Categoria: Roadie News

  • TUATHA DE DANANN anuncia pré-venda de novo álbum em dez combos com diferentes produtos e oportunidades

    TUATHA DE DANANN anuncia pré-venda de novo álbum em dez combos com diferentes produtos e oportunidades

    POR ASSESSORIA 

    A clássica banda mineira de Folk Metal, Tuatha de Danann, iniciou a pré-venda daquele que será o seu oitavo álbum de estúdio, previsto para agosto de 2023 e antecipado pelo single e videoclipe de “The Nameless”, lançado em dezembro de 2022.

    A pré-venda está disponível através do site www.newalbum.tuathadedanann.art.br

    Confira abaixo a chamada da banda para a pré-venda:

    Os 10 combos variam de R$59,00 a R$3.500,00, dando desde acesso a lives exclusivas, produtos da banda, até um pocket show ao vivo da casa do fã que optar pelo combo nº 10.

    Sobre a pré-venda a banda comentou:

    “Queridos amigos, fãs e apreciadores. Estamos de volta para mais uma produção do novo álbum do Tuatha de Danann. E mais uma vez convidamos vocês a participar de nosso processo de composição e realização do disco, além de oferecer a pré-venda oficial de nossos produtos. Será uma jornada incrível recheada de novidades e novos sons. Demos uma mostra do que virá com a The Nameless e ficamos muito felizes pela recepção que tivemos. Estamos ansiosos para compartilhar as novas ideias e mostrar como nascerá este álbum de 2023. Contamos com vocês e novamente agradecemos o apoio por todos estes anos! Bora fazer este novo disco com a gente!”

    O Tuatha de Danann é uma banda brasileira de Celtic Folk Metal, na estrada desde 1995, que conquistou fãs em todo o mundo e está de volta com a promessa de um novo álbum grandioso. Com sua mistura única de Heavy Metal e elementos da música tradicional irlandesa, o Tuatha de Danann cria uma experiência musical única e emocionante. O novo álbum promete ser mais uma obra-prima da banda, apresentando letras inspiradoras e melodias cativantes que vão fazer você dançar e cantar junto. Os fãs podem esperar por músicas que abordam temas épicos, históricos e míticos, característicos do Tuatha de Danann.

    Assista abaixo o videoclipe de “The Nameless”, primeiro single do novo álbum:

    Para saber mais sobre o Tuatha de Danann e a Pré-Venda do novo álbum, acesse o Instagram @tuathaofficial

    Foto: Daniel Toli e Simão Domingos

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  • Prazo para pedido de desculpa vence e o que ACE FREHLEY recebe de PAUL STANLEY foi um “vá se f*der!”

    Prazo para pedido de desculpa vence e o que ACE FREHLEY recebe de PAUL STANLEY foi um “vá se f*der!”

    Em entrevista ao Trunk Nation no último dia 29 de março, o guitarrista Ace Frehley se mostrou profundamente irritado com seu ex-companheiro de KISS, o Starchild Paul Stanley, devido à algumas declarações que o vocalista e guitarrista proferiu recentemente no programa The Howard Stern Show e que soou desagradável ao Spaceman quanto a sua não participação (e também de Peter Criss), na cerimônia do Rock and Roll Hall of Fame em 2014 (leia aqui). Ace rebateu Stanley com uma pública ameaça: “Agora vou fazer uma declaração a Paul Stanley… Estou lhe dizendo que quero um pedido formal de desculpas pelo que você disse, e uma retratação e um pedido de desculpas dentro de sete dias”, orientou. “E se eu não conseguir isso dentro de sete dias, voltarei ao programa de Eddie Trunk e vou falar de um pouco de sujeira que ninguém sabe sobre Paul Gene, que eu sempre guardei para mim mesmo, porque sou o tipo de cara que não fala sobre isso. Gosto de falar de coisas positivas”.

    Enfurecido, Frehley disse ao famoso apresentador Eddie Trunk que, “Esses caras (Paul Gene) têm falado mal de mim desde que eu saí (da banda) pela primeira vez em 1981, 1982″. Disse ainda, “Me chamam de viciado em drogas, me chamam de alcóolatra, dizem que não sou empregável, não sou confiável…”.

    Pois bem, o recado obviamente chegou a Paul Stanley que, não só não pediu desculpas ao guitarrista, como ligou para ele e, segundo o próprio Ace, lhe mandou ir se foder. Disse Ace ao Loudwire: “Ele me ligou pouco tempo depois que o programa acabou. Fiquei surpreso, mas achei que talvez ele estivesse ligando para se desculpar ou pelo menos explicar por que disse aquilo. Em vez de desculpas, eu recebi uma ligação de cinco segundos dizendo: ‘Vá se foder, Ace, eu não me desculparei”, e desligou”, revelou. “Ele nem foi homem o suficiente para me rebater ou me deixar explicar por que eu estou tão puto”, completou.

    Agora, em relação as coisas que Ace afirmou que revelaria caso não lhe fosse feito um pedido público de desculpas e também sobre o tal “manuscrito de 120 páginas” sobre as sujeiras envolvendo Paul e Gene, o guitarrista simplesmente amarelou. Acredite ou não, Ace alegou que pessoas do Alcóolicos Anônimos lhe sugeriram “não se rebaixar ao nível” dos dois mencionados. “Conversei com bons amigos, tementes a Deus, que vão comigo a reuniões do AA, e eles me disseram para nunca me rebaixar ao nível deles”. Disse também que, “Percebi que sequer preciso revelar nada que eu tenho escondido no cofre do meu advogado. Posso falar apenas sobre as ofensas que eles fizeram publicamente contra mim. Eles não podem me perseguir por isso”.

    Aham…

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  • Está no ar o episódio #6 do BATALHA DE ÁLBUNS da Roadie Crew no YouTube; assista ao vídeo

    Está no ar o episódio #6 do BATALHA DE ÁLBUNS da Roadie Crew no YouTube; assista ao vídeo

    Já está no ar, pelo canal da Roadie Crew no YouTube, o episódio #6 do quadro Batalha de Álbuns. No Batalha de Álbuns, os comentaristas colocam três grandes discos lado a lado em disputa. Com a mesma quantidade de músicas na track list, uma a uma, na ordem, vão sendo confrontadas. O objetivo final dos apresentadores é montar um imaginário disco com a track list perfeita, formada pelas músicas vencedoras.

    No episódio #6 do Batalha de ÁlbunsLuiz TosiRicardo Batalha e Ricardo Campos põem em jogo as músicas dos álbuns New Jersey (Bon Jovi), Hysteria (Def Leppard) e Out of This World (Europe). Assista:

    E não se esqueça de se inscrever em nosso canal, deixar seu like e clicar no Hells Bells (?) para receber todas as notificações dos próximos vídeos: https://www.youtube.com/roadiecrewmagtv 

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  • Alegando danos financeiros e emocionais, MICK MARS processa o MÖTLEY CRÜE

    Alegando danos financeiros e emocionais, MICK MARS processa o MÖTLEY CRÜE

    Segundo a Revolver Magazine, de acordo com várias fontes, o guitarrista Mick Mars, que em 2022 anunciou sua aposentadoria de turnês, entrou com um processo contra seus velhos parceiros de Mötley Crüe, alegando manipulação, danos emocionais e financeiros. Reza o processo que Mars não vinha sendo notificado de modo transparente por Vince NeilTommy Lee Nick Sixx sobre os negócios da banda – supostamente, Mars teria direito a 25% em sua participação acionária e um acordo de rescisão exigido pela outra parte reduziria seu lucro à apenas 5% em cima dos lucros da turnê de 2023 do Mötley Crüe e nada mais futuramente.

    O processo foi aberto no Tribunal Superior do Condado de Los Angeles nesta quinta-feira pelo advogado do guitarrista, Edwin F. McPherson. De acordo com o Variety, o documento processual aponta principalmente para Nikki Sixx, que, curiosamente, tem o rosto de Mick Mars tatuado em sua perna. Nikki estaria menosprezando Mars há anos, o acusando de sofrer problemas cognitivos e ofendendo-o por suas performances ao vivo – vale lembrar que há anos Mick Mars sofre de uma séria condição degenerativa chamada espondilite anquilosante, doença que atrofia e inflama articulações e ligamentos da coluna vertebral. 

    McPherson relata ainda que seu cliente tem “n” razões para também exigir a demissão de qualquer um da banda pelo histórico de condenações criminais por parte deles, tais como a condenação de Neil  por homicídio culposo pelo acidente automobilístico que resultou na morte de Razzle, baterista do Hanoi Rocks, e o abuso de álcool e drogas. A ação de Mars revela-se em forma de “petição verificada para mandado de segurança para obrigar a inspeção e cópia de livros, registros e documentos” realizada por meia dúzia de empresas.

    Recentemente, o baterista Carmine Appice (King KobraBlue MurderVanilla FudgeCactusBeck, Bogert & AppiceRod Stewart) disse à Ultimate Guitar que Mick Mars lhe confidenciou que estava incomodado com o fato de o Mötley Crüe fazer uso de ‘backing tracks’ (faixas pré-gravadas) nos shows. Apesar de Nikki Sixx resmungar e criticar Carmine Appice por essa entrevista, o fato é que Mars incluiu esse fato no processo. Diz nos documentos: “Ironicamente, 100% das partes de baixo de Sixx não passavam de gravações. Sixx foi visto socando o ar com o punho com sua mão de dedilhar, enquanto a parte do baixo estava tocando. Na verdade, uma parte significativa dos vocais de Neil também foi pré-gravada. Até mesmo algumas das partes de bateria de Lee eram gravações.” 

    Por fim, Mars afirma no processo que sua saída do Mötley Crüe foi decidida após uma reunião de emergência da banda. “Quando (Mars) não apareceu, silenciosamente eles pretendiam demiti-lo de seis corporações adicionais”. Além disso, o Mötley Crüe teria evitado uma ação “para que o público não estivesse ciente da maneira deplorável como eles trataram seu ‘irmão’ de 41 anos (de banda)”.

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  • Lendário BRIAN TATLER, líder do DIAMOND HEAD, é o novo guitarrista de turnês do SAXON

    Lendário BRIAN TATLER, líder do DIAMOND HEAD, é o novo guitarrista de turnês do SAXON

    Brian Tatler, lendário guitarrista do Diamond Head, banda da NWOBHM que influenciou nomes como Metallica Dave Mustaine, foi anunciado como o novo guitarrista de turnês do SaxonTatler assume a posição de Paul Quinn nos palcos, já que o cofundador do grupo inglês recentemente anunciou sua aposentadoria de turnês. 

    Na manhã desta quinta-feira (06), o Saxon emitiu o seguinte comunicado em suas redes: 

    “Após o anúncio oficial em 10 de março de 2023 de que o guitarrista fundador do SaxonPaul Quinn, deixará as funções de turnê, a banda tem o prazer de anunciar que Brian Tatler, do Diamond Head, aparecerá com o Saxon para shows a partir de julho de 2023″.

    O vocalista Byff Byford fez as honrarias: “Damos as boas-vindas ao nosso bom amigo Brian Tatler a bordo do navio de batalha do Saxon em nossa jornada ao vivo pelo mundo… Chega mais!”

    Tatler fará sua estreia ao vivo com o Saxon no “Rockwave Festival”, que acontece no dia 7 de julho em Atenas, na Grécia. Será o pontapé inicial da turnê europeia de verão que o Saxon fará, passando também por festivais na Suécia, Alemanha, Itália e Dinamarca.

    Quando do anúncio da aposentadoria de Paul Quinn de turnês, o Saxon confirmou o cancelamento de sua turnê sul-americana, que incluía a participação da banda na edição brasileira do festival Monsters of Rock (São Paulo/SP), que o substituiu pelo Candlemass, e no Ribeirão Rock Series (Ribeirão Preto/SP), que anunciou o Sinistra e Noturnall para o lugar dos ingleses.

    Atualmente, o Saxon divulga seu novo álbum de covers, More Inspirations, que foi lançado no último dia 24 de março, via Silver Lining Music

     

    Saxon 2023: 

    Biff Byford- vocal

    Doug Scarratt – guitarra

    Brian Tatler – guitarra

    Nibbs Carter – baixo

    Nigel Glockler – bateria

    Brian Tatler em São Paulo com o Diamond Head | Foto: Roberto Sant’Anna (Roadie Crew)

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  • Documento histórico sobre o Metal, filme Curitiba in Peso estreia dia 15 de abril em sessão especial no Cineplex do Shopping Novo Batel

    Documento histórico sobre o Metal, filme Curitiba in Peso estreia dia 15 de abril em sessão especial no Cineplex do Shopping Novo Batel

    Após dois anos de muito trabalho e gravações, finalmente chega aos cinemas o documentário Curitiba In Peso – A História do Metal Coré-Etuba. O filme, com mais de três horas de duração, reúne dezenas de personagens importantes desse cenário musical, resgatando histórias dos primórdios do estilo, dos anos 1980, passando pelas décadas seguintes e traçando um amplo panorama do Metal na capital paranaense.

    A estreia oficial de Curitiba In Peso – A História do Metal Coré-Etuba  acontece dia 15 de abril, sábado, às 20h30, em sessão no Cineplex do Shopping Novo Batel. Os ingressos custam 20 e 40 reais.

    Curitiba in Peso

    O documentário Curitiba in Peso – A História do Metal Coré-Etuba contará a história do metal na capital paranaense, em um filme repleto de histórias e nostalgia. No final dos anos 1970, Curitiba vivenciou um cenário musical que se formou de modo independente e que sempre dialogou com o mundo, que projetou Curitiba para o universo sem pedir nada em troca.

    Um movimento de pessoas que com paixão incondicional fez muito por todos, e que em muitas situações foi colocada à margem na história da música local. O documentário demonstra a caminhada de algumas das vozes mais relevantes na construção de um cenário para a “música pesada”, desde os pioneiros Metal Pesado até a atual geração encabeçada por novos produtores e bandas.

    O filme é um registro histórico que faz um recorte em paralelo ao caminhar das bandas curitibanas, uma jornada na relevância do metal em todas as suas ramificações. Este documento histórico de inestimável valor para a cultura paranaense, também será disponibilizado ao público em formato DVD duplo.

    Ficha Técnica: Direção Executiva: Newton “Juninho” Santos Produção Executiva: Ottavio Lourenço Jornalista Responsável: Clovis Roman Auxiliar de Pauta: Kenia Cordeiro Direção de Fotografia / Editor: Alceste Ribas/Black Flame Pictures Assistente de Direção: Roberta Lopes Produtor: Roberto Sassarrão Art Worker : Jean Michel/Designation Artworks Designer Redes Sociais: Julian Dedablio

    SERVIÇO: Estreia mundial do documentário Curitiba In Peso – A História do Metal Coré-Etuba Data: 15 de abril de 2023 (sábado) Local: Cineplex – Shopping Novo Batel Endereço: Alameda Dom Pedro II, 255 Horário: 20h30 Ingressos: R$ 20 e R$ 40 Venda online: https://linktr.ee/curitibainpeso

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  • JULGAMENTO celebra 20 anos com a nova música “Exposed”

    JULGAMENTO celebra 20 anos com a nova música “Exposed”

    POR ASSESSORIA 

    A banda Julgamento celebra 20 anos de atividades com o lançamento do single ‘Exposed’. A música é uma reflexão de como as novas tecnologias, especialmente as redes sociais, podem afetar as pessoas.

    Confira Exposed em lyric video:

    ‘Exposed’, destaca o Julgamento, é também uma mensagem de determinação e resistência diante das dificuldades de um mundo cada vez mais virtualizado.

    Com o lançamento, a banda que hoje é Mônica Machado (baixo), Alemão Pompeu (guitarra) e Luís Galaverna (vocal), pretende compor mais músicas ao longo de 2023, sempre aliado ao audiovisual.

    A produção, mixagem e masterização de ‘Exposed’ ficou a cargo de Alemão Pompeu no Risca Faca Home Studio. Arte gráfica, a música e letras são de autoria da própria banda.

    Ouça Exposed nas plataformas de streaming: https://onerpm.link/847035893070.

    Julgamento, a banda

    O Julgamento é intensidade e agressividade musical. A união de vários estilos musicais extremos somados à personalidade da banda e a intenção de expressar ideias e sentimentos, foram os motivos para a formação da banda em janeiro de 2003.

    As letras fortes retratando temas cotidianos, problemas socio-políticos e comportamento humano são outra característica marcante do Julgamento.

    Julgamento nas redes

    https://www.youtube.com/@julgamentohc

    https://julgamento.bandcamp.com/

    www.instagram.com/julgamentohc/

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  • ALCEST – São Paulo (SP)

    ALCEST – São Paulo (SP)

    Texto e fotos: Rafael Andrade

    Em sua quarta passagem pelo país, os franceses do Alcest se apresentaram no Carioca Club no último dia 2 de abril (domingo) e, de acordo com os presentes, este foi o melhor de todos até o momento. O evento estava previsto para se iniciar às 19h, mas 10 minutos antes a introdução Miserere já pôde ser ouvida, o que garantiu a presença da banda no palco no horário marcado.

    O Alcest é uma banda francesa formada em 2000 pelo multi-instrumentista Neige. Ao longo dos anos, a formação mudou, mas ele permaneceu como o membro principal e responsável pelo som único do grupo. A formação atual conta com Winterhalter na bateria, Zero no baixo e Indria na guitarra. Juntos, os membros do Alcest criam uma música que mistura elementos do black metal, shoegaze e post-rock, criando um som etéreo e atmosférico que cativa os fãs em todo o mundo. A primeira parte do set foi mais focada nas músicas de peso, onde as influências do black metal sobrepõem as demais, com Les Jardins de Minuit e Protection, ambas do mais recente álbum, Spiritual Instinct (2019).

    Ao longo das músicas, é possível notar como as guitarras distorcidas e os vocais guturais do black metal são suavizados pela presença de texturas sonoras mais etéreas e pela melodia envolvente do shoegaze e do post-rock. O resultado é uma música complexa e emocional, que transmite um sentimento de melancolia e introspecção. Tal introspecção podia ser notada pelo silêncio do público durante a execução de cada uma das músicas. Não um silêncio ruim ou desanimador, muito pelo contrário, pois era possível perceber como os fãs se concentravam e ouviam com atenção cada nuance, muitos até de olhos fechados, deixando-se envolver pela atmosfera criada de Ecailles de Lune, pt 2, Sapphire e Percées de Lumière.

    Com uma produção calculada nos mínimos detalhes, desde o som até o jogo de luz, que variava entre as músicas emanando as cores de cada álbum, o vocalista Neige mencionou que este era o último show da turnê latino-americana, e que este foi o melhor de todos.

    O encore contou com faixas que já levam mais para o som atmosférico, deixando o peso do black metal em plano de fundo. Ao final do set, os membros da banda se despediam um a um, deixando Neige por último, em uma espécie de transe com os acordes finais de Délivrance. Por um tempo, parecia que ele não queria ir embora, e muito menos o púbico.

    Setlist:

    Miserere (Gregorio Allegri song) [INTRO]

    1. Les Jardins de Minuit
    2. Protection
    3. Écailles de lune – Part 2
    4. Sapphire
    5. Percées de Lumière
    6. Sur l’océan couleur de fer
    7. Souvenirs d’un autre monde
    8. Oiseaux de proie
    9. Autre Temps

    Encore:

    1. Kodama
    2. Délivrance

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  • SODOM: TOM ANGELRIPPER recorda e comenta como foi o início da cena de metal e do punk na Alemanha

    SODOM: TOM ANGELRIPPER recorda e comenta como foi o início da cena de metal e do punk na Alemanha

    Atualmente comemorando 40 anos de Sodom, através do lançamento de 40 Years at War – The Greatest Hell of Sodom, álbum em que a atual formação – completada pelos guitarristas Frank Blackfire e Yorck Segatz, mais o baterista Toni Merkel -, revisitaram músicas de todos os discos desse grupo que é um dos pilares do thrash metal teutônico, o vocalista, baixista e fundador Tom Angelripper bateu um papo com a ROADIE CREW, e o resultado você pode conferir na nova edição (#273), que já está disponível. Além de falar do novo material e dos 40 anos do SodomAngelripper falou ao repórter Valtemir Amler sobre como foi aquele início de cena metálica na Alemanha entre o final da década de 1970 e o início dos anos 80. 

    “Acho que podemos dizer que havia algumas cenas alemãs naquela época”, recordou Angelripper. “Eu não tinha muito interesse naquilo que as bandas de rock estavam fazendo, o progressivo e essas coisas, nada daquilo me interessava”, revelou. “Existia a cena metal, que estava dando seus primeiros passos com Accept e outros e que ia ganhando força, conforme o tempo passava, parecia que todos os dias surgiam novas bandas”. 

    Tendo mencionado que seu país dispunha de “algumas cenas”, Angelripper destacou o início do punk por lá: “(…) também começava a ganhar forma na Alemanha naqueles dias. Mas, claro, consumíamos muita música que vinha dos outros países, EUA e Inglaterra, principalmente”. Perguntado sobre se naqueles tempos o punk era mais pesado do que o heavy metal, Angelripper afirmou que o punk foi primordial para que o metal fosse algo empolgante: “A verdade é que o metal era algo totalmente sem graça antes do punk. As bandas de metal tinham aquelas letras mais fortes, nomes chamativos, capas incríveis, mas aí você ia ver eles no palco e estavam usando calça de oncinha e a música soava quase como hard rock. Eu odiava aquilo, eu queria algo extremo, inacessível! Foi com a influência do punk que o metal se tornou algo realmente brutal e perigoso, foi só quando Venom Slayer surgiram que eu realmente comecei a me interessar por metal. Sem eles, provavelmente teria sido um um garoto punk para sempre”. 

    Para concluir, Tom falou de sua coleção sobre música pesada na época: “Eu curtia Accept e todas essas coisas, mas quando fui exposto a bandas como The ExploitedDischarge, o restanto começou a soar meio fraco, caricato. O punk acabou ganhando espaço na minha vida por conta dessa corrida pelo ‘mais brutal’ de que falei antes. Então, apareceu o Venom, e aí o metal ganhou uma proporção que nunca antes teve na minha vida, tudo mudou. De repente, eu não queria mais ser apenas fã de música, eu queria ter minha própria banda, e essa banda teria que ser como o Venom, só que ainda mais pesada (risos)”.

    Você pode conferir a entrevista completa do Sodom na nova edição da ROADIE CREW. Para adquirir a edição #273 ou para fazer a sua assinatura, acesse o site https://roadiecrew.com/roadie-shop ou entre em contato pelo telefone (11) 96380-2917 (whatsapp).

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  • FEAR FACTORY lança lyric video de nova versão de “New Messiah”; álbum “Re-Industrialized” sai em junho

    FEAR FACTORY lança lyric video de nova versão de “New Messiah”; álbum “Re-Industrialized” sai em junho

    No próximo dia 23 de junho, o Fear Factory lançará, via Nuclear Blast, o álbum Re-Industrialized. Esse trabalho oferece uma versão remixada e parcialmente regravada do álbum The Industrialist, de 2012 – ainda na voz de Burton C. Bell, que deixou a banda. Nesta quarta-feira (05), o Fear Factory apresentou uma amostra de Re-Industrialized, através da regravação de New Messiah, que obviamente estará incluída no álbum. A música acompanha lyric video.

    Confira: 

    Re-Industrialized foi remixado pelo velho conhecido da banda, Greg Reely, que já havia trabalhado em Demanufacture (1995), Obsolete (1998) e Mechanize (2010). O disco apresenta novo material gráfico, bateria gravada ao vivo e seis faixas bônus. Re-Industrialized estará disponível nos seguintes formatos: CD duplo (embalagem padrão) e vinil duplo – nas cores Prata e Transparente com manchas pretas (limitada a 750 cópias). Faça a pré-encomenda e o pré-save aqui.

    Confira o tracklist: 

    Disco 1:

    1. The Industrialist
    2. Recharger
    3. New Messiah
    4. God Eater
    5. Depraved Mind Murder
    6. Virus of Faith
    7. Difference Engine
    8. Disassemble
    9. Religion is Flawed Because Man is Flawed
    10. Enhanced Reality
    11. Human Augmentation

    Disco 2

    1. Fade Away (Recharger Remix by Rhys Fulber and Dino Cazares)
    2. Noise In The Machine (Difference Engine Remix by Blush Response)
    3. Landfill
    4. Saturation
    5. Passing Complexion

    Recentemente, o Fear Factory anunciou seu novo frontman, Milo Silvestro, que assumiu o posto que por muito tempo pertenceu a Burton C. Bell. O frontman italiano já vem se apresentando ao vivo com o Fear Factory, que após oito anos voltará ao Brasil em 2023 com a turnê “The Machine Will Rise”, para apresentação única, em São Paulo, no Fabrique Club, no dia 6 de junho, com abertura do Korzus.

    Fear Factory

    Milo Silvertro – vocal

    Dino Cazares – guitarra 

    Tony Campos – baixo

    Mike Heller – bateria

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