O grupo Kamala liberou o áudio de “Believe”, faixa de seu novo álbum Eyes Of Creation – confira:
Categoria: Roadie News
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LIGHT THE TORCH revela detalhes do novo álbum e libera clipe

Foto: Divulgação O grupo Light The Torch (antes conhecido como Devil You Know) revelou detalhes de seu novo álbum. Intitulado Revival, o registro será lançado no dia 30 de março via Nuclear Blast.
Um das faixas do disco, “Die Alone”, ganhou um vídeo oficial que pode ser conferido mais abaixo.
A arte de capa ficou a cargo do designer Artusato. Tracklist de Revival:
Die Alone The God I Deserve Calm Before the Storm Raise the Dead The Safety of Disbelief Virus The Great Divide The Bitter End Lost in the Fire The Sound of Violence Pull My Heart Out Judas Convention Informações: www.nuclearblast.de/lightthetorch www.facebook.com/lightthetorchofficial -

DIABLO MOTOR lança clipe do 2º disco

Foto: Divulgação Seis anos depois do lançamento de seu primeiro disco, a Diablo Motor prepara um novo trabalho e antecipa o que vem por aí com o clipe de Ultimato, dirigido por Rafael Reynaux e já está disponível no YouTube.
O vídeo apresenta a nova formação da banda pernambucana e dá ideia de como será Inflama, o álbum que está prestes a sair pela Monstro Discos, de Goiânia. Assim como na estreia, em 2012, a banda trabalhou com o produtor gaúcho Iuri Freiberger, que já gravou artistas como Frank Jorge, Walverdes, MQN, Violins, Cabaret, Tom Bloch e muitos outros.
O Diablo Motor caminha no ombro de gigantes como Led Zeppelin, Black Sabbath e Kiss, mas sem aquela abordagem artificial de uma banda retrô que tenta encapsular estilos musicais numa bolha à prova do tempo. Traduzindo, o Diablo Motor não quer viver o pastiche metido a cool de ser uma banda vintage. Eles apenas são o que são, constituídos pela melhor tradição do “rock pauleira” – se você tem mais de 30, sabe o que queremos dizer.
Para conferir o novo clipe da Diablo Motor, acesse: https://youtu.be/VBYQM2hDw18 -

DEF LEPPARD: Joe Elliott mergulha no passado e revela o papel do Thin Lizzy em sua música
São quase quarenta anos de carreira, vários discos lançados, milhares de cópias vendidas e uma quantidade de shows de causar inveja. O sucesso mundial, os hits em profusão e todas as circunstâncias que cercam esses 40 anos no protagonismo do rock não foram suficientes para fazer com que o vocalista e líder do Def Leppard, Joe Elliott, esquecesse os primeiros dias e as primeiras apresentações de sua banda. “Eu me lembro muito bem”, comentou durante uma entrevista recente com o iHeartRadio: “quer dizer, acho que tem algo errado com alguém que já esqueceu seu primeiro show. Era junho de 1978. Nós só estávamos juntos… nós quatro nos juntamos, tipo, em agosto. Nós não fizemos nada até o final de setembro ou outubro, porque não tínhamos nenhum lugar para tocar ou qualquer tipo de equipamento. Era apenas a ideia de estar em uma banda. Éramos quatro, e então Steve [Clark] se juntou e então nos tornamos um quinteto. Ensaiamos, ensaiamos e ensaiamos, e saímos de férias durante o verão de 78, e Steve Clark ficou bêbado e disse: ‘Estou saindo, a menos que façamos um show’, porque ele estava cansado de ensaiar. Ensaiavamos cinco, seis dias por semana, aparentemente, tanto quanto possível, sem parar. Nós só queríamos melhorar, ele só queria tocar ao vivo. O compromisso foi: ‘Tudo bem, vamos fazer um show.’“Um amigo nosso basicamente organizou esse show na nossa escola”, continuou Joe. “Estávamos muito nervosos. Tiramos o bumbo do estojo e enchemos ele com cerveja para contrabandeá-lo e tomamos algumas latas antes de continuar. Então nós fomos para o palco e Steve fez aquela pose fantástica – fez o moinho de vento para o acorde de abertura, e esqueceu de ligar o seu amplificador, então foi um completo silêncio. Foi ótimo, tocamos e cantamos bem. Lembro-me que foi como um ensaio glorificado, de verdade. Havia um grupo de garotos sentados à direita, do lado de fora do perímetro do ginásio, não se aproximavam de nós, para eles nós éramos, tipo, de Marte. Não gostaram da música, porque eles provavelmente eram todos os fãs da discoteca. Mas eles toleraram isso, por algum motivo estranho, e então, quando saímos e voltamos para a sala de aula, ouvimos isso, algo como um ‘mais, mais’ e aplausos. Nós pensamos: ‘Eles querem outra?’ Nós voltamos, e tocamos o único cover que fizemos para a noite, pois tinhamos acabado de tocar 45 minutos de material original. Nós tocamos uma música chamada Jailbreak do THIN LIZZY, e eles ficaram malucos. Percebemos que eles eram fãs de rock, que eles simplesmente não conheciam a nossa música. Então nós percebemos, ‘Ok, precisamos escrever mais músicas como esta’. Esse tipo de empurrão nos levou para essa direção mais comercial, penso, ou pelo menos foi um fator contribuinte”.
Confira a entrevista completa:
https://www.youtube.com/watch?v=jEC5lry3GHs






