouse.sp
    Avenida Santa Marina, 247 – Água Branca.

  • VOLA – SÃO PAULO (SP)

    VOLA – SÃO PAULO (SP)

    A banda dinamarquesa Vola, com seu metal progressivo com bases eletrônicas, se apresenta em São Paulo/SP no dia 11 de março no Hangar 110, em show organizado pela Overload.

    Ingresso: clubedoingresso.com/evento/vola-sp

    O público do Brasil encontrará uma banda que, em cerca de uma década, saiu do campo mais específico do prog metal moderno para ocupar um espaço mais amplo entre bandas europeias que souberam combinar rigor de composição, apelo melódico e identidade própria.

    Formado em Copenhague, o Vola desenvolveu uma linguagem que cruza metal progressivo, djent, rock alternativo e eletrônica. Essa combinação aparece desde os primeiros trabalhos, mas foi ganhando forma mais definida ao longo da discografia, sem depender do virtuosismo como fim em si mesmo.

    No repertório, o peso convive com synths, refrãos amplos, mudanças de dinâmica e uma abordagem de composição mais voltada à canção do que ao excesso de ornamento, característica que ajudou o grupo a circular para além do nicho mais estrito do prog metal.

    A trajetória do Vola ganhou contorno mais nítido com Inmazes (2016), disco que colocou a banda no radar da imprensa especializada e ajudou a firmar seu nome dentro do prog europeu.

    Na sequência, Applause of a Distant Crowd (2018) ampliou o vocabulário do grupo e coincidiu com turnês ao lado de Katatonia, Dream Theater, Anathema e Haken, sinal de inserção em um circuito de peso dentro da cena.

    O ponto de inflexão comercial veio com Witness, de 2021. O álbum alcançou o 7º lugar na parada Official Rock & Metal Albums do Reino Unido, além de entrar também nos charts britânicos de vendas, downloads, formatos físicos, independentes e independent breakers. Foi o trabalho que transformou a boa recepção crítica em resultado mensurável de mercado e deu ao Vola um patamar mais amplo de circulação internacional.

    Depois desse ciclo, a banda aprofundou a presença ao vivo em outros territórios. O Vola passou por turnês com Devin Townsend, incluindo apresentação no Royal Albert Hall, abriu shows para Evanescence e esteve em festivais como ArcTanGent, Graspop, Tuska, Roskilde, Copenhell e CL Prog.

    Ao mesmo tempo, a banda acumulou mais de 70 milhões de streams em seu catálogo, um dado que ajuda a dimensionar a passagem de nome cultuado no prog moderno para projeto com base internacional estável.

    Esse movimento desemboca em Friend of a Phantom, quarto álbum de estúdio, lançado em novembro de 2024. No Reino Unido, o disco entrou no Official Album Downloads Chart em 37º lugar e no Official Independent Album Breakers Chart na 14ª posição.

    A nova fase também trouxe uma de suas colaborações mais visíveis, “Cannibal”, com Anders Fridén, do In Flames, em um disco que reafirma a abertura da banda para diálogo entre metal, eletrônica e formas mais diretas de construção melódica.

    Na etapa que antecedeu o álbum, o Vola fechou duas turnês pelos Estados Unidos com mudanças para casas maiores em parte da rota e shows esgotados em cidades como Nova York, Chicago e Los Angeles; também registrou datas lotadas no Canadá e uma sequência bem recebida na América do Sul.

    Esse histórico ajuda a explicar o momento do show em São Paulo: a banda chega com nome já testado em mercados diferentes, com repertório e estrutura de palco compatíveis com esse crescimento.

     

     

    Foto: Heli Andrea

    SERVIÇO

    Vola em São Paulo

    Data: Quarta-feira, 11 de março de 2026

    Horário: 19h30 (abertura da casa) | 21h (show)

    Local: Hangar 110

    Endereço: Rua Rodolfo Miranda, 110 – Bom Retiro – São Paulo, SP

    Classificação etária: 18 anos

  • HIRAX – MACAPÁ (AP)

    HIRAX – MACAPÁ (AP)

    Formado em 1984 no sul da Califórnia, o Hirax é um dos nomes ligados à primeira geração do thrash metal nos Estados Unidos. Liderada desde o início por Katon W. De Pena, a banda surgiu no mesmo circuito em que também se movimentavam Metallica, Slayer e Exodus, quando o gênero ainda tomava forma e consolidava sua identidade. Em julho, a Hirax retorna ao Brasil para uma nova série de shows com realização da Xaninho Discos junto à Caveira Velha.

    A turnê passa por Belo Horizonte, em 3 de julho, na Caverna; Rio de Janeiro, em 4 de julho, na Areninha Hermeto Pascoal; São Paulo, em 5 de julho, em local ainda a ser anunciado; Ponta Grossa, em 7 de julho, no Capivaras Bar; Curitiba, em 8 de julho, no Basement; Florianópolis, em 9 de julho, no Célula Showcase; Porto Alegre, em 10 de julho, no Espaço Marin; Belém, em 11 de julho, no Teatro Gasômetro; Macapá, em 13 de julho, dentro da programação do Dia Mundial do Rock; e Limeira, em 18 de julho, no Mirage.

    O peso do Hirax na história do metal passa diretamente por seus primeiros lançamentos. Raging Violence, debut de 1985, e Hate, Fear and Power, de 1986, ambos pela Metal Blade, ajudaram a firmar o nome da banda entre os cultuados do thrash e do speed metal dos anos 1980. Em 2025, o grupo chegou ao sexto álbum de estúdio, Faster Than Death, lançado no ano em que celebrou 40 anos de trajetória.

    A trajetória do Hirax também se conecta a marcos importantes do underground. A banda participou da coletânea Metal Massacre VI com “Bombs of Death”, vitrine relevante para o metal pesado naquela década, e aparece ainda em Anglican Scrape Attic, registro que o próprio grupo aponta como o primeiro lançamento da Earache Records, além de destacar que era o único nome norte-americano presente naquele disco.

    Se em estúdio o catálogo consolidou o nome da banda, ao vivo a reputação segue intacta. Em resenhas recentes, a imprensa especializada destacou apresentações de alta energia, repertório equilibrando material clássico e fase recente, e um desempenho forte o bastante para soar como atração principal mesmo em sets mais curtos. A presença de palco de Katon W. De Pena e a intensidade da banda continuam aparecendo como marcas centrais dos shows.

    Na discografia, Raging Violence ainda é lembrado pela agressividade direta, pela velocidade e pelo formato de músicas curtas e cortantes, enquanto Immortal Legacy, de 2014, foi apontado pela crítica como um trabalho que recupera com convicção o espírito do thrash dos anos 1980.

    Já o recente Faster Than Death reforça essa permanência: a Decibel apresentou o Hirax como lenda do thrash do sul da Califórnia ao destacar o single “Worlds End”, lançado como prévia de um álbum assumidamente old school.

    Serviço:

    13/07 — Macapá (AP)
    Evento especial do Dia Mundial do Rock

  • MANGER CADAVRE? – CAÇAPAVA (SP)

    MANGER CADAVRE? – CAÇAPAVA (SP)

    A banda Manger Cadavre? completa 15 anos de trajetória e comemora o marco da melhor forma possível: na estrada. A turnê especial de aniversário já começou e vai percorrer mais de 30 cidades pelo Brasil até o fim do ano, visitando todas as regiões e incluindo destinos inéditos para o grupo, como Manaus, Volta Redonda, Santa Maria e Varginha com um setlist que apresenta o atual álbum e revisita músicas antigas.


    Confira as datas atualizadas em www.instagram.com/mangercadavre


    Fundado pelo baterista Marcelo Kruszynski em São José dos Campos (SP), o Manger Cadavre? teve algumas encarnações. Nasceu como um sexteto, que se manteve apenas no primeiro ano.


    A atual (e terceira) formação, consolidada há 6 anos, conta com Nata de Lima  (vocal), Marcelo Kruszynski (bateria), Paulo Alexandre (guitarra) e Bruno Henrique (baixo). Antes disso, a banda contou por nove anos com Jonas e Marcelinho, fase importante para a consolidação do nome no circuito underground.


    Em uma década e meia de atividade, o Manger nunca parou por mais de dois meses. Foram pouco mais de 340 shows — média de 22 por ano — incluindo turnês por todas as regiões do Brasil, além de passagens pela América do Sul e Europa. Entre os destaques estão a tour com o Extreme Noise Terror (2017), apresentações no Setembro Negro Festival (2018), no Abril Pro Rock (2019) e no Obscene Extreme Festival (2024), além de shows ao lado de Ratos de Porão e Napalm Death em 2024. Ainda assim, a banda reforça que sua essência segue fincada majoritariamente no circuito independente, no faça-você-mesmo e na construção coletiva da cena.


    Reconhecida como uma das bandas mais ativas da música pesada underground nacional, o Manger construiu uma base fiel sem deixar de atrair novos ouvintes a cada lançamento e chamar atenção da crítica especializada: terminou 2025 integrando as principais listas de melhores do ano que reconheceram o mais recente álbum “Como Nascem os Monstros”.


    O quarteto mantém uma média constante de produção: entre álbuns, EPs e splits, costuma lançar material inédito a cada dois anos, sendo os quatro trabalhos mais recentes álbuns cheios.


    Atualmente, o grupo já compõe o quinto disco, com gravações previstas para o início de 2027.


    A identidade visual sempre foi tratada com o mesmo cuidado que a música. O primeiro EP teve arte assinada por Lobo Ramirez, responsável também pela criação e repaginação do logo. Na sequência, as capas até AntiAutoAjuda ficaram a cargo do ex-guitarrista Marcelinho. Já os álbuns mais recentes contaram com artistas convidados: Decomposição (Wendell Araújo, Recife), Imperialismo (Rafael Bueno, São Paulo) e Como Nascem os Monstros (Bárbara Gil, Londrina).


    Resistência, constância e trabalho duro


    Figura que dá voz a essa trajetória, Nata é reconhecida como uma das precursoras quando o assunto é frontwoman na música extrema nacional, ajudando a consolidar o papel das mulheres na cena pesada. Ela diz:


    “Envelhecer nesse circuito é algo que pesa bastante, pois o corpo pede arrego e o meu tem pedido nesse último ano, mas ainda assim eu busco encontrar um equilíbrio para seguir, pois estaria infeliz se não estivesse tendo a vida que tenho hoje. São 15 anos em que a vontade de criar som e tocar, mesmo com todas as roubadas e dificuldades, continua a mesma! Beirando os 40, ainda tenho a mesma empolgação de fazer uma música, como tinha aos 24, 25 anos”.


    Para Paulo Alexandre, o Paulinho, que entrou na atual formação há seis anos, a banda representou uma virada pessoal e artística:

    “A minha entrada no Manger mudou a minha vida. Foi simplesmente a realização do que eu almejava como guitarrista: compor, gravar e sair para tocar. E também mudou minha visão sobre como uma banda deve se organizar para se manter ativa e relevante. Já tive outras bandas, mas em nenhuma encontrei pessoas tão dispostas a viver por essa paixão que é a música pesada (mesmo não vivendo da banda, meio que vivemos pra isso! rs).”


    Bruno também destaca o peso simbólico de integrar um grupo que já admirava antes de fazer parte:


    “Estar na história da banda é uma loucura para mim, por se tratar de uma banda que ouvi muito e acompanhei quando era mais novo e que, nos últimos seis anos, mudou a minha vida. É algo muito especial, principalmente poder espalhar arte, fortalecer a luta de classes e denunciar o grande capital. Que venham muitos e muitos anos ao lado dos meus companheiros!”.


    Fundador da banda, Marcelo celebra o alcance conquistado ao longo dos anos:

    “É muito gratificante ver que a cultura underground chega em lugares onde não imaginávamos, as trocas, as amizades em todas as regiões do Brasil, América Latina e no velho continente. Além da amizade com ex-integrantes desde a primeira formação. Ter uma banda é uma experiência muito foda, poder ver suas músicas em mídias físicas com a ajuda dos selos que acreditam no mesmo que a gente é algo que, para mim, enquanto colecionador, é surreal.”


    A turnê de 15 anos reafirma o espírito inquieto do Manger Cadavre?: uma banda que nunca desacelerou, que transformou resistência em prática cotidiana e que segue ampliando fronteiras agora, chegando também a palcos onde ainda não havia pisado, mirando o futuro e se cristalizando como exemplo de prosperidade dentro do underground.

    Siga Manger Cadavre? 

    YouTube – https://www.youtube.com/mangercadavre
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  • MANGER CADAVRE? – FORTALEZA (CE)

    MANGER CADAVRE? – FORTALEZA (CE)

    A banda Manger Cadavre? completa 15 anos de trajetória e comemora o marco da melhor forma possível: na estrada. A turnê especial de aniversário já começou e vai percorrer mais de 30 cidades pelo Brasil até o fim do ano, visitando todas as regiões e incluindo destinos inéditos para o grupo, como Manaus, Volta Redonda, Santa Maria e Varginha com um setlist que apresenta o atual álbum e revisita músicas antigas.


    Confira as datas atualizadas em www.instagram.com/mangercadavre


    Fundado pelo baterista Marcelo Kruszynski em São José dos Campos (SP), o Manger Cadavre? teve algumas encarnações. Nasceu como um sexteto, que se manteve apenas no primeiro ano.


    A atual (e terceira) formação, consolidada há 6 anos, conta com Nata de Lima  (vocal), Marcelo Kruszynski (bateria), Paulo Alexandre (guitarra) e Bruno Henrique (baixo). Antes disso, a banda contou por nove anos com Jonas e Marcelinho, fase importante para a consolidação do nome no circuito underground.


    Em uma década e meia de atividade, o Manger nunca parou por mais de dois meses. Foram pouco mais de 340 shows — média de 22 por ano — incluindo turnês por todas as regiões do Brasil, além de passagens pela América do Sul e Europa. Entre os destaques estão a tour com o Extreme Noise Terror (2017), apresentações no Setembro Negro Festival (2018), no Abril Pro Rock (2019) e no Obscene Extreme Festival (2024), além de shows ao lado de Ratos de Porão e Napalm Death em 2024. Ainda assim, a banda reforça que sua essência segue fincada majoritariamente no circuito independente, no faça-você-mesmo e na construção coletiva da cena.


    Reconhecida como uma das bandas mais ativas da música pesada underground nacional, o Manger construiu uma base fiel sem deixar de atrair novos ouvintes a cada lançamento e chamar atenção da crítica especializada: terminou 2025 integrando as principais listas de melhores do ano que reconheceram o mais recente álbum “Como Nascem os Monstros”.


    O quarteto mantém uma média constante de produção: entre álbuns, EPs e splits, costuma lançar material inédito a cada dois anos, sendo os quatro trabalhos mais recentes álbuns cheios.


    Atualmente, o grupo já compõe o quinto disco, com gravações previstas para o início de 2027.


    A identidade visual sempre foi tratada com o mesmo cuidado que a música. O primeiro EP teve arte assinada por Lobo Ramirez, responsável também pela criação e repaginação do logo. Na sequência, as capas até AntiAutoAjuda ficaram a cargo do ex-guitarrista Marcelinho. Já os álbuns mais recentes contaram com artistas convidados: Decomposição (Wendell Araújo, Recife), Imperialismo (Rafael Bueno, São Paulo) e Como Nascem os Monstros (Bárbara Gil, Londrina).


    Resistência, constância e trabalho duro


    Figura que dá voz a essa trajetória, Nata é reconhecida como uma das precursoras quando o assunto é frontwoman na música extrema nacional, ajudando a consolidar o papel das mulheres na cena pesada. Ela diz:


    “Envelhecer nesse circuito é algo que pesa bastante, pois o corpo pede arrego e o meu tem pedido nesse último ano, mas ainda assim eu busco encontrar um equilíbrio para seguir, pois estaria infeliz se não estivesse tendo a vida que tenho hoje. São 15 anos em que a vontade de criar som e tocar, mesmo com todas as roubadas e dificuldades, continua a mesma! Beirando os 40, ainda tenho a mesma empolgação de fazer uma música, como tinha aos 24, 25 anos”.


    Para Paulo Alexandre, o Paulinho, que entrou na atual formação há seis anos, a banda representou uma virada pessoal e artística:

    “A minha entrada no Manger mudou a minha vida. Foi simplesmente a realização do que eu almejava como guitarrista: compor, gravar e sair para tocar. E também mudou minha visão sobre como uma banda deve se organizar para se manter ativa e relevante. Já tive outras bandas, mas em nenhuma encontrei pessoas tão dispostas a viver por essa paixão que é a música pesada (mesmo não vivendo da banda, meio que vivemos pra isso! rs).”


    Bruno também destaca o peso simbólico de integrar um grupo que já admirava antes de fazer parte:


    “Estar na história da banda é uma loucura para mim, por se tratar de uma banda que ouvi muito e acompanhei quando era mais novo e que, nos últimos seis anos, mudou a minha vida. É algo muito especial, principalmente poder espalhar arte, fortalecer a luta de classes e denunciar o grande capital. Que venham muitos e muitos anos ao lado dos meus companheiros!”.


    Fundador da banda, Marcelo celebra o alcance conquistado ao longo dos anos:

    “É muito gratificante ver que a cultura underground chega em lugares onde não imaginávamos, as trocas, as amizades em todas as regiões do Brasil, América Latina e no velho continente. Além da amizade com ex-integrantes desde a primeira formação. Ter uma banda é uma experiência muito foda, poder ver suas músicas em mídias físicas com a ajuda dos selos que acreditam no mesmo que a gente é algo que, para mim, enquanto colecionador, é surreal.”


    A turnê de 15 anos reafirma o espírito inquieto do Manger Cadavre?: uma banda que nunca desacelerou, que transformou resistência em prática cotidiana e que segue ampliando fronteiras agora, chegando também a palcos onde ainda não havia pisado, mirando o futuro e se cristalizando como exemplo de prosperidade dentro do underground.

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  • MANGER CADAVRE? – NATAL (RN)

    MANGER CADAVRE? – NATAL (RN)

    A banda Manger Cadavre? completa 15 anos de trajetória e comemora o marco da melhor forma possível: na estrada. A turnê especial de aniversário já começou e vai percorrer mais de 30 cidades pelo Brasil até o fim do ano, visitando todas as regiões e incluindo destinos inéditos para o grupo, como Manaus, Volta Redonda, Santa Maria e Varginha com um setlist que apresenta o atual álbum e revisita músicas antigas.


    Confira as datas atualizadas em www.instagram.com/mangercadavre


    Fundado pelo baterista Marcelo Kruszynski em São José dos Campos (SP), o Manger Cadavre? teve algumas encarnações. Nasceu como um sexteto, que se manteve apenas no primeiro ano.


    A atual (e terceira) formação, consolidada há 6 anos, conta com Nata de Lima  (vocal), Marcelo Kruszynski (bateria), Paulo Alexandre (guitarra) e Bruno Henrique (baixo). Antes disso, a banda contou por nove anos com Jonas e Marcelinho, fase importante para a consolidação do nome no circuito underground.


    Em uma década e meia de atividade, o Manger nunca parou por mais de dois meses. Foram pouco mais de 340 shows — média de 22 por ano — incluindo turnês por todas as regiões do Brasil, além de passagens pela América do Sul e Europa. Entre os destaques estão a tour com o Extreme Noise Terror (2017), apresentações no Setembro Negro Festival (2018), no Abril Pro Rock (2019) e no Obscene Extreme Festival (2024), além de shows ao lado de Ratos de Porão e Napalm Death em 2024. Ainda assim, a banda reforça que sua essência segue fincada majoritariamente no circuito independente, no faça-você-mesmo e na construção coletiva da cena.


    Reconhecida como uma das bandas mais ativas da música pesada underground nacional, o Manger construiu uma base fiel sem deixar de atrair novos ouvintes a cada lançamento e chamar atenção da crítica especializada: terminou 2025 integrando as principais listas de melhores do ano que reconheceram o mais recente álbum “Como Nascem os Monstros”.


    O quarteto mantém uma média constante de produção: entre álbuns, EPs e splits, costuma lançar material inédito a cada dois anos, sendo os quatro trabalhos mais recentes álbuns cheios.


    Atualmente, o grupo já compõe o quinto disco, com gravações previstas para o início de 2027.


    A identidade visual sempre foi tratada com o mesmo cuidado que a música. O primeiro EP teve arte assinada por Lobo Ramirez, responsável também pela criação e repaginação do logo. Na sequência, as capas até AntiAutoAjuda ficaram a cargo do ex-guitarrista Marcelinho. Já os álbuns mais recentes contaram com artistas convidados: Decomposição (Wendell Araújo, Recife), Imperialismo (Rafael Bueno, São Paulo) e Como Nascem os Monstros (Bárbara Gil, Londrina).


    Resistência, constância e trabalho duro


    Figura que dá voz a essa trajetória, Nata é reconhecida como uma das precursoras quando o assunto é frontwoman na música extrema nacional, ajudando a consolidar o papel das mulheres na cena pesada. Ela diz:


    “Envelhecer nesse circuito é algo que pesa bastante, pois o corpo pede arrego e o meu tem pedido nesse último ano, mas ainda assim eu busco encontrar um equilíbrio para seguir, pois estaria infeliz se não estivesse tendo a vida que tenho hoje. São 15 anos em que a vontade de criar som e tocar, mesmo com todas as roubadas e dificuldades, continua a mesma! Beirando os 40, ainda tenho a mesma empolgação de fazer uma música, como tinha aos 24, 25 anos”.


    Para Paulo Alexandre, o Paulinho, que entrou na atual formação há seis anos, a banda representou uma virada pessoal e artística:

    “A minha entrada no Manger mudou a minha vida. Foi simplesmente a realização do que eu almejava como guitarrista: compor, gravar e sair para tocar. E também mudou minha visão sobre como uma banda deve se organizar para se manter ativa e relevante. Já tive outras bandas, mas em nenhuma encontrei pessoas tão dispostas a viver por essa paixão que é a música pesada (mesmo não vivendo da banda, meio que vivemos pra isso! rs).”


    Bruno também destaca o peso simbólico de integrar um grupo que já admirava antes de fazer parte:


    “Estar na história da banda é uma loucura para mim, por se tratar de uma banda que ouvi muito e acompanhei quando era mais novo e que, nos últimos seis anos, mudou a minha vida. É algo muito especial, principalmente poder espalhar arte, fortalecer a luta de classes e denunciar o grande capital. Que venham muitos e muitos anos ao lado dos meus companheiros!”.


    Fundador da banda, Marcelo celebra o alcance conquistado ao longo dos anos:

    “É muito gratificante ver que a cultura underground chega em lugares onde não imaginávamos, as trocas, as amizades em todas as regiões do Brasil, América Latina e no velho continente. Além da amizade com ex-integrantes desde a primeira formação. Ter uma banda é uma experiência muito foda, poder ver suas músicas em mídias físicas com a ajuda dos selos que acreditam no mesmo que a gente é algo que, para mim, enquanto colecionador, é surreal.”


    A turnê de 15 anos reafirma o espírito inquieto do Manger Cadavre?: uma banda que nunca desacelerou, que transformou resistência em prática cotidiana e que segue ampliando fronteiras agora, chegando também a palcos onde ainda não havia pisado, mirando o futuro e se cristalizando como exemplo de prosperidade dentro do underground.

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