O vocalista Erik Grönwall lançará no dia 22 de maio seu álbum solo Bad Bones, marcando a primeira vez em que apresenta um trabalho totalmente composto por material inédito sob seu próprio nome.
Após anos à frente de bandas como Skid Row e H.E.A.T, além de turnês atuais pela Europa e Japão como vocalista da banda do lendário guitarrista alemão Michael Schenker, o cantor sueco agora volta o foco para uma expressão artística mais pessoal. Segundo ele, o disco representa um reencontro com a composição e com sua própria identidade musical.
Em comunicado, Erik declarou: “Tive a honra de cantar em grandes bandas, mas agora é hora de contar minha própria história. Bad Bones é sobre assumir quem você é e não pedir desculpas por isso. Sempre segui meu próprio caminho, independentemente do que as pessoas pensassem. Nunca segui o padrão — e não vou começar agora.”
Confira o videoclipe do primeiro single, Bad Bones:
O álbum foi produzido em parceria com Jona Tee, seu ex-companheiro de H.E.A.T., e traz dez faixas inéditas:
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Born To Break
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Bad Bones
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Praying For A Miracle
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Who’s The Winner
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Lost For Life
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Twisted Lullaby
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Save Me
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Hell & Back
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How High
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Written In The Scars
Dois shows de lançamento em Estocolmo, nos dias 25 e 26 de maio, já estão esgotados. Outras apresentações em festivais europeus também foram confirmadas para o verão.

Uma nova identidade artística
Em entrevista a Stefan Nilsson, do Roppongi Rocks, Erik explicou que este trabalho nasce de uma inquietação antiga: “Construí minha carreira em bandas e sempre adorei isso, mas comecei a me perguntar: quem eu sou como compositor quando lanço minha própria música?”
Ele relembrou que seu primeiro álbum solo, lançado após vencer o programa Swedish Idol em 2009, não refletia exatamente sua visão artística. “Foi algo muito rápido, feito para ser lançado antes do Natal. Não veio do coração. Agora é diferente. Nunca estive tão orgulhoso de um disco.”
Segundo o cantor, o processo criativo envolveu experimentação e autoconhecimento: “Percebi que sou a soma de tudo o que fiz até agora — H.E.A.T, Skid Row, Michael Schenker. No fim das contas, é rock and roll. Se você sabe contar até quatro, consegue fazer rock.”
Saúde, decisões difíceis e liberdade criativa
Diagnosticado com leucemia linfoblástica aguda em março de 2021, Erik passou por um transplante de medula óssea e revelou que recebeu o convite para integrar o Skid Row apenas cinco meses após o procedimento.
“Foi o timing perfeito e o pior timing ao mesmo tempo. Se meu médico tivesse dito não, eu não teria feito. Saúde sempre vem primeiro.”
Ele permaneceu na banda por cerca de dois anos, mas decidiu sair ao perceber que precisava de mais tempo entre as turnês para acompanhar exames e preservar sua recuperação. “Eu só pedi um mês em casa entre as turnês. Para mim era necessário. Não funcionou para eles, e está tudo bem.”
Desde então, Erik tem se dedicado a projetos independentes, lançando vídeos e interpretações em seu canal no YouTube, além de trabalhar de forma autônoma em suas composições. “Não estou ligado a nenhuma gravadora agora. Gosto dessa liberdade. Posso fazer o que quiser.”
Além do novo álbum, o cantor também lançou recentemente a autobiografia Power – Music, Death, Life, ampliando o olhar sobre sua trajetória dentro e fora dos palcos.
Com Bad Bones, Erik Grönwall inicia um capítulo em que sua história deixa de ser contada através de uma banda e passa a refletir sua própria assinatura artística.
