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  • MANGER CADAVRE? – AMERICANA (SP)

    MANGER CADAVRE? – AMERICANA (SP)

    A banda Manger Cadavre? completa 15 anos de trajetória e comemora o marco da melhor forma possível: na estrada. A turnê especial de aniversário já começou e vai percorrer mais de 30 cidades pelo Brasil até o fim do ano, visitando todas as regiões e incluindo destinos inéditos para o grupo, como Manaus, Volta Redonda, Santa Maria e Varginha com um setlist que apresenta o atual álbum e revisita músicas antigas.


    Confira as datas atualizadas em www.instagram.com/mangercadavre


    Fundado pelo baterista Marcelo Kruszynski em São José dos Campos (SP), o Manger Cadavre? teve algumas encarnações. Nasceu como um sexteto, que se manteve apenas no primeiro ano.


    A atual (e terceira) formação, consolidada há 6 anos, conta com Nata de Lima  (vocal), Marcelo Kruszynski (bateria), Paulo Alexandre (guitarra) e Bruno Henrique (baixo). Antes disso, a banda contou por nove anos com Jonas e Marcelinho, fase importante para a consolidação do nome no circuito underground.


    Em uma década e meia de atividade, o Manger nunca parou por mais de dois meses. Foram pouco mais de 340 shows — média de 22 por ano — incluindo turnês por todas as regiões do Brasil, além de passagens pela América do Sul e Europa. Entre os destaques estão a tour com o Extreme Noise Terror (2017), apresentações no Setembro Negro Festival (2018), no Abril Pro Rock (2019) e no Obscene Extreme Festival (2024), além de shows ao lado de Ratos de Porão e Napalm Death em 2024. Ainda assim, a banda reforça que sua essência segue fincada majoritariamente no circuito independente, no faça-você-mesmo e na construção coletiva da cena.


    Reconhecida como uma das bandas mais ativas da música pesada underground nacional, o Manger construiu uma base fiel sem deixar de atrair novos ouvintes a cada lançamento e chamar atenção da crítica especializada: terminou 2025 integrando as principais listas de melhores do ano que reconheceram o mais recente álbum “Como Nascem os Monstros”.


    O quarteto mantém uma média constante de produção: entre álbuns, EPs e splits, costuma lançar material inédito a cada dois anos, sendo os quatro trabalhos mais recentes álbuns cheios.


    Atualmente, o grupo já compõe o quinto disco, com gravações previstas para o início de 2027.


    A identidade visual sempre foi tratada com o mesmo cuidado que a música. O primeiro EP teve arte assinada por Lobo Ramirez, responsável também pela criação e repaginação do logo. Na sequência, as capas até AntiAutoAjuda ficaram a cargo do ex-guitarrista Marcelinho. Já os álbuns mais recentes contaram com artistas convidados: Decomposição (Wendell Araújo, Recife), Imperialismo (Rafael Bueno, São Paulo) e Como Nascem os Monstros (Bárbara Gil, Londrina).


    Resistência, constância e trabalho duro


    Figura que dá voz a essa trajetória, Nata é reconhecida como uma das precursoras quando o assunto é frontwoman na música extrema nacional, ajudando a consolidar o papel das mulheres na cena pesada. Ela diz:


    “Envelhecer nesse circuito é algo que pesa bastante, pois o corpo pede arrego e o meu tem pedido nesse último ano, mas ainda assim eu busco encontrar um equilíbrio para seguir, pois estaria infeliz se não estivesse tendo a vida que tenho hoje. São 15 anos em que a vontade de criar som e tocar, mesmo com todas as roubadas e dificuldades, continua a mesma! Beirando os 40, ainda tenho a mesma empolgação de fazer uma música, como tinha aos 24, 25 anos”.


    Para Paulo Alexandre, o Paulinho, que entrou na atual formação há seis anos, a banda representou uma virada pessoal e artística:

    “A minha entrada no Manger mudou a minha vida. Foi simplesmente a realização do que eu almejava como guitarrista: compor, gravar e sair para tocar. E também mudou minha visão sobre como uma banda deve se organizar para se manter ativa e relevante. Já tive outras bandas, mas em nenhuma encontrei pessoas tão dispostas a viver por essa paixão que é a música pesada (mesmo não vivendo da banda, meio que vivemos pra isso! rs).”


    Bruno também destaca o peso simbólico de integrar um grupo que já admirava antes de fazer parte:


    “Estar na história da banda é uma loucura para mim, por se tratar de uma banda que ouvi muito e acompanhei quando era mais novo e que, nos últimos seis anos, mudou a minha vida. É algo muito especial, principalmente poder espalhar arte, fortalecer a luta de classes e denunciar o grande capital. Que venham muitos e muitos anos ao lado dos meus companheiros!”.


    Fundador da banda, Marcelo celebra o alcance conquistado ao longo dos anos:

    “É muito gratificante ver que a cultura underground chega em lugares onde não imaginávamos, as trocas, as amizades em todas as regiões do Brasil, América Latina e no velho continente. Além da amizade com ex-integrantes desde a primeira formação. Ter uma banda é uma experiência muito foda, poder ver suas músicas em mídias físicas com a ajuda dos selos que acreditam no mesmo que a gente é algo que, para mim, enquanto colecionador, é surreal.”


    A turnê de 15 anos reafirma o espírito inquieto do Manger Cadavre?: uma banda que nunca desacelerou, que transformou resistência em prática cotidiana e que segue ampliando fronteiras agora, chegando também a palcos onde ainda não havia pisado, mirando o futuro e se cristalizando como exemplo de prosperidade dentro do underground.

    Siga Manger Cadavre? 

    YouTube – https://www.youtube.com/mangercadavre
    Facebook: https://www.facebook.com/mangercadavre
    Instagram: https://www.instagram.com/mangercadavre

  • MANGER CADAVRE? – VARGINHA (MG)

    MANGER CADAVRE? – VARGINHA (MG)

    A banda Manger Cadavre? completa 15 anos de trajetória e comemora o marco da melhor forma possível: na estrada. A turnê especial de aniversário já começou e vai percorrer mais de 30 cidades pelo Brasil até o fim do ano, visitando todas as regiões e incluindo destinos inéditos para o grupo, como Manaus, Volta Redonda, Santa Maria e Varginha com um setlist que apresenta o atual álbum e revisita músicas antigas.


    Confira as datas atualizadas em www.instagram.com/mangercadavre


    Fundado pelo baterista Marcelo Kruszynski em São José dos Campos (SP), o Manger Cadavre? teve algumas encarnações. Nasceu como um sexteto, que se manteve apenas no primeiro ano.


    A atual (e terceira) formação, consolidada há 6 anos, conta com Nata de Lima  (vocal), Marcelo Kruszynski (bateria), Paulo Alexandre (guitarra) e Bruno Henrique (baixo). Antes disso, a banda contou por nove anos com Jonas e Marcelinho, fase importante para a consolidação do nome no circuito underground.


    Em uma década e meia de atividade, o Manger nunca parou por mais de dois meses. Foram pouco mais de 340 shows — média de 22 por ano — incluindo turnês por todas as regiões do Brasil, além de passagens pela América do Sul e Europa. Entre os destaques estão a tour com o Extreme Noise Terror (2017), apresentações no Setembro Negro Festival (2018), no Abril Pro Rock (2019) e no Obscene Extreme Festival (2024), além de shows ao lado de Ratos de Porão e Napalm Death em 2024. Ainda assim, a banda reforça que sua essência segue fincada majoritariamente no circuito independente, no faça-você-mesmo e na construção coletiva da cena.


    Reconhecida como uma das bandas mais ativas da música pesada underground nacional, o Manger construiu uma base fiel sem deixar de atrair novos ouvintes a cada lançamento e chamar atenção da crítica especializada: terminou 2025 integrando as principais listas de melhores do ano que reconheceram o mais recente álbum “Como Nascem os Monstros”.


    O quarteto mantém uma média constante de produção: entre álbuns, EPs e splits, costuma lançar material inédito a cada dois anos, sendo os quatro trabalhos mais recentes álbuns cheios.


    Atualmente, o grupo já compõe o quinto disco, com gravações previstas para o início de 2027.


    A identidade visual sempre foi tratada com o mesmo cuidado que a música. O primeiro EP teve arte assinada por Lobo Ramirez, responsável também pela criação e repaginação do logo. Na sequência, as capas até AntiAutoAjuda ficaram a cargo do ex-guitarrista Marcelinho. Já os álbuns mais recentes contaram com artistas convidados: Decomposição (Wendell Araújo, Recife), Imperialismo (Rafael Bueno, São Paulo) e Como Nascem os Monstros (Bárbara Gil, Londrina).


    Resistência, constância e trabalho duro


    Figura que dá voz a essa trajetória, Nata é reconhecida como uma das precursoras quando o assunto é frontwoman na música extrema nacional, ajudando a consolidar o papel das mulheres na cena pesada. Ela diz:


    “Envelhecer nesse circuito é algo que pesa bastante, pois o corpo pede arrego e o meu tem pedido nesse último ano, mas ainda assim eu busco encontrar um equilíbrio para seguir, pois estaria infeliz se não estivesse tendo a vida que tenho hoje. São 15 anos em que a vontade de criar som e tocar, mesmo com todas as roubadas e dificuldades, continua a mesma! Beirando os 40, ainda tenho a mesma empolgação de fazer uma música, como tinha aos 24, 25 anos”.


    Para Paulo Alexandre, o Paulinho, que entrou na atual formação há seis anos, a banda representou uma virada pessoal e artística:

    “A minha entrada no Manger mudou a minha vida. Foi simplesmente a realização do que eu almejava como guitarrista: compor, gravar e sair para tocar. E também mudou minha visão sobre como uma banda deve se organizar para se manter ativa e relevante. Já tive outras bandas, mas em nenhuma encontrei pessoas tão dispostas a viver por essa paixão que é a música pesada (mesmo não vivendo da banda, meio que vivemos pra isso! rs).”


    Bruno também destaca o peso simbólico de integrar um grupo que já admirava antes de fazer parte:


    “Estar na história da banda é uma loucura para mim, por se tratar de uma banda que ouvi muito e acompanhei quando era mais novo e que, nos últimos seis anos, mudou a minha vida. É algo muito especial, principalmente poder espalhar arte, fortalecer a luta de classes e denunciar o grande capital. Que venham muitos e muitos anos ao lado dos meus companheiros!”.


    Fundador da banda, Marcelo celebra o alcance conquistado ao longo dos anos:

    “É muito gratificante ver que a cultura underground chega em lugares onde não imaginávamos, as trocas, as amizades em todas as regiões do Brasil, América Latina e no velho continente. Além da amizade com ex-integrantes desde a primeira formação. Ter uma banda é uma experiência muito foda, poder ver suas músicas em mídias físicas com a ajuda dos selos que acreditam no mesmo que a gente é algo que, para mim, enquanto colecionador, é surreal.”


    A turnê de 15 anos reafirma o espírito inquieto do Manger Cadavre?: uma banda que nunca desacelerou, que transformou resistência em prática cotidiana e que segue ampliando fronteiras agora, chegando também a palcos onde ainda não havia pisado, mirando o futuro e se cristalizando como exemplo de prosperidade dentro do underground.

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  • MANGER CADAVRE? – PORTO ALEGRE (RS)

    MANGER CADAVRE? – PORTO ALEGRE (RS)

    A banda Manger Cadavre? completa 15 anos de trajetória e comemora o marco da melhor forma possível: na estrada. A turnê especial de aniversário já começou e vai percorrer mais de 30 cidades pelo Brasil até o fim do ano, visitando todas as regiões e incluindo destinos inéditos para o grupo, como Manaus, Volta Redonda, Santa Maria e Varginha com um setlist que apresenta o atual álbum e revisita músicas antigas.


    Confira as datas atualizadas em www.instagram.com/mangercadavre


    Fundado pelo baterista Marcelo Kruszynski em São José dos Campos (SP), o Manger Cadavre? teve algumas encarnações. Nasceu como um sexteto, que se manteve apenas no primeiro ano.


    A atual (e terceira) formação, consolidada há 6 anos, conta com Nata de Lima  (vocal), Marcelo Kruszynski (bateria), Paulo Alexandre (guitarra) e Bruno Henrique (baixo). Antes disso, a banda contou por nove anos com Jonas e Marcelinho, fase importante para a consolidação do nome no circuito underground.


    Em uma década e meia de atividade, o Manger nunca parou por mais de dois meses. Foram pouco mais de 340 shows — média de 22 por ano — incluindo turnês por todas as regiões do Brasil, além de passagens pela América do Sul e Europa. Entre os destaques estão a tour com o Extreme Noise Terror (2017), apresentações no Setembro Negro Festival (2018), no Abril Pro Rock (2019) e no Obscene Extreme Festival (2024), além de shows ao lado de Ratos de Porão e Napalm Death em 2024. Ainda assim, a banda reforça que sua essência segue fincada majoritariamente no circuito independente, no faça-você-mesmo e na construção coletiva da cena.


    Reconhecida como uma das bandas mais ativas da música pesada underground nacional, o Manger construiu uma base fiel sem deixar de atrair novos ouvintes a cada lançamento e chamar atenção da crítica especializada: terminou 2025 integrando as principais listas de melhores do ano que reconheceram o mais recente álbum “Como Nascem os Monstros”.


    O quarteto mantém uma média constante de produção: entre álbuns, EPs e splits, costuma lançar material inédito a cada dois anos, sendo os quatro trabalhos mais recentes álbuns cheios.


    Atualmente, o grupo já compõe o quinto disco, com gravações previstas para o início de 2027.


    A identidade visual sempre foi tratada com o mesmo cuidado que a música. O primeiro EP teve arte assinada por Lobo Ramirez, responsável também pela criação e repaginação do logo. Na sequência, as capas até AntiAutoAjuda ficaram a cargo do ex-guitarrista Marcelinho. Já os álbuns mais recentes contaram com artistas convidados: Decomposição (Wendell Araújo, Recife), Imperialismo (Rafael Bueno, São Paulo) e Como Nascem os Monstros (Bárbara Gil, Londrina).


    Resistência, constância e trabalho duro


    Figura que dá voz a essa trajetória, Nata é reconhecida como uma das precursoras quando o assunto é frontwoman na música extrema nacional, ajudando a consolidar o papel das mulheres na cena pesada. Ela diz:


    “Envelhecer nesse circuito é algo que pesa bastante, pois o corpo pede arrego e o meu tem pedido nesse último ano, mas ainda assim eu busco encontrar um equilíbrio para seguir, pois estaria infeliz se não estivesse tendo a vida que tenho hoje. São 15 anos em que a vontade de criar som e tocar, mesmo com todas as roubadas e dificuldades, continua a mesma! Beirando os 40, ainda tenho a mesma empolgação de fazer uma música, como tinha aos 24, 25 anos”.


    Para Paulo Alexandre, o Paulinho, que entrou na atual formação há seis anos, a banda representou uma virada pessoal e artística:

    “A minha entrada no Manger mudou a minha vida. Foi simplesmente a realização do que eu almejava como guitarrista: compor, gravar e sair para tocar. E também mudou minha visão sobre como uma banda deve se organizar para se manter ativa e relevante. Já tive outras bandas, mas em nenhuma encontrei pessoas tão dispostas a viver por essa paixão que é a música pesada (mesmo não vivendo da banda, meio que vivemos pra isso! rs).”


    Bruno também destaca o peso simbólico de integrar um grupo que já admirava antes de fazer parte:


    “Estar na história da banda é uma loucura para mim, por se tratar de uma banda que ouvi muito e acompanhei quando era mais novo e que, nos últimos seis anos, mudou a minha vida. É algo muito especial, principalmente poder espalhar arte, fortalecer a luta de classes e denunciar o grande capital. Que venham muitos e muitos anos ao lado dos meus companheiros!”.


    Fundador da banda, Marcelo celebra o alcance conquistado ao longo dos anos:

    “É muito gratificante ver que a cultura underground chega em lugares onde não imaginávamos, as trocas, as amizades em todas as regiões do Brasil, América Latina e no velho continente. Além da amizade com ex-integrantes desde a primeira formação. Ter uma banda é uma experiência muito foda, poder ver suas músicas em mídias físicas com a ajuda dos selos que acreditam no mesmo que a gente é algo que, para mim, enquanto colecionador, é surreal.”


    A turnê de 15 anos reafirma o espírito inquieto do Manger Cadavre?: uma banda que nunca desacelerou, que transformou resistência em prática cotidiana e que segue ampliando fronteiras agora, chegando também a palcos onde ainda não havia pisado, mirando o futuro e se cristalizando como exemplo de prosperidade dentro do underground.

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  • MANGER CADAVRE? – SANTA MARIA (RS)

    MANGER CADAVRE? – SANTA MARIA (RS)

    A banda Manger Cadavre? completa 15 anos de trajetória e comemora o marco da melhor forma possível: na estrada. A turnê especial de aniversário já começou e vai percorrer mais de 30 cidades pelo Brasil até o fim do ano, visitando todas as regiões e incluindo destinos inéditos para o grupo, como Manaus, Volta Redonda, Santa Maria e Varginha com um setlist que apresenta o atual álbum e revisita músicas antigas.


    Confira as datas atualizadas em www.instagram.com/mangercadavre


    Fundado pelo baterista Marcelo Kruszynski em São José dos Campos (SP), o Manger Cadavre? teve algumas encarnações. Nasceu como um sexteto, que se manteve apenas no primeiro ano.


    A atual (e terceira) formação, consolidada há 6 anos, conta com Nata de Lima  (vocal), Marcelo Kruszynski (bateria), Paulo Alexandre (guitarra) e Bruno Henrique (baixo). Antes disso, a banda contou por nove anos com Jonas e Marcelinho, fase importante para a consolidação do nome no circuito underground.


    Em uma década e meia de atividade, o Manger nunca parou por mais de dois meses. Foram pouco mais de 340 shows — média de 22 por ano — incluindo turnês por todas as regiões do Brasil, além de passagens pela América do Sul e Europa. Entre os destaques estão a tour com o Extreme Noise Terror (2017), apresentações no Setembro Negro Festival (2018), no Abril Pro Rock (2019) e no Obscene Extreme Festival (2024), além de shows ao lado de Ratos de Porão e Napalm Death em 2024. Ainda assim, a banda reforça que sua essência segue fincada majoritariamente no circuito independente, no faça-você-mesmo e na construção coletiva da cena.


    Reconhecida como uma das bandas mais ativas da música pesada underground nacional, o Manger construiu uma base fiel sem deixar de atrair novos ouvintes a cada lançamento e chamar atenção da crítica especializada: terminou 2025 integrando as principais listas de melhores do ano que reconheceram o mais recente álbum “Como Nascem os Monstros”.


    O quarteto mantém uma média constante de produção: entre álbuns, EPs e splits, costuma lançar material inédito a cada dois anos, sendo os quatro trabalhos mais recentes álbuns cheios.


    Atualmente, o grupo já compõe o quinto disco, com gravações previstas para o início de 2027.


    A identidade visual sempre foi tratada com o mesmo cuidado que a música. O primeiro EP teve arte assinada por Lobo Ramirez, responsável também pela criação e repaginação do logo. Na sequência, as capas até AntiAutoAjuda ficaram a cargo do ex-guitarrista Marcelinho. Já os álbuns mais recentes contaram com artistas convidados: Decomposição (Wendell Araújo, Recife), Imperialismo (Rafael Bueno, São Paulo) e Como Nascem os Monstros (Bárbara Gil, Londrina).


    Resistência, constância e trabalho duro


    Figura que dá voz a essa trajetória, Nata é reconhecida como uma das precursoras quando o assunto é frontwoman na música extrema nacional, ajudando a consolidar o papel das mulheres na cena pesada. Ela diz:


    “Envelhecer nesse circuito é algo que pesa bastante, pois o corpo pede arrego e o meu tem pedido nesse último ano, mas ainda assim eu busco encontrar um equilíbrio para seguir, pois estaria infeliz se não estivesse tendo a vida que tenho hoje. São 15 anos em que a vontade de criar som e tocar, mesmo com todas as roubadas e dificuldades, continua a mesma! Beirando os 40, ainda tenho a mesma empolgação de fazer uma música, como tinha aos 24, 25 anos”.


    Para Paulo Alexandre, o Paulinho, que entrou na atual formação há seis anos, a banda representou uma virada pessoal e artística:

    “A minha entrada no Manger mudou a minha vida. Foi simplesmente a realização do que eu almejava como guitarrista: compor, gravar e sair para tocar. E também mudou minha visão sobre como uma banda deve se organizar para se manter ativa e relevante. Já tive outras bandas, mas em nenhuma encontrei pessoas tão dispostas a viver por essa paixão que é a música pesada (mesmo não vivendo da banda, meio que vivemos pra isso! rs).”


    Bruno também destaca o peso simbólico de integrar um grupo que já admirava antes de fazer parte:


    “Estar na história da banda é uma loucura para mim, por se tratar de uma banda que ouvi muito e acompanhei quando era mais novo e que, nos últimos seis anos, mudou a minha vida. É algo muito especial, principalmente poder espalhar arte, fortalecer a luta de classes e denunciar o grande capital. Que venham muitos e muitos anos ao lado dos meus companheiros!”.


    Fundador da banda, Marcelo celebra o alcance conquistado ao longo dos anos:

    “É muito gratificante ver que a cultura underground chega em lugares onde não imaginávamos, as trocas, as amizades em todas as regiões do Brasil, América Latina e no velho continente. Além da amizade com ex-integrantes desde a primeira formação. Ter uma banda é uma experiência muito foda, poder ver suas músicas em mídias físicas com a ajuda dos selos que acreditam no mesmo que a gente é algo que, para mim, enquanto colecionador, é surreal.”


    A turnê de 15 anos reafirma o espírito inquieto do Manger Cadavre?: uma banda que nunca desacelerou, que transformou resistência em prática cotidiana e que segue ampliando fronteiras agora, chegando também a palcos onde ainda não havia pisado, mirando o futuro e se cristalizando como exemplo de prosperidade dentro do underground.

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  • MEMPHIS MAY FIRE | BLESSTHEFALL – CURITIBA (PR)

    MEMPHIS MAY FIRE | BLESSTHEFALL – CURITIBA (PR)

    Memphis May Fire e Blessthefall, dois nomes de trajetórias consolidadas no metalcore e post-hardcore norte-americana, fazem três shows conjuntos no Brasil em agosto de 2026, em Belo Horizonte/MG (27/08, Mister Rock), São Paulo/SP (29/08, Carioca Club) e Curitiba/PR (30/08, Tork n’ Roll). A realização é da Liberation MC.

    Ingressos à venda no site do Clube do Ingresso.

    As bandas voltam em momentos distintos, mas igualmente relevantes de suas discografias: o Memphis May Fire sustentado pela fase de Shapeshifter e o Blessthefall impulsionado por Gallows, álbum de 2025 que a recolocou em estúdio após sete anos.

    Esses serão os primeiros shows do Blessthefall na América do Sul após o lançamento do incrível Gallows.

    A força deste retorno do Memphis May Fire ao Brasil também está no tempo de espera. A última passagem remonta a agosto de 2014 e está de volta com status consolidado.

    O Memphis May Fire se destacou pela combinação precisa de grandes ganchos melódicos e agressividade esmagadora. Mesmo depois de liderar a parada Hard Music Albums da Billboard e entrar no Top 20 da Active Rock no rádio, o Memphis May Fire se recusa a abrir mão de quem é ou dos fãs que o fizeram chegar até aqui.

    A fase atual, porém, não depende de memória afetiva. Lançado em 28 de março de 2025 pela Rise Records, Shapeshifter é o oitavo álbum de estúdio do Memphis May Fire e foi construído a partir de uma campanha longa de singles, com faixas como “Chaotic”, “Paralyzed”, “Necessary Evil”, “Infection”, “Hell Is Empty”, “Overdose” e “The Other Side”.

    As músicas mais recentes do Memphis May Fire foram produzidas e mixadas por Kellen McGregor, guitarrista da banda e um de seus fundadores há cerca de 15 anos. A base rítmica de longa data, formada pelo baixista Cory Elder e pelo baterista Jake Garland, injeta nas canções profundidade e foco. Cameron Mizell, que coproduziu com McGregor o favorito dos fãs Unconditional (2014), produziu os vocais de Matty.

    “Queremos que as pessoas tenham músicas que possam ouvir sentadas, tocar na academia ou no carro, e entender que o mundo é maior do que parece”, afirma o vocalista Matty Mullins.

    Com o Blessthefall, o vetor é outro. A banda já refez sua ligação com o público brasileiro em maio de 2024, em shows promovidos pela Liberation em Curitiba e São Paulo.

    Agora, a banda desembarca em nova etapa de trajetória. Gallows, lançado em setembro de 2025 pela Rise Records, recolocou o blessthefall no ciclo ativo da estrada. O álbum veio puxado pelos singles “mallxcore”, “Wake The Dead” e “Drag Me Under”. O currículo ajuda a medir esse retorno: antes de Gallows, a banda já havia emplacado dois álbuns seguidos no Top 25 da Billboard 200, com Hollow Bodies e To Those Left Behind.

    SERVIÇO

    Memphis May Fire + Blessthefall em Curitiba/PR

    Data: 30 de agosto de 2026

    Local: Tork n’ Roll (Av. Marechal Floriano Peixoto, 1695, Curitiba/PR)

    Ingresso: clubedoingresso.com/evento/memphismayfire-blessthefall-curitiba

  • MEMPHIS MAY FIRE | BLESSTHEFALL – SÃO PAULO (SP)

    MEMPHIS MAY FIRE | BLESSTHEFALL – SÃO PAULO (SP)

    Memphis May Fire e Blessthefall, dois nomes de trajetórias consolidadas no metalcore e post-hardcore norte-americana, fazem três shows conjuntos no Brasil em agosto de 2026, em Belo Horizonte/MG (27/08, Mister Rock), São Paulo/SP (29/08, Carioca Club) e Curitiba/PR (30/08, Tork n’ Roll). A realização é da Liberation MC.

    Ingressos à venda no site do Clube do Ingresso.

    As bandas voltam em momentos distintos, mas igualmente relevantes de suas discografias: o Memphis May Fire sustentado pela fase de Shapeshifter e o Blessthefall impulsionado por Gallows, álbum de 2025 que a recolocou em estúdio após sete anos.

    Esses serão os primeiros shows do Blessthefall na América do Sul após o lançamento do incrível Gallows.

    A força deste retorno do Memphis May Fire ao Brasil também está no tempo de espera. A última passagem remonta a agosto de 2014 e está de volta com status consolidado.

    O Memphis May Fire se destacou pela combinação precisa de grandes ganchos melódicos e agressividade esmagadora. Mesmo depois de liderar a parada Hard Music Albums da Billboard e entrar no Top 20 da Active Rock no rádio, o Memphis May Fire se recusa a abrir mão de quem é ou dos fãs que o fizeram chegar até aqui.

    A fase atual, porém, não depende de memória afetiva. Lançado em 28 de março de 2025 pela Rise Records, Shapeshifter é o oitavo álbum de estúdio do Memphis May Fire e foi construído a partir de uma campanha longa de singles, com faixas como “Chaotic”, “Paralyzed”, “Necessary Evil”, “Infection”, “Hell Is Empty”, “Overdose” e “The Other Side”.

    As músicas mais recentes do Memphis May Fire foram produzidas e mixadas por Kellen McGregor, guitarrista da banda e um de seus fundadores há cerca de 15 anos. A base rítmica de longa data, formada pelo baixista Cory Elder e pelo baterista Jake Garland, injeta nas canções profundidade e foco. Cameron Mizell, que coproduziu com McGregor o favorito dos fãs Unconditional (2014), produziu os vocais de Matty.

    “Queremos que as pessoas tenham músicas que possam ouvir sentadas, tocar na academia ou no carro, e entender que o mundo é maior do que parece”, afirma o vocalista Matty Mullins.

    Com o Blessthefall, o vetor é outro. A banda já refez sua ligação com o público brasileiro em maio de 2024, em shows promovidos pela Liberation em Curitiba e São Paulo.

    Agora, a banda desembarca em nova etapa de trajetória. Gallows, lançado em setembro de 2025 pela Rise Records, recolocou o blessthefall no ciclo ativo da estrada. O álbum veio puxado pelos singles “mallxcore”, “Wake The Dead” e “Drag Me Under”. O currículo ajuda a medir esse retorno: antes de Gallows, a banda já havia emplacado dois álbuns seguidos no Top 25 da Billboard 200, com Hollow Bodies e To Those Left Behind.

    SERVIÇO

    Memphis May Fire + Blessthefall em São Paulo/SP

    Data: 29 de agosto de 2026

    Local: Carioca Club (Rua Cardeal Arcoverde, 2899, Pinheiros, São Paulo/SP)

    Ingresso: clubedoingresso.com/evento/memphismayfire-blessthefall-sp

  • MEMPHIS MAY FIRE | BLESSTHEFALL – BELO HORIZONTE (MG)

    MEMPHIS MAY FIRE | BLESSTHEFALL – BELO HORIZONTE (MG)

    Memphis May Fire e Blessthefall, dois nomes de trajetórias consolidadas no metalcore e post-hardcore norte-americana, fazem três shows conjuntos no Brasil em agosto de 2026, em Belo Horizonte/MG (27/08, Mister Rock), São Paulo/SP (29/08, Carioca Club) e Curitiba/PR (30/08, Tork n’ Roll). A realização é da Liberation MC.

    Ingressos à venda no site do Clube do Ingresso.

    As bandas voltam em momentos distintos, mas igualmente relevantes de suas discografias: o Memphis May Fire sustentado pela fase de Shapeshifter e o Blessthefall impulsionado por Gallows, álbum de 2025 que a recolocou em estúdio após sete anos.

    Esses serão os primeiros shows do Blessthefall na América do Sul após o lançamento do incrível Gallows.

    A força deste retorno do Memphis May Fire ao Brasil também está no tempo de espera. A última passagem remonta a agosto de 2014 e está de volta com status consolidado.

    O Memphis May Fire se destacou pela combinação precisa de grandes ganchos melódicos e agressividade esmagadora. Mesmo depois de liderar a parada Hard Music Albums da Billboard e entrar no Top 20 da Active Rock no rádio, o Memphis May Fire se recusa a abrir mão de quem é ou dos fãs que o fizeram chegar até aqui.

    A fase atual, porém, não depende de memória afetiva. Lançado em 28 de março de 2025 pela Rise Records, Shapeshifter é o oitavo álbum de estúdio do Memphis May Fire e foi construído a partir de uma campanha longa de singles, com faixas como “Chaotic”, “Paralyzed”, “Necessary Evil”, “Infection”, “Hell Is Empty”, “Overdose” e “The Other Side”.

    As músicas mais recentes do Memphis May Fire foram produzidas e mixadas por Kellen McGregor, guitarrista da banda e um de seus fundadores há cerca de 15 anos. A base rítmica de longa data, formada pelo baixista Cory Elder e pelo baterista Jake Garland, injeta nas canções profundidade e foco. Cameron Mizell, que coproduziu com McGregor o favorito dos fãs Unconditional (2014), produziu os vocais de Matty.

    “Queremos que as pessoas tenham músicas que possam ouvir sentadas, tocar na academia ou no carro, e entender que o mundo é maior do que parece”, afirma o vocalista Matty Mullins.

    Com o Blessthefall, o vetor é outro. A banda já refez sua ligação com o público brasileiro em maio de 2024, em shows promovidos pela Liberation em Curitiba e São Paulo.

    Agora, a banda desembarca em nova etapa de trajetória. Gallows, lançado em setembro de 2025 pela Rise Records, recolocou o blessthefall no ciclo ativo da estrada. O álbum veio puxado pelos singles “mallxcore”, “Wake The Dead” e “Drag Me Under”. O currículo ajuda a medir esse retorno: antes de Gallows, a banda já havia emplacado dois álbuns seguidos no Top 25 da Billboard 200, com Hollow Bodies e To Those Left Behind.

    SERVIÇO

    Memphis May Fire + Blessthefall em Belo Horizonte/MG

    Data: 27 de agosto de 2026

    Local: Mister Rock (Av. Tereza Cristina, 295, Prado,
    Belo Horizonte/MG)

    Ingresso: www.clubedoingresso.com/evento/memphismayfire-blessthefall-bh

  • NEVERMORE – SÃO PAULO (SP)

    NEVERMORE – SÃO PAULO (SP)

    Nevermore entra em 2026 com força total, propósito renovado e a confiança de quem sabe exatamente o que representa. Desde sua formação após o fim do Sanctuary, a banda construiu uma identidade marcada por técnica impecável, composições ousadas e intensidade emocional. Do álbum de estreia, lançado em 1995, a clássicos como Dead Heart in a Dead World e This Godless Endeavor, o Nevermore conquistou fãs no mundo inteiro e se firmou como uma das vozes mais originais e influentes do metal moderno.

    Agora, esse legado ganha um novo capítulo. Sob a liderança de Jeff Loomis e Van Williams, o Nevermore ressurge com uma formação poderosa: Jack Cattoi nas guitarras, Semir Özerkan no baixo e Berzan Önen nos vocais. Depois de anos afastados, a energia criativa que sempre moveu a banda voltou a pulsar com força. “Isso vem sendo gestado há bastante tempo e agora começou a se concretizar. Então que momento melhor para dar início a tudo do que agora?”, afirma Van, resumindo o espírito dessa nova fase.

    E esse retorno já tem data marcada para acontecer diante do público brasileiro. O Nevermore é uma das atrações confirmadas do Bangers Open Air 2026, que acontece nos dias 25 e 26 de abril no tradicional Memorial da América Latina, em São Paulo. A banda se apresenta no segundo dia do festival, prometendo um show histórico para celebrar essa nova era.

    Mas as novidades não param por aí. Para quem quer uma experiência ainda mais intensa e próxima, o Nevermore também fará um side show exclusivo no dia 28 de abril de 2026, no Carioca Club, em São Paulo. Uma oportunidade única para ver de perto a química da nova formação e sentir toda a força desse renascimento nos palcos.

    Com o anúncio dos shows no Brasil, o Nevermore deixa claro que está de volta para valer — honrando sua história, celebrando sua identidade e abrindo caminho para um futuro tão ousado quanto sua música sempre foi. Um novo ciclo começa, e os fãs brasileiros serão os primeiros a testemunha.

    SERVIÇO – NEVERMORE
    Data: 
    28 de abril de 2026 (terça-feira)
    Local: Carioca Club (Rua Cardeal Arcoverde, 2899 – Pinheiros, São Paulo/SP)
    Abertura dos portões: 19h
    Realização: Bangers Open Air
    Produção: Honorsounds
    Ingressos disponíveis em: https://www.clubedoingresso.com/evento/nevermore-saopaulo

     

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  • WORKSHOP: TOM ZYNSKI – PORTO ALEGRE (RS)

    WORKSHOP: TOM ZYNSKI – PORTO ALEGRE (RS)

    Celebrando 10 anos de carreira como professor de técnica vocal, Tom Zynski apresenta neste sábado (7) um workshop dedicado à música pop como linguagem ampla, contemporânea e plural, explorando seus subgêneros, estéticas e abordagens vocais. O encontro vai percorrer universos sonoros como: Bossa Nova, Country, Folk, Gótico, Jazz, Metal, MPB, Rock, Samba, Soul, Synthpop e Trap, demonstrando como cada linguagem se constrói. O evento iniciará às 15h, no Complexo Artístico e Cultural RR44, localizado na rua Silva Só, 44, em Porto Alegre. Os ingressos estão à venda pelo site do Sympla.

    O foco do workshop está na voz pop como ferramenta versátil, capaz de transitar entre estilos, gêneros e linguagens sem perder identidade técnica, saúde vocal e intenção artística. O repertório será composto por interpretações de obras que atravessam diferentes estilos da música popular, incluindo também composições da banda It’s All Red e músicas da carreira solo de Tom Zynski, todas demonstradas e analisadas ao vivo dentro do contexto técnico e estético do workshop. Além dos alunos, o evento contará com a participação de convidados que se destacam musicalmente no cenário regional como: Brian Schmitz (vocalista da banda Madame Chaos), Daniel Nodari (compositor, guitarrista e professor), Jaydson Gomes (cantor e guitarrista), entre outros artistas.

    Sobre a carreira de Tom Zynski

    Cantor, compositor, produtor vocal e professor de técnica vocal há mais de uma década, atua com aulas presenciais e on-line, preparação vocal de shows e produção cultural. Graduado em Licenciatura em Música pelo Centro Universitário Metodista (IPA), ingressou na banda It’s All Red em 2014, realizando turnês pelo Brasil e Argentina e dividindo palco com Cavalera Conspiracy, Megadeth e Ratos de Porão.

    Em 2023, Tom palestrou na Faculdade Souza Lima (São Paulo) sobre produção vocal ao lado do renomado professor Ariel Coelho, apresentando metodologias de preparação de cantores em estúdio. Como artista solo de Folk/Rock, participou do documentário americano “Corky”, sendo responsável pelos arranjos, instrumentação e interpretação da música-tema. Na época, o filme sobre a baleira Corky estreou no Chinese Theatre (Hollywood/CA) e recebeu prêmios em festivais nos Estados Unidos.


     

    Serviços 

    WorkPOP Vocal com Tom Zynski

    Quando? Sábado, dia 07 de março às 15h

    Duração do encontro: 2h

    Local: Rua Silva Só, nº 44 – POA

    Ingressos: R$60,00 pelo site do Sympla

    Desconto de meia-entrada para alunos e ex-alunos.

    Formato do evento:

     •  demonstrações técnicas aplicadas aos diferentes subgêneros da música pop;
    • análises vocais didáticas entre as músicas;
    • aplicações práticas de técnica vocal em múltiplas estéticas
    • apresentações com participações especiais;
    • espaço aberto para perguntas, onde o público pode sanar suas dúvidas sobre técnica vocal;
    • orientações sobre estudo, carreira, identidade artística e preparação vocal contemporânea.

    O formato é intimista, direto, formativo e voltado à troca ativa entre os presentes, integrando teoria, prática e experiência artística real. Participe!

    Fotos: José Florêncio

  • PESTA | FALSA LUZ | PRESIDENTE JUDAS – SÃO PAULO (SP)

    PESTA | FALSA LUZ | PRESIDENTE JUDAS – SÃO PAULO (SP)

    São Paulo/SP – 28/03 (sábado)

    La Iglesia (Rua João Moura, 515 – Pinheiros – São Paulo/SP).