Categoria: Roadie News

  • ALICE IN CHAINS: Confira o sétimo episódio de “Black Antenna”

    ALICE IN CHAINS: Confira o sétimo episódio de “Black Antenna”

    O sétimo episódio do filme baseado no novo álbum do ALICE IN CHAINS, intitulado Black Antenna, produzido e dirigido pelo cineasta Adam Mason, podem ser vistos abaixo. Inspirado pelo som do primeiro álbum da banda em cinco anos, Rainier Fog, de 2018, Mason criou um impressionante filme de ficção científica de 90 minutos que está sendo lançado em dez segmentos / vídeos episódicos, com cada episódio seguindo para uma diferente música do álbum.

    “Sou fã da banda há muito tempo”, diz Mason. “E esta foi uma oportunidade para fazer algo novo e inspirador ao lado do cinema independente. O som e a visão entre o álbum e o filme estão intimamente interligados – foi uma sinergia brilhante que levou a um projeto realmente único.”

    “Sempre brincamos com a ideia de criar vídeos para cada música em um dos nossos álbuns”, diz o baterista Sean Kinney. “Não apenas fizemos isso para Rainier Fog, a coisa ficou totalmente fora de controle e fizemos todo um maldito filme. Tudo o que será visto nos vídeos serão filmagens de Black Antenna para preceder o lançamento do filme completo.”

    O primeiro trabalho de estúdio da banda em cinco anos, Rainier Fog marca algumas novidades para o ALICE IN CHAINS: é seu primeiro álbum para a BMG e sua primeira gravação em sua cidade natal, Seattle, em mais de 20 anos (vale ressaltar que o título do álbum é uma homenagem a Seattle). O processo de gravação de Rainier Fog também levou a banda ao Henson Recording Studios, em Los Angeles, e ao estúdio do produtor Nick Raskulinecz, em Nashville. Rainier Fog é o terceiro álbum do ALICE IN CHAINS gravado com Raskulinecz e o engenheiro Paul Figueroa. O álbum foi mixado por Joe Barresi (QUEENS OF THE STONE AGE, TOOL).

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  • CARNIFEX comenta o single “No Light Shall Save Us”, que conta com Alissa White-Gluz (ARCH ENEMY)

    CARNIFEX comenta o single “No Light Shall Save Us”, que conta com Alissa White-Gluz (ARCH ENEMY)

    Um dos principais nomes do deathcore, o norte-americano CARNIFEX lançará seu novo álbum, World War X, em 2 de agosto, via Nuclear Blast Records. World War X foi produzido pelo CARNIFEX ao lado de Jason Suecof (DEATH ANGEL, CHELSEA GRIN e JOB FOR A COWBOY). O álbum foi gravado e mixado por Jason no AudioHammer Studio em Sanford, Flórida. Os vocais para o álbum foram gravados por Mick Kenney (ANAAL NATHRAKH, BLEEDING THROUGH) no The Barracks Studio em Huntington Beach, Califórnia. A arte do álbum foi criada por Blake Armstrong.

    Abaixo você confere o vídeo onde a banda comenta o single No Light Shall Save Us. Esta música já ganhou um vídeo oficial que foi dirigido por Scott Hansen, e produzido pela Digital Thunderdome com Scott Ian Lewis & Nikhil Potdar.

    No Light Shall Save Us conta com a participação especial da vocalista Alissa White-Gluz, da banda sueca ARCH ENEMY.

    Além de Alissa, World War X ainda conta com outra participação especial, com o guitarrista Angel Vivaldi (I LEGION) participando da música All Roads Lead To Hell. O sétimo álbum completo de estúdio do CARNIFEX será lançado em 2 de agosto.

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  • TURILLI/LIONE RHAPSODY comenta a turnê e os planos para o futuro em novo vídeo

    TURILLI/LIONE RHAPSODY comenta a turnê e os planos para o futuro em novo vídeo

    O TURILLI/LIONE RHAPSODY – com os membros originais do RHAPSODY, Luca Turilli e Fabio Lione, ao lado dos ex-integrantes do RHAPSODY Dominique Leurquin, Patrice Guers e Alex Holzwarth – lançarão seu álbum de estreia, Zero Gravity (Rebirth and Evolution) em 28 de junho através da Nuclear Blast. (King Records no Japão e demais países da Ásia).

    Abaixo você confere o vídeo onde a banda fala sobre suas experiências em turnê e as suas expectativas para o futuro.

    Composto por 10 faixas, o disco foi produzido por Luca e Fabio, enquanto Simone Mularoni (Domination Studio, San Marino) cuidou de sua gravação, engenharia, mixagem e masterização. As participações de Elize Ryd (AMARANTHE) e Mark Basile (DGM), entre outros, completam o primeiro álbum de estúdio do TURILLI/LIONE RHAPSODY. A arte da capa foi projetada por Stefan Heilemann (EPICA, PAIN, LINDEMANN), que trabalhou anteriormente em ambos os registros do LUCA TURILLI’S RHAPSODY.

    Luca afirma: “Zero Gravity (Rebirth and Evolution) é muito mais do que um título de álbum. É um verdadeiro mantra da banda, sublinhando a evolução de uma grande colaboração artística, uma abordagem moderna e a intenção de evoluir o som do grupo para uma nova fronteira, conceitualmente, musicalmente e liricamente.

    “Este álbum de estreia apresentará definitivamente as múltiplas faces da nossa nova banda: guitarras modernas ultra-pesadas, uma montanha-russa vocal inspirada nas obras-primas do QUEEN, arranjos dramáticos, paisagens sonoras repletas de fôlego, enriquecidas por elementos de música étnica de diferentes continentes, com aquelas que são certamente as mais emocionais e intensas letras que já tivemos. A arte realizada por Heile representa a síntese de tal evolução e a profunda e sincera mensagem relacionada a ela.”

    Fabio acrescenta: “ Zero Gravity (Rebirth and Evolution) representa a perfeita evolução de uma visão musical que tivemos, uma grande colaboração artística para criar um novo som com ideias incríveis, grande produção, trabalho duro de grandes músicos e pessoas envolvidas e mais importante, um começo fantástico para esta nova banda. A nova arte realizada por Heile representa a síntese de tal evolução na música e um trabalho incrível que sublinha a aventura musical que você terá e sentirá ao ouvir o disco.”

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  • MOTIONLESS IN WHITE lança novo vídeo, “Brand New Numb”

    MOTIONLESS IN WHITE lança novo vídeo, “Brand New Numb”

    O MOTIONLESS IN WHITE lançou o vídeo oficial para Brand New Numb, dirigido por Max Moore. Brand New Numb é parte do novo álbum da banda, Disguise, que foi lançado em 7 de junho pela Roadrunner Records. Gravado com o produtor Drew Fulk (também conhecido como WZRD BLD) em Los Angeles, Califórnia, o álbum segue a estreia do MOTIONLESS IN WHITE pela Roadrunner, Graveyard Shift.

    O MOTIONLESS IN WHITE completou recentemente a The 2019 Spring Invasion Tour, uma corrida ao lado do ATREYU, que contou com apoio dos convidados especiais, o WILSON. No final deste inverno, o MOTIONLESS IN WHITE voltará para a estrada com ALICE COOPER e HALESTORM para uma turnê norte-americana marcada para o dia 17 de julho em Allentown, no PPL Center da Pensilvânia.

    Desde 2006, o MOTIONLESS IN WHITE tem conquistado o público ao redor do mundo com sua música agressiva e visual impactante, subindo rapidamente para o alto escalão do rock moderno. Álbuns como Creatures, de 2010, e Infamous, de 2012, galvanizariam uma fanática base de fãs. O disco de 2014, Reincarnate, levou o MOTIONLESS IN WHITE a novos patamares, alcançando a 9ª posição na parada Billboard 200 e o primeiro lugar na lista de álbuns Hard Rock da Billboard. Graveyard Shift, de 2017, conquistou a aclamação da crítica, mais uma vez chegando ao topo da lista de álbuns Hard Rock da Billboard, com destaque especial para os singles Eternally Yours e Necessary Evil.

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  • ORQUESTRA PETROBRAS SINFÔNICA: Revistando clássicos do Queen e do Metallica neste fim de semana em São Paulo

    ORQUESTRA PETROBRAS SINFÔNICA: Revistando clássicos do Queen e do Metallica neste fim de semana em São Paulo

    Perita em aliar a música clássica ao pop e ao rock, ao revisitar a obra de artistas como Michael Jackson e Pink Floyd, dentre outros, a Orquestra Petrobras Sinfônica fará uma dobradinha especial para os fãs de hard rock e heavy metal neste fim de semana, no Allianz Parque, em São Paulo. No sábado, sob a regência de Felipe Prazeres, a orquestra vai destilar clássicos da trilha do filme Bohemian Rhapsody (2018), que narra parte da história de Freddie Mercury e o Queen. Já no domingo, quem comanda a noite é o maestro Isaac Karabtchevsky, na execução das 12 músicas do clássico Metallica (1991), popularmente conhecido como Black Album, do Metallica. Conversamos com Felipe Prazeres para falar da expectativa para esses dois concertos, que fazem parte do projeto Álbuns, da história da orquestra, dos desafios de unir o universo rock à música clássica, entre outros assuntos. (Abaixo, confira detalhes de preços de ingresso para as duas noites).

     

    Maestro, como se deu a iniciativa e a decisão de executar músicas do filme Bohemian Rhapsody, que carrega o nome de um clássico do Queen, e, no dia seguinte (sob a regência de Isaac Karabtchevsky), de músicas de um clássico do Metallica, o Black Album?

    Felipe Prazeres: A orquestra tem apresentado seus projetos pop e rock em São Paulo com certa frequência. Foi assim com o álbum Ventura (2003), do Los Hermanos, o Thriller (1982), de Michael Jackson, e também apresentamos músicas do Pink Floyd (N.R.: do disco The Dark Side of the Moon, de 1973). E a gente estava com esse espetáculo tocando a trilha de Bohemian Rhapsody. Todas as orquestras estão tocando isso (a trilha do filme). Não tem nenhuma efeméride, mas é algo em voga. Não queríamos ficar de fora. Surgiu a oportunidade de fazer essa dobradinha em São Paulo, no sábado tocando Queen, e no domingo, Metallica. Mostra também de certa forma a nossa diversidade em um fim de semana.

    A música clássica se alia muito bem ao hard rock e ao heavy metal, como ficou evidente em ocasiões anteriores, inclusive com Queen e Metallica. De que forma você enxerga essa aliança e o quanto um estilo acrescenta ao outro?

    Felipe: Eu não ligaria muito o rock com a música clássica. São estilos diferentes. É mais uma aproximação da orquestra e de suas possibilidades. É uma coisa comum olhar para uma orquestra e colocar apenas como viés a música clássica ou de concerto, o que não é verdade. Estamos exatamente tentando mudar esse olhar do público.

    Você é fã dessas duas bandas? E de hard rock e heavy metal em geral?

    Felipe: Confesso que não cresci ouvindo tanto isso, foi mais de tabela. Eu tinha outro gosto. Não só pela música clássica. Ouvia muito Dire Straits, era viciado neles. Ouvia um pouco de Scorpions, tinha algumas coisas que gostava, e um pouco de Metallica. Mas eu não ouvia direto heavy metal ou hard rock. Ouvia um rock um pouco mais leve, embora curtisse também. Quando tocava essa música em diferentes ambientes, eu me misturava a eles. Não fazia comparações sobre o que era melhor ou pior. Era simplesmente outro estilo. Na verdade, uma orquestra também acaba sendo uma cama na qual você consegue muitas possibilidades em termos de timbres, dinâmica, colorido diferente, que acrescentam ainda mais ao rock. E o rock traz um peso, da guitarra elétrica e do baixo. Acaba sendo uma construção, uma união.

    Como é adaptar para uma orquestra músicas de rock e metal? Quais os maiores desafios na construção de novos arranjos e na adaptação das melodias?

    Felipe: É sempre um desafio adaptar as músicas a uma orquestra, depende muito do talento do arranjador. A gente tem muita sorte. Trabalhamos com muitos arranjadores no Rio de Janeiro, que trazem o sotaque do rock para a orquestra. Tocamos muito em bloco, com as madeiras fazendo voz, e as cordas acompanhando, ou o contrário. Um naipe de violinos pode tocar a melodia, sendo acompanhado pelas madeiras e pelos metais. Adaptar melodia, dependendo do estilo, é algo complicado. O cantor, às vezes, tem uma forma única de cantar, então é impossível um instrumento fazer essas partes de forma fiel. Então, o arranjador, às vezes, tem que escolher a nota que mais se aproxima (da melodia original). Mas tem dado certo, a gente deixa a melodia muito clara na música. Tocamos a música da forma como ela foi concebida, com todas as estrofes, e o público canta. Sempre foi assim, e acho que será assim sempre.

    Haverá a participação de um coral ou de algum cantor específico? Isso chegou a ser cogitado?

    Felipe: No primeiro concerto da série Álbuns, em que tocamos Ventura, do Los Hermanos, executamos metade do álbum apenas por meio da orquestra, e a outra metade também contou com cantores, que eram ótimos. Mas a parte mais interessante era quando somente a orquestra tocava, porque o público se sentia mais à vontade de cantar, virando um grande coral, uma coisa mágica. No espetáculo que revisitava o Michael Jackson, utilizamos apenas backing vocals. E a parte do cantor fica por conta de dois instrumentos.

    Com relação aos integrantes da Orquestra Petrobras Sinfônica, como foi a reação deles quanto à decisão de executar clássicos do Queen e do Metallica?

    Felipe: A orquestra aceitou isso bem. A Petrobras Sinfônica já vem fazendo música de outros estilos há um tempo. O concerto do Pink Floyd foi feito no ano passado, algo que talvez não imaginássemos há dez anos. Estamos acostumados a tocar estilos diferentes em lugares diferentes. A reação foi de encarar um desafio e fazer uma música fiel para os ouvintes.

    O som dos grandes teatros e de salas especiais é propício para orquestras, mas concertos em parques e praças também não são incomuns. Quais as maiores diferenças entre tocar num ambiente fechado e em um ao ar livre? E como está a expectativa quanto a esse show no Allianz Parque?

    Felipe: Uma orquestra se sente mais à vontade num ambiente fechado. Até pela questão da microfonação (N.R.: todo processo que capta um som com a finalidade de amplificá-lo ou gravá-lo). E a questão das intempéries do tempo. Se estiver chovendo, por exemplo, é impossível tocar num ambiente aberto. Se tiver vento trazendo a chuva em nossa direção, temos que parar de tocar. Mas por outro lado, tocar em estádio comporta muito mais gente, algo mais destinado a bandas de rock mesmo. Tem o lado bom de se tocar para um grande público, como vai acontecer nestes dois shows. Torcemos para o tempo estar bom. Já tocar em um ambiente fechado, conseguimos controlar melhor a acústica do local. Amplificar uma orquestra sinfônica é algo muito complexo.

    Qual sua visão quanto ao interesse do público com a música orquestrada nos dias de hoje?

    Felipe: Falta informação e divulgação. Não sei até onde existe o interesse da mídia em divulgar esse patrimônio que é a música de concerto. Antigamente havia mais programas de televisão que exibiam concertos, óperas etc. Hoje em dia, isso raramente acontece; em canais fechados, no máximo, mas esporadicamente. As pessoas não têm muito interesse porque também não têm acesso. Uma coisa está ligada a outra. Tendo acesso, as pessoas passarão a ter mais interesse.

    Muitas orquestras no país se veem inclinadas a unir música popular a orquestras, com resultados brilhantes. Ao longo de sua trajetória, quais espetáculos foram os mais especiais para você nesse sentido, e qual a importância de revisitar músicas além da clássica?

    Felipe: A importância das orquestras em revisitar músicas de outros estilos é uma forma de mostrar que uma orquestra está aberta a qualquer gênero. Um dos momentos mais especiais foi o concerto dos Los Hermanos. A interação do público foi do início ao fim. Não só para mim, como para a orquestra toda, foi bem especial.

     Por fim, que tipo de concerto você gostaria de executar com a orquestra no futuro. E quais os próximos passos da Orquestra Petrobras?

    Felipe: A gente quer continuar fazendo o que estamos fazendo. A série Álbuns é um sucesso. Tem vários álbuns que a gente pode tocar, de vários artistas populares, tanto no pop quanto no rock nacional e internacional. Tem um mundo à frente que a orquestra pode se debruçar. Seria legal pegar alguma coisa mais nacional, um Legião Urbana, não sei, só um palpite. Gosto muito de Coldplay também, sou fã deles. Ficaria muito feliz em fazer um Coldplay sinfônico.

    ORQUESTRA PETROBRAS SINFÔNICA

    Data: sábado (29) e domingo (30)

    Local: Allianz Parque Hall (Av. Francisco Matarazzo, 1705 – Água Branca, São Paulo)

    Horário: 21h (sábado); 19h30 (domingo)

     

    Ingressos

    Bohemian Rhapsody: R$ 80 (cadeira premium), R$ 130 (cadeira VIP) e R$ 150 (Deck VIP) – haverá meia-entrada para todos os setores

    Black Album: R$ 100 (cadeira premium), R$ 180 (cadeira VIP) e R$ 210 (Deck VIP) – haverá meia-entrada para todos os setores

     

    Classificação etária: 14 anos

     

    BILHETERIA OFICIAL – SEM COBRANÇA DE TAXA DE CONVENIÊNCIA

     

    BILHETERIA A – Allianz Parque

    Endereço: Rua Palestra Itália 214 – Água Branca (Bilheteria A)

    PONTOS DE VENDA – SUJEITO A COBRANÇA DE TAXA DE CONVENIÊNCIA

     

    Internet – https://www.eventim.com.br/allianzparquehall

    Central de Relacionamento – [email protected]

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  • Oxigênio Festival: garanta a promoção do Blind Ticket até 30 de junho

    Oxigênio Festival: garanta a promoção do Blind Ticket até 30 de junho

    Oxigênio Festival, que chega à sexta edição neste ano, é um dos eventos mais plurais no ramo do entretenimento nacional. Assim como grandes nomes do circuito de shows, une na capital São Paulo música, esporte, gastronomia e outros segmentos culturais, como jogos eletrônicos e exposições de arte. Após uma experiência incrível nas últimas cinco edições e um público geral que ultrapassou os 15 mil, o Hangar 110 em parceria com a Gig Music dão a largada para a edição 2019, confirmada para setembro, com a venda do blind ticket, ou seja, venda de ingressos sem divulgar as atrações. Venda até 30 de junho: https://pixelticket.com.br/eventos/3724/oxigenio-festival-2019.

    Com desconto especial, o Blind Ticket vale para os três dias de evento – aí está a primeira dica do Oxigênio 2019 – e pode ser adquirido online. O valor (meia entrada e promocional) é de R$ 180. O line-up, com muitas surpresas e bandas no auge da carreira, será anunciado dia 1º de julho.

    Vamos falar do Oxigênio a partir de números? O festival já foi palco para mais de 100 bandas ao longo de quatro edições, cujo público total beira 20 mil pessoas. Ainda de acordo com números coletados pela produção, o evento, que a cada ano se mostra uma marca mais consolidada no mercado musical nacional, teve o engajamento online de um público de aproximadamente 2 milhões por edição.

    O Oxigênio, hoje, extrapola as raízes no punk rock e hardcore e abre espaço para emo, alternativo, pop punk, rock n roll e ska. E por que não ampliar a gama de estilos em 2019?

    SERVIÇO

    Oxigênio Festival 2019, em setembro Evento: https://www.facebook.com/events/340058723359517/ Data: 13, 14 e 15 de setembro Horário: 13 horas (abertura); 14 horas (início dos shows) Local: Via Matarazzo Endereço: Avenida Francisco Matarazzo, 764, 05001-000, Água Branca, São Paulo, SP Ingresso (Blind ticket): R$ 180 (para os três dias – meia/promocional); R$ 360 (para os três dias – inteira) Online: https://pixelticket.com.br/eventos/3724/oxigenio-festival-2019 Físico: Locomotiva Discos, na Rua Barão de Itapetininga, 37 (sem taxa) Censura: 14 anos

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  • OLD CHEVY embarca para prosseguir turnê europeia

    OLD CHEVY embarca para prosseguir turnê europeia

    O trio Old Chevy, de Campinas, está embarcando para a segunda perna de sua turnê europeia. Dessa vez, serão 39 shows em pouco mais de 30 dias – há dias com duas e até três apresentações.

    Tendo em sua formação Simon Lira (guitarra e vocal), Lê Belotto (baixo acústico) e Bruno Iene (bateria stand up), o Old Chevy surgiu há nove anos e se intitula um grupo de vintage rock’n’roll, já que recebe forte influência do rock dos anos 50 e 60 e até em gêneros como o swing e o jazz dos anos 40. O trio vem ao longo dos anos trabalhando um repertório de covers/versões de clássicos do rock que se traduzem em cerca de 150 shows por ano.

    No início do ano, Simon, Lê e Bruno lançaram seu primeiro disco com material próprio, On the Run.

    Simon diz que a primeira parte da turnê, realizada em maio, “foi uma experiência totalmente nova e transformadora em nossa carreira. Preparamos um repertório totalmente diferente do que fazemos aqui no Brasil, com ênfase em nossas músicas e em versões, que foram totalmente bem aceitas!” Segundo ele, “agora faremos shows maiores, com grande público e tocando entre bandas consagradas do nosso estilo, e isto com certeza será uma experiência fantástica e que nos tornará ainda mais profissionais.”

    Veja abaixo a agenda do Old Chevy: QUI – 04/07 – Elsloo (Hol) – Dikke Stein SEX – 05/07 – Scherpenheuvel (Bel) – Café Boots SEX – 05/07 – Vorselaar (Bel) – Na Fir Bolg SAB – 06/07 – Tinte (Hol) – Zomerfeest Tinte DOM – 07/07 – Diest (Bel) – Retro Jardin SEG – 08/07 – Gierle (Bel) – Den Eik TER – 09/07 – Mol (Bel) – Jazzoet QUA – 10/07 – TBA QUI – 11/07 – Herentals (Bel) – Haveke SEX – 12/07 – Overijse (Bel) – De Met SAB – 13/07 – Zoetermeer (Hol) – Sweetlake Revival Festival SAB – 13/07 – Giethoorn (Hol) – TBA DOM – 14/07 – Izegem (Bel) – Chrome Sweet Chrome DOM – 14/07 – Wervershoof (Hol) – Het Café van Wervershoof TER – 16/07 – Herentals (Bel) – Theatercafé QUA – 17/07 – Roosendaal (Hol) – Time Out QUI – 18/07 – Herentals (Bel) – Lentehei SEX – 19/07 – Nijmegen (Hol) – De Kaai SAB – 20/07 – Wellen (Bel) – TBA – 15h SAB – 20/07 – Eindhoven (Hol) – Rock ‘n Roll Meeting SAB – 20/07 – Emblem (Bel) – De Tramstatie DOM – 21/07 – Nisse (Nl) – Muziekfestival TER – 23/07 – Asten Heusden (Hol) – Het Spektakel QUA – 24/07 – Brielle – Honky Tonk QUI – 25/07 – Turnhout (Bel) – Chaos SEX – 26/07 – Lebbeke (Bel) – Bruce & Blues SAB – 27/07 – Zeewolde (Hol) – Natupop SAB – 27/07 – Leeuwarden (Hol) – Scooters DOM – 28/07 – Ranst (Bel) – Golden Driver DOM – 28/07 – Brielle (Hol) – Brielle Blues TER – 30/07 – Mol (Bel) – Jazzoet QUA – 31/07 – Halle (Bel) – Blue Note QUI – 01/08 – Hoegaarden (Bel) – Den Venetiaan SEX – 02/08 – Laarne (Hol) – Rockin’ Bar SEX – 02/08 – Tilburg (Nl) – Mout Bier Festival SAB – 03/08 – Retie (Bel) – Harley Davidson Rally SÁB – 03/08 – Tubeke (Bel) – Bascule DOM – 04/08 – Lille (Bel) – Crawaet Edições avulsas, assinatura física e digital. Conheça a nossa Roadie Crew Shop – acesse https://roadiecrew.com/roadie-shop  
  • DEATH CHAOS libera single “Night of Intense Hankering” para audição no YouTube

    DEATH CHAOS libera single “Night of Intense Hankering” para audição no YouTube

    Os pesos pesados do Death Metal Melódico do Brasil, a banda Death Chaos, acaba de disponibilizar para seus fãs, mais uma faixa presente do álbum “Bring Them to Die” para audição completa em seu canal no YouTube. Seguindo uma ordem cronológica do disco, a música “Night of Intense Hankering”, faixa oito do disco, agora pode ser escutada em track individual. Marcada como uma das mais rápidas e explosivas do disco, essa música em toda sua essência, apresenta uma fúria descomunal com riffs velozes e vocais urrados. Confira e se inscreva no canal da banda! https://www.youtube.com/watch?v=TfmJ8HAZfxk Death Chaos é formado por: Denir “Deathdealer”: Vocal Julio Bona: Guitarra Gabriel Maciel: Guitarra Edson “Mamute”: Baixo Ueda: Bateria Mais informações: Facebook: https://www.facebook.com/deathchaosmetal/ Roadie Metal Press: https://roadie-metal.com/press/death-chaos/

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  • CRUCIFICATOR: Alcides Burn assinará capa do novo álbum “Then Hatred Reborn At Dawn”

    CRUCIFICATOR: Alcides Burn assinará capa do novo álbum “Then Hatred Reborn At Dawn”

    Como noticiado recentemente, os baianos do CRUCIFICATOR estão a todo vapor nos trabalhos de gravação e produção do seu novo álbum “Then Hatred Reborn At Dawn”. E para deixar este artefato ainda mais brutal, a banda firmou uma parceria com o renomado artista brasileiro Alcides Burn, que estará trabalhando na arte gráfica do mesmo. https://sanguefrioproducoes.com/upload/imagens/mediaset/CRUCIFICATOR_Burn_Artworks.jpg Alcides Burn está à frente da Burn Artworks e é conhecido internacionalmente por trabalhar grandes nomes do Metal mundial, acesse o site e confira a lista completa: https://www.burnartworks.com/ Produtores interessados em levar o CRUCIFICATOR para seus eventos, escrevam para [email protected] e solicitem mais informações. Assista ao videoclipe de “Front” lançado recentemente:

    https://youtu.be/LyxjHRCgzBs Contato para assessoria de imprensa: www.sanguefrioproducoes.com/contato Sites relacionados: https://www.facebook.com/Crucificator-war-death-metal-621659868236692/ https://www.youtube.com/channel/UC76M_6aYnRkdCVR6h3u5nPQ https://sanguefrioproducoes.com/bandas/CRUCIFICATOR/70 Fonte: Sangue Frio Produções   Edições avulsas, assinatura física e digital. Conheça a nossa Roadie Crew Shop – acesse https://roadiecrew.com/roadie-shop
  • CORRAM PARA AS COLINAS comunica oficialmente André Nisgoski (Macumbazilla) como produtor do novo registro de estúdio

    CORRAM PARA AS COLINAS comunica oficialmente André Nisgoski (Macumbazilla) como produtor do novo registro de estúdio

    O Corram Para as Colinas divulgaram em suas redes sociais, uma foto ao lado do produtor e músico André Nisgoski (Macumbazilla), fazendo menções que o renomado artista, será o responsável pelas gravações do novo álbum da banda. Essa parceria delonga de muitos anos, tanto os músicos do Corram, quanto André, são amigos de longa data e com essa união de ambos, é criada uma enorme expectativa positiva sobre o trabalho que está por vir. Criando suspense em um post divertido, a banda perguntou quem seria o “cara foda na produção do novo material”. Deixando que os fãs mencionassem quem seria o enigmático produtor por traz do travesseiro do Yoda (star wars). https://www.instagram.com/p/BzChIcjFIi3/ Um dia após o post acima, a banda revelou oficialmente a parceria com André Nisgoski. Confira: https://www.instagram.com/p/BzGyzfWlSD2/ Os trabalhos já foram iniciados e muito em breve será revelada pela banda, como está o processo atualmente e qual as previsões para o lançamento. Fique ligado nas redes sociais do Corram Para as Colinas e não perca nenhuma atualização sobre o aguardo e vindouro novo registro de estúdio. Formação: Gustavo Slomp – vocal, baixo Marcio D’avila – vocal, guitarra André Wlodarczyk – bateria MAIS INFORMAÇÕES: Facebook: https://www.facebook.com/corramparaascolinas/ Roadie Metal Press: https://www.roadie-metal.com/press/corram-para-as-colinas/

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