Além da versão física de seu recém-lançado álbum, ‘Accept The Death’, o FUNERATUS também disponibilizou o trabalho em formato digital nas principais distribuidoras de música do globo.
Para conferir o disco, basta fazer uma busca no seu app de preferência ou visitar um dos links abaixo:
Spotify: https://open.spotify.com/album/45bgFfsZR3q2ZZRRDexjtu?si=XJX3PzeIQmyfALTsbLsTZA
iTunes: https://itunes.apple.com/br/album/accept-the-death/1354950180
Deezer: https://www.deezer.com/br/album/58162092
Google: https://goo.gl/CZsVis
A versão física foi lançada pelos selos Distro Rock e Extreme Sound e já pode ser comprada nas melhores lojas especializadas do ramo, com os selos ou diretamente com a banda por e-mail ou Facebook. O envio é feito para todo o Brasil.
‘Accept The Death’ é o terceiro disco da carreira de um das mais celebradas e respeitadas bandas de Death Metal do país. O trabalho contou com a participação especial do músico Fábio Laguna (ex-Angra, Hangar) e com a mixagem e masterização feitas na Alemanha, no lendário estúdio Stage One por onde já passaram nomes como Tankard, Krisiun, Belphegor, Destruction e Rotting Christ. Embalando o petardo uma arte do talentoso artista Alcides Burn.
Lembrando que o FUNERATUS lançou o primeiro videoclipe oficial de sua história. A música escolhida é a faixa-título, ‘Accept The Death’, assista:
Facebook: https://www.facebook.com/funeratusdeath/videos/1734494703303795/
YouTube: https://www.youtube.com/watch?v=wUn9zOo09R0
Contato: [email protected]
Sites Relacionados:
www.facebook.com/funeratusdeath
www.metalmedia.com.br/funeratus
Fonte: Metal MediaCategoria: Roadie News
-

Ex-vocalista do MALEVOLENT CREATION diagnosticado com câncer de cólon
Uma campanha de arrecadação de fundos foi lançada para auxiliar o ex-vocalista do MALEVOLENT CREATION, Brett Hoffman, que recentemente foi diagnosticado com câncer de cólon no estágio 4.
A página do GoFundMe, que foi iniciada pelo “amigo / familiar muito próximo” de Brett, Tina Kuntz Mielcarek, está pedindo doações para cobrir suas “despesas médicas e tratamentos”.
Brett disse: “Eu estou no hospital há quase duas semanas. Eu passei por uma grande cirurgia, muitos procedimentos e testes. Não comi o tempo todo e nem cheirei o ar puro naquele tempo. Eu estou, no entanto, progredindo. Eles querem que eu saia, então posso ir para casa para a reabilitação. Isso pode levar semanas. Depois disso, eles têm um tratamento que estão confiantes para o meu câncer.”
“Eu sei que tenho um longo caminho e a vida mudou. Eu ainda vou terminar o novo álbum e fazer música. Eu só tenho uma tarefa um pouco mais importante em mãos para o futuro próximo. Isso, até agora, tem sido o mais doloroso, o mais torturante evento que já aconteceu comigo.
“Eu estou no campo de batalha e estou lutando !!! Minha esposa, Kim, tem sido uma rocha para mim! Eu a amo de todo o coração! Meus amigos mais próximos têm lutado comigo e necessitamos desse apoio.”
Brett esteve presente nos três primeiros lançamentos do MALEVOLENT CREATION, até deixar a banda depois do álbum Stillborn de 1993. Cinco anos depois, ele retornou para The Fine Art Of Murder e Envenomed antes de sair novamente e ser substituído por Kyle Symons. Ele se juntou novamente ao MALEVOLENT CREATION em 2006, e cantou nos três últimos álbuns do grupo, Doomsday X de 2007, Invidious Dominion de 2010 e Dead Man’s Path de 2015. Ele saiu do grupo mais uma vez há dois anos e foi substituído por Lee Wollenschlaeger.
Mais recentemente, Brett esteve envolvido com o projeto FIRE FOR EFFECT, no qual se juntaram o guitarrista e compositor Gio Geraca (MALEVOLENT CREATION, ASHES OF ARES), o baixista Tony Choy (PESTILENCE) e o baterista Mike Smith (SUFFOCATION). Smith foi posteriormente substituído por Derek Roddy (HATE ETERNAL, NILE, MALEVOLENT CREATION).
Edições avulsas, assinatura física e digital. Conheça a nossa Roadie Crew Shop – acesse https://roadiecrew.com/roadie-shop -

MADBALL: Confira o primeiro trailer do novo álbum
Os veteranos do hardcore de Nova York MADBALL lançarão seu novo álbum, For The Cause, em 15 de junho via Nuclear Blast, e você pode assistir o primeiro trailer do novo disco abaixo.O vocalista Freddy Cricien comenta: “Estamos muito felizes em finalmente lançar For The Cause. Dizer que estamos felizes com o resultado final de tudo o que colocamos nele é um eufemismo. Este registro define com precisão o estado atual de nossa banda … nosso som, nosso estado de espírito, nossas ambições, nossas falhas e nossa atitude! “
A sequência de Hardcore Lives de 2014, foi co-produzida por Tim Armstrong (RANCID), que também é aparece em uma música do álbum. Foi mixado e masterizado pelo renomado produtor Tue Madsen (MESHUGGAH, THE HAUNTED, SICK OF IT ALL) no Antfarm Studios, na Dinamarca. O ex-guitarrista do MADBALL, Matt Henderson, gravou as faixas de guitarra no estúdio, mas não vai se juntar ao grupo em turnê.
Cricien disse: “Tim e nós estamos de volta. Ele é um velho amigo e um cara super talentoso … em tudo! Uma lenda por direito. Ele nos convidou a gravar com ele e tudo tomou seu lugar de forma muito orgânica. Ele respeitou a nossa banda desde o primeiro dia e estava entusiasmado por fazer parte disso. Nos sentimos honrados de tê-lo a bordo.
O baixista Hoya Roc acrescentou: “Nós conseguimos um álbum muito bom. Parece o filme Pulp Fiction. Temos todos os estilos de hardcore lá. Parece que temos algo especial!”
For The Cause conta com uma participação especial do rapper, ator e líder da banda BODY COUNT, Ice-T.
Ele comentou: “É uma honra gravar com o lendário MADBALL. O BODY COUNT compartilha muitas semelhanças com o hardcore de Nova York. Isso é natural”.
Cricien acrescentou: “É verdadeiramente uma honra ter o Ice-T no nosso disco! Eu fui me envolvendo com a música dele desde o início do hip-hop até agora. Ele é uma figura icônica, e também um sujeito de classe – você nem sempre as duas coisas ao mesmo tempo. Ice-T tem um grande respeito pelo NYHC e pelo MADBALL, e isso significa muito. Isso deveria acontecer… O Real reconhece o real “.
A versão original da faixa título For The Cause foi lançada em setembro passado no split single Family Biz, que uniu o MADBALL com os heróis do hardcore da Pensilvânia, o WISDOM IN CHAINS.
Falando sobre a música, Cricien disse: “Trata-se de seguir no caminho e lutar pelo que você ama. É um tema que você ouvirá muito ao longo do nosso próximo álbum. Utilizando a negatividade e os obstáculos que você enfrenta como inspiração. ‘Diga que não posso, diga que não voltarei … Me dê o combustível que preciso subir!’
Edições avulsas, assinatura física e digital. Conheça a nossa Roadie Crew Shop – acesse https://roadiecrew.com/roadie-shop -

SHAMAN’S HARVEST apresenta “The Devil In Our Wake”
O SHAMAN’S HARVEST está de volta com seu novo vídeo, The Devil In Our Wake. A faixa é parte do último álbum da banda, Red Hands Black Deeds, lançado no ano passado pela Mascot Records. Produzido por Keith Armstrong, o disco assumiu uma abordagem mais orgânica, utilizando equipamentos vintage.
Falando sobre a música, o vocalista Nathan Hunt declarou: “The Devil In Our Wake aborda o tema da guerra. Eu ia para a cama com a TV ligada na CNN, falando sobre alguma besteira na Casa Branca, ou a situação desoladora na Síria. Eu via o que está acontecendo no mundo e pensava: ‘Merda, como ficamos tão divididos?”
A estreia do SHAMAN’S HARVEST na Mascot Records, Smokin’ Hearts & Broken Guns“, de 2014, rendeu mais de 33 milhões de streams. O álbum In Chains alcançou o 11º lugar no ranking da Mediabase após uma série de 22 semanas na rádio Active Rock. Ele também passou mais de quatro meses no Top 10 da iTunes Music Songs. O vídeo da música tem mais de 3 milhões de visualizações no YouTube, enquanto a banda tem 8 milhões de visualizações no YouTube.
Edições avulsas, assinatura física e digital. Conheça a nossa Roadie Crew Shop – acesse https://roadiecrew.com/roadie-shop -

GLENN HUGHES – São Paulo/SP, 21 de abril de 2018
Em 15 de março de 1976, Glenn Hughes fazia, no palco do Liverpool’s Empire Theatre, na Inglaterra, seu último show como integrante do Deep Purple. Agora, passados quarenta e dois anos, ele resolveu rememorar ao vivo os velhos clássicos que registrou durante sua passagem pela banda e se lançar em turnê mundial. E é claro que o Brasil não poderia ficar de fora da rota, já que por aqui Hughes possui uma imensa legião de fãs, que sempre lotam os seus shows. Assim sendo, nesta segunda quinzena do mês de abril a “Glenn Hughes Performs Classic Deep Purple Live Tour” teve oito datas agendadas no país. As duas primeiras aconteceram em Brasília (17) e em Belo Horizonte (19). Já na noite deste sábado (21), foi a vez de São Paulo receber o consagrado músico inglês. E como era de se imaginar, a Tropical Butantã estava abarrotada de gente. Eram pessoas de várias gerações reunidas, inclusive crianças.
Marcado para começar às 19h30, a curta introdução mecânica soou com apenas quinze minutos de atraso. Ovacionados, Søren Andersen (guitarra), Jesper Bo “Jay Bo” Hansen (teclado) e Fer Escobedo (bateria) tomaram seus postos e viram a histeria rolar solta quando Glenn Hughes entrou em cena para dar início com a eletrizante “Stormbringer”, do homônimo álbum do Deep Purple, que fora lançado em 1974. Tudo estava perfeito, desde a qualidade sonora – Hughes é afortunado por ter um ótimo profissional como técnico de som, pois todo show seu que assisto soa impecável -, até a bonita iluminação, que, inteligentemente, predominava em cor roxa (purple).
Para a sequência, uma seleção de músicas do clássico “Burn”. A primeira foi “Might Just Take Your Life”, em que ao final Hughes mandou um “eu amo vocês”, antes de Andersen, que o acompanha desde sua última visita ao Brasil (em setembro de 2016), puxar a grooveada “Sail Away” – nessa ficou legal a emenda dos solos convencionais de teclado e de guitarra. Após Hughes reafirmar aos paulistanos que os amam e perguntar três vezes como se sentiam, sendo que a terceira ele fez soltando a voz, veio a sempre comemorada balada bluesy “Mistreated”. Era de arrepiar ouvir a plateia cantando-a em alto e bom som. No final, Hughes deu uma aula de canto, com direito aos seus tradicionais agudos extensos, sem perder o fôlego e nem a afinação. Emocionado com a recepção calorosa dos fãs, ele se desculpou por não saber falar em “brasileiro”, mas retribuiu o carinho com palavras gentis, e anunciou: “vamos voltar ao California Jam”. Ele se referia à lendária apresentação que o Purple fez naquele famoso festival, em 06 de abril de 1974. E como naquela ocasião, em que Jon Lord solou antes de o grupo tocar “You Fool No One”, o enredo foi copiado com Jay Bo solando e Hughes, Andersen e Escobedo se juntando à ele no decorrer para repetirem aquela sequência com a mencionada música. Durante a execução, rolou solo de Andersen, um blues improvisado entre todos, e também um longo e impressionante solo de Escobedo. Hughes, que assistiu da lateral do palco o ato do baterista, disse: “Eu tenho um novo baterista, este jovem de Santiago (CHI). Ele tem 25 anos de idade!” E aconselhou: “Irmãos e irmãs, qualquer um, em qualquer lugar, pode alcançar seu sonho. Este garoto tinha um sonho e agora ele está sentado na bateria!”. Sob aplausos, o vocalista/baixista apresentou os outros músicos e levou os fãs à loucura com elogios: “Preciso lhes dizer uma coisa, seu povo, os fãs de rock desta cidade, são os filhos da puta mais loucos do mundo. Não há ninguém como vocês!”.
Após o início com uma de “Stormbringer” e de dedicar pouco mais de longos cinquenta minutos ao álbum “Burn”, faltava a Hughes relembrar seu terceiro e último disco de estúdio com o Purple: “Come Taste the Band” (1975). “Vou cantar uma música de quando eu tinha por volta de 23 anos de idade. Escrevi essa canção com Jon Lord. Ela é muito especial e vai me fazer chorar”, revelou. Ele falava da belíssima “This Time Around”, e aí tome outro show de interpretação e de voz. É um absurdo o que este senhor continua cantando no alto de seus 66 anos de idade. Sábio daquele que um dia lhe rebatizou como “The Voice of Rock”! A seguir, após seu roadie ficar no palco por alguns instantes arrumando um problema com o pedal de baixo que acabou sendo trocado, foi a vez da ótima e não menos bonita “Holy Man”. Que música!
Glenn Hughes brincou com o fato de seu cabelo estar novamente ficando comprido, o que vem a calhar para essa turnê, já que assim ele fica apropriadamente parecido com seus tempos de Deep Purple. Antes da próxima ele contou: “Eu tive este cara, que se mudou para minha casa em Beverly Hills em 1975. Ele era Tommy Bolin!” – guitarrista que faleceu no ano seguinte, aos 24 anos de idade, tendo gravado em estúdio com o Purple apenas “Come Taste the Band”. E Hughes complementou: “Ele veio pra minha casa e nós escrevemos algumas músicas. Uma delas eu vou tocar pra vocês agora”. Mas antes ele observou na plateia uma pessoa com uma camiseta ao estilo da da Seleção Brasileira com seu nome estampado, e disse ser fã de futebol e que esteve na Copa do Mundo no Brasil. Depois disso, enfim, ele anunciou “Gettin’ Tighter”, que começou com uma viagem instrumental, que serviu de introdução, e depois passou por várias improvisações no meio do caminho.
Mesmo não sendo de sua fase, Glenn Hughes não ignorou o hino mor do Deep Purple, “Smoke on the Water”, que foi cantado à plenos pulmões por cada alma viva ali presente, e no meio inseriu “Georgia On My Mind”, como o Purple costumava fazer ao vivo quando ele estava no grupo. Antes da próxima, Hughes deixou uma mensagem de paz e amor: “Falarei devagar: eu amo a espécie humana, amo todas as raças, os animais, este planeta… Estou aqui porque quero trazer todo o amor que tenho para vocês. Minha voz é sua voz!”. E então pediu que todos lhe acompanhassem na pacata “You Keep on Moving”, que encerrou a primeira parte do show. Antes de sair do palco, Glenn prometeu que voltará ao Brasil no próximo ano e deixou outra mensagem: “Sejam felizes e sejam livres!”.
Na volta para o bis, a banda retornou com Glenn só no vocal e seu roadie no baixo. A casa então veio abaixo com a festejada “Highway Star”, outra do clássico “Machine Head” (1972), álbum em que o Deep Purple ainda tinha Roger Glover no baixo e não Hughes. Pra encerrar a noite, com Hughes agora empunhando um baixo Rickenbaker, que ganhou até um beijo seu, “Burn”, literalmente, incendiou a Tropical Butantã. Ao final, os músicos largaram seus postos e correram pro centro do palco pra abraçar o sempre simpático e carismático Glenn Hughes. Foi uma cena comovente, que mostrou o quão fãs os três também são do anfitrião da noite. Este foi, nada mais do que um show memorável, pra ficar na história como um dos, senão o mais importante que Glenn Hughes fez em São Paulo. Lhe aguardamos em 2019, Mr. Hughes!
GLENN HUGHES – Setlist: Stormbringer Might Just Take Your Life Sail Away Mistreated You Fool No One This Time Around Holy Man Gettin’ Tighter Smoke on the Water / Georgia on My Mind You Keep on Moving Highway Star Burn
-

Deep Purple e Judas Priest saem juntos em turnê
Deep Purple e Judas Priest sairão juntos em uma turnê a partir de agosto e que em sua primeira perna vai passar pelos Estados Unidos e Canadá.
A informação da turnê foi confirmada nessa segunda-feira e a turnê tem início em 21/08 em Cincinnati, Estados Unidos.
São 25 datas confirmadas para a América do Norte até o dia 30 de setembro. Existe a possibilidade logicamente da turnê ter mais datas chegando à América do Sul, Ásia e Europa.
O último álbum de estúdio do Deep Purple, inFinite, foi lançado em 7 de abril de 2017, via Sound City/Shinigami Records. Produzido pelo lendário Bob Ezrin, (Pink Floyd, Alice Cooper, Kiss), o InFinite apresentou 10 novas faixas. Para mais informações, visite www.deep-purple.com. Além disso, Airey lançará seu álbum solo One of a Kind em 25 de maio saindo no Brasil também via Sound City/Shinigami Records. O último álbum de estúdio do Judas Priest, Firepower, foi lançado em 9 de março de 2018, pela Sony Music. Co-produzido por Tom Allom e Andy Sneap, o álbum de 14 faixas se tornou um dos mais bem-sucedidos da carreira da banda – chegando ao top 5 de 17 países (incluindo a maior colocação de seus álbuns nos EUA), e marcando seu mais alto single de rádio de rock comercial em décadas com “Lightning Strike”. Para mais informações, visite judaspriest.com.






Três anos após histórica performance no ROCK IN RIO 2015, o grupo toca, nesta quinta-feira (26/04), no palco do Carioca Club, em São Paulo. O novo show celebra 26 anos de sucesso com importantes clássicos da gloriosa carreira de Fernando Ribeiro (vocalista), Ricardo Amorim (guitarra), Pedro Paixão (guitarra), Aires Pereira (baixo) e Mike Gaspar (bateria), além das principais composições do magnifico novo álbum “1755” (Napalm Records).