Categoria: Roadie News

  • EXTREME lança novo clipe do álbum “Six”, agora para a música “The Mask”; confira

    EXTREME lança novo clipe do álbum “Six”, agora para a música “The Mask”; confira

    Enquanto os mestres do hard rock funkeado conhecidos como Extreme iniciam a etapa australina de sua “Thicker Than Blood Tour”, acompanhados de outra banda especialista no gênero, o Living Colour, o grupo de Boston lança mais um videoclipe de seu novo álbum, Six, dessa vez para a música The Mask.

    Liricamente, The Mask é uma música que pondera sobre a dualidade da natureza humana. “Somos todos ficção e somos todos fatos / Nós somos todos bons e todos nós somos maus”.

    Nuno Bettencourt, o guitarrista mais famoso da história de Portugal, comentou a música: The Mask é sobre sermos nós mesmos sem medo e abraçarmos quem somos. Lá no íntimo. E se tivermos coragem de tirarmos as máscaras, perceberemos que todos somos pecadores e santos e faremos o que a letra narra (…) Podemos realmente parar de julgarmos uns aos outros, pois não somos melhores”

    Confira o videoclipe de The Mask, que foi produzido pelo próprio Nuno:

    Six foi lançado no dia 9 de junho e recebeu aclamação universal, provando que o Extreme mantém seu poder de impressionar e emocionar seus fãs. “Estamos tão apaixonados quando no primeiro dia”, afirma Cherone“Estamos dando ao nosso público o que o Extreme sempre foi e será“. 

    O novo álbum do Extreme está disponível aqui para compra ou stream.

             
  • WACKEN OPEN AIR 2023

    WACKEN OPEN AIR 2023

    Por Tiago Claro e Marco Trindade 

    Não tem como não dizer que esse Wacken foi especial. Afinal, dias antes do evento, já se via uma grande mobilização por parte dos organizadores em função do alerta de chuvas torrenciais, com avisos ao público através do aplicativo do festival e também das redes sociais. Isso acabou gerando um clima (no próprio trocadilho) de tensão por parte de muitos, até surgindo a hipótese de um cancelamento, mesmo isso não oficialmente cogitado pelos organizadores.

    A situação estava tão crítica que os organizadores emitiram alerta para que as pessoas evitassem chegar de carro ao camping do festival, tendo em vista a lama que se criava ao redor do local e o congestionamento que se formava a quilômetros da entrada (muitos demoraram cinco ou seis horas para percorrer pequenos trechos), pois realmente o acesso ao festival ficou quase totalmente intransitável.

    Por conta disso, diversas bandas foram canceladas e o festival teve seu início um dia após o inicialmente previsto.

    Quarta-feira, 2 de agosto de 2023

    Chegamos ao festival na quarta-feira  para fazer o credenciamento e, mesmo com uma garoa fina, de todas as condições citadas e de alguma preocupação no ar, havia certa animação por parte dos jornalistas e convidados.

    Após nos instalarmos no camping de imprensa, tivemos uma noção do que estava por vir: tratores entrando no camping para levar alguns carros para o estacionamento e retirando lama, muita lama. Ali tivemos a certeza de que realmente seria um desafio.

    A área do festival estava praticamente intransitável. Eram milhares de pessoas tentando se locomover escorregando na lama, se apoiando no amigo ou atolando os pés – realmente, uma cena que pouco vi na vida. 

    Com tudo isso, o primeiro show que assistimos foi o Skindred no palco Harder. Foi uma apresentação empolgante, com o público participando praticamente em todas as músicas. Via-se nas pessoas a vontade de esquecer aquilo e curtir esse belo show, e a banda sobre aproveitar isso muito bem.

    Na sequência e no mesmo palco (coisa não muito comum em festivais, a não alternância de palco), o Broilers, banda alemã, apresentou seu pop/HC/ska competente. Apesar de iniciar o show um pouco frio (talvez pelo estilo diferente), foi conquistando o público e com o carisma da baixista e de seu bom vocalista, conseguiram animar boa parte dos que ali estavam. Até um cover de Breaking the Law do Judas Priest numa versão diferentona foi executada.

    A dificuldade foi grande para atravessar o mar de lama e chegar ao palco Louder, onde a banda finlandesa Battle Beast voltaria a se apresentar no Wacken. Às 20h45, com o sol brilhando forte (o que trouxe um clima de alegria a todos ali), a banda começou a despejar seu power metal potente, podendo dizer que o som ao vivo soa muito melhor que em seus álbuns de estúdio. Músicas como Familiar Hell, Beyond the Burning Skies e Eye of the Storm levantaram a galera que não parou de cantar e agitar durante a uma hora que durou o show. O destaque ficou por conta dos guitarristas Juuso Soinio e Joona Bjorkroth e pela vocalista Noora Louhimo, que conseguiu mesclar voz potente, carisma e presença de palco ímpar, mantendo o público na mão durante toda apresentação. 

    Finalizando o primeiro dia, Doro fez um show especial. Comemorando quarenta anos de carreira, antes mesmo de subir ao palco já fora homenageada por diversos astros do rock/metal: Rob Halford, Klaus Maine, David Coverdale e muitos outros mandaram mensagens mais que merecidas à rainha do metal. E o show? No mínimo excelente! Músicas como I Rule the RuinsBurning the Witches, Hellbound e diversas outras do Warlock além de grandes participações como Udo, Joey Belladona, Mikkey Dee (este tocando covers do Motörhead, como Love Me Forever e Ace of Spades) e Hansi Kursh, participaram desta grande festa ao lado da Metal Queen. Vale destacar a performance  do guitarrista brasileiro Bill Hudson que detonou e, claro, a homenagem a Lemmy Kilmister com a projeção de seu nome e de sua banda no céu. Simplesmente inesquecível.

    Quinta-feira, 3 de agosto de 2023

    No segundo dia a cena era um pouco melhor, já que o sol havia saído e deixou o solo um pouco melhor, apesar de a chuva ainda assim continuar caindo. Chegando ao festival, conseguimos ver de longe a Nervosa que, mesmo com alguns problemas técnicos, colocou fogo no Wacken com uma apresentação muito energética e surpreendente. É muito legal ver uma banda  formada no Brasil e por mulheres chegar onde chegaram. E tem muito pela frente ainda, porque agora com Prika Amaral assumindo os vocais com muita competência a banda trilha um futuro ainda mais sólido. Showzão.

    E o que dizer sobre o Uriah Heep, banda com mais de cinquenta anos de estrada e que em 2023 lançou seu 25° álbum de estúdio, o ótimo Chaos & Colour e que voltou ao Wacken para mais uma grande apresentação? A veterana banda inglesa começou com Against the Odds, da fase do excelente vocalista Bernie Shaw. Between Two Words, de Sonic Origami (1998) foi outra dessa fase, mas daí pra frente, para delírio dos fãs, só mandaram clássicos, a maioria da fase do ex vocalista David Byron. Músicas como Gypsy, Stealin’, Rainbow Demon, Easy Livin’ e as fantásticas Sunrise, July Morning e Lady in Black fizeram com que todos cantassem junto com a banda. O guitarrista Mick Box, único membro fundador do Heep, como sempre mandou muito bem, enquanto o tecladista Phil Lanzon foi outro grande destaque – o time se completa com os competentes Russell Gilbrook na batera e Dave Rimmer no baixo. Com certeza, os fãs do Uriah Heep saíram satisfeitos.

    Após esse grande show, voltamos para dar aquela descansada no Wacken United (área de imprensa do festival) quando nos deparamos com um pocket show exclusivo do Rage. Sim,  Peavy Wagner, Vassilius Lucky e Jean Bormann estavam ali fazendo uma apresentação só para a imprensa e convidados.  E fizeram um grande show, com muito carisma, simpatia e uma baita perfomance. Ver uma banda desse nível fazendo um show incrível para nós (cerca de cem pessoas) foi um grande presente. Shame on You, End of All Days, Nevermore e Higher than Sky foram alguns dos temas executados com perfeição.

    Voltando ao palco Faster, a banda de power metal Hammerfall composta por Joacim Cans nos vocais, Oscar Dronjak e Pontus Norgren nas guitarras, Fredrik Larson no baixo e David Wallein na bateria fez um show coeso e com bastante energia. Uma multidão presenciou a excelente apresentação dos suecos, que conseguiram agitar a galera em músicas como Hearts of Fire, entre outras. Nem mesmo uma chuva passageira que cismou em cair durante a apresentação desanimou o público. Mais um ótimo show do Hammerfall.

    O Kreator também fez um grande show. Confesso que os vi no Summer Breeze Brasil e achei uma apresentação beirando a perfeição. E talvez por ter me surpreendido tanto, o do Wacken curti bastante, mas achei um pouco mais frio. Mesmo assim, foi excelente. People of the Lie, Satan Is Real e Violent Revolution estavam no set.

    A última banda do palco Harder neste dia foram os mestres do Helloween, que mais uma vez fizeram um show incrível. Não tem como ouvir  Eagle Fly Free, Future World, Save Us e muitos clássicos da voz de Michael Kiske e não se emocionar, além, óbvio, de ter Kai Hansen no palco. Claro que muitas músicas da fase Andi Deris foram tocadas com muita perfeição, como Power e a lindíssima balada Forever and One (Neverland), com Kiske dividindo os vocais com Deris. O medley com Kai nos vocais foi também executado. No bis ainda mandaram I Want Out, ou seja foi aquele show pra lavar a alma. 

    Sexta-feira, 4 de agosto

    Na sexta feira a chuva praticamente parou e o sol de rachar tomou conta, o que deixou o “solo sagrado” bem melhor e transitável, possibilitando ao público circular em praticamente todas as áreas do festival. 

    O Amaranthe foi a primeira  banda do palco Faster e fez um show interessante, com destaque para a vocalista Elise Ryd  que tem uma grande voz e carisma.

    O Trivium também fez um grande show, com a galera abrindo rodas e muito peso no som. O vocalista tem ótima presença, o que contribuiu bastante para agitar o público. Down from the Sky, Becoming the Dragon (tocada pela primeira vez desde 2018), The Heart from Your Hate e In Waves estavam no repertório.

    Os alemães do Santiano fizeram uma apresentação bacana mostrando seu som que mistura rock e folk irlandês. Mesmo com a diferença de sonoridade com a banda anterior, o público respeitou bastante e o grupo arrancou aplausos de muitos.

    Aí veio o que, pra mim, foi o melhor show do Wacken: que showzaço fez o Megadeth! Dave Mustaine e companhia levantaram o público! O início foi com Hangar 18, seguida pela clássica Wake up Dead, In My Darkest Hour e Dystopia até chegar em Angry Again. A lindíssima A Tout le Monde foi cantada por todos e quando iniciou a música seguinte, Trust, este que vos escreve e que estava curtindo o show bem próximo ao palco e com uma cerveja na mão, foi surpreendido ao ver Marty Friedman correndo de um lado para o outro como nos velhos tempos e com seu jeito único de tocar. A essa hora o jogo já estava ganho. Que felicidade ver Friedman ao lado de Mustaine e Kiko Loureiro desfilando hits do heavy metal! Foram só quatro músicas: a citada TrustTornado of Souls, Symphony of Destruction e a espetacular Holy Wars… The Punishment Due, porém foi um momento que ficará por muito tempo na memória. 

    Na sequência, no palco Harder, podemos falar que estava ali a maior e mais esperada atração do festival, o gigante Iron Maiden. Eu, como grande fã e depois de ver quase uma dezena de vezes a banda, posso falar que fizeram um show ótimo, porém não foi o melhor que vi. O que se via era o público mais apreciando clássicos como Caught in Somewere in Time, Stranger in a Strange Land, The PrisonerCan I Play with Madness?, a tão aguardada Alexander the Great, Fear of the Dark, The Trooper e Wasted Years do que agitando da forma mais calorosa como estamos acostumados. Claro que tudo ali estava perfeito: perfomance dos músicos, produção maravilhosa e Bruce Dickinson cantando absurdamente. Porém, foi um set diferente, maravilhoso para uns e talvez faltando mais clássicos para outros. Mesmo assim, foi lindo ver mais uma vez. Esse é o típico show que pode tocar qual música quiserem que não tem como ser no mínimo ótimo. Vale ressaltar também que a banda proibiu a transmissão pelo canal do festival, o que deixou muitos fã que não estavam ali desapontados.

    Sábado, 5 de agosto

    No sábado acordamos cedo, tomamos nosso café  alemão e fomos ver o Masterplan, que entrou no palco às 11h30 da manhã. E que show eles fizeram! Mesmo com o público acordando e ainda chegando ao festival, os músicos já entraram com muita energia com Eighlight Me, passando por Back from My Life, Soulburn, Spirit Never Die, Heroes e Crawling from Hell. Roland Grapow e sua turma se apresentaram com muita empolgação e sorrisos no rosto e o público respondeu muito bem. Pra mim, entrou na lista de grandes shows do festival. Vale destacar também a galera com a bandeira do Brasil próximo ao palco, o que mostrou que a banda tem seus admiradores na nossa terra. 

    Logo depois veio o Delain, que fez um bom show com seu gótico metal de muita qualidade. Na sequência, fomos conferir o merchandising e conseguimos ver um pouco do show de Marty Friedman, que se apresentou no Wet Stage com sua banda desfilando músicas de sua carreira solo com lindos temas, ótimo timbre e muito bom gosto. Não tem como, o cara é muito, mas muito diferenciado. 

    Após nossa primeira visita ao metal market para pegar umas cervejas no Headbangers Stage, fomos ver Jag Panzer, que está na turnê de divulgação do ótimo disco The Hallowed, lançado em 2023. Com os vocais competentes de Harry Conklin e os solos certeiros do guitarrista Ken Rodarte, a banda fez a galera agitar durante os 45 minutos de show. Já o guitarrista Mark Briody não se limitou apenas em tocar em cima no palco: desceu até a grade onde tocou e tirou selfies com a galera – completando o time, temos o baixista John Tetley e o batera Rikard Stjernquist. Músicas Stronger than You Know e Pray, do novo álbum, fizeram os presentes curtirem e agitarem bastante. Em resumo, foi um ótimo show mostrando que esses veteranos ainda têm muita lenha para queimar.

    Na sequência, corremos para o palco Harder porque ali iria tocar uma das grandes revelações do metal mundial dos últimos anos. Impressionante como o Jinjer vem crescendo e cada vez ganhando mais e mais fãs. O vocal de Tetiana Shmailyuk é absurdo, transitando entre o gutural e o limpo com uma facilidade poucas vezes vista, e a performance espetacular dela vocalista três excelentes músicos da banda faz com que o show fique sempre lá em cima. E isso sem falar na qualidade de som impecável que conseguiram. Grande show, para entrar facilmente na lista dos destaques.

    Logo após fomos comer aquele currywurst (salsicha alemã) com fritas e de quebra vimos The Answer, banda de hard rock que fez um show bacana e que,  apesar de pouca conhecida, atraiu um bom público ao Headbangers Stage.

    O Kataklysm tocou na sequência no palco Louder apresentando seu death metal muito técnico, porém pesado e com muita energia por parte dos músicos. 

    Na sequência, vimos o Killswitch Engage mandando bronca no palco Faster. O público curtiu o show mesmo com o guitarrista Adam D. ostentando um visual bem diferente. Óbvio que a versão de Holy Diver, de Dio, foi tocada junto com músicas como This Fire, The End of Heartache e In Due Time

    Logo após corremos para o palco Louder a fim de ver o Possessed, que fez um show impecável. Era clássico atrás de clássico sem pausa nem muita falação. Um show direto com o público bangueando sem parar e Jeff Becerra não deixando ninguém ficar parado. Músicas como Pentagram, Graven, Death Metal e Burning in Hell foram executadas. Foi mais um excelente show. 

    Mesmo com mais shows que iriam acontecer no dia, devido à nossa logística para voltamos a Hamburgo. Com o mau tempo que se esperava para o fim da noite e no dia seguinte, nosso último show foi o Evergrey. E posso falar que pra mim fechou com chave de ouro. Que showzaço! Setlist legal, som numa qualidade excelente e perfomance arrasadora por parte da banda. Save Us, Caugh out the Dark, A Silent Arc e Touch of Blessing foram executadas com maestria. Tom Englund com seu carisma ímpar conseguiu levantar todos que estavam assistindo em ótimo número, tendo em vista que estavam tocando no Headbangers Stage, um palco menor e um pouco afastado. Que nos próximos anos estejam no palco Faster ou no Harder porque um show deste nível merece. 

    Conclusão

    Encerrando nossa visita ao Wacken, não podemos deixar de citar algumas coisas: a empatia da grande maioria do público, com todos se ajudando pelas condições difíceis em decorrência a chuva. Eu mesmo tive o “prazer” de atolar o pé na lama e ter um casal me ajudando a sair dali. E mesmo com todos esses problemas o público levou tudo na esportiva, se divertiu e entrou no espírito do festival. Não podemos deixar de dar os parabéns aos organizadores, que fizeram de tudo para o bem estar de todos, sempre avisando pelas redes sociais as condições em que estava o local. Mesmo assim, quem não pôde comparecer foi comunicado que receberia o dinheiro do ingresso de volta, o que nunca aconteceu na história do festival – pra ver como realmente essa edição foi diferente. E com isso entramos na história participando dela. Que venha o próximo!

  • DESTRUINDO A TRANQUILIDADE: filme retrata cena de antimúsica de São Roque

    DESTRUINDO A TRANQUILIDADE: filme retrata cena de antimúsica de São Roque

    Lançado de forma oficial na última sexta-feira (01) pelo canal do YouTube da Insane Mind Films, “Destruindo a Tranquilidade”, trabalho de Paulo Oliveira e Anderson Dino, retrata grande parte da história da cena de anti-música e grindcore de São Roque, interior de São Paulo.

    No filme, a anti-música é descrita como um protesto contra tudo que acontece na indústria musical, como a indústria trata os músicos, direitos autorais, dentre diversos outros. O movimento anti-musical já é algo estabelecido há décadas, sendo usado como uma forma de dadaísmo artístico desde a década de 1920 com os trabalhos de compositores como Edgard Varèse e George Antheil.

    O longa retrata desde as primeiras bandas do cenário até a dissolução da maioria das bandas por volta do meio da década de 2010. Destruindo a Tranquilidade retrata (e contém músicas) de diversas bandas de grindcore e noise da cena de São Roque como Dischord, No Prejudice, Celeuma, Egzekucija e Youth Against Conformity. O projeto reúne entrevistas, vídeos de shows, fotos de zines e diversos outros meios para conseguir criar uma visualização completa de tudo que aconteceu durante o auge do noise são-roquense.

    O diretor Paulo Oliveira | Foto: Divulgação

    A sinopse oficial do filme diz: “Destruindo a tranquilidade é um documentário sobre histórias e pessoas que fizeram parte do movimento de música extrema surgido na cidade de São Roque, interior do estado de São Paulo, dos anos 90 ao início dos 2000. O filme documenta desde o início do movimento, as primeiras bandas e as dificuldades para conseguir instrumentos e locais de ensaio, eventualmente narrando até seu auge, com a organização de diversos shows/gigs e a criação de fanzines e do selo Shit Records, e por fim sua eventual dissolução com bandas acabando, pessoas se mudando e o que ainda restava do movimento até meados de 2016.”

    Confira a versão completa de Destruindo a Tranquilidade:

    Texto: Daniel Agapito

  • ANGRA disponibiliza pré-venda do álbum “Cycles Of Pain” em diferentes formatos

    ANGRA disponibiliza pré-venda do álbum “Cycles Of Pain” em diferentes formatos

    POR ASSESSORIA 

    O Angra, que lança em novembro o 10º álbum de estúdio da carreira, Cycles of Pain, disponibilizou via parceria com a Nerdstore, formatos variados do trabalho em pré-venda. O disco conta com doze faixas inéditas e uma série de convidados, incluindo Amanda Somerville, em “Tears of Blood”, os artistas brasileiros Lenine (“Vida Seca”), Vanessa Moreno em “Tide Of Changes – Part II” e “Here In The Now”, e Juliana D’Agostini no piano, também em “Tears Of Blood”.

    Cycles of Pain está disponível nos formatos CD, LP e também em boxes especiais em tiragem limitada e única. Mais informações sobre os produtos, basta acessar o site da NerdStore: https://nerdstore.com.br/angra.

    A expectativa para o lançamento do novo disco da banda é alta, como explica o guitarrista e fundador Rafael Bittencourt: “Esse é um registro muito especial para nós por várias razões: primeiramente, muito se passou desde nosso último lançamento, em 2018. Vivemos muitas dores pessoais e coletivas, desafios, frustrações, glórias e sucesso, numa montanha-russa de emoções que viraram um caldeirão gigante de assuntos e inspirações. A pandemia deixou marcas em todos nós, lidando diariamente com a sombra da doença e da morte. Portanto, esse é um álbum denso, de vivências e dores acumuladas. Acredito que este álbum fará a diferença na vida de muita gente e estabelecerá um novo padrão dentro do nosso estilo”, conta.

    O trabalho foi produzido, mixado e masterizado por Dennis Ward, amigo de longa data da banda, afinal, trabalhou em álbuns clássicos do Angra como Rebirth e Temple of Shadows. O primeiro single, “Ride Into The Storm”, foi aclamado pelos fãs e alcançou uma expressiva marca de visualizações de seu emotivo videoclipe no YouTube. Muito mais está por vir.

    Confira a tracklist de Cycles of Pain:

    1. Cyclus Doloris
    2. Ride Into The Storm
    3. Dead Man On Display
    4. Tide Of Changes – Part I
    5. Tide Of Changes – Part II
    6. Vida Seca
    7. Gods Of The World
    8. Cycles Of Pain
    9. Faithless Sanctuary
    10. Here In The Now
    11. Generation Warriors
    12. Tears Of Blood

    Aclamado desde os anos 1990 como um dos grandes nomes do metal brasileiro com alcance mundial, o Angra, empresariado pela Top Link Music, atualmente conta com os guitarristas Rafael Bittencourt e Marcelo Barbosa, o baixista Felipe Andreoli, o vocalista Fabio Lione (Rhapsody, Vision Divine) e o baterista Bruno Valverde. Em grande fase, o Angra promete iniciar um novo capítulo de sua jornada com Cycles of Pain.

     

    Angra www.angra.net www.instagram.com/angraofficial

    Top Link Music www.toplinkmusic.com www.instagram.com/toplinkmusic

    Foto: Marcos Hermes
  • VULCANO: relançamento em vinil do clássico “Om Pushne Namah” é divulgado

    VULCANO: relançamento em vinil do clássico “Om Pushne Namah” é divulgado

    POR ASSESSORIA 

    Após 40 anos de espera, o primeiro álbum da lenda do Metal Extremo sul-americano VULCANO, “Om Pushne Namah”, é relançado em vinil. Este trabalho vem sendo feito pela Neves Records e ganhou três versões diferentes, são elas:

    – Vinil preto do teste de prensagem (limitada em 10 cópias), autografado no selo pelo guitarrista e fundador Zhema Rodero e acompanha patch;

    – Vinil preto que acompanha o encarte com oito páginas trazendo história (texto de Ricardo Batalha), fotos, letras e ficha técnica, além de um pôster, patch e contracapa contendo a arte não utilizada na época feita pelo artista Jean Luciano (edição regular em 250 cópias);

    – Vinil branco que acompanha o encarte com oito páginas trazendo história (texto de Ricardo Batalha), fotos, letras e ficha técnica, além de um pôster, patch e contracapa contendo a arte não utilizada na época feita pelo artista Jean Luciano (edição limitada em 100 cópias);

    Ambos os materiais supracitados trazem as faixas originais de 1983 + bônus com as regravações de 2022. Acesse site da Neves Records, confira os preços e adquira já o seu clicando AQUIhttps://www.nevesrecords.com.br/search/?q=Vulcano

    Paralelamente, o VULCANO já se encontra nos preparativos finais para subir nos palcos de um dos maiores eventos do Metal brasileiro. Trata-se do ‘Setembro Negro Festival – 15ª Edição’, que acontece neste fim de semana, dias 08, 09 e 10 de setembro e contará com nomes como Picture, Sodom, Girlsschool, Bulldozer, Immolation, Assassin, Cancer e outros. Confira abaixo o cartaz e serviço completo para mais informações:

    SERVIÇO: Show: VULCANO no ‘Setembro Negro Festival – 15º Edição’ Local: Carioca Club Endereço: Rua Cardeal Arcoverde, nº 2899 – Pinheiros, São Paulo – SP Data: 08, 09 e 10 de setembro de 2023 Horário: 13 horas (sexta-feira) | 13 horas (sábado) | 11 horas (domingo) INGRESSOS E VALORES AQUIhttps://www.clubedoingresso.com/evento/setembronegro Evento no Facebook AQUIhttps://www.facebook.com/events/582417270456029

    Encontre, salve e ouça agora o VULCANO em TODAS as principais plataformas de streaming e download do mundo AQUIhttps://li.sten.to/Vulcano

    CONTATO PARA SHOWS NACIONAIS E INTERNACIONAIS: E-mail: [email protected] WhatsApp/Telegram: (46) 98838-7204 – Sangue Frio Produções

    ASSESSORIA DE IMPRENSA: SANGUE FRIO PRODUÇÕES Contato: www.sanguefrioproducoes.com/contato Sites relacionados: https://www.facebook.com/VULCANOMETAL https://twitter.com/vulcano_band https://www.instagram.com/vulcanometal_official/ http://www.vulcanometal.com/ https://li.sten.to/Vulcano Fonte: Sangue Frio Produções

  • HATEFALL lança single “The Battle of Erinyes”

    HATEFALL lança single “The Battle of Erinyes”

    POR ASSESSORIA 

    A banda Hatefall, de Curitiba, lançou na última sexta-feira (01) o seu novo single, “The Battle of Erinyes”. A música é um épico que conta a história de um guerreiro que enfrentou as três irmãs do destino, conhecidas como fúrias na mitologia grega.

    A sonoridade da música é um Heavy Metal clássico com muita energia e identidade. A faixa foi composta pelo guitarrista George Pinhal, e traz uma letra que resgata as antigas raízes do gênero e seus temas míticos.

    “A música “The Battle of Erinyes” é um épico que conta a história de um guerreiro que enfrentou as três irmãs do destino, conhecidas como fúrias na mitologia grega. Com sonoridade marcante, essa música representa toda a energia que a banda gosta de passar”, disse Helio Funes, vocalista da Hatefall.

    O single está disponível em todas as plataformas digitais.

    Link do single:

    Sobre a Hatefall

    HateFall é uma banda de Heavy Metal paranaense formada em 2014, com influência de grandes bandas do cenário do “New Wave of British Heavy Metal”. A banda já fez apresentações por vários estados brasileiros e alguns shows importantes, como a participação no Festival Planeta Rock, em São José do Rio Preto, e abertura para a banda Massacration, em Curitiba. Em 2019 a banda lançou seu primeiro EP, intitulado Light & Fire, que reuniu as primeiras composições autorais do grupo. Atualmente a banda está finalizando o lançamento do seu primeiro álbum de estúdio, “Tales Of Midnight”. O trabalho conta com um amplo trabalho de composição e criação artística, que promete refrescar a cena do Heavy Metal, com composições totalmente originais, pensadas para trazer uma experiência marcante aos ouvintes.

    Integrantes:

    Helio Funes – Vocalista

    George Pinhal – Guitarrista

    Gabriel Pinhal – Guitarrista

    Johanes Godoi – Baixista

    Wagner Leite – Baterista

    Informações: @hatefall_official

  • TRENDKILL INC. lança álbum ao vivo recheado de material inédito

    TRENDKILL INC. lança álbum ao vivo recheado de material inédito

    POR ASSESSORIA 

    A banda de Heavy/Thrash Metal paulistana Trendkill Inc., que após reinventar-se totalmente com uma nova formação, vem trabalhando pesado na composição e gravação do sucessor de seu EP homônimo de 2021.

    Enquanto isso, Diego Veras (vocal/guitarra base), Ivan Santos (guitarra solo), Sandro Cézza(baixo) e Alexandre Fontana (bateria) não ficaram parados, focando-se em moldar a coesão, a nova sonoridade e o novo material com muitos shows.

    Um desses shows em específico foi a excelente apresentação no Festival Thrash disConcert, na RedStar Studios, em São Paulo/SP. junto às bandas Tosco e Faces Of Death, em julho desse ano. Festival esse que foi muito elogiado por toda a imprensa especializada presente.

    E agora, o resultado dessa noite incrível para a Trendkill Inc. está disponível à todos seu fãs, ou melhor, à todos fãs daquele Heavy Metal clássico e cheio de melodia, bem temperado com o peso cadenciado do Thrash Metal da Bay Area. O primeiro álbum ao vivo da carreira intitulado “Live At Thrash disConcert”, foi lançado dia 3 de setembro em todas plataformas de streaming e, também, em vídeo no canal no YouTube da banda.

    Ouça “Live At Thrash disConcert”em: https://onerpm.link/166504529186

    Assista “Live At Thrash disConcert” em:

    São 9 faixas, sendo 5 versões atualizadas, energizadas e pulsantes do EP homônimo de estreia (tocado na íntegra) e mais 4 músicas novas e totalmente inéditas que mostram a fértil gama de influências que a banda traz no seu DNA: MetallicaAnthraxPanteraIron MaidenBlack Sabbath, Ozzy Osbourne, Helloween e Judas Priest.

    Sobre o evento, Diego Veras comentou: “Nós ficamos honrados em poder participar de um evento tão bem organizado, em um local com estrutura de ponta e, com todo o esforço coletivo das três bandas, nossa equipe, assessoria, imprensa, amigos e fãs presentes, tudo colaborou para que fosse uma noite inesquecível. Já estamos ansiosos pela próxima edição”.

    A ideia de um álbum ao vivo da Trendkill Inc. surgiu meio que de forma inusitada, mas também não tanto, pois a ideia de gravar o show já existia. “Foi nosso assessor Johnny Z. (da JZ Press), quem deu-nos a ideia de lançar também como um álbum ao vivo e enfim estrear em um registro oficial essa atual formação tão coesa e cheio de química. No final das contas, acredito que foi uma sábia decisão e deu no que deu (risos)”, explicou Diego.

    No momento, a Trendkill Inc. está focada nas composições das outras músicas que farão parte do tão aguardado álbum completo do quarteto, com previsão de lançamento para o primeiro trimestre de 2024, mas todos já podem sentir o poder do que está por vir nas faixas inéditas de “Live At Thrash disConcert”: “Corrupted, Corrosion”“Metal Man”“Fear” e “DWTH (Down Wy To Hell)”.

    TRENDKILL INC. online:

    Spotify: https://sptfy.com/trendkillinc Facebook: https://www.facebook.com/trendkillinc Instagram: https://www.instagram.com/trendkillinc Youtube: https://www.youtube.com/@trendkillinc. Linktree: https://linktr.ee/Trendkill_inc Assessoria de Imprensa: JZ Press (@jzpressassessoria)

    Foto: Belmilson Santos

  • Último álbum dos eslovacos do BETON é lançado no Brasil pela Cianeto Discos

    Último álbum dos eslovacos do BETON é lançado no Brasil pela Cianeto Discos

    POR ASSESSORIA 

    O selo brasileiro CIANETO DISCOS está lançando no Brasil e com distribuição mundial o segundo álbum de estúdio da banda BETON, intitulado “Zombie Mustang Safari”, que presta uma intensa homenagem ao clássico Death Metal sueco forjado na década de 1990. As nove faixas (incluindo uma intro) do álbum avançam com uma intensidade brutal, impulsionado pelo característico uso do pedal HM-2, que moldou de forma inigualável o som das bandas suecas daquela geração. Acompanhado por uma seção rítmica impecável, “Zombie Mustang Safari” resgata e revitaliza o som daquela época entregando um turbilhão de caos musical.

    Disponibilizado inicialmente apenas em formato virtual em 2022, com o lançamento em CD pela CIANETO DISCOS o álbum agora é completado por um medley de covers de Graveless/Bombanfall, totalizando nove faixas que englobam influências que vão desde Anti-Cimex até Entombed. A influência da cena sueca vai além da sonoridade, e o BETON resolveu homenagear a Suécia incluindo os créditos do álbum em sueco na capa, trazendo um charme a mais ao trabalho. Além disso, o álbum conta com participações especiais, incluindo o multifacetado artista e caricaturista Shooty (no banjo) e Hufnágel (ex-Barbar/Municia/Mänsklig Ladugard e com uma carreira solo de destaque).

    Em resenha do álbum publicada no site Fobia Zine (https://www.fobiazine.net/article/13335/beton-zombie-mustang-safari), o BETON foi classificado da seguinte forma pelo redator Johan“Acredito que o BETON equilibra muito bem entre o Death Metal e o Crust, com uma ênfase geralmente no Death Metal. E quando digo Death Metal, estou me referindo ao tipo que segue principalmente o estilo old school, aquele em que o som das guitarras é definido pelo icônico pedal HM-2. Portanto, é tudo muito sueco, um pouco sujo, um pouco melódico e geralmente enérgico”.

    Para comprar o álbum acesse:

    https://cianetodiscos.com.br/produtos/beton-zombie-mustang-safari-cd

     

    Ouça a faixa “Bezezub” no YouTube:

    Contatos:

    Site: www.cianetodiscos.com.br

    E-mail: [email protected]

    Bandcamp: www.cianeto.bandcamp.com

    Assessoria de Imprensa: www.wargodspress.com.br

  • VEXATAN lança segundo EP, mostrando evolução natural dentro do blackened death metal

    VEXATAN lança segundo EP, mostrando evolução natural dentro do blackened death metal

    Por VHPress

    Depois de divulgar seu primeiro EP, “Eternal Torment”, em 2022, a ‘one-man-band’ Vexatan acaba de lançar seu segundo trabalho, o também EP “Diabolic Empire”. A banda tem como seu único mentor, o músico Danihell, que além da voz e instrumentos, tomou conta de toda a produção do disco e arte da capa, com exceção da faixa “Ascension”, que foi produzia em Lyon, na França, por Alghol (Death Throne).

    Vexatan se caracteriza por fazer a tradicional mescla entre o Black e o Death Metal, resultando em uma sonoridade agressiva, brutal e técnica, o famigerado Blackened Death Metal. “Diabolic Empire” está disponível em todas as plataformas digitais no link:

    https://onerpm.link/253647501382

    Vexatan se formou em maio de 2022 em Paranaguá/PR, atendendo os anseios de seu líder Danihell, multi-instrumentista e compositor que já passou por bandas como Satanic Funeral, Tormento, Infernus Cadaveres e Rotting Corpse. Sempre apostando no Metal extremo, suas letras carregam temas como blasfêmia, trevas e afins.

    Siga a Vexatan:

    https://www.facebook.com/vexatanofficial

    https://www.instagram.com/vexatanofficial/

    Ouça os outros lançamentos no Spotify:

  • Banda goiana BLOWDRIVERS lança novo EP

    Banda goiana BLOWDRIVERS lança novo EP

    POR ASSESSORIA 

    A banda goiana Blowdrivers disponibilizou esta semana, nas plataformas de streaming, via Monstro Discos, seu novo EP. Waste of Time traz três músicas e marca o encerramento de uma formação da banda, com a saída do baterista Wendel Will, que esteve no grupo de 2019 até 2023.

    Com sete anos de história, a Blowdrivers vem se destacando na cena autoral de Goiânia com um som que mescla o rock clássico dos anos 70 com o funk rock dos 90 e pitadas de grunge e pós punk. A banda lançou seu disco de estreia (You Gonna Enjoy the Feeling) em 2018 e um EP (Cooking Something New) em 2020. Depois, apresentou ainda o single Looks Like Me (em 2021) e que trouxe um clipe estrelado por Marcos Jeeves, o Keanu Reeves brasileiro.

    Agora o quarteto apresenta essas três novas músicas. Pandora’s box, a faixa que abre o EP, é a mais melódica e foi inspirada nos conflitos internos que a grande maioria das pessoas tiveram durante a pandemia. A música trata das oscilações mentais que um ser humano pode ter em tempos de tensão e dos inimigos internos que cada um tem dentro de si mesmo.

    A segunda faixa, Sexy and Acid, trata de como a banda vinha lidando com sua própria trajetória e como quer lidar com o futuro. Tem riffs enérgicos e uma pegada caótica, com a alteração de dinâmicas que já é marca da banda. Já Who Pays the Show?, que fecha esse EP, é a música mais pesada produzida pela banda. Rápida e com influencias do punk, a faixa conta a história de quatro ladrões de banco que acordam de um sonho e descobrem que na verdade são uma banda de rock.

    Tensões, caos, energia e o sarcasmo e bom humor de sempre da Blowdrivers. Waste of Time é mais um trabalho de ponta de uma banda que cresce a cada dia na cena de Goiânia e vem ocupando importantes espaços nos principais palcos da cidade. Para ouvir, acesse:

    Spotify: https://open.spotify.com/intl-pt/album/5nTUqEYLMi9qD63F4W0y1G?si=BauOCsyDS6qlB4ktVTmvRA Amazon Music: 

    https://music.amazon.in/albums/B0CFYN93DD?marketplaceId=A21TJRUUN4KGV&musicTerritory=IN&ref=dm_sh_VuKrc2Ukgem0EhK9FvivK5grb Apple Music: https://music.apple.com/us/album/waste-of-time-single/1704703104 Deezer: https://deezer.page.link/vKt3hWSbvNwzK7Ap6