O Immolation foi formado em 1988 em New York/USA – em 1986 eles surgiram como Defcom, mas no mesmo ano mudaram o nome para Rigor Mortis, permanecendo assim até 1988, quando mudaram em definitivo para Immolation. Suas letras falam sobre ateísmo, contra toda forma de religião, conflitos internos, problemas sociais, entre outros temas.
A discografia do Immolation conta com 11 álbuns de estúdio, e 2 EP’s. O trabalho mais recente é “Acts Of God”, lançado em 2022 – disco que mantém o nível elevado dos registros da banda, que tem pedradas clássicas como “Dawn Of Possession” (1991), “Failures For Gods” (1999), “Close To A World Below” (2000), entre outros.
A formação da banda traz a dupla original, Ross Dolan (baixo e vocal) e Robert Vigna (guitarra), além de Alex Bouks (guitarra) e Steve Shalaty (bateria).
Assista o videoclipe de “The Age of No Light”:
LOCAL: CARIOCA CLUB (R. CARDEAL ARCOVERDE, 2899 – PINHEIROS)
TEL. 11 3813-8598 – Aceita-se cartão de crédito, debito e dinheiro.
INGRESSOS:
INGRESSOS SEM TAXA DE SERVIÇO/CONVENIÊNCIA APENAS NA BILHETERIA DO CARIOCA CLUBE, EM DINHEIRO, DE 2A À 6A DAS 12H ÀS 18H.
O AKINETOPSIA foi formado durante a pandemia de covid-19 na capital Paulista por Evandro Miranda (vocal,guitarra), Juan Azevedo (baixo, vocal) e Daniel Oliveira (bateria), com a proposta de executar um Death Metal pesado, rápido e cru.
Depois de alguns singles lançados nas plataformas digitais, o AKINETOPSIA lança o seu debut álbum intitulado “Collapse of Continuum”, com distribuição mundial pelo renomado selo norte-americano New Standard Elite em formato físico e digital.
Um vídeo oficial para a faixa “Tainted Soil” também foi lançado, podendo ser conferido aqui a partir do link abaixo.
A banda de rock chilena Aisles, referência de rock prog contemporâneo da América Latina, acaba de lançar o quinto e aguardado novo disco de estúdio, Beyond Drama. O lançamento mundial do álbum, no streaming e em CD, acontece pelo selo norte-americano Presagio Records.
Após a notável mistura de metal com tons progressivos de seus primeiros quatro álbuns de estúdio, Aisles dá mais um passo em frente com Beyond Drama, um álbum ambicioso, retumbante e eclético em sua mais pura expressão.
Os chilenos de Santiago conseguiram uma produção excepcional devido a sua sofisticação, qualidade instrumental e narrativa, em que não faltam acenos ao pop e à eletrônica.
São nove temas reunidos em uma proposta de escala internacional, eletrizante, sombria e com muita melodia que, sem dúvida, os distingue dos seus pares e os reafirma como a banda progressiva sul-americana mais importante das últimas duas décadas.
Beyond Drama, como poucos discos deste lado do continente, não deixa detalhes para o aleatório.
“Nosso maior desafio foi tentar não fazer disso uma demonstração de virtuosismo, porque isso é muito frio para nós”, afirma Germán Vergara, guitarrista, tecladista e segunda voz. “Queríamos dar muita atenção às melodias e isso tem sido uma característica nos corredores desde o início”.
Mais do que exibições virtuosas excessivas, Aisles aposta na excelência instrumental que lhes deu o merecido reconhecimento na Europa e nos Estados Unidos; este é um álbum arriscado e, por vezes, inclassificável, que percorre atmosferas rítmicas misturado com explosões de extrema escuridão sem nunca perder o apego à melodia (“Megalomania”, “Disobedience”) e até flerta com riffs pesados (a extensa “The Plague”).
Segundo Germán, “Beyond Drama” é um álbum de crise. “Durante o processo composicional estávamos interpretando uma crise de polarização, de uma pandemia, de uma certa desolação pelo confinamento”, reflete. “Não foi necessariamente uma crise de grupo, mas de que precisam buscar mais e quando se depara com as expectativas, considera-se que o lugar onde chegou está abaixo das expectativas.”
No universo musical existe uma regra não escrita que sustenta que o quinto álbum de um conjunto é o mais ambicioso, aquele que ratifica todo o trabalho anterior com maturidade e desenvoltura.
Em sintonia, e apesar de já terem ultrapassado duas décadas desde a sua formação, Aisles não dá sinais de parar o motor. Durante este 2023 eles planejam fazer uma turnê América Latina e uma edição internacional de “Beyond Drama” é esperada.
As músicas de Beyond Drama são composições originais do Aisles. A produção e mixagem do disco é assinada por Angelo Marini e Germán Vergara, enquanto a masterización é de Randy Merrill.
Relação com o Brasil
O baterista Felipe Candia fala sobre a relação com o Brasil:
“Já toquei várias vezes no Brasil e adoro que a cultura local respire em todas as cidades. Minhas bandas preferidas do Brasil vão do Sepultura ao guitarrista Yamandu Costa e clássicos como Tom Jobim e Toquinho, que nos influenciaram muito”.
Germán Vergara, o guitarrista, acrescenta:
“Nossa história com o Brasil começou quando formamos a banda – o primeiro tecladista era brasileiro. Tem artistas que me marcaram muito, Egberto Gismonti, Hermeto Pascual, Elis Regina, a riqueza harmônica da música brasileira e sua sofisticação muitos nos marcaram”.
Foto: divulgação
A banda
De Santiago, do Chile, e agora com cinco álbuns de estúdio, Aisles se tornou uma das bandas progressiva sul-americana mais importantes das últimas duas décadas. Suas melodias intrincadas e abertura sonora refletem uma abordagem musical incomparável.
O Aisles já se apresentou na América do Norte, América do Sul e Europa, e já tocou por diversas regiões do Chile, abrindo para bandas icônicas como Marillion e Focus.
Em 2005, lançaram o álbum de estreia, intitulado “The Yearning”, com prensagem em CD no Chile e nos Estados Unidos, e elogiado pelo trabalho melódico elegante e delicado, especialmente em canções épicas como “The Wharf that Holds His Vessel” e “Cinza”.
Em 2009, o segundo álbum, “In Sudden Walks”, inspirado no teatro e na literatura clássica, foi indicado para Melhor Álbum Estrangeiro no Prog Awards na Itália.
A banda também participou da 11ª edição do Festival de Rock Progressif Crescendo, na França.
O terceiro trabalho, “4:45 AM”, que investigou a solidão do ser humano, foi publicado em 2013. Recebeu ótimas críticas e foi classificado entre os melhores álbuns daquele ano em inúmeras publicações especializadas em rock progressivo pelo mundo.
“Hawaii” (julho de 2016) é o quarto álbum, duplo conceitual, que narra a vida da humanidade no espaço após a destruição da Terra. Foi eleito entre os melhores álbuns do ano por veículos de comunicação como Prog (Inglaterra), NeoProg (França), Headbangers Latinos (México), Aural Moon (EUA) e Rockaxis (Chile). O sucesso do álbum permitiu que fizessem turnês pela Europa, Estados Unidos e México.
Em 2018, como encerramento do ciclo de “Hawaii”, o Aisles publicou o EP “Live from Estudio del Sur”, complementado com quatro vídeos gravados ao vivo que se encontram no YouTube.
Após a saída de seu vocalista original, Sebastián Vergara, no final daquele ano, o Aisles apresentou em setembro de 2020 seu novo vocalista, Israel Gil, com quem reiniciou sua constante evolução artística publicando “Smile of Tears”, uma nova versão de a música do álbum “In Sudden Walks”.
Após, Beyond Drama, o Aisles apresentará ainda sua nova formação, com três novos integrantes.
Israel Gil: voz
Germán Vergara: guitarra, vocais
Felipe Candia: bateria, percussão
Rodrigo Sepúlveda: guitarra, vocais
Daniel Concha: baixo
Juan Pablo Gaete: teclados
Foto: Ignacio Gálvez
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O Cavaleiro Dragão, lançou recentemente o seu terceiro e elogiadíssimo novo álbum, “Conhecimento Proibido” (Classic Metal Records/Attitude Headbanger/Bigorna Records), disco que traz o quinteto de Hortolândia/SP cada vez mais distante de comparações, fazendo aquilo que o consagrou nos trabalhos anteriores; Heavy Metal visceral, cantado em português!
Além da versão em CD – que pode ser adquirido diretamente com a banda, através de suas redes sociais, ou em algumas lojas – agora ele pode ser conferido nas plataformas digitais, como por exemplo, no Spotify:
“Conhecimento Proibido” traz 9 músicas que irão agradar em cheio aos fãs do Heavy Metal tradicional. Vocais inspiradíssimos, baixo virtuoso, belíssimos duetos de guitarra, passagens épicas, é o que pode ser encontrado nesse novo álbum.
Comparado aos trabalhos anteriores, “Conhecimento Proibido” se distancia do que alguns consideravam “uma forte influência de Iron Maiden”, para um som mais experiente e – como já citado – em busca de sua própria identidade. Desde a abertura com a épica “Olho de Hórus”, até o encerramento com “Chacal das Sombras”, o que se ouve é um Metal cativante e muito bem produzido (a produção é do guitarrista Rafael Miguel e Rodrigo Couto).
Confira o tracklist de “Conhecimento Proibido”:
01 Olho De Hórus
02 Filho Do Sol
03 Coração Selvagem
04 Cordeiro E O Lobo
05 Amarna (Instrumental)
06 Conhecimento Proibido
07 O Despertar
08 O Beijo Da Morte
09 Chacal Das Sombras
A formação do Cavaleiro Dragão traz Charles Martinez (vocais), Mauro César (guitarra), Rafael Miguel (guitarra), Vinicius Wardzinski (baixo) e Andrey Cardoso (bateria).
Acompanhe o Cavaleiro Dragão em seus canais oficiais:
Produtor de Dubstep com participações inusitadas de músicos do Metal, como por exemplo, Derrick Green do Sepultura, o Babylons P está de volta com mais um single; dessa vez trata-se de “Plata O Plomo”, mais um ‘heavy dubstep’ do músico paulistano, Paulo Cyrino (aka Babylons P).
“Plata o Plomo” foi feita inspirada na história do ‘patrão’ do tráfico de cocaína mais conhecido da história, Pablo Escobar, e sua frase famosa “Plata o Plomo”. Ela claramente recebeu influência do Brujeria, que tem temas similares do narcotráfico.
O Babylons P. busca através de seu som, unir públicos da música eletrônica ao universo Metal, com temas e bases pesadas e até mesmo sombrias – uma espécie de trilha sonora apocalíptica.
Para quem ainda não ouviu “Everlasting Blood”, música que conta com participação de Derrick Green do Sepultura, ela pode ser conferida aqui:
“Everlasting Blood” faz parte da compilação “Assassins (Vol. VI)” lançada pela Multikill Recordings (gravadora underground focada em “Heavy Bass Music” de Albuquerque, Novo México, EUA)
Sobre esse trabalho, ambos deram suas visões:
Babylons P.: “Um grande privilégio poder fazer um Heavy Dubstep com a voz de um ídolo do Metal. Sempre fui muito fã dele e sempre imaginei aquela voz agressiva em alguma composição de música eletrônica macabra, sonoramente. E a gente fez isso! Sensacional!”
Derrick Green: “Como músico, é importante expandir e evoluir. Foi fantástico trabalhar neste projeto que abriu minha mente para experiências novas e diferentes!”
No Spotify do Babylons P também se encontram outros lançamentos importantes, como os singles de “Darkness Falls” (2020), “I Wanna Hear You Scream”(2019), “Your Days Are Numbered” (2019), “Tear Down” (2019), “Corruption” (2019), “Satan” (2019), “I Think I Understand” (2015), além dos EP’s “To Hell/Damn Hammer” (2016), “Filthy Vibes” (2015) e “Diesel” (2013).
Babylons P é o nome artístico de Paulo Cyrino, produtor musical e de Heavy Dubstep, além de guitarrista e multi-instrumentista. Entre os trabalhos profissionais, Paulo foi guitarrista original na banda de Metal instrumental ELMA, que terminou em 2016. Atualmente em carreira solo, o artista se dedica ao Dubstep.
De família de músicos, Babylons P sempre apreciou o Metal e o Rock. Ele se lançou na arte do Dubstep em 2009, depois de mergulhar no gênero por dois anos – daí em diante ele passa a se dedicar a suas produções no estilo.
Babylons P já levou suas produções para países como Estados Unidos, México, Argentina e Paraguai. O DJ e produtor já marcou presença nas festas Filthy Bass, Get Heavy, Damaged Sounds Party, Organized Grime, This n That, Dirty Kidz Gang, Kepler Bass Music, it’s Fucking Dubstep, além de outras apresentações. Babylons P já teve suas músicas lançadas por gravadoras internacionais como, Get Heavy, Full Flex Audio, Damaged Sounds, Abducted Records e Multikill Recordings.
Marcado para 2022 e posteriormente adiado, o show de lançamento do novo disco do HIBRIA, Me7amorphosis (2022), foi realizado no último sábado (01) no Fabrique Club, em São Paulo (SP), junto com as bandas Operador e Alluria.
O Alluria foi responsável por abrir os trabalhos. A banda paulistana formada por Rick Monteiro (vocais), Fernando Kao (guitarra), Eden Vassoler (baixo) e Vinny Silva (bateria) subiu ao palco para apresentar músicas de seu disco de estreia, Invisible War (2021). Entre elas, Purifying Flames, A Sign of Darkness, Find My Force, Circle of Life e A Call of Conscience, que serviram para animar o público. A banda, que encerrou seu set com Chasing Redemption, ganhou uma roda animada dos presentes. Contando com o carismático Rick Monteiro, o grupo conseguiu entreter os presentes durante a execução do debut quase na íntegra, mostrando por que vem sendo uma das revelações do metal moderno.
Em seguida veio o Operador, banda paulista formada por Marcelo Zady (vocal), Robert Machado e Daniel Miojoo (guitarras), Emerson Oliveira (baixo) e Mayron Duarte (bateria). Logo de início, os presentes já começam a gritar o nome da banda, que abriu com Falsos Clientes, seguida por Compre Esse Seguro. Os caras tiveram uma boa sacada, pois como trabalhavam em Call Center isso certamente isso rendeu boas histórias, as quais resolveram transformá-las em música. Com letras bem humoradas, conseguiram prender a atenção do público durante toda a apresentação. Em um dado momento, o vocalista Marcelo agradeceu a presença de sua supervisora; foi hilário. Tocaram seu debut, Conexão Call Center (2022), na íntegra e a empolgação do público fazia parecer que a banda novata já tinha até fã-clube. Porém, vale uma dica valiosa, já que o visual dos músicos destoa e poderia muito bem ser condizente com sua proposta. Uma atenção maior nesta parte e em algo de cenografia certamente poderá ajudá-los no futuro.
Às 19h20, finalmente o HIBRIA subiu ao palco com sua formação atual para apresentar o material de Me7amorphosis, entre outros sucessos. O único membro original da banda gaúcha, o guitarrista Abel Camargo recrutou um time de primeira. A começar pelo vocalista Victor Emeka, que teve a árdua tarefa de substituir Iuri Sanson. Para completar o time atual, Velles (guitarra), Thiago Baumgartem (baixo) e Otávio Quiroga (bateria). O set começou com Shoot Me Down e logo de cara deu para notar que a escolha dos membros foi acertada.
O repertório do show de lançamento de Me7amorphosis em São Paulo seguiu com Silent Revenge. E se ainda restava alguma dúvida sobre as habilidades técnicas dos integrantes, com a execução desta, ela ficou sanada de vez. Peso, velocidade, técnica na medida certa e melodia tudo num lugar só, deixando os fãs mais exigentes satisfeitos.
“Vocês não tem noção o quanto emocionante é estar aqui com vocês”, disse V’Emeka. Para esse momento especial, eles convidaram o vocalista Rick Monteiro (Alluria) para dividir os vocais com Emeka em Blinded By Faith. Sob os gritos de “HIBRIA! HIBRIA!”, a banda apresentou um som novo, War Cry, que abre o excelente Me7amorphosis, mostrando que conseguiu manter a sua essência. Assim, seguiu obtendo uma ótima recepção dos presentes.
Voltando no tempo, resgataram uma faixa de Defying The Rules (2004), a clássica Steel Lord On Wheels, que teve a participação de Leandro Caçoilo, vocalista do Viper e Caravellus. Cantando de forma alternada, os vocalistas mostraram estar em plena forma, mandando agudos absurdos. Ao final, conseguiram arrancar muitos aplausos dos fãs.
Millennium Quest, outra do álbum de estreia, Defying The Rules, veio na sequência. Metalzão com tudo… Então, o guitarrista Abel Camargo foi ao microfone para agradecer a presença de todos, falar dos anos de estrada e da influência que o Viper e Iron Maiden tiveram no HIBRIA. Ele aproveitou ainda para apresentar os novos integrantes. Depois, todos voltaram com Leading Lady, do EP, XX (2016), certamente a mais diferente do repertório e com uma pegada mais hard, mostrando versatilidade sem perder musicalidade.
Do trabalho mais recente veio a porrada Shine, anunciada de forma irônica como “uma das mais tranquilas” do disco. Infelizmente o show estava chegando ao fim, mas claro que não poderia faltar Tiger Punch, considerada por muitos fãs como o maior clássico do HIBRIA.
Esse encontro de gerações faz o metal nacional continuar vivo. O Alluria tem um som mais trabalho enquanto o Operador tem um metal mais clichê com letras cômicas. Embora o show do HIBRIA tenha sido um pouco curto, a banda conseguiu passear por sua discografia e mostrar o novo material. A qualidade da banda é inquestionável e com 27 anos de estrada e todas as mudanças de formação, se mostra relevante.
Alluria – Setlist:
01) Purifying Flames
02) A Sign of Darkness
03) Find My Force
04) Black Sun
05) Burning Light
06) Circle of Life
07) A Call of Conscience
08) Chasing Redemption
Operador – Setlist:
01) Falsos Clientes
02) Compre Esse Seguro
03) Legião De Operadores
04) Forças Preditivas
05) Guerreiros da Central
06) Perdi O Fretado
07) A força Da Minha Liberdade
08) Supervisão
09) Mais De 100 Chamadas
Hibria – Setlist:
01) Shoot Me Down
02) Silent Revenge
03) Blinded By Faith (c/ Rick Monteiro)
04) War Cry
05) Steel Lord on Wheels (c/ Leandro Caçoilo)
06) Millenniun Quest
07) Leading Lady
08) Shine
09) Tiger Punch
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Nas duas noites do último final de semana, aconteceu no SoFi Stadium, em Inglewood, Califórnia, o card 39 da WrestleMania, maior evento de luta livre do mundo, produzido pela WWE. Para os headbangers de plantão, a luta que mais chamou a atenção foi a penúltima do domingo. Em uma Hell In A Cell (a popular gaiola de aço), o lutador Edge, que é fã declarado de heavy metal, derrotou “The Demon” Finn Bálor. Um grande motivador para essa vitória de Edge pode ter sido a música que ele escolheu para tocar em sua entrada: nada mais nada menos do que South of Heaven, do Slayer.
Foi simplesmente triunfal a entrada de Edge, que, sob o som da música que dá título ao quarto álbum de estúdio do Slayer, lançado em 1988, e observado por um estádio lotado, surgiu do chão por uma plataforma, usando uma imponente máscara espelhada em formato de crânio que cobria sua cabeça e seu peito, além de uma jaqueta com asas de morcego. Fogos pirotécnicos e também nos telões, bem como várias almas perdidas que caminhavam como se estivessem nas planícies do inferno, ornamentavam o momento de Edge que caminhou pela rampa da WrestleMania. De arrepiar! Antes de entrar na Hell In A Cell, Edge foi celebrado com muitos fogos de artifício, agora sob o som de Metalingus, do Alter Bridge.
Outro fato curioso é que, Rick Rubin, lendário produtor do próprio Slayer, estava na multidão acompanhando a aparição de Edge, que “atropelou” seu adversário “The Demon” Finn Bálor.Confira vídeos da entrada do “BroodEdge” na Wrestlemania 39 e também de sua vitória sobre “The Demon” Finn Bálor:A ROADIE CREW agora tem um canal no Telegram!
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Em contagem regressiva para o lançamento do novo álbum de estúdio do Metallica, 72 Seasons, Lars Ulrich concedeu entrevista à Metal Hammer e revelou que costuma ler os comentários feitos à banda nas redes sociais – pelo menos quando uma nova música do Metallica é lançada. “Se você decide ir para as seções de comentários, pelo menos para mim, você tem que se preparar para não levar nada disso excessivamente para o lado pessoal”, disse o baterista e fundador do Metallica. “Você tem que meio que se afastar disso”.
Ainda sobre o assunto, Lars desafiou outras bandas a negar que elas também leem as coisas que são ditas na internet sobre elas. “Eu gostaria de desafiar qualquer um em uma banda a dizer que eles não olham os comentários”. Disse ainda, “Quero dizer, eu não fico sentado até as quatro horas da manhã percorrendo cada um deles (sites, fóruns, comentários…). Mas quando você não lança nenhuma música há cinco ou seis anos e despeja algo como (o single) Lux Æterna, em um mundo desavisado, você vai querer ver qual é o feedback”, admitiu.
Ironicamente, apesar de Lars ter mencionado a expressão “mundo desavisado”, seu parceiro de ‘cozinha’ Robert Trujillo conta que quando Lux Æterna foi lançada, ele nem estava sabendo. “Comecei a receber mensagens de amigos na manhã seguinte: ‘Uau, a nova música é incrível, o vídeo é incrível’, recordou. “Eu nem sabia que a música estava saindo. Então, talvez o sucesso de mantê-la em segredo seja que alguns dos membros (também) não saibam”, finalizou.
72Seasons, 11° álbum de estúdio do Metallica, será lançado no próximo dia 14 deste mês, através da Blackened Recordings, de propriedade da própria banda.
Foto: Tim Saccenti
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Prestes a desembarcar no Brasil para se apresentar com seu Avantasia na edição de estreia do festival alemão Summer Breeze, que acontece em São Paulo no Memorial da América Latina nos dias 29 e 30 de abril, o simpático vocalista alemão Tobias Sammet atendeu à ROADIE CREW para falar do novo e nono álbum de estúdio da banda, o grandioso A Paranormal Evening with the Moonflower Society.
Perguntado pelo repórter Daniel Dutra, Sammet explicou o que é a tal Moonflower Society, tema principal do novo disco. “Pode ser muitas coisas, a começar pelo próprio conceito. Não se trata de uma história como seria num musical, porque me afastei desse tema. Já no Moonglow eu tinha começado a me afastar disso, e agora eu realmente me distanciei”, contextualizou. “Ainda assim, é um ciclo de músicas dispostas num mundo muito coerente e fantástico”, analisou o cantor. “O disco lida com escapismo, mas de uma forma diferente. Claro, escapismo é tentar se afastar da realidade, mas aqui a mudança é para uma área diferente da realidade: a minha imaginação, que, para mim, é um lugar muito real. Quando entro no meu estúdio e fecho a porta, é como se eu entrasse em outro mundo, um que me ajuda a lidar com o mundo lá fora, e que não é o meu lugar”, acrescentou. “Relaciono-me com o mundo externo, que é cheio de competição, mas preciso do meu universo paralelo, e não se trata de um lugar irreal para mim, mas um que é parte da realidade, apesar de estar na minha imaginação. É de lá que eu tiro a força para ligar com o “mundo real”, e neste disco eu não estava viajando, então precisei buscar inspiração por meio da introspecção, viajando para dentro de mim”.
Sammet aprofundou-se nessa mencionada introspecção, mencionando o impacto da pandemia nesse processo: “Tentei externar vários pensamentos pessoais e trabalhar muitas coisas particulares que tinha na cabeça e no coração, então foi mesmo como uma autoterapia. Entrei no meu próprio universo, fechei a porta e fui para meu lugar particular. E a pandemia fez dele um lugar ainda mais importante e presente do que nunca! Eu quis que essas inspirações, essas musas, esses espíritos que encontro quando estou criando ou quando desapareço no meu mundo noturno tivessem um nome e um rosto, então viajei para um local que é uma sociedade secreta cheia de figuras grotescas e estranhas, que me contem suas histórias e me levam ao seu mundo. Procurei criar o sentimento de ir a um cinema imaginário e ser convidado por essas figuras estranhas e surreais para o mundo delas. Batizei essa sociedade de Moonflower Society porque são criaturas que só vivem com a luz da Lua, como se fossem flores”.
Questionado se o conceito é real ou apenas fruto de sua imaginação e criatividade, Sammet comentou: “(…) eu mesmo me sinto como uma flor da Lua!”, brincou. “E até certo ponto, acredite, as pessoas que me rodeiam também são flores da Lua. Elas também fazem parte da Moonflower Society, porque são pessoas com as quais eu me relaciono na música e no meu mundo. Meus amigos são todos um pouco peculiares e esquisitos, e todos temos em comum o fato de que nos damos bem no mundo real ao mesmo tempo em que precisamos de algo a mais para florescer. Todo mundo é assim no Avantasia, e acredito que muitos ouvintes também conseguem se identificar. Então, criei um disco com 11 músicas que compõem esse mundo, mas com cada uma contando sua própria história, sua própria cena. É uma abordagem fantástica, mas achei importante que não fosse uma única história contada da primeira à última faixa”.
A Paranormal Evening with the Moonflower Society foi lançado em outubro do ano passado pela Nuclear Blast e traz como convidados nomes como Jørn Lande, Ronnie Atkins, Eric Martin, Geoff Tate, Bob Catley, Floors Jansen, Ralph Scheepers e Michael Kiske, entre outros.
Você pode conferir a entrevista completa do Avantasiana nova edição da ROADIE CREW. Para adquirir a edição #273 ou para fazer a sua assinatura, acesse o sitehttps://roadiecrew.com/roadie-shopou entre em contato pelo telefone (11) 96380-2917 (whatsapp).
O Avantasia se apresentará no segundo dia do Summer Breeze, no palco Ice Stage. Para mais informações sobre o festival Summer Breeze Brasil 2023, acesse:
O vocalista Edu Falaschi é confirmado em grandes festivais brasileiros no primeiro semestre de 2023. Finalizando a turnê do álbum “Vera Cruz”, sucesso de crítica e público, o cantor se apresenta no CDM Metal Fest, no dia 22 de abril. Na sequência, Falaschi segue para Recife, onde se apresenta no Abril Pro Rock, no dia 14 de maio. Já no dia 20 de maio, Edu segue para Jundiaí, onde ao lado de grandes nomes do metal nacional, se apresenta no Chama Rock. Para finalizar a turnê de festivais, o vocalista se apresenta no tradicional Piauí Pop, no dia 7 de julho. Informações sobre os festivais você pode encontrar nas redes sociais de Edu Falaschi e dos próprios eventos. Os shows de Edu Falaschi contam com os músicos Fábio Laguna (teclados), Diogo Mafra (guitarra), Roberto Barros (guitarra), Jean Gardinalli (bateria) e Raphael Dafras (baixo).
Sobre a participação destes festivais, o vocalista comenta: “É uma grande honra fazer parte de todos esses festivais lendários e poder mostrar minha arte para um público váriado! Sempre achei importante poder transitar por diversos estilos além do Heavy Metal e unir diferentes culturas através da música! E com esses festivais, principalmente os mais populares, isso se torna ainda mais poderoso! E ser o representante do Metal nesses outros universos é muito bacana!”
Recentemente, Edu Falaschi divulgou “Eldorado”, novo trabalho que será lançado no Brasil em agosto. A complexa história por trás do álbum, “Vera Cruz”, ganhou novos rumos e se tornou uma trilogia. Nesta segunda parte, Edu Falaschi mostrará ainda mais temas relacionados à América Latina, incluindo o Brasil, com músicas cinematográficas que surpreendem o ouvinte e que seguem a história inicial do primeiro trabalho. Mantendo o mesmo time do seu primeiro álbum solo, com a produção assinada por Edu Falaschi e Roberto Barros, a banda que gravou o álbum conta com Aquiles Priester (bateria), Fábio Laguna (teclados), Diogo Mafra (guitarra), Roberto Barros (guitarra) e Raphael Dafras (baixo).
Serviço CDM Metal Fest
Data: 21, 22 e 23 de abril
Local: Av. Beira Lago – Campo do Meio/MG
Acompanhe atualizações do CDM METAL FEST, incluindo informações sobre ingressos em:
https://www.facebook.com/godsofhell2/
Serviço Abril Pro Rock 2023
Data: 13 e 14 de maio
Onde: Clube Português do Recife – Av. Conselheiro Rosa e Silva, 172 – Graças
Ingressos: À venda no Clube do Ingresso. Pontos físicos: loja da Adidas dos Shoppings Tacaruna e Recife, Blackout Discos (R. do Riachuelo, 189, Boa Vista) e Bolacha Discos (R. João Ramos, 50 – Loja 14, Graças).
Serviço Chama Rock Fest 3 – Edição especial Hard n Heavy
Bandas: Edu Falaschi, Viper, Golpe de Estado, Malvada, Allen Key e Operador
Data: 20/05, sábado a partir das 17 hrs
Onde: Gremio CP Jundiai- Rua Rangel Pestana , Centro – Jundiai
Ingressos: https://www.clubedoingresso.com/evento/chamarockfest3
“Eldorado” é a segunda parte da trilogia da saga de Jorge, personagem principal da história do álbum “Vera Cruz” e também o segundo disco da carreira solo de Edu Falaschi. Essa obra traz como grande diferencial, devido ao fato da história de “Eldorado” se iniciar com o encontro do Bispo Negro e o império Asteca, a abordagem do artista em transitar pelas mais diferentes vertentes da música latina, desde o período pré-colonial até a música latina moderna, com músicas em Espanhol, línguas nativas, ritmos, harmonias e melodias características de uma cultura milenar de grande valor cultural para a humanidade.
O álbum tem lançamento mundial previsto para agosto de 2023. A pré-venda já está disponível e conta com um box exclusivo contendo uma caixa estilizada em arte Asteca, Digibook, Camiseta, Caneca, Réplica de Dobrão Espanhol e um brinde surpresa.