Categoria: Roadie News

  • SCARS: assista ao novo videoclipe da inédita “Armageddon”

    SCARS: assista ao novo videoclipe da inédita “Armageddon”

    A banda Scars lançou novo videoclipe para a faixa Armageddon“. A música marca em definitivo o retorno das atividades dos Thrashers paulistanos após a pausa em sua carreira. O último lançamento tinha sido o disco “DevilGod Alliance”, lançado em 2008.

    O clipe foi produzido pela própria banda, com direção do guitarrista Alex Zeraib e o vocalista Régis F., e mostra todos os atos que levaram Lúcifer a criar o inferno, uma clara continuação da saga inciada nos discos “Nether Hell” e “DevilGod Alliance”.

    A música foi gravada no estúdio LoudFactory, na zona sul de São Paulo, sob supervisão do renomado produtor Wagner Meirinho. Somente a bateria foi gravado no Orra Meu Estúdios.

    A faixa possui aquilo que todo fã de Thrash Metal espera de uma boa banda: riffs e solos pesados, rápidos e instigantes, bateria com levadas de 2 bumbos matadores, um baixo pesadíssimo e uma performance nunca antes vista do vocalista Régis F., com as linhas vocais mais agressivas já gravadas pelo mesmo.

    Veja aqui o clipe para Armageddon

    Para marcar esse lançamento será lançado uma tiragem especial de camisetas para o novo material, além de camisetas em homenagem aos 15 anos do disco “Nether Hell”,  pela True Metal Records & Distro.

    Maiores Informações:

    Youtubewww.youtube.com/channel/UCVxq9GLRKzsP5CnZ8GcEisw Instagramwww.instagram.com/scars.thrash Facebook: www.facebook.com/scars.thrash

    Assessoria de Imprensa:

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  • EVE DESIRE lança videoclipe de “Quantica”, com participação de Maurício Nogueira

    EVE DESIRE lança videoclipe de “Quantica”, com participação de Maurício Nogueira

    A banda Eve Desire lançou o videoclipe para seu novo single, intitulado “Quantica”, com a participação especial do guitarrista Maurício Nogueira (Matanza). Dirigido pelo Estúdio Fusão, o clipe conta com a direção de filmagem de Daniel Mazza, figurino e maquiagem por Josette Blanchard, e edição por Extremo & Orgânico.

    Produzido por Thiago Bianchi no Fusão Studios, em São Paulo, “Quantica” está disponível nas principais plataformas digitais (Spotify, Apple Music, Deezer e Google Play).

    Assista ao clipe “Quantica” a seguir:

    https://www.youtube.com/watch?v=zKip2wPgZtg

    Fundada pelo casal Arya e Wagner Cappia (vocalista e tecladista), a Eve Desire nasceu em 2012 como Nightwish Cover. Após realizar mais de 100 shows em um ano, decidiu partir para som autoral, lançando de forma independente a demo “Vitruvia” (2013). Após a publicação on line da faixa, o clipe foi lançado com exclusividade pela Rádio UOL, obtendo mais de 4 mil views em 24 horas.

    De volta ao estúdio para terminar o álbum, lança agora em 2018 o single “Quântica”, com participação deMaurício Nogueira (Matanza), e em 2019, seu primeiro álbum na íntegra, com nova versão de “Vitruvia” e muito heavy metal sinfônico, aliando a forte influência da música erudita ao power metal, com vocal predominantemente lírico e uma parede sonora de peso em perfeita combinação.

    Eve Desire é formada por Arya Medeiros (vocal), Wagner Cappia (teclados), Fábio Matos (guitarra), Paulo Lima (bateria) e Vinicius Ramadoni (baixo).

    Acompanhe a Eve Desire nas redes sociais: Site oficial: https://evedesire.com/ Facebook: https://www.facebook.com/EveDesire/ Instagram: https://www.instagram.com/evedesireband/ Youtube: https://bit.ly/2B7RMyh Spotify: https://spoti.fi/2SyZt7Y Assessoria de imprensa: Agência Beelyper www.beelyper.com
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  • L7 / SOUL ASYLUM / PIN UPS / DEB AND THE MENTALS – 02 de dezembro de 2018, São Paulo/SP

    L7 / SOUL ASYLUM / PIN UPS / DEB AND THE MENTALS – 02 de dezembro de 2018, São Paulo/SP

    Foram longos 25 anos de espera, mas, finalmente, as “tresloucadas” e joviais “senhoras” da L7 voltaram a tocar no Brasil. Na primeira e, até então, última vez que a banda americana de punk rock se apresentou por aqui – descontando a passagem de Donita Sparks (vocal e guitarra) há exatos dez anos, quando veio com seu grupo The Stellar Moments, junto da baterista Demetra “Dee” Plakas -, tocou para um público imenso no saudoso e grandioso festival “Hollywood Rock”. Naquela época, o L7 estava no auge, divulgando seu terceiro e mais bem sucedido álbum, Bricks Are Heavy (1992), ao mesmo tempo em que o movimento grunge se via na crista da onda, dominando a indústria musical e enlouquecendo a juventude. E se a notícia desse retorno do L7, com sua formação clássica, ou seja, Sparks, Plakas, Suzy Gardner (guitarra e vocal) e Jeniffer Finch (baixo e vocal), mexeu com a ansiedade dos fãs, imagina como ficaram os ânimos da turma de camisas flaneladas quando, em cima da hora, a produção confirmou como co-headliner o veterano Soul Asylum – outro que também já esteve por aqui (em duas oportunidades) -, que, assim como a L7, fez muito sucesso no Brasil em meados da década de 90.

    Duas atrações brasileiras foram escolhidas para aquecer o público. A primeira delas foi a Deb And The Mentals, banda que tem se destacado no undeground nacional. Atualmente, o grupo paulistano tem viajado bastante pelo Brasil, divulgando seu álbum Mess, que foi lançado no ano passado. O disco foi amplamente explorado no show e quem não conhecia a sonoridade da Deb And The Mentals se deparou com uma junção de rock alternativo, punk rock e até pitadas de new wave. Capitaneada pela carismática vocalista Deb Babilônia, que se destacou com uma boa performance, a banda não deixou de fora do set as suas duas músicas mais conhecidas, carros-chefes de Mess, lançadas como videoclipes promocionais: a própria Mess e Alive. Take it Away e Feel the Mantra também foram incluídas no repertório e representaram o EP Feel the Mantra, de 2015. Outro que chamou a atenção foi o baterista Giuliano “GG” Di Martino, que mostrou ‘punch’ e um estilo funcional para o estilo da banda. A Deb And The Mentals passou seu recado com competência, mesmo o som não estando num volume tão bem regulado – ficou baixo também nos shows das duas bandas seguintes.

    Mais conhecido do público (especialmente pelos mais veteranos que frequentaram a noite paulistana nos idos dos anos 80 e 90), a segunda atração nacional foi o Pin Ups. Hoje formado pelo guitarrista fundador Zé Antônio Algodoal, a vocalista e baixista de longa data da banda Alê Briganti – convidada especial no debut da Deb And The Mentals, Mess -, Flávio Cavichioli (bateria) e o estreante Adriano Cintra (guitarra / ex-Cansei De Ser Sexy), o grupo está completando 30 anos de carreira. Ou seja, antes mesmo de o rock alternativo internacional estourar por aqui, o Pin Ups já estava na estrada, correndo os palcos e se tornando precursor desse estilo e também do indie rock. Com muita energia e distorção, o quarteto deu início com a nova Separate Ways, que fará parte de seu novo álbum (primeiro em vinte anos), que deverá ser lançado no início de 2019. Na sequência, foi mandando uma música atrás da outra, sendo que algumas mostravam referências que remetiam à nomes como MC5, Velvet Underground e Stooges. De modo geral, o Pin Ups deu ênfase no repertório à dois de seus álbuns, Scrabby (1993) e Jodie Foster (1995), e também ao EP Bruce Lee (1999). No entanto, a banda mandou também First Time, música composta para o documentário “Guitar Days”. O número final satisfez a alegria dos fãs de My Bloody Valentine: um cover para You Made Me Realise.

    Poucos minutos depois, o público, que naquela altura marcava presença em grande número, ficou eufórico ao ouvir a introdução mecânica que começou a rolar. Era o prenúncio da entrada do aguardado Soul Asylum, que surgiu tocando a agitada 99%, de seu álbum de maior sucesso, o triplo-platinado Grave Dancers Union (1992). Curiosamente, o grupo americano de Mineápolis não incluiu no repertório músicas de seu mais recente álbum, Change of Fortune (2016). Assim sendo, exceto por Watcha Need, do antepenúltimo material The Silver Lining (2006), o fundador Dave Pirner (vocalista e guitarrista) e seus asseclas Ryan Smith (guitarra), Winston Roye (baixista da Broadway) e o ex-baterista dos saudosos cantores Prince e David Bowie, Michael Bland, só tocaram velharias dos anos 80 e, principalmente, dos 90. A primeira a inflamar a plateia foi o hit Mysery, do também bem sucedido álbum Let Your Dim Light Shine (1995). Foi estranho ver o Soul Asylum tocando com o ‘backdrop’ do L7 aparecendo ao fundo. Já que era co-headliner, o grupo poderia ter trazido o seu próprio pano de fundo.

    Vale lembrar (ou informar) que o Soul Asylum surgiu bem antes da explosão do grunge e do rock alternativo, tendo sido fundado em 1981. Então, foi bacana os músicos terem tocado duas músicas bem antigas, do terceiro álbum While You Were Out (1986), no caso, Freaks e Closer to the Stars. Engraçado que, por mais que o Soul Asylum não tenha nada a ver com a cena glam rock americana, sua sonoridade ao vivo tem um quê de Enuff Z’ Nuff, banda que não é familiar para o público grunge. No entanto, caso você conheça o EzN e concorda com minha comparação, não descartará, portanto, referências de Beatles no som do Asylum. Voltando ao show, mostrando simpatia Pirner e Ryan conversaram entre eles no decorrer de Watcha Need – única a ser tocada do álbum And the Horse They Rode in on (1990) – e rasgaram elogios aos brasileiros.

    O ponto alto dessa apresentação aconteceu quando o Soul Asylum mandou uma trinca formidável de Grave Dancers Union, onde arrancou aplausos e mais aplausos e foi acompanhado em alto e bom com as contagiantes Black Gold e Somebody to Shove e com seu emocional hino Runaway Train, que, claro, era a mais música aguardada do repertório. Durante a execução desse mega hit, as luzes dos celulares da plateia formaram um espetáculo à parte. Em pouco mais de uma hora, o Soul Asylum superou as expectativas e fez um show agradável de se assistir. Semanas depois de abrir para o L7 na Tropical, o Soul Asylum fez uma aparição no talk show The Noite, do SBT, onde concedeu uma divertida entrevista para o apresentador e humorista Danilo Gentili, além de dar uma “canja” ao final do programa, tocando Runaway Train em versão acústica, sem a presença de Michael Bland.

    Cada minuto dos próximos vinte e cinco seguintes parecia representar cada ano de espera que os fãs brasileiros tiveram de esperar para reencontrar (ou ver pela primeira vez) as integrantes do L7. E assim que surgiu no palco, a banda de Los Angeles (EUA), que retomou atividades em 2014, foi ovacionada à exaustão pelo público que lotou a Tropical Butantã. Animada, Jennifer Finch entrou empunhando uma filmadora, gravando a reação do público. Assim que tomaram suas posições no palco e assumiram seus respectivos instrumentos, as quatro integrantes retribuíram o carinho dos fãs, detonando com uma sequência avassaladora constituída de Deathwish, Andres, Everglade e Monster. Foi um início de show explosivo, com todos cantando cada música à plenos pulmões. De cara, ficou explícito que os anos podem até ter passado, mas ao vivo Finch, Donita Sparks, Suzy Gardner e Dee Plakas não perderam a energia. Parecem as mesmas jovens que eram quando detonaram em 1993 nos palcos do estádio do Morumbi e da Praça da Apoteose – para muitos, foi a banda que fez o melhor show daquele “Hollywood Rock”. Gardner tocando ainda é um pouco mais discreta que suas parceiras; Plakas continua fazendo o simples na batera e mantendo uma pegada forte; Já Finch era a que estava tendo a performance mais insana, agitando o tempo todo, se comunicando tanto quanto Sparks, movimentando-se bastante, se jogando no chão e até andando em círculos com seu baixo; Por sua vez, Sparks estava tão visceral, que em alguns momentos caiu, gargalhou e foi ajudada por um dos roadies a se recompor.

    No repertório, ficaram de fora apenas músicas do homônimo primeiro álbum, datado de 1988. No mais, todos os outros seis de estúdio da banda foram bem representados. Assim, o L7 seguiu enlouquecendo seus fãs na primeira parte do show com Shove e (Right On) Thru de Smell the Magic (1990), Scrap (com direito a coreografia de Sparks e Finch), a cadenciada One More Thing (na qual Finch apresentou toda a banda), Slide e Shitlist de Bricks Are Heavy, Fuel My Fire e Freak Magnet de Hungry For Stink (1994), a arrastada Must Have More e Drama de The Beauty Process: Triple Platinum (1997) e Crackpot Baby, do ultimo álbum, Slap-Happy, que foi lançado há longos dezenove anos. Para surpresa geral, foram apresentadas duas músicas novas, I Came Back to Bitch e a sarcástica Dispatch From Mar-a-Lago, com letra que dispara contra o atual presidente americano Donald Trump, político odiado pela banda. Vale dizer que uma das coisas mais legais do L7 é o fato de que as três integrantes da linha de frente cantam e assumem o papel de vocalista principal, cada uma com suas respectivas músicas – isso quando não estão fazendo duo, o que também soa bem legal pra banda, ou quando Plakas não está colaborando nos backing vocals. Era curioso notar que Gardner ainda estava usando a mesma guitarra com a qual tocou no “Hollywood Rock” em 1993.

    Quanto à qualidade de som, na apresentação do L7 estava melhor e bem mais alta do que nos shows das bandas de abertura. Para o bis, o quarteto retornou com o cover de Eddie & The Subtitles para American Society. Já quase no fim, a histeria foi geral quando o grupo tocou sua música de maior sucesso no Brasil: Pretend We’re Dead. Na época em que o L7 estourou por aqui, Pretend… foi muito executada pelas rádios especializadas e teve seu videoclipe exibido incontáveis vezes na MTV brasileira. Para fechar a tampa do caixão antes de partir para Porto Alegre (RS), Sparks, Gardner, Finch e Plakas tocaram Fast and Frightening, do álbum Smell the Magic. Pena que a banda não tenha tocado Off the Wagon e I Need (ambas de The Beauty Process: Triple Platinum), que foram tocadas em todos os outros quatro shows da turnê brasileira – Rio de Janeiro, Porto Alegre (RS), Curitiba (PR) e Belo Horizonte (MG – exceto I Need). Como fã, senti falta também de outras como Diet Pill, Wargasm, Broomstick e Lorenza, Giada, Alessandra. Mas em nenhum momento isso apaga o que foi esse show do L7, nem mesmo a emoção de ter visto o grupo voltar a pisar no Brasil após tantos e tantos anos. A atitude Riot Grrrl e o crossover de punk, rock alternativo e metal ainda simbolizam essa que já foi chamada de “Ramones de saia, cabelos coloridos e maquiagem”.

    Não exagero ao dizer que o L7 fez um dos melhores shows que assisti em São Paulo em 2018 – e olha que não foram poucos! Para 2019, a banda promete o tão aguardado novo álbum. Que assim seja, e que o L7 volte ao país no próximo ano para divulgá-lo, afinal, ninguém merece esperar tanto tempo pelo retorno de uma banda. Fãs de Van Halen entendem o que quero dizer…

  • RAMMSTEIN: Novo álbum deve ser lançado em abril de 2019

    RAMMSTEIN: Novo álbum deve ser lançado em abril de 2019

    A banda alemã RAMMSTEIN pretende lançar seu aguardado novo álbum em abril de 2019. O sucessor de Liebe Ist Für Alle Da, de 2009, está sendo mixado em um estúdio em Los Angeles com Rich Costey, um produtor americano que anteriormente trabalhou com MUSE, RAGE AGAINST THE MACHINE e FRANZ FERDINAND, entre outros.

    O guitarrista do RAMMSTEIN, Richard Z. Kruspe falou com o ‘Heavy Consequence’ sobre o próximo disco da banda, enquanto promovia A Million Degrees, o terceiro trabalho do seu projeto paralelo EMIGRATE.

    “Tudo com o RAMMSTEIN leva uma eternidade, porque há seis pessoas, mais um engenheiro e um produtor, e todos nós temos opiniões sobre isso”, disse ele. “Está indo muito devagar, e isso consome muito tempo, às vezes é frustrante. Eventualmente, Eu acho que vai ser um álbum que tem um certo tipo de potencial que o RAMMSTEIN ainda não alcançou. Para mim, uma das razões para voltar a fazer discos com o RAMMSTEIN foi equilibrar a popularidade da banda como uma banda ao vivo. Com o RAMMSTEIN, as pessoas tendem a falar sobre o fogo e todas as coisas ao vivo. Eu pensei, ‘Eu não quero ser outro KISS‘, onde as pessoas falam sobre maquiagem e coisas assim e ninguém fala sobre a música.”

    Em relação à direção musical do novo material do RAMMSTEIN, Kruspe disse: “Eu queria fazer um disco que se destacasse ainda mais do que os nossos discos antigos, e eu acho que quando ouço o [novo] disco, é como o RAMMSTEIN 3D, se eu puder resumi-lo. Ficamos felizes em trabalhar com meu bom amigo Olsen Involtini, que também trabalhou nos registros do EMIGRATE. Ele é um grande amigo meu, e trouxe certos tipos de harmonias de que eu gosto para o mundo do RAMMSTEIN“.

    Quanto a quando os fãs podem esperar ouvir o novo álbum do RAMMSTEIN, Kruspe disse: “Estamos terminando as últimas mixagens, e vai sair provavelmente em abril de 2019”.

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  • CHILDREN OF BODOM: Vídeo ‘Playthrough’ de “Under Grass And Clover”

    CHILDREN OF BODOM: Vídeo ‘Playthrough’ de “Under Grass And Clover”

    Um vídeo para o novo single do CHILDREN OF BODOM, Under Grass And Clover, pode ser visto abaixo. No clipe, o guitarrista / vocalista Alexi Laiho toca a música – o primeiro single do décimo álbum da banda, Hexed – na íntegra.

    “Como guitarrista, essa música é muito divertida de tocar – desde as melodias baseadas em arpejos, aos riffs thrash, até o solo mesclado com Janne [Wirman, o tecladista da banda]”, Laiho disse ao Guitar World, que publicou o vídeo. “É otimista, cativante, curta e doce – COB old-school até os ossos. Mal posso esperar para tocá-la ao vivo!”

    Sobre o novo álbum, Alexi comentou anteriormente: “As pessoas tem dito que esse álbum é mais cativante. Então comecei a pensar sobre isso; talvez a estrutura da música seja mais fácil de entender quando ouvimos. Mas há alguma coisa louca lá – algo quase progressivo ou pelo menos técnico. Há certas melodias em todo o álbum que poderiam ter vindo de canções de jazz, embora elas sejam completamente metal com a gente, é claro. [Risos]”

    “Para mim, sempre foi muito difícil descrever nossa nova música”, comenta o baixista Henkka Seppälä (também conhecido como Henkka T. Blacksmith). “De certa forma, sempre me parece familiar, mas o material novo também sempre me surpreende. Aqui temos algo que é muito BODOM, mas que, de alguma forma, nós não fizemos esse tipo de coisa, possivelmente nunca antes. Então, novamente, alguém disse que há uma ‘vibe’ um pouco semelhante àquela que Follow The Reaper teve. Eu não sei. De qualquer forma, nós tivemos muita dificuldade em escolher as músicas para os vídeos. Eu acho que este é um problema positivo de ter”.

    Hexed levou o CHILDREN OF BODOM de volta ao Danger Johnny Studios da Finlândia, onde a banda se reuniu com Mikko Karmila (I Worship Chaos, Halo Of Blood, Hatebreeder, Follow The Reaper e Hate Crew Deathroll) que gravou tudo exceto os teclados, e também produziu o álbum com a banda. Janne Wirman gravou os teclados no Beyond Abilities Studios. O álbum foi mixado e masterizado no Finnvox Studios em Helsinki, Finlândia.

    Para este álbum, a banda recrutou Deins Forkas para criar a capa do álbum. Henkka comentou: “Por alguns anos eu quis experimentar uma abordagem diferente com a arte da capa. Estamos tão acostumados com a arte digital, então é muito difícil fazer outra coisa. Fazer isso completamente com um computador é um pouco seguro e conveniente demais. Esta vez todos nós concordamos em tentar voltar à velha escola. Encontramos este cara e demos para ele algumas instruções simples – a capa tem que ser roxa e o ceifeiro tem que ser central. Meio ano depois, nós recebemos o seu trabalho, e com pequenos ajustes, agora temos a capa de Hexed. É muito diferente do que estamos acostumados, até mesmo o Reaper parece diferente, mas ao mesmo tempo muito assustador”.

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  • Kurdt Vanderhoof (METAL CHURCH) fala sobre o GRETA VAN FLEET

    Kurdt Vanderhoof (METAL CHURCH) fala sobre o GRETA VAN FLEET

    O guitarrista do METAL CHURCH, Kurdt Vanderhoof, elogiou o GRETA VAN FLEET, dizendo que o grupo de Michigan tem “as influências certas” e não depende de faixas de apoio para tocar sua música.

    Apesar do fato de que o GRETA VAN FLEET conseguiu vender shows em todo o mundo, o quarteto foi criticado por canalizar um som parecido com o LED ZEPPELIN, com alguns fãs e críticos de música acusando o vocalista Josh Kiszka de fazer uma cópia do estilo vocal de  Robert Plant.

    Perguntado pelo sueco ‘RockSverige’ por sua opinião sobre o GRETA VAN FLEET, Kurdt disse: “Eu acho maravilhoso. É claro que eles soam muito como o LED ZEPPELIN, e as pessoas ficam meio que, você sabe … o plágio é um fator, mas ao mesmo tempo, eu penso, ‘bem, pelo menos eles estão tocando e pelo menos eles têm as influências certas, e estão sendo uma banda de rock’, eles se parecem com uma banda de rock e eles estão fazendo algo. E obviamente eles mergulharam na coleção de discos dos pais, ouviram e descobriram: se você der uma chance às crianças, elas vão descobrir, porque há uma geração de garotos que estão indo para lá, ‘Onde estão os astros do rock? Nós não queremos ouvir Eminem reclamando sobre Trump. Onde estão as nossas melhores estrelas do rock?’. Eles não os têm, então eles têm que superar isso e descobrir por si mesmos, e eles estão fazendo isso”.

    De acordo com Vanderhoof, o sucesso do GRETA VAN FLEET “é um bom sinal de que se as pessoas realmente fizerem isso… se você construir, elas virão. É óbvio”, disse ele. “É orgânico. Mesmo hoje em dia, e mesmo quando [o som] parece antigo e eles acham que isso não é divertido ou legal e … Rock and roll é rock and roll, e as pessoas gostam de rock and roll por causa do que significa e o pelo que ele deveria ser”.

    No início do mês, o GRETA VAN FLEET teve quatro indicações ao Grammy Award, uma para cada categoria principal de rock – “Melhor Álbum de Rock”, “Melhor Canção Rock”, “Melhor Performance Rock” e “Melhor Novo Artista”.

    O álbum de estreia da banda, Anthem Of The Peaceful Army, estreou em terceiro lugar na Billboard 200, em julho.

    O décimo segundo álbum de estúdio do METAL CHURCH, Damned If You Do, foi lançado em 7 de dezembro pela Rat Pak Records. O disco mais recente é o sucessor de XI, de 2016, que contou com a volta do lendário vocalista Mike Howe.

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  • ARMORED DAWN lança clipe para “Beware of the Dragon” nos cinemas de todo Brasil

    ARMORED DAWN lança clipe para “Beware of the Dragon” nos cinemas de todo Brasil

    A banda Armored Dawn acaba de lançar o clipe de “Beware of the Dragon”, faixa do mais recente trabalho, Barbarians in Black. Assista no link www.youtube.com/watch?v=wYVnIVWF1gg. O vídeo, gravado em uma gruta na cidade de Socorro, interior de São Paulo, conta a jornada de dois jovens guerreiros. Um dos meninos é cego e ao receber o amuleto do Dragão se transforma em uma poderosa criatura com extraordinária visão. Ao receber a marca do zumbi, o segundo garoto torna-se um Viking Zombie com agilidade inigualável e o poder da imortalidade. Com direção de Leo Liberti (Angra, Megadeth, entre outros), da Liberta Films Group, o clipe apresenta ao público a batalha dessas duas poderosas forças em cenas repletas de lutas e muita ação. Com o clipe, que será exibido nos trailers do filme Aquaman em salas de cinema de todo o país, o viking metal do Armored Dawn vai, além dos amantes do melhor do heavy metal, conquistar os fãs  de filmes de ação e do universo geek. Sobre a Armored Dawn Formada por Eduardo Parras (vocal), Tiago de Moura (guitarra), Timo Kaarkoski (guitarra), Fernando Giovannetti (baixo), Rafael Agostino (teclados) e Rodrigo Oliveira (bateria), a Armored Dawn lançou seu segundo álbum, Barbarians in Black, em fevereiro de 2018. Produzido pelo renomado Kato Khandwala (Blondie, Paramore, Papa Roach, My Chemical Romance) e Bruno Agra (We Are Harlot, Aquaria, Aranda), o álbum – considerado um dos melhores do ano pela imprensa especializada – foi lançado em todo o mundo pelo selo AFM Records. A mixagem e masterização da coleção de brilhantes composições com melodias cativantes e guitarras pesadas ficaram a cargo de Sebastian “Seeb” Levermann (Ordem Ogan, Rhapsody of Fire). A Armored Dawn, que recentemente excursionou pela Europa ao lado da banda HammerFall, está em estúdio preparando um novo trabalho. Ficha técnica “Beware of the Dragon” Produção: Liberta Films Group Direção e edição: Leo Liberti Produção geral: Daniel Cordó Coordenação de produção set e movi: Renan Pacheco Produtores set: Marcos Voma e Rodrigo Fontes Coordenação de dublê: Action Kung Fu Som: Theo Vieira Atores de ação: Gutemberg Lins e Eric Rubin Atores: Matheus Parrillo, Lucas Parrillo, Grazi Modena, Yasmin Carvalho e Gian Fernandes Animação 3D (Dragão): Catfish Animation Stutio Italy Figurinos femininos: Sweet Sam Agradecimentos: Vera Lúcia Ferreira e Verson Souto

    Mais informações: www.armoreddawn.com/ www.facebook.com/ArmoredDawn/ www.instagram.com/armoreddawn/ www.youtube.com/armoreddawn

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  • WHITECHAPEL lança novo single, “Black Bear”

    WHITECHAPEL lança novo single, “Black Bear”

    Em 29 de março, o WHITECHAPEL lançará seu sétimo álbum completo, The Valley, pela Metal Blade Records. O mais novo single do disco, Black Bear, pode ser conferido abaixo.

    Produzido mais uma vez por Mark Lewis (CANNIBAL CORPSE, THE BLACK DAHLIA MURDER) e apresentando arte de capa de Branca Studio, o título The Valley é uma referência para a parte de Hardin Valley (a oeste de Knoxville) onde o vocalista Phil Bozeman cresceu. Tendo como pano de fundo este cenário, ele aborda seu assunto com firmeza, baseando-se em tudo o que veio antes, deixando claro que ele sobreviveu ao que foi obrigado a suportar e não tem medo de enfrentá-lo.

    Phil tem sido sincero em suas letras desde o passado, sobre as dificuldades que sofreu em sua vida quando criança, e acredito que com este disco tentamos pintar uma imagem melhor disso”, diz o guitarrista Alex Wade, que ao lado de seus companheiros de banda, apoia cem por cento tudo o que seu vocalista tem a dizer. “Eu sinto que a nossa música é a libertação de Phil do seu passado, sendo capaz de falar sobre isso, e espero que qualquer um que a ouça r que tenha passado por experiências semelhantes possa encontrar alguma liberdade nela também.”

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  • Frank Bello afasta aposentaria do ANTHRAX: “Estamos mais famintos do que nunca”

    Frank Bello afasta aposentaria do ANTHRAX: “Estamos mais famintos do que nunca”

    Em uma nova entrevista ao sueco ‘RockSverige’, o baixista do ANTHRAX, Frank Bello, foi perguntado se ele consegue ver sua banda tocando por outra década ou mais, especialmente após o SLAYER ter anunciado sua aposentadoria no começo do ano. Ele respondeu: “Bem, em primeiro lugar, eu espero que sim, e eu não penso muito sobre isso. A reação que o ANTHRAX teve nos dois últimos discos, acho que estamos em um bom momento, compondo, e eu acho que estamos em um bom momento com pessoas vindo aos nossos shows, e nossa base de fãs está crescendo. É algo realmente positivo para o ANTHRAX. Deixe-me dizer uma coisa, na banda ANTHRAX, nós estamos mais famintos agora do que nunca! Nós teremos uma sessão de composição em janeiro, e mal posso esperar para entrar no estúdio e começar a escrever músicas pesadas com esses caras. Estou ansioso para chegar na próxima página”.

    Perguntado se houve um momento em que ele sentiu vontade de se afastar de tudo, Bello disse: “Eu sempre quis tocar música. Eu me lembro de quando a era grunge aconteceu nos anos 90, e essa foi uma época difícil. Para o metal, vamos encarar, foi um período difícil. E esses foram os tempos difíceis, mas ao mesmo tempo, eu mal podia esperar para tocar, então não acho que tenha havido uma época em que eu não quisesse tocar. Eu gosto da experiência de me conectar com as pessoas através da música, é por isso que estou aqui, preciso dessa energia”.

    O álbum mais recente do ANTHRAX, For All Kings, foi lançado em fevereiro de 2016. Sua chegada ocorreu após um período de cinco anos durante o qual a banda experimentou um renascimento, começando com a inclusão do ANTHRAX na turnê Big Four, de 2010, com o METALLICA, SLAYER e MEGADETH, e continuando com o lançamento de 2011 do álbum Worship Music.

    ALTITUDES & ATTITUDE, o projeto com Bello e o baixista do MEGADETH, David Ellefson, lançará seu primeiro álbum, Get It Out, em 18 de janeiro de 2019, via Megaforce. O sucessor do EP autointitulado do ALTITUDES & ATTITUDE, de 2014, foi mais uma vez produzido por Jay Ruston (ANTHRAX, STEEL PANTHER, STONE SOUR), com Jeff Friedl (A PERFECT CIRCLE, ASHES DIVIDE).

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  • CANDLEMASS divulga nova música, “The Omega Circle”

    CANDLEMASS divulga nova música, “The Omega Circle”

    Uma nova música do CANDLEMASS, intitulada The Omega Circle, pode ser conferida abaixo. A faixa é tirada do 12º álbum da banda, The Door To Doom, que será lançado em 22 de fevereiro de 2019 pela Napalm Records. O disco, sem surpresa, segue o enredo estabelecido pelo mentor, compositor e baixista Leif Edling nas últimas décadas: doom metal épico, de alta classe, e fortemente alicerçado em riffs lentos e gordurosos.

    The Door To Doom traz o retorno do vocalista Johan Längqvist, que recentemente substituiu o vocalista do CANDLEMASS dos últimos seis anos, Mats Levén. Também aparece no disco ninguém menos que Tony Iommi, do BLACK SABBATH, que contribui com um solo para Astorolus – The Great Octopus.

    Iommi comentou: “O CANDLEMASS é uma grande força no heavy rock escandinavo, e sempre reconheceu a influência que tínhamos em suas músicas. Eles perguntaram se eu contribuiria para uma faixa que soava muito boa, então pensei: ‘Por que não?’”

    Edling acrescentou: “Nos sentimos muito honrados que Tony Iommi disse sim para tocar o solo de Astorolus. A música foi enviada, e surpreendentemente, o mestre concordou em deixar sua poderosa SG cantar na faixa! Para mim, pessoalmente, este é um sonho que se tornou realidade. Tony Iommi sempre foi meu herói e guia quando se trata de música pesada, então ouvir que ele gosta da música e também gostaria de tocá-la, me deu calafrios na espinha! Ainda estou em choque! Tony Iommi é e sempre será Deus!”

    Längqvist cantou no álbum de estreia do CANDLEMASS, Epicus Doomicus Metallicus, de 1986, antes de sair do grupo e ser substituído por Messiah Marcolin.

    O álbum mais recente do CANDLEMASS, Psalms For The Dead, saiu em 2012 pela Napalm Records. Foi o último álbum do CANDLEMASS gravado com o vocalista Robert Lowe, que deixou a banda poucos dias antes de seu lançamento.

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