A lenda do death metal polonês Vader, que se apresentará no dia 19 de maio no Manifesto Bar, em São Paulo, abriu as vendas do meet & greet, válido para 20 pessoas que têm ingresso ou que pretendem adquiri-lo através do site da Ticket Brasil (https://goo.gl/UvjdtM). Desde que apareceu no cenário com “The Ultimate Incantation” (1992), o grupo polonês Vader passou de revelação para referência no death metal. Atualmente, o fundador e o vocalista Piotr “Peter” Wiwczarek, acompanhado por Marek “Spider” Pająk (guitarra), Tomasz “Hal” Halicki (baixo) e James Stewart (bateria) divulgam não só faixas recentes do álbum “The Empire” (2016). O repertório do show “The Ultimate Incantation – 25 Years of Chaos”, que ocorrerá no dia 19 de maio no Manifesto Bar, em São Paulo, contemplará clássicos de toda a discografia. “Acredito que a melhor promoção é convidar alguém para nos ver ao vivo. Lá você ouve uma mistura de músicas de todas as décadas. É o melhor convite para conhecer o nosso império!”, declarou Peter em entrevista à revista Roadie Crew. O mais recente lançamento é a coletânea “Dark Age” (2017), que traz a regravação de faixas do debut, “The Ultimate Incantation”. Faixas como “Testimony”, One Step to Salvation”, “Demon’s Wind” and “Breath Of Centuries” foram registradas em novembro do ano passado, enquanto “Dark Age”, “Vicious Circle”, “The Crucified Ones”, “Final Massacre”, “Chaos” e “Reign-Carrion”, gravadas nas sessões para “XXV” (2008), foram remixadas e remasterizadas, algumas com novos vocais de Peter. Além do death metal, seja a vertente clássica ou a mais brutal, o Vader também caminha pelos lados do metal tradicional, speed e thrash. “Somos fãs de heavy metal e começamos com bandas como Black Sabbath, Judas Priest, Saxon, Accept etc.”, afirmou Peter, que estará pela sexta vez tocando para os fãs brasileiros. A abertura do evento ficará a cargo do Venomous, formado por Tigas Pereira (vocal), Guilherme Calegari e Ivan Landgraf (guitarras), Alexandre Bonal (baixo) e Lucas Prado (bateria). O grupo paulistano se prepara para lançar “Defiant”, seu álbum de estreia. “O Vader, embora seja uma lenda do death metal, começou fazendo heavy metal tradicional e faz um som com versatilidade e técnica”, observou o guitarrista Ivan Landgraf. Entre as faixas do álbum de estreia está “A New Beginning”, que foi o primeiro videoclipe. “Ela marcou o início do desenvolvimento de nossa sonoridade, combinando o peso dos timbres com a variação de ambientes e ritmos”, explicou o guitarrista Guilherme Calegari. “Nela, abordamos como nossos apegos materiais nos desviam de sentimentos humanitários, nos levando a viver vidas vazias e cheia de ressentimentos. Porém, ainda existe esperança de mudarmos esse desastroso futuro se apenas nos permitirmos ser nós mesmos, acreditando em nossos sonhos e nas outras pessoas.” Vader em São Paulo: Abertura: Venomous Data: 19 de maio (sábado) Horário: 18h Local: Manifesto Bar Endereço: rua Iguatemi, 36, no bairro do Itaim Bibi, em São Paulo/SP Ingressos: R$ 90 (pista promo) Meet & Greet: R$ 90,00 (para 20 pessoas que tiverem adquirido o ingresso) Venda online na Ticket Brasil: https://goo.gl/UvjdtM Fone: (11) 3168-9595 | WhatsApp (11) 94747-5883 Cartões: Visa, Mastercard, Elo, American Express e Dinners Débito: Visa Electron, Maestro, Rede Shop Censura: 16 anos Acesso a deficientes / ar condicionado Wi-fi: a casa possui acesso a internet sem fio Serviço de Vallet: R$ 20,00 E-mail: [email protected] Site: www.manifestobar.com.br
Edições avulsas, assinatura física e digital. Conheça a nossa Roadie Crew Shop – acesse https://roadiecrew.com/roadie-shopCategoria: Roadie News
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CORROSION OF CONFORMITY: Quarteto norte-americano se apresenta em SP no sábado
A veterana banda de Crossover/Sludge/Southern Metal, Corrosion Of Conformity (ou simplesmente C.O.C.) desembarca no Brasil nessa semana, onde fazem dois shows; São Paulo, no dia 12/05, no Vic Club, e no Rio de Janeiro no dia 13/05, no Teatro Odisseia. Os shows fazem parte da turnê que a banda fará pela América Latina, com shows na Argentina, Chile e México.
Em SP haverá abertura das bandas Uganga e Axes Connection.
O C.O.C. está divulgando seu último trabalho, o excelente “No Cross No Crown”, que acaba de ser lançado, e tem tido uma repercussão muito positiva.
O guitarrista – e também vocalista – Woody Weatherman gravou um vídeo, onde convida os fãs para os shows. Assista:
https://www.facebook.com/SolidMusicEntertainment/videos/2015732988455140/
Siga a página do show de SP no Facebook:
https://www.facebook.com/events/186410615419994/
Na sexta a banda participa de um evento onde haverá uma sessão e autógrafos na Woodstock Discos (R. Dr. Falcão Filho, 157, Metrô Anhangabaú, São Paulo), das 19h30 às 20h30h. Para mais informações, acesse a página do evento:
https://www.facebook.com/events/1814670992175742/
A formação atual é bastante celebrada, já que além dos três membros originais, Mike Dean (baixo e vocal), Woody Weatherman (guitarra e vocal) e Reed Mullin (bateria e vocal), está de volta (desde 2014), o guitarrista e vocalista Pepper Keenan (Down), aquele que muitos citam como o responsável pela sonoridade dos anos 90, até os dias atuais.
Formado em 1982, em Raleigh, na Carolina do Norte, E.U.A., o C.O.C. surgiu como um trio de Punk, logo passou a fazer o que se começou a chamar na época de “crossover” (mistura de Metal e Punk), e depois enveredou por caminhos como o Sludge e Southern Metal, criando algo bastante original.
Ao todo, são dez álbuns de estúdio, cinco EP’s e um álbum ao vivo, sendo o já citado “No Crosso No Crown” o mais recente. Impossível não destacar os maravilhosos, “Eye For An Eye” (84), “Animosity” (85), “Deliverance” (94) e “Wiseblood” (96).
SERVIÇO – São Paulo
Solid Music Entertainment orgulhosamente apresenta: Corrosion Of Conformity
Data: 12/05/2018
Horário: 16:00 – 22:00
Local: Vic Club – R. Marquês de Itu, 284 – Vila Buarque – São Paulo / SP (Proximo a Estação Republica (linha vermelha/ linha amarela do metro)
Venda online: PixelTicket (Já disponível)
https://pixelticket.com.br/eventos/1987/corrosion-of-conformity-em-sao-paulo
INGRESSOS*:
Pista
1º Lote – R$ 100,00 (Meia entrada promocional)
2º Lote – R$ 120,00 (Meia entrada estudante / Promocional)
1º Lote PISTA – R$ 200,00 (Inteira)
2º Lote PISTA – R$ 240,00 (Inteira)
Camarote
1º Lote Camarote – R$130,00 (Meia entrada promocional)
2º Lote Camarote – R$150,00 Meia entrada promocional)
1º Lote Camarote – R$260,00 (Inteira)
2º Lote Camarote – R$300,00 (Inteira)
Ingressos físicos:
Loja 255 – Galeria do Rock (A partir de 20/13/2018 | Terca Feira)
* Os ingressos são limitados
[INGRESSO MEIA-ENTRADA – QUEM TEM DIREITO?]
Válido para estudantes, doadores de sangue, acompanhantes de cadeirantes, funcionários da rede pública, maiores de 60 anos
[INGRESSO PROMOCIONAL – QUEM TEM DIREITO?]
Qualquer pessoa mediante a doação de 1kg de alimento não-perecível na entrada do evento.
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MOONSPELL – Rio de Janeiro/RJ, 25 de abril de 2018
Pode a expectativa por um show ser maior por causa do novo disco do que necessariamente pela própria banda? Diga-se de passagem, não é uma banda qualquer, e seria o primeiro show completo dela no Rio de Janeiro. Sim, pode. O Moonspell havia causado boa impressão no Palco Sunset do Rock in Rio em 2015, mas o festival não é um evento carioca, então a noite no Teatro Odisseia ganhou ares especiais por causa do mais recente disco do grupo português, o excelente “1755”, que conta a história do terremoto que fez enorme estrago e em Lisboa, principalmente, tirando a vida de milhares de pessoas no dia 1º de novembro do ano que dá nome ao álbum.
E o Moonspell não decepcionou. Ao apresentar oito das dez músicas do trabalho conceitual – considerando a nova leitura de “Em Nome do Medo”, originalmente gravada em “Alpha Noir” (2012), e “Lanterna dos Afogados”, cover dos Paralamas do Sucesso –, Fernando Ribeiro (vocal), Ricardo Amorim (guitarra), Aires Pereira (baixo), Pedro Paixão (teclados) e Miguel Gaspar (bateria) fizeram um daqueles shows para ficar guardado na memória. E nem é preciso ficar imaginando como poderia ter sido melhor caso o cenário de palco pudesse ser comportado num palco maior do que o do acanhado espaço na casa de shows localizada na Lapa.
Não mesmo, porque não se deve levar em consideração o pano de fundo, os apetrechos que enfeitam o posto de Paixão ou uma iluminação de primeira e jamais vista no Teatro Odisseia, acostumado a oferecer apenas um jogo monocromático de luzes vermelhas. O novo show do Moonspell vai muito além disso, afinal, Ribeiro o transforma num belo espetáculo teatral, e o início, com quatro canções de “1755”, é simplesmente matador. Com uma lamparina na mão, o vocalista chamou para si todas as atenções na abertura com “Em Nome de Deus”, que contou com a participação ativa do público cantado cada palavra da letra. Emocionante.
A ótima faixa-título trouxe Ribeiro paramentado de médico, mas nada de sobretudo branco. A roupa escura tinha uma máscara que se destacava do chapéu e da capa, e era a máscara com bico que os profissionais da área da saúde usavam para se proteger no caso de o paciente ter alguma doença infecto-contagiosa. De fato, um trabalho do nível de “1755” merecia um tratamento visual à altura, e os fãs não ficaram atrás: deu gosto ver a plateia cantando “In Tremor Dei” (que música!) e “Desastre”. As letras em português são um facilitador, sem dúvida, mas o conteúdo, musical inclusive, tem que ser de qualidade.
“Night Eternal”, do álbum de mesmo nome, lançado dez anos atrás, contou com aquela iluminação especial mencionada parágrafos acima, e “Opium” continuou a viagem pelo material mais antigo. “Vamos fazer uma passagem de pouco mais de 200 anos no tempo”, disse Ribeiro antes de anunciar esta e “Awake!”, músicas tiradas de “Irreligious” (1996), reforçando que aquela noite de quarta-feira era destinada a uma aula de História. Se havia alguma dúvida, “Ruínas” causou novo frisson na pista, e o vocalista não se conteve: “Obrigado pela gentileza! Fantástico!” Realmente, porque a recepção ao novo material foi uma agradável surpresa numa época em que um sem-número de grupos lança discos apenas para ter uma razão para sair em turnê, na qual o passado é o principal alvo.
No caso do Moonspell, mesmo a dobradinha “Breathe (Until We Are No More)” e “Extinct”, de “Extinct” (2015), fez bonito – a canção que dá nome ao disco teve seu refrão recebido de braços abertos e sorriso no rosto pelos fãs. Olhando para frente, o quinteto português atacou com a sensacional “Evento” e em seguida conseguiu fazer ainda melhor, porque “Todos os Santos” foi o grande momento do show – o nome faz referência à data do desastre, o feriado Dia de Todos os Santos. Não bastasse ser uma das melhores músicas de “1755”, senão a melhor, contou com outra performance teatral de Ribeiro – que empunhava uma cruz com dois feixes de luz vermelha – e um lindo coro dos fãs no refrão. Foi de arrepiar.
Poderia ter acabado aí que já teria valido o ingresso, mas imagine você o que foram “Vampiria” e “Alma Mater”… Antes do primeiro clássico, Ribeiro convocou a “galera” – “Como se diz aqui no Rio de Janeiro”, lembrou – a gritar bem alto. Foi atendido. Antes do segundo clássico, ele, que já havia declarado ser o Rio “a cidade mais bonita e portuguesa do Brasil”, mostrou estar ciente dos problemas que os cariocas vêm enfrentando numa cidade que vem namorando a falência – econômica, política, social, ética e moral – e está à mercê da violência: “Diante de tudo que vocês estão enfrentando, agradeço por terem vindo nos ver.” E arrisco dizer, sem medo, que foi em respeito e gratidão a esses fãs que Ribeiro desceu ao pit e cantou “Alma Mater” com eles e para eles.
A bela versão de “Lanterna dos Afagados”, enriquecida pelo teatro de Ribeiro no palco, antecedeu o bis que começou com “Everything Invaded” e cresceu rumo a um encerramento apoteótico. “Com esse sinal nas mãos, ajudem o Moonspell a conclamar o nome de Mefisto”, pediu o frontman, referindo-se ao chifrinho – aquele imortalizado por Ronnie James Dio – e anunciando “Mephisto”. Ao fim do clássico, as palmas e os gritos vindos da plateia. “Fantástico!”, bradou o vocalista, que voltou seus elogios à “galera do Rio”: “Vocês vão no nosso coração, como um povo irmão.” E a aguardada “Full Moon Madness” encerrou um show que é forte candidato a um dos melhores do ano no Brasil.
Set list
- Em Nome do Medo
- 1755
- In Tremor Dei
- Desastre
- Night Eternal
- Opium
- Awake!
- Ruínas
- Breathe (Until We Are No More)
- Extinct
- Evento
- Todos os Santos
- Vampiria
- Alma Mater
- Lanterna dos Afogados
- Everything Invaded
- Mephisto
- Full Moon Madness
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GOLPE DE ESTADO: Banda convida para show com Catalau em SP
O Golpe de Estado acaba de lançar seu novo álbum, o disco “Ao Vivo 30 Anos”, que marca o sucesso da turnê de três décadas que a banda realizou durante o ano passado.
Em São Paulo eles fazem show de lançamento do CD na semana que vem. O show acontece no dia 11/05 (sexta), no Teatro Eva Wilma (Rua Antônio de Lucena, 146 – Tatuapé, São Paulo), com a participação especial do eterno vocalista da banda, Catalau.
A banda gravou um vídeo onde convida a todos para o show. Assista:
https://www.facebook.com/bandagolpedeestado/videos/2069361649759053/Com 30 anos de carreira e um legado indiscutível no rock nacional, autora de hits absolutos como “Caso Sério”, “Paixão”, “Noite de Balada”, “Não é Hora” e diversas outras, a banda Golpe de Estado está de volta para comemorar essa expressiva marca em sua carreira.
Mesmo após o falecimento do ícone Helcio Aguirra (guitarra), o baixista e fundador Nelson Brito decidiu se juntar ao seu ex-companheiro de banda Roby Pontes (bateria), com o guitarrista Marcelo Schevano (Carro Bomba / Casa das Máquinas) e o vocalista João Luiz (Casa das Máquinas) para uma nova turnê. A banda também conta com o apoio de Matheus Shanoski (teclados) e vem passando por diversas cidades do Brasil levando o que o Golpe sempre primou; um hard rock de qualidade, com letras ácidas em português.
Siga página do evento no Facebook:
https://www.facebook.com/events/2033813520239957/
O CD foi gravado na Clash Club em São Paulo, em 2017, e mixado no Orra Meu estúdio, será duplo em formato digipack e contará com 23 faixas. O álbum teve a participação especial de Catalau (que cantou em 7 músicas), Rogério Fernandes (Carro Bomba-ex Golpe de Estado), Luís Carlini (Tutti Frutti) e Andreas Kisser (Sepultura). O CD sairá via Voice Music e tem lançamento previsto para primeira metade de abril!
SERVIÇO:
Live Co. Apresenta: Show de lançamento do CD “GOLPE DE ESTADO – 30 anos” com participação especial de Catalau.
Sexta-feira, 11 de Maio.
Local: Teatro Eva Wilma (Rua Antônio de Lucena, 146 – Tatuapé)
Abertura da casa: 20h00 | Início do show: 21h00
1º Lote de ingressos (Promocional) já está à venda à partir de R$40,00 em: https://ticketbrasil.com.br/show/5863-golpedeestado-saopaulo-sp/ingressos/
Horário de Funcionamento da billheteria:
Quarta a Domingo das 14h30 às 19h30
CENSURA: Livre.
Realização: Live Co.
Mais informações: [email protected] | (11) 98216.5461 — em Teatro Eva Wilma.
Páginas relacionadas:
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SILVER MAMMOTH: lançando clássico do MOTÖRHEAD nas plataformas digitais em maio
A banda paulista SILVER MAMMOTH confirmou que disponibilizará, no próximo dia 25 de maio, a sua versão de “White Line Fever”, clássica do Motörhead, em todas as plataformas digitais.
“White Line Fever” foi registrada pelo SILVER MAMMOTH originalmente para ajudar a compor o track list do tributo “Going To Brazil… The Brazilian Tribute Of Motörhead”. disponibilizado pelo selo britânico Secret Service Records.
O álbum foi lançado na Europa no seu formato físico no primeiro semestre de 2017, e conta também com as presenças de bandas como: Ratos de Porão, Torture Squad, Claustrofobia, Genocídio, Matanza, Attomica, Nervochaos, entre outras.
Em paralelo, o SILVER MAMMOTH confirmou que continua com a sua agenda de shows aberta, em suporte ao lançamento do seu novo trabalho, “Silver Mammoth Singles”.
Para mais informações sobre como contratar o grupo, para shows no Brasil e exterior, basta entrar em contato através do e-mail [email protected].
Para mais informações sobre as atividades da banda SILVER MAMMOTH e dos demais artistas da empresa, basta entrar em contato com a MS Metal Press através do e-mail [email protected].
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O guitarrista revela em breve depoimento ter tido interesse em assumir a vaga na banda quando o grupo estava à procura de um guitarrista logo ao seu retorno as atividades: “Eu acho incrível estar no Faces of Death. Já acompanhava a banda por meio do Silvio (baixista), que sempre me mostrava a divulgação da banda na internet. Fiquei sabendo quando o grupo trocou de guitarrista, com a entrada do Batata (Carlos Marins). Nessa época eu já tinha interesse em ter entrado na banda. Um dos motivos é saber que no Faces of Death eu vou tocar o estilo que curto, com músicos sérios com visão de crescimento. Muito honrado em fazer parte desse time e ter liberdade de fazer meus solos e tocar no meu estilo”.



Ainda sobre o alcoolismo, a esposa de Jeff, Kathryn Hanneman, também tem histórias pra contar: “Cerca de um ano mais ou menos, depois que nos conhecemos (no início do Slayer), Jeff se mudou para a casa dos meus pais, e meu pai sempre vinha pra casa e tomava uns Martinis. Ele oferecia uma bebida a Jeff e os dois sentavam e tomavam seus Martinis e jogavam vídeo games. Então, eu conheci Jeff bebendo desde o começo. Eu nunca entendi de fato, mas beber sempre foi uma grande parte da vida de Jeff. Eu expressava minha preocupação, e ele se continha por alguns meses – mas daí ele voltava a beber. Alguns anos antes de o pai dele morrer, em 2008, notei que Jeff estava dependendo do álcool para começar seu dia. Mas eu não podia dizer muito naquela altura, porque eu sabia que acabaríamos brigando sobre isso. E eu não vou dizer que não bebia com ele, bebia sim, e bastante algumas vezes. Achei que, como eu não conseguia parar com aquilo, que me juntasse. Mas, eventualmente, eu me dei conta de que não poderia continuar daquele jeito, e que se eu parasse, poderia ajudá-lo a afastar-se daquilo também. Mas eu não consegui. Ele dependia demais daquilo apenas para poder aguentar o dia”.
No dia 23 de maio de 2013, aconteceu um memorial para Hanneman no Hollywood Palladium, em Los Angeles, Califórnia. O serviço foi aberto ao público de todas as idades. Na cerimônia, que durou cerca de quatro horas, apareceram King, Lombardo, Holt, e Bostaph, além de músicos como Robert Trujillo (Metallica), Robb Flynn (Machine Head), Chuck Billy (Testament), John Tempesta (The Cult, Exodus, Testament) e Shavo Odadjian (System of a Down). O curioso é que até num momento como esse as polêmicas não deram descanso para Jeff. Fieis da Igreja Batista de Westboro (EUA), grupo fundamentalista que, segundo a revista “NME”, tem o costume de protestar em funerais de soldados e também em locais de shows, como aconteceu com Radiohead e Foo Fighters, por exemplo, prometeram comparecer no local para fazerem o mesmo. Mas os integrantes do Slayer enfrentaram a situação com elegância e deram a seguinte sugestão aos fãs através do Facebook: “Vocês querem realmente enfurecer a Igreja Batista de Westboro no memorial ao Jeff? Faça exatamente o que os membros do Slayer e a família irão fazer: ignore-os totalmente. Eles não existem. E então entre para celebrar a vida de Jeff conosco”.
