Categoria: Roadie News

  • Músicos do Brasil e do exterior lamentam a morte de CANISSO, baixista do RAIMUNDOS

    Músicos do Brasil e do exterior lamentam a morte de CANISSO, baixista do RAIMUNDOS

    A morte de Canisso, ocorrida às 11h30 da manhã da última segunda-feira (13) após uma queda causada por desmaio – ainda sem motivo revelado -, abalou o meio musical e artístico de maneira geral. Querido por muitos, o lendário baixista de 57 anos, deixou para as futuras gerações a obra deixada em seus trabalhos com o Raimundos, que fez sucesso conquistando milhares de fãs nas últimas três décadas. A fusão de rock, heavy metal, punk e hardcore fundida com ritmos brasileiros, especialmente o nordestino, se tornou febre no início dos anos 90 e assim o Raimundos liderou um novo conceito musical da época, explorado por diversas outras bandas contemporâneas do grupo de Brasília, tais como Ostheobaldo (que mais tarde se tornaria Tihuana), TianastaciaCatapultaJumenta ParidaMundo Livre S.A.Virna Lisi e várias outras.

    Canisso, nome artístico do paulistano José Henrique Campos Pereira, deixa esposa, a psicóloga e produtora Adriana Toscano, e quatro filhos, Maike, de 29 anos, Lóri, 28, Nina, de 22, e Pedro, de 19 anos. O músico será velado nesta quarta-feira (15) em São Paulo. A cerimônia estará aberta ao público das 10h às 16h no Ginásio José Corrêa (mais conhecido como Ginásio de Vôlei de Barueri), na Av. Guilherme P. Guglielmo, n° 1000, Barueri/SP. Após o empresário do RaimundosDenis Porto, dar como oficial a morte de Canisso nas redes sociais, músicos do Brasil e do exterior têm manifestado suas homenagens ao baixista, que tocou também no Rodox e no Detonautas. Segue alguns depoimentos da comunidade rock, punk e heavy metal, começando por um vídeo postado pelo ex-parceiro de Canisso no Raimundos, o vocalista Rodolfo Abrantes:

    “Descanse em paz, irmão! Orgulho de termos tocados juntos e festejado. Todo meu amor para a família Pereira. Nós vivemos para sempre através de nossa música” – BILLY GRAZIADEI (BIOHAZARD)

    “Amigo, irmão da estrada, parceiro do rock and roll… Que triste notícia! Vou guardar pra sempre as boas lembranças da vida, obrigado por tudo! Um beijo no coração da Adriana e dos filhos, muito amor!” – ANDREAS KISSER (SEPULTURA, DE LA TIERRA)

    “Rock in Peace” – DERRICK GREEN (SEPULTURA)

    “Porra, Canisso… Tu era o maior chato, mas era muito gente fina. Notícia horrível. Dei muita risada contigo desde minhas primeiras viagens para BSB no final dos anos 80. Vá em paz, brother! Meus sentimentos para com a família, amigos e Raimundos” – BOKA (RATOS DE PORÃO)

    “Canisso era gente boa pra caralho, fumamos um na festa do Movimento Maetricia outro dia, vivia se desculpando pela atitude tosca de outros, fiquei chocado com sua partida… Vão-se os bons ficam os vilões. Descanse em paz, irmão” – JOÃO GORDO (RATOS DE PORÃO)

    “Que dia triste. A gente ria, brigava, zoava, ralava, perdia, vencia e sempre na luta! Milhões de histórias e piadas que ficarão sem o seu melhor contador. “Tá” muito difícil escrever e descrever. Meu amor está todo com vocês Canisso, Dri, Mike, Lori, Nina e Pedro, e toda família Raimundos” – DIGÃO (RAIMUNDOS)

    “Sem acreditar ainda meu mano, triste demais. Muita luz. Meus sentimentos aos amigos de banda e família” – EGYPCIO (CALI, CBJR – MARCÃO E THIAGO CASTANHO, TIHUANA) 

    “Perdemos um amigo! Canisso, um cara maravilhoso, com uma super essência e infelizmente recebemos essa notícia… Nossos sentimentos para toda a família Raimundos, para toda família de e fãs. Você vai fazer muita falta no cenário do Rock! Rest in Power” – CBJR – MARCÃO E THIAGO CASTANHO

    “Que notícia triste… Estamos chocados com a morte repentina do Canisso, grande amigo do Viper há muitos anos. Tocamos com os Raimundos muitas vezes, sempre shows incríveis e repletos de energia boa. Canisso era um músico talentoso e um cara muito legal. Nossos sentimentos e muita força nesse momento difícil para a Adriana, os filhos e os colegas de banda. RIP Canisso, o rock brasileiro vai sentir sua falta” – VIPER

    “Descanse em paz, Canisso. Nós do Angra estamos consternados de que hoje nosso irmão, o grande Canisso, passou para outro plano. Queremos mandar nossa solidariedade tanto para sua família como para a família Raimundos. À equipe, aos músicos que o acompanham. Hoje foi um dia muito triste para o Rock nacional. Canisso era um cara incrível, com uma simpatia sem igual e um grande músico. Vamos sentir muito a sua falta. Descanse em paz. Você deixou seu legado na terra, o qual ficará perpetuado pela eternidade.” – ANGRA

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  • A um mês de lançar seu novo álbum de estúdio, OVERKILL disponibiliza o single “Wicked Place”

    A um mês de lançar seu novo álbum de estúdio, OVERKILL disponibiliza o single “Wicked Place”

    Um dos lançamentos mais aguardados do thrash metal em 2023, certamente é Scorched, vigésimo álbum de estúdio do Overkill, um dos grupos mais adorados do gênero, além de um dos mais respeitados e íntegros. Sucessor de The Wings of War (2019), Scorched foi adiado várias vezes devido a pandemia e já era para estar lançado desde 2021. Mas finalmente o novo álbum da banda de Nova Jersei estará disponível nas lojas especializadas e nas plataformas digitais no próximo dia 14 de abril, via Nuclear Blast.

    Nesta terça-feira (14), Bobby “Blitz” Ellsworth (vocal), Dave Linsk Derek “The Skull” Tayler (guitarras), D.D. Verni (baixo) e Jason Bittner (bateria) revelaram a segunda prévia do disco, Wicked Place, sucessora do single The Surgeon

    Blitz falou a respeito de Wicked Place: “É uma de minhas músicas favoritas desse novo álbum. Possui um groove absurdamente pesado, diretamente extraído de tempos passados, com uma roupagem moderna, direta, que vai certeira no nariz!”.

    Wicked Place, assim comoThe Surgeon, é ilustrada com vídeo visualizer. Confira:

    Scorched contou com mixagem do requisitado Colin Richardson, com assistência de Chris Clancy e masterização de Maor Appelbaum. Já a capa, é de autoria de Travis Smith. As músicas de Scorched são todas de autoria dos dois únicos membros originais da banda, Blitz Verni

    Track list de Scorched
    1. Scorched
    2. Goin’ Home
    3. The Surgeon
    4. Twist of the Wick
    5. Wicked Place
    6. Won’t Be Comin’ Back
    7. Fever
    8. Harder They Fall
    9. Know Her Name
    10. Bag o’ Bones

    Ricardo Batalha, redator-chefe da ROADIE CREW, resenhou o novo disco do Overkill – que como dito será lançado no próximo dia 14 de abril – na nova edição da revista, #273. Confira abaixo a previa das impressões de Batalha sobre o álbum: 

    Ouça o single em https://bfan.link/Overkill-WickedPlace.ypo.

    Scorched, novo álbum do Overkill, será lançado em vários formatos, tais como CD (estojo tradicional), cassete e vinil verde florescente.

    Link da pré-encomenda e pre-save de Scorched: https://bfan.link/Overkill-Scorched.ypo 

    No próximo dia 13 de abril, véspera do lançamento de Scorched, o Overkill embarcará para sua turnê europeia “Killfest”, acompanhado de seus conterrâneos contemporâneos do thrash metal Heathen. O giro europeu começará em Bochum, na Alemanha, e se estende até o dia 29 de abril, com o útlimo show sendo em Barcelona, na Espanha.

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  • Veteranos suecos do ELECTRIC BOYS anunciam novo single, “I’ve Got A Feelin”

    Veteranos suecos do ELECTRIC BOYS anunciam novo single, “I’ve Got A Feelin”

    Enquanto o mundo se viu quebrado nos últimos dois anos mediante a pandemia, os veteranos suecos do Electric Boys, filhos bastardos do rock’n’roll com infusão de funk, estavam ocupados compondo seu próximo álbum de estúdio, tentando descobrir como entender toda essa bagunça a qual estamos vivendo.

    O grupo aproveitou o inverno escandinavo para se retirar para climas mais quentes e reservaram um estúdio na Espanha, onde passaram algumas semanas gravando o que será seu próximo álbum. O primeiro single do disco, I’ve Got A Feeling, é puro rock soul, com um riff elegante, um refrão soft e aquela voz narrativa, barítona e encantadora de Conny Bloom para completar. O single estará disponível no próximo dia 24 de março.

    “Sim, ‘eu tenho um sentimento’… “, antecipa o vocalista e guitarrista Conny Bloom. “Que algo de bom está prestes a acontecer”, completou. “Novos caminhos serão cruzados e novas portas serão abertas, então vamos festejar 2023 como se deve!”.

    Capa do single “I’ve Got A Feelin’”, arte de Charlie Granberg

    O aclamado álbum de estreia do Electric BoysFunk-O-Metal Carpet Ride foi produzido por Bob Rock (MetallicaBon JoviThe CultMötley Crüe) e gerou o auto-produzido single All Lips ‘n’ Hips, que em 1988 figurou no chart Billboard Top 20 e teve rotação maciça na MTV.

    Após uma extensa turnê, a banda entrou no lendário estúdio AbbeyRoad para gravar o sucessor, Groovus Maximus, que deu à banda outro single no Top 70 da Billboard com a música Mary in the Mystery World. O terceiro álbum, Freewheelin (também gravado no Abbey Road) alcançou a posição #16 no Official Swedish Album Chart.

    Bloom seguiu em carreira solo até que ele e o baixista Andy Christell, se juntaram ao lendário Hanoi Rocks em 2005. Em 2009, eles deram início ao processo de reunir o Electric Boys. Lançaram o álbum And Them Boys Done Swang em 2011 e em 2014 o favorito de muitos críticos, Starflight United.

    Em 2018, finalmente aconteceu o retorno dos álbuns de estúdio, com The Ghost Ward Diaries, um disco que não só liderou as paradas na Suécia e na Dinamarca, como também trouxe de volta o som característico do Electric Boys para seus inúmeros fãs e novos ouvintes. Cerca de três anos depois, Ups!ide Down, composta no lockdown, repetiu o sucesso, porém trouxe uma gama mais ampla às músicas.

    Lineup: Conny Bloom – guitar, vocals Andy Christell – bass “Slim” Martin Thomander – guitar Jolle Atlagic – drums

    Web: Official site

    Foto: Sven Isaksson

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  • KOOL METAL FEST – Belo Horizonte (MG)

    KOOL METAL FEST – Belo Horizonte (MG)

    Por Thiago Prata  Fotos: Denilton Dias

    A insanidade de cada headbanger sobrepujava a quantidade razoável de pessoas presentes no Mister Rock, em Belo Horizonte – muito longe de estar lotado. O fato de o local ser um “forno” não diminuía o “sangue nos olhos” das bandas nem o entusiasmo de seus fãs. Como bem disse Pedro “Poney” Arcanjo, baixista e vocalista do Violator: “Tá muito calor, mas é muito bom tocar nesse calor”. Um problema ou outro técnico era vencido pela garra, a técnica e o feeling de cada músico que pisou no palco. Na tarde e na noite de 11 de março, um dia com temperaturas altas e uma chuva quando já se aproximava da meia-noite, toda adversidade era superada por cada pessoa – seja fã, integrante de uma das sete bandas do cast ou membro da produção do evento – que estava ali para celebrar 20 anos do Kool Metal Fest. O resultado foram sete ótimos shows e uma festa regada a montanhas de riffs e turbilhões de mosh, culminando em uma catarse espiritual (ou seria catarse infernal?) na capital mineira.

    Headliner do festival, a lenda norte-americana do crossover D.R.I., em turnê de celebração de 40 anos de banda (completados em 2022), fechou o evento destilando um petardo atrás o outro. Outra banda estrangeira, o alemão KHNVM (com origens em Bangladesh) foi a grata surpresa da vez, com um consistente e sólido death e suas inserções black. E as bandas brasileiras ratificaram o quão rico é nosso underground. Os mineiros do Falsa Luz e do Payback abriram muito bem os trabalhos, fazendo jus à tradição dessas terras, enquanto os santistas do Surra, os cearenses do Facada e os brasilienses do Violator aplicaram aulas de agressividade – cada uma por meio de sua respectiva sonoridade – e reiteraram o porquê de estarem entre os principais nomes do cenário nacional.

    Falsa Luz

    O festival teve início por volta das 17h com o Falsa Luz. Unindo elementos de black metal, hardcore e punk – para citar alguns –, o quarteto belo-horizontino cumpriu a missão de “esquentar” os primeiros headbangers que adentraram o Mister Rock em seus 20 minutos de show. Depois foi a vez de outro representante da capital mineira, o Payback, subir ao palco com um furioso thrash metal, tendo o debute Padecer (2020) como fio-condutor. No fim da apresentação de pouco mais de meia hora, o grupo chamou Poney para participar de Inner Self, clássico de Beneath the Remains (1989), do Sepultura.

    Às 18h30 foi a vez do KHNVM, que já chama atenção pelo nome que, para nós brasileiros, só é possível pronunciar soletrando. A cada música, mais e mais pessoas se aproximavam do palco para conferir um som calcado no death, ora mais rápido, com muitos blast beats, ora mais cadenciado, sempre com riffs de qualidade e muito peso. O destaque do setlist de pouco mais de meia hora ficou para Heretic Ascension, de Portals to Oblivion (2021), álbum que vale sua atenção.

    Passava das 19h20 quando o Surra começou seu arsenal thrash/hardcore/grind, tendo o disco Escorrendo Pelo Ralo (2019) como predominante em seu set. E que bom que foi assim. Porque O Mal Que Habita a Terra, a faixa-título e Mais Um Refém são sensacionais ao vivo. Além da qualidade de suas canções, o power trio santista esbanja carisma, com direito a discursos ácidos e sarcásticos à ala mais conservadora da sociedade e distribuição gratuita de patinhos de borracha. Passou a Boiada, de Thrashpunk Teleport: Submundo 2121 (2020), e a maravilhosa Daqui Pra Pior (com uma “homenagem” ao mais recente ex-presidente da República) foram aclamadas, assim como as também icônicas Parabéns aos Envolvidos e Bom Dia Senhor. Na moral: esse Surra é muito foda!

    O Facada emergiu pouco antes das 20h10 com “jogo ganho”. Em meio a conversas com várias pessoas presentes no festival, muitas estavam ali principalmente para ver a banda cearense de grindcore. E o trio de Fortaleza não decepcionou. Muito pelo contrário, o grupo mandou ver em um set de quase 40 minutos de duração (faixas de Quebrante, de 2018, são excelentes), a ponto de uma das cordas do baixo de James, que também é vocalista, ter se soltado. O curioso é que essa situação impediu a eles de executarem Nightmare, do Sarcófago. Mas, como dito mais acima, cada empecilho era superado com uma boa solução. E a solução foi tocarem outra de INRI (1987), no caso, Deathrash.

    Veio então o Violator… OK, vamos recomeçar. Veio então um set brutal, de uma hora de duração, do Violator. Chega a ser emblemático que a primeira palavra entoada pelo grupo no show seja “thrash”, na reta final da instrumental Ordered to Thrash. Outra do álbum Chemical Assault (2006), Atomic Nightmare também foi comemorada pelo público, que a cantou em uníssono. Respect Existence Or Expect Resistance, do disco Scenarios of Brutality (2013), e False Messiah (com “homenagem” ao mais recente ex-presidente da República), do EP The Hidden Face of Death (2017), mantiveram o mosh em alta (aliás, teve mosh em cada segundo da apresentação). Nem mesmo o problema na guitarra do estreante Felipe Nizuma em Futurephobia, de Annihilation Process (2010), diminuiu o ímpeto do Violator. Mesmo que dali para frente a guitarra de Nizuma não tenha tido o mesmo som, o quarteto manteve o nível de agressividade com clássicos como Endless Tyrannies e UxFxTx (United for Thrash), esta última com vários fãs sendo chamados ao palco por Ponny, no grand finale. Foi insano! Foi lindo!

    Mais de quarenta minutos depois, o D.R.I. subiu ao palco. E aqui vale um ponto importante. Em nenhum outro show, o som esteve tão bom quanto o do quarteto oriundo de Houston (falo no aspecto técnico, daquilo que saía das caixas). Dava para ouvir guitarra, baixo, bateria e vocais de forma limpa e sem que um estivesse mais alto que o outro. Sobre o show, o grupo arrebatou clássico atrás de clássico e mosh atrás de mosh durante uma hora, com direito às incríveis Acid Rain, do álbum Definition (1992), e Beneath the Wheel, de Thrash Zone (1989), à punk I’d Rather be Sleeping, de Dealing with It! (1985), e à visceral The Five Year Plan, de Crossover (1987). Um fato curioso é que um headbangear subiu ao palco no fim do show, assustando um pouco o vocalista Kurt Brecht. Cada vez que o fã se aproximava, o frontman se afastava, até, enfim, o “intruso” ser retirado dali. Nada que tirasse o brilho deste que foi um showzaço!

     

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  • A aguardada biografia de JOHN BONHAM chega ao Brasil em edição de colecionador

    A aguardada biografia de JOHN BONHAM chega ao Brasil em edição de colecionador

    POR ASSESSORIA

    A editora Belas Letras lança oficialmente nesta quarta-feira, dia 15 de março, o livro Bonzo – John Bonham e a ascensão do Led Zeppelin, a primeira biografia do rei da bateria. Escrita pelo biógrafo C. M. Kushins, esta obra inédita conta a trajetória selvagem e visceral do motor rítmico do Led Zeppelin, mostrando que John Bonham era um furacão na bateria e na vida real, além de apresentar uma nova visão da história do Zeppelin, contada do ponto de vista de um integrante chave na banda. O livro está sendo lançado em dois formatos: em edição de luxo para colecionadores com capa dura, sobrecapa, pintura trilateral, fitilho dourado e itens exclusivos e limitados, e uma versão brochura para quem quiser pagar menos.

    Em “Bonzo – John Bonham e a ascensão do Led Zeppelin”, C. M. Kushins cobre todas as bases ao contar com detalhes a trajetória épica e fatal de um verdadeiro ícone da bateria. John Bonham era um verdadeiro furacão na bateria e na sua vida pessoal. Dividido entre a saudade da família e os excessos na estrada, Bonzo encontrava conforto na bebida, o que sempre o colocava em situações perigosas e inusitadas, além de cobrar seu preço tirando a vida do músico de forma trágica em 1980. A obra é mais um recorte da história do Led Zeppelin, conduzindo o leitor pelos bastidores insanos de uma das maiores bandas de todos os tempos, com foco em dos músicos mais viscerais da história da música.

    “Ler este livro é acrescentar mais uma dimensão a John Bonham, lançar mais luz sobre o que o inspirou a tocar aquelas batidas icônicas, e serve como um complemento valioso à sua obra fonográfica, que é a maior história de todas.” – Dave Grohl

    John Bonham viveu intensamente e marcou a vida de todos que o conheceram. O músico quase saiu na mão com Ronnie James Dio, vocalista do Black Sabbath na época. Teve o nariz quebrado por seu amigo e tour manager, Richard Cole, além de pregar peças de mau gosto quando estava embriagado, como quando jogou suco de laranja na guitarra de Alvin Lee. Bonham tinha um estilo inimitável, tanto na vida pessoal, quanto na profissional. E é inegável que ele foi uma peça importante para a evolução da captação da bateria na gravação dos discos do Led Zeppelin.

    “Se o rei do rock foi Elvis Presley, esse livro prova que o rei da bateria de rock certamente foi John Bonham.” – Adam Budofsky, revista Modern Drummer

    A obra também traz uma visão interna dos bastidores do Led Zeppelin. A banda que se tornou um dos gigantes do rock com álbuns clássicos em sua discografia como Led Zeppelin VI e Physical Graffiti, misturava influências de blues, música psicodélica e heavy metal. O grupo que reúne músicos talentosos como Jimmy Page, Robert Plant, John Bonham e John Paul Jones é um dos nomes mais bem sucedidos do rock e também um dos mais inovadores e influentes, sendo referência para nomes da música atual como o Greta Van Fleet.

    O livro “Bonzo – John Bonham e a ascensão do Led Zeppelin” já está disponível nas principais livrarias do Brasil e no e-commerce da editora.

    Sobre o autor:

    C.M. Kushins mora em Berkley, na Califórnia, e é jornalista freelancer há mais de 15 anos, além de ser músico e autor de Nothing’s Bad Luck, biografia de Warren Zevon. Já teve seus textos publicados em veículos de comunicação como a revista High Times e o site The Daily Beast.

    Bonzo – John Bonham e a ascensão do Led Zeppelin

    Autor: C.M. Kushins Tradução: Paulo Alves Editora Belas Letras ISBN LIVRO KIT: 978-65-5537-271-7 504 páginas Formato: 16x 23cm Peso: 600 g

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  • “Angra Fest”: sucesso no Rio de Janeiro, festival repetirá a dose no dia 17 de março em São Paulo

    “Angra Fest”: sucesso no Rio de Janeiro, festival repetirá a dose no dia 17 de março em São Paulo

    POR ASSESSORIA

    O Angra Fest é um festival idealizado pela banda Angra, que conta com uma mistura de música, cultura e atitude, acontecendo em várias cidades do Brasil, sendo essa a edição de número 4, voltando ao circuito com a finalidade de apoiar a união do rock no país.

    No dia 12/03 o Angra se apresentou no Rio de Janeiro, no Vivo Rio, em companhia de Matanza Ritual e Viper sendo um sucesso.

    Já em São Paulo a festividade acontecerá  no dia 17 de março no Terra SP e contará também com as apresentações das bandas Matanza Ritual, Viper e Malvada.

    O set list previsto para o Angra conta com sucessos que passeiam pela trajetória do grupo. Confira:

    1- Newborn Me 2- Nothing to Say 3- Angels Cry 4- Travelers of Time 5- Lisbon 6- Ego Painted Grey 7- Late Redemption 8- Rebirth 9- Winds of Destination 10- Lease of Life 11- Black Window’s Web 12- Reaching Horizons 13- Make Believe 14- Waiting Silence 15- Bleeding Heart 16- Magic Mirror 17- Carry On 18- Nova Era

    Top Link Music

    Fotos: Paty Sigiliano

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  • Grave Digger e Angra confirmam show em RECIFE

    Grave Digger e Angra confirmam show em RECIFE

    A banda alemã Grave Digger, que atualmente promove o álbum “Symbol of Eternity”, e o Angra, em sua turnê “The Best of 30 Years”, se apresentarão no Clube Português do Recife em 28 de abril. O evento, produzido pela Blackout Discos e a Mayhem Produções, terá início às 20h e contará com uma banda de abertura que ainda será definida. Os ingressos antecipados online estão disponíveis através da Bilheto em https://bilheto.com.br/evento/1295/Angra_e_Grave_Digger.

    O Angra, que segue turnê comemorativa “The Best of 30 Years” enquanto também registra um novo álbum de estúdio, sucessor de “Ømni” (2018), conta atualmente com o vocalista italiano Fabio Lione e os brasileiros Rafael Bittencourt e Marcelo Barbosa (guitarras), Felipe Andreoli (baixo) e Bruno Valverde (bateria).

    Praticando um power metal com elementos de prog, música clássica e ritmos brasileiros, o Angra conquistou o mundo com álbuns que se tornaram clássicos, como “Angels Cry” (1993), “Holy Land” (1996), “Rebirth” (2001), “Temple of Shadows” (2004) e outros. A banda, formada em 1991, está com um set totalmente reformado e que inclui músicas de diversas fases de sua trajetória, incluindo “Newborn Me”, “Nothing to Say”, “Angels Cry”, “Lisbon”, “Rebirth”, “Bleeding Heart”, “Magic Mirror”, “Ego Painted Grey”, “Black Widow’s Web”, entre outras.

    Já o Grave Digger, que é uma das atrações da primeira edição do festival Summer Breeze Brasil Open Air, conta atualmente com Chris Boltendahl (vocal), Axel Ritt (guitarra), Jens Becker (baixo e teclados) e Marcus Kniep (bateria). A ligação da banda com os brasileiros vem da década de 80, quando os clássicos “Heavy Metal Breakdown” (1984) e “Witch Hunter” (1985) foram lançados em vinil pela Woodstock Discos. Caminhando para abril de 1997, enfim o vocalista e fundador Chris Boltendahl & Cia. aportaram para apresentações no Brasil, onde vêm realizando shows com frequência desde então. A interação é tanta que a banda chegou a gravar um DVD/CD duplo ao vivo em São Paulo, quando se apresentou em maio de 2005 no extinto DirecTV Music Hall (Palace) durante a “The Last Supper World Tour”.

    Com seu mais recente álbum, “Symbol of Eternity”, o grupo retornou ao mundo dos cavaleiros templários que bem retratou em “Knights of the Cross” (1988). Até o momento são 21 discos de estúdio e diversos outros clássicos, como os épicos “Tunes of War” (1996), “Knights of the Cross” (1998) e “Excalibur” (1999), por exemplo.

    Serviço – Angra e Grave Digger em Recife:
    Data: 28 de abril
    Local: Clube Português do Recife
    Endereço: Av. Conselheiro Rosa e Silva, 172 – Graças
    Ingressos antecipados online através da Bilheto em https://bilheto.com.br/evento/1295/Angra_e_Grave_Digger
    Organização: Blackout Discos e Mayhem Produções

  • Novo single do OVERDOSE NUCLEAR terá participação de MAYARA PUERTAS (TORTURE SQUAD); faça o pre-save

    Novo single do OVERDOSE NUCLEAR terá participação de MAYARA PUERTAS (TORTURE SQUAD); faça o pre-save

    POR ASSESSORIA 

    A banda OVERDOSE NUCLEAR anuncia a participação da vocalista Mayara “Undead” Puertas em seu novo single, intitulado “O Julgamento”, cujo lançamento será realizado no dia 23/03 em todas as plataformas digitais. A música fará parte do novo álbum do grupo, “Metal do Mangue”, com lançamento agendado para o dia 07/07/2023. Este será o último single antes de julho, e para comemorar mais este registro, a banda está fazendo mais uma parceria com o perfil do Instagram South America Metal (www.instagram.com/southamericametal), onde sortearão três camisetas para quem fizer o pre-save do single. Para participar é fácil, basta fazer o pre-save e você será automaticamente encaminhado para a página da promoção e lá terá todas as informações de como participar.

    Para participar do sorteio e fazer o pre-save, acesse https://show.co/0Z1X1Of

    Além de sua participação no single “O Julgamento”Puertas também trabalhou com o vocalista Julio Candinho na pré-produção dos vocais do álbum e atuou como professora de técnicas vocais de Candinho, que comenta: “Trabalhar com a Mayara foi fantástico, pois as aulas me auxiliaram muito nas gravações de “Metal do Mangue”, onde pude aprimorar meu jeito de cantar e melhorar muitos aspectos que antes eu não dava atenção. E claro, a participação dela no single foi a coroação de uma grande parceria, e que possamos quem sabe dividir o palco em um futuro próximo”.

    “O Julgamento” é o quarto single do álbum, que solidifica a atual formação, com Julio Candinho (vocal), Marcus Goulart (guitarra), Gustavo Albado (baixo) e Rodrigo Kusayama (bateria). O quarteto, enquanto finaliza os últimos detalhes de “Metal do Mangue”, divulga sua agenda de shows, com datas marcadas para o dia 09/04 no festival Ubatuba Underwaves, com as bandas Manger Cadavre?Medium e Carvernose Morfética na cidade natal da banda, Ubatuba, e no dia 04/06 em Taubaté/SP, na primeira edição do festival T.A.U.B.A Thrash… Till Death!!!, onde dividirão o palco com as bandas Evil Invaders, da Bélgica, Faces of Death e Ancestral Malediction.

    Ouça o single “Poluição Nefasta” no YouTube:

    Ouça o single “Devorar e Destruir” no YouTube:

    Contatos:

    Site oficial: www.overdosenuclear.com.br

    Facebook: www.facebook.com/OverdoseNuclear

    Instagram: www.instagram.com/overdosenuclear

    YouTube: https://www.youtube.com/OverdoseNuclearTV

    E-mail: [email protected]

    Assessoria de Imprensa: www.wargodspress.com.br

    Foto: divulgação

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  • On the road com NORTHTALE

    On the road com NORTHTALE

    O mercado de shows anda agitadíssimo e prova disso é que não estamos nem no final do primeiro trimestre de 2023 e já passaram por nós: a turnê de Paul Di’Anno com Noturnall e Eletric Gypsy, Def Leppard e Mötley Crüe, Paramore, Coldplay (com seis noites lotadas no Morumbi) e logo teremos Katatonia e o tão esperado Summer Breeze Open Air, além muitos outros. Fato é que existe uma coisa em comum entre todos os exemplos citados: eles encaram a estrada.

    Encarar essa estrada não é tarefa tão simples quanto talvez pareça. Uma das alternativas encontrada por muitos artistas para otimizar as possibilidades é formar “pacotes” de duas, três ou quatro bandas para saírem em turnê. Recentemente, a NorthTale, que conta com os brasileiros Guilherme Hirose (vocal, TraumeR) e Bill Hudson (guitarra, I am Morbid, Doro), uniu forças com o BloodBound, Arion e Tungsten para um giro de treze shows na Europa. “Acho que foi um ótimo pacote, com as bandas certas tocando para o público que queria ouvi-las” analisa Hudson.

    Não é segredo para ninguém que os Estados Unidos e o Japão são territórios muito cobiçados por artistas do mundo todo, mas muitas vezes o melhor custo-benefício para um grupo estrangeiro seja a Europa. “A Europa é um ótimo mercado. Eu sempre digo que as bandas têm que começar as suas turnês por lá porque existe respeito pelo artista de qualquer tamanho. Nos EUA, os artistas devem levar no mínimo 1500-2000 pessoas para tocar em lugares descentes. Abaixo disso, você está lidando com maus pagamentos e promotores que se acham estrelas. Nessa nossa turnê, nós tocamos para uma média de 300 pessoas por noite e fomos tratados decentemente. Sempre em ótimas casas com ótimos camarins, boa comida e respeito ao rider. No Japão é a mesma coisa. Eu diria que são os melhores mercados para se conquistar público. A América (continente) vem depois, quando toda a Europa já conhece a sua banda”, afirma o veterano guitarrista.

    A questão do número de expectadores é bastante interessante porque muitas vezes somos induzidos ao erro ao imaginar que o normal é uma banda em turnê ter mais de 1000 expectadores por noite e que qualquer coisa abaixo disso é um fracasso. Na verdade, no mundo real a situação é o exato oposto – a maioria das bandas de metal em turnê toca para uma centena de pessoas. “Hoje na Europa, Stratovarius e Sonata Arctica, por exemplo, tocam para públicos similares aos dessa nossa turnê. Eu não esperava tocar para mais pessoas com a NorthTale do que eu toquei com o Circle II Circle”, expõe Hudson.

    Diferente de shows em festivais ou de apresentações pontuais, durante uma turnê a vida é literalmente sobre rodas. Quando não estão dentro do ônibus viajando, os músicos estão na casa de shows. A palavras de Hirose reforçam a importância de buscar bons lugares para se tocar – “[…] moramos em um ônibus e nossa segunda casa são as venues”.

    Viver dentro de um ônibus e conviver 24h com as mesmas pessoas por um longo período, com falta de rotina e por muitas vezes horários insanos não é para qualquer um. São várias as declarações de músicos confirmando isso. Tanto é que muitas vezes o aspecto pessoal de convivência sobrepõe o aspecto técnico quando se busca novos integrantes. Essa primeira experiência do NorthTale na estrada seria indiscutivelmente um divisor de águas. Sobreviver e continuar juntos era uma preocupação, afirmou Hudson ao declarar: “É muito fácil fazer um disco foda. Hoje você faz um no quarto mesmo… Mas sair para a estrada é o que divide os homens dos meninos!”.

    Além dos desafios citados, ainda é necessário um cuidado extra com a saúde, afinal, qualquer problema pode facilmente acabar com tudo. Muito da continuidade dos shows está na vontade do músico em seguir em frente e encarar as limitações impostas por uma eventual enfermidade, como foi o caso de Hirose, que contraiu uma gripe no meio da turnê. Questionado sobre como encarar essa adversidade, o vocalista respondeu: “Persistência, técnica, calma e perseverança. Não terminei a tour no meu 100%, mas a resposta que eu tive do público no meu pior show, foi uma das melhores da tour inteira. Energia é o que mais importa nesse momento!”.

    A energia do público é realmente o que move muitos artistas. Não apenas durante o show, mas a todo o momento. Ainda que hoje as redes sociais encurtem a distância e sejam peça fundamental para aumentar a sensação de proximidade, é inegável que nada substitui a sensação de chegar numa cidade que está a quilômetros de distância e se deparar com pessoas esperando por você como se fosse um velho conhecido. “Fiquei impressionado com a quantidade de fãs que já tínhamos. Pessoas esperando logo de manhã na frente das casas de show para autógrafos e fotos, cantando as letras no show […]”, relembra Hudson.

    “A resposta do público europeu me surpreendeu muito. Diziam que poderia ser um público frio e parado, mas foi o contrário – eles foram 100% reativos a cada movimento que eu fiz durante os shows. As vozes ainda ecoam na minha cabeça!”, completa Hirose.

    A experiência de fazer essa turnê certamente foi especial para Hirose, que passou a integrar a banda em 2020. Além de cantar as música de Eternal Flame (2021), o vocalista também interpreta canções do primeiro álbum – Welcome to Paradise (2019). Quanto ao desempenho de Hirose, Hudson reconhece que “[…] foi fantástico ver Guilherme cantando as músicas do primeiro disco. A voz dele serviu como uma luva, parecia que foram feitas para ele!”. Já considerando as suas músicas, Hirose revela a satisfação de explorar o material ao vivo. “Chega a ser algo que eu defino como “confortável”, porque é meu, eu gravei, só eu posso interpretar do jeito que eu quiser. Eu amo!” conta o vocalista, cujas preferidas de cantar ao vivo foram The Land of Mystic Rites, Midnight Bells e Only Human.

    A escolha de um repertório parece tarefa simples, mas não é. Cada integrante e cada fã tem a sua música preferida além disso, há os clássicos, as que engajam mais e aquelas que melhor representam a sonoridade do grupo. Não é uma equação simples escolher que será tocado ao vivo. “[…] foi um aprendizado. Eu achava que as músicas rápidas eram as que o público queria, mas faixas como Everyone’s a Star foram as que tiraram o público do chão. Também começamos a tocar The Land of Mystic Rites no meio da turnê, e notamos um engajamento insano com um ritmo que eles não conheciam. Talvez a mais conhecida do público tenha sido Shape Your Reality”, relembra Hudson.

    São vários os objetivos de uma turnê e cabe analisar muito bem o retorno que se espera e o que se obtém a partir desse investimento de tempo e dinheiro. Depois de treze apresentações, o saldo da NorthTale, de acordo com Hudson, foi positivo. “Eu nem consigo expressar o tamanho do sucesso que foi essa turnê. Ela foi muito foda mesmo. Fizemos novos fãs, novos amigos nas outras bandas e tivemos muito merchandising vendido. Estou de alma lavada. Não poderíamos estar mais felizes com o resultado”. “Foi sensacional, me sinto com muita sorte de voltar pra casa com 20 novos amigos!”, destaca Hirose.

    Diante de tanta empolgação, cabe considerar que a missão foi cumprida, mas a vida da banda continua e ficam os aprendizados para encarar os próximos desafios. Ainda em 2023, o grupo se prepara para encarar dois deles: “O nosso próximo show será para 25 mil pessoas no festival Masters of Rock da República Tcheca, em julho. Será o nosso maior show até então! Também vamos voltar a trabalhar no novo álbum que está sendo preparado há tempos!” concluiu Hudson.

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  • RANKING CREW: edição #17 do programa de álbuns ranqueados da Roadie Crew está no ar; assista ao vídeo

    RANKING CREW: edição #17 do programa de álbuns ranqueados da Roadie Crew está no ar; assista ao vídeo

    Já está no ar, pelo canal da Roadie Crew no YouTube, mais um episódio do programa “Ranking Crew”. Neste 17° episódio, os apresentadores Luiz TosiDaniel Dutra e Ricardo Batalha listam seus álbuns favoritos e comentam a discografia do sombrio Mercyful Fate.

    Assista, comente, concorde ou discorde e escreva o seu ranking pessoal do Mercyful Fate nos comentários do vídeo abaixo! Estamos aqui para nos divertir e reviver grandes álbuns da nossa cena.

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