Categoria: Roadie News

  • OITÃO, do chef Henrique Fogaça, anuncia retorno e novo single pela Canil Records

    OITÃO, do chef Henrique Fogaça, anuncia retorno e novo single pela Canil Records

    O Oitão, do vocalista e renomado chef de cozinha Henrique Fogaça, está de volta e de casa nova. A banda assinou com a Canil Records e já tem single novo pronto para ser lançado no dia 6 de março, nas principais plataformas de streaming. O título da faixa, assim como os músicos que acompanharão Fogaça nesta nova etapa do Oitão, serão revelados em breve.

    Será um retorno às raízes crust/punk/hardcore com elementos modernos. “A nova música é uma mistura de old school com groove e partes cadenciadas, sem nunca deixar de lado os bate-estaca”. O peso e velocidade, enfatiza o vocalista, fazem parte da essência da banda.

    A volta Oitão, após dois anos de atividades apenas temporariamente suspensas, significa recapitular a gênese da banda e do próprio Henrique Fogaça, sempre alinhado à filosofia do DIY.

    “Minha relação com a música é profunda. Desde moleque, é algo que me tornou alguém com personalidade. A veia do punk veio ao encontro aos meus questionamentos e contestar realidades. Sou o que sou por causa da música. Hoje sou também um empreendedor, chef, mas minhas raízes estão aqui”, ressalta Fogaça.

    A banda foi formada no ano de 2008, em São Paulo, por músicos com experiência na cena nacional do hardcore e metal. O primeiro disco saiu um ano depois, o independente “4º Mundo”, que já apresentava uma sonoridade ríspida, agressiva, e com letras contestadoras. O álbum teve a participação de nomes relevantes da música pesada, como Jão (Ratos de Porão), Marcão (Lobotomia) e Marcus D’Angelo (Claustrofobia).

    “Pobre Povo” (2015) é o segundo disco do Oitão, gravado no Brasil e masterizado em Nova Iorque (EUA). A fúria da banda se manteve intacta: a agressividade dos riffs e das batidas, junto ao vocal raivoso de Fogaça, dão os contornos musicais para letras recheadas de críticas sociais e políticas.

    Durante esses anos, o Oitão recebeu destaque em mídias especializadas e estampou páginas de grandes jornais. Também tocou com bandas que Fogaça revela terem ajudado a moldar seu “caráter musical”, como Exploited, Nuclear Assalt, Dead Kennedys e Brujeria.

    Em 2017, a banda foi uma das atrações do prestigiado Maximus Festival, em São Paulo, e subiu em outros palcos importantes, como o Abril Pro Rock, Porão do Rock, Virada Cultural em São Paulo, Festival Goiânia Noise, entre outros.

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  • Músicos do LYRIA contam sobre relação com os  instrumentos musicais

    Músicos do LYRIA contam sobre relação com os instrumentos musicais

    A vocação para a música não tarda a ser descoberta. Alguns já a descobrem na infância, por meio de instrumentos imaginários, outros, com o auxílio da televisão, desejam estar nos palcos, como seus ídolos. Com os músicos do Lyria, banda de metal carioca, não foi diferente. Thiago Zig (baixo), Rod Wolf (guitarra) e Thiago Mateu (bateria) usam de suas histórias para incentivar os fãs do rock a dedicar-se a um instrumento, tornando sonho em realidade.

    Alguns pontos nas histórias de quem se apaixona por um instrumento são comuns: o primeiro contato com a música acontece por meio de alguma mídia de massa, e os amigos/familiares são essenciais para os primeiros passos na área. A vocalista, Aline Happ, encontrou na Disney a inspiração para os primeiros passos na música. Apaixonada pelas princesas e por “Willie, a Baleia Cantora”, que pasme, cantava ópera, ela começou a cantar ainda na infância, com microfones de brinquedo e de karaokês caseiros. No início até pensou em tocar guitarra, mas preferiu seguir como vocalista.

    “Na minha adolescência descobri várias bandas de Metal Sinfônico que, realmente, me fizeram seguir por este caminho. Fiz aulas de canto lírico e popular, e hoje misturo as duas técnicas, é algo no qual me identifico mais.”, explica Aline.

    No caso de Zig, o primeiro instrumento a ser escolhido foi a bateria, que chamava a atenção de seus ouvidos quando garoto, escutando rádio em meados das décadas de 80 e 90. “Na adolescência, eu ouvia bastante Rock e Heavy Metal com os meus amigos. Foi aí que deu início a minha primeira banda, formada antes de qualquer um saber tocar um instrumento (risos). Eu queria tocar bateria, mas os meus companheiros de banda me convenceram a ir para o contrabaixo”, relembra Zig que achou o primeiro amplificador no lixo.

    Rod Wolf teve o primeiro violão de uma das piores marcas brasileiras (quem conhece, sabe) e teve que passar pelo pagode. Explico: seu primeiro instrumento foi um violão, que veio acompanhado de uma revista de cifras com os “clássicos” do gênero.

    Foi a partir da adolescência que, assistindo clipes na MTV, Rod decidiu tocar guitarra. Na época morava em Brasília (DF), e por meio da cultura de tocar violão com amigos, aprendeu os primeiros acordes. Com o passar dos anos foi diagnosticado com Transtorno de Déficit de Atenção (TDA), passou por diversos professores, e acabou por aprimorar a sua técnica sozinho.

    Também influenciado por amigos, Thiago Mateu desde os 12 anos tocava bateria imaginária. Isso porque nunca tinha visto o instrumento pessoalmente, ficava só na imaginação, inspirado pela imagem de Dave Grohl “arrebentando” dois pratos de ataque. Aos 15 anos, ganhou a primeira bateria de presente, e a partir daí começou a tocar pra valer. Hoje, além de atuar como baterista profissional, também é professor de bateria, auxiliando no aprendizado do instrumento para alunos com necessidades especiais.

    Quatro músicos, com diferentes histórias, se reuniram pelo amor à música. Seja da forma que vier, o importante é seguir a música se é esta a sua verdadeira paixão. Procurar por conhecimento, explorar o seu caminho e, somente, sentir a música.

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  • SHAMAN – 14 de fevereiro de 2019 – Rio de Janeiro/RJ

    SHAMAN – 14 de fevereiro de 2019 – Rio de Janeiro/RJ

    Antes de qualquer outra coisa, vou usar o início desta resenha como confessionário. Desde o dia 8 de junho de 2019 que não escuto, voluntariamente, nenhum disco do Viper, do Angra ou do Shaman com Andre Matos. Não escuto nenhum álbum com a voz do Maestro, o que inclui Virgo e Symfonia, ou qualquer música que tenha sido originalmente gravada por ele. Até a noite de 14 de fevereiro de 2020, quando o Shaman levou a sua Nagual Fly Tour ao Rio de Janeiro, foi a minha maneira de lidar com a morte dele – porque escrever alguns textos em sua homenagem já havia sido difícil. Não conferi o setlist; não assisti a nenhum dos vídeos do show de São Paulo que pintaram em redes sociais e no YouTube; e tentei me esquivar de qualquer informação, evitando ler comentários e resenhas.

    Assistir ao show no Circo Voador já seria uma carga emocional grande o suficiente, e a tarefa de transformar a experiência de ver o Shaman sem Andre Matos à frente – felicidade que havia revivido no fim de 2018 – não era daquela para ajudar, honestamente. Mas Hugo Mariutti (guitarra), Luís Mariutti (baixo), Ricardo Confessori (bateria) e Fábio Ribeiro (teclados) ajudaram. Alírio Netto (vocal e teclados) também ajudou. E o público presente, então, ajudou como eu não poderia imaginar. Ao contrário da minha postura contemplativa – e desde já peço licença para usar a primeira pessoa em alguns momentos, porque este texto é mesmo pessoal –, os fãs que compareceram em bom número, mas aquém das expectativas, transformaram um show de contornos sentimentais numa noite muito vibrante e positiva.

    Shaman

    Turn Away ratificou sua posição de ótima música de abertura, e a postura do quinteto foi à altura, principalmente a de Alírio, que entrou no palco como se já ocupasse o posto há muito tempo. Distant Thunder aqueceu ainda mais os ânimos da plateia, enquanto Reason fez justiça ao alto nível do álbum que leva seu nome. “É um privilégio estar aqui, e é também uma homenagem ao legado do Andre e desses quatro caras aqui, com todo meu respeito”, disse o novo vocalista em seu primeiro contato com o público, lembrando que a continuação do trabalho era também dedicado aos fãs. Ele trouxe à tona a história da fã que esteve no primeiro show da turnê, em São Paulo, cinco dias antes, e agora estava entubada num hospital. “Mas ela está aqui de coração.”

    Pronto, o jogo estava ganho. Duvida? Pista e arquibancada não apenas cantaram bonito For Tomorrow, o que era previsível, mas gritaram com vontade o nome de Alírio, que começou a música seguinte, Time Will Come, no teclado que emulava o som de piano. A referência óbvia foi emocionante e rendeu aplausos efusivos ao fim, além de um sincero “vocês são do caralho!” do vocalista. More, cover do Sisters of Mercy, veio em seguida apenas para provar mais uma vez que ficou bem melhor que a original, porque foi em Innocence, com Alírio novamente puxando a canção no teclado, que finalmente tirou este repórter da inércia. Foi de arrepiar e marejar os olhos, e tenho certeza de que eu não estava sozinho.

    Shaman

    “Esta é a melhor maneira de homenagear o Andre, porque não dá para substituir o insubstituível. O Shaman vai seguir em frente, e ele sempre estará presente. Vamos compor novas músicas, porque o legado desses quatro caras não poder morrer”, disse Alírio antes da bonita Brand New Me, a primeira amostra deste novo Shaman e que rendeu o nome de Hugo gritado pelos fãs. Com justiça, pois o guitarrista, além de compositor da peça, meteu um belíssimo solo. Here I Am foi obviamente muito bem recebida – afinal, Ritual (2002) é um clássico –, e aí foi a vez de a banda ter seu nome gritado, enquanto Iron Soul manteve o pique para a entrada do primeiro convidado da noite.

    “O Andre quer que a chama siga acesa”, disse Marcus Viana, amigo de longa data do saudoso Maestro, com quem o ilustre violinista (e multi-instrumentista) ressaltou que vai se encontrar em outro plano, isso antes de bradar “Viva o Andre Matos! Viva o Alírio Netto! Viva o Shaman!”, e chegara a vez de um dos momentos mais aguardados pelas fãs: Fairy Tale. Curiosamente, a balada que foi trilha de novela da Rede Globo foi apenas aperitivo para um dos momentos mais emocionantes do show. “Muitas coisas passaram pela mente e pelo coração, então preparamos isso para o Andre”, disse Alírio ao anunciar um medley de piano e sua voz com o violino de Viana: Living for the Night, do Viper; Endeavour e No Need to Have an Answer, do Virgo, projeto de Andre com Sascha Paeth; e The Show Must Go on, o emblemático clássico do Queen.

    Shaman

    A maravilhosa Born to Be lembrou a todos da genialidade de Andre, porque a música e seus arranjos, principalmente o espetacular desfecho de piano, têm a assinatura singular do Maestro. Hora de apresentar a banda, e Alírio mostrou uma taça com vinho, mas que tinha água antes de ser tocada por Luis – sim, o coro de “Jesus! Jesus!” ecoou forte; revelou a realização de tocar com o “monstro” Confessori; falou de como Ribeiro é um “gênio” (e está mesmo na hora de torná-lo um membro efetivo); e lembrou Hugo “como um dos melhores amigos do Andre, e que sempre me recebeu com um sorriso no rosto”. “Esse é o cara para segurar a bucha”, retribuiu o guitarrista. “Foi a melhor escolha, pelo carinho e respeito que tem pelo Andre.”

    Coincidência ou não, Over Your Head foi tocada a seguir com uma vontade impressionante, e Ribeiro, que massacrou o teclado com um solo sensacional, e vocalista foram os protagonistas. Se você estava esperando por isso, fica o registro: Alírio cantou uma barbaridade e, ainda melhor, mostrou respeito ao não emular Andre Matos e personalidade também em sua performance de palco. Ritual antecedeu o protocolar bis, que começou com os mesmos gritos de “Ô, o Shaman voltou!” que, 14 meses antes, haviam arrancado um enorme sorriso de Andre.

    Shaman

    “Há vários amigos meus aqui esta noite. É bom estar cercado de pessoas que gostamos e que gostam de você, e hoje eu fiz novos amigos”, disse o vocalista em agradecimentos aos fãs, que foram ao delírio em Lisbon, canção composta por Andre no Angra que atingiu em cheio os irmãos Mariutti, que se acabaram em cima do palco num desfecho cheio de energia. De volta ao palco, Viana vendeu seu show no dia seguinte – com Beto Guedes e 14 Bis, comemorando os 40 anos do Sagrado Coração da Terra – e, além de lembrar suas composições para novelas, deu uma zoada no local que abrigaria a apresentação: “É o Metropolitan, que hoje chamam de quilômetro de desvantagens”, criticou com razão a infeliz escolha do atual nome da casa.

    No clima de descontração, Alírio chamou o “carioca” Rod Rossi (Rec/All) para dividir os vocais em Pride, fazendo as partes originalmente gravadas por Tobias Sammet (Edguy e Avantasia), e deu o tom definitivo da noite: deu um stage diving, foi para o meio da roda e voltou para o palco nas mãos da galera, via crowd surfing. O desfecho que ratificou de uma vez por todas que o legado de Andre Matos no Shaman está em ótimas mãos, porque uma coisa já era certa desde o início: gostar ou não é um direito de todos, mas ninguém tem o direito de questionar a decisão de Hugo, Luis, Confessori e Fábio de seguir em frente. Viva Andre Matos! Vida longa ao Shaman!

    Shaman

    Setlist 1. Turn Away 2. Distant Thunder 3. Reason 4. For Tomorrow 5. Time Will Come 6. More 7. Innocence 8. Brand New Me 9. Here I Am 10. Iron Soul 11. Fairy Tale 12. Medley: Living for the Night / Endeavour / No Need to Have an Answer / The Show Must Go on 13. Born to Be 14. Over Your Head 15. Ritual Bis 16. Lisbon 17. Pride

    Shaman

  • Guitarrista EDU MEGALE lança primeiro trabalho solo, voltado ao estilo ‘shredder’ dos anos 80

    Guitarrista EDU MEGALE lança primeiro trabalho solo, voltado ao estilo ‘shredder’ dos anos 80

    Lembra-se da geração de guitarristas virtuosos lançados pela Shrapnel Records? Então, imagine um disco lançado em 2019 que o leve de volta ao período que revelou ao mundo nomes como Paul Gilbert, Vinnie Moore, Tony MacAlpine, Joey Taffola, Richie Kotzen, Marty Friedman, Jason Becker e muitos outros. Não precisa imaginar, basta escutar Scream of Insanity, primeiro trabalho solo do mineiro Edu Megale, que resgatou aquela época em “um disco com pegada que remete aos ‘shredders’ dos anos 80, com muitas melodias rápidas e consistentes, presentes desde a primeira música, Choices, que é bem explosiva e cheia de energia, abusando dos slides, muita palhetada alternada e progressões clássicas”, ressalta o guitarrista de 29 anos.

    Scream of Insanity é um EP com quatro faixas, disponível em formato físico e também para audição no YouTube. “A faixa-título é a segunda música, e ela deixa claro por que deu nome ao trabalho. É uma viagem por melodias mais tensas até partes mais calmas, é uma semelhança com a mente humana e os desafios da vida que não estamos preparados”, conta Edu, antes de resumir aquela que é provavelmente a canção mais importante do EP. “A terceira música, For Jason, é uma homenagem ao meu grande herói da guitarra, Jason Becker. Mas uma homenagem ao meu estilo.”

    Para terminar, um instrumental baseado em “Eram os Deuses Astronautas?”, obra do escritor suíço Erich von Däniken lançada em 1968. “Chariots of the Gods (título original do livro) foi composta com meu companheiro de D.A.M, o tecladista Guilherme de Alvarenga, e traz um clima para apresentar a teoria de Däniken sobre antigas civilizações que foram influenciadas por seres extraterrestes.” Quatro músicas e uma viagem no tempo. Isto é Scream of Insanity, um EP não apenas para guitarristas, mas para amantes da guitarra e sua época de ouro no heavy metal.

    Edu Megale

    Biografia Edu Megale

    Nascido em Belo Horizonte, Edu Megale começou a estudar guitarra aos 17 anos e não parou desde então. Fascinado pelo Iron Maiden e pelos solos de Adrian Smith, mais tarde conheceu o guitarrista que serviria como sua maior inspiração, Jason Becker. Então, embarcou numa jornada no mundo musical, praticando por muitas horas todos os dias. No mundo musical, encontrou diversos professores – como Mozart Mello, Edu Ardanuy, Celso Moreira, Matt Warnock, Luis Felipe Sousa e Marcão, entre outros – que influenciaram na sua maneira de tocar. Estudou harmonia, improvisação, violão erudito, jazz e fusion.

    Em 2009, aos 19 anos, gravou Fog of Madness, seu primeiro álbum com a banda Nickel. No ano seguinte, foi aceito no curso de Violão Erudito do Cento de Formação Artística (Cefar) e passou todo o período aprimorando sua técnica com foco na música erudita. Em 2011, participou com a banda RAM em algumas músicas do álbum Orange Orgio Orbis, vencedor dos prêmios de melhor videoclipe de banda independente e coletânea de Minas Gerais, e rodou o país participando de grandes eventos. À época, além do trabalho como guitarrista, Edu foi convidado para a criação das trilhas sonoras e efeitos para os jogos Inbio Assault e Ninjas Attack. Em 2012, gravou com a banda Cadio, tocou com a cantora de jazz america Holly Holmes e com o guitarrista canadense Matt Warnock, que se tornou seu grande instrutor no meio musical.

    Em 2013, juntou-se a Guilherme de Alvarenga no seu projeto solo, D.A.M, com uma sonoridade e proposta bastante profissional e diferenciada, que possibilitou um constante trabalho de evolução do potencial sonoro e técnico no seu instrumento. No ano seguinte, Edu dedicou-se ao music business. Fez dezenas de cursos na área de empreendedorismo, educação musical, negociação, plano de negócios e marketing, em seguida realizando palestras sobre educação musical em uma das melhores faculdades da área educacional.

    Edu Megale

    Com o crescimento do D.A.M para todos os lugares do mundo, em centenas de reviews internacionais, incluindo a conceituada revista japonesa “Burrn!”, a banda atraiu a atenção da gravadora japonesa Stay Gold Records, com a qual teve contrato assinado por alguns anos. Neste meio tempo, Edu gravou algumas linhas de guitarra no EP Phantasmagoria (2014), no CD The Awakening (2014) e no EP Premonitions (2016), este uma obra-prima gravada que possibilitou o décimo lugar de melhor guitarrista nacional pelos leitores da revista Roadie Crew. Em seguida, realizou um sonho ao ser convidado para uma jam com um de seus maiores ídolos, o guitarrista Paul Gilbert (Mr. Big).

    Ao lado dos companheiros de D.A.M., ministrou diversos workshops em 2015, quando foi lançado o primeiro videoclipe do grupo, Reborn from the Shadows. Todo o trabalho rendeu a realização de mais um sonho: uma jam com o Deus da Guitarra, Steve Vai. No mesmo ano, dividiu o palco com Edu Ardanuy (Sinistra, ex-Dr. Sin). Em novembro, saiu em turnê pela Argentina com o D.A.M, e volta ao Brasil tocou ao lado de Ricardo Confessori (Shaman, ex-Angra) na apresentação do baterista na cidade de Belo Horizonte. Em 2019, Edu Megale lançou seu primeiro EP solo, Scream of Insanity. Para novidades e mais informações, acesse https://www.facebook.com/edumegale/.

    Contato: [email protected]
    YouTube: https://www.youtube.com/EduardoMegale
    Facebook: https://www.facebook.com/edumegale/
    Instagram: https://www.instagram.com/edu_megale/

  • ME AND THAT MAN (Nergal, BEHEMOTH): Confira o vídeo para “By The River”, com Ihsahn (EMPEROR)

    ME AND THAT MAN (Nergal, BEHEMOTH): Confira o vídeo para “By The River”, com Ihsahn (EMPEROR)

    O ME AND THAT MAN, projeto paralelo de Nergal, do BEHEMOTH, vai lançar o seu novo álbum de estúdio, intitulado New Man, New Songs, Same Shit, Vol 1, no próximo dia 27 de Março.

    Abaixo você confere o vídeo oficial para By The River, que conta com a participação do vocalista do EMPEROR, Ihsahn.

    Segundo informações disponibilizadas através das redes sociais do músico, o álbum do projeto que começou sua jornada com Songs Of Love And Death vai conter onze temas e expandir a sua forma original através da colaboração com uma série de músicos convidados, entre os quais Corey Taylor (SLIPKNOT), Brent Hinds (MASTODON), Matt Heafy (TRIVIUM), Niklas Kvarforth (SHINING), Ihsahn (EMPEROR), Rob Caggiano (VOLBEAT), e Siver Høyem (MADRUGADA).

    “Desta vez, eu quis assumir um desafio diferente e fazer a curadoria de um álbum de onze músicas — cada uma com o seu próprio personagem e vibração”, disse Nergal. “Ao lado de alguns dos indivíduos mais talentosos e importantes de toda a cena viajamos pelo terreno do blues, do folk, do country e até do ‘spaghetti western’. Só o tempo dirá se atingimos a meta, mas acredito profundamente que sim.”

    Confira o tracklist:
    1. Run With The Devil
    2. Coming Home
    3. Burning Churches
    4. By The River
    5. Męstwo
    6. Surrender
    7. Deep Down South
    8. Man Of The Cross
    9. You Will Be Mine
    10. How Come?
    11. Confession
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  • DEMONS & WIZARDS: Confira o novo vídeo, “Wolves In Winter”

    DEMONS & WIZARDS: Confira o novo vídeo, “Wolves In Winter”

    O DEMONS & WIZARDS, projeto paralelo de Jon Schaffer, vocalista/guitarrista do ICED EARTH, e Hansi Kürsch, vocalista do BLIND GUARDIAN, lançará seu terceiro álbum de estúdio, III, em 21 de fevereiro de 2020 pela Century Media Records. O álbum marca a primeira coleção de novas músicas da banda em 15 anos.

    Abaixo você confere o vídeo oficial para Wolves In Winter.

    Schaffer declara: “Estou empolgado por lançar outro álbum do DEMONS & WIZARDS depois de todos esses anos. Sinto que criamos algo realmente especial, e estou ansioso para ouvir o que os fãs pensam sobre ele. Eu Estou orgulhoso deste álbum. É definitivamente uma jornada de proporções épicas. ”

    Kürsch acrescenta: “2019 foi um ano extremamente emocionante para o DEMONS & WIZARDS em geral. Realizamos muito. Muito! Este terceiro álbum é o pico de nossa carreira, com certeza. Marque minhas palavras, você vai adorar este álbum!”

    Confira o tracklist:
    1. Diabolic
    2. Invincible
    3. Wolves In Winter
    4. Final Warning
    5. Timeless Spirit
    6. Dark Side Of Her Majesty
    7. Midas Disease
    8. New Dawn
    9. Universal Truth
    10. Split
    11. Children Of Cain
    Além de Kürsch e Schaffer, III conta com: Brent Smedley -Bateria Jim Morris – Guitarras, backing vocals Jake Dreyer – Guitarras Ruben Drake – Baixo Thomas Hackman, Olaf Senkbeil, John Jaycee Cuipers, Zakery Alexander, Jeff Brant, Todd Plant, Jerome Mazza – Backing vocals As pré-vendas começaram em 13 de dezembro. Edições avulsas, assinatura física e digital. Conheça a nossa Roadie Crew Shop – acesse https://roadiecrew.com/roadie-shop
  • ROLAND GRAPOW: Assista vídeo de “Time Of The Oath” em Santo André

    ROLAND GRAPOW: Assista vídeo de “Time Of The Oath” em Santo André

    Como parte de sua recente tour pelo Brasil, o guitarrista Roland Grapow (Masterplan, ex-Helloween) fez duas datas ‘sold out’ no Sesc Santo André. Sua banda era formada pelos brasileiros João Luiz (vocal, Golpe de Estado), Affonso Jr. (guitarra, Confessori, Revenge), Fabio Carito (baixo, Confessori, Warrel Dane) e Marcus Dotta (bateria, Warrel Dane).
    Assista o vídeo de “Time Of The Oath”:
    https://youtu.be/ne0D-hhxCr0

    Graças ao sucesso da tour de 6 datas realizadas entre o final de janeiro e começo de 2020, é bem provável que a TC7 Produções tenha surpresas para breve.

    Roland Grapow é o líder e guitarrista do Masterplan, que possui 6 álbuns de estúdio. Ex-Helloween, ele substituiu Kai Hansen em 1989, e lá gravou os álbuns “Pink Bubbles Go Ape” (91), “Chamaleon” (93), “Master Of The Rings” (94), “The Time Of The Oath” (96), “Better Than Raw” (98), “Metal Jukebox” (99) e “The Dark Ride” (00).

    Ele também têm dois álbuns solo, e registros com as bandas Level 10, Serious Black e Rampage – esta, sua primeira banda, do início dos anos 80.

     

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  • HAMMATHAZ: ouça o novo single “New Blood” com produção de Thiago Bianchi

    HAMMATHAZ: ouça o novo single “New Blood” com produção de Thiago Bianchi

    O Hammathaz já é um nome bastante conhecido no underground nacional. Afinal, são mais de 15 anos de carreira! Banda estradeira, conseguiu formar seu público muito mais através de apresentações ao vivo do que lançando material de estúdio. Já fizeram shows em várias regiões do Brasil, participaram de importantes festivais como Virada Cultural e Grito Rock e abriram para bandas renomadas como Mike Portnoy, Angra, Shaman, Ratos de Porão, entre outras. Mas em termos de estúdio o Hammathaz também acumula experiência. Sua discografia é formada por duas demo-tapes (“Antahkarana” de 2006 e “Downfall” de 2009), dois EPs (“Crawling” de 2011 e “Inner Walls” de 2013) e três singles (“Cursing” de 2010, “Enslaved” de 2012 e “So it Comes” de 2018). Convictos naquilo que querem para a banda, mesmo em tempos onde o conceito de “álbum cheio” é deixado de lado, o Hammathaz lança ainda no primeiro semestre de 2020 o seu primeiro registro nesse formato. Autointitulado, o álbum reunirá nove faixas que estão sendo gravadas no Estúdio Fusão em Cotia/SP com produção de Thiago Bianchi (Noturnal/Shaman). Uma delas é “New Blood” que acaba de ser lançada como single. “New Blood” é a síntese do desenvolvimento musical e identitário pelo qual o grupo passou durante essa uma década e meia de estrada: um diálogo contemporâneo entre o death e o thrash metal que claramente idealiza o novo! “New Blood epiloga ideias e influências de cada um dos membros da Hammathaz”, afirma o guitarrista Rodrigo Marietto. “A ideia foi obter uma sonoridade distinta, não só dos trabalhos anteriores do Hammathaz, mas também entre cada uma das faixas que irão compor o álbum. Como elo dessa diversidade temos o elemento agressivo, seja sob uma faceta contemporânea de metal moderno, ou mais old school do death e black metal tradicionais.” Já para Anderson Andrade, baixista e membro fundador do Hammathaz, os shows ao vivo serão sempre o principal referencial para o que acontece em estúdio. “A resposta do público nos shows para a “New Blood” sempre foi excelente. Tirar um som pesado é o que fazemos melhor e a favor disso sempre tivemos a resposta do público nos shows”. Para ouvir “New Blood” nas plataformas de música, acesse: Spotify: https://spoti.fi/2SmCw9E Deezer: https://bit.ly/2UvJbRi Google Play: https://bit.ly/38aSMRS Amazon: https://amzn.to/380dBiC iTunes: https://apple.co/3858u0G Youtube: https://bit.ly/31v5loi Além de Rodrigo Marietto e Anderson Andrade, o Hammathaz também é formado por Thiago Pasqualini (vocal), Thales Stat (guitarra) e Lucas Santos (bateria).

    Data de lançamento e mais informações sobre o disco de estreia do Hammathaz serão divulgadas em breve. Mais Informações: www.facebook.com/hammathaz www.youtube.com/HammaTubeChannel www.instagram.com/hammathazofficial www.soundcloud.com/hammathaz

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  • TORTURE SQUAD: com música em português, personagem ‘O Doutrinador’ é tema de clipe inédito

    TORTURE SQUAD: com música em português, personagem ‘O Doutrinador’ é tema de clipe inédito

    A banda Torture Squad acaba de lançar clipe da música ‘O Doutrinador’. O single é inspirado no personagem brasileiro dos quadrinhos criado pelo ilustrador Luciano Cunha. No vídeo, a banda vai parar nas páginas da HQ do (anti) herói que caça e persegue a elite política corrupta.

    Assista ‘O Doutrinador’ abaixo

    Rumo a terceira década de estrada, essa é a primeira vez que o Torture Squad grava uma música inteiramente em português que conta com um trecho de violino assinado pela maestrina Viviane Barbosa de Magalhães e traz a vocalista May Undead, conhecida por seu vocal gutural, em passagens líricas.

    “Essas passagens suaves são para lembrar que o personagem também é humano, que não carregava ódio ou rancor antes de se tornar um justiceiro e usar da brutalidade para resolver as coisas com as próprias mãos, a seu modo”, explica o baterista Amilcar Christófaro.

    Na HQ, o personagem tem a filha atingida por bala perdida em um estádio durante jogo da seleção brasileira e que morre por falta de atendimento no hospital por falta de recursos. Inconformado com a corrupção e os desmandos políticos que originam situações como a que viveu, ele vai atrás de justiça com as próprias mãos e encarna o alter ego O Doutrinador caçando e matando políticos corruptos.

    “A história é muito forte e quando vi esse personagem eu achei ele genial. Ela convoca a gente a um dilema: ‘o que é mais brutal, alguém que age como O Doutrinador ou o político que rouba e acaba tirando a vida de pessoas nos hospitais públicos?’”, diz Christófaro sobre a escolha de compor para o personagem que conheceu há alguns anos.

    Uma das locações em que o diretor Tiago Hospede, responsável também pela produção, filmou a banda foi uma fábrica abandonada onde a poeira acumulada ajudou a criar uma atmosfera que remete a um dos QGs do Doutrinador, com iluminação e cores associadas a ele (verde, azul e tons de vermelho ).

    O single ‘O Doutrinador’ entra como faixa bônus da versão física em CD de Torture Years, coletânea do Torture Squad lançada hoje (14) e uma versão da música em inglês – The Awakener – será disponibilizada nos streamings da banda.

    Torture Squad também lança coletânea em CD

    Também nesta sexta-feira (14) chega às lojas a versão física em CD de Torture Years (Sound City Records/ Distribuição Valhall Music), coletânea da banda que celebra seus 27 anos de existência, da estreia com ‘A Soul In Hell’ (1993) ao single ‘O Doutrinador’ (2020).

    O álbum conta com encarte especial e histórico que traz o depoimento de atuais e ex-integrantes sobre cada uma das músicas, fotos e artes de cartazes das turnês em edição de colecionador. As faixas que compõe o disco foram selecionadas com a ajuda de fãs que participaram de votações pela internet para escolher as favoritas.

    Sobre Torture Squad

    Após um 2019 bem sucedido marcado pela destacada passagem pelo Rock in Rio, um dos maiores festivais do mundo, e ainda pela primeira turnê pela América Central completando shows por quatro países com apresentação no importante México Metal Fest, Torture Squad mantém o ritmo veloz de trabalho e hoje é Mayara “Undead” Puertas (vocal), Amilcar Christófaro (bateria), Castor (baixo) e Rene Simionato (guitarra).

    A história do Torture Squad começa no final dos anos 80, em 1989, na Zona Sul de São Paulo com músicos que não mais integram a banda. Da formação seminal permanecem até a atualidade Amilcar e Castor desde 1993 ano de lançamento do primeiro material, a demo tape ‘A Soul in Hell’ que colocou o Torture Squad na rota da heavy metal nacional e estrangeiro.

    Em 2000, a banda embarcou pela primeira vez para a Europa para a ‘Who Wants Some Metal Tour’, na Alemanha, e retornou outra vez em 2006 para mais giros no continente. É a única banda brasileira que tocou três vezes no Wacken Open Air, um dos mais importantes festivais de música pesada do mundo (2007, 2008 e 2011).Também fez turnês por diversos países da América Latina tendo recentemente, em 2019, fechado sua primeira passagem pela América Central, pouco depois da consagração no palco do Rock in Rio onde dividiu apresentação com Claustrofobia e Chuck Billy, do Testament. Torture Squad já visitou 35 países em toda carreira.

    A formação atual do Torture Squad completa cinco anos em 2020 e na discografia em sua era recente estão o EP ‘Return of Evil’ (2016) e o álbum ‘Far Beyond Existence’ (2017) além do single ‘O Doutrinador’ (2020).

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  • MACHINE HEAD: Ouça agora o novo single, “Circle The Drain”

    MACHINE HEAD: Ouça agora o novo single, “Circle The Drain”

    O MACHINE HEAD lançou um novo single chamado Circle The Drain. A faixa, que conta o trabalho do baterista Navene Koperweis (ENTHEOS, WHITECHAPEL, ANIMALS AS LEADERS, ANIMOSITY), pode ser ouvida abaixo.

    Circle The Drain  foi novamente produzida pelo guitarrista / vocalista Robb Flynn, em parceria com Zach Ohren (ALL SHALL PERISH, SUICIDE SILENCE) no Sharkbite Studios em Oakland, Califórnia. Joel Wanasek (ATTILLA, BLOODLINE) mais uma vez lidou com as tarefas de pós-produção, enquanto Russ Russell (AT THE GATES, THE WILDHEARTS, DIMMU BORGIR) lidou com a mixagem no Parlor Studios no Reino Unido. Finalmente, a faixa foi masterizada por Greg Grimaldi (que trabalhou com o MACHINE HEAD no álbum Through The Ashes Of Empires) no Oasis Mastering. A arte foi criada por Christian Sampson com base em seu projeto de fotografia temático, sobre transtornos mentais. Sampson compilou uma lista de 12 transtornos mentais, variando de depressão a esquizofrenia e insônia.

    Flynn definiu Circle The Drain como uma canção anti-Dia dos Namorados.

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