Categoria: Roadie News

  • MEMORIAM: Confira o novo vídeo, “The Veteran”

    MEMORIAM: Confira o novo vídeo, “The Veteran”

    Os herdeiros legítimos do trono beligerante do death metal inglês, o MEMORIAM – que conta com Karl Willets (BOLT THROWER) nos vocais, Frank Healy (BENEDICTION, CEREBRAL FIX) no baixo, Scott Fairfax (CEREBRAL FIX) na guitarra e Andy Whale (BOLT THROWER) na bateria – lançou seu terceiro álbum de estúdio, Requiem For Mankind, em 21 de junho via Nuclear Blast.

    Abaixo, você confere o mais novo vídeo dos ingleses, The Veteran.

    Enquanto o álbum de estreia do MEMORIAM, For The Fallen (2017), era pesado, dotado de uma energia depressiva e marcado pela memória da perda do amigo Martin Kearns (ex-baterista do BOLT THROWER, falecido em 14 de setembro de 2015), o segundo trabalho, The Silent Vigil (2018), mostrou um lado implacavelmente agressivo. Foi sem dúvida outro grande álbum, criado por músicos que entendem do seu ofício, confiam cegamente na sua arte, mas que não se repetem. Isto também se aplica a Requiem For Mankind. Mais uma vez, o peso é monstruoso, os riffs são implacáveis e a atmosfera é opressiva, paralisante e igualmente esmagadora. Os vocais agressivos de Willetts são sempre empolgantes e implacáveis.

    A banda afirma: “Bem, aqui estamos nós com o nosso terceiro álbum, Requiem For Mankind. Nos nossos álbuns anteriores, nós experimentamos diferentes estilos musicais e vocais que finalmente nos levaram ao aqui e agora, com aquele que pensamos ser o álbum definitivo do MEMORIAM. É death metal. É tudo o que sabemos. Parece que os álbuns anteriores foram uma escada para este novo registro. Nós finalmente conseguimos os ingredientes certos em um só lugar. Para frente!”

    Requiem For Mankind foi gravado no Parlor Studios em Kettering, Reino Unido, com o renomado produtor Russ Russell (NAPALM DEATH, DIMMU BORGIR, AT THE GATES, AMORPHIS). A impressionante arte do álbum foi mais uma vez criada por Dan Seagrave (BENEDICTION, DISMEMBER, HYPOCRISY, SUFFOCATION).

    Edições avulsas, assinatura física e digital. Conheça a nossa Roadie Crew Shop – acesse https://roadiecrew.com/roadie-shop
  • HELLOWEEN substitui Megadeth no ROCKFEST

    HELLOWEEN substitui Megadeth no ROCKFEST

    O HELLOWEEN se apresentará na primeira edição do ROCKFEST. A banda alemã completa o line up do festival, em substituição ao Megadeth, que cancelou a turnê no Brasil em razão de problemas de saúde do vocalista e guitarrista DAVE MUSTAINE, diagnosticado recentemente com câncer na garganta.

    Com a chegada da banda alemã, o ROCKFEST vai reunir SCORPIONS, WHITESNAKE, HELLOWEEN, EUROPE e os brasileiros do ARMORED DAWN, no dia 21 de setembro de 2019, no palco do Allianz Parque, em São Paulo.

    Os ingressos estão à venda pelo site www.ingressorapido.com.br e os tickets já adquiridos para a programação anterior permanecem válidos, não sendo necessária a troca dos mesmos.

    Eventuais cancelamentos e reembolsos serão assegurados a todos os consumidores, conforme a política ao final deste comunicado detalhado.

    Sobre o HELLOWEEN: O HELLOWEEN chega ao Brasil para agitar mais uma vez os fãs brasileiros com seu som poderoso e repertório repleto de clássicos do power metal. Em mais de 35 anos de carreira, o HELLOWEEN conquistou a crítica especializada e milhões de fãs ao redor do mundo, com suas canções de melodias assombrosas e riffs fantásticos.

    A banda lançou quinze álbuns de estúdio e três ao vivo, tendo atingido a marca de oito milhões de discos vendidos.  São catorze discos de ouro, seis de platina e diversas apresentações ao lado de outras grandes bandas/artistas, como, por exemplo: Iron Maiden, Ozzy Osbourne, Dio, Slayer, entre outros.

    O HELLOWEEN fez história ao se apresentar em alguns dos mais importantes festivais de metal do mundo, como o Wacken (Alemanha), Monsters of Rock (Inglaterra), Rock in Rio (Brasil), Loudpark (Japão) e o Woodstock, na Polônia, onde se apresentou como headliner para uma plateia de quinhentas mil pessoas.

    A banda é formada por Andi Deris (vocal), Dani Löble (bateria), Sascha Gerstner e Michael Weikath (guitarras), Markus Grosskopf (baixo), além de Michael Kiske e Kai Hansen.

    Sobre a política de cancelamentos e reembolsos: Caso opte pelo cancelamento da compra do ingresso, o consumidor deverá, até a data limite do dia 27 de julho de 2019, entrar em contado com a ticketeira “Ingresso Rápido”, responsável pela gestão e comercialização dos ingressos do evento.

    Os valores estornados incluirão: Valor de face do ingresso, taxa de conveniência e taxa de entrega (se houve a cobrança), ou seja, toda a quantia paga, integralmente, de acordo com o procedimento de estorno abaixo.

    As compras realizadas via Site, Aplicativo e Contact Center da Ingresso Rápido serão estornadas através do cartão de crédito utilizado e constarão na próxima fatura ou subsequente do mesmo cartão.

    O prazo passará a contar a partir do recebimento do e-mail de confirmação do cancelamento.

    As compras parceladas no cartão de crédito (com ou sem juros) serão estornadas em única vez e, se houver parcelas a vencer, serão antecipadas na mesma fatura em que ocorrer a devolução.

    Se você adquiriu ingressos nos Pontos de Vendas Oficiais da Ingresso Rápido utilizando cartão de débito, o valor será estornado diretamente na conta vinculada ao cartão utilizado e o valor ficará disponível na conta em até 15 (quinze) dias úteis após a data do cancelamento em sistema.

    Este prazo poderá ser alterado de acordo com o banco emissor e tem validade a partir da data de confirmação do cancelamento, através do canal oficial de atendimento [email protected].

    Para as compras realizadas em dinheiro nos Pontos de Vendas Oficiais da Ingresso Rápido, será necessário enviar um e-mail para [email protected], contendo todas as informações abaixo:

    · Nome Completo; · Telefone de contato; · CPF do Titular da Compra; · Senha de compra (sequência de 7 números que estão no canhoto do ingresso); · Nome do Banco; · Agência (com digito); · Conta Corrente (com digito) – se for conta poupança, especificar na mensagem; · Foto do Ingresso (OBRIGATÓRIO)

    O crédito na conta especificada será realizado em até 15 (quinze) dias úteis a contar do envio do e-mail de confirmação de cancelamento.

    ATENÇÃO: Não nos responsabilizamos por ingressos adquiridos fora dos canais de venda citados neste comunicado e os ingressos cortesia não dão direito a restituição de valores, até porque não houve pagamento para sua aquisição.

    Em caso de dúvidas envie um e-mail para [email protected], o atendimento será realizado exclusivamente por este canal.

    Serviço Local: Allianz Parque Endereço: Avenida Francisco Matarazzo, 1705 – Água Branca – SP Data: 21 de setembro de 2019 (Sábado) Portas: 14h Scorpions: 22h Whitesnake: 20h15 Helloween: 18h45 Europe: 17h15 Armored Dawn: 16h15

    Valores: Setor                          Inteira                       Meia Pista Premium          R$580,00                  R$290,00 Pista                           R$300,00                  R$150,00 Cadeira Nível 1         R$450,00                  R$225,00

    Ingressos Parcelados em até 4X

    Na internet: https://site.ingressorapido.com.br/rockfest

  • LIVING COLOUR / REMOVE SILENCE – 14 de junho de 2019, São Paulo/SP

    LIVING COLOUR / REMOVE SILENCE – 14 de junho de 2019, São Paulo/SP

    Tudo bem que o intervalo foi de apenas um ano, mas o motivo de o Living Colour ter retornado ao Brasil em tão pouco tempo foi plausível. Em 2018, o grupo veio divulgar Shade, seu mais recente álbum de inéditas. Dessa vez, o grande mote foi a celebração de 30 anos (agora trinta e um) de Vivid, bem sucedido álbum de estreia do Living Colour. Quem compareceu ao show do ano passado e nesse de agora, portanto, curtiu dois repertórios completamente diferentes um do outro: no anterior, o quarteto de Nova Iorque apresentou seu set regular; no atual, o grupo tem prestigiado Vivid em sua totalidade – além de incluir outras pérolas de sua respeitada carreira. Conclusão: era imprescindível que o Living Colour colocasse mesmo o nosso país na rota da “Vivid 30th Anniversary Tour”. E, convenhamos: que fã brasileiro dessa banda tão original, criativa e atemporal não iria querer presenciar o aclamado Vivid sendo tocado na íntegra? Tanto é que, em São Paulo, assim como em 2018, o Living Colour novamente arrastou uma multidão de seguidores para a Tropical Butantã, mesmo palco de sua última visita à cidade.

    Quem chegou cedo pôde conferir a abertura do Remove Silence. Na ativa desde 2007, o grupo paulistano, que já foi pré-indicado ao Grammy americano, concorrendo nas categorias “Melhor Álbum de Rock” com o debut Fade (2009) e “Melhor Performance Hard Rock” com a música Pressure, aproveitou a ocasião para divulgar o seu mais recente ‘full lenght’. Lançado no último dia 25 de janeiro, Raw foi prioridade no setlist apresentado. De cara, Ale Souza (vocal e baixo), Fabio Ribeiro (teclado), Danilo Carpigiani (guitarra) e Leo Baeta (bateria) entraram tocando a trinca de singles que marca o início de Raw: a própria Raw, música de batida marteladora, que em 2017 já havia sido lançada em um videoclipe bem obscuro, a despojada Laser Gun e a instigante Middle of Nowhere.

    O Remove, que já teve em suas fileiras o baterista Edu Cominato (Tempestt, S.O.T.O., Jeff Scott Soto) e o guitarrista Hugo Mariutti (Shaman, Andre Matos, Viper e Henceforth), conta em sua discografia não só com os mencionados Fade e Raw, como também com Stupid Human Atrocity (2012) e os EPs Little Piece of Heaven (2013) e Irreversible (2015). O grupo segue fazendo um som versátil, dispondo do uso de sintetizadores e iPads, o que resulta em um mix de música eletrônica, synth-pop, rock industrial e alternativo. No entanto, Raw mostra um Remove Silence soando mais direto atualmente. Isso ficou claro nas músicas desse álbum que foram executadas no show. E o público (ainda em número razoável), mostrou reconhecimento pelo som da banda, aplaudindo-a ao final de cada música tocada.

    Antes de anunciar Irreversible, do EP de mesmo nome, Ale Souza falou do privilégio de abrir para o Living Colour, que afirmou ser admirado por ele e por seus companheiros. Ele ainda aproveitou o ensejo para prestar agradecimentos. Embora algumas pessoas pensassem que rolaria alguma homenagem à Andre Matos, ainda mais porque Fábio Ribeiro tocou com ele no Shaman, no Angra e na banda solo do saudoso vocalista, os músicos preferiram “viver esse show com um pouco mais de leveza”, conforme declarou Carpigiani ao site Ligado à Música. Prosseguindo, o cover do hit Enjoy the Silence do Depeche Mode animou muitas das pessoas presentes. Na sequência, veio a minha preferida de Raw: a pesada Nothing to Lose. A última a representar o novo álbum foi The Buzzer. Em seguida, Ale apresentou a banda e, após a agressiva Pressure e a eletrizante Spellbound, essa de Stupid Human Atrocity, ele e seus parceiros se despediram e foram bastante aplaudidos.

    Cerca de cinquenta minutos depois, com a casa quase lotada, o Living Colour foi recebido euforicamente. O público estava ansioso para se divertir com a mistura de hard rock, funk, rhythm ‘n’ blues, hip hop, jazz fusion, punk rock e blues, que são os ingredientes mais substanciais na música do grupo americano. Antes de focar em Vivid, os geniais Corey Glover (vocal), Vernon Reid (guitarra), Doug Wimbish (baixo) e Will Calhoun (bateria) entraram tocando dois covers, ambos presentes em Shade: Preachin’ Blues, do saudoso blueseiro Robert Johnson, e Who Shot Ya?, do rapper americano The Notorious B.I.G., morto em 1997. Essa segunda, de título que veio a calhar, foi dedicada por Vernon Reid à Marielle Franco, vereadora do Rio de Janeiro, socióloga e ativista dos direitos humanos, assassinada a tiros, em março de 2018 – Vale lembrar, o que parece que muitos esquecem, que o motorista de Marielle, Anderson Pedro Mathias Gomes, também foi morto, trabalhando pra ela, e deveria ter o mesmo reconhecimento. Ou será que até na hora da morte a política tem que estar em primeiro lugar? Prosseguindo, a banda mandou a primeira autoral do show: Freedom of Expression (F.O.X.), que abre Shade.

    Passada a trinca inicial, Corey Glover, que trajava chapéu e um terno amarelo (revelo aqui que eu ri quando nosso fotógrafo Fernando Pires brincou dizendo que o vocalista estava parecendo cosplay do personagem principal do filme O Máskara), fez o aguardado anúncio: “Todos vocês sabem que essa é uma festa para nós, um aniversário, certo? Podemos fazer isso depois de muito tempo. E como agradecimento à vocês, tocaremos o álbum Vivid do início ao fim – e tudo o que tiver no meio.” O público explodiu, ainda mais quando Calhoun disparou o ‘spoken word’ no som mecânico, que evidenciou o hino Cult of Personality. Foi com essa música, 13° lugar no chart Billboard Hot 100 e 9° no Billboard Album Rock Tracks, que, em 1990, o Living Colour conquistou o Grammy Award como “Melhor Performance Hard Rock”. Estava iniciada, então, a íntegra de Vivid, álbum que alcançou impressionantes 6° lugar no Billboard 200, 5° no RPM Top Albums 100 (CAN) e 2° nas paradas neozelandesas, além de ter obtido a benção de Mick Jagger (Rolling Stones) na produção, em parceria com Ed Stasium (Talking Heads, Ramones).

     A sequência do set respeitou o ‘tracklist’ de Vivid. Assim sendo, a próxima foi I Want to Know, em que Reid foi absurdo no solo. Ao término de Middle Man, o quarteto foi extremamente aplaudido. Fica difícil escolher para qual músico olhar quando o Living Colour está no palco, tamanho o talento de Glover, Reid, Calhoun e Wimbish. Em Desperate People, por exemplo, eles detonaram nas improvisações, especialmente Reid. Na belíssima Open Letter (To A Landlord), Reid estendeu o dedilhado inicial, sendo acompanhado por Wimbish, que utilizou alguns efeitos no baixo. Por sua vez, Glover ia deixando os fãs atônitos com sua voz privilegiada, ferramenta essa que ainda justifica seu posto como um dos melhores cantores de rock de todos os tempos. Assim que Glover terminou de apresentar a banda, seus parceiros deram início à um breve instrumental, em que Wimbish mandou ver solando, até essa jam culminar na funkeada Funny Vibe, música que em estúdio teve a participação dos fundadores do Public Enemy, o MC Chuck D e o hype man Flavor Flav.

    Outra que acabou sendo muito bem recebida, com os fãs gritando “Living Colour” em coro, foi a suingada Memories Can’t Wait, cover do Talking Heads. Na sequência, vieram duas que, originalmente, contaram com o “padrinho” e descobridor do Living Colour Mick Jagger na gaita e nos backing vocals, respectivamente. A primeira foi a cadenciada Broken Hearts e a outra foi Glamour Boys. Tal mega hit, cantado em uníssono pelo público, começou mais dançante e no decorrer inspirou o animado Glover a dançar de modo engraçado. Engraçado também foi a simulação de uma discussão entre Reid e Glover, que, por várias vezes, lhe disse: “I hate you!”. Falando em Reid, o cara parecia possuído de tão entregue ao show. Falante como eu nunca o vi, o guitarrista fez um longo discurso em cima do final da música What’s Your Favorite Colour? (Theme Song), que a cada vez que essa pergunta era feita no refrão os fãs respondiam de prontidão: LIVING COLOUR! A festa de 30 anos de Vivid, logicamente se encerrou com a energética Which Way to America?. Mas calma que teve mais…

    Concluída a íntegra de Vivid, o trio de frente deixou o palco livre para o “monstro” Calhoun brilhar sozinho por pouco mais de dez minutos. Em seu ato, o baterista apresentou um número semelhante ao que fez no ano passado, utilizando-se dos mesmos elementos. Esbanjando criatividade, Calhoun massacrou seu kit com um solo cavalar, depois se levantou e se dirigiu à um pad eletrônico Korg Wave Drum, que estava disposto do lado esquerdo de sua batera. Com esse pad, o músico criou loops e tirou um som hipnótico, que serviu de base para Calhoun retornar ao seu posto original e, com as luzes apagadas, se divertir nos tambores, pratos e caixa, surrando-os com baquetas vermelhas luminosas. Pensa que acabou? Ora, estamos falando de Will Calhoun! Assim como no solo do ano passado, ele encerrou sua performance na frente do palco, tocando apenas com as mãos um aFrame (cilindro de estrutura eletrogênica). Foi um show à parte!

    Com todos de volta às suas posições, Love Rears it’s Ugly Head, single do segundo álbum do Living Colour, Time’s Up, de 1990, foi a bola da vez. Empolgado, no decorrer dessa Glover foi cantar no pit, encostado aos fãs que estavam colados na grade. E ali Glover permaneceu durante a contestadora Elvis is Dead, que teve seu refrão repetido à exaustão. Inclusive em português, todos obedeciam ao comando de Glover e Reid: “Elvis está morto”. Para que você entenda, na letra dessa música Reid questiona a imagem construída de Elvis Presley pela mídia, traçando um paralelo com o racismo presente nos Estados Unidos, como pode ser observado, por exemplo, no trecho que diz: “Elvis era um herói para a maioria / Mas isso é irrelevante / Um homem negro o ensinou a cantar / E ele foi coroado à rei”. No meio de Elvis… rolou ainda uma inserção de Hound Dog. Pra encerrar a noite, mais um show de improvisação, agora com a pesada Type.

    Que show foi esse, meu amigo? Muitos saíram dizendo que foi superior ao de 2018. E olha que aquele já havia sido muito bom! Agora é torcer para que o Living Colour retorne pela terceira vez consecutiva ao Brasil em 2020. Acha um exagero? Talvez você mude de ideia, então, se eu lembrá-lo que no ano que vem será a vez de Time’s Up completar 30 anos. Para isso acontecer, tomara que o Living Colour resolva celebrá-lo também! E quem se sentirá incomodado se eles também passarem por aqui em 2023 quando Stain se tornar um balzaquiano? Aguardemos…

  • Garage Sounds Rio de Janeiro, em julho, alia música à gastronomia e lifestyle

    Garage Sounds Rio de Janeiro, em julho, alia música à gastronomia e lifestyle

    Como os tradicionais e requisitados festivais de música pelos Estados Unidos e Europa, o Garage Sounds é daqueles eventos que dá palco para bandas de diversos segmentos do rock. Do rock alternativo ao death metal, passando pelo hardcore, punk, emo, thrash e até psicodélico, a aguardada primeira edição no Rio de Janeiro deste que é o maior fest itinerante do Brasil está devidamente confirmada para 12 de julho, no amplo e moderno Hub Rio (avenida Prof. Pereira Reis, 54) com 16 atrações. São diversos palcos para acomodar desde bandas consagradas, com fama internacional, até nomes da cena carioca que estão em evidência e conquistando cada dia mais espaço e público. Os ingressos estão à venda no site oficial do evento: www.garagesounds.com.br. A estreia do Garage Sounds no Rio de Janeiro vem com bandas do alto escalão da música nacional. Entre os headliners estão Krisiun, a banda brasileira de metal mais bem-sucedida da atualidade, com uma sólida carreira no exterior e álbuns que levam o peso e velocidade ao limite. Também em destaque no evento está o Glória, que canta em português em cima de uma sonoridade densa, entre o metal e o hardcore, mas sempre com muita melodia. Os paulistas do Surra, então, mandam aquele famigerado e sempre empolgante crossover e não à toa é banda requisitada em festivais pelo Brasil. Menos raivoso é o Hateen, nome bastante conhecido da cena hardcore melódico/emo, com quase 25 anos de estrada, assim como o Zander, que apesar de apenas uma década de atividades, já tem status de banda cult do rock alternativo e foi no Rio que, em 2010, fez uma show histórico, abrindo para o Green Day.
     
    Outra banda da nova safra no Garage Sounds Rio é o Molho Negro e seu rock visceral, direto do Pará, no melhor momento da carreira. Já tocam no Lollapalooza Brasil e foram a banda de abertura da turnê do The Oh Sees pelo país, em 2017. Esteban, que ficou famoso pelos seis anos como baixista do Fresno (2006-2012), dá ainda mais peso ao line up. O Garage Sounds, como festival de fomento da cena autoral local, terá no palco diversas bandas cariocas. Tem o rock psicodélico e alucinado do Psilocibina, o rock contemporâneo e pontual do Malvina, que vem de uma mesma cena inspirada e que ressalta a verve de protesto como o Nove Zero Nove, Pavio, Ladrão e New Day Rising. O peso do metal volta com o thrash cheio de brasilidades do Tamuya Thrash Tribe e com o death/black ímpar do Enterro. A revolução também está presente na música do Join the Dance, a única que conta com uma mulher nos vocais, e seu hardcore, ora alternativo, ora metal e até com espaço pro emo. Plural que é, o Garage Sounds também terá espaço gastronômico com os foodtrucks Orange Burger, Carango Foodtruck e Pub Vegano. Em um outro canto, as tradicionais banquinhas de discos dão as caras com a Abraxas Records, Electric Funeral Records e Obscur Records, selos locais que trabalham com bandas de todo o Brasil e de diversos segmentos do rock. Ainda tem lugar para o Mega Wartz Tattoo montar um estúdio adaptado para seu Flash Tattoo.
     
    A cervejaria artesanal carioca Hocus Pocus também marcará presenta no Garage Sounds Rio. Uma das marcas brasileiras mais conceituadas deste universo, a cervejaria leva ao evento, por exemplo, a Orange Sunshine, uma American Blonde Ale com adição de laranja em que a refrescância cítrica dos lúpulos e da fruta se equilibram para que cada gota só transmita sentimentos bons.  Garage Sounds – O festival Garage Sounds acontece desde 2017 e vem expandindo gradativamente desde então. O evento itinerante, que tem a intensão de reforçar a cena rock brasileira, é encabeçado por grandes nomes do rock e além de oferecer oportunidade para bandas locais de cada cidade por onde passa. Os palcos do Garage Sounds já receberam mais de 100 bandas e, em 2019, o festival passará por 11 cidades: Curitiba, Santos, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Aracaju, Maceió, Recife, Natal, Fortaleza, Manaus e Belém, além de uma edição especial em Amsterdã, na Holanda. 
    SERVIÇO
    Garage Sounds Rio de Janeiro
    Data: 12 de julho de 2019
    Horário: a partir das 19 horas
    Local: Hub Rio 
    Endereço: Avenida Professor Pereira Reis, 50, Santo Cristo (RJ/RJ)
    Ingresso: https://www.garagesounds.com.br/ingressos (pague em até 12 vezes)
    Meia (Lote Promocional) : R$ 52,50  (+ R$ 5,25 taxa)
    Meia Social (Lote Promocional) : R$ 52,50  (+ R$ 5,25 taxa) Inteira (Lote Promocional) : R$ 105,00  (+ R$ 10,50 taxa)
    Realização: Garage Sounds
    Produção: Electric Funeral Records e Collapse Agency
    Edições avulsas, assinatura física e digital. Conheça a nossa Roadie Crew Shop – acesse https://roadiecrew.com/roadie-shop
  • BLACK MOON RIDERS lança videoclipe de “Alice”

    BLACK MOON RIDERS lança videoclipe de “Alice”

    A banda de Heavy Metal, Black Moon Riders, acaba de lançar seu primeiro videoclipe oficial, para a música “Alice”. Com produção de Strat Comunicação, maquiagem de Sil Gollmann e direção do vocalista Átila Ferrarez, a versão do grupo para o conto clássico de “Alice no país das Maravilhas” traz em sua letra, a protagonista cercada por drogas, amores perdidos e prazeres da carne. Uma sobrevivente no perigoso universo de Lewis Carroll. O vídeo ainda contou com a participação especial da atriz Su Scot, como Alice.

    A canção é a terceira faixa do EP “Black Moon Riders”, lançado em março de 2019. A faixa contou com os arranjos do guitarrista Magnus Wichmann (Rage In My Eyes) e produção vocal de Iuri Sanson (ex-Hibria) e Victor Wichmann.

    Átila Ferrarez fala sobre o clipe: “Eu estou bem satisfeito com a produção geral, deu muito trabalho, mais acho que o resultado foi muito satisfatório. Eu assumi a direção e contei com o suporte da nossa maquiadora e grande amiga, Sil Gollmann. Além de criar toda a maquiagem utilizada no clipe, ainda meu ajudou muito com o roteiro e na direção das cenas. Ainda contamos com efeitos do Leandro Boeira e com a nossa queridíssima, Su Scot, que encaixou perfeitamente no papel de Alice. Ela, com certeza, foi a cereja do nosso bolo. Além de tudo, ainda tivemos o apoio na divulgação dos nossos grandes ídolos, como Jacques Maciel, Dudu do Minuto du Rock, Rodrigo Marenna, Iuri Sanson e Magnus Wichmann. Foi uma união da cena que eu achei incrível. Não poderíamos estar mais felizes”. – destaca Átila.

    Confira o videoclipe:

    https://www.youtube.com/watch?v=wmn5PECKRDw

    Enquanto divulga o clipe, o grupo já trabalha em estúdio em um novo single, que contará com um convidado especial, ainda não divulgado, dividindo os vocais com Átila.

    Formada em 2014, a Black Moon Riders é uma banda de rock pesado que exorciza seus demônios com performances marcantes, figurinos autênticos e guitarras insanas. Seu nome remonta a uma antiga seita que espera a chegada da lua negra. Era em que reinará a magia, o rock e o prazer.

    Imagem: Divulgação

    Contatos: https://www.facebook.com/blackmoonriders

    Edições avulsas, assinatura física e digital. Conheça a nossa Roadie Crew Shop – acesse https://roadiecrew.com/roadie-shop
  • WARLEGGION: novo single “Rapids” está disponível em todas as plataformas digitais

    WARLEGGION: novo single “Rapids” está disponível em todas as plataformas digitais

    Em fase de produção das novas composições que farão parte do primeiro full da carreira, a banda Warleggion, acaba de apresentar oficialmente aos fãs do bom e tradicional Heavy Metal, seu mais novo single. A música “Rapids” já pode ser conferida em todas as plataformas digitais. A faixa é a segunda que a banda disponibiliza como prévia de seu novo álbum. Anteriormente o single “Knock Me Down” abriu o caminho de apresentação do vindouro novo registro de estúdio. Confira “Rapids” em sua plataforma favorita, abaixo deixamos o link para o Spotify: https://open.spotify.com/track/1qN8joXUiVO9u3H5gJjVPr?si=gF9z6Du2Q8me6nszG_WWfw Em breve o single “Rapids” estará presente no canal oficial da banda e detalhes sobre o novo álbum, será oficialmente apresentado para os fãs do Warleggion. O grupo vem crescendo com muita força e propriedade, sua sonoridade está cada vez mais afiada e com esses dois singles, a banda, figura entre uma das melhores revelações que o Metal nacional apresentou nos últimos anos. WARLEGGION É FORMADO POR: Maurício Filho – guitarras Flávio Sozigam – contrabaixo/Vocal Igor Sueiro – bateria MAIS INFORMAÇÕES: Youtube: https://bit.ly/2uRx8j4 Facebook:  https://www.facebook.com/Warleggion/ Roadie Metal Press: https://roadie-metal.com/press/warleggion/

      Edições avulsas, assinatura física e digital. Conheça a nossa Roadie Crew Shop – acesse https://roadiecrew.com/roadie-shop
  • THE GARD: confira o novo single “You Gotta Be My Girl”

    THE GARD: confira o novo single “You Gotta Be My Girl”

    Acaba de ser oficialmente lançado em todas as plataformas digitais, o novo single do The Gard. “You Gotta Be My Girl” já pode ser conferida pelo Spotify, Deezer, ITunes, Google Play, Tidal, Napster e várias outras ferramentas de liberação de músicas via streaming. O novo single foi fortemente divulgado pela banda através de uma campanha pública na qual os fãs escolheram a capa oficial do novo single. Com a definição da capa, o The Gard agora libera oficialmente a contagiante e eletrizante “You Gotta Be My Girl”, faixa essa que explora com muita propriedade, toda a essência Rock and Roll de uma das melhores bandas do estilo na atualidade. Confira pelo Spotify: https://open.spotify.com/track/4SEaiRYfjgHlsadIimxSzN?si=4l3nckwrTkGF3tzv7d962Q Formação: Beck – voz e guitarra base Lucas Mandelo – bateria Enrico Ghirello – baixo Bruno Paulinetti – guitarra solo Allan Oliveira – guitarra solo Mais informações: www.thegardband.com www.facebook.com/thegardband www.youtube.com/thegardband www.soundcloud.com/thegardband www.instagram.com/thegard_band

    Edições avulsas, assinatura física e digital. Conheça a nossa Roadie Crew Shop – acesse https://roadiecrew.com/roadie-shop
  • Michael Ehré (GAMMA RAY, THE UNITY) é o novo baterista do PRIMAL FEAR

    Michael Ehré (GAMMA RAY, THE UNITY) é o novo baterista do PRIMAL FEAR

    A banda alemã de heavy metal PRIMAL FEAR anunciou a saída do baterista Francesco Jovino e sua substituição por Michael Ehré (GAMMA RAY, THE UNITY). Michael se juntará ao PRIMAL FEAR na turnê de festivais de verão (do hemisfério norte) do grupo, e gravará o novo álbum do PRIMAL FEAR no final deste ano.

    O PRIMAL FEAR disse em um comunicado: “Bem-vindo, Michael, ao Metal Commando e estamos orgulhosos de ter você no time! Obrigado a Francesco Jovino por quatro anos agitando muito com a gente e viajando o mundo. Cesco, desejamos a você e sua família apenas a melhor e boa sorte para seus próximos projetos.”

    Ehré acrescentou: “Estou super feliz em participar do PRIMAL FEAR! Desde o começo, eu segui a carreira deles, conheci os caras da banda por anos e sempre fui um grande fã de suas músicas! Estou muito animado e mal posso esperar para subir ao palco no Rock Fest em Barcelona.”

    O último álbum do PRIMAL FEAR, Apocalypse, foi lançado em agosto de 2018 através da Frontiers Music Srl.

    Na primavera passada, o PRIMAL FEAR anunciou seu retorno à Nuclear Blast Records. A relação entre a banda e o selo do sul da Alemanha remonta a mais de 20 anos, desde que o PRIMAL FEAR lançou sua estreia autointitulada em fevereiro de 1998 via Nuclear Blast. Mais tarde, lançaram clássicos como Jaws of Death (1999), Nuclear Fire (2001), Black Sun (2002), Devil’s Ground (2004) e Seven Seals (2005) antes da parceria ser encerrada.

      Edições avulsas, assinatura física e digital. Conheça a nossa Roadie Crew Shop – acesse https://roadiecrew.com/roadie-shop
  • Merel Bechtold deixa o DELAIN

    Merel Bechtold deixa o DELAIN

    A guitarrista Merel Bechtold decidiu deixar a banda holandesa DELAIN e se concentrar em diferentes ambições musicais. Sua performance final com o DELAIN aconteceu ontem, 23 de junho, no Graspop Metal Meeting em Dessel, Bélgica.

    A banda declarou: “Estamos cientes de que é um tempo muito curto, e lamentamos por aqueles de vocês que queriam pegar um último show com ela como parte da banda. No entanto, esta é uma partida amigável, e estamos respeitando que Merel deseje fazê-lo.

    “Tivemos uma jornada incrível dividindo o palco com esta bola de fogo e estamos animados para ver os resultados de seus novos empreendimentos.

    “Embora sintamos a falta de Merel na estrada conosco, percebemos que nossa agenda ocupada exige muito tempo e comprometimento, e nós entendemos e respeitamos sua decisão de focar em seu próprio caminho.

    “Vamos continuar tocando ao vivo como um quarteto como antes, e estamos ansiosos para terminar o trabalho para o nosso próximo álbum de estúdio, a próxima temporada dos festivais, nossa turnê nos Estados Unidos com AMORPHIS e Anneke Van Giersbergen e nossa turnê europeia Masters Of Destiny. Esperamos ver todos vocês em breve!”

    “Obrigado Merel. Te desejamos o melhor!”

    O DELAIN lançou Hunter’s Moon em fevereiro pela Napalm Records. O esforço consiste em novas faixas de estúdio acompanhadas por um Blu-ray ao vivo da turnê europeia Danse Macabre.

    Hunter’s Moon é a final de uma trilogia iniciada com o EP Lunar Prelude e o álbum Moonbathers.

      Edições avulsas, assinatura física e digital. Conheça a nossa Roadie Crew Shop – acesse https://roadiecrew.com/roadie-shop
  • CARAHTER: banda solta novo single e promete terceiro álbum para o 2° semestre

    CARAHTER: banda solta novo single e promete terceiro álbum para o 2° semestre

    O grupo mineiro de metalcore Carahter acaba de lançar seu novo single. Full Being é um “tira-gosto” apimentado da banda, antes do prato principal, o terceiro álbum, a ser lançado no segundo semestre deste ano e ainda sem título definido. Um fato curioso é que esse “aperitivo” está disponível não apenas nas plataformas digitais, mas também no formato K7.

    “Sabemos que nem todo mundo tem tocador de fitas, mas é um objeto físico, uma coisa artística que falta hoje. Deveremos lançar o segundo single daqui a um mês ou um mês e meio. É legal lançar essas músicas para dar uma movimentada”, destacou o vocalista Renato Rios Neto, que aproveitou a deixa para adiantar algumas informações a respeito do próximo play.

    “A gravação do disco está bem avançada, com expectativa de ser lançado no meio do segundo semestre. Ele marca o início de uma nova era do Carahter, uma evolução natural da banda. Músicas com tempos quebrados, muito peso, letras abordando vida e morte e contexto político-social, mas de maneira mais subjetiva”, frisou.

    Nascido em 2001 em Belo Horizonte, o Carahter tem dois discos na bagagem: O Intenso Desespero da Decadência Humana (2002) e TVRVØ (2017), duas pedradas que esbanjam o peso do metal, mesclado à agressividade do punk e do hardcore.

    Em 2003, a banda excursionou fora do Brasil, pela primeira vez, subindo aos palcos de cidades do Chile e Argentina. No ano seguinte, o conjunto fez uma grande turnê europeia, em 15 países.

    Depois disso, o Carahter passou por uma série de problemas, incluindo desentendimentos entre seus membros e períodos de inatividade. Em 2014, o grupo resolveu fazer um show de “despedida”. Naquele momento, porém, os integrantes deixaram as mágoas para trás e trabalharam arduamente para a concepção do elogiado TVRVØ.

    O Carahter é formado por Renato Rios Neto (vocais), Debarry e Digo (guitarras), Grilo (baixo) e Pudi (bateria).

    Confira a página do Carahter no Facebook: https://www.facebook.com/carahter/?ref=br_rs

    E no Instagram: https://www.instagram.com/carahterband/?hl=pt-br

      Edições avulsas, assinatura física e digital. Conheça a nossa Roadie Crew Shop – acesse https://roadiecrew.com/roadie-shop