O quinto álbum de estúdio do The Dead Daisies, Holy Ground, já está disponível. A banda percorreu um longo caminho até chegar onde está hoje com o cantor/baixista Glenn Hughes. Como uma banda, eles finalmente alcançaram a “terra sagrada” com o novo traje enxuto de quatro peças, que entrega uma nova urgência e vigor ao som e essência da banda. Esse álbum exala uma força inegável que irá agradar até mesmo os devotos mais endurecidos do rock. Ouça Holy Ground AQUI.
Por anos, fãs têm lamentado a tentativa da mídia de declarar que o ‘rock está morto,’ e o The Dead Daisies tem lutado contra isso brilhantemente com seus trabalhos. Um pouco melancólico, às vezes sombrio, poderoso e rítmico, o álbum eleva a qualidade do gênero carregado com os hits de sucesso, ‘Unspoken’, ‘Bustle and Flow’ e ‘Holy Ground’, faixas que apareceram em várias Paradas do Rock e centenas de playlists e rádios digitais ao redor do mundo.
HOLY GROUND tem 11 faixas de puro rock não adulterado e já está recebendo ótimas críticas. O The Rockpit foi o primeiro a mostrar isso com um brilhante 9/10: “Um monstro ainda mais musculoso e pesado e alguns dos riffs gravados nesses grooves são esmagadores. É uma introdução esmagadora e uma grande abertura lindamente equilibrada com o peso temperado por um pouco de funk e soul que sugere que este pode ser um dos melhores álbuns (deles) até agora!”
Glenn diz: “Desde a faixa de abertura HOLY GROUND, nós construímos uma base forte. Cada música tem seu próprio tema, repleta de drama, emoção e groove, até chegar na última música autobiográfica ‘Far Away’. Nós demos o nosso melhor, focados e apaixonados. Venha curtir essa jornada com a gente, talvez você até se encontre nas letras.”
A banda mal pode esperar para tocar essas músicas ao vivo! Quando voltarem à estrada, retornando ao incrível line-up dos Daisies está o monstruoso e poderoso baterista Tommy Clufetos (Black Sabbath, Ozzy Osbourne). Então, apertem os cintos, essa vai ser uma longa jornada!
“HOLY GROUND me deixa feliz quando eu o escuto agora que está pronto, depois de todo esse tempo. Ele é pesado, descolado e é um novo começo para a banda. Ele possui as guitarras que você espera, mas com uma nova direção das letras de Glenn. Suas composições são profundas e criam um espaço para a imaginação.” – Doug Aldrich
Com Holy Ground, os The Dead Daisies afirmam que eles não irão mais seguir ninguém. Eles são líderes. E eles estão muito orgulhosos em TERRAS SAGRADAS.
Track Listing – HOLY GROUND:
Holy Ground (Shake The Memory)
Like No Other (Bassline)
Come Alive
Bustle And Flow
My Fate
Chosen And Justified
Saving Grace
Unspoken
30 Days In The Hole
Righteous Days
Far Away
THE DEAD DAISIES SÃO:
Vocais/Baixo: Glenn Hughes (Deep Purple, Black Country Communion)
Guitarra: Doug Aldrich (Whitesnake, Dio)
Guitarra: David Lowy (Mink, Red Phoenix)
Bateria/Vocais: Deen Castronovo (Journey, Bad English, Hardline)
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Os gigantes holandeses do metal sinfônico EPICA anunciaram recentemente o lançamento de seu novo álbum “Omega”, programado para ser lançado no dia 26 de fevereiro de 2021 pela Nuclear Blast. “Omega” é o mais novo álbum de estúdio da banda em cinco anos. Hoje, a banda lança um videoclipe para seu terceiro single hipnotizante, a balada ‘Rivers’.
“Nosso terceiro single chegou! ‘Rivers’ simboliza a calmaria e ao mesmo tempo a incerteza na vida, o agito da água para a corrente do rio. A água calma representa a paz, e um rio forte significa que você tem que enfrentar desafios e nadar contra o maré da vida “, comenta Simone Simons.
A próxima Epic Apocalypse Tour apresentando os titãs sinfônicos holandeses EPICA e os mestres de violoncelo finlandês APOCALYPTICA e com o apoio dos mestres do prog WHEEL foi adiada para o início de 2022 devido à pandemia COVID-19 que ainda está adiando os shows pelo mundo. A turnê começará em 6 de janeiro de 2022 em Leipzig, na Alemanha e as bandas se apresentarão por toda a Europa.
DATAS DOS SHOWS:
03.06.2021 TR Istanbul – Kucukciftlik Park
04–05.06.2021 RO Bucharest – Maximum Rock Festival
02.07.2021 NL Dokkum – Dokk’em Open Air
03.07.2021 IT Verona – Rock The Castle
14–16.07.2021 AT Leoben – Area 53
15–16.07.2021 DE Balingen – Bang Your Head
22–24.07.2021 FIN Laukaa – John Smith Rock Festival
05–07.08.2021 ES Villena – Leyendas del Rock
12–15.08.2021 BE Kortrijk – Alcatraz
»The Epic Apocalypse Tour 2022«w/ APOCALYPTICA, WHEEL
06.01.2022 DE Leipzig – Haus Auensee
07.01.2022 DE Berlin – Columbiahalle
08.01.2022 PL Gdansk – B90
09.01.2022 PL Warsaw – Progresja
11.01.2022 AT Vienna – Gasometer
12.01.2022 CZ Brno – Hala vodova
13.01.2022 HU Budapest – Barba Negra
15.01.2022 DE Munich – Tonhalle
16.01.2022 I Milan – Fabrique
17.01.2022 CH Lausanne – Metropole
18.01.2022 CH Zurich – Komplex
20.01.2022 DE Wiesbaden – Schlachthof
21.01.2022 DE Ludwigsburg – MHP Arena
22.01.2022 LUX Luxembourg – Den Atelier
23.01.2022 DE Hannover – Capitol
25.02.2022 FIN Helsinki – IceHall
27.02.2022 NO Oslo – Sentrum
28.02.2022 SE Stockholm – Berns
02.03.2022 DK Copenhagen – Amager Bio
03.03.2022 DE Hamburg – Docks
04.03.2022 NL Amsterdam – AFAS Live
05.03.2022 DE Cologne – Carlswerk Victoria
07.03.2022 BE Brussel – Ancienne Belgique
08.03.2022 UK Nottingham – Rock City
09.03.2022 UK Glasgow – O2 Academy
10.03.2022 UK Manchester – Academy
12.03.2022 UK Bristol – O2 Academy
13.03.2022 UK London – Roundhouse
14.03.2022 F Paris – Zenith
15.03.2022 F Toulouse – Bikini
17.03.2022 ES Barcelona – Razzmatazz 1
18.03.2022 ES Murcia – Gamma
19.03.2022 ES Madrid – La Riviera
20.03.2022 P Lisbon – Coliseum
»An evening with EPICA« – Latin America
16.12.2021 CL Santiago – Teatro Caupolican
18.12.2021 EC Quito, – El Teleferico
19.12.2021 PE Lima – Centro de Convenciones Barranco
EPICA é:
Simone Simons | vocais
Isaac Delahaye | guitarra
Mark Jansen | guitarra, guturais
Coen Janssen | sintetizadores, piano
Ariën van Weesenbeek | bateria
Rob van der Loo | baixo
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Hoje é o lançamento do 17º álbum de estúdio do THERION, Leviathan! O álbum foi recebido com muitos elogios e aclamado pela crítica e os precursores do Metal Sinfônico Sueco estão orgulhosos de celebrar o dia do lançamento com mais um magnífico videoclipe para a canção “Tuonela”. Você pode esperar demônios, esgrima, fogo, sangue, drama e basicamente qualquer outra coisa épica reunida em um vídeo! Aprecie sem moderação!
Como convidado, o ex-vocalista e baixista do Nightwish, Marko Hietala, emprestou sua voz à música.
O mentor de THERION, Christofer Johnsson, comenta:
“Como todo mundo, estou muito triste e também fiquei surpreso ao ler que Marko está deixando o Nightwish. Mas eu entendo o significado de suas justificativas e há muitos que estão frustrados com as mesmas razões. Mas Marko tem sido um artista profissional de gravação com várias bandas de qualidade desde os meados dos anos 80, então estou absolutamente certo de que veremos seu retorno à cena em pouco tempo. Ele é simplesmente bom demais para não se envolver com música. Mas agora espero que ele leve um bom tempo para se re-encontrar e colocar toda a energia e inspiração de volta nos trilhos.”
Aqui está o vídeo do último single do THERION “Die Wellen der Zeit”:
O vídeo com a letra do single “Leviathan” ainda pode ser assistido aqui:
O Therion sempre foi uma banda que se desafiou a explorar novos caminhos, mantendo-se fiel aos seus valores musicais. Para seu 17º álbum de estúdio, Leviathan, o mentor Christofer Johnsson e seu colaborador Thomas Vikström criaram algo que antes era impensável para o guitarrista e o cantor. “De todos os ângulos diferentes, fizemos a única coisa que restava a explorar”, explica Christofer. “Decidimos dar às pessoas o que elas sempre pediam. Leviathan é o primeiro álbum que embalamos deliberadamente com canções de sucesso do THERION.”
Quando o THERION surgiu em 1988, mudando o nome da banda BLITZKRIEG, que foi fundada um ano antes, Christofer se inspirou no Reign In Blood do SLAYER, entre outros álbuns de metal clássico. No início, os suecos estavam firmemente enraizados no death metal, gênero que ajudaram a definir, como prova temos o álbum de estreia Of Darkness …. (1991). No entanto, mesmo naquela época, havia indícios de “outra coisa” escondida sob a superfície dura e áspera.
O uso de vocais femininos é outro ingrediente central do THERION hoje, que se desenvolveu gradualmente. CELTIC FROST tinha basicamente introduzido o elemento feminino ao metal extremo em To Mega Therion em 1985. O THERION começou com uma vocalista feminina e masculina emulando um coro de igreja já em seu álbum Beyond Sanctorum (1992). Com Symphony Masses: Ho Drakon Ho Megas (1993) e Lepaca Kliffoth (1995), Christofer continuou a desenvolver seu som de marca registrada indo gradualmente para vocais mais limpos e mais teclados. Com Theli, os suecos estabeleceram uma reputação de expandir os limites do metal nos anos 90 – entre artistas como seus compatriotas TIAMAT, THE GATHERING e MOONSPELL, que eram frequentemente chamados de “gothic metal” na época.
THERION continuou a abrir novos caminhos, deixando inspiração para outros seguirem em seu rastro: Em A’arab Zaraq – Lucid Dreaming (1997), Christofer explorou ainda mais o uso da música do Oriente Médio no metal, que ele já havia começado em 1992, enquanto Secret Of The Runes (2001) ousou ter letras suecas em algumas canções. Enquanto os críticos ficaram confusos e os fãs certamente com suas audições desafiadas, o THERION estava frequentemente à frente de seu tempo. Até a viagem com o 25º aniversário da banda, Les Fleurs Du Mal, já superou o choque inicial que o álbum causou e só foi desuperado em termos de audição pelo clássico Vovin (1998).
Quando Christofer enfrentou a questão para onde ir musicalmente após o dramático Beloved Antichrist (2018) onde achou que tinha finalmente cumprido sua missão musical, a resposta veio com o álbum Leviathan que leva o nome de um monstro marinho gigante da mitologia judaico-cristã que tem raízes na tradição da babilônia: THERION criou um álbum de sucesso gigante – e pela primeira vez na história dos suecos, seus fãs não são convidados a explorar algo novo, mas simplesmente relaxar e aproveitar o melhor de sua banda do coração!
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Acaba de ser lançado oficialmente o novo EP do Seven Days War. O trabalho se chama “Devil´s Amusement” e contém as seguintes faixas inéditas: “Paralyzed”, “A Million Eyes”, “Paracosmos”, “Moving Targets” e “Sin City Preachers”.
Segundo a banda, o novo EP é uma evolução natural de seu antecessor, com uma adição maior de peso e atmosfera cinematográfica nas faixas. O EP foi gravado em Porto Alegre no início de 2020 e contou mais uma vez com a produção de Renato Osório e mixagem de Benhur Lima.
Este é o último trabalho do Seven Days War com a gravadora Roman Roads Records. A partir do próximo álbum a banda segue de forma independente. A formação conta com os músicos Guilherme Cunha (guitarra), Igor Casenote (guitarra/vocal), Jorge Santana (vocal), Josué Monteiro (baixo) e Juliano Santana (bateria).
Ouça o EP.
Para promover o EP, a banda disponibilizou videoclipes de três faixas em seu canal no Youtube:
A banda segue em atividade, mesmo em tempo de pandemia. Recentemente, gravou mais cinco faixas para o próximo e terceiro EP, todas inéditas e acústicas. As músicas já estão masterizadas e a previsão de lançamento é Fevereiro/2021.
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O Rider estreia hoje nas plataformas de streaming o seu mais novo single, “Power of Thunder”. A música é mais uma das faixas presentes no mais novo álbum de estúdio da banda, “Midnight Line”, a já pode ser ouvido na íntegra no link abaixo. Confira!
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O novo videoclipe do Close Enemy está disponível no canal da banda no YouTube. Lançado no dia 21 de janeiro, “Not Again” tem como tema recaída nas drogas e conta uma história real que aconteceu com o guitarrista Barba, durante seu tratamento de dependência química. Ele fugiu da clínica numa noite de intenso sofrimento por causa da abstinência para ir atrás do vício. “Mas ao invés de alívio, ele encontrou mais dor, pois agora, além da dor física que sentia pela necessidade do uso da substância, sentia a dor emocional e o peso do remorso por ter falhado no seu objetivo de vencer o vício. Essa combinação de sentimentos negativos serviu como inspiração para a criação do riff do que, mais tarde, viria a se tornar a música ‘Not Again’ ”, contou o vocalista Deco.
A produção e direção foi de Bruno La Praga (diretor e produtor do videoclipe Atrás do Vento, da banda Campo de Sangue) e conta com a participação de Duda, namorada do guitarrista Barba. O grupo foi criado pelo vocalista Deco Santos (Campo de Sangue) e o guitarrista Júnior “Barba” (Uggy Buggy), e conta ainda com o baixista Rafa Tolotti (Campo de Sangue) e o batera Pedro Lenin (Saturn Sun).
Confira “Not Again” no YouTube:
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O The Troops of Doom adicionou mais dois itens em seu merchandising oficial que foram lançados recentemente. O primeiro é um produto que carrega a marca da banda, o The Coffee of Doom, um café gourmet moído, 100% Arábica, Catuaí Vermelho, colhido de forma artesanal por Humanos Mortos Prod. em colheita familiar. “Este café é produzido pela Chácara Acracia, na região de Varre-Sai, fronteira do norte do Rio de Janeiro e sul de Minas Gerais, com altitudes entre 600 e 1.100 metros. Ele passa pelo processo de torra tradicional e vem em embalagens de 250 gramas. Em breve, também temos planos para lançar o produto em formato de cápsulas para Nespresso”, detalhou o guitarrista Jairo “Tormentor” Guedz.
Já a versão brasileira em fita cassete do EP “The Rise of Heresy” está disponível na loja online (www.thetroopsofdoom.com/compreaqui). “Vale lembrar que a tiragem é limitada e os envios são somente para o território brasileiro. Também está disponível um kit especial com o café, a fita K7 e um pôster em nossa loja”, revelou o vocalista e baixista Alex Kafer.
Além disso, a versão de “Morbid Visions”, faixa-título do primeiro álbum do Sepultura, está disponível em todas as plataformas de streaming. “Tenho orgulho de poder trazer de volta uma obra de tamanha importância para os dias de hoje nas mãos do The Troops of Doom. Agora é daqui para frente, aguardem o álbum full em breve”, concluiu Guedz.
Após dois singles e vídeos de faixas que integram o EP “Unholy Ceremony Heretic”, o Lockdown, grupo criado em plena pandemia pelo vocalista João Gordo (Ratos de Porão), o guitarrista Antonio Araújo (Korzus e Matanza Ritual), o baixista Rafael Yamada (Claustrofobia e ex-Project 46) e o baterista Bruno Santin (Endrah), apresenta o novo single e clipe, “Desprezo”. “A única música em português do disco, tem uma levada cadenciada e uma letra, fazendo crítica à cegueira do fanatismo religioso”, comentou o guitarrista Antonio Araújo. “O trabalho do EP foi feito todo pelo Antonio. A letra é dele e confronta todas as religiões, mas existem algumas mais estúpidas e ela é voltada para esses casos. No Brasil, quando se quer passar uma mensagem direta, tem que ter a letra em português. No caso do instrumental da ‘Desprezo’, eu acho massacrante, muito pesado e diria até mais moderno”, acrescentou o vocalista João Gordo.
“Trabalhar com o Lockdown nesse vídeo foi a melhor surpresa para começar 2021. Todos têm um talento e carisma incríveis! Foi basicamente setar a luz e dar o REC, e deixar que eles passassem a verdade deles. O vídeo teve uma conotação pesada e densa assim como a letra e a música, mas foi tudo de forma mais leve e tranquila possível”, avaliou Rafael Agostino, diretor do vídeo e tecladista do Armored Dawn e do duo Elevenber.
O single “Desprezo” também foi disponibilizado para streaming pela Blood Blast, subsidiária digital da gravadora alemã Nuclear Blast. A faixa, mixada e masterizada por Rodrigo Oliveira (Korzus) no Dharma Studios (SP), faz parte do EP intitulado “Unholy Ceremony Heretic”, que teve a arte gráfica criada pelo renomado artista Alcides Burn (Burn Artworks) e será lançado em fevereiro. No Brasil, o selo All Music Matters irá lançar o EP em vinil 12″ one side e em CD.
O Ektomorf revelou o terceiro single de seu novo álbum, Reborn, que está sendo lançado hoje (22), via Napalm Records. Em Smashing the Past, a poderosa máquina húngara de thrash metal soa em seus melhores dias: veloz, riffs esmagadores, bateria agressiva sobre vocais raivosos e odiosos do vocalista e guitarrista Zoltan “Zoli” Farkas, culminando com solos de guitarra estonteantes. Isto é o thrash metal em sua forma mais verdadeira!
Zoli fala de Smashing the Past:
“Esta foi a primeira música que compus para Reborn, – nem uma única nota, nem uma batida mudou desde o dia em que compusemos essa música até o dia em que a gravamos no estúdio. Você ainda pode sentir as influências de nosso álbum anterior, Fury (2018), nesta faixa: rápida, agressiva, com um ‘breakdown groovy’ e temperada com um solo matador para coroá-la. Em minha opinião, este é o perfeito último single do novo álbum – puro thrash!”
Assista ao videoclipe de “Smashing The Past”:
Desde seu álbum de estréia, Hangok (1994), o quarteto em torno do vocalista/guitarrista Zoltán “Zoli” Farkas tem regularmente entregado novos poderes a seus devotos. Apenas três anos após o lançamento do álbum Fury, que quebrou as paradas, Reborn acende um fogo ardente com seu som pesado e letras ásperas que irão queimar qualquer limitação do gênero. O 15º álbum de estúdio da banda respira o espírito dos “Big Four” – Metallica, Slayer, Anthrax e Megadeth – enquanto que, ao mesmo tempo, inicia um novo capítulo completamente independente do Ektomorf.
Reborn será lançado mundialmente como CD Digipack junto com um patch e uma camiseta, bem como um LP Gatefold exclusivo em vermelho/preto com um slipmat e um pôster autografado, limitados a 200 cópias.
Esteja preparado para este ataque estrondoso! Com Reborn, o Ektomorf dá início a um novo capítulo, levando consigo qualquer pessoa que cruzar o caminho desse arsenal de thrash metal!
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O baixista Luiz Domingues, integrante da formação clássica da banda A Chave do Sol ao lado de Rubens Gioia (guitarra e vocal) e José Luiz Dinola (bateria), resgatou um vasto material inédito da banda e lançou seis discos de uma série intitulada Pirata. São demos e apresentações ao vivo registradas entre 1982 e 1986, incluindo dois raros shows com a presença da vocalista Verônica Luhr, que teve um rápida passagem pela banda. Todo o material teve o áudio recuperado pelo guitarrista e vocalista Kim Kehl, da banda Kim Kehl e Os Kurandeiros, da qual Luiz faz parte atualmente. Kim também cuidou da parte visual da série. A intenção inicial de Luiz era reunir os antigos parceiros e fazer um show para marcar o lançamento da série, mas o advento da pandemia da covid-19 acabou cancelando os planos. Mais recentemente, surgiu a terrível notícia da morte de Rubens Gioia, o que reforça o interesse por essa série. Numa daquelas terríveis coincidências, três dias depois da morte de Rubens faleceu Acácio Vaz, guitarrista que fez parte da banda Clavion e que em 1987 foi cogitado a ingressas n’A Chave do Sol na condição de segundo guitarrista, algo que acabou não se concretizando.
Luiz Domingues falou com exclusividade com a ROADIE CREW sobre o lançamento da série Pirata.
Por que você decidiu divulgar esse material somente agora, mais de trinta anos após as gravações?
Luiz Domingues: Não foi uma escolha, exatamente. Na verdade, foi falta de oportunidade, por escassez de recursos. Na realidade, eu pensava em colocar esse material à disposição dos fãs do trabalho desde os anos 80. Tanto que na época algumas fitas cassete foram preparadas para venda, com uma pequena parte desse material, mas sem sofisticação alguma na produção. Contudo, foi apenas ao final de 2019 que isso se viabilizou, enfim, e no início de 2020 efetivamente que começou a se materializar de fato.
Você conversou com os outros ex-integrantes d’A Chave para falar sobre esse lançamento?
Luiz: Sim, eles souberam da intenção desde o começo. A ideia seria lançar o pacote completo em um show-reunião da formação original do power trio que já estava marcado para o dia 15 de julho de 2020, no teatro Cacilda Becker da Lapa em São Paulo, com produção do guitarrista Geraldo ‘Gegê’ Guimarães, quando, reforçados pelo Rodrigo Hid que atuaria como vocalista, tecladista e guitarrista, faríamos uma apresentação em dobradinha com Os Kurandeiros. A pandemia forçou a postergação inicial, mas à medida que se tornou algo muito mais grave do que imaginávamos e queríamos, percebemos que o melhor seria lançar os discos paulatinamente, mesmo sem o show. Quebramos a surpresa que desejávamos, portanto. E também por uma questão logística, visto que o apoio fundamental da Crossover Records, através do produtor musical Felipe Falget, nos entregou os álbuns paulatinamente, conforme Kim Kehl encerrava a produção de cada um, daí termos optado pelo lançamento escalonado em princípio e como um kit a conter promoção ao final. Ficamos com a esperança de fazer o show em 2021, quando fosse seguro, mas a súbita perda do Rubens ceifou essa possibilidade, e falo isso com enorme dor no coração.
Qual o papel de Kim Kehl no lançamento da série Pirata?
Luiz: Foi total! Se eu fosse contratar um estranho para cuidar desse trabalho, sei que teria um trabalho profissional bem feito, mas nas mãos do Kim houve um algo a mais, pois ele vibrou intensamente com a ideia do resgate e cuidou desse material com um carinho fora do comum. Portanto, o capricho dele na digitalização, preparação e mixagem desse áudio foi no sentido de que ele buscou o máximo, de forma incansável. Leve-se em conta que além da captura em fita cassete ser algo jurássico e tecnicamente muito limitado, houve também a ação do tempo, com essas fitas guardadas em armário por tantos anos, e estamos a falar sobre quase quarenta anos no caso das mais velhas. Então, ele operou um milagre ao salvar algumas fitas que já tinham nítidos sinais de deterioração, também ao extrair ruídos típicos das fitas e imprimir um nível de áudio com a máxima nitidez e o melhor equilíbrio possível ante uma captura precária em determinados casos e com predominância do aspecto mono, inclusive. E Kim foi além ao criar a arte e finalizar o lay-out das capas – e neste caso ele também se esmerou ao usar de muita criatividade para compor tais ilustrações com fotos condizentes com cada disco e a época retratada.
Foto: Juja Kehl
Os discos têm uma sonoridade que remete muito aos bootlegs que a gente curtia nos anos 70. A que você acha que isso se deve?
Luiz: Isso ocorreu no aspecto das performances ao vivo, certamente, ao justificar que nossa banda, mesmo quando tentou forçosamente se adequar às tendências oitentistas, sempre foi por natureza sessentista/setentista em sua forma de se expressar. Por exemplo, a ideia de haver interlúdios longos de solos individuais nos shows é uma marca setentista típica. E no cômputo geral, a sonoridade remete mesmo aos anos 70 na pegada ao se verificar que estão refletidas em nossas composições dessa época entre 1982 e 1984, mais centradas no hard rock, no prog rock e no jazz rock, sobretudo, e com todas essas escolas com forte identidade setentista.
Há mais material para ser lançado ou a série já está completa com esses seis discos?
Luiz: De primeira mão para você e para os leitores da revista ROADIE CREW, sim, existe uma nova safra de material já digitalizado e que, mediante a decupagem, vai iniciar no futuro uma nova safra de discos bootlegs, assim espero. Desta feita, a maioria das fitas contém shows ao vivo do período de 1986 e 1987, com a presença do Beto Cruz nos vocais e uma sonoridade mais oitentista em tese. Mesmo assim, a influência setentista nunca nos abandonou, com certeza. Contudo, há também material com participações d’A Chave do Sol em programa de rádio e material de ensaio, com fragmentos de músicas a serem compostas e arranjadas entre 1982 e 1984 que eu ainda não analisei se reúnem condições mínimas para justificar a criação de um álbum, mas em princípio eu tenho essa vontade, dentro do espírito dos álbuns Anthology que os então remanescentes do Beatles lançaram nos anos 90, com material de ensaio nessas características. É evidente que a nossa banda não tem nem um milionésimo da envergadura do quarteto Fab Four de Liverpool, mas eu acho que os fãs do nosso trabalho. e notadamente os que possuem espírito de colecionador, haverão de gostar de um material raro e bruto assim. Contudo, não é uma certeza ainda, apenas uma possibilidade.
Os discos estão saindo justamente no momento em que somos surpreendidos com a notícia do falecimento de Rubens Gioia. Por conta dessa fatalidade, você acredita que eles ganham mais importância ainda?
Luiz: Rubens estava tão feliz por esse show que estava marcado para 2020 e com a possibilidade de lançarmos os discos que eu não consigo parar de pensar que tudo isso só tratou por tornar ainda mais dolorosa a notícia de sua partida. Ele chegou a ter em mãos alguns dos bootlegs. Acho que não viu os dois últimos, e eu lastimo isso demais. De minha parte, tais lançamentos ganharam uma aura melancólica assim que fui informado sobre a sua morte, todavia, muitas pessoas estão a me convencer que não, muito pelo contrário, o lançamento trata por dignificar ainda mais a sua persona como artista e ser humano. Bem, visto por esse prisma, tomara mesmo que os álbuns ganhem essa conotação de honra, respeito, admiração e com sentido de eternidade para com a persona dele e que assim seu filho, Rubinho Gioia, se orgulhe muito desse legado.
Como deve proceder quem desejar adquirir os discos?
Luiz: Bem, eu comecei a atender tal demanda de forma pessoal, com as pessoas a me pedirem os discos pelo inbox do meu perfil no Facebook e ainda o faço para quem me procurar por lá, mas eles já estão disponíveis também nas lojas Baratos Afins e Aqualung, tradicionais da Galeria do Rock de São Paulo, e em breve estarão em outras também da Galeria e com negociação para atingir plataformas de streaming, com o apoio do Luiz Calanca.
A Chave do Sol: Rubens Gioia, Luiz Domingues e José Luiz Dinola | Foto: Divulgação
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